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Unidade 2
Apresentação
Como você viu no primeiro módulo desta disciplina, o universo profissional está cada 
vez mais dinâmico. Isso quer dizer que investir em uma boa rede de relacionamentos 
é um diferencial para aqueles que buscam uma carreira bem-sucedida.
Neste módulo, você verá que essa prática facilita o compartilhamento de 
experiências e conhecimentos, o ajudando a manter-se atualizado e a repensar 
métodos de trabalho.
No entanto, a ampliação dessa rede requer estratégia, iniciativa e discernimento. 
Então, vamos começar.
Ao final deste módulo, você será capaz de:
Reconhecer os conceitos básicos das redes de relacionamento.•
Identificar a importância das redes de relacionamento nos contextos 
pessoal e profissional.
•
Estabelecer conexões significativas a partir da aplicação de técnicas 
de networking.
•
Aplicar estratégias de aprimoramento de perfil para networking on-
line.
•
Redes de Relacionamento
Competências Digitais Docentes e Práticas Pedagógicas 
Inovadoras
Antes de começarmos, quero te fazer um convite: que tal olhar para a tecnologia na 
educação com novos olhos? Nesta disciplina, vamos explorar juntos como a IA, as 
plataformas digitais e as metodologias ativas podem transformar a forma de ensinar e 
aprender.
É o momento de descobrir possibilidades, repensar práticas e experimentar caminhos 
mais criativos, éticos e inclusivos. Vamos iniciar essa jornada?
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
https://customer-ab14ssuyfqi4i7xb.cloudflarestream.com/df90221620ed261c2d8fa114f4104bdd/iframe?poster=https%3A%2F%2Fcustomer-ab14ssuyfqi4i7xb.cloudflarestream.com%2Fdf90221620ed261c2d8fa114f4104bdd%2Fthumbnails%2Fthumbnail.jpg%3Ftime%3D%26height%3D600
LinkedIn
1 - Educação 5.0 e Sociedade 5.0 | Diretrizes e Paradigmas 
Emergentes 
A Educação 5.0 representa o avanço mais recente na concepção de aprendizagem 
centrada no ser humano, alinhada a transformações sociais, tecnológicas e 
econômicas globais. Instituições educacionais em todo o mundo têm adotado seus 
princípios como referência para inovar práticas pedagógicas e responder a desafios 
contemporâneos. 
A Educação 5.0 emerge como resposta às transformações provocadas pelas 
tecnologias digitais e à necessidade de colocar o ser humano no centro do processo 
educativo. Inspirada na Sociedade 5.0, proposta pelo Japão, ela busca equilibrar o 
mundo físico e digital, promovendo aprendizagem personalizada, colaborativa e 
conectada (DEGUCHI, 2020). 
O LinkedIn é uma rede com objetivo específico, é para quem busca criar conexões 
profissionais, expor habilidades técnicas e sociais e, ainda, ficar de olho em processos 
seletivos. A partir dele, fica muito mais fácil entender a cultura de determinado 
negócio e o perfil de profissional que as empresas buscam. 
Curiosidade 
 
O Brasil tem cerca de 11 milhões de usuários no LinkedIn e é o 
terceiro país do mundo que mais o acessa, atrás apenas dos Estados 
Unidos, da Índia e empatado com o Reino Unido.
 
Hoje, muitas empresas acessam diretamente a rede do profissional, em vez de 
solicitar currículo no formato tradicional. Por isso, é muito importante saber como 
construir um bom perfil.
Veja, a seguir, alguns itens que podem ser melhorados.
 
Aponte a câmera para o 
código e acesse o link do 
conteúdo ou clique no 
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https://static.plataforma.grupoa.education/null/null//40eb5838-7503-484b-a614-79d003fda8d5.png
 
Agora, é hora de “arregaçar as mangas” e se ligar nessas dicas da professora Sheila 
sobre esses pontos.
 
 
Você também pode acessar o objeto anterior por meio deste link.
O LinkedIn é uma rede profissional muito valiosa. Lembra-se que falamos que 
podemos usar o networking para fluência de ajuda? A professora já o utilizou para 
diversas finalidades, como divulgar um projeto novo, um curso ou uma palestra; para 
oferecer mentoria; para se conectar com pessoas que pesquisam ou se interessam 
por assuntos em comum.
https://view.genially.com/6994773c758bb9b03c1e98e6/interactive-content-pdcarreiradicaslinkedin
Lembre-se: networking não é amizade. A pessoa não precisa ser sua 
amiga ou ir à sua casa para fazer parte da sua rede de relacionamentos. 
Explore seus contatos, recupere seus contatos e procure fazer a 
manutenção da sua rede.
Figura 1
Descrição de Imagem: Ilustração com fundo claro 
mostrando vários ícones de perfis humanos estilizados 
dentro de círculos coloridos (azul, rosa, amarelo, roxo e 
laranja), conectados por linhas finas e pequenos pontos. 
Os avatares representam diferentes pessoas, com 
variações de cabelo e formato, distribuídas em uma rede 
interligada, sugerindo conexões sociais ou profissionais. 
 
Você precisa supervisionar seu networking, pois ele faz parte do seu patrimônio de 
carreira. Ajude também outras pessoas a desenvolverem o networking delas. Traga 
pessoas para o seu círculo. Networking é uma habilidade para ser praticada.
 
 
Essa abordagem vai além da simples utilização de ferramentas: implica reorganizar 
práticas pedagógicas, repensar papéis docentes e integrar estratégias que favoreçam 
mediação, curadoria e acompanhamento individualizado das aprendizagens. A 
Educação 5.0 e os modelos emergentes de inovação pedagógica se sustentam em 
três pilares conceituais que redefinem práticas, relações e possibilidades de 
aprendizagem.
 
1. Hiperconectividade
Refere-se à integração entre redes digitais, plataformas online e ambientes virtuais 
que ampliam a colaboração em múltiplos contextos. A hiperconectividade permite 
acesso a informações em tempo real e favorece interações mais dinâmicas, fluidas e 
distribuídas.
 
2. Personalização
Envolve currículos flexíveis e o uso de tecnologias adaptativas que ajustam 
conteúdos, percursos e estratégias conforme o estilo, o ritmo e as necessidades de 
cada estudante. A personalização fortalece autonomia, engajamento e relevância na 
aprendizagem.
 
3. Flexibilidade Estrutural
Diz respeito à reorganização de tempos, espaços e formas de agrupamento escolar, 
criando condições para experiências mais diversificadas e significativas. A 
flexibilidade estrutural amplia possibilidades pedagógicas e acolhe diferentes modos 
de aprender e participar.
 
Figura 2
Descrição de Imagem: Sala de aula escura com iluminação em tons de vermelho e laranja nas 
paredes. Várias pessoas estão sentadas em fileiras, vistas de costas, usando laptops sobre 
mesas. Na frente, há uma tela de projeção exibindo uma interface digital futurista em azul, 
com a figura de um corpo humano estilizado no centro e diversos painéis com gráficos, textos 
e ícones ao redor. Um projetor está fixado no teto acima da tela. A cena sugere uma 
apresentação ou aula sobre tecnologia ou análise de dados.
 
O docente assume múltiplos papéis: organizador de experiências, mediador de 
aprendizagem, analista de necessidades individuais e articulador entre pedagogia e 
tecnologia. A teoria pedagógica suporta essa perspectiva: Piaget (1976) enfatiza a 
ação do estudante sobre o meio; Vygotsky (2001) destaca a importância das 
interações sociais; Ausubel (2003) reforça a influência do conhecimento prévio. 
Integrar esses elementos permite que a tecnologia seja ferramenta de 
experimentação, simulação e criação. 
 
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
 
2 - Transformação Digital e Evolução dos Modelos Educacionais
A transformação digital redefine não apenas ferramentas, mas modelos completos de 
ensino, criando demandas para professores, estudantes e gestores educacionais. 
Compreender a trajetória histórica da educação permite interpretar tendências atuais 
e planejar inovações efetivas. A evolução histórica dos modelos educacionais 
demonstra como respostas sociais e tecnológicas moldaram práticas docentes e 
currículos (FONSECA, 2021). 
 
Figura 3 - Comparativo dos Modelos Educacionais ao Longo do Tempo.https://fmu-content.s3.us-east-1.amazonaws.com/FMU/EAD/Conteudo/+MODELO_POS_IA_MOD_2/Trilha_de_Aprendizagem/disciplina1/educacao_5.0_competencias_digitais/projetos_atividades.html
 
Figura 4
 
 
Descrição da imagem: Ícones educacionais digitais aparecem conectados sobre um cenário urbano, sugerindo 
integração entre tecnologia, aprendizagem e cidade inteligente. A composição destaca a educação como núcleo 
central em um ambiente altamente conectado
 
Compreender a evolução dos modelos educacionais permite aplicar de forma 
estratégica práticas pedagógicas inovadoras, integrando metodologias ativas, 
tecnologias digitais e avaliações críticas, alinhadas às demandas da Educação 5.0.
Figura 5 - Exemplos práticos de Transformação Digital e Evolução dos Modelos Educacionais.
 
O estudo da evolução dos modelos educacionais, aliado à análise de práticas 
pedagógicas mediadas por tecnologia, fundamenta a criação de experiências de 
aprendizagem inovadoras, personalizadas e alinhadas às demandas da Educação 5.0.
 
3 - Competências Digitais Docentes — Bases Conceituais e 
Dimensões Estratégicas
Competências digitais são essenciais para que docentes não apenas utilizem 
tecnologias, mas transformem o processo de aprendizagem, conectando teoria e 
prática de forma significativa. Estudos mostram que a formação contínua e a 
autoavaliação são decisivas para manter a relevância pedagógica no contexto digital. 
Competências digitais docentes englobam habilidades pedagógicas, comunicacionais, 
informacionais, éticas e técnicas. Elas não se restringem ao uso de aplicativos, mas à 
integração consciente da tecnologia no ensino, com planejamento, avaliação e 
seleção crítica de recursos (NÓVOA, 2016). 
 
Tabela 1 - Dimensões estratégicas - Competências digitais docentes — bases conceituais e 
dimensões estratégicas.
Competência Digital Descrição
Pedagógica 
Planejamento e avaliação da aprendizagem 
mediada por tecnologia. 
Tecnológica 
Domínio de ferramentas digitais e seleção de 
recursos apropriados. 
Comunicacional Gestão de interações em ambientes digitais. 
Informacional 
Análise, organização e curadoria de 
informações e dados. 
Ética
Segurança digital, privacidade e 
responsabilidade no uso de tecnologias
 
 
Figura 6
Fonte: Freepik
 
 
Descrição da imagem: Um professor apresenta conceitos científicos usando projeções digitais interativas em 
grande tela. A cena destaca o uso de tecnologia avançada para apoiar explicações e ampliar a aprendizagem em 
sala de aula.
 
As competências digitais docentes orientam a prática pedagógica, permitindo que 
atividades de desenvolvimento profissional integrem planejamento, tecnologias e 
avaliação de forma estratégica e eficaz. 
 
Figura 7 - Exemplos Práticos de Dimensões Estratégicas, Competências Digitais Docentes 
Bases Conceituais e Dimensões Estratégicas.
 
O desenvolvimento contínuo das competências digitais docentes é fundamental para 
transformar a prática pedagógica, promovendo ensino inovador, inclusivo e alinhado 
às demandas da Educação 5.0, em que planejamento, tecnologia e avaliação atuam 
de forma integrada. 
 
4 - Frameworks Internacionais — DigCompEdu | ISTE Standards
Frameworks internacionais fornecem padrões confiáveis que orientam o 
desenvolvimento e avaliação das competências digitais docentes, fortalecendo 
consistência pedagógica e alinhamento global. Os dois principais referenciais 
internacionais para o desenvolvimento da competência digital docente — 
DigCompEdu e ISTE Standards for Educators — oferecem orientações complementares 
e amplamente reconhecidas. 
O DigCompEdu organiza a competência digital em seis áreas-chave: engajamento 
profissional, uso de recursos digitais, práticas de ensino e aprendizagem, avaliação, 
acessibilidade e promoção da competência digital dos estudantes.
Além disso, apresenta seis níveis de proficiência, permitindo que o docente 
identifique seu estágio e planeje seu desenvolvimento.
Trata-se de um modelo que estrutura a progressão das competências digitais e 
fornece um quadro sólido para autoavaliação e formação contínua (Redecker, 2017).
Já os ISTE Standards for Educators descrevem sete papéis que o professor 
desempenha na cultura digital: aprendiz, líder, cidadão, colaborador, designer, 
facilitador e analista.
O foco do referencial está no uso ético e criativo da tecnologia, na atualização 
permanente e na aplicação intencional de dados para melhorar processos de ensino e 
aprendizagem (ISTE, 2017).
 
Figura 8
 
 
Descrição da imagem: Ilustração 3D em tons de roxo e rosa mostrando um globo apoiado por uma 
mão, com um chapéu de formatura no topo. Ao redor, ícones de comunicação, arquivos, 
engrenagem e smartphone representam tecnologia, educação e interação digital.
 
Em síntese, enquanto o DigCompEdu enfatiza níveis de competência e áreas de 
atuação, os ISTE Standards destacam papéis e práticas profissionais. Ambos 
contribuem para uma visão integrada e estratégica do que significa ser um docente 
digitalmente competente. 
O conhecimento dos frameworks internacionais DigCompEdue ISTE fornece uma base 
estruturada para o desenvolvimento de competências digitais docentes. 
Compreender suas áreas, papéis e níveis de proficiência permite que os professores 
planejem, implementem e avaliem práticas pedagógicas inovadoras, alinhadas às 
demandas da Educação 5.0 e ao contexto digital contemporâneo. 
 
Figura 9 - Exemplos práticos de Integração de DigCompEdu e ISTE em Planejamento e 
Avaliação.
 
Integrar os frameworks DigCompEdu e ISTE à prática docente ajuda os professores a 
desenvolver suas competências digitais de forma consciente e significativa. Essa 
abordagem permite criar experiências de aprendizagem mais envolventes, inclusivas 
e alinhadas às necessidades de cada estudante, conectando teoria e prática de 
maneira prática e transformadora. 
 
5 - Autoavaliação da Maturidade Digital e Desenvolvimento 
Profissional Contínuo
A maturidade digital docente é um indicador estratégico de qualidade e inovação 
educacional, permitindo ajustes contínuos em práticas pedagógicas e tecnológicas.
A reflexão sobre a própria prática fortalece habilidades, autonomia e capacidade 
crítica. 
 
Figura 10
 
 
Descrição da imagem: Uma mulher utiliza um tablet com gráficos e painéis digitais flutuando 
sobre a tela, simbolizando análise de dados em ambiente interativo. A cena representa tomada de 
decisão apoiada por tecnologias avançadas de visualização e monitoramento.
 
Instrumentos de autoavaliação, como rubricas e ferramentas digitais (ex.: SELFIE for 
Teachers), permitem que docentes reflitam sobre suas práticas, identifiquem lacunas 
e definam trajetórias formativas.
Associados a mentorias e comunidades de aprendizagem, fortalecem competências 
digitais, integrando teoria, prática e reflexão ética (EUROPEAN COMMISSION, 2017). 
 
Práticas Colaborativas e Autoavaliação em 
Competências Digitais
O desenvolvimento das competências digitais docentes envolve duas 
práticas essenciais. A primeira é a autoavaliação detalhada, utilizando 
o DigCompEdu para reconhecer pontos fortes e identificar áreas que 
precisam de aprimoramento. Esse processo orienta decisões 
formativas e fortalece o uso intencional da tecnologia.
A segunda prática é a participação em mentorias e grupos 
colaborativos, nos quais educadores discutem desafios reais, trocam 
experiências e compartilham boas práticas em ambientes digitais. 
Esses espaços promovem aprendizagem conjunta e ampliam o 
repertório profissional.
Em conjunto, essas ações tornam o desenvolvimento digital mais 
consciente, colaborativo e alinhado às demandas contemporâneas da 
docência.
 
6 - Acessibilidade Digital e Desenho Universal para a 
Aprendizagem (DUA) 
A acessibilidade digital e o Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) 
constituem princípios essenciais para garantir que todos os estudantes participemplenamente de ambientes educacionais, eliminando barreiras e ampliando 
possibilidades de aprendizagem.
Esta unidade apresenta fundamentos, práticas e estratégias que orientam docentes a 
planejar recursos, atividades e interfaces acessíveis desde o início, promovendo 
inclusão, equidade e qualidade pedagógica. 
A imagem evidencia a importância da inclusão e do acesso equitativo aos recursos 
digitais, reforçando a necessidade de práticas pedagógicas que considerem 
diferentes perfis de estudantes.
A seguir, os pilares conceituais e os exemplos práticos apresentam fundamentos 
essenciais para o desenvolvimento de materiais acessíveis e estratégias pedagógicas 
baseadas no DUA. 
 
Tabela 2 - Pilar conceitual – Acessibilidade Digital e DUA.
Pilar Conceitual Descrição 
Perceptibilidade Uso de textos alternativos, legendas, contraste adequado e formatos múltiplos de apresentação. 
Operabilidade Navegação acessível por teclado, botões visíveis, estrutura lógica e consistente. 
Compreensibilidade Linguagem clara, organização coerente, instruções precisas e previsibilidade. 
Engajamento Universal 
Estratégias do DUA que atendem diferentes perfis, ritmos e necessidades, ampliando a participação 
de todos. 
 
 
Caminhos Práticos para uma Aprendizagem Inclusiva
Quando falamos em acessibilidade digital e Desenho Universal para a Aprendizagem 
(DUA), estamos tratando de algo que vai muito além de cumprir normas técnicas: 
estamos falando de garantir que todas as pessoas possam aprender com dignidade, 
autonomia e pertencimento. Para isso, algumas práticas se tornam fundamentais no 
cotidiano de quem projeta experiências educacionais.
O primeiro passo é avaliar a acessibilidade dos materiais existentes. Isso significa 
olhar com atenção para PDFs, vídeos, apresentações e plataformas, utilizando 
ferramentas automáticas, mas também realizando revisão humana, que capta 
nuances que nenhum algoritmo percebe. Essa etapa nos ajuda a identificar barreiras 
que, muitas vezes, passam despercebidas por quem criou o conteúdo.
 
Figura 11
 
A partir desse diagnóstico, avançamos para o redesign acessível. Aqui, não se trata 
apenas de ajustar cores ou inserir legendas — é repensar a experiência. É incluir 
alternativas de mídia, simplificar a navegação, revisar a linguagem e garantir que o 
estudante não encontre obstáculos desnecessários no caminho do aprendizado.
Em seguida, chegamos à criação de novos objetos acessíveis, concebidos desde o 
início com base nas diretrizes WCAG e nos princípios do DUA. Infográficos, vídeos, 
quizzes ou e-books passam a ser planejados para oferecer múltiplas formas de 
engajamento e expressão, permitindo que cada pessoa encontre o caminho que 
melhor se adapta ao seu modo de aprender.
Por fim, temos o planejamento inclusivo, que amplia essa visão para o desenho das 
aulas como um todo. Ao prever diferentes formas de participação, ritmos e 
expressões, o docente antecipa barreiras e constrói ambientes mais acolhedores e 
responsivos.
No conjunto, essas quatro práticas — avaliar, redesenhar, desenvolver e planejar — 
mostram que acessibilidade não é um adendo, mas parte essencial da qualidade 
educacional. Elas revelam nosso compromisso com uma aprendizagem que 
reconhece a diversidade e que se coloca a serviço das pessoas.
Ao integrar acessibilidade digital e DUA, o docente fortalece sua prática pedagógica, 
evita adaptações tardias e cria experiências educacionais que acolhem todos os 
estudantes. Trata-se de um compromisso ético, legal e pedagógico que amplia a 
participação plena e equitativa no ambiente educacional. 
 
 
7 - Ética Digital, Proteção de Dados e Vieses Algorítmicos
A ética digital envolve compreender como tecnologias, dados e algoritmos impactam 
práticas educativas, relações escolares e direitos dos estudantes.
Esta unidade discute princípios da LGPD, responsabilidades no uso de plataformas 
digitais e riscos associados a sistemas algorítmicos, permitindo ao docente atuar de 
forma consciente, responsável e alinhada à justiça digital. 
A imagem reforça a centralidade da segurança da informação e da privacidade na 
sociedade digital, contextualizando a discussão sobre tomada de decisão ética, 
vigilância tecnológica e riscos algorítmicos.
 
Figura 12
 
 
Descrição de imagem: A imagem mostra um cadeado digital luminoso projetado sobre um circuito 
eletrônico, simbolizando segurança cibernética e proteção de dados. Ao fundo, ícones digitais e 
mapas reforçam o conceito de defesa e criptografia em ambientes tecnológicos.
 
Tabela 3 - Pilar conceitual – Ética Digital, Proteção de Dados e Vieses Algorítmicos.
Pilar Conceitual Descrição
Privacidade e LGPD 
Tratamento responsável, transparente e mínimo de dados pessoais, com consentimento e 
segurança. 
Uso Ético da IA Avaliação crítica de algoritmos, supervisionando possíveis distorções e riscos. 
Equidade Digital Prevenção de vieses e discriminações geradas por sistemas automatizados. 
Letramento Algorítmico Compreensão pedagógica sobre como algoritmos funcionam, suas limitações e impactos sociais.
 
 
Ética Digital e Vieses Algorítmicos: Caminhos para uma Prática Docente 
Responsável
Falar de ética digital hoje é falar diretamente sobre o cotidiano da educação. Não se 
trata apenas de entender leis ou configurar ferramentas, mas de cultivar uma postura 
crítica diante de tecnologias que mediam, cada vez mais, nossas decisões, interações 
e processos de aprendizagem. Nesse percurso, algumas práticas se tornam 
fundamentais para que docentes, gestores e instituições se mantenham atentos aos 
riscos, às escolhas e às responsabilidades envolvidas.
Um primeiro movimento envolve a análise de políticas de privacidade. Estudar 
termos de uso e contratos de plataformas educacionais deixou de ser uma 
formalidade — tornou-se um exercício de leitura crítica. Ao entender como dados são 
coletados, armazenados e compartilhados, o educador fortalece sua autonomia e 
pode orientar estudantes e famílias com mais segurança e transparência.
Em paralelo, torna-se essencial realizar auditorias de vieses em ferramentas de IA. 
Muitos algoritmos que utilizamos para personalizar trilhas, indicar conteúdos ou 
apoiar decisões escolares podem reproduzir desigualdades sem que percebamos. 
Avaliar essas ferramentas, identificar inconsistências e questionar decisões 
automatizadas é um passo decisivo para promover justiça algorítmica e evitar que 
tecnologias reforcem padrões excludentes. 
Outra prática importante é a simulação de tomada de decisão ética. Trabalhar com 
cenários que envolvem segurança, dados sensíveis e vigilância digital amplia a nossa 
capacidade de antecipar dilemas reais e exercitar escolhas responsáveis. Esses 
debates ajudam a compreender que o uso de tecnologia nunca é neutro: sempre 
envolve valores, riscos e impactos sobre a vida das pessoas. 
Por fim, há a dimensão institucional: a produção de diretrizes éticas para o uso de 
tecnologias. Elaborar protocolos, políticas internas e orientações claras fortalece a 
cultura digital da escola ou universidade, garantindo coerência e consistência nas 
decisões coletivas. Essas diretrizes orientam docentes, estudantes e equipes técnicas, 
criando ambientes mais seguros, confiáveis e alinhados aos princípios da LGPD. 
De forma integrada, essas quatro práticas — analisar, auditar, simular e orientar — 
mostram que a ética digital não é um conceito abstrato, mas parte viva da ação 
docente. Ao enfrentar vieses algorítmicos, promover transparência e defender o uso 
responsável de dados, o educador se torna guardião da confiança e da integridade 
das práticas pedagógicas, contribuindo para experiências de aprendizagem mais 
justas e humanas.
Networking com Sylvia Hartmann
Que tal umas dicas de uma especialista no tema? Sylvia Hartmann é Top Voice 
LinkedIn e instrutora de diversos cursos na plataforma, além de ter feito uma 
transição de carreira deexecutiva para idealizadora e CEO da sua própria carreira.
Sylvia Hartmann – Idealizadora e CEO do podcast Remota por Sylvia 
Hartmann. Mestra e pesquisadora pela FEA – USP, sobre trabalho 
flexível e modelos de trabalho. Professora convidada em instituições 
como FIA, Fundação Dom Cabral, PUC e Sólides, entre outras. 
Podcaster e palestrante. LinkedIn Top Voice e instrutora com sete 
cursos publicados na plataforma LinkedIn Learning. Atuou por 20 anos 
como executiva de marketing e passou por empresas como Oakley 
Brasil, Luxóttica do Brasil, Specialized Brasil, Multicoisas e Grupo VF.
Vídeo
O Poder das Redes de Relacionamento 
 
Estudante, assista ao vídeo "O Poder das Redes de Relacionamento", 
da instrutora Sylvia Hartmann, dividido em duas partes.
Parte 1: Assista o vídeo
Parte 2: Assista o vídeo
https://beyond.spalla.io/player/?video=c3d06715ea2cf64e79c00408036216cd
https://beyond.spalla.io/player/?video=1d48ff162f9b4e1725880420f5acd9f4
Desenvolvendo sua Rede
Vamos praticar? Agora é hora de colocar em prática os conhecimentos sobre redes 
de relacionamento obtidos. 
 
Explorando as Ferramentas e Melhorando meu LinkedIn
Ao longo deste módulo, você viu como aprimorar o seu LinkedIn. Agora, que tal 
colocar a mão na massa? 
Neste vídeo, você poderá conferir exercícios práticos para aprimorar suas habilidades 
de comunicação e expandir sua rede profissional. 
Então, tire um tempinho do seu dia e foque aqui! 
Aponte a câmera para o código e acesse o link do conteúdo ou clique no código para acessar.
Você precisa estar atento a todas as oportunidades para fazer networking. Acumular 
contatos não é suficiente. É preciso desenvolver a rede, construir uma rede sólida. 
Vamos aprimorar o mapeamento das suas relações. Então, vamos para mais um?
Aparentemente, o exercício é bem simples, mas o ajudará a entender 
melhor a sua rede atual e a como melhorá-la. 
 
https://fast.player.liquidplatform.com/pApiv2/embed/cee29914fad5b594d8f5918df1e801fd/8c663410559ad2e38838ae75fc5aa918
Mapa de Relações
Para começar, você precisa dividir a sua rede em seis categorias:
Colegas de trabalho;•
Gestores;•
Clientes;•
Parceiros;•
Amigos;•
Família.•
 
Amigos e família estão entre as categorias de relações profissionais, pois 
são redes de apoio.
 
Escolha três pessoas em cada categoria e, em seguida, responda às questões:
Qual é a importância dessa pessoa para o seu desenvolvimento profissional (use 
uma escala entre 0 e 10)?
•
Como você pode ser útil para ela?•
Quanto o seu plano pode impactar a sua relação com essa pessoa?•
Qual resultado isso gera na sua vida profissional?•
 
Para facilitar a visualização da sua rede, você pode usar uma tabela como esta:
 
Atenção!
Não conseguiu apontar três pessoas por categoria?
Então, preste muita atenção, pois isso pode indicar que esta área está sendo 
deixada de lado. 
 
 
Agora, coloque em prática o seu plano. Observe se há pessoas com nota alta e com 
as quais você não fala há muito tempo, por exemplo. Analise a sua rede e se ela é 
suficiente para ajudá-lo a alcançar o seu objetivo profissional.
Universo Literário
A seguir, você encontra algumas dicas de leitura especialmente selecionadas pela sua 
professora que podem ser muito úteis para a sua formação. Vale a pena conferir.
Boa leitura.
 
Orientações para a Atividade
Nesta atividade, você vai analisar, atualizar ou criar o seu perfil profissional no 
LinkedIn, aplicando as boas práticas apresentadas nesta unidade.
O objetivo é construir uma marca pessoal autêntica e estratégica, alinhada ao seu 
propósito e às tendências do mercado de trabalho.
Lembre-se: o LinkedIn é uma vitrine profissional. Ele mostra quem você é, 
o que sabe fazer e como quer contribuir no mundo do trabalho.
 
Atenção!
Para essa atividade, faça download do Modelo de Atividade 
Prática - LinkedIn a seguir: 
Clique Aqui para acessar o Modelo da Atividade
 
 Etapas da Atividade
1. Conecte-se com o LinkedIn
Acesse linkedin.com.
Se já tem um perfil, revise todas as informações e identifique o que pode 
melhorar.
•
Se ainda não tem, crie o seu perfil do zero utilizando as orientações do material 
da disciplina.
•
https://fmu-content.s3.us-east-1.amazonaws.com/FMU/EAD/Conteudo/planejamento_desenvolvimento_carreira/UNIDADE_2/atividade2/atividade_pratica_linkedIn.docx
https://www.linkedin.com
Dica: pense no LinkedIn como seu cartão de visita digital — é a primeira 
impressão que muitos profissionais e recrutadores terão sobre você.
 
2. Atualize e Otimize seu Perfil
Use o infográfico “Como aproveitar o seu perfil no LinkedIn ao máximo” como guia. 
Verifique se as principais áreas estão completas e coerentes com seu momento 
profissional: 
Em síntese
Área do Perfil O que fazer e revisar
Foto e capa Escolha uma imagem profissional e um banner que combine 
com sua área.
Título e resumo Use palavras-chave e uma frase que explique o que você 
faz e o que busca.
Experiências e formações Inclua estágios, projetos, cursos e atividades acadêmicas.
Competências e 
recomendações
Liste de 3 a 5 habilidades principais e peça recomendações 
se possível.
 Seu desafio: deixar o perfil visualmente profissional, coerente e conectado à sua 
trajetória.
 
Material de Apoio
Lembre-se que, para essa atividade, deve ser feito o download do arquivo Modelo de 
Atividade Prática - LinkedIn:
Atividade_Prática_LinkedIn.docx
https://fmu-content.s3.us-east-1.amazonaws.com/FMU/EAD/Conteudo/planejamento_desenvolvimento_carreira/UNIDADE_2/atividade2/atividade_pratica_linkedIn.docx
Atividade 2 (A2)
Você deverá enviar AQUI sua atividade:
Documento preenchido (WORD ou PDF );•
Ou, se preferir, reproduzir os campos no ambiente da atividade e inserir as 
perguntas e suas respostas diretamente.
•
Conteúdo interativo disponível na plataforma de ensino!

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