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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS PROPEDÊUTICA E PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DAMULHER CURSO: ENFERMAGEM DISCIPLINA: PROPEDÊUTICA E PROCESSO DE CUIDAR NA SAÚDE DA MULHER NOME DO ALUNO: MILENA RAMOS DA CRUZ R.A: 2406117 POLO : UNIP – ASA SUL DOCENTE: MAYARA CANDIDA PEREIRA DATA: 02/06/2026 TÍTULO DO ROTEIRO: PROPEDEUTICA E PROCESSO DE CUIDAR NA SAUDE DA MULHER https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_438306_1 https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_438306_1 Introdução A saúde da mulher é um tema de grande relevância no contexto da assistência à saúde, exigindo do enfermeiro conhecimentos amplos e atualizados para uma atuação segura e qualificada. De acordo com Teixeira (2022, p. 7), o enfermeiro deve possuir conhecimentos sobre a anatomia e a fisiologia do sistema reprodutor feminino, bem como sobre os processos de lactação e amamentação. Além disso, é fundamental compreender os mecanismos da fecundação, da gestação e as alterações fisiológicas que ocorrem no organismo materno durante a gravidez, possibilitando a implementação de ações que abrangem desde o pré- natal de baixo risco até o período puerperal. Durante o trabalho de parto, cabe ao enfermeiro garantir uma assistência segura e humanizada ao binômio mãe-filho, compreendendo os períodos clínicos e os mecanismos do parto, além de prestar os cuidados imediatos necessários ao recém-nascido após o nascimento. No puerpério, esse profissional também desempenha papel fundamental por meio da consulta de enfermagem, oferecendo orientações relacionadas ao planejamento familiar e aos cuidados maternos. Segundo Lima e Almeida (2014, p. 643), a obstetrícia é a área responsável pelo estudo dos fenômenos relacionados à reprodução feminina, abrangendo a gestação, o parto e o pós-parto, tanto em seus aspectos fisiológicos quanto patológicos. O termo obstetrícia deriva do latim obstetrix, relacionado ao verbo obstare, que significa “estar ao lado” ou “permanecer junto”, representando o acompanhamento contínuo da mulher durante todo o ciclo gravídico-puerperal. Com base nas aulas práticas realizadas na disciplina, foram desenvolvidas atividades relacionadas aos seguintes roteiros: Anatomia e Fisiologia do Aparelho Reprodutor Feminino; Exame Clínico das Mamas; Exame Clínico dos Órgãos Genitais Externos; Coleta de Material para Citologia Oncótica Cervical; Desenvolvimento Fetal; Exame Físico da Gestante; Cálculo de Datas; Períodos Clínicos do Trabalho de Parto e Parto Normal; Mecanismo do Parto; e Cuidados Imediatos ao Recém-Nascido na Sala de Parto. Além dos conhecimentos relacionados à anatomia e fisiologia do aparelho reprodutor feminino, a assistência à saúde da mulher envolve ações voltadas à prevenção e ao diagnóstico precoce de doenças. Nesse contexto, destaca-se a prevenção do câncer de mama, uma das neoplasias mais frequentes entre as mulheres. O exame clínico das mamas realizado pelo profissional de saúde, associado ao rastreamento por mamografia quando indicado, contribui para a identificação precoce de alterações suspeitas, aumentando as chances de tratamento eficaz e reduzindo a mortalidade relacionada à doença. Outro procedimento de grande relevância é o exame citopatológico do colo do útero, conhecido popularmente como exame preventivo ou Papanicolau. Esse exame possibilita a identificação precoce de lesões precursoras do câncer do colo uterino, permitindo intervenções oportunas e contribuindo significativamente para a redução da incidência e da mortalidade causadas por essa enfermidade. A correta coleta do material e o acolhimento adequado da paciente são fundamentais para a qualidade do exame e para a adesão das mulheres aos programas de prevenção. Durante a gestação, a assistência pré-natal constitui uma das principais estratégias para a promoção da saúde materna e fetal. O acompanhamento periódico da gestante permite monitorar o desenvolvimento do feto, identificar fatores de risco, prevenir complicações e orientar a mulher quanto às mudanças fisiológicas que ocorrem durante a gravidez. Além disso, o pré-natal favorece a preparação da gestante e de sua família para o parto, puerpério e cuidados com o recém-nascido. Os cuidados prestados ao recém-nascido imediatamente após o nascimento também possuem papel fundamental na redução da morbimortalidade neonatal. Medidas como o controle da temperatura corporal, a avaliação das condições clínicas por meio da Escala de Apgar, o incentivo ao contato pele a pele e ao aleitamento materno precoce contribuem para a adaptação do bebê à vida extrauterina. Essas ações fortalecem o vínculo entre mãe e filho e promovem melhores condições de crescimento e desenvolvimento infantil. Dessa forma, as aulas práticas possibilitaram a integração entre teoria e prática, contribuindo para a compreensão da assistência integral à saúde da mulher, desde a prevenção de doenças ginecológicas até os cuidados com a gestante e o recém-nascido. RESULTADOS E DISCUSSÃO AULA 1: ANATOMIA E FISIOLOGIA DO APARELHO REPRODUTOR FEMININO Na aula prática, foi possível observar, por meio de peças anatômicas, que o sistema genital feminino é dividido em genitália interna e genitália externa. Esse sistema é composto pelos órgãos responsáveis pela reprodução humana, incluindo as mamas, os órgãos genitais externos e os órgãos genitais internos. As mamas são responsáveis pela produção do leite materno, fundamental para a nutrição do recém-nascido. Durante a aula, observamos que existem diferentes tipos de mamas, variando quanto ao tamanho e ao formato dos mamilos, sendo classificadas como: • Normais: quando os mamilos são proeminentes; • Planos: quando os mamilos não se projetam além da aréola, permanecendo geralmente na mesma linha; • Invertidos: quando os mamilos são voltados para dentro. Essas características devem ser avaliadas durante o exame clínico, pois podem influenciar o processo de amamentação Os órgãos genitais externos femininos são constituídos por diversas estruturas com funções específicas. Entre elas, destaca-se o Monte Pubiano, que possui formato triangular e é recoberto por pelos, tendo como principal função proteger o osso púbico contra possíveis impactos. Os Grandes Lábios são estruturas recobertas por pelos e compostas por tecido adiposo, responsáveis pela proteção dos pequenos lábios e das demais estruturas genitais externas. Já os Pequenos Lábios atuam na proteção da abertura vaginal e do canal vaginal. O Clitóris é uma estrutura altamente sensível, relacionada ao prazer sexual, sendo protegido por uma dobra de pele denominada prepúcio do clitóris. Logo abaixo dele encontra-se o Meato Urinário, abertura por onde a urina é eliminada, estabelecendo a comunicação da bexiga com o meio externo. As Glândulas de Bartholin são responsáveis pela produção de secreção lubrificante, especialmente durante a atividade sexual. O Hímen corresponde a uma fina membrana localizada na entrada da vagina, podendo sofrer rompimento em diferentes situações, incluindo as primeiras relações sexuais. Por fim, o Períneo é a região anatômica situada entre a abertura vaginal e o ânus, desempenhando importante função de sustentação das estruturas pélvicas. Durante a aula prática, foi observado que a genitália interna feminina é composta pela vagina, útero, tubas uterinas e ovários. A vagina corresponde a um canal que se estende da vulva até a porção inferior do útero, apresentando paredes com aspecto liso ou rugoso. O útero é um órgão muscular e oco cuja principal função é abrigar e proporcionar condições adequadas para o desenvolvimento do feto durante a gestação. Sua estrutura é formada por três camadas: endométrio, miométrio e perimétrio. As tubas uterinas são canais que conectam os ovários ao útero e constituem o local onde geralmente ocorre a fecundação, ou seja, o encontro do espermatozoide com o óvulo. Em sua extremidade encontram-se as fímbrias tubárias,estruturas que auxiliam na captação do óvulo liberado pelo ovário, conduzindo-o para o interior das tubas uterinas. Os ovários são órgãos pares responsáveis pela maturação dos folículos ovarianos, pela ovulação e pela formação do corpo lúteo, desempenhando papel fundamental na reprodução e na produção hormonal feminina. A observação das estruturas anatômicas permitiu compreender a relação entre forma e função dos órgãos reprodutores femininos. A atividade reforçou a importância do conhecimento anatômico para a realização de exames físicos e para a identificação de alterações ginecológicas. AULA 2: EXAME CLÍNICO DAS MAMAS Amama feminina é constituída por lobos mamários, que correspondem às glândulas responsáveis pela produção do leite, e por ductos lactíferos, pequenos canais encarregados de transportar o leite dos lobos até o mamilo. Além disso, é formada pelo estroma, composto por tecido adiposo e conjuntivo que envolve os ductos e os lobos, bem como por vasos sanguíneos e vasos linfáticos. Durante a aula prática, foi possível realizar a inspeção e a palpação em uma peça anatômica. A técnica consistiu na realização de movimentos circulares com as polpas digitais dos dedos, no sentido horário, com o objetivo de identificar possíveis nódulos ou alterações suspeitas nas mamas. A prática permitiu correlacionar a anatomia mamária com as técnicas de inspeção e palpação. O exame clínico é fundamental para a detecção precoce de alterações suspeitas e para a prevenção do câncer de mama. AULA 3: EXAME CLÍNICO DOS ÓRGÃOS GENITAIS EXTERNOS Os materiais necessários para realização do exame clínico dos órgãos genitais externos são: • Luvas de procedimento. • Quadro imantado com aparelho reprodutor feminino. • Peça do aparelho reprodutor feminino. • Caixa com colo uterino (toque vaginal). Foi demonstrado nas peças os seguintes órgãos internos: vagina, ovários, trompas de falópios e útero. Avaliamos útero normal e com patologias. Também realizamos o toque para a avaliação do colo uterino, identificando as patologias. A avaliação das estruturas genitais externas possibilitou compreender aspectos anatómicos normais e alterações frequentemente encontradas na prática clínica, contribuindo para uma assistência mais qualificada. AULA 4: COLETA DE MATERIAL PARA CITOLOGIA CERVICAL Os materiais necessários para a realização da coleta são: • Luvas de procedimentos. • Peça do aparelho reprodutor feminino. • Caixa com colo uterino (toque vaginal). • Espéculo descartável (P, M e G). • Espátula de Ayre. • Escovinha endocervical. • Lâmina de vidro com extremidade fosca. • Solução fixadora, álcool a 96% ou spray de polietileno glicol. • Gaze. • Lápis grafite ou preto número 2. • Recipiente para acondicionamento das lâminas. • Avental descartável. • Pinça cherron. Essa coleta é utilizada para detectar alterações nas células do colo do útero. Na peça anatômico, foi demostrado como deve ser feito: 1. Na primeira etapa do exame ginecológico o espéculo deve ser colocado até o fundo da cavidade vaginal. 2. Introduzido e aberto identifica-se o colo uterino, avalia-se pregueamento e mucosa vaginal. 3. O material coletado deve ser estendido em toda a extensão na lâmina de vidro de maneira uniforme e imediatamente fixado. A coleta adequada do material é essencial para garantir a qualidade do exame preventivo do câncer do colo do útero. A atividade destacou a importância da técnica correta e do acolhimento à paciente. AULA 5: DESENVOLVIMENTO FETAL Vimos nas aulas práticas que o desenvolvimento fetal se dá em uma sequência após a fecundação. A fecundação é o encontro do espermatozoide com o óvulo nas tubas uterinas; após isso ocorre a nidação que é o fenômeno de deslocamento do óvulo pela tuba uterina até sua implantação no endométrio, que ocorre entre o 5° e o 8° dia após a fecundação. O período embrionário é caracterizado pela formação de todos os órgãos, se dá por volta da 8° semana. O período fetal é o período que se dá a partir da 8° semana até o final da gestação, fase em que ocorre o crescimento e amadurecimento de tecidos, órgãos e do feto. O estudo das etapas do desenvolvimento fetal permitiu compreender os eventos que ocorrem desde a fecundação até o nascimento, destacando a importância do acompanhamento pré-natal. AULA 6: EXAME FÍSICO DA GESTANTE No laboratório, observamos que o exame físico obstétrico deve estar direcionado à avaliação da altura uterina, da altura do fundo uterino, dos batimentos cardíacos fetais, da alimentação e do ganho de peso materno, além do bem-estar geral da gestante. Também realizamos a Manobra de Leopold, procedimento dividido em quatro tempos. O primeiro tempo consiste na palpação do fundo uterino, com a finalidade de identificar qual parte fetal ocupa essa região e determinar a altura uterina. No segundo tempo, a palpação é realizada nos flancos maternos para localizar o dorso fetal em um dos lados e as pequenas partes ou membros no lado oposto. No terceiro tempo, busca-se identificar o polo fetal que se apresenta em direção à pelve, permitindo o diagnóstico da apresentação fetal. Já no quarto tempo, o enfermeiro realiza a manobra com o objetivo de avaliar a posição dos ombros do bebê e confirmar a apresentação e o grau de insinuação fetal. As manobras de Leopold e a avaliação obstétrica possibilitaram identificar posição fetal, crescimento uterino e condições gerais da gestante, fundamentais para o acompanhamento da gravidez. AULA 7: CÁLCULO DE DATAS No estudo de caso proposto pela enfermeira temos: Data da consulta: 27.03.2024 DUM: 15.10.23 Calculamos a idade gestacional: 16 (finalizar o mês) + 30 (nov.) + 31 (dez.) + 31 (jan.) + 29 (fev.) + 27 (consulta) Soma: 164 (dias) ÷ 7 (sempre divide por 7) = 23,4 Com a regra de Naegele a paciente está com 23 semanas e 3 dias. Data provável do parto: Formula: +7 (dias) +9 (meses) pra datas de janeiro a março +7 (dias) -3 (meses) pra data de abril a dezembro 15+7= 22 01+9= 10 DPP:22.10.24 O cálculo da idade gestacional e da data provável do parto é indispensável para o planejamento da assistência pré-natal e para o acompanhamento adequado da evolução gestacional. AULA 8: PERÍODOS CLÍNICOS DO TRABALHO DE PARTO E PARTO NORMAL Na aula prática foi observado os tipos de pelves, sendo eles: Ginecóide, andróide, antropóide e platipelóide. As fases do trabalho de parto são: dilatação, expulsão, dequitação da placenta e período de Greenberg. A dilatação é dividida em duas fases: A latente, caracterizada por contrações uterinas regulares e perceptivas, mas pouco doloridas, responsáveis pela dilatação de 3 a 5 cm. Caso essa fase estenda-se por mais de 20 horas (primíparas) ou 14 horas (multíparas), diz-se que houve prolongamento anormal das contrações. Já na Ativa, a partir desse momento, as contrações tomam-se dolorosas, pois a frequência e intensidade aumentam progressivamente no intuito de promover a rápida dilatação do colo uterino. Costuma durar de 2,4 a 5,2 horas em multíparas e de 4,6 a 11,7 horas em primíparas A compreensão das fases do trabalho de parto permite reconhecer a evolução fisiológica do nascimento e identificar situações que exigem intervenção profissional AULA 9: MECANISMO DO PARTO Usando peças anatômicas a enfermeira demostrou e falou sobre o mecanismo do parto, função da placenta, o bebê e cordão umbilical, seguindo ainda com a divisão do mecanismo de parto em tempos: • Primeiro tempo ou insinuação • Segundo tempo ou descida ou progressão • Terceiro tempo ou rotação interna • Quarto tempo ou desprendimento cefálico • Quinto tempo ou rotação externa • Sexto tempo ou desprendimento do tronco. O estudo dos movimentos fetais durante o parto possibilitou compreender a adaptação entre o feto e a pelve materna, favorecendo o entendimento da dinâmica do nascimento. AULA 10: CUIDADOS IMEDIATOS AO RECÉM-NASCIDO NA SALA DE PARTO • Os materiais necessários são: • Luvas de procedimentos. • Bebê. • Berço aquecido e/ouincubadora para colocar o bebê. • Clamp para clampeamento do cordão umbilical. • Álcool 70%. • Eritromicina a 0,5% ou tetraciclina a 1%. • Vitamina K. • Algodão. • Seringa de 1ml agulhada. • Estetoscópio. • Aspirador. • Fita métrica flexível. • Antropômetro ou régua antropométrica. • Campos cirúrgicos aquecidos. • Sonda de aspiração número 4 ou 6. • Pulseiras de identificação do RN • O enfermeiro deve garantir a manutenção da temperatura corporal do recém-nascido entre 36,5°C e 37,0°C, mantendo o ambiente com temperatura aproximada de 26°C. Após o nascimento, é fundamental promover o contato pele a pele entre o bebê e a mãe, contribuindo para a regulação térmica e prevenindo a ocorrência de hipotermia. Durante a primeira hora de vida, recomenda-se o início precoce do aleitamento materno, favorecendo a adaptação do recém-nascido e fortalecendo o vínculo materno-infantil. Além disso, o enfermeiro deve monitorar a oxigenação do bebê por meio da avaliação da saturação periférica de oxigênio (SpO₂). Também é importante assegurar a permeabilidade das vias aéreas, realizando a aspiração da boca e do nariz quando houver necessidade. No laboratório, foi apresentada a Escala de Apgar, utilizada para avaliar as condições clínicas do recém-nascido logo após o parto Foi realizada uma simulação para demonstrar a aplicação da Escala de Apgar, com finalidade educativa. Essa avaliação é realizada no 1º e no 5º minuto de vida do recém- nascido e tem como objetivos: • Observar e avaliar as condições vitais, físicas e comportamentais do recém- nascido; • Atender às necessidades básicas e específicas do bebê; • Proteger a criança dos riscos presentes no meio ambiente; • Identificar precocemente possíveis anormalidades; • Realizar intervenções profissionais diante de problemas identificados; • Conhecer melhor o recém-nascido e estabelecer interação com ele, incentivando a participação da família nos cuidados. Os cuidados realizados na sala de parto são fundamentais para a adaptação do recém- nascido à vida extrauterina, incluindo controle térmico, avaliação clínica e incentivo ao aleitamento materno ATIVIDADES CORRIGIDAS Referências (ABNT) BARROS, Sonia Maria Oliveira de. Enfermagem obstétrica e ginecológica: guia para a prática assistencial. São Paulo: Roca, 2018. BRASIL. Ministério da Saúde. Atenção ao pré-natal de baixo risco. Brasília: Ministério da Saúde, 2013. BRASIL. Ministério da Saúde. Diretrizes nacionais de assistência ao parto normal. Brasília: Ministério da Saúde, 2022. FEBRASGO. Tratado de Obstetrícia. Rio de Janeiro: Elsevier, 2019. REZENDE FILHO, Jorge; MONTENEGRO, Carlos Antônio Barbosa. Rezende Obstetrícia. 14. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2022. Referências (ABNT)