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0 direito ao uso do nome social por estudantes travestis e transexuais na educação básica expressa 0 dever institucional de reconhecer identidades de gênero e assegurar condições de permanência, respeito e participação. Discute-se, na escola, alcance desse dever: se ele se restringe a um registro formal ou se orienta 0 conjunto das práticas administrativas e pedagógicas, em consonância com a dignidade humana e a convivência democrática. Fonte: BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Resolução CNE/CP n° 1, de 19 de janeiro de 2018. Define 0 uso do nome social de travestis e transexuais nos registros escolares (adaptado). A caracterização correta do papel da escola na promoção desse direito é a que prevê A) assegurar procedimentos administrativos e práticas pedagógicas que reconheçam as identidades de gênero, previnam discriminações e sustentem a convivência democrática. B) preservar a neutralidade institucional, deixando de tratar das identidades de gênero para conter conflitos entre estudantes, famílias e equipe escolar. C) promover debates sobre diversidade nos momentos em que ocorrer algum episódio de discriminação, de forma a tratar conflitos à medida que surgem. D) condicionar reconhecimento do nome social à concordância da comunidade escolar, uma vez que a convivência democrática depende de pactuação prévia. E) tratar as identidades de gênero como tema dos serviços de orientação, com efeitos restritos a esse atendimento e não às práticas de registro e comunicação escolar.