Logo Passei Direto
Buscar

Ferramentas de estudo

Passei Direto Aniversário

Quer receber 70% de desconto para assinar o PasseIA?

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

1 
 
 
SISTEMA DE ENSINO 100% ONLINE 
ENGENHARIA CIVIL 
 
 
 
 
 
CRISTIANO RICARDO DA SILVA SANTOS 
RA: 7617590902 
 
 
 
ATIVIDADE PRÁTICA 
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL I 
 
 
 
 
 
ARAPIRACA - AL 
2026 
 
2 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ATIVIDADE PRÁTICA 
MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO CIVIL I 
 
 
 
Trabalho apresentado à Universidade 
ANHANGUERA, como requisito parcial para a 
obtenção de média semestral na disciplina norteadora 
do semestre letivo. 
Mediador Pedagógico Online: Solange Fátima Defassio 
 
 
 
 
 
 
 
2026 
3 
 
 
 
SUMÁRIO 
1. INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 4 
2. DESENVOLVIMENTO. ............................................................................................. 5 
 2.1 ATIVIDADE PRÁTICA 1: MASSA UNITÁRIA E VOLUME DE 
VAZIOS DOS AGREGADOS .................................................................. 5 
 2.2 ATIVIDADE PRÁTICA 2: COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA . 10 
 2.3 ATIVIDADE PRÁTICA 3 – MASSA ESPECÍFICA DO CIMENTO.
 ................................................................................................................. 16 
 2.4 ATIVIDADE PRÁTICA 4 – IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE 
BLOCOS E TIJOLOS. ............................................................................. 19 
3. CONCLUSÃO ............................................................................................................ 28 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. ......................................................................... 29 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
4 
 
1. INTRODUÇÃO 
 
 
Neste portfólio, exploramos profundamente as propriedades e 
aplicações de materiais fundamentais na construção civil, focando em 
agregados, cimento e diferentes tipos de tijolos. Iniciamos com o estudo dos 
agregados, investigando sua massa unitária e volume de vazios, o que nos 
permitiu compreender sua influência na composição e no desempenho do 
concreto. Seguimos com a análise da composição granulométrica, uma 
atividade que revelou a importância da distribuição dos tamanhos dos grãos 
dos agregados na trabalhabilidade e na resistência do concreto. O terceiro 
experimento voltou-se para a determinação da massa específica do 
cimento, um componente vital na mistura do concreto, onde sua qualidade e 
propriedades afetam diretamente a durabilidade e a resistência estrutural. 
Finalmente, examinamos diversos tipos de tijolos —de 8 furos, maciços e 
laminados — avaliando suas dimensões, absorção de água e resistência ao 
rompimento. Este último estudo proporcionou insights valiosos sobre a 
seleção apropriada de materiais para diferentes necessidades e condições 
de construção, destacando a conexão entre as características dos materiais 
e as especificações técnicas necessárias para garantir estruturas seguras e 
duráveis. Através destas atividades práticas, não apenas aprimoramos 
nossas habilidades analíticas e técnicas, mas também desenvolvemos uma 
apreciação mais profunda pela complexidade e pela beleza da engenharia 
civil, reforçando a importância de escolhas informadas de materiais na 
construção do nosso ambiente construído. 
 
 
 
 
 
 
5 
 
2. DESENVOLVIMENTO 
 
 
2. 1 ATIVIDADE PRÁTICA 1: MASSA UNITÁRIA E VOLUME DE 
VAZIOS DOS AGREGADOS 
 
 
Objetivos: 
 
 Compreender o ensaio de massa unitária no estado 
compactado de britas. 
 Entender a importância da massa unitária na transformaçãode 
quantidades de agregado em volumes para a realização de 
traços de concreto. 
Materiais Necessários: 
 
 Brita1 
 
 Concha para concreto 
 
 Haste de adensamento 
 
 Recipiente de ensaio (10dm³) 
 
 Termômetro digital clínico 
 
 Balança com capacidade de 60kg 
 
 Estufa de secagem 
 
Ensaio de Massa Unitária: 
 
1. Pesar o Recipiente Vazio (mr): 
 Peso do recipiente vazio:1900g. 
6 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. Primeira Adição e Adensamento: 
 
Adicionada Brita 1 ao recipiente até um terço da capacidade e adensada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3. Segunda Adição e Adensamento: 
 
Adicionada Brita 1 até dois terços da capacidade do recipiente e adensada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
7 
 
4. Terceira Adição e Adensamento: 
 
Completado o preenchimento do recipiente com Brita 1 e adensado. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
5. Nivelamento da Superfície: 
 
Superfície do agregado nivelada com a borda do recipiente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
6. Pesar o Recipiente com Agregado (mar): 
 
Primeira pesagem do recipiente com agregado: 16556g. 
Segundapesagem do recipiente com agregado: 16679g. 
Terceira pesagem do recipiente com agregado: 16647g. 
 
 
8 
 
Cálculos e Resultados: 
 
Dados: 
 
Peso do recipiente vazio (mr): 1900g 
 
Primeira pesagem do recipiente com agregado (mar1): 16556g 
Segunda pesagem do recipiente com agregado (mar2): 
16679g Terceira pesagem do recipiente com agregado (mar3): 
16647g Volume do recipiente (V): 0,01 m³ (ou 10 L) 
Cálculos da Massa Unitária do Agregado (pap): 
 
Para calcular a massa unitária do agregado, usamos a fórmula: pap=(mar - mr)/V 
 
Primeira Pesagem: pap1 = (16556 - 1900) / 10 = 14656 / 10 = 1465,6kg/m³ 
 
Segunda Pesagem: pap2 = (16679 - 1900) / 10 = 14779 / 10 = 1477,9kg/m³ 
Terceira Pesagem: pap3 = (16647 - 1900) / 10 = 14747 / 10 = 1474,7 kg/m³ 
Média da Massa Unitária: pap média = (pap1 + pap2 + pap3) / 3 pap média= 
(1465,6 + 1477,9 + 1474,7) / 3 pap média = 4418,2 / 3 = 1472,73kg/m³ 
 
Dados Obtidos: 
 
 Média da massa unitária do agregado (pap): 1472,73kg/m³ 
 
 Massa específica relativa do agregado seco(d1): 2880kg/m³ 
 
 Massa específica da água (pw): 100kg/m³ 
 
Fórmula do Índice de Vazios (EV): 
 
EV = (1 - (pap / d1)) x 100 
 
Substituindo os valores: 
 
 Primeiro passo: Dividir a massa unitária do agregado pela massa 
específica relativa do agregado seco: 
1472,73 / 2880 = 0,51135 
9 
 
 
 Segundo passo: Subtrair o resultado de 1 e multiplicar por 100 para obter o 
índice em porcentagem: 
(1 - 0,51135) x 100 = 48,865 
 
Cálculos: 
 
1. Calculo da divisão:1472,73 dividido por 2880 = 0,51135 
 
2. Subtração de 1 pelo resultado da divisão: 1 - 0,51135 = 0,48865 
 
3. Conversão para porcentagem: 0,48865 x 100 = 48,865 
 
Resultado: 
 
 Índice de Vazios do Agregado: 48,865% 
 
Este resultado indica que, para a amostra de agregado usada, 
aproximadamente 48,865% do volume é composto por vazios. Este índice é 
crucial para entender a capacidade do agregado em compactar-se, influenciando 
a dosagem e as propriedades do concreto. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
10 
 
2. 2 ATIVIDADE PRÁTICA 2: COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA 
 
 
Objetivo: Realizar um ensaio para determinar o módulo de finura e a 
dimensão máxima característica de uma amostra de agregado, conforme a 
norma NBR NM 248 (ABNT, 2003). 
Materiais Necessários 
 
 Amostra de agregado 
 
 Série de peneiras 
 
 Fundo de peneira 
 
 Agitador mecânico 
 
 Balança 
 
 Bandejas fundas 
 
 Escova de cerdas macias 
 
 
 
Pesagem das Amostras de Agregado 
 
Primeira amostra pesada: 5053.0 
 
 
11 
 
 
 
Segunda amostra pesada: 5037,9g 
 
Segui o procedimento de montagem do jogo de peneiras em ordem 
decrescente de abertura, colocando a maior abertura no topo e o fundo 
avulso abaixo de todas. 
Realizei o ensaio de peneiramento. Cada fração retida foi 
cuidadosamente transferida para bandejas previamente pesadas e 
identificadas. 
A massa retida em cada peneira foi determinada, e os resultados 
foram anotados para posterior cálculo dos percentuais retidos e 
acumulados. 
Fizemos o mesmo processo com a bacia da segunda amostra e 
anotamos os valores para cálculos futuros. 
Para a primeira amostra(m1): 
 
1. Massa total da amostra (m1): 5053.0g 
 
Cálculos dos percentuais retidos para cada peneira: 
 
2. Peneira de 12,5mm: 
 
12 
 
 Massa retida: 2478.6g 
 
 Percentual retido:(2478.6 / 5053.0) * 100 ≈ 49.05% 
 
3. Peneira de 9,5mm: 
 
 Massa retida: 1856.3g 
 
 Percentual retido: (1856.3 / 5053.0) * 100 ≈ 36.74% 
 
4. Peneira de 6,3mm: 
 
 Massa retida: 507.2g 
 
 Percentual retido: (507.2 / 5053.0) * 100 ≈ 10.03% 
 
5. Peneira de 4,8mm: 
 
 Massa retida: 56.0g 
 
 Percentual retido: (56.0 / 5053.0) * 100 ≈ 1.11% 
 
6. Peneira de 2,4mm: 
 
 Massa retida: 41.3g 
 
 Percentual retido: (41.3 / 5053.0) * 100 ≈ 0.82% 
 
7. Fundo da peneira: 
 
 Massa retida: 113.5g 
 
 Percentual retido: (113.5 / 5053.0) * 100 ≈ 2.25% 
 
Cálculo do percentual retido acumulado: 
 
Para calcular o percentual retido acumulado, simplesmente soma os 
percentuais retidos de cada peneira de cima para baixo até o fundo. 
Por exemplo, se a soma dos percentuais até a peneira de 6,3mm é 49.05 + 
36.74 + 10.03, então o percentual acumulado nesse ponto seria ≈ 95.82%. 
 
Vamos calcular os percentuais retidos para a segunda amostra (m2) 
com a massa total de 5037.9 g. 
Cálculos dos percentuais retidos para cada peneira: 
13 
 
 
1. Peneira de 12,5mm: 
 Massa retida: 2264.2g 
 
 Percentual retido = (2264.2 / 5037.9) × 100 
 
 Percentual retido ≈ 44.94% 
 
2. Peneira de 9,5mm: 
 
 Massa retida: 2000.1g 
 
 Percentual retido = (2000.1 / 5037.9) × 100 
 
 Percentual retido ≈ 39.71% 
 
3. Peneira de 6,3mm: 
 
 Massa retida: 546.5g 
 
 Percentual retido = (546.5 / 5037.9) × 100 
 
 Percentual retido ≈ 10.85% 
 
4. Peneira de 4,8mm: 
 
 Massa retida: 60.4g 
 
 Percentual retido = (60.4 / 5037.9) × 100 
 
 Percentual retido ≈ 1.20% 
 
5. Peneira de 2,4mm: 
 
 Massa retida: 44.5g 
 
 Percentual retido = (44.5 / 5037.9) × 100 
 
 Percentual retido ≈ 0.88% 
 
6. Fundo da peneira: 
 
 Massa retida: 122.2g 
 
 Percentual retido = (122.2 / 5037.9) × 100 
 
 Percentual retido ≈ 2.43% 
14 
 
Agora, para obter o percentual retido acumulado para m2, vamos somar 
progressivamente os percentuais retidos decada peneira de cima para baixo. 
Por exemplo, se o percentual acumulado até a peneira de 4,8mm for 44.94 + 
39.71 + 10.85 + 1.20, então o percentual acumulado até essa peneira seria 
aproximadamente 96.70%. 
Cálculo do módulo de finura (MF): 
 
O módulo de finura para m2 seria a soma de todos os percentuais 
retidos dividida por 100. 
Cálculo da Dimensão Máxima Característica (Dmáx): 
 
Para determinar a Dmáx de m2, identificamos a peneira com a maior 
abertura antes do percentual retido acumulado exceder 95%. Olhando para 
os percentuais acumulados, podemos determinar a Dmáx. 
Para a verificação de 4% entre as amostras m1 e m2, verificamos se a 
diferença entre os percentuais retidos para cada peneira é menor ou igual a 
4%. Vamos fazer esses cálculos usando os valores aproximados que temos 
parao percentual retido de cada peneira para as duas amostras: 
Peneira de 12,5mm: 
 Diferença = | 49,05% - 44,94% | = 4,11% 
Peneira de 9,5mm: 
 Diferença = | 36,74% - 39,71% | = 2,97% 
Peneira de 6,3mm: 
 Diferença = | 10,03% - 10,85% | = 0,82% 
Peneira de 4,8mm: 
 Diferença = | 1,11% - 1,20% | = 0,09% 
Peneira de 2,4mm: 
 Diferença = | 0,82% - 0,88% | = 0,06% 
Fundo da peneira: 
 Diferença = | 2,25% - 2,43% | = 0,18% 
 
 
 
 
 
 
 
15 
 
Com base nesses cálculos aproximados, todas as diferenças estão dentro do limite de 
4%, exceto para a peneira de 12,5 mm, onde a diferença é ligeiramente acima do limite 
com 4,11%. Isso indica que, para a maioria das peneiras, os ensaios para m1 e m2 
estão consistentes um com o outro. No entanto, a pequena discrepância na peneira de 
12,5 mm poderia ser verificada para confirmar a precisão, mas como está muito 
próximo do limite, pode não ser motivo de preocupação, dependendo da precisão 
exigida para o ensaio 
 
Nossa tabela ficou da seguinte maneira: 
 
Amostras M1 M2 
Abertura da 
peneira(mm) 
Massa 
retida(g) 
Pecentual 
Retido(%) 
Massa 
retida(g) 
Pecentual 
Retido(%) 
12,5 2478,6 49,05 2264,2 44,94 
9,5 1856,3 36,74 2000,1 39,71 
6,3 507,2 10,03 546,5 10,85 
4,8 56 1,11 60,4 1,2 
2,4 41,3 0,82 44,5 0,88 
Fundo da peneira 113,5 2,25 122,2 2,43 
Total(g) 5052,9 100 5037,9 100,01 
 
 
Verificação (4%) %Rétido 
médio 
%Rétido 
acumulado 
4,11 47 47 
2,97 38,23 85,23 
0,82 10,44 95,67 
0,09 1,16 96,83 
0,06 0,85 97,68 
0,18 2,34 100 
8,23 MF=1 
 Dmáxi=2,4mm 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
16 
 
2.3 ATIVIDADE PRÁTICA 3 – MASSA ESPECÍFICA DO CIMENTO 
 
Objetivo da Aula Prática: Determinar a massa específica do cimento 
por meio do frasco de Le Chatelier, compreendendo a sua relevância no 
controle de qualidade do material. 
Procedimentos Realizados 
Preparação e Pesagem da Amostra: 
A balança analítica foi calibrada e a amostra de cimento foi pesada, 
resultando em uma massa de 59,97g. 
 
 
 
 
 
 
Utilização do Frasco de Le Chatelier 
 
O frasco foi preenchido com querosene, observando o nível inicial de 0,6ml. 
Após estabilização no banho termorregulador, o nível do líquido subiu para 1ml. 
 
 
 
17 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Adição do Cimento e Agitação 
 
O cimento foi adicionado cuidadosamente ao frasco. Após a agitação 
para homogeneizar a mistura e liberar as bolhas de ar, o frasco foi 
novamente submergido no banho termorregulador. 
Leitura Final e Cálculo: 
 
Após o segundo banho termorregulador, o nível do líquido no frasco 
atingiu 20,9ml. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
18 
 
Cálculo da Massa Específica 
 
Peso da amostra de cimento = 59,97g 
 
Nível do líquido inicial no frasco de Le Chatelier = 0,6ml 
 
Nível do líquido após estabilização no banho termorregulador = 1 ml 
Nível do líquido após adição do cimento e nova estabilização = 20,9ml 
Cálculo da mudança de volume 
Volume final – Volume inicial = 20,9ml - 1ml = 19,9ml 
Cálculo da massa específica: 
Massa específica (p )= Peso da amostra de cimento / Mudança de volume 
p = 59,97 g / 19,9 ml p = 3,013 g/ml ou g/cm³ (pois 1 ml é igual a 1 cm³) 
Portanto, a massa específica do cimento é de aproximadamente 3,013g / cm³. 
 
Resultados e Discussão 
 
A massa específica encontrada para o cimento foi de 
aproximadamente 3,013 g/cm³, o que está dentro do intervalo esperado, 
indicando que o cimento está conforme os padrões de qualidade. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
19 
 
2. 4 ATIVIDADE PRÁTICA 4 – IDENTIFICAÇÃO DE TIPOS DE 
BLOCOS E TIJOLOS 
 
Objetivo da Aula Prática 
 
Explorar e identificar os diversos tipos de blocos e tijolos utilizados na 
construção civil, medindo suas dimensões, determinando suas massas 
específicas e testando sua resistência à compressão e absorção de água 
para compreender suas propriedades e aplicações. 
Procedimentos Executados 
Análise Visual e Medição 
Inicialmente, analisei visualmente cada amostra de bloco e tijolo para 
identificar características como cor, textura e formatos distintos. 
 
 
Utilizei um paquímetro para medir as dimensões de cada amostra, 
registrando comprimento, altura e largura. 
 
 
 
 
 
20 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Determinação da Massa 
 
Pesei cada amostra de bloco e tijolo em uma balançade precisão para 
obter a massa seca. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Teste de Absorção de Água 
 
 
21 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Ensaio de Compressão 
Após a secagem completa das amostras, realizei o ensaio de compressão 
para verificar a resistência mecânica dos materiais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Submergi as amostras em um tanque de água para observaro comportamento do 
material em contato com a umidade e realizei a pesagem após 24 horas para calcular a 
absorção de água. 
 
 
22 
 
 
Dados de Resistência ao Rompimento 
 
Após realizar os testes de compressão, obtive os seguintes dados dos 
experimentos,separei os dados por tipo de tijolos em cada tabela. 
TIJOLOS 
8 FUROS 
COMPRIMENTO EM 
(MM) 
ALTURA EM 
(MM) 
LARGURA EM 
(MM) 
Tijolo 1 290 190 120 
Tijolo 2 290 190 120 
Tijolo 3 290 190 120 
Tijolo 4 290 190 120 
Tijolo 5 290 190 120 
Tijolo 6 290 190 120 
Tijolo 7 290 190 120 
Tijolo 8 290 190 120 
Tijolo 9 290 190 120 
Tijolo 10 290 190 120 
Tijolo 11 290 190 120 
Tijolo 12 290 190 120 
Tijolo 13 290 190 120 
 
 
AMOSTRAS 
SECAS (G) 
AMOSTRAS 
ÚMIDAS (G) 
ROMPIMENTO DO TIJOLO (KN) 
3853,6 4462,3 98,35 
3868,8 4442 97,8 
3874,2 4466,5 99,23 
3835,7 4447,8 97,07 
3928,8 4445,1 99,4 
3946,7 4463,9 97,73 
 99,34 
 99,03 
 97,85 
 99,12 
 99,84 
 99,12 
 98,73 
 
 
TIJOLOS 
MACIÇOS 
 
COMPRIMENTO EM 
(MM) 
 
ALTURA EM 
(MM) 
 
LARGURA EM 
(MM) 
Tijolo 1 195 52,5 117 
Tijolo 2 195 52,5 117 
Tijolo 3 195 52,5 117 
Tijolo 4 195 52,5 117 
Tijolo 5 195 52,5 117 
Tijolo 6 195 52,5 117 
 
 
23 
 
Tijolo 7 195 52,5 117 
Tijolo 8 195 52,5 117 
Tijolo 9 195 52,5 117 
Tijolo 10 195 52,5 117 
Tijolo 11 195 52,5 117 
Tijolo 12 195 52,5 117 
Tijolo 13 195 52,5 117 
 
 
AMOSTRAS 
SECAS (G) 
 
AMOSTRAS 
ÚMIDAS (G) 
 
ROMPIMENTO DO 
TIJOLO (KN) 
 
1941,9 2355,6 444,11 
1933,8 2347,5 444,48 
1934,2 2361,2 438,75 
1941,3 2338,1 445,39 
1929,5 2364,3 439,6 
1944,3 2367 441,17 
 445,78 
 437,95 
 443,28 
 444,35 
 440,91 
 445,93 
 443,69 
 
TIJOLOS 
LAMINADOS 
COMPRIMENTO 
EM (MM) 
ALTURA 
EM (MM) 
LARGURA 
EM (MM) 
Tijolo1 195 54 116 
Tijolo2 195 54 116 
Tijolo3 195 54 116 
Tijolo4 195 54 116 
Tijolo5 195 54 116 
Tijolo6 195 54 116 
Tijolo7 195 54 116 
Tijolo8 195 54 116 
Tijolo9 195 54 116 
Tijolo10 195 54 116 
Tijolo11 195 54 116 
Tijolo12 195 54 116 
Tijolo13 195 54 116 
 
 
 
 
 
 
 
24 
 
AMOSTRA 
SECA (G) 
AMOSTRA 
ÚMIDA (G) 
 
ROMPIMENTO DO TIJOLO (KN) 
1547,1 1889,5 221,23 
1554,2 1878,5 220,07 
1549,9 1876,1 219,21 
1551,1 1883,5 221,63 
1573,3 1888 219,88 
1546,6 1875,5 220,21 
 219,48 
 222,53 
 221,35 
 221,41 
 222,86 
 222,86 
 221,12 
 
 
 Tijolos de 8 furos: Resistência variando de 220Kn a 222kN. 
 
 Tijolos maciços: Resistência variando de 438kN a 445kN. 
 
 Tijolos laminados: Resistência variando de 219kN a 222kN. 
 
Estes resultados são cruciais para determinar qual tijolo é mais adequado para 
suportar as cargas esperadas em diferentes partes da construção. 
Tijolos de 8Furos: 
 
 Absorção de Água (%): 
 
 Tijolo 1:((4462,3 - 3853,6) / 3853,6) x 100 = 15,78% 
 
 Tijolo 2: ((4442 - 3868,8) / 3868,8) x 100 ≈ 14,81% 
 
 Tijolo 3: ((4466,5 - 3874,2) / 3874,2) x 100 ≈ 15,3% 
 
 Tijolo 4: ((4447,8 - 3835,7) / 3835,7) x 100 ≈ 15,95% 
 
 Tijolo 5: ((4445,1 - 3928,8) / 3928,8) x 100 ≈ 13,15% 
 
 Média Absorção de Água (%): (15,78 + 14,81 + 15,3 + 15,95 + 13,15 ) / 
5 ≈ 15,0% 
 
Tijolos Maciços: 
 
 Absorção de Água (%): 
 
 Tijolo 1: ((2355,6 - 1941,9) / 1941,9) x 100 ≈ 21,29% 
25 
 
 Tijolo 2 : ((2347,5 - 1933,8) / 1933,8) x 100 ≈ 21,37% 
 
 Tijolo 3: ((2361,2 - 1934,2) / 1934,2) x 100 ≈ 22,08% 
 
 Tijolo 4: ((2338,1 - 1941,3) / 1941,3) x 100 ≈ 20,43% 
 
 Tijolo 5: ((2364,3 - 1929,5) / 1929,5) x 100 ≈ 22,52% 
 
 Média Absorção de Água (%): (21,29 + 21,37+ 22,08 
+ 20,43 + 22,52) / 5 ≈ 21,54% 
 
Tijolos Laminados: 
 
 Absorção de Água (%): 
 
 Tijolo 1: ((1889,5 - 1547,1) / 1547,1) x 100 ≈ 22,12% 
 
 Tijolo 2: ((1878,5 - 1554,2) / 1554,2) x 100 ≈ 20,86% 
 
 Tijolo 3: ((1876,1 - 1549,9) / 1549,9 ) x 100 ≈ 21,04% 
 
 Tijolo 4: ((1883,5 - 1551,1) / 1551,1) x 100 ≈ 21,42% 
 
 Tijolo 5: ((1888 - 1573,3) / 1573,3) x 100 ≈ 19,99% 
 
 Média Absorção de Água (%): (22,12 + 20,86 + 21,04 + 21,42 + 2
19,99) / 5 ≈ 21,09% 
 
Tijolos de 8 Furos: 
 
 Resistência ao Rompimento (KN): 98,35 + 97,8 + 99,23 + 97,07 + 99,4 + 
97,73 + 99,34 + 99,03 + 97,85 + 99,12 + 99,84 + 99,12 + 98,73 
 
 Total de Tijolos: 13 
 
 Média de Resistência ao Rompimento: Soma dos valores / 13 
 
Tijolos Maciços: 
 
 Resistência ao Rompimento (KN) para os tijolos fornecidos com valores de 
rompimento: 444,11 + 444,48 + 438,75 + 445,39 + 439,6 + 441,17 + 445,78 + 
437,95 + 443,28 + 444,35 + 440,91 + 445,93 + 443,69 
 
 Total de Tijolos: 13 
 
 Média de Resistência ao Rompimento: Soma dos valores / 13 
 
26 
 
Tijolos Laminados: 
 
 Resistência ao Rompimento (KN): 221,23 + 220,07 + 219,21 + 221,63 + 
219,88 + 220,21 + 219,48 + 222,53 + 221,35 + 221,41 + 222,86 + 222,86 + 
 221,12 
 
 Total de Tijolos: 13 
 
 Média de Resistência ao Rompimento: Soma dos valores / 13 
Agora, vamos fazer esses cálculos: 
Para os tijolos de 8furos, a soma da resistência ao rompimento é 1288,87 
KN. A média é 1288,87 / 13 = 99,14KN. 
 
Para os tijolos maciços a som da resistência ao rompimento é 5803,71KN. A 
média é 5803,71 / 13 = 446,44 KN. 
Para os tijolos laminados, a soma da resistência ao rompimento é 2874,14 
KN. A média é 2874,14 / 13 = 221,09 KN. 
Estas médias nos dão uma ideia clara da resistência geral de cada tipo de 
tijolo, ajudando a determinar sua adequação para diferentes aplicações na 
construção civil. 
 
Análise dos Resultados: 
 
Com os dados coletados, calculei a resistência à compressão e a absorção 
de água de cada amostra, fazendo uma análise crítica sobre a qualidade e a 
aplicabilidade dos blocos e tijolos em diferentes contextos da construção civil. 
Elaboração do Relatório: 
 
Compilei todos os resultados e análises em um relatório estruturado, 
seguindo as normas técnicas e as diretrizes fornecidas pelo professor, com especial 
atenção à clareza e à precisão das informações. 
 
 
 
27 
 
Resultados de Aprendizagem: Com a realização desta atividade prática, pude 
entender melhor como a massa específica e a resistência dos materiais influenciam 
diretamente na qualidade e segurança das estruturas em construção civil. Foi 
possível perceber a importância de uma correta especificação de materiais para 
cada aplicação específica, garantindo assim a durabilidade e a estabilidade das 
construções. 
Conclusão: A atividade foi extremamente valiosa para o meu desenvolvimento 
prático e teórico, proporcionando uma visão integrada sobre a seleção e o uso de 
materiais na engenharia civil. Os ensaios realizados em laboratório são essenciais 
para assegurar a conformidade dos materiais com os padrões de qualidade 
exigidos pelo mercado e pela legislação vigente. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
28 
 
3.CONCLUSÃO 
 
 
A elaboração deste portfólio proporcionou uma análise profunda sobre as propriedades dos 
materiais de construção, permitindo a convergência entre os fundamentos teóricos e a 
prática laboratorial. Desde o estudo da granulometria e massa unitária dos agregados até a 
análise da massa específica do cimento, ficou evidente como o rigor técnico nos detalhes 
reflete diretamente na durabilidade das estruturas. 
Além disso, o ensaio de componentes como tijolos de diferentes tipologias destacou a 
importância da seleção criteriosa de materiais conforme as especificidades de cada projeto. 
Esta trajetória consolidou a compreensão de que a engenharia civil moderna exige não 
apenas competência técnica, mas também uma responsabilidade ética e ambiental, 
priorizando soluções sustentáveis que garantam a preservação de recursos para o futuro. 
Em suma, as competências adquiridas transcendem o campo acadêmico, fundamentando 
uma visão profissional crítica e humanizada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
29 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
 
https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=thiagocastrounico 
%40gmail.com&usuarioNome=THlAGO+CASTRO+DE+SOUZA&disciplinaDescricao 
=MATERlAlS+DE+CONSTRUCAO+ClVlL+l&atividadeld=4114330&atividadeDescricao=SlMULA
DOR+- 
+MATERlAlS+DE+CONSTRUCAO+ClVlL+l&ofertaDisciplinald=2157067&codigoMaterial=113&for
necedor=1&urlOrigem=https%3A%2F%2Fwww.virtuaslab.net 
%2Fualabs%2Flauncher.php%3Fproduto%3Dualabid%26ualabid%3D113&isAluno=true 
 
https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=thiagocastrounico 
%40gmail.com&usuarioNome=THlAGO+CASTRO+DE+SOUZA&disciplinaDescricao 
=MATERlAlS+DE+CONSTRUCAO+ClVlL+l&atividadeld=4114330&atividadeDescricao=SlMULA
DOR+- 
+MATERlAlS+DE+CONSTRUCAO+ClVlL+l&ofertaDisciplinald=2157067&codigoMaterial=111&for
necedor=1&urlOrigem=https%3A%2F%2Fwww.virtuaslab.net 
%2Fualabs%2Flauncher.php%3Fproduto%3Dualabid%26ualabid 
%3D111&isAluno=true 
 
https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=thiagocastrounico 
%40gmail.com&usuarioNome=THlAGO+CASTRO+DE+SOUZA&disciplinaDescricao 
=MATERlAlS+DE+CONSTRUCAO+ClVlL+l&atividadeld=4114330&atividadeDescricao=SlMULA
DOR+- 
+MATERlAlS+DE+CONSTRUCAO+ClVlL+l&ofertaDisciplinald=2157067&codigoMaterial=131&for
necedor=1&urlOrigem=https%3A%2F%2Fwww.virtuaslab.net 
%2Fualabs%2Flauncher.php%3Fproduto%3Dualabid%26ualabid 
%3D131&isAluno=true 
 
https://www.colaboraread.com.br/integracaoAlgetec/index?usuarioEmail=thiagocastrounico 
%40gmail.com&usuarioNome=THlAGO+CASTRO+DE+SOUZA&disciplinaDescricao 
=MATERlAlS+DE+CONSTRUCAO+ClVlL+l&atividadeld=4114330&atividadeDescricao=SlMULA
DOR+- 
+MATERlAlS+DE+CONSTRUCAO+ClVlL+l&ofertaDisciplinald=2157067&codigoMaterial=122&for
necedor=1&urlOrigem=https%3A%2F%2Fwww.virtuaslab.net 
%2Fualabs%2Flauncher.php%3Fproduto%3Dualabid%26ualabid 
%3D122&isAluno=true

Mais conteúdos dessa disciplina