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PORTFOLIO HIDROLOGIA

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1 
 
SISTEMA DE ENSINO 100% ONLINE 
ENGENHARIA CIVIL 
 
 
 
 
 
ADALVERLANE GOMES SANTOS 
RA: 7390858202 
 
 
 
ATIVIDADE PRÁTICA 
HIDROLOGIA E MANEJO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS 
 
 
 
 
 
 
 
ARAPIRACA - AL 
2026 
 
 
 
 
2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ATIVIDADE PRÁTICA 
HIDROLOGIA E MANEJO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS 
 
 
 
Trabalho apresentado à Universidade 
ANHANGUERA, como requisito parcial para a 
obtenção de média semestral na disciplina norteadora 
do semestre letivo. 
Mediador Pedagógico Online: Solange Fátima Defassio 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2026 
 
 
 
 
3 
SUMÁRIO 
1. INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 4 
2. DESENVOLVIMENTO. ............................................................................................. 5 
 2.1 MEDIÇÃO DE VAZÃO PELO MÉTODO DO FLUTUADOR ........ 5 
 2.2 CÁLCULO DA VAZÃO MÁXIMA USANDO CURVA-CHAVE ... 8 
 2.3 CÁLCULO DA VAZÃO DE PROJETO PELO MÉTODO 
RACIONAL. ........................................................................................... 10 
 2.4 ANÁLISE DE VAZÕES E DISPONIBILIDADE HÍDRICA. ......... 13 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. ......................................................................... 15 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
1 INTRODUÇÃO 
Relatório das aulas práticas para a matéria de Hidrologia e Manejo de Bacias 
Hidrográficas. Ao todo foram 4 aulas práticas, sendo o foco da primeira aula foi a 
determinação da vazão de um cursod’água. Na aula 2 foi encontrado a vazão 
máxima usando curva-chave. Na aula seguinte foi feito o cálculo da vazão de projeto 
pelo método racional. Finalmente, na aula 4 foi realizada a análise de vazões e 
disponibilidade hídrica. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5 
 
2 DESENVOLVIMENTO 
 
 2.1 AULA PRÁTICA 1 – MEDIÇÃO DE VAZÃO PELO MÉTODO DO FLUTUADOR 
 
Nesta aula os objetivos são: determinar a velocidade média de escoamento da 
água utilizando o métododo flutuador; calcular a área média da seção transversal 
de um rio ou canal; obter a vazão média (Q) de um manancial através da relação 
entre velocidade e área; compreender a importância da medição de vazões em 
estudos de abastecimento, drenagem, irrigação e gestão hídrica. 
AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS 
1. Qual foi a velocidade média superficial obtida a partir dos tempos 
medidos? 
 
Medição 
Tempo–t 
(s) 
Distância
– L (m) 
Velocidade 
(m/s) 
1 42 11 0,261904762 
2 41 11 0,268292683 
3 36 11 0,305555556 
4 40 11 0,275 
5 39 11 0,282051282 
6 42 11 0,261904762 
7 41,5 11 0,265060241 
8 40,6 11 0,270935961 
9 39,8 11 0,27638191 
10 42,1 11 0,26128266 
 
2. Qual foi a velocidade média corrigida após a redução de 20%? 
 
 
Medição 
Tempo–t 
(s) 
Distância
– L (m) 
Velocidade 
(m/s) 
Velocidade 
corrigida 
(m/s) 
1 42 11 0,261904762 0,2095238 
2 41 11 0,268292683 0,2146341 
3 36 11 0,305555556 0,2444444 
4 40 11 0,275 0,22 
5 39 11 0,282051282 0,225641 
6 42 11 0,261904762 0,2095238 
7 41,5 11 0,265060241 0,2120482 
8 40,6 11 0,270935961 0,2167488 
9 39,8 11 0,27638191 0,2211055 
10 42,1 11 0,26128266 0,2090261 
 
 
6 
Assim a velocidade média é de: v = 0,2182696 m/s 
3. Calcule a profundidade média das seções X e Y. 
 
 
Medidas(m) 
SeçãoX 
(m) 
SeçãoY 
(m) 
Largura entre as 
margens 
2,44 3,1 
Profundidade 
Intervalo A – B 
0,305 0,335 
Profundidade 
Intervalo B–C 
0,244 0,305 
Profundidade 
Intervalo C–D 
0,1525 0,122 
Profundidade 
Intervalo D–E 
0 0,023 
Profundidade 
média 
0,6283 0,777 
 
4. Determine as áreas transversais 𝐴𝑋 e 𝐴𝑌. 
 
 
Medidas(m) 
 
SeçãoX(m) 
 
SeçãoY(m) 
Largura entre 
as margens 
2,44 3,1 
Profundidade 
Intervalo A–B 
0,305 0,335 
Profundidade 
Intervalo B–C 
0,244 0,305 
Profundidade 
Intervalo C–D 
0,1525 0,122 
Profundidade 
Intervalo D–E 
0 0,023 
Profundidade 
média 
0,6283 0,777 
Área Ax= 1,53305 Ay= 2,4087 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 
 
5. Qual foi a área transversal média do trecho? 
 
 
Medidas(m) 
SeçãoX 
(m) 
SeçãoY 
(m) 
Largura entre as 
margens 
2,44 3,1 
Profundidade 
Intervalo A–B 
0,305 0,335 
Profundidade 
Intervalo B–C 
0,244 0,305 
Profundidade 
Intervalo C–D 
0,1525 0,122 
Profundidade 
Intervalo D–E 
0 0,023 
Profundidade 
média 
0,6283 0,777 
Área 1,53305 2,4087 
Area média 1,970876 
 
6. Qual foi a vazão média final estimada para o manancial? 
VAZÃO = ÁREA MÉDIA * VELOCIDADE CORRIGIDA 
Q = 0,430182287 m3/s 
7. Explique por que o método do flutuador exige correção da velocidade 
medida. 
O método precisa de correção porque mede apenas a velocidade superficial, 
que é maior que a média do fluxo. 
De forma geral o método do flutuador permitiu estimar a vazão do 
curso d’água de forma simples e eficiente. A aplicação do fator de correção foi 
essencial para aproximar a velocidade superficial da velocidade média real. O 
resultado obtido demonstra a importância dessa técnica em medições 
hidrológicas básicas, sendo útil em estudos de engenharia e gestão de 
recursos hídricos. 
 
 
 
 
 
 
 
8 
 2.2 AULA PRÁTICA 2 – CÁLCULO DA VAZÃO MÁXIMA USANDO CURVA-CHAVE 
 
Neste experimento foi compreendido o conceito de uma curva-chave (relação entre 
cota e vazão); estimou-se as vazões em um rio, determinando a vazão máxima 
permitida para que a água não alcance o tabuleiro de uma ponte. Segue abaixo as 
informações utilizadas para a Avaliação dos Resultados: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
9 
AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS 
 
1. O que é uma curva-chave e qual sua utilidade? 
A curva-chave é um gráfico resultante da equação matemática que 
estabelece a relação empírica entre o nível da água (cota) e a vazão em uma 
determinada seção transversal de um rio ou canal. 
2. O que representa a cota H em um rio? 
A cota H representa a altura da água em metros 
3. Qual foi a vazão encontrada para H=7m? 
Como a equação fornecida para encontrar a vazão do referido rio é 
𝑄 = 9,2893 ∗ 𝐻2,3067, quando H = 7 temos uma vazão de: 
𝑄 = 9,2893 ∗ 𝐻2,3067 → 𝑄 = 9,2893 ∗ 88,9995168 
𝑄 = 826,74𝑚3/s. 
4. A ponte estaria segura se a vazão fosse 600 m³/s? Explique. 
A ponte estaria segura pois a vazão máxima seria de 826,74m3/s. Lembrando 
ainda que a altura máxima da água é de 7 metros e com a vazão de 600, a 
água estaria em uma altura de aproximadamente 6,09 metros. 
5. Porque esse tipo de cálculo é importante em obras hidráulicas? 
Esses cálculos podem evitar falhas estruturais e enchentes. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
 2.3 AULA PRÁTICA 3 – CÁLCULO DA VAZÃO DE PROJETO PELO MÉTODO RACIONAL 
 
 
No experimento realizado nesta aula será determinada a vazão máxima de 
projeto gerada por um evento extremo de chuva em uma bacia hidrográfica urbana. 
Como se trata de uma bacia pequena, com área menos de 5 km2, será utilizado 
Método Racional, dado pela fórmula abaixo: 
𝑄 = 0,278 ⋅ 𝐶 ⋅ 𝑖 ⋅ 𝐴, 
Onde: 𝑄 = vazão de projeto (m³/s); 𝐶= coeficiente de deflúvio (adimensional); 𝑖= 
intensidade máxima de precipitação (mm/h); 𝐴 = área da bacia (km²). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
11 
AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS 
 
1. Qual foi o tempo de concentração 𝑡𝑐 calculado para a bacia? 
Levando em conta que para calcular o tempo de concentração da bacia é utilizada 
a equação de Kirpich 
 
Considerando ainda que o comprimento do talvegue principal L = 1,85km e que o 
desnível altimétrico (H) é a diferença entre a cota máxima (336 metros) e a cota no 
exutório (312 metros), obtemos H=24 m. Assim: 
 
 
2. Qual foi a intensidade máxima de precipitação 𝑖 obtida pela equação IDF? 
Segundo as orientações os parâmetros da equação IDF para Araçatuba –SP já 
foram determinados previamente e devem ser utilizados diretamente nos cálculos: 
𝐾 = 1539,561; 𝑎 = 0,142; 𝑏 = 24,999; 𝑐 = 0,755; TR = 50 anos. 
A equação IDF utilizada é: 
 
 
3. Qual foi a vazão de projeto𝑄 calculada pelo Método Racional? 
Considerando que a bacia hidrográfica possui área total: A = 3,63 𝑘𝑚2, que o 
coeficiente de deflúvio ponderado já calculado é: C = 0,62 calculamos a vazão: 
𝑄 = 0,278 ⋅ 𝐶 ⋅ 𝑖 ⋅ 𝐴 = 0,278 ∗ 0,62 ∗ 123,302 ∗ 3,63 = 77,146𝑚3/𝑠. 
4. Explique por que o Método Racional é recomendado apenas para bacias 
pequenas. 
Método racional só serve para bacias pequenas pois simplifica o comportamento 
hidrológico, como por exemplo nele é considerado que a chuva tem intensidade 
constante e é uniforme porto da a bacia considerada; na equação que determina 
a vazão o coeficiente de defluxo, C , representa de forma geral todas as perdas 
(infiltração, interceptação, armazenamento superficial e evaporação inicial) da 
 
 
12 
bacia. Por essas e outras razões o Método Racional só é recomendado para 
bacias pequenas.
 
 
13 
 
 2.4 AULA PRÁTICA 4 – ANÁLISE DE VAZÕES E DISPONIBILIDADE HÍDRICA 
 
Para o experimento, foi avaliado a capacidade de um determinado ribeirão, 
para que o mesmo atenda um distrito. A vazão demandada de consumo para esse 
distrito é de Q demanda = 5 L/s. 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Avaliação dos Resultados 
 
 
1. Qual foi a vazão máxima observada na série histórica? 
A vazão máxima observada nos dados foi de 18 L/s. 
2. Qual foi a vazão mínima observada na série histórica? 
 A vazão mínima foi de 6 L/s. 
3. Qual foi a vazão média do manancial? 
A vazão média do manancial foi de 11,19166667L/s. 
4. Considerando que: 𝑄 95 = 7𝐿/𝑠, calcule a disponibilidade hídrica 
outorgável: 
𝑄𝑑𝑖𝑠𝑝 = 0,5 ⋅ 𝑄95 = 0,5 ∗ 7 = 3,5𝐿/𝑠. 
5. Compare o valor encontrado com a demanda do distrito (5𝐿/𝑠). 
 
 
 
6. O ribeirão é capaz de atender a demanda de abastecimento sem 
comprometer o manancial? Justifique. 
O ribeirão não é capaz de atender a demanda do distrito, visto que a vazão 
máxima outorgável é menor que a vazão necessária para suprir as 
necessidades do distrito. A captação neste caso pode comprometer o 
manancial. 
 
 
 
 
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REFERÊNCIAS 
 
 
Roteiro de aula prática – HIDROLOGIA E MANEJO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS. 
Acessado em 14/04/2026. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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