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Comércio Exterior
Introdução
A ampliação do mercado internacional e a integração entre economias criaram novas 
oportunidades de negócios, impulsionadas pela internacionalização das empresas, 
pelo aumento dos �uxos de capital e pela atuação de transnacionais.
Com este cenário, muitos pro�ssionais do mercado passaram a se quali�car para 
atuarem em empresas do comércio exterior. É essencial que o pro�ssional conheça as
particularidades de cada mercado, pois leis, tributos e procedimentos variam 
conforme o produto.
Pré-requisitos para a empresa atuar no Mercado Externo
Para que uma empresa possa operar no mercado externo, ela terá que atender aos 
seguintes requisitos formais, segundo a Instrução Normativa nº1.984 RFB nº1984, de 
27 de outubro de 2020, sobre a habilitação para operar no comércio exterior:
1. Estar devidamente legalizada no país: Toda empresa, conforme sua atividade 
(comércio, serviços ou indústria), deve atender às exigências legais e estar 
registrada nos órgãos competentes, com documentação como Contrato Social, 
CNPJ ativo, Alvará e demais licenças especí�cas para obter autorização formal de 
funcionamento.
2. Habilitar-se junto ao Radar da Receita Federal/Siscomex (senha no Radar 
da Receita Federal): O Radar da Receita Federal registra empresas, pessoas 
físicas e despachantes para acesso ao Siscomex, centralizando dados aduaneiros, 
Introdução
Pré-requisitos para a empresa atuar no Mercado Externo
Modalidade de Habilitação no Comércio Exterior
Etapas do processo de importação
Etapas do processo de exportação
Documentos do comércio exterior
Documentos de exportação
Documentos da exportação
Pagamentos
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�scais e contábeis. O acesso é feito pelo Portal Único do Siscomex, via 
Certi�cado Digital (e-CPF), com indicação da empresa e do responsável legal, 
conforme a Instrução Normativa nº 1.984/2020.
O Siscomex registra e controla as operações de exportação e importação. Sem 
esse registro, a empresa pode sofrer penalidades legais. Por isso, a formalização é
fundamental para atuar regularmente no comércio exterior.
Modalidade de Habilitação no Comércio Exterior
Em relação à pessoa jurídica, existem 03 modalidades de habilitação para atuar no 
mercado externo: 
Modalidade expressa: Destinada a sociedades anônimas com ações negociadas 
em bolsa ou balcão, suas subsidiárias, empresas públicas e de economia mista 
que desejam exportar sem limite e importar até US$ 50.000,00 semestrais. A 
análise da solicitação deve ser concluída em até dois dias úteis.
Modalidade limitada: Destinada a empresas com limite semestral de 
importações de US$ 150.000,00, sem restrição para exportações. O prazo para 
análise da habilitação é de dez dias úteis.
Modalidade ilimitada: Utilizada por empresas que não possuem restrições de 
valores em suas operações no comércio exterior, conforme análise da capacidade 
�nanceira da empresa pela Receita Federal. E o prazo formal para análise deste 
tipo de solicitação é de 10 dias úteis.
Ao optar pela habilitação expressa ou limitada no Siscomex, a Receita Federal avalia 
a capacidade �nanceira da empresa antes de aprovar a modalidade.
💡 Como o cálculo é feito: Baseado na soma dos recolhimentos de tributos e 
contribuições (IRPJ, CSLL, PIS, COFINS e Contribuição Previdenciária dos 
funcionários), realizado pela empresa nos cinco anos anteriores ao 
requerimento da habilitação.
Etapas do processo de importação
A importação é uma operação do comércio internacional para adquirir bens e 
serviços do exterior, seja para obter preços melhores, qualidade superior ou produtos 
indisponíveis no mercado interno. Após decidir o que importar e fechar a compra, a 
empresa habilitada no Siscomex deve seguir os procedimentos para o despacho da 
importação, que são:
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Registro da Declaração de Importação (DI);
Parametrização (canal);
Entrega de documentos;
Conferência aduaneira;
Desembaraço aduaneiro;
Entrega da mercadoria.
A seguir, são descritos esses itens conforme a legislação vigente e as exigências da 
Receita Federal:
1. Registro da Declaração de Importação: O importador deve registrar a 
Declaração de Importação (DI) ou Simpli�cada (DSI) no Siscomex, recebendo 
uma numeração única. A declaração inclui dados comerciais, �scais e cambiais, e 
a lista de bens para DSI está de�nida pela Instrução Normativa nº 611/2006 da 
SRF.
A DI deve ser registrada em até 90 dias após a descarga, se o produto estiver em 
zona primária alfandegária (portos, aeroportos, fronteiras). Se estiver em zona 
secundária, o prazo é de 45 dias após o término da permanência no local. Para 
remessa postal, o prazo é de até 90 dias após o aviso de recebimento.
2. Parametrização: Após registrar a DI ou DSI, ocorre a parametrização: uma 
análise �scal eletrônica no Siscomex que avalia regularidade, volume, origem, 
tributação e capacidade �nanceira do importador. Com base nesses critérios, o 
produto é classi�cado por cores, do verde ao cinza, indicando níveis crescentes 
de rigor na �scalização do despacho:
Verde: É registrado o desembaraço automático, dispensando exame 
documental e inspeção física da mercadoria.
Amarelo: Neste caso, veri�ca-se a documentação e dispensa-se a inspeção 
física, desde que a DI não apresente irregularidades.
Vermelho: A mercadoria só é despachada após exame dos documentos e 
inspeção física.
Cinza: Deve ser feito exame documental e físico da mercadoria, além de 
controles aduaneiros especiais devido ao risco de fraude.
O tempo da parametrização varia conforme a estrutura do local, condições da 
carga e disponibilidade dos auditores da Receita Federal.
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3. Entrega de documentos: No despacho da importação, pode ser exigida a 
apresentação de documentos como fatura comercial, romaneio, conhecimento 
de embarque e certi�cado de origem, que devem ser anexados no Portal Único.
4. Conferência aduaneira: Durante a conferência, podem ser exigidas 
informações adicionais para validar a identi�cação do importador e da 
mercadoria, como classi�cação �scal, quantidade e valor.
5. Desembaraço Aduaneiro: Concluída a conferência, a mercadoria é 
desembaraçada e liberada para entrega.
6. A Entrega da Mercadoria: O importador pode retirar a mercadoria após a 
autorização da DI ou DSI pela Receita Federal. Em casos especí�cos, a entrega 
pode ser antecipada por mandado judicial ou decisão administrativa (art. 47, §3º, 
IN nº 680/2006 – SRF).
A Figura 2 apresenta um �uxograma com as etapas do despacho de importação 
descritas anteriormente:
O �uxograma mostra a sequência do despacho de importação. Após o registro da DI, 
o Siscomex faz a seleção para conferência aduaneira. Importações com 
parametrização verde são liberadas automaticamente. As demais são analisadas por 
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Auditores-Fiscais e Analistas-Tributários, passando por distribuição, conferência e, 
por �m, desembaraço e entrega pelo operador portuário na zona alfandegária.
Etapas do processo de exportação
Para muitas empresas, exportar é uma forma de expandir mercados, especialmente 
quando o interno não oferece oportunidades su�cientes. Integrar-se ao comércio 
exterior amplia os negócios, mas exige mão de obra quali�cada e uma gestão mais 
so�sticada. Por isso, é essencial capacitar gestores e funcionários para atuar nesse 
setor.
Após o fechamento do contrato com o comprador externo, as principais etapas do 
despacho de exportação são:
Registro da declaração de exportação;
Licença de exportação;
Recepção pelo depositário;
Conferência;
Desembaraço;
Registro da carga e embarque;
Averbação.
A seguir, vamos conhecer as principais etapas e procedimentos envolvidos em uma 
exportação.
1. Registro da declaração de exportação: Atualmente, o registro de exportação é 
feito por meio da Declaração Única de Exportação (DU-E), no Portal Único 
Siscomex. Ela reúne uma ou mais notas �scais da operação, e a empresa ou seu 
representante deve estar habilitado para atuar no comércio exterior.
Tipos de Exportaçãopor meio da DU-E
De acordo com a Instrução Normativa n°1.702/2017 da SRF, o exportador pode 
realizar o envio do produto de três formas
Exportação própria: Quando o declarante é também o exportador (pessoa 
física ou jurídica), a DU-E pode reunir várias notas �scais, inclusive de 
diferentes �liais da mesma empresa.
Exportação por conta e ordem de terceiro: Quando o declarante da DU-E 
é uma pessoa jurídica contratada como operador logístico, ele é diferente do 
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exportador. Importante: o despachante aduaneiro nunca pode ser 
declarante, pois atua apenas como representante do exportador.
Exportação por operador de remessa expressa ou postal: Quando o 
declarante da DU-E é a empresa de transporte expresso internacional ou os 
Correios, o exportador é diferente do declarante.
Classi�cação do produto exportado
Para formalizar a exportação pela DU-E, é necessário identi�car o produto pelo 
código do Sistema Harmonizado (SH) e pela Nomenclatura Comum do Mercosul 
(NCM) para países do Mercosul. Segundo o SH, o código do produto tem 6 
dígitos; na NCM, para exportações no Mercosul, adicionam-se mais 2 dígitos, 
totalizando 8. A correta identi�cação do código é essencial para padronizar os 
registros �scais; erros podem gerar multas e custos adicionais para o exportador.
2. Licença de exportação: Se o produto exigir licença de exportação conforme 
SH/NCM, esta deve ser obtida antes ou depois do registro da DU-E. Atenção aos 
prazos, pois o pedido de LPCO no Portal Único Siscomex pode levar até 30 dias 
para análise, devendo o exportador acompanhar o processo.
3. Recepção pelo depositário: Com base na nota �scal da DU-E, o transporte até o 
depositário é feito, que recebe, registra e controla a carga no Módulo CCT do 
Siscomex.
4. Conferência: Após a recepção, a carga é enviada para conferência aduaneira, 
onde são veri�cadas as condições da mercadoria, dados do exportador, 
classi�cação �scal, quantidade, preço e demais obrigações �scais.
5. Desembaraço: Após o desembaraço, a carga é entregue ao transportador, e o 
depositário registra no CCT/Siscomex os detalhes da DU-E, como tipo de carga, 
quantidade, volume e embalagem.
6. Registro da carga e embarque: Após receber a carga, o transportador deve 
registrar a ‘manifestação dos dados de embarque’ no CCT/Siscomex pelo Portal 
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Único. Se o transportador for o exportador, a manifestação ocorre na própria DU-
E.
7. Averbação: Após a manifestação e sem pendências na DU-E, a carga é 
automaticamente averbada no Siscomex como ‘Carga Completamente 
Exportada’ (CCE), con�rmando o embarque (IN nº 1.702/2017). Em caso de 
inconsistências, a averbação é con�rmada pela �scalização. Com a averbação, a 
exportação é concluída, cumprindo os procedimentos comerciais, �scais e 
cambiais previstos na DU-E.
Na �gura seguinte, está a sistematização das etapas do despacho de exportação. 
A DU-E é o centro das operações e, junto com o pedido de LPCO (quando 
necessário) e a recepção da nota �scal no CCT, dá início aos trâmites do 
despacho:
Documentos do comércio exterior
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Todo o registro e controle das operações de comércio exterior devem ser 
documentados. Nesta unidade, vamos conhecer os principais documentos exigidos 
na exportação e importação, relacionados aos procedimentos anteriores.
É fundamental conhecer as especi�cidades de cada operação, como órgãos anuentes, 
certi�cações, licenças, prazos e tributos, tanto no país de origem quanto no destino. 
Na exportação, destacam-se: fatura comercial, packing list, conhecimento de 
embarque, apólice de seguro, certi�cado de origem, carta de crédito e declaração de 
exportação. Os principais documentos da importação são: 
Certi�cado de origem;
Packing list;
Fatura proforma;
Fatura comercial;
Conhecimento de embarque;
Licenciamento;
Declaração de importação.
Documentos de exportação
1. Certi�cado de origem (CO): O Certi�cado de Origem (CO) é solicitado pelo 
exportador a entidades comerciais e industriais para comprovar a origem dos 
produtos conforme o Regime de Origem. Ele garante benefícios tributários em 
acordos internacionais, como os certi�cados Mercosul e Aladi no Brasil. Cada 
fatura exige um CO novo. O Certi�cado de Origem Digital (COD), usado em 
acordos como Brasil, Argentina e Uruguai, torna o processo mais ágil e seguro.
2. Packing ou Romaneio de carga: O romaneio de carga (packing list) detalha os 
produtos embarcados na exportação, auxiliando o importador na conferência ao 
receber a mercadoria e facilitando a �scalização no embarque e desembarque.
3. Proforma Invoice ou fatura proforma: A fatura proforma é uma nota 
preliminar enviada ao importador antes do envio da mercadoria, funcionando 
como um orçamento. Detalha itens, valores, peso, volume e taxas, geralmente 
em inglês ou no idioma do país de destino.
4. Commercial Invoice ou fatura comercial: A fatura comercial é o documento 
contratual de compra e venda, equivalente à nota �scal nacional. Emitida pelo 
exportador, é essencial para a liberação alfandegária e deve estar no idioma do 
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país de destino ou em inglês. Detalha condições de pagamento, frete, entrega e 
seguro, conforme INCOTERMS.
5. Conhecimento de embarque: O conhecimento de embarque é emitido pela 
transportadora e informa sobre o transporte, recebimento, entrega e destino da 
carga (rodoviário, marítimo, aéreo, ferroviário ou multimodal). Funciona como 
título de crédito, representando a posse da mercadoria, e deve estar alinhado à 
fatura comercial.
6. Licença de Importação (LI): A Licença de Importação (LI) é um documento 
eletrônico registrado pelo importador no Portal Único Siscomex, contendo 
informações sobre a mercadoria e a operação. Nem todos os produtos precisam 
de LI; alguns exigem certi�cação especí�ca, como da Anvisa ou Inmetro. A LI foi 
substituída pela LPCO, que engloba licenças de importação e exportação.
7. Declaração de Importação (DI): O registro da Declaração de Importação (DI) 
no Portal Único do Siscomex é o primeiro passo na importação, permitindo 
comparar o declarado com a mercadoria recebida. A DI e a Declaração 
Simpli�cada (DSI) serão uni�cadas na DUIMP, em implantação desde 2018, com 
previsão de conclusão em 2020, podendo haver prorrogação.
Documentos da exportação
1. Commercial Invoice ou fatura comercial: A fatura comercial é o equivalente 
internacional da nota �scal, emitida pelo exportador com os dados da venda ou 
exportação.
2. Packing list ou Romaneio de carga: O romaneio de carga, emitido pelo 
exportador, detalha os itens da fatura comercial a serem embarcados no modal 
de transporte escolhido.
3. Conhecimento de embarque: O conhecimento de embarque, emitido pela 
transportadora, registra os dados do exportador, condições de transporte, 
entrega e destino. Representa a posse da carga e deve estar de acordo com a 
fatura comercial.
4. Apólice de seguro de transporte: Documento que acompanha a mercadoria e 
funciona como contrato de seguro contra riscos no transporte, sendo de 
responsabilidade do exportador ou importador, conforme os Incoterms.
5. Certi�cado de origem: O exportador deve obter o certi�cado de origem 
conforme acordos internacionais, garantindo entrada no país importador e 
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possíveis benefícios tarifários. O CO atesta a origem do produto e pode ser 
emitido digitalmente.
6. Carta de crédito: A carta de crédito comprova o acordo de pagamento entre as 
partes, com prazos, condições e cobertura cambial, sendo paga após o embarque 
da mercadoria.
7. Declaração de exportação: A DU-E inicia o processo de despacho de 
exportação e deve ser registrada pelo exportador no Portal Único Siscomex, com 
dados da operação.
A DU-E uni�cou a Declaração de Exportação (DE) e a Declaração Simpli�cada de 
Exportação (DSE) no novo sistema do comércio exterior brasileiro.
Pagamentos
As operações de comércio internacional envolvem complexidades adicionais, como 
tributos, questões operacionais e variaçãocambial, que impactam o preço �nal dos 
produtos. Por isso, é essencial conhecer bem os custos, impostos e o funcionamento 
do mercado cambial ao fechar contratos de exportação e importação.
As formas de pagamento mais comuns são
Pagamento antecipado;
Remessa sem saque;
Carta de crédito;
Cobrança documentária.
Nos tópicos a seguir, cada uma dessas formas será detalhadamente explicada:
Pagamento antecipado: Nesta modalidade, o importador paga antes do 
embarque. O exportador assume o câmbio junto à instituição �nanceira e recebe 
o valor conforme a taxa do dia.
Como o exportador recebe primeiro, o maior risco é do importador não receber a 
mercadoria. Porém, a con�ança entre as partes e a reputação do exportador 
podem minimizar esses riscos.
Remessa sem saque: Neste caso, o importador recebe os documentos de 
embarque do exportador antes de pagar. Com a documentação, ele realiza o 
desembaraço alfandegário e só depois efetua o pagamento.
O maior risco é do exportador, que envia a mercadoria antes de receber. Porém, 
se houver con�ança mútua e interesse em manter a relação comercial, esses 
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riscos diminuem.
Carta de crédito: A carta de crédito é uma forma comum de pagamento no 
comércio exterior, por oferecer garantias e reduzir riscos. O pagamento do 
importador ao exportador é feito por meio de uma instituição �nanceira, que 
emite uma “ordem de pagamento condicionada”: o exportador recebe somente 
se cumprir as condições contratuais, e o importador recebe o produto somente 
após cumprir suas obrigações.
Cobrança documentária: Esta modalidade é a mais burocrática, pois o 
pagamento ocorre somente após a conferência dos documentos pelos bancos do 
exportador e do importador, ou seja, há a intermediação de pelo menos dois 
bancos. Apesar da complexidade, é a forma mais segura de pagamento.
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