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Trabalho de Educação Especial Inclusiva. 
Universidade: Unifatecie 
Aluna: Priscila Aline Marcelino Bento RA: 459191
Segundo maio 2011, tornar a comunidade apta a discutir é quebrar o orgulho e o silêncio e o medo em torno do tema, é garantir que o aluno com deficiência tenha o mesmo direito que os demais. 
A educação sexual não é só falar de sexo é falar de proteção, limites, corpo e segurança de um jeito adequado para idade.
Não devemos explicar de forma erotizada. A cada fase etária de idade existe uma conversa simples que fortalece a criança e afasta os riscos, quando ensinamos cedo protegemos de traumas.
Podemos criar uma 
Ação: ciclo de palestras tema : Como a Família e a Escola atuam juntas , Corpo Cuidado e Proteção na Primeira Infância. 
Público alvo: Alunos, Pais, responsáveis e Professores da educação infantil tendo Ênfase (Alunos com deficiência).
Formato: criando um espaço acolhedor na própria escola, e sempre abrindo momentos para perguntas ou dúvidas. 
Palestrante: Professores, Psicóloga, Pedagogas especialistas em inclusão. 
Existem conversas que salvam Crianças e a educação sexual começa muito antes do que você imagina. 
 De acordo com a faixa etária vou dar alguns exemplos de como abordar o tema se eu estivesse falando na Palestra.
De 1 a 2 anos
Nome correto protege, ensine os nomes corretos das partes do corpo exemplo: é pênis é pênis vagina é vagina.
Quando a criança conhece o próprio corpo ela fica mais protegida e sabe se comunicar melhor se algo acontecer.
De 2 a 3 anos
Podemos falar em uma roda de conversa que ninguém pode tocar nas partes, íntimas explicando De forma simples : (Olhe debaixo de sua roupa só você pode tocar e os adultos, só encostam para higiene e saúde e sempre com responsabilidade perto de uma professora ou educadora ou papai ou a mamãe; não pode encostar uma pessoa desconhecida) podemos usar recursos como plaquetas lúdicas com imagens dizendo que não pode tocar em suas partes.
De 3 à 4 anos
Podemos ensinar o quê um Segredo bom e um Segredo ruim, Segredo Que dá medo ou vergonha não é um Segredo é uma coisa para contar imediatamente para o adulto de confiança para um papai para mamãe ou alguém que você tenha um vínculo respeitoso de cumplicidade .
De 4 a 5 anos
Vamos abordar o tema de fotos e vídeos explicando que ninguém, pode pedir foto do seu corpinho nem por uma simples brincadeirinha, e que qualquer pedido estranho na internet deve ser contado na hora, sem ter medo de ser repreendido como uma forma de pedir ajuda.
De 5 a 6 anos
Ensine sobre consentimento se ela não quiser um abraço um beijo ou um contato ela pode e deve dizer não e quando você respeita, ela aprende a se respeitar o seu próprio corpinho.
De 6 a 7 anos
Diferencie toque bom e toque ruim, toque bom da segurança toque ruim causa incômodo estranhamento vergonha, qualquer sensação esquisita podemos pedir para a criança avisar na hora.
De 7 a 8 anos
O papo agora é sobre a internet podemos começar a falar sobre jogos estranhos ou desafios perigosos, o envio de algumas mensagens suspeitas, podemos criar regrinhas saiu da tela contou para os pais.
De 8 a 9 anos
Nessa etapa podemos começar sobre limites do nosso corpo; a criança sendo típica ou não atípica com deficiência ou sem deficiência, não tem que mostrar as partes do corpinho para ninguém nem de brincadeira, nem na base da troca de amizades.
De 9 a 10 anos
Falaremos agora sobre a mudança da puberdade menstruação, pelos, suor, cheiro do crescimento, quando o assunto é tratado de forma natural por nós profissionais sendo Pais e mães, esse assunto não vira um tabu para as crianças.
De 10 a 11 anos ou mais
A partir dessa idade é hora de falar sobre pressão, respeito e relacionamentos, que ninguém que ama força ou pressiona ameaça, o cobra foto ou conversa íntima, pedir ajuda nunca é sinal de fraqueza.
Existem adultos e famílias que demoram demais para falar e conversar sobre esse tema , que é tão importante esse é o nosso papel como escola chamar as famílias; fazer uma roda de conversa uma reunião para que juntos criarmos uma base que nos fortaleça a educação infantil, ressalvo que não existe criança demais que não possa ser protegida nosso dever como os adultos, responsáveis temos que juntos orientá-los para um futuro justo, disto isso para informação das famílias e alunos que aqui estão presentes eu Priscila Bento já fui vítima aos 5 anos, por alguém que deveria auxiliar minha mãe aos meus cuidados , contei para minha mãe o que tinha ocorrido e ela , desacreditou de mim eu sabia q aquilo era errado mais não sabia o que fazer como pedir ajuda. Quando uma criança lhe pedir ajuda por favor o ajude, Imediatamente hoje carrego um traumas que está comigo até fim de minha vida porém vocês famílias podem evitar, isso falando de forma simples com seus filhos. 
Referência:
Htpps://educadora.brasilescola.uol.com.br/o-professor-educacao-sexual.htm .

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