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Tração Compressão Resmat Regra de Vasos de pressão de parede fina: • Fórmulas Vaso cilíndrico: • Fórmulas Vaso esférico: Aplica-se o teste hidrostático nos vasos de pressão para verificar sua capacidade de: Fórmula da Energia cinética dos prótons (k): Cite a fórmula da Lei de Hooke e da deformação específica. Módulo de Young x Módulo de Rigidez. • Coeficiente de Poison: • Relação entre Poison, Young e ε: • Princípio de Saint Venant (deformação axial): Momento Polar de Inércia (J): unid de medida É ____ ○ J= ◎ J= Momento de Inércia (I): unid de medida é ____ ○ I = ◎ I= □ I= ▣ I= △ Cálculo da Deformação volumétrica de um corpo: Tensão=_______ • Tensão normal: • Tensão admissível (σadm): explique e dê a fórmula • F. elástica: • F. de atrito: • Tensão de cisalhamento (CASO NÃO HAJA TORÇÃO): • Tensão de cisalhamento (CASO HAJA TORÇÃO): • Tensão de cisalhamento máxima (ou Critério de Tresca): • Relação entre potência e torque: • Torque: • Tensão de flexão: explique o conceito, em qual ocasião não ocorre flexão? É melhor um valor alto ou baixo de tensão de flexão? Qual a fórmula? Também é chamada de que? Diagrama força cortante x momento fletor: -> Linha neutra: σ =F/a, sendo F _____________ à seção transversal. τ = V/Acis e τ = V/2Acis, sendo V= força cortante e ________ à área considerada valor máximo de tensão que um material pode suportar sem que haja falha ou deformações permanentes. σadm = σruptura/Fs Fmola=K.x Fat=μN (N é F. normal) τtorção= T.c/J, sendo J=m. polar de inércia, T=torque, torção ou _______________, c=raio do eixo. Também pode ser chamado de tensão de torção. Obs: Torque e momento se diferenciam apenas pelo contexto de uso: momento → usado em estática e vigas; torque → usado em eixos e rotação. Mesma fórmula. Todo torque é um momento, mas nem todo momento é torque. P= 2πTω/60 ou P =T.ω (se a vel.angular já estiver em Rad/s), errei duas questões por responder P=T. ω quando o ω era em rpm no próprio eixo ou na engrenagem (T=F.r) ou no braço de alavanca (T=F.d). Obs: d ou r sempre perpendicular a FORÇA, caso ≠ 90° então multiplica por sen θ Sofre tração e compressão ao mesmo tempo. Só ocorre flexão quando tem apoio fixo (1,2, etc), uma viga livre não sofrerá flexão. Tensão de flexão alta não é bom já que queremos que a tensão de flexão seja MENOR do que a tensão máxima que o material suporta. σflexão=M.c/I, sendo c=distância _______________da linha neutra até a extremidade, I= M. de Inércia. Imagem ao lado: Flexão gera tensão normal pois a tração e compressão provenientes da flexão atuam perpendicularmente à seção transversal. Então, caso peça tensão normal máxima, a questão estará se referindo à TENSÃO DE FLEXÃO (nessa configuração, será sempre assim). Região em que não ocorre deformação. Está localizada onde a tensão normal por flexão se anula. As tensões normais variam com a distância à linha neutra. Viga carregada para baixo (caso mais comum): o eixo neutro estará no eixo X. Para ter eixo neutro no eixo Y, seria necessário flexionar a viga para os lados e eu nunca vi exercício assim. Obs: é preciso apoios p/ haver flexão pressão Soma-se as deformações lineares. Hooke: Relaciona tensão (σ) a uma deformação resultante. σ=E. ε; Deformação específica: ε= γ/Lo; Lo= comprimento inicial e γ=variação de comprimento (ou alongamento ou deformação elástica). Módulo de Young (E): Relaciona tensão normal com deformação longitudinal. Módulo de Rigidez/Módulo de cisalhamento (G): Relaciona tensão de cisalhamento com deformação angular. Ambos medem a rigidez do material (não medem resistência à ruptura). ⭡ E ⭡ Rigidez; ⭡ G ⭡ Rigidez. Mede quanto ele se contrai lateralmente para cada unidade que se alonga, é constante dentro do limite elástico (εlong= γ/L; εlat= γ’/r; υ= -εlat/εlong (negativo devido a contração); sendo γ= variação de comprimento e γ’=variação da seção transversal. Mede a rigidez do material na direção perpendicular à direção de aplicação da carga. Deformação é uma grandeza adimensional Mostra que a distribuição da força não é uniforme (diminui c/ a distância). Ex: >1 tipo de material, carga pontual. γ=PL/AE; sendo P=carga, γ=variação de compr., L= comp. DICA: só juntar as 2 fórmulas de cima σ=E. ε; ε= γ/Lo; m⁴ m⁴ πR⁴/2 π (Rext⁴- Rint ⁴)/2 πR⁴/4 π (Rext⁴- Rint ⁴)/4 b.h³/12 b.h³/12 - bint.hint³/12 σlong= P.r/2t e σtang= P.r/t, não confunda pressão interna (P) com tensão (σ), a pressão é a causa e σ o efeito (ambos tem a MESMA unidade de pressão! C.U.I.D.A.D.O) σlong= Pr/2t, sendo σlong =tensão longitudinal (axial), σtang = tensão tangencial (circunferêncial) A parede é considerada "fina“ se r/t ≥ 10, sendo t=espessura. 2 4 3 5 6 K=q.V, sendo q=carga elétrica (C), V=diferença de potencial. É possível achar K com a fórmula da energia cinética tradicional K=m.v ²/2, sendo m=kg e v=m/s Análise da flexibilidade de uma tubulação tridimensional: nesse teste são analisadas as deformações causadas pelas forças de ______, ________________________________ e ___________. Já a Q294 diz que é Torção, flexão e flambagem (verificar) tração Compressão (p/ analisar flambagem) torção 7 1 Pressão Cargas externas em vigas, etc→ geram Força cortante (V) e momento fletor (M) • Momento fletor (M)→ gera ______________________________________ • Força cortante (V) → gera _____________________________________________ tensão normal (σ), pois traciona e comprime (dito acima) tensão de cisalhamento (τ), pois tenta “cortar” a peça Quer o P e não o σ perpendicular paralela Τmax = (σ1−σ3)/2, sendo σ₁ → maior tensão normal e σ₃ → menor tensão normal. Ou seja, o cisalhamento máximo depende da diferença entre a maior e a menor tensão NORMAL. No caso de uma tração simples (uma única força axial), temos: σ₁ = σ e σ₃ = 0. Então: τmax= σ / 2. Por fim, o material deve suportar uma tensão de cisalhamento maior ou igual a tensão de cisalhamento máximo sofrido (τmaterial≥τmax) ε=σ(1− υ)/E momento torçor PERPENDICULAR Ângulo de torção: Representa o quanto uma peça gira quando submetida a um torque. θ=T.L/J.G, sendo L= Comprimento, G=Módulo de rigidez 8 I= bh³/36 1 • Ductilidade: explique. Cite os 3 métodos de medição de ductilidade • Resiliência: • Tenacidade: • Fragilidade: • Dureza: • Rigidez: • Encruamento (trabalho a frio): • Escoamento: Grau de deformação plástica suportada até a fratura – se um material é dúctil ele NÃO é frágil. Medição de ductilidade: é medida pelo alongamento percentual, pela redução da área de seção transversal (no rompimento) ou pelo coef. De ecnruamento Capacidade de absorver energia sem deformar plasticamente e devolver. NÃO confundie resiliência com elasticidade como fiz na questão abaixo Capacidade de absorver energia dentro do campo de deformação elástica e plástica (área abaixo do gráfico) até a ruptura Resistência a uma deformação plástica produzida por penetração/risco. Resistência a deformação elástica. Oposto de rígido é flexível Deformação aumenta a resistência mecânica e dureza. Coef de encruamento: Quanto maior esse coef maior será a capacidade de deformar antes da estricção (pois a estricção marca o fim do encruamento no gráfico) Deformação aumenta sem que ocorra um aumento de tensão. 0,2% para aços; 0,5% para ligas de cobre e outros metais de grande ductilidade;e 0,1% para ligas metálicas muito duras (de plasticidade reduzida), como os aços ferramenta. 1 2 Dê as fórmulas de velocidade e aceleração e sua unidade de medida: V=ΔS/Δt (m/s) ω=Δθ/Δt (rad/s) a=ΔV/Δt (m/s²) α=Δω/Δt (rad/s²) ac=v²/R, perpendicular a trajetória Velocidade-> Velocidade angular-> Aceleração -> Aceleração angular -> Aceleração centrípeta ou centrífuga -> Relação entre as velocidades -> Relação entre as acelerações -> V= ω. R (ω em rad/s multiplicado pelo raio em m resulta em V em m/s, pois o rad é adimensional) a=α. R Dê as seguintes fórmulas cinemáticas: Movimento uniforme -> Movimento uniformemente variado (3) -> Movimento circular -> Resolva as seguintes questões Ache T2 Encontre “a” sem e com atrito S=So+V. Δt S=So+Vo.t+1/2at² V=Vo+at V²=Vo²+2aΔS (Torricelli) Cesgranrio considera o ponto __ como limite de escoamento e o ponto ___ como limite de proporcionalidade ou de elasticidade (ainda n sei qual opnião da banca sobre esse pt) B A Centrífuga x Centrípeta: 5 3 4 Complete o gráfico θ=S/R, sendo θ=deslocamento angular (rad), S= posição (m) e raio (m). Como rad é adimensional é ok m/m=rad no contexto de ângulos (colocar o exemplo dps) 6 Quando o material não tem um ponto de escoamento nítido, a tensão de escoamento é estimada traçando-se uma linha paralela à região elástica do gráfico, a partir de uma deformação de (3): Pouca ou nenhuma deformação antes da ruptura. Ex (3): concreto, as cerâmicas e vidros TUDO em rad/s nesse assunto de Veloc., Aceleração, etc. Rpm vai dar ERRADO! Acel. Centrípeta é para dentro e centrífuga é para fora Trajetória Fórmulas Apoios de uma viga: • 1ª classe(apoio simples/móvel): • 2ª classe (articulação/fixo): • 3ª classe (engaste): Empuxo não tem uma fórmula específica, se baseia em: Questão de elevador: • Elevador subindo: Força Resultante • Elevador descendo: Força Resultante Fórmula de Trabalho/Energia (W) • Energia potencial: • Energia Cinética: Energia dissipada: Ao aplicar uma força externa constante, a acelaração será constante e a velocidade crescente. Explique o motivo. DCL: • Caso esteja parado: • Em movimento: Balanceamento: Centróide: Teorema dos Eixos Paralelos (Steiner): a=F/m, ou seja, tendo m e a constantes a F será obrigatoriamente constante impede tudo. 1 2 3 4 5 6 7 8 só não restringe a rotação. Chama-se articulado pois funciona como uma articulação que restringe mov. Vertical e horizontal impede apenas 1 deslocamento. ΣFx e ΣFy=0 ΣFx e ΣFy= m.a Peso do corpo=Peso do líquido (equilíbrio), ou seja, mc.g=dl.vl.g (l=líquido submerso) -> dc.vc.=dl.vl pois m=d.v = Força do elevador - Força peso = Força peso - Força do elevador, Ambos casos irá usar a massa da pessoa no elevador W= F.d.cosθ, sendo θ = ângulo entre força e deslocamento (não encontrei a questão que aborda isso). Potência = W/t Momento angular: explique e cite a fórmula. O que é conservação de momento angular e qual a fórmula de momento de inércia de uma massa pontual em rotação? Momento angular: tendência de um corpo em rotação a manter seu movimento giratório. Quando não há forças externas ocorre a CONSERVAÇÃO de momento angular (momento inicial=momento final). L=I.w, sendo L= momento angular, I=momento de inércia, w= vel. Angular. Momento de inércia de uma massa pontual em rotação é dado por: I=m.r², sendo m=massa e r=raio, não podendo ser usado em formas geométricas distribuídas. Epg = m.g.h Ec = m.v² /2. Ambas são medidas em Joule Vibrações: explique Ondas: dê a fórmula da velocidade da onda Vibração é a oscilação de um objeto em torno de um ponto de referência. Sistemas reais podem apresentar vibrações periódicas e aleatórias _________________, devido à combinação de fontes regulares e irregulares. ao mesmo tempo Estática: resolva Dinâmica: conservação de momento Momento Linear (linha reta) Momento Angular (rotação) p=mv, sendo p= momento linear (quantidade de movimento), m = massa, v = velocidade (m/s) L=Iω, sendo L= momento angular, I=momento de inércia de massa, ω = velocidade angular (m/s) Momento de inércia de massa de uma esfera PONTUAL é: ______, todos os exercícios que vi se tratava de pontual, por isso não citarei a fórmula de I para circunferências e etc. OBS: Não confunda momento de inércia de massa com momento de inércia de área. I=mr² A energia não se perde, apenas se transforma, por isso um ponto onde a energia potencial é mínima a cinética é máxima e vice-versa. Ex: A soma das energia (cinética e potencial) de um objeto no ponto A é a mesma do mesmo objeto no ponto B -> EP(A) + Ec(A)= Ep(B) + Ec(B) Roldanas 9 10 11 Reação Ry Reação Ry Reação Rx Reação Ry Reação Rx Reação de Momento 1) Estático: O momento das massas em relação ao eixo deve se anular: m₁r₁ = m₂r₂, sendo m a massa. 2) Dinâmico: Quando o sistema gira, cada massa gera uma força centrífuga: F = m r ω², sendo F a força centrífuga, r a distância da massa até o eixo. Para o sistema ficar balanceado em rotação, tem-se que: F₁ = F₂. Como ω é o mesmo para ambos, pode-se cortar: m₁r₁ = m₂r₂. Ou seja, a equação é a mesma. Em um corpo submetido a esforço uniaxial de tração, a lei que relaciona a tensão normal máxima e a tensão de cisalhamento máxima se chama ________ Schimid 𝑣=λ/T, sendo λ= comprimento de onda, T = período e 𝑣= vel. de onda PESO É UMA _____________ FORÇA (Fp=m.g) Permite calcular o momento de inércia em qualquer eixo paralelo ao eixo centroidal, como por exemplo os eixos da base da figura ( ou ). Quando existe atrito, parte da energia mecânica é perdida e chamada de energia dissipada. Edissipada=Emecânica inicial−Emecânica final Desenho é feito por: Desenho projetivo: Perspectiva x vista: Desenho não projetivo: Escala X:Y: A norma NBR 8196 de 1999 só considera as seguintes escalas e seus múltiplos de 10: Perspectivas axonométricas: -> Isométrica: -> Dimétrica: -> Trimétrica: Perspectivas oblíqua (cavaleira): -> Perspectiva cônica (cônica): Ordem/precedência das linhas: Regras das linhas: -> Largura (2): -> Espaçamento: -> Cores: Linhas de chamada/auxiliar: Planos de projeção: explique-os. O que é diedro e qual seu sentido? Existe vista lateral oblíqua? O que é vista auxiliar? 1° diedro x 3° diedro: como funciona o 1° e 3° diedro. Símbolo do 1° e 3° diedro. Quem é a vista posterior e onde se localiza? Hachuras: Regras (6): Peças NÃO hachuradas: Formato de cada hachura: "X" é o desenho em si e "Y" medida real do objeto Delimitam as linhas de cotas ou designam algum detalhe. Termina sem símbolo caso conduza a um linha de cota, com um ponto caso termine dentro do objeto e com uma seta caso ela conduza a aresta do objeto. Giz, lápis, tinta, carvão etc Obtém-se por vistas ortográficas ou perspectivas. Proporcionam ao observador a profundidade e o relevo ao desenho. Perspectiva é uma representação tridimensional obtida por projeção cilíndrica paralela (axonométricas) ou cônica em um único plano. Já vista ortográfica é uma representação bidimensional obtida por projeções cilíndrica ortogonal do objeto sobre mais de um plano. Não pode ser representado por meio de projeção. Ex: diagramas, esquemas, ábacos/momogramas, fluxogramas, organogramas e gráficos Em relação ao plano de projeção é 30°, já entre os eixos é 120°.Não apresenta desproporção (todas as medidas são verdadeiras). tem ângulos de 7° e 42°. Só 2 medidas são verdadeiras (altura e o comprimento), já a largura (nossa profundidade) é metade da real. tem três medidas com dimensões diferentes, só a altura que mantém. Tem uma impressão desproporcional pois tenta reproduzir o que nós vemos na realidade. Temângulo de 45° (geralmente do lado direito como na foto). Só o eixo correspondente ao ângulo de 45° é distorcido (metade da nossa profundidade, alguns lugares achei que é 2/3) 1 2 3 4 5 6 7 1) Possui faixa de escalonamento (ou seja, espessura normalizada) de 0,13 - 2mm 2) razão linha larga/estreita ≥ 2. tem que ser maior que o dobro da largura da linha larga e menor que 0,70 mm. Cada largura tem uma cor. São os planos vertical e horizontal da figura que dividem o espaço em 4 subespaços denominados de diedro. Diedros são numerados no sentido anti-horário e, com isso, nos dá diferentes representações das projeções de um objeto. Os diedros mais cobrados são 1° (ABNT) e 3°. Tem-se 6 vistas ao total. OBS: Não existe "vista lateral oblíqua", pois os planos são perpendiculares. Vista auxiliar: supre essa necessidade de visualizar faces inclinadas (oblíquas) de maneira que não fiquem distorcidas (medidas verdadeiras). Na imagem, a vista auxiliar é a circulada em vermelho, e ela dispensa a necessidade da vista lateral direita, observe que, nesse caso, a vista auxiliar tem a interrupção com linha estreita a mão livre no 1º diedro o objeto está no meio (entre o observador e o plano de projeção). Já no 3º diedro quem está no meio é o plano de projeção. Ou seja, no 1° diedro o que eu observo na direita eu coloco na esquerda (sempre oposto). Obs: observar se a vista superior está condizente com a perspectiva dada para saber qual vista é frontal. Não confundir posterior (oposto a frontal) com inferior (oposto ao superior). Errei questão porque pedia frontal e marquei a posterior. Localização da vista posterior (Nbr 17006 2021): é posicionada à direita ou à esquerda, conforme a conveniência. Portanto, no 1ª diedro, a vista posterior pode ficar à direita da vista lateral esquerda, ou à esquerda da vista lateral direita. Já no 3ª diedro, pode ficar à direta da VLD ou à esquerda da VLE. Representa as áreas que sofreram corte no objeto. São inclinadas a 45° e linha contínua estreita. 1) As hachuras são feitas numa mesma direção quando em uma MESMA peça, mesmo em diferentes planos de corte paralelos ou um detalhe. Caso o corte seja para representar dois detalhes do desenho que estão alinhados as linhas ficarão desencontradas (mesma direção). 2) • Peça Composta (em um conjunto): mesma direção, como se a peça fosse simples. Basicamente precisa ser dito que está em conjunto, caso contrário será apenas composta como na imagem • Peças Adjacentes (em um conjunto): direções opostas ou espaçamentos diferentes das linhas • Peça Composta (soldada, colada, rebitada, parafusada etc.): direções opostas ou espaçamentos diferentes das linhas. 3) Espaçamento mínimo das linhas de hachuras é de 0,7 mm. 4) Quando a área de corte é muito grande pode ser limitada pelas hachuras de seu contorno, deixando seu centro em branco. 5) Quando houver necessidade de se inscrever qualquer informação dentro da área hachurada, as linhas devem ser interrompidas na região da escrita. 6) As hachuras podem ser omitidas quando as peças tiverem espessuras finas, a seção deve ser enegrecida. Peça composta Limite de comprimento útil: Hachura em rosca e no conjunto rosqueado (vistas de corte): Representação da profundidade da rosca Tipo de linha em: Vista de corte: explique sua identificação Tipos de cortes: Corte total: 2) Meio-corte: 3) Corte parcial: 4) Corte em desvio (ou corte composto): 5) Seções: Nervura e chaveta: Rotação imaginária do plano de corte (REBATIMENTO): Hachura - Continuação Vista lateral esquerda do 1° diedro é igual a vista lateral direita do 3°diedro? Quando a questão der 2 vistas e não informar o diedro e nem se é lateral ou frontal, tente a hipótese da esquerda ser frontal e direita lateral. Além disso, se der a isométrica e pedir a frontal dê prioridade a vista observada de frente (no exemplo ambas imagens estão corretas, porém uma é superior e a outra frontal).Por fim, explique o que é centro radical Inclinação: Conicidade: A distância entre as linhas que representam o diâmetro maior e menor da rosca deve ser igual à profundidade real da rosca. Independente disso, o espaçamento NUNCA deve ser menor que as condições de espaçamento das linhas dita antes (tem que ser maior que o dobro da largura da linha larga e menor que 0,70 mm) e valerá a maior entre elas. Roscas não recebem hachuras, ou seja, as hachuras param na linha da crista da rosca. Em conjunto de partes montadas, as partes roscadas externas devem encobrir as roscas internas. Ex: na figura é um parafuso roscado dentro de um furo roscado interno, mas só aparece as linhas de diâmetro maior e menor do parafuso (lembrando que NÃO hachura) Roscas visíveis • Crista: • Raiz: Roscas invisíveis: linha contínua larga linha contínua estreita linha tracejada larga ou estreita (mesma em todo o desenho) seu símbolo é um triângulo retângulo. Ex: 1:5 significa que a cada 5 mm do comprimento da peça, a altura é diminuída em 1 mm. Seu símbolo é um triângulo. Ex: 1:20 para cada 20 mm percorridos do comprimento tem-se o decréscimo de 1 mm do diâmetro maior. Obs: se der só um diâmetro SEMPRE será o maior. O comprimento útil da parte roscada é representado por uma linha contínua larga (círculo vermelho), ou com uma linha tracejada estreita ou larga (amarelo). A região da rosca incompleta e a área além do comprimento útil devem ser hachuradas porque são consideradas parte do material sólido da peça diferente da área útil. Obs: isso é válido para _______e não furo roscado, errei questão pois pensei que iria hachurar (ver figura). Por fim, o comprimento roscado dos furos é obviamente maior do que o comprimento de rosca dos parafusos. Não Caso a localização do plano de corte não seja clara, é obrigatório sua identificação com uma linha estreita-traço-ponto e larga nas extremidades com letras maiúsculas (AA) e no sentido da observação utilizando seta (mostra de que lado se olha). Percebe-se a importância do sentido pela imagem ao lado a peça é cortada em toda sua extensão por apenas 1 um plano de corte. usado em peças simétricas e sua representação (hachura) é feita em apenas metade da peça. Também pode ser feita em ¼ ou até em uma parte do todo. A parte não cortada é mostrada somente uma parte da peça é cortada com o intuito de focar em um detalhe. Para isso, o desenho fica delimitado por uma linha contínua estreita feita à mão livre ou por uma linha em zigue-zague. quando a peça é cortada também em sua extensão total (como no corte total), porém por mais de um plano de corte corresponde apenas a parte maciça atingida pelo plano de corte, sem representar o que está além desse plano igual ao corte. Na figura pode-se ver a diferença do corte e seção. Pode ser evidenciada fora da vista, dentro ou interrompendo a vista. Segundo a Abnt, quando se realiza um corte total em uma peça que contém furos que não estão no plano de corte, a norma permite aplicar a rotação imaginária dos furos (inclinar o plano) para que o corte consiga contemplar os furos existentes. Obs: Não confundir corte total emrotação imaginária com corte em desvio! Corte em desvio a linha de corte NUNCA será reta. Mesmo com a vista de corte passando sobre NERVURA E CHAVETA as mesmas não serão hachuradas (é como se não fosse maciço e por isso fica branco). 1 2 3 4 5 7 ROSCA Diferencie linha de interseção e linha de tangência Linha de interseção: deve ser traçada e ocorre quando duas superfícies se cortam de fato. Linha de tangência: não deve ser traçada e ocorre quando uma superfície apenas “encosta” na outra (não existe aresta física ou quina real) Corte total c/ rotação Extras 8 A engrenagem pode ser representada de forma simplificada como na imagem, não sendo obrigatório representar todos seus dentes ou detalhes. 5 • Cotas funcionais: • Cotas não funcionais: • Cotas auxiliares: Regras (são 4) Limites de cota (Seta e oblíquo): qual a regra?O que fazer quando não tiver espaço? Qual a exceção • Seta: • Traço oblíquo: Cota que indica o ângulo reto (como na foto) é______________, pois ângulo de 90° é implícito em desenho técnico ortogonal. Obs: Deve-se evitar cotar linhas tracejadas. Execução das cotas e linhas auxiliares Métodos de cotagem (são 2) Segundo método: Disposição das cotas Cotagem em cadeia: explique. O que não é permitido? Cotagem por elemento de referência: Cotagem combinada: Cotagem por coordenada: A norma manda cotar onde a informação fica mais clara e inequívoca, por isso na imagem ao lado, onde deve se localizar as dimensões do furo da peça, a profundidade dos furos e a dimensão dos círculos-base dos furos? E explique círculos-base. Cotagem de cordas, arcos, ângulos e raios Arco x corda: Cotagem de cordas: b) Cotagem de arcos: c) Cotagem de ângulos: d) Cotagem de raios e diâmetros: essenciais para a função do objeto ou do local não essenciais somente para informação, pode ser derivada de outros desenhos, sem a necessidade de tolerâncias. 1) TODAS as cotas devem ter a mesma unidade de medida sem usar o símbolo (mm p/ milímetro) – coloca-se na legenda. 2) Só deve ser cotado o necessário para descrever o objeto e NENHUM elemento deles deve ser definido POR MAIS DE UMA COTA. Salvo exceções: cotagem de um estágio intermediário da produção (Ex: tamanho do elemento antes da cementação) ou quando a adição de uma cota auxiliar for vantajosa. 3) NÃO se deve especificar os processos de fabricação exceto quando forem indispensáveis. 4) Cotagem funcional DEVE ser escrita diretamente no desenho. Já a cotagem não funcional deve ser localizada de forma mais conveniente para a produção. o traço é inclinado a 45° da linha de cota. os traços da seta formam 15° e a pode ser fechada ou aberta Todos devem ter o mesmo tamanho. Quando não houver espaço as setas podem ser colocadas externamente no prolongamento da linha de cota. Caso um tipo seja escolhido, não pode usar outro, uma exceção é que nos raios SÓ se usa seta como limite (mesmo que o resto seja oblíquo) símbolo é uma linha curva acima da cota curva. O símbolo é ° acima da cota curva. Para raio coloca-se "R“ antes do valor. Para diâmetro coloca-se Ø antes do valor. Se seu tamanho já tiver sido definido por outras cotas, coloca-se só R sem cota (imagem abaixo). coloca-se mais cotas do que o necessário, só é permitido quando o ACÚMULO de tolerâncias não comprometer. seu nome se dá pela origem da cota ser a mesma. É feito de forma aditiva (cotas paralelas uma sobre a outra) e, caso não haja espaço, coloca-se o valor da cota na extremidade da linha auxiliar. combinação das cotagens acima caso não esteja em uma malha (x e y), são escritos nos próprios pontos de interseção ou em uma tabela. 1 2 3 4 simples Primeiro método: as cotas devem ficar acima e de forma paralela e, preferivelmente, no centro da linha de cota. Obs: Nesse método, as cotas em linhas de cotas inclinadas acompanham sua inclinação. Já em cotas angulares acompanham ou não a inclinação (e não precisa ser acima, pode ser abaixo da linha de cota) As cotas ficam entre as linhas de cota, interrompendo-as. Não acompanha inclinação. As cotas podem estar no centro da linha de cota mesmo quando a peça está pela metade, e caso não tenha espaço, sobre o prolongamento vertical ou horizontal da linha de cota. Cotas sublinhadas c/ mesma espessura da cota significa ______________________ Linha auxiliar=_________________ As linhas auxiliares e cotas são linhas estreitas contínuas. A linha auxiliar deve ser prolongada além da linha de cota e deve ser deixado um pequeno espaço entre a linha auxiliar e a linha de contorno. 1) As linhas auxiliares devem ser perpendiculares ao elemento dimensionado, porém, podem ser obliquas (___) e paralelas (quando ocorre intersecção de linhas auxiliares com o prolongamento delas) 2) As linhas auxiliares e de cotas não devem se cruzar com outras linhas sempre que for possível. Caso ocorra, as linhas não devem ser interrompidas no cruzamento mas sim "passar por cima“. Nem mesmo quando o o desenho for "quebrado" a cota é interrompida. 3) As linhas de centro jamais serão usadas como linhas de cota, mas sim como linhas auxiliares e, nesse caso, elas continuam como linhas de centro até o limite do contorno do desenho. Ou seja, Linha de cota ≠ Linha auxiliar 4) linha de chamada corda é uma reta que liga dois pontos da circunferência, já arco é uma parte da circunferência (é curva) Dimensão do furo e dimensão dos círculos-base na vista frontal e profundidade dos furos na vista de corte. Círculo base (azul): é um círculo imaginário que passa pelo centro de elementos repetidos, como furos, ao redor de uma peça. desnecessária Navios: O nome do plano de corte que mostra as seções estruturais transversais do navio é ________________ Há um desenho fundamental para determinar a quantidade e o peso do chapeamento utilizado na construção do navio, que é a _________________________ Plano de cavernas Expansão do chapeamento 60° que estão fora de escala Leiaute Formato: qual tamanho é ideal? Qual é o tamanho básico? Dimensões do formato A0 e A1 Margem: Tem-se 3 espaços: para o desenho, ________ e _________ -> Espaço para texto: explique. Onde se localiza na folha e qual largura? Ramificações em ordem: • Explanação: • Instruções: • Referências: • Localização de planta de situação: • Tábua de Revisão: -> Legenda: Cotagem de elementos equidistantes, chanfros e escareados Elementos equidistantes: Chanfros e escareados: Criação de legenda na cota e cota de dimensões específicas (3) Regras de dobramento e escrita: qual formato final? A dobra é para qual lado? Largura das linhas para letra maiúscula e minúscula? A distancia dos caracteres? A escrita pode ser inclinada? A escrita deve ser feita de qual forma? Ramificações da tolerância Extra: Na hora de resolver ângulos entre retas: ISO (Organização Internacional de Normalização): ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas): INMETRO: Quais são os esquadros padrão e os ângulos obtidos pela combinação dos vértices deles? Diagonais em linhas estreitas: Estado de superfície: símbolo básico são ________em um _____________ Classe de rugosidade: o que são os códigos e seu maior e menor valor? Qual a diferença dos valores dos códigos na tabela Rugosidade (simbologia antiga) Estrias: o que são? E complete a tabela 5x18 sendo 5 é o N° de espaços e 18 o comprimento. Pode ser cotados indiretamente, basta cotar um elemento e multiplicar pelo número de vezes em que aparece (x5 etc). a) Pode-se utilizar letras junto a uma legenda . b) Quando o desenho estiver em meio-corte, a linha de cota deve se cruzar e se estender além do eixo de simetria como em b. c) Cota em localizações específicas no desenho, a cota deve ser acompanhada de uma linha traço e ponto larga e paralela. deve cotar o ângulo e sua distância horizontal separadamente, porém se o ângulo for 45° (mais comum), pode-se colocar junto na mesma linha. Lembrando que escarear é cravar parafusos até que as cabeças fiquem ao nível da peça (ou seja, um “chanfro interno”). O formato final do dobramento tem que ser o de uma folha A4, independentemente de qual tamanho. A legenda tem que ficar visível e ser feita a partir do lado direito da folha de desenho, em dobras verticais. A largura da linha para letras deve ser a mesma para letras maiúsculas e minúsculas. A escrita dos caracteres deve ter uma distância de no mínimo duas vezes a largura da linha. A escrita pode ser tanto na vertical quanto levemente inclinada (ângulo de 15°) em relação a vertical. E, por fim, a escrita deve ser de tal forma que suas linhas se cruzem ou se toquem em ângulo reto. Cada código indica um valor de desvio médio em mícrons e seu maior (N12) e menor valor (N1) estãona figura, lembrando que o valor do código é o dobro do valor anterior. São as linhas de irregularidades da superfície. Sua direção predominante pode ser paralela =, perpendicular ꓕ e outros na tabela. Fiscaliza e certifica normas, produtos, serviços etc, ou seja, consolida as normas ditas pelas organizações acima Cria e edita normas técnicas no Brasil. É a representante da ISO no Brasil. Adapta normas ISO como NBR. A norma dita que desenho deve sempre ser feito no menor formato possível. O formato A0 é considerado pela norma como o formato básico. A0: 841 x 1189, A1: 594 x 841 margens esquerdas serão perfuradas e utilizadas para arquivamento, por isso sempre mantém o tamanho de 25 mm para qualquer tamanho de folha. deve conter informações necessárias e se ramifica em 5 tópicos. Pode ser colocado à direita do desenho (igual a figura) ou na margem inferior (embaixo). Largura dessa coluna: igual à largura da legenda ou no mínimo 100 mm. informa sobre símbolos especiais, abreviaturas e tipos de dimensões informações necessárias à execução do desenho (lista de material, estado de superfície, local de montagem e número de peças etc) são informações que se referem a outros desenhos ou documentos Planta esquemática com informação da localização do terreno (arredores) e deve ficar visível quando a folha é dobrada no padrão A4. informações sobre correções e alterações no desenho depois de aprovado pela 1° vez. Deve conter o n° da revisão, motivo e assinaturas de revisão Procure a reta que corte AMBOS e deixa essa questão pro final Organização internacional que cria e edita normas técnicas e padrões globais. texto legenda 1 2 3 4 5 6 (45°–45°–90°) e (30°–60°–90°) 2 linhas ângulo de 60° São usadas para indicar faces planas em peças. Ex: indicação de rebaixo plano, furo passante quadrado, face lateral de prismas etc. image6.png image7.png image8.png Microsoft_PowerPoint_Presentation.pptx A tensão de tração pode surgir por: força de tração ou momento fletor (mesmo vale para compressão). Nesse problema só tem momento fletor, ou seja, flexão pura, então o valor máximo nos dois lados é o mesmo (em módulo). Portanto, nesse problema, tem-se tensão de compressão = -250 KPa e tensão de tração = 250KPa Análise da seção transversal: o ponto mais distante tem maior tensão de flexão. Mas caso a análise seja da viga inteira, como na foto abaixo, e não mencione o ponto da seção transversal, a maior tensão de flexão ocorrerá no ponto com maior momento fletor (faz-se o diagrama) Q180 Q184 Esse é um problema em que temos tensão por momento fletor e por tração. A tensão por tração clássica existe quando a força for perpendicular à SEÇÃO TRANSVERSAL. Portanto, é uma questão de flexo-tração. Q223 Pois não há força perpendicular a seção transversal Mantra O momento fletor causado por F provoca tração nas fibras sup. e compressão nas fibras inf. Até aqui não daria para saber se o valor é máximo nas fibras superiores ou inferiores, porém: Fx gera somente força compressiva, aumentando a compressão nas fibras inferiores. Para identificar onde ocorre o momento máximo, eu fiz os cálculos e desenhei o diagrama, mas foi muito difícil. Por isso, a dica é ATRIBUIR valores às variáveis e esboçar os diagramas. Q17 + - - + A tensão normal compressiva ocorre para onde a seta aponta, já a tensão de tração ocorre no “bumbum” da seta. Ex: nos exercícios abaixo a tensão compressiva ocorre acima da linha neutra. 1 image8.png image9.png image10.png image11.png image12.gif image13.png image14.jpeg image15.png image16.png image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png image9.wmf Microsoft_PowerPoint_Presentation1.pptx -> Flexão pura: Não há carga axial, só possui flexão. Cortante = 0 e momento fletor é máximo ou mínimo Fx e Fy são PARALELOS ao plano da seção transversal Fz é PERPENDICULAR ao plano da seção transversal e Fx,y é PARALELO ao plano da seção transversal (por isso que a força cortante gera tensão de cisalhamento) Análise das forças externas em relação a seção transversal para saber se tensão é normal ou cisalhante Fx Fy Fz Dicas: Substitua F e a por valores NÃO precisa fazer o momento visto que só com Fy = 0 deu para descobrir que Rc=Rd image1.png image2.png image3.jpeg image4.png image10.wmf Microsoft_PowerPoint_Presentation2.pptx Por questão de simetria Ma=mb. Mc=-ma pois a carga enverga a tubulação para baixo como na figura, e, se Ma tivesse o mesmo sentido de C, os efeitos se somariam, aumentando a flexão. Com sentidos opostos, ocorre uma compensação, reduzindo a flexão. Sempre fazer esse diagrama quando perguntar qual configuração gera maior esforço Q155 Errei pois não analisei em relação a D Força cortante gera tensão de cisalhamento. Portanto, a tensão de cisalhamento máxima ocorrerá na seção de maior força cortante Cortante constante → momento fletor linear Cortante linear → momento fletor parabólico Cortante nulo → momento fletor constante (indica flexão pura e, nesse trecho, o momento fletor é máximo ou mínimo) Caso a questão peça a seção crítica e nenhum esforço cortante seja nulo, é preciso calcular o momento fletor em cada seção para identificar qual possui o maior momento fletor e, portanto, qual é a seção crítica. Como exemplo resolva a questão ao lado. IMPORTANTE: Pediu tensão normal máx -> tensão de flexão (σ=M.c/I); seção crítica ou momento fletor máx -> maior momento fletor; tensão de cisalhamento máx -> ocorre na maior força cortante IMPORTANTE: no momento fletor a análise do sinal é em relação ao ponto ____ Resposta: letra B D 1 image8.gif image1.png image2.png image3.jpg image4.png image5.png image6.png image7.png image11.png image12.png Microsoft_PowerPoint_Presentation3.pptx Dica master -> se você estiver em dúvida se a questão pede deformação específica ou deformação elástica (nomes muito parecidos), lembre-se: a deformação específica não possui unidade, pois é dada por uma razão (mm/mm). Já a deformação elástica (alongamento) possui unidade de comprimento. Ex: na questão acima não tem unidade (mícron é fator multiplicador) image1.png image2.png image3.png image4.png Microsoft_PowerPoint_Presentation4.pptx Q85 Q179 1 image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png image13.png image14.png Microsoft_PowerPoint_Presentation5.pptx A função do coeficiente de Poisson é avaliar a deformação no sentido da área transversal e no sentido perpendicular à seção transversal image1.png image2.png image3.png Microsoft_PowerPoint_Presentation6.pptx 1 image1.png image2.png Microsoft_PowerPoint_Presentation7.pptx Tinha errado pois coloquei o coef. De atrito como uma força Para o bloco 2 não escorregar, ele deve ter a mesma aceleração do bloco 1 Importante: Não posso fazer F-fat= m.a pois as forças estão em corpos DIFERENTES. 1 image1.png image2.png image3.png image4.png image1.png Microsoft_PowerPoint_Presentation8.pptx Errei a questão pois fiz τ = V/A, não vi esse ”máxima” Q188 Torque tem efeito diferente em cada um pois a seção transversal é diferente. Só há soma quando tem >1 torque As questões a seguir tratam sobre Tresca (Tensão de cisalhamento máxima): pode notar que as questões do slide que citaram Tensão de cisalhamento máxima mas usaram τtorção= T.c/J. Dica para diferenciar um ou outro: quando não dá o torque, não fala de rotação ou cita tensão principal é um alerta para ser Tresca 1 image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png image2.png image3.jpeg image4.png image5.png image19.wmfimage20.png image21.png Microsoft_PowerPoint_Presentation11.pptx Resiliência Tenacidade (área total sob a curva) image1.png image2.png image3.png image22.wmf Microsoft_PowerPoint_Presentation12.pptx Explique o limite elástico (ou limite de escoamento): Limite elástico não significa “acabou a deformação elástica”, significa “a partir daqui começa deformação permanente”. Preste atenção ao lado image1.png image2.png image3.png image23.emf image24.png image15.jpeg Microsoft_PowerPoint_Presentation9.pptx 3) Nesse caso do guindaste não faz sentido decompor! O torque é T=P.R Obs de outro exercício: Caso tenha uma polia que move um eixo que gira, usar o diâmetro da POLIA no cálculo, obviamente (colocar esse exercício aqui) Sempre o ângulo entre P e Py = θ (serve para outros exercícios tbm como a questão ao lado A força que age na barra B é F, já a que age em A é Fcosθ θ= θ image1.png image2.gif image16.wmf image17.png image18.png Microsoft_PowerPoint_Presentation10.pptx Característica Centrípeta Centrífuga Direção É força real? Referencial Responsável pelo quê? Para o centro Para fora do centro Não (fictícia) Pessoa dentro do carro em movimento Sensação de “empurrão” para fora Manter o corpo na trajetória circular Pessoa parada vendo de fora Sim Possuem a mesma fórmula Força centrípeta é dada por: Fₙ = m·aₙ, onde aₙ é a aceleração normal (centrípeta). Quem fornece a força centrípeta é a força de atrito estático entre os pneus e a pista. Logo, no caso de um veículo, Fat estático = m·aₙ. Isso caso o veículo percorra a curva sem deslizar; caso deslize, o atrito passa a ser dinâmico. Diga a velocidade média: 12,5 image1.png image2.gif Microsoft_PowerPoint_Presentation18.pptx image1.png image2.jpeg image3.png image4.jpeg image5.png image28.png Microsoft_PowerPoint_Presentation19.pptx Explique o fenômeno da ressonância: 2) A assimetria de rigidez das peças desalinhadas gera picos em qual frequência? 3) Explique essa frase: Quanto maior o desalinhamento, mais próxima de 180º será a diferença de fase da vibração. 4) Tipos de Desalinhamento: para girar. Q115 Q202 O desbalanceamento gera vibração. Quando essa vibração (frequência) se aproxima da frequência NATURAL do sistema (máquina + estrutura de suporte), ocorre ressonância, tornando as vibrações MUITO intensas. Ou seja, ocorre em faixas específicas de frequência. Obs: Todo sistema mecânico possui frequência natural, que depende principalmente da massa e da rigidez. Para balancear uma máquina ou componente, deve-se colocá-la(o) ________ Uma vibração é como uma onda (sobe e desce). A fase da vibração é a posição dentro da onda, podendo estar no início, subindo, no pico, etc. Se ao medir dois pontos em um sistema desalinhado, e observar que, enquanto o ponto A está subindo, o ponto B está descendo, então há uma diferença de fase de 180° e o desalinhamento é elevado. Desalinhamento Paralelo: os eixos ficam paralelamente afastados. Vibrações são principalmente radiais. Desalinhamento Angular: Os eixos formam um ângulo (tipo um V). Vibrações são principalmente axiais. Assim como uma régua reta é mais difícil de deformar (mais rígida) e, quando inclinada, deforma mais facilmente (menos rígida), no desalinhamento existem posições em que o sistema parece mais rígido (maior reação) e outras em que fica mais “solto” (menor reação). Isso é chamado de assimetria de rigidez das peças desalinhadas. Esse comportamento ocorre na frequência de 2 vezes por volta. Para balancear, você precisa colocar massa no lado exatamente contrário. O oposto de um ângulo é sempre: ângulo oposto=ângulo+180°. Nessa questão temos: 215°+180°=395°, porém o círculo só vai até 360°, então: 395°−360°=35° Q182 Q187 image9.png image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png image8.png Microsoft_PowerPoint_Presentation20.pptx Q216 Q178 Teorema dos Eixos Paralelos (Steiner): I= +Ad², sendo = momento de inércia no eixo desejado, = momento de inércia no eixo centroidal (citado no slide anterior), = área da figura e = distância entre o eixo centroidal e o eixo desejado. Triângulo retângulo com um ângulo de 45, os catetos têm exatamente o mesmo valor (triângulo isósceles). image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png image8.png Microsoft_PowerPoint_Presentation21.pptx Em sistemas de roldanas, há duas regras: 1) A roldana fixa não altera a tração no cabo; a roldana móvel divide a força por 2. Como no exercício só há duas móveis (em vermelho), divide-se por 4. 2) É desnecessário usar seno ou cosseno, pois as forças inclinadas são redistribuídas internamente pelo conjunto (cordas + polias). Diga a orientação das tensões normais em 1,2 e 3: A 3 NÃO é de compressão pois quem aponta para baixo é a força PESO e não a tensão normal! image1.png image2.jpeg image3.gif image4.png image5.png image29.jpeg Microsoft_PowerPoint_Presentation22.pptx Para um problema plano (2D), QUALQUER estrutura rígida tem 3 equações independentes: . Ou seja, só é possível resolver até 3 reações usando a estática. Dito isso, Se tiver menos de 3 reações→ estrutura solta/instável (hipostática) Se tiver exatamente 3 reações→ apoios na medida certa (isostática) Se tiver mais de 3 reações→ indeterminada (hiperestática) Explique a definição de estrutura hipostática, isostática e hiperestática Errei pois não percebi que P é um APOIO (formato de triângulo) image1.png image2.png Microsoft_PowerPoint_Presentation23.pptx Errei pois não fiz o ∑Fx=0! Importante NÃO pular ele Observação: Como queria a tensão em A, então isolou o FB para ter tudo em função de A!! Isso é SUPER importante pois inicialmente isolei o Fa e tive que REFAZER TUDO. Q251 Q275 Q249 Q275 Q276 e Q285 e 16/π 1 image8.png image9.png image10.png image11.png image12.png image13.png image14.png image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png Microsoft_PowerPoint_Presentation24.pptx image1.png image2.png image30.png Microsoft_PowerPoint_Presentation13.pptx Q131 Q133 image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image25.wmf Microsoft_PowerPoint_Presentation14.pptx Letra B: o sólido permanece na mesma velocidade no ponto 2 e no ponto 3, ou seja, energia cinética de ambos é iguais. Porém no ponto 3 existe mais altura, o que o leva há ter maior energia potencial, frente ao ponto 2. Edissipada= Epot-Ec 1 image1.png image2.png image3.png image4.png image26.wmf Microsoft_PowerPoint_Presentation15.pptx image1.jpeg image2.png image27.wmf Microsoft_PowerPoint_Presentation16.pptx Pelo amor de Deus não ignore nenhum apoio! Fiz o somatório de forças sem considerar Rb e deu completamente errado!! Outra coisa, eu bati o olho e vi 314 kg e logo multipliquei por 10, mas na verdade é 314 kgf!! CUIDADO Q97 Q128 Erros Resolução Na barra BC, há a força em D, que é uma reação à força F. O D pode ser decomposto em Dy e Dx, conforme a figura abaixo: Diga o valor da maior tensão normal aplicada nas chapas É necessário descontar a área do furo da área transversal da chapa, pois a maior tensão ocorre na menor área resistente. Tensão = 10 MPa Q123 Seção transversal quadrada cujos lados medem 100 mm A força de 500N não está perpendicular a seção transversal, portanto só há tensão devido ao momento fletor1 image8.png image9.png image10.png image11.png image12.png image13.gif image14.jpeg image15.jpeg image1.png image2.png image3.gif image4.png image5.png image6.png image7.png Microsoft_PowerPoint_Presentation17.pptx PARA DE PREGUIÇA EM FAZER DCL, E FAÇA 1 PRA CADA CORPO A balança indica a força NORMAL (F. do elevador) 400 - 320 = 40 .a 80/40 = a a = 2 image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png Microsoft_PowerPoint_Presentation25.pptx image1.png image35.wmf Microsoft_PowerPoint_Presentation26.pptx Usa-se a linha de centro em peças simétricas ou em elementos centrados. Ex: a figura ao lado está incorreta por possuir apenas linha de centro na vertical e horizontal, sugerindo simetria em 90°, sendo que a peça tem simetria radial de 6 braços (a cada 60°). Usa-se linha de centro em quais ocasiões? e linha de simetria e limite de peças móveis image1.png image2.png image36.wmf Microsoft_PowerPoint_Presentation27.pptx 4 1 6 image5.png image6.png image1.png image2.png image3.png image4.png image37.wmf image38.png Microsoft_PowerPoint_Presentation28.pptx Extra: na perspectiva isométrica de um cubo a direção de observação coincide com a diagonal espacial do cubo (diagonal do sólido), ou seja, uma das linhas de projeção do cubo coincide com a diagonal. D Extra 2: a perspectiva isométrica, dimétrica, etc, podem ser representadas com outros ângulos além dos ditos. O importante é entender que na isométrica os 3 ângulos entre os 3 eixos são iguais, na dimétrica 2 dos 3 ângulos são iguais e na trimétrica todos são diferentes. ≅131° 97° 131° Dimétrico Isométrico image1.png image2.jpeg image3.jpeg image4.png image39.png image30.gif Microsoft_PowerPoint_Presentation29.pptx Formato de cada hachura: Elastômeros/vidro/cerâmica, concreto, líquido, madeira, terra, aço, bronze/latão/cobre, alumínio e plásticos Ferro fundido image1.png image2.gif image40.png image41.png image42.png image31.png image32.png image33.png image34.png image48.png image49.png image50.png Microsoft_PowerPoint_Presentation30.pptx Furo roscado tem rosca INTERNA e a crista fica voltada para dentro. Crista Raiz Parafuso roscado tem rosca EXTERNA e, na montagem de uma rosca e um furo, a rosca externa encoberta a interna. Furo sem rosca Furos tem esse formato triangular no final por conta da ponta da broca Observe que todos seguem a regrinha abaixo: Extra: a rosca, de perfil, não completa uma volta inteira pois o primeiro fio se acaba e é sobreposto por outro. Serve para diferenciar uma aresta comum de uma rosca Ex: em vistas em que o furo e a rosca não são visíveis, as linhas serão tracejadas conforme a regrinha acima 1 image8.png image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png Microsoft_PowerPoint_Presentation31.pptx Se fosse 1º diedro o nariz da vista lateral esquerda deveria estar para fora do desenho image1.png image2.png Microsoft_PowerPoint_Presentation32.pptx image1.png image2.png image3.png image4.jpeg image5.png Microsoft_PowerPoint_Presentation33.pptx Linha P é de interseção e a Q de tangência Caracterize as linhas P e Q Também existe a linha de interseção imaginária circulada acima image1.png image2.gif image51.png image52.png Microsoft_PowerPoint_Presentation34.pptx Centro radical: explique e desenhe É o ponto amarelo onde se encontram os eixos radicais de três circunferências (com centros não alinhados e tamanhos podendo ser diferentes). Sendo eixo radical a linha formada pelos pontos que têm a mesma potência em relação às duas circunferências (em vermelho) Isométrica Qual delas é a frontal? image1.gif image2.gif image3.gif image4.gif image53.gif image54.gif Microsoft_PowerPoint_Presentation35.pptx A peça ao lado sugere, pelos círculos e pelo enunciado, que é simétrica. Como 1/4 da peça está totalmente cortado, entende-se que o mesmo ocorre com o restante, caracterizando corte total. Se fosse meio-corte, seria representada também a parte sem corte, como na segunda imagem. image1.png image2.jpeg image43.jpeg image44.gif image45.png image46.png image47.png Microsoft_PowerPoint_Presentation37.pptx Cadeia Referência image1.png image2.png image3.png image4.png image60.wmf image61.png image62.png image63.gif image64.gif image55.jpeg image56.png image57.png image58.png Microsoft_PowerPoint_Presentation36.pptx 1 2 3 4 1 método 2 método image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png image7.png image59.wmf image68.png image69.jpeg Microsoft_PowerPoint_Presentation41.pptx A medida claramente não é FH porque R > H. Poderia até ser G, mas dessa forma, haveria duas respostas, G e J. L é o centro do quadrado, logo, a resposta correta é a Letra d. Extra 2 Fui burra! Marquei a vista lateral (em vermelho), por ser a parte com maior comprimento. Não se deixe enganar, a frontal é a verde! Qual é a vista frontal? image1.png image2.png image3.jpeg Microsoft_PowerPoint_Presentation42.pptx O que indica a, b, c, d, e e y? Valor de sobremetal para usinagem Direção das estrias Comprimento da amostra em mm Qualquer outro parâmetro de rugosidade Método de fabricação Rugosidade (ou intervalo de rugosidade) ou classe de rugosidade (ou intervalo de classe de rugosidade) a b c d e y = Intervalo image1.png image2.png image3.png image4.png Microsoft_PowerPoint_Presentation43.pptx A plaina limadora produz estrias na direção do movimento de avanço da ferramenta, ou seja, paralela ao movimento retilíneo alternado da ferramenta No faceamento, a ferramenta avança do diâmetro externo em direção ao centro (ou vice-versa), enquanto a peça gira, ou seja, gera estrias circulares (concêntricas). image1.png image2.png image70.png image71.png Microsoft_PowerPoint_Presentation38.pptx Elementos equidistantes Chanfros e escareados Elementos equidistantes c) b) a) image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png image65.wmf image66.png image67.png Microsoft_PowerPoint_Presentation39.pptx Está inclinado mas é batimento axial Macrogeométricas Micro = rugosidade /textura superficial Observações: O terceiro quadradinho é a superfície de referência, caso não tenha esse 3ª quadradinho significa que não depende de nenhuma outra face da peça como referência. O paralelismo de 0,05 é em relação a face oposta (B). Em todas as questões do assunto, mesmo tendo uma superfície de referência X, fala-se “referente a X... em qualquer plano” Q23 e 43 Em mm Atencão: tolerância é a diferença entre a MAIOR dimensão e MENOR dimensão! Para de pensar que tolerância é esse numerozinho em cima ( ) , pelo AMOR DE DEUS image1.png image2.gif image3.gif Microsoft_PowerPoint_Presentation40.pptx Extra: Ameba (ou nuvem de revisão): É usada para destacar visualmente as alterações feitas em relação à revisão anterior do desenho. Está vinculada a tábua de revisão. Mostrada em azul na imagem abaixo. image1.png image2.png image3.png image4.png