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- No Direito penal a analogia só é possível para beneficiar o 
réu, In bonan partem
- Não há crime sem lei anterior que o defina - Art. 1°
- Tipificação da conduta como crime
- Só é possível a aplicação de sanção se a conduta estiver 
prevista no código
- A conduta criminosa só pode ser criada por lei
- Direito penal é a última ratio
- Cuidado com a banalização do Direito Penal
O objeto do Direito - A norma jurídica
- Hans Kelsen, o paradigma kelsiano
- O Direito não tinha uma identidade fixa, se confundia com 
moral, justiça e etc
- Algo que dotasse o Direito de cientificidade
- Kelsen lança então a pergunta: "O que é o Direito?"
- A primeira hipótese foi: O Direito é a norma jurídica ou 
norma posta
- A norma posta é a norma presente no ordenamente jurídico
- O positivismo jurídico significa a ênfase a norma jurídica
- A hipótese foi submetida a um método - Princípio 
metodológico fundamental
- "Retirar os elementos estranhos" Purificar o Direito - Teoria 
Pura do Direito, retirar os significados das outras áreas que 
se confundem com o Direito
- A justiça está no mundo das ideias, Platão e Santo 
Agostinho
- A justiça é um ideal que pode ser obtido através do Direito
- O Direito não se confunde com moral, ideologia, religião e 
justiça
- Direito é norma no sentido geral
- O Direito não é o conteúdo da norma, uma vez que o 
conteúdo muda, ele buscava um conceito universal
- O Direito é a norma, a qual é um enunciado prescritivo
- O Direito é um instrumento da justiça, deve se chegar à 
justiça através do Direito
- Pode-se tratar o Direito como uma ciência 
- A Norma Posta faz parte do ordenamento jurídico
- Conclusão: É possível pensar em algum Estado sem 
NENHUMA norma jurídica? Não, ou seja, em qualquer lugar 
do mundo há normas, independente do conteúdo
- Logo, se universaliza o conceito do Direito: Direito é a 
norma.
- O conteúdo da norma não interessa, mas sim a norma em 
si, todas regulam algo, isto é, são prescritivas
- Utilzou-se do príncipio metodológico fundamental, purificou 
o Direito retirando os elementos estranhos do Direito para 
confirmar a hipótese inicial, sobrando somente a norma.
- A hipótese inicial foi confirmada
- Direito é norma e só norma, único conceito universal do 
Direito 
- Norma é diferente da lei, a norma é um enunciado 
prescritivo inteligível..., a lei é uma espécie de norma
- Delimita-se o objeto do Direito
- É da natureza da norma ser prescritiva
- De acordo com Kelsen, se não houver sanção é um mero 
conselho 
- A norma oferece sentido jurídico ao ato praticado, a norma 
que vai determinar se o ato é jurídico, antijurídico ou não 
jurídico
- A norma transforma fatos meramente sociais em fatos 
jurídicos
- Um fato social não deixa de ser social, mas passa a ser 
jurídico também
 - Se respeita a norma por que ela é válida, outra norma a 
valida, a qual por sua vez também é validada por outra norma
- Não existe nada além da norma, uma norma só é validada 
por outra norma
- Norma superior validando norma inferior
- A norma hipotética fundamental, é ela quem fecha o 
sistema
- Ela se autovalida, ela é a ideia de um presuposto; um lugar 
comum
- Não precisa de outra norma para validá-la
- Ela é um axioma, ou seja, uma verdade auto evidente, não 
necessita de comprovação
- Ela simplesmente é
- Ela não existe, é algo hipotético
- A vontade da norma hipotética fundamental é que se 
cumpra as normas inferiores a ela
- Hierarquia das normas
- Kelsen necessita da concordância do interlocutor, a qual é 
essencial para a existência da norma hipotética 
fundamental, pois no fim das contas é um presupsto; um 
axioma. Sendo essa a grande crítica a Kelsen
- O Estado não está acima da norma
- A teoria dele só se sustenta com base na concordância do 
interlocutor
- A pirâmide de Kelsen
- A constituição é a norma mais próxima da norma hipotética 
fundamental
- Quem dá sentido a constituição, no Brasil, é o STF
- Kelsen não se preocupa se a norma é justa ou injusta, mas 
sim se ela é uma norma
- Não era possível entrar em conteúdo da norma, já que o 
conteúdo não é universal, mas variável 
- O ser apenas descreve e o dever ser prescreve
- O Direito está sempre regulando os comportamentos 
- A Norma pode ser um instrumento de emancipação
- ☆ Para Kelsen, o método utilizado dentro da ciência 
jurídica, para aplicar as normas é o método dedutivo , 
instrumentalizado pelo silogismo
- Controle de constitucionalidade: Controle concentrado de 
constitucionalidade, para Kelsen a constituição é uma 
norma. Instrumento para que o poder judiciário faça uma 
verificação da norma infraconstitucional de acordo com a 
constituição, surgiu nos EUA em 1803. Tirar uma norma que 
não vai de encontro com a constituição, supremacia 
constitucional. Em suma, é uma verificação
Difuso: Nasce nos EUA em 1803, caso 
Marbury(Addams) vs Madison(Jeferson). Qualquer 
órgão do poder judiciário pode fazer a verificação
Concentrado: surgiu na metade do século XX, na 
Áustria. Defendido por Kelsen, somente um órgão, o 
tribunal constitucional, pode fazer a verificação, 
enfatizando a importância de um tribunal 
constitucional. Caso de Carl Schmitt

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