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Líquido Cefalorraquidiano Biomarcadores Resposta Terapêutica Análise tradicional detecta bandas oligoclonais e aumento de IgG NfL reduzido após tratamentos como intratecal mitoxantrona, natalizumabe e fingolimode Métodos eletroforéticos melhoraram Fetuína A diminui com tratamento, podendo sensibilidade e especificidade indicar resposta terapêutica diagnóstica Osteopontina reduzida durante tratamento, LCR usado para excluir papel preditivo ainda incerto diagnósticos diferenciais da CXCL13 diminui com terapias anti-células esclerose múltipla B, como rituximabe e ocrelizumabe Novos biomarcadores ampliam utilidade além do diagnóstico inicial Biomarcadores Esclerose Múltipla Biomarcadores Progressão Doença autoimune com inflamação e degeneração EM Níveis elevados de NfL correlacionam-se com pior axonal progressiva prognóstico e progressão Formas clínicas: CXCL13 pode indicar progressão remitente-recorrente e clínica, mas necessita de mais progressiva secundária estudos Diagnóstico baseado em Proteína glial fibrilar ácida disseminação espacial e (GFAP) reflete dano em astrócitos temporal de lesões e pior prognóstico Lesões detectadas por exame Proteína básica de mielina (PBM) clínico e ressonância indica desmielinização aguda, não magnética Perspectivas Futuras progressão Biomarcadores podem permitir avaliação mais individualizada da doença Biomarcadores Atividade Integração com dados clínicos e neuroimagem pode otimizar Desafios e Limitações CXCL13: quimiocina que atrai decisões terapêuticas Frequência ideal para medir células B, correlaciona-se com Novos marcadores podem biomarcadores ainda não atividade inflamatória monitorar atividade, estabelecida Fetuína A: glicoproteína progressão e resposta ao Falta padronização na associada a maior risco de tratamento interpretação clínica dos conversão para EMRR ativa Avanços podem melhorar resultados laboratoriais Neurofilamento leve indica prognóstico e qualidade de Necessidade de uniformização lesão axonal e aumenta após vida dos pacientes com EM técnica entre laboratórios para recidivas confiabilidade Citocinas pró-inflamatórias como Mais estudos prospectivos são TNF-α e IL-6 apresentam essenciais para validar resultados controversos biomarcadores