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Ética e Conduta Profissional na Análise do Comportamento Aplicada (ABA) Dra. Ana Arantes, BCBA, QBA, IBA Psicóloga Analista do Comportamento Especialista em ABA © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Estudo do caráter e da conduta humana à medida que esses estão relacionados a certos princípios – comumente chamados de "princípios morais“. As pessoas geralmente caracterizam a própria conduta e a de outras pessoas empregando adjetivos como "bom", "mau", "certo" e "errado". A ética investiga justamente o significado e escopo desses adjetivos tanto em relação à conduta humana como em seu sentido fundamental e absoluto. © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Ética Descritiva: investigação empírica dos valores morais adotados pelas pessoas. O que é isso? Ética Prescritiva: o conjunto de questões que surgem quando se considera como as pessoas deveriam agir, moralmente falando. Como isto deveria ser? © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Ética Descritiva: descrever as variáveis das quais o comportamento ético é função. I. Filogenético II. Ontogenético III. Cultural Descrição da seleção do comportamento por suas consequências © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Descritiva Explicar também a ocorrência de certas instâncias de comportamento verbal que costumamos chamar de éticas. Por que as pessoas emitem respostas verbais como “bom” e “mau”? Não apenas chamamos objetos ou eventos de “bons” ou “maus”, mas usamos estas próprias palavras como estímulos reforçadores ou punitivos. (Skinner, 1953/1965, p. 324) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Descritiva Como não existem contingências ou regras universais que estabeleçam quando devemos emitir tais respostas, podemos aprender a emiti-las sob controle de, virtualmente, qualquer circunstância. A qualificação de algum objeto ou evento como bom ou mau comporta sutilezas que exigem a análise funcional cuidadosa de casos individuais, sempre a partir do modelo de seleção por consequências. (Dittrich, 2016) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Descritiva v BOM/MAU v CERTO/ERRADO v BONITO/FEIO v MORAL/IMORAL v ADEQUADO/INADEQUADO Alterar a probabilidade de certas classes de respostas nas relações que as pessoas estabelecem com objetos ou eventos. VALORES © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Descritiva Beber é bom! POSITIVO Beber é mau! NEGATIVO Por que uma pessoa chama um objeto ou evento qualquer de “bom” ou “mau”? Por que uma pessoa busca criar em outras pessoas disposições favoráveis/desfavoráveis em relação a tais objetos ou eventos? © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Descritiva v Reforçadores v Estímulos discriminativos v Operações motivacionais v História de aprendizagem Análise funcional do comportamento ético © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Descritiva Bens pessoais: reforçadores positivos primários e condicionados, imediatos e a longo prazo, para o indivíduo que se comporta. Bens dos outros: consequências que, ainda que produzidas por certo indivíduo, resultam em reforçamento positivo ou retirada de aversivos (reforçamento negativo) para o comportamento de outras pessoas que não o próprio indivíduo, de maneira imediata ou a longo prazo. © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Descritiva Bens das culturas: consequências de práticas culturais que contribuem para a sobrevivência da cultura que promove tais práticas. Operantes [comportamentos de indivíduos] tornam-se práticas culturais quando são reforçados por uma cultura, [ou seja] transmitidos como parte de um ambiente social entre membros de uma mesma cultura, entre gerações ou entre culturas. (Skinner, 1971/2002) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Descritiva As consequências reforçadoras que selecionam operantes, i.e., os bens pessoais são, em sua ampla maioria, mediadas pelas pessoas com quem convivemos. Para que tenhamos acesso a tais consequências, temos que produzir bens para estas pessoas (os bens dos outros). Daí a explicação para o comportamento em benefício alheio: trata-se de reforçamento recíproco. (...) Finalmente, no terceiro nível, uma prática cultural é selecionada se contribui para a sobrevivência da cultura que a mantém. A consequência de práticas desse tipo é a própria perpetuação da cultura e das práticas que a compõem. (Abib & Dittrich, 2004) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Prescritiva Como produzir comportamentos éticos? v Qual é a coisa certa a se fazer? v O que vale a pena fazer? v O que significa ser bom/boa? Quais os CRITÉRIOS de julgamento do que é “bom”? © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Prescritiva v Skinner: bem da cultura v Melo, de Rose, & Abib: bem dos outros do futuro Quais os CRITÉRIOS de julgamento do que é “bom”? (...) a tecnologia do comportamento só será eticamente boa se os comportamentos que produz (ou suprime) contribuírem para a sobrevivência da cultura à qual pertence o indivíduo que se comporta. (Abib & Dittrich, 2004) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Prescritiva Pelo próprio fato de integrar o aspecto prescritivo da filosofia moral skinneriana, a sobrevivência das culturas não constitui um valor absoluto, verdadeiro. Ela pode ser questionada, e não exime os behavioristas radicais de tomar parte no debate ético. (...) práticas culturais com valor de sobrevivência em certos contextos históricos, geográficos e sociais podem ser prejudiciais em outros e, portanto, práticas culturais devem ser continuamente avaliadas de acordo com este critério [da sobrevivência da cultura]. (Abib & Dittrich, 2004) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Prescritiva Outros grupos/culturas têm outros VALORES. Outros estímulos reforçadores. A ética de um indivíduo ou de uma comunidade revela-se em suas práticas e nas suas consequências. (Abib & Dittrich, 2004) Como agir eticamente na interação entre valores potencialmente opostos? © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Prescritiva Conhecimento profundo das situações/contextos/valores em que se aplica tecnologias comportamentais. (...) nenhum curso de ação deve ser exclusivamente ditado pela experiência científica (...). A experiência formalizada da ciência, somada à experiência prática do indivíduo em um conjunto complexo de circunstâncias, oferece a melhor base para a ação efetiva. (Skinner, 1953/1965, p. 436) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Prescritiva Contato pessoal com a situação sobre a qual pretende intervir, imergindo nas contingências que a caracterizam. Colaboração entre detentores/as desse conhecimento empírico e analistas do comportamento. NEGOCIAÇÃO DE VALORES © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Prescritiva Valores Secundários: valores que promovem a sobrevivência das culturas por aumentarem a probabilidade de sobrevivência de seus membros. Mais provável que representantes de outros grupos (leigos/as) compartilhem desses valores secundários: Felicidade, saúde, segurança, produtividade, educação, criatividade, experimentação, amor, cooperação... © ADAPTEEDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Ética Prescritiva v Qual é a coisa certa a se fazer? v O que vale a pena fazer? v O que significa ser um/a bom/boa analista do comportamento? Quais os comportamentos do/da analista do comportamento que produzem como consequências valores como felicidade, saúde, segurança, produtividade, educação, criatividade, experimentação, amor, cooperação etc? © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Qual é a coisa certa a se fazer? Práticas que asseguram o bem estar de (1) clientes; (2) profissionais; e (3) da cultura como um todo. Consciência dos Valores Pessoais: história de reforçamentos e aprendizagens ao longo da vida (incluindo religião e cultura) influenciam como profissionais tomam decisões éticas diante de uma determinada situação. Negociação com valores do contexto de prática (família, escola, equipe profissional etc) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Qual é a coisa certa a se fazer? Conhecimento das leis e códigos que regem os diferentes grupos (P. ex., Código de Ética da Psicologia). v Ilegal e antiético v Ilegal e ético v Legal e antiético v Legal e ético LEGAL x ÉTICO © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. O que vale a pena fazer? Práticas com validade social: programar objetivos de intervenção de forma a garantir que os resultados sejam socialmente significativos e duradouros para o/a cliente. Custo-benefício: equilíbrio entre procedimentos de avaliação, planejamento, implementação e manutenção de procedimentos (custos) e a projeção de ganhos futuros para o/a cliente. Exigências existentes no momento da decisão não podem dar lugar a uma ética situacional: consequências a longo prazo devem guiar as decisões. © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. O que significa ser um/a bom/boa analista do comportamento? Seguir padrões éticos e profissionais planejados pela cultura analítico- comportamental: Código de Ética e Diretrizes Profissionais da Análise do Comportamento. O/A profissional ético/a busca maneiras de calibrar decisões ao longo do tempo de maneira a garantir que valores, contingências, direitos e responsabilidades sejam integrados e que uma combinação informada desses fatores seja considerada. (Smith, 1993) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. www.adapte.com.vc OBRIGADA! Princípios Éticos Fundamentais Dra. Ana Arantes, BCBA, QBA, IBA Psicóloga Analista do Comportamento Especialista em ABA © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Princípios Éticos Fundamentais Koocher & Keith-Spiegel (1998): 9 princípios éticos fundamentais para profissionais de Psicologia. 1. Acima de tudo, não causar mal ou dano 2. Respeitar a autonomia 3. Beneficiar os outros 4. Ser justo/a 5. Ser leal © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Princípios Éticos Fundamentais Koocher & Keith-Spiegel (1998): 9 princípios éticos fundamentais para profissionais de Psicologia. 6. Garantir dignidade 7. Tratar os outros com cuidado e compaixão 8. Buscar excelência 9. Aceitar responsabilidade © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. 1. Acima de tudo, não causar mal ou dano (Alguns) contextos em que analistas do comportamento podem causar dano: v Praticar fora de sua especialidade/área de expertise v Deixar de planejar e implementar um sistema responsável de coleta de dados e não perceber a importância da função do comportamento v Não investigar informações necessárias para atuar de forma ética © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. 1. Acima de tudo, não causar mal ou dano Herman foi encaminhado por seu comportamento agressivo ao ser guiado para o banho todas as manhãs em uma instituição residencial para pessoas com transtorno de desenvolvimento. Ele estava relutante em tomar uma ducha e mostrou seu descontentamento empurrando membros da equipe e tentando escapar. Isso resultou em pelo menos dois ferimentos na equipe, um no chuveiro em si que deixou o instrutor de treinamento incapaz de trabalhar por duas semanas. Claramente, era um caso de comportamento agressivo que precisava de tratamento. Levando em conta o perigo envolvido, um procedimento de restrição era altamente recomendado como consequência imediata para a recusa de Herman em cooperar com sua rotina de banho matinal. Este programa foi quase implementado quando o AC perguntou por quanto tempo esse problema estava acontecendo. [...] © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. 1. Acima de tudo, não causar mal ou dano [...] A resposta levou o tratamento em uma direção totalmente diferente. Acontecia que Herman já tinha sido autorizado a tomar banho no noite, e era assistido por um cuidador que o ajudava enchendo o banheira, regulando a temperatura certa para a água, fornecendo a sua toalha favorita, e em geral, recriando as condições que sua mãe usava em casa. Quando este membro da equipe se demitiu da instituição, foi determinado que Herman deveria tomar um banho pela manhã, que, como descobrimos, ele detestava. Embora fosse possível que um programa de intervenção comportamental fosse planejado para essencialmente forçar Herman a tomar o banho matinal, foi determinado que isso causaria mais mal do que bem. A solução ética para este caso foi treinar outro membro da equipe para restabelecer o banho de noite de Herman. (Bailey & Burch, 2005) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. 2. Respeitar a autonomia Promover a autonomia e a autossuficiência do/a cliente. Problemas acontecem quando se detecta que pessoas tentam manter o comportamento de outras sob controle com vistas a um benefício para si mesmas. Muitos procedimentos da ABA são deliberadamente planejados para essa finalidade Dicas, modelagem, encadeamento, esvanecimento, economia de fichas etc. © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. 2. Respeitar a autonomia Promover a autonomia pode trazer riscos imprevistos. Em alguns contextos pode haver conflitos éticos (valores diferentes/opostos): v Numa sala de aula, comportamentos de permanecer sentado/a e seguir instruções dos/das alunos/as são muito reforçadores para o/a professor/a v Numa empresa, gerentes e supervisores/as podem desejar que seus subordinados/as sigam regras e façam o que lhes é ordenado © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. 3. Beneficiar os outros O principal papel dos/das analistas do comportamento é beneficiar os outros em qualquer ambiente, contexto ou situação. Este princípio pode muitas vezes colocar o/a analista do comportamento em conflito com outros profissionais e requer verificações frequentes sobre “quem é o cliente?” © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. 3. Beneficiar os outros Tamara foi encaminhada à AC por seu professor. O problema de Tamara era que ela causava distúrbios frequentes na sala de aula. Sua professora, a Sra. Harris, forneceu uma folha de dados mostrando a data, a hora e o tipo de distúrbio durante duas semanas. A Sra. Harris solicitou ajuda na criação de procedimento de time-out para Tamara. Embora Harris fosse a pessoa que solicitava ajuda, a AC determinou rapidamente que Tamara era sua cliente e decidiu usar seus próprios dados. Isso exigiu várias visitas à escola, que era longe do consultório da AC. Tamara se beneficiou deste esforço extra no parte da AC, porque foi descoberto que os distúrbios que causava em sala de aula eram devidos a um problema de audição e não à ‘intencionalidade’, como alegadopelo professor. (Bailey & Burch, 2005) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. 4. Ser justo/a Diretamente derivado da Regra de Ouro: Tratar os outros da maneira como você gostaria de ser tratado/a. Isso tem um significado especial na Análise do Comportamento, porque existe potencial para o uso de estímulos desconfortáveis/aversivos ou contingências estressantes durante as intervenções. © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. 4. Ser justo/a Pediu-se a um AC sênior que consultasse sobre o caso de um cliente que estava engajado em comportamento autolesivo persistente - coçar os braços e o rosto. Ignorar tinha sido tentado sem efeito e um DRO bastante denso com bloqueio também não estava sendo eficaz. O AC ficou confuso, mas perguntou a si mesmo: "Como eu gostaria de ser tratado?" E percebeu que ele tinha sido tratado exatamente pelo mesmo comportamento cerca de dois anos antes. Ele havia sido diagnosticado com um caso de urticária (suas coceiras pareciam muito com um comportamento autolesivo) e teve a sorte de receber medicação em vez de um “DRO+bloqueio”. A atenção do AC se voltou, então, para o diagnóstico médico do cliente. (Bailey & Burch, 2005) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. 5. Ser leal Aqueles/as que são leais, confiáveis e honestos/as são procurados/as como fontes confiáveis e seguras de conselhos sábios e tratamento eficaz e ético como você gostaria de ser tratado/a. Ser sincero e honesto/a com clientes, colegas e supervisores/as fornece a base para relacionamentos de longo prazo que contribuem para uma carreira de sucesso. © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. 6. Garantir dignidade Como analistas do comportamento, nosso trabalho é garantir que cada cliente seja tratado/a com dignidade e respeito. Comportamentalmente, isso significa que trabalhamos com os/as clientes na aquisição de habilidades que garantam que eles/elas sejam capazes de se expressar ou sinalizar suas necessidades para aqueles/as que estão ao seu redor. Essas pessoas devem ter escolhas ao longo do dia e devem exercer suas preferências por comida, roupas, companheiros/as de quarto e brincadeira, atividades e condições de vida. © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. 7. Tratar os outros com cuidado e compaixão Se, como AC, você respeita a autonomia dos/das clientes, trabalha para beneficiá- los/las e concebe programas que lhes dão dignidade, você estará automaticamente tratando os/as clientes com cuidado e compaixão. Esse valor também sugere não apenas que os/as clientes devem ter escolhas, mas que os relacionamentos interpessoais demonstrem simpatia e preocupação. © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. 8. Buscar excelência Excelência nesta profissão significa estar ciente das pesquisas mais recentes da área de AC e da sua especialidade e incorporar os métodos e procedimentos mais atualizados em sua prática da análise do comportamento. É esperado que você leia os principais periódicos da área e participe de encontros, conferências e congressos das associações de AC regionais, bem como da reunião anual da Association for Behavior Analysis International (ABAI) e/ou seu capítulo nacional (ABPMC). © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. 9. Aceitar responsabilidade Analistas do comportamento têm uma responsabilidade incrível em analisar o comportamento de um/uma cliente e, em seguida, fazer recomendações para implementar um programa para alterar ou ensinar um comportamento-alvo. Você é responsável por garantir que a intervenção proposta seja adequada, justificada e digna de consideração. E, quando suas intervenções falharem, você deve assumir a responsabilidade, aceitando culpas e fazer correções para satisfazer o/a cliente e outras partes relacionadas. © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. www.adapte.com.vc OBRIGADA! Código de Diretrizes Éticas e Profissionais para Analistas do Comportamento Dra. Ana Arantes, BCBA, QBA, IBA Psicóloga Analista do Comportamento Especialista em ABA © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. QABA Ethical Code of Conduct Updated March 2021 Quali�ied Applied Behavior Analysis Credentialing Board® QABA ETHICAL CODE OF CONDUCT © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. QABA Ethical Code of Conduct QABA ETHICAL CODE of CONDUCT INTRODUCTION 1.0 COMPLIANCE 1.1 Adherence to Code of Ethics 1.2 Ethical Responsibility 1.3 Ethical Dilemmas 2.0 COMPETENCE 2.1 Scope of Competence 2.2 Professional Development 2.3 Integrity 2.4 Impaired Cer�ficants 3.0 PRIVACY/CONFIDENTIALITY 3.1 Confiden�al Informa�on 3.2 Disclosure and Expressed Authoriza�on 3.3 Inadvertent Disclosure of Confiden�al Communica�on 3.4 Informed Consent 3.5 Work Product 3.6 Maintaining Confiden�ality 3.7 Confiden�al Communica�ons A�er Termina�on of a Rela�onship 4.0 PROVISION OF SERVICE 4.1 Assessment 4.2 Explaining Results 4.3 Specialty Consulta�on 4.4 Programming 4.5 Behavior Change Plans 4.6 Environmental Variables 4.7 Punishment Procedures 4.8 Restric�ve Interven�ons 4.9 Protect from Harm and Reinforcers 5.0 RESPONSIBILITY TO CLIENTS AND CLIENTS RIGHTS 5.1 Iden�fying the Client 5.2 Clients Rights 5.3 Obliga�ons as a Mandated Reporter 5.4 Third Party Involvement in Services 6.0 HUMAN RELATIONS 6.1 Avoiding Harm 6.2 Unfair Discrimina�on 6.3 Harassment 6.4 Professional Rela�onships 6.5 Mul�ple Rela�onships 6.6 Exploita�on 6.7 Sexual Rela�onships and Treatment 6.8 Conflict of Interest © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. QABA Ethical Code of Conduct 6.9 Clarifica�on of Roles 6.10 Interrup�on and Termina�on of Services 7.0 SUPERVISION and TRAINING 7.1 Guidelines 7.2 Supervisor to Monitor Performance 7.3 Informing the Client About Supervision 7.4 Supervision During a Crisis 7.5 Supervision Limita�ons 7.6 Supervisor Maintaining Ac�ve Cer�fica�on 7.7 Supervisor Assis�ng Trainee with Cer�fica�on Documenta�on 7.8 Fee for Supervision 8.0 RECORD KEEPING and FEES 8.1 Record Content/Record Context 8.2 Safeguarding of Records 8.3 Length of Record Keeping 8.4 Fees and Referrals Agreement 9.0 PUBLIC STATEMENTS 9.1 Accuracy and Adequacy/Completeness of Informa�on 9.2 Ci�ng Source and Copyright of Published Materials 9.3 Statement of Contractual Agreement 9.4 Adver�sements and Announcements of Services 9.5 Statements on Behalf of Organiza�ons/Places of Employment 10.0 RESEARCH 10.1 Obtaining Informed Consent in Research 10.2 Welfare in Research 10.3 Decep�on 10.4 Debriefing 10.5 Research Data and Results 10.6 Plagiarism and Research Publica�on Acknowledgment © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. QABA Ethical Code of Conduct Professional and Ethical Compliance Code for Behavior Analysts BEHAVIOR ANALYST CERTIFICATION BOARD® ® 5IF�#FIBWJPS�"OBMZTU�$FSUJGJDBUJPO�#PBSE�T� #"$#�T �1SPGFTTJPOBM�BOE�&UIJDBM�$PNQMJBODF�$PEF�GPS� #FIBWJPS�"OBMZTUT� UIF�i$PEFw �DPOTPMJEBUFT �VQEBUFT �BOE�SFQMBDFT�UIF�#"$#�T�1SPGFTTJPOBM� %JTDJQMJOBSZ�BOE�&UIJDBM�4UBOEBSET�BOE�(VJEFMJOFT�GPS�3FTQPOTJCMF�$POEVDU�GPS�#FIBWJPS�"OBMZTUT�� 5IF�$PEF�JODMVEFT����TFDUJPOT�SFMFWBOU�UP�QSPGFTTJPOBM�BOE�FUIJDBM�CFIBWJPS�PG�CFIBWJPS�BOBMZTUT � BMPOH�XJUI�B�HMPTTBSZ�PG�UFSNT��&GGFDUJWF�+BOVBSZ�� ����� �BMM�#"$#�BQQMJDBOUT�BOE�DFSUJGJDBOUT�XJMM� CF�SFRVJSFE�UP�BEIFSF�UP�UIF�$PEF� _________________________ In the original version of the Guidelines for Professional Conduct for BehaviorAnalysts, the authors acknowledged ethics codes from the following organizations: American Anthropological Association, American Educational Research Association, American Psychological Association, American Sociological Association, California Association for Behavior Analysis, Florida Association for Behavior Analysis, National Association of Social Workers, National Association of School Psychologists, and Texas Association for Behavior Analysis. We acknowledge and thank these professional organizations that have provided substantial guidance and clear models from which the Code has evolved. Approved by the BACB’s Board of Directors on�"VHVTU��, 201�. 5IJT�EPDVNFOU�TIPVME�CF�SFGFSFODFE�BT��#FIBWJPS�"OBMZTU�$FSUJGJDBUJPO�#PBSE�� ���� ��1SPGFTTJPOBM�BOE�FUIJDBM�DPNQMJBODF�DPEF�GPS� CFIBWJPS�BOBMZTUT��-JUUMFUPO �$0��"VUIPS� © 201��Behavior Analyst Certification Board,® Inc. (BACB®), all rights reserved. Ver. .BSDI��� 201�. 2 ® Contents 1.0 1.01 1.02 1.03 1.04 1.05 1.06 1.07 2.0 2.01 2.02 2.03 2.04 2.05 2.06 2.07 2.08 2.09 2.10 2.11 2.12 2.13 2.14 2.15 3.0 3.01 3.02 3.03 3.04 3.05 4.0 4.01 4.02 4.03 4.04 4.05 4.06 4.07 4.08 4.09 4.10 4.11 Responsible Conduct of Behavior Analysts Reliance on Scientific Knowledge Boundaries of Competence Maintaining Competence through Professional Development Integrity Professional and Scientific Relationships Multiple Relationships and Conflicts of Interest Exploitative Relationships Behavior Analysts’ Responsibility to Clients Accepting Clients Responsibility Consultation Third-Party Involvement in Services Rights and Prerogatives of Clients Maintaining Confidentiality Maintaining Records Disclosures Treatment/Intervention Efficacy Documenting Professional Work and Research Records and Data Contracts, Fees, and Financial Arrangements Accuracy in Billing Reports Referrals and Fees Interrupting or Discontinuing ServiceT Assessing Behavior Behavior-Analytic Assessment Medical Consultation Behavior-Analytic Assessment Consent Explaining Assessment Results Consent-Client Records Behavior Analysts and the Behavior-Change Program Conceptual Consistency Involving Clients in Planning and Consent Individualized Behavior-Change Programs Approving Behavior-Change Programs Describing Behavior-Change Program Objectives Describing Conditions for Behavior-Change Program Success Environmental Conditions that Interfere with Implementation� Considerations Regarding Punishment Procedures Least Restrictive Procedures Avoiding Harmful Reinforcers Discontinuing Behavior-Change Programs and Behavior-Analytic Services 3 ® Contents, continued 5.0 5.01 5.02 5.03 5.04 5.05 5.06 5.07 6.0 6.01 6.02 7.0 7.01 7.02 8.0 8.01 8.02 8.03 8.04 8.05 8.06 9.0 9.01 9.02 9.03 9.04 9.05 9.06 9.07 9.08 9.09 Behavior Analysts as Supervisors Supervisory Competence Supervisory Volume Supervisory Delegation Designing Effective Supervision and Training Communication of Supervision Conditions Providing Feedback to Supervisees Evaluating the Effects of Supervision Behavior Analysts’ Ethical Responsibility UP�UIF�1SPGFTTJPO�PG�#FIBWJPS�Analysts Affirming Principles Disseminating Behavior Analysis Behavior Analysts’ Ethical Responsibility to Colleagues Promoting an Ethical Culture Ethical Violations by Others and Risk of Harm Public Statements Avoiding False or Deceptive Statements Intellectual Property Statements by Others Media Presentations and Media-Based Services Testimonials and Advertising In-Person Solicitation Behavior Analysts and Research Conforming with Laws and Regulations Characteristics of Responsible Research Informed Consent Using Confidential Information for Didactic or Instructive Purposes Debriefing Grant and Journal Reviews Plagiarism Acknowledging Contributions Accuracy and Use of Data 10.0 Behavior Analysts’ Ethical Responsibility to the BACB 10.01 Truthful and Accurate Information Provided to the BACB 10.02 Timely Responding, Reporting, and Updating of Information Provided to the BACB 10.03 Confidentiality and BACB Intellectual Property 10.04 Examination Honesty and Irregularities 10.05 Compliance with BACB Supervision and Coursework Standards 10.06 Being Familiar with !is Code 10.07 Discouraging Misrepresentation by Non-Certified Individuals © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Diretriz 1: CONDUTA RESPONSÁVEL DO ANALISTA DO COMPORTAMENTO Hoje, como área, temos expectativas muito altas para a prática de analistas do comportamento e a Diretriz 1 aborda essa preocupação pela conduta responsável de forma geral. Esta diretriz expressa o sistema de valores da nossa área, que afirma que aqueles/as profissionais que querem se chamar de analistas de comportamento devem se comportar de uma maneira que reflita positivamente na área - muito positivamente, de fato. (Bailey & Burch, 2005) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Diretriz 2: RESPONSABILIDADE DE ANALISTAS DO COMPORTAMENTO COM CLIENTES A Diretriz 2 fornece uma lista clara e detalhada das obrigações de analistas do comportamento que se comprometem a tratar qualquer cliente usando procedimentos comportamentais. Ao aceitar essas responsabilidades e levá-las a sério, podemos garantir que nossos/as clientes receberão as intervenções de primeira classe que eles/elas merecem e que, como profissão, teremos demonstrado nosso respeito por seus direitos fornecendo intervenções comportamentais do mais alto nível. (Bailey & Burch, 2005) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Diretriz 3: AVALIAÇÃO DE COMPORTAMENTOS Analistas do comportamento não se pautam por relatos não confirmados, rumores ou boatos. Eles/elas querem ver o problema por si mesmos/as, entender a variabilidade do comportamento de um dia para o outro para determinar se existe alguma tendência e, finalmente, querem entender as circunstâncias sob as quais o comportamento ocorre e ter alguma noção da função do comportamento-problema. (Bailey & Burch, 2005) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Diretriz 4: PROGRAMAS DE MODIFICAÇÃO DE COMPORTAMENTO A essência desta diretriz é informar os/as consumidores/as e lembrar analistas do comportamento de que, como campo, estamos principalmente interessados/as em desenvolver programas de mudança comportamental que ensinem comportamentos adaptativos novos e apropriados usando reforços não prejudiciais sempre que possível. (Bailey & Burch, 2005) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Diretriz 4: Ao exigir que se pense no nível de mudança de comportamento desejado, as diretrizes impedem que o tratamento fique aberto e continue indeterminadamente. Se analistas do comportamento estiverem tratando um SIB, por exemplo, devem indicar e obter aprovação para algum nível de mudança de comportamento mensurável e aceitável. ‘Zero SIB* por duas semanas’ pode ser um desses objetivos. Ou, se a intervenção envolve o ensino de um comportamento adaptativo, a meta pode declarar: ‘Carl será capaz de se vestir completamente, sem qualquer ajuda, por três dias consecutivos’. (Bailey & Burch, 2005) *SIB = Self injury behavior, comportamento autolesivo. © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Diretriz 4: © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Diretriz 5: SUPERVISÃO Treinar outros/as para realizar procedimentos comportamentais é uma parte essencial da intervenção comportamental porque, na maioria dos casos, a intervenção ocorre no ambiente natural do/da cliente, onde esses/as “outros/as significativos/as” são uma grande parte da vida dele/a. (Bailey & Burch, 2005) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃOPROIBIDA. Diretriz 6: RESPONSABILIDADE ÉTICA COM A PROFISSÃO DE ANALISTA DO COMPORTAMENTO Sabemos que a conduta antiética de um pequeno número de pessoas pode refletir negativamente em todo o nosso campo. Se quisermos ganhar a confiança do público, devemos estabelecer um padrão muito elevado de conduta moral e ética. Ser um/uma analista de comportamento ético/a significa não apenas manter estas diretrizes para sua proteção e proteção de seus/suas clientes, mas também preservar e melhorar a reputação da Análise do Comportamento em geral. (Bailey & Burch, 2005) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Diretriz 7: RESPONSABILIDADE ÉTICA DO AC COM OS COLEGAS A maneira como os/as outros/as conduzem suas vidas é realmente um problema de cada um/a. A menos, é claro, que isso afete sua vida de alguma forma. Esta é basicamente a situação que você enfrenta quando acredita que um/a colega analista do comportamento violou as diretrizes éticas. Torna-se seu problema em virtude do fato de que um/a colega antiético/a pode manchar não apenas a reputação dele/a, mas também a sua. (Bailey & Burch, 2005) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Diretriz 8: DECLARAÇÕES PÚBLICAS Analistas do comportamento têm a obrigação de falar em nome da área e apoiar os valores da área. Isso inclui honestidade, integridade, justiça e a busca contínua de princípios básicos de comportamento que podem ser usados para melhorar a condição humana. (Bailey & Burch, 2005) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Diretriz 9: ANALISTAS DO COMPORTAMENTO E A PESQUISA Realizar pesquisas em Análise do Comportamento envolve o conjunto mais complexo de requisitos que podem ser encontrados nestas diretrizes. Analistas do comportamento envolvidos/a na pesquisa devem ser especialmente treinados/as para altos padrões de proficiência e se comportarem de maneira ética. (Bailey & Burch, 2005) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. Diretriz 10: RESPONSABILIDADE ÉTICA COM PADRÕES E REGRAS (BACB) Analistas do comportamento devem aderir a estas diretrizes e a todas as regras e padrões do Comitê Internacional de Certificação de Analistas do Comportamento (BACB). (Bailey & Burch, 2005) © ADAPTE EDUCAÇÃO - DOCUMENTO PROPRIETÁRIO E CONFIDENCIAL. REPRODUÇÃO PROIBIDA. www.adapte.com.vc OBRIGADA!