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1 SISTEMA DE ENSINO 100% ONLINE ENGENHARIA CIVIL CRISTIANO RICARDO DA SILVA SANTOS RA: 7617590902 ATIVIDADE PRÁTICA MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL I ARAPIRACA - AL 2026 2 ATIVIDADE PRÁTICA MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL I Trabalho apresentado à Universidade ANHANGUERA, como requisito parcial para a obtenção de média semestral na disciplina norteadora do semestre letivo. Mediador Pedagógico Online: Solange Fátima Defassio 2026 3 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 4 2. DESENVOLVIMENTO. ............................................................................................. 5 2.1 ATIVIDADE PRÁTICA 1: MASSA UNITÁRIA E VOLUME DE VAZIOS DOS AGREGADOS .................................................................. 5 2.2 ATIVIDADE PRÁTICA 2: COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA . 10 2.3 ATIVIDADE PRÁTICA 3 – MASSA ESPECÍFICA DO CIMENTO. ................................................................................................................. 16 2.4 ATIVIDADE PRÁTICA 4 – IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS. ............................................................................. 19 3. CONCLUSÃO ............................................................................................................ 28 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. ......................................................................... 29 4 1. INTRODUÇÃO Neste portfólio, exploramos profundamente as propriedades e aplicações de materiais fundamentais na construção civil, focando em agregados, cimento e diferentes tipos de tijolos. Iniciamos com o estudo dos agregados, investigando sua massa unitária e volume de vazios, o que nos permitiu compreender sua influência na composição e no desempenho do concreto. Seguimos com a análise da composição granulométrica, uma atividade que revelou a importância da distribuição dos tamanhos dos grãos dos agregados na trabalhabilidade e na resistência do concreto. O terceiro experimento voltou-se para a determinação da massa específica do cimento, um componente vital na mistura do concreto, onde sua qualidade e propriedades afetam diretamente a durabilidade e a resistência estrutural. Finalmente, examinamos diversos tipos de tijolos —de 8 furos, maciços e laminados — avaliando suas dimensões, absorção de água e resistência ao rompimento. Este último estudo proporcionou insights valiosos sobre a seleção apropriada de materiais para diferentes necessidades e condições de construção, destacando a conexão entre as características dos materiais e as especificações técnicas necessárias para garantir estruturas seguras e duráveis. Através destas atividades práticas, não apenas aprimoramos nossas habilidades analíticas e técnicas, mas também desenvolvemos uma apreciação mais profunda pela complexidade e pela beleza da engenharia civil, reforçando a importância de escolhas informadas de materiais na construção do nosso ambiente construído. 5 2. DESENVOLVIMENTO 2. 1 ATIVIDADE PRÁTICA 1: MASSA UNITÁRIA E VOLUME DE VAZIOS DOS AGREGADOS Objetivos: Compreender o ensaio de massa unitária no estado compactado de britas. Entender a importância da massa unitária na transformaçãode quantidades de agregado em volumes para a realização de traços de concreto. Materiais Necessários: Brita1 Concha para concreto Haste de adensamento Recipiente de ensaio (10dm³) Termômetro digital clínico Balança com capacidade de 60kg Estufa de secagem Ensaio de Massa Unitária: 1. Pesar o Recipiente Vazio (mr): Peso do recipiente vazio:1900g. 6 2. Primeira Adição e Adensamento: Adicionada Brita 1 ao recipiente até um terço da capacidade e adensada. 3. Segunda Adição e Adensamento: Adicionada Brita 1 até dois terços da capacidade do recipiente e adensada. 7 4. Terceira Adição e Adensamento: Completado o preenchimento do recipiente com Brita 1 e adensado. 5. Nivelamento da Superfície: Superfície do agregado nivelada com a borda do recipiente. 6. Pesar o Recipiente com Agregado (mar): Primeira pesagem do recipiente com agregado: 16556g. Segundapesagem do recipiente com agregado: 16679g. Terceira pesagem do recipiente com agregado: 16647g. 8 Cálculos e Resultados: Dados: Peso do recipiente vazio (mr): 1900g Primeira pesagem do recipiente com agregado (mar1): 16556g Segunda pesagem do recipiente com agregado (mar2): 16679g Terceira pesagem do recipiente com agregado (mar3): 16647g Volume do recipiente (V): 0,01 m³ (ou 10 L) Cálculos da Massa Unitária do Agregado (pap): Para calcular a massa unitária do agregado, usamos a fórmula: pap=(mar - mr)/V Primeira Pesagem: pap1 = (16556 - 1900) / 10 = 14656 / 10 = 1465,6kg/m³ Segunda Pesagem: pap2 = (16679 - 1900) / 10 = 14779 / 10 = 1477,9kg/m³ Terceira Pesagem: pap3 = (16647 - 1900) / 10 = 14747 / 10 = 1474,7 kg/m³ Média da Massa Unitária: pap média = (pap1 + pap2 + pap3) / 3 pap média= (1465,6 + 1477,9 + 1474,7) / 3 pap média = 4418,2 / 3 = 1472,73kg/m³ Dados Obtidos: Média da massa unitária do agregado (pap): 1472,73kg/m³ Massa específica relativa do agregado seco(d1): 2880kg/m³ Massa específica da água (pw): 100kg/m³ Fórmula do Índice de Vazios (EV): EV = (1 - (pap / d1)) x 100 Substituindo os valores: Primeiro passo: Dividir a massa unitária do agregado pela massa específica relativa do agregado seco: 1472,73 / 2880 = 0,51135 9 Segundo passo: Subtrair o resultado de 1 e multiplicar por 100 para obter o índice em porcentagem: (1 - 0,51135) x 100 = 48,865 Cálculos: 1. Calculo da divisão:1472,73 dividido por 2880 = 0,51135 2. Subtração de 1 pelo resultado da divisão: 1 - 0,51135 = 0,48865 3. Conversão para porcentagem: 0,48865 x 100 = 48,865 Resultado: Índice de Vazios do Agregado: 48,865% Este resultado indica que, para a amostra de agregado usada, aproximadamente 48,865% do volume é composto por vazios. Este índice é crucial para entender a capacidade do agregado em compactar-se, influenciando a dosagem e as propriedades do concreto. 10 2. 2 ATIVIDADE PRÁTICA 2: COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA Objetivo: Realizar um ensaio para determinar o módulo de finura e a dimensão máxima característica de uma amostra de agregado, conforme a norma NBR NM 248 (ABNT, 2003). Materiais Necessários Amostra de agregado Série de peneiras Fundo de peneira Agitador mecânico Balança Bandejas fundas Escova de cerdas macias Pesagem das Amostras de Agregado Primeira amostra pesada: 5053.0 11 Segunda amostra pesada: 5037,9g Segui o procedimento de montagem do jogo de peneiras em ordem decrescente de abertura, colocando a maior abertura no topo e o fundo avulso abaixo de todas. Realizei o ensaio de peneiramento. Cada fração retida foi cuidadosamente transferida para bandejas previamente pesadas e identificadas. A massa retida em cada peneira foi determinada, e os resultados foram anotados para posterior cálculo dos percentuais retidos e acumulados. Fizemos o mesmo processo com a bacia da segunda amostra e anotamos os valores para cálculos futuros. Para a primeira amostra(m1): 1. Massa total da amostra (m1): 5053.0g Cálculos dos percentuais retidos para cada peneira: 2. Peneira de 12,5mm: 12 Massa retida: 2478.6g Percentual retido:(2478.6 / 5053.0) * 100 ≈ 49.05% 3. Peneira de 9,5mm: Massa retida: 1856.3g Percentual retido: (1856.3 / 5053.0) * 100 ≈ 36.74% 4. Peneira de 6,3mm: Massa retida: 507.2g Percentual retido: (507.2 / 5053.0) * 100 ≈ 10.03% 5. Peneira de 4,8mm: Massa retida: 56.0g Percentual retido: (56.0 / 5053.0) * 100 ≈ 1.11% 6. Peneira de 2,4mm: Massa retida: 41.3g Percentual retido: (41.3 / 5053.0) * 100 ≈ 0.82% 7. Fundo da peneira: Massa retida: 113.5g Percentual retido: (113.5 / 5053.0) * 100 ≈ 2.25% Cálculo do percentual retido acumulado: Para calcular o percentual retido acumulado, simplesmente soma os percentuais retidos de cada peneira de cima para baixo até o fundo. Por exemplo, se a soma dos percentuais até a peneira de 6,3mm é 49.05 + 36.74 + 10.03, então o percentual acumulado nesse ponto seria ≈ 95.82%. Vamos calcular os percentuais retidos para a segunda amostra (m2) com a massa total de 5037.9 g. Cálculos dos percentuais retidos para cada peneira: 13 1. Peneira de 12,5mm: Massa retida: 2264.2g Percentual retido = (2264.2 / 5037.9) × 100 Percentual retido ≈ 44.94% 2. Peneira de 9,5mm: Massa retida: 2000.1g Percentual retido = (2000.1 / 5037.9) × 100 Percentual retido ≈ 39.71% 3. Peneira de 6,3mm: Massa retida: 546.5g Percentual retido = (546.5 / 5037.9) × 100 Percentual retido ≈ 10.85% 4. Peneira de 4,8mm: Massa retida: 60.4g Percentual retido = (60.4 / 5037.9) × 100 Percentual retido ≈ 1.20% 5. Peneira de 2,4mm: Massa retida: 44.5g Percentual retido = (44.5 / 5037.9) × 100 Percentual retido ≈ 0.88% 6. Fundo da peneira: Massa retida: 122.2g Percentual retido = (122.2 / 5037.9) × 100 Percentual retido ≈ 2.43% 14 Agora, para obter o percentual retido acumulado para m2, vamos somar progressivamente os percentuais retidos decada peneira de cima para baixo. Por exemplo, se o percentual acumulado até a peneira de 4,8mm for 44.94 + 39.71 + 10.85 + 1.20, então o percentual acumulado até essa peneira seria aproximadamente 96.70%. Cálculo do módulo de finura (MF): O módulo de finura para m2 seria a soma de todos os percentuais retidos dividida por 100. Cálculo da Dimensão Máxima Característica (Dmáx): Para determinar a Dmáx de m2, identificamos a peneira com a maior abertura antes do percentual retido acumulado exceder 95%. Olhando para os percentuais acumulados, podemos determinar a Dmáx. Para a verificação de 4% entre as amostras m1 e m2, verificamos se a diferença entre os percentuais retidos para cada peneira é menor ou igual a 4%. Vamos fazer esses cálculos usando os valores aproximados que temos parao percentual retido de cada peneira para as duas amostras: Peneira de 12,5mm: Diferença = | 49,05% - 44,94% | = 4,11% Peneira de 9,5mm: Diferença = | 36,74% - 39,71% | = 2,97% Peneira de 6,3mm: Diferença = | 10,03% - 10,85% | = 0,82% Peneira de 4,8mm: Diferença = | 1,11% - 1,20% | = 0,09% Peneira de 2,4mm: Diferença = | 0,82% - 0,88% | = 0,06% Fundo da peneira: Diferença = | 2,25% - 2,43% | = 0,18% 15 Com base nesses cálculos aproximados, todas as diferenças estão dentro do limite de 4%, exceto para a peneira de 12,5 mm, onde a diferença é ligeiramente acima do limite com 4,11%. Isso indica que, para a maioria das peneiras, os ensaios para m1 e m2 estão consistentes um com o outro. No entanto, a pequena discrepância na peneira de 12,5 mm poderia ser verificada para confirmar a precisão, mas como está muito próximo do limite, pode não ser motivo de preocupação, dependendo da precisão exigida para o ensaio Nossa tabela ficou da seguinte maneira: Amostras M1 M2 Abertura da peneira(mm) Massa retida(g) Pecentual Retido(%) Massa retida(g) Pecentual Retido(%) 12,5 2478,6 49,05 2264,2 44,94 9,5 1856,3 36,74 2000,1 39,71 6,3 507,2 10,03 546,5 10,85 4,8 56 1,11 60,4 1,2 2,4 41,3 0,82 44,5 0,88 Fundo da peneira 113,5 2,25 122,2 2,43 Total(g) 5052,9 100 5037,9 100,01 Verificação (4%) %Rétido médio %Rétido acumulado 4,11 47 47 2,97 38,23 85,23 0,82 10,44 95,67 0,09 1,16 96,83 0,06 0,85 97,68 0,18 2,34 100 8,23 MF=1 Dmáxi=2,4mm 16 2.3 ATIVIDADE PRÁTICA 3 – MASSA ESPECÍFICA DO CIMENTO Objetivo da Aula Prática: Determinar a massa específica do cimento por meio do frasco de Le Chatelier, compreendendo a sua relevância no controle de qualidade do material. Procedimentos Realizados Preparação e Pesagem da Amostra: A balança analítica foi calibrada e a amostra de cimento foi pesada, resultando em uma massa de 59,97g. Utilização do Frasco de Le Chatelier O frasco foi preenchido com querosene, observando o nível inicial de 0,6ml. Após estabilização no banho termorregulador, o nível do líquido subiu para 1ml. 17 Adição do Cimento e Agitação O cimento foi adicionado cuidadosamente ao frasco. Após a agitação para homogeneizar a mistura e liberar as bolhas de ar, o frasco foi novamente submergido no banho termorregulador. Leitura Final e Cálculo: Após o segundo banho termorregulador, o nível do líquido no frasco atingiu 20,9ml. 18 Cálculo da Massa Específica Peso da amostra de cimento = 59,97g Nível do líquido inicial no frasco de Le Chatelier = 0,6ml Nível do líquido após estabilização no banho termorregulador = 1 ml Nível do líquido após adição do cimento e nova estabilização = 20,9ml Cálculo da mudança de volume Volume final – Volume inicial = 20,9ml - 1ml = 19,9ml Cálculo da massa específica: Massa específica (p )= Peso da amostra de cimento / Mudança de volume p = 59,97 g / 19,9 ml p = 3,013 g/ml ou g/cm³ (pois 1 ml é igual a 1 cm³) Portanto, a massa específica do cimento é de aproximadamente 3,013g / cm³. Resultados e Discussão A massa específica encontrada para o cimento foi de aproximadamente 3,013 g/cm³, o que está dentro do intervalo esperado, indicando que o cimento está conforme os padrões de qualidade. 19 2. 4 ATIVIDADE PRÁTICA 4 – IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE BLOCOS E TIJOLOS Objetivo da Aula Prática Explorar e identificar os diversos tipos de blocos e tijolos utilizados na construção civil, medindo suas dimensões, determinando suas massas específicas e testando sua resistência à compressão e absorção de água para compreender suas propriedades e aplicações. Procedimentos Executados Análise Visual e Medição Inicialmente, analisei visualmente cada amostra de bloco e tijolo para identificar características como cor, textura e formatos distintos. Utilizei um paquímetro para medir as dimensões de cada amostra, registrando comprimento, altura e largura. 20 Determinação da Massa Pesei cada amostra de bloco e tijolo em uma balançade precisão para obter a massa seca. Teste de Absorção de Água 21 Ensaio de Compressão Após a secagem completa das amostras, realizei o ensaio de compressão para verificar a resistência mecânica dos materiais. Submergi as amostras em um tanque de água para observaro comportamento do material em contato com a umidade e realizei a pesagem após 24 horas para calcular a absorção de água. 22 Dados de Resistência ao Rompimento Após realizar os testes de compressão, obtive os seguintes dados dos experimentos,separei os dados por tipo de tijolos em cada tabela. TIJOLOS 8 FUROS COMPRIMENTO EM (MM) ALTURA EM (MM) LARGURA EM (MM) Tijolo 1 290 190 120 Tijolo 2 290 190 120 Tijolo 3 290 190 120 Tijolo 4 290 190 120 Tijolo 5 290 190 120 Tijolo 6 290 190 120 Tijolo 7 290 190 120 Tijolo 8 290 190 120 Tijolo 9 290 190 120 Tijolo 10 290 190 120 Tijolo 11 290 190 120 Tijolo 12 290 190 120 Tijolo 13 290 190 120 AMOSTRAS SECAS (G) AMOSTRAS ÚMIDAS (G) ROMPIMENTO DO TIJOLO (KN) 3853,6 4462,3 98,35 3868,8 4442 97,8 3874,2 4466,5 99,23 3835,7 4447,8 97,07 3928,8 4445,1 99,4 3946,7 4463,9 97,73 99,34 99,03 97,85 99,12 99,84 99,12 98,73 TIJOLOS MACIÇOS COMPRIMENTO EM (MM) ALTURA EM (MM) LARGURA EM (MM) Tijolo 1 195 52,5 117 Tijolo 2 195 52,5 117 Tijolo 3 195 52,5 117 Tijolo 4 195 52,5 117 Tijolo 5 195 52,5 117 Tijolo 6 195 52,5 117 23 Tijolo 7 195 52,5 117 Tijolo 8 195 52,5 117 Tijolo 9 195 52,5 117 Tijolo 10 195 52,5 117 Tijolo 11 195 52,5 117 Tijolo 12 195 52,5 117 Tijolo 13 195 52,5 117 AMOSTRAS SECAS (G) AMOSTRAS ÚMIDAS (G) ROMPIMENTO DO TIJOLO (KN) 1941,9 2355,6 444,11 1933,8 2347,5 444,48 1934,2 2361,2 438,75 1941,3 2338,1 445,39 1929,5 2364,3 439,6 1944,3 2367 441,17 445,78 437,95 443,28 444,35 440,91 445,93 443,69 TIJOLOS LAMINADOS COMPRIMENTO EM (MM) ALTURA EM (MM) LARGURA EM (MM) Tijolo1 195 54 116 Tijolo2 195 54 116 Tijolo3 195 54 116 Tijolo4 195 54 116 Tijolo5 195 54 116 Tijolo6 195 54 116 Tijolo7 195 54 116 Tijolo8 195 54 116 Tijolo9 195 54 116 Tijolo10 195 54 116 Tijolo11 195 54 116 Tijolo12 195 54 116 Tijolo13 195 54 116 24 AMOSTRA SECA (G) AMOSTRA ÚMIDA (G) ROMPIMENTO DO TIJOLO (KN) 1547,1 1889,5 221,23 1554,2 1878,5 220,07 1549,9 1876,1 219,21 1551,1 1883,5 221,63 1573,3 1888 219,88 1546,6 1875,5 220,21 219,48 222,53 221,35 221,41 222,86 222,86 221,12 Tijolos de 8 furos: Resistência variando de 220Kn a 222kN. Tijolos maciços: Resistência variando de 438kN a 445kN. Tijolos laminados: Resistência variando de 219kN a 222kN. Estes resultados são cruciais para determinar qual tijolo é mais adequado para suportar as cargas esperadas em diferentes partes da construção. Tijolos de 8Furos: Absorção de Água (%): Tijolo 1:((4462,3 - 3853,6) / 3853,6) x 100 = 15,78% Tijolo 2: ((4442 - 3868,8) / 3868,8) x 100 ≈ 14,81% Tijolo 3: ((4466,5 - 3874,2) / 3874,2) x 100 ≈ 15,3% Tijolo 4: ((4447,8 - 3835,7) / 3835,7) x 100 ≈ 15,95% Tijolo 5: ((4445,1 - 3928,8) / 3928,8) x 100 ≈ 13,15% Média Absorção de Água (%): (15,78 + 14,81 + 15,3 + 15,95 + 13,15 ) / 5 ≈ 15,0% Tijolos Maciços: Absorção de Água (%): Tijolo 1: ((2355,6 - 1941,9) / 1941,9) x 100 ≈ 21,29% 25 Tijolo 2 : ((2347,5 - 1933,8) / 1933,8) x 100 ≈ 21,37% Tijolo 3: ((2361,2 - 1934,2) / 1934,2) x 100 ≈ 22,08% Tijolo 4: ((2338,1 - 1941,3) / 1941,3) x 100 ≈ 20,43% Tijolo 5: ((2364,3 - 1929,5) / 1929,5) x 100 ≈ 22,52% Média Absorção de Água (%): (21,29 + 21,37+ 22,08 + 20,43 + 22,52) / 5 ≈ 21,54% Tijolos Laminados: Absorção de Água (%): Tijolo 1: ((1889,5 - 1547,1) / 1547,1) x 100 ≈ 22,12% Tijolo 2: ((1878,5 - 1554,2) / 1554,2) x 100 ≈ 20,86% Tijolo 3: ((1876,1 - 1549,9) / 1549,9 ) x 100 ≈ 21,04% Tijolo 4: ((1883,5 - 1551,1) / 1551,1) x 100 ≈ 21,42% Tijolo 5: ((1888 - 1573,3) / 1573,3) x 100 ≈ 19,99% Média Absorção de Água (%): (22,12 + 20,86 + 21,04 + 21,42 + 2 19,99) / 5 ≈ 21,09% Tijolos de 8 Furos: Resistência ao Rompimento (KN): 98,35 + 97,8 + 99,23 + 97,07 + 99,4 + 97,73 + 99,34 + 99,03 + 97,85 + 99,12 + 99,84 + 99,12 + 98,73 Total de Tijolos: 13 Média de Resistência ao Rompimento: Soma dos valores / 13 Tijolos Maciços: Resistência ao Rompimento (KN) para os tijolos fornecidos com valores de rompimento: 444,11 + 444,48 + 438,75 + 445,39 + 439,6 + 441,17 + 445,78 + 437,95 + 443,28 + 444,35 + 440,91 + 445,93 + 443,69 Total de Tijolos: 13 Média de Resistência ao Rompimento: Soma dos valores / 13 26 Tijolos Laminados: Resistência ao Rompimento (KN): 221,23 + 220,07 + 219,21 + 221,63 + 219,88 + 220,21 + 219,48 + 222,53 + 221,35 + 221,41 + 222,86 + 222,86 + 221,12 Total de Tijolos: 13 Média de Resistência ao Rompimento: Soma dos valores / 13 Agora, vamos fazer esses cálculos: Para os tijolos de 8furos, a soma da resistência ao rompimento é 1288,87 KN. A média é 1288,87 / 13 = 99,14KN. Para os tijolos maciços a som da resistência ao rompimento é 5803,71KN. A média é 5803,71 / 13 = 446,44 KN. Para os tijolos laminados, a soma da resistência ao rompimento é 2874,14 KN. A média é 2874,14 / 13 = 221,09 KN. Estas médias nos dão uma ideia clara da resistência geral de cada tipo de tijolo, ajudando a determinar sua adequação para diferentes aplicações na construção civil. Análise dos Resultados: Com os dados coletados, calculei a resistência à compressão e a absorção de água de cada amostra, fazendo uma análise crítica sobre a qualidade e a aplicabilidade dos blocos e tijolos em diferentes contextos da construção civil. Elaboração do Relatório: Compilei todos os resultados e análises em um relatório estruturado, seguindo as normas técnicas e as diretrizes fornecidas pelo professor, com especial atenção à clareza e à precisão das informações. 27 Resultados de Aprendizagem: Com a realização desta atividade prática, pude entender melhor como a massa específica e a resistência dos materiais influenciam diretamente na qualidade e segurança das estruturas em construção civil. Foi possível perceber a importância de uma correta especificação de materiais para cada aplicação específica, garantindo assim a durabilidade e a estabilidade das construções. Conclusão: A atividade foi extremamente valiosa para o meu desenvolvimento prático e teórico, proporcionando uma visão integrada sobre a seleção e o uso de materiais na engenharia civil. Os ensaios realizados em laboratório são essenciais para assegurar a conformidade dos materiais com os padrões de qualidade exigidos pelo mercado e pela legislação vigente. 28 3.CONCLUSÃO A elaboração deste portfólio proporcionou uma análise profunda sobre as propriedades dos materiais de construção, permitindo a convergência entre os fundamentos teóricos e a prática laboratorial. Desde o estudo da granulometria e massa unitária dos agregados até a análise da massa específica do cimento, ficou evidente como o rigor técnico nos detalhes reflete diretamente na durabilidade das estruturas. Além disso, o ensaio de componentes como tijolos de diferentes tipologias destacou a importância da seleção criteriosa de materiais conforme as especificidades de cada projeto. Esta trajetória consolidou a compreensão de que a engenharia civil moderna exige não apenas competência técnica, mas também uma responsabilidade ética e ambiental, priorizando soluções sustentáveis que garantam a preservação de recursos para o futuro. Em suma, as competências adquiridas transcendem o campo acadêmico, fundamentando uma visão profissional crítica e humanizada. 29 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=thiagocastrounico %40gmail.com&usuarioNome=THlAGO+CASTRO+DE+SOUZA&disciplinaDescricao =MATERlAlS+DE+CONSTRUCAO+ClVlL+l&atividadeld=4114330&atividadeDescricao=SlMULA DOR+- +MATERlAlS+DE+CONSTRUCAO+ClVlL+l&ofertaDisciplinald=2157067&codigoMaterial=113&for necedor=1&urlOrigem=https%3A%2F%2Fwww.virtuaslab.net %2Fualabs%2Flauncher.php%3Fproduto%3Dualabid%26ualabid%3D113&isAluno=true https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=thiagocastrounico %40gmail.com&usuarioNome=THlAGO+CASTRO+DE+SOUZA&disciplinaDescricao =MATERlAlS+DE+CONSTRUCAO+ClVlL+l&atividadeld=4114330&atividadeDescricao=SlMULA DOR+- +MATERlAlS+DE+CONSTRUCAO+ClVlL+l&ofertaDisciplinald=2157067&codigoMaterial=111&for necedor=1&urlOrigem=https%3A%2F%2Fwww.virtuaslab.net %2Fualabs%2Flauncher.php%3Fproduto%3Dualabid%26ualabid %3D111&isAluno=true https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=thiagocastrounico %40gmail.com&usuarioNome=THlAGO+CASTRO+DE+SOUZA&disciplinaDescricao =MATERlAlS+DE+CONSTRUCAO+ClVlL+l&atividadeld=4114330&atividadeDescricao=SlMULA DOR+- +MATERlAlS+DE+CONSTRUCAO+ClVlL+l&ofertaDisciplinald=2157067&codigoMaterial=131&for necedor=1&urlOrigem=https%3A%2F%2Fwww.virtuaslab.net %2Fualabs%2Flauncher.php%3Fproduto%3Dualabid%26ualabid %3D131&isAluno=true https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=thiagocastrounico %40gmail.com&usuarioNome=THlAGO+CASTRO+DE+SOUZA&disciplinaDescricao =MATERlAlS+DE+CONSTRUCAO+ClVlL+l&atividadeld=4114330&atividadeDescricao=SlMULA DOR+- +MATERlAlS+DE+CONSTRUCAO+ClVlL+l&ofertaDisciplinald=2157067&codigoMaterial=122&for necedor=1&urlOrigem=https%3A%2F%2Fwww.virtuaslab.net %2Fualabs%2Flauncher.php%3Fproduto%3Dualabid%26ualabid %3D122&isAluno=true