Prévia do material em texto
SEM ESCALA PROJETO ARQUITETÔNICO CENTRO CULTURAL 20/05/2026 VITOR ARRUDA DILENE AU7P48 06ETAPA 3 - PAISAGISMO / CONTEÚDO ESCALAS ASSUNTO (TEMA) FOLHA Nº Nº DE FOLHAS DATAETAPA AUTOR ORIENTADOR TURMA 07 Nome Popular Nome Científico Quant. Foto Real Representação TABELA DE VEGETAÇÃO Jerivá Ipê-Roxo Ipê-Rosa Jambolão Tuia-jacaré Pitangueira Sete-Léguas Azaleia Arbusto Buxinho Arbusto Sabão de soldado Syagrus romanzoffiana Eugenia uniflora Syzygium cumini Sapindus saponaria Buxus sempervirens Rhododendron simsii Podranea ricasoliana Handroanthus heptaphyllus Handroanthus impetiginosus Juniperus horizontalis 10 12 03 07 03 05 06 08 09 04 LEGENDA ACESSO PEDESTRES SAÍDA EMERGÊNCIA ACESSO VEÍCULOS ACESSO SERVIÇO ACESSO AO CENTRO CULTURAL IMPLANTAÇÃO 10 20 300 1 ÁREA DE CONTEMPLAÇÃO Deck de madeira que cria um espaço acolhedor e confortável para permanência, contribuindo para o conforto térmico e valorizando a integração com o paisagismo. 1 2 3 ÁREAS DE SOMBRA Pergolado em madeira com vegetação trepadeira, criando um espaço sombreado e agradável, ideal para momentos de contemplação e permanência, além de contribuir para o conforto térmico do ambiente. BANCOS Bancos orgânicos em madeira que criam espaços mais naturais e convidativos para permanência, integrando-se ao paisagismo e ao desenho do projeto. Mesas e cadeiras em aço inox que garantem durabilidade, fácil manutenção e um uso mais dinâmico do espaço, além de trazer um contraste contemporâneo com os elementos naturais. PERCURSO INTEGRADO Caminhos conectados ao paisagismo que orientam a circulação de forma natural e intuitiva. VEGETAÇÃO A vegetação é composta por árvores de médio porte e arbustos distribuídos de forma estratégica, garantindo sombra, conforto térmico e integração com o paisagismo. Esses elementos ajudam a melhorar o microclima do espaço, tornando os ambientes externos mais agradáveis e conectados com a natureza. Fonte : Renderizada por Vitor Arruda no Revit Imagem 9 - Perspectiva Centro Cultural 2 2 PÁTIO CENTRAL DE INTEGRAÇÃO 3 ÁREA DE CONTEMPLAÇÃOACESSO AO SUBSOLO BANCO MEIA LUA - BQ 121 A proposta do banco busca estimular o encontro, o descanso e a permanência dos usuários, criando espaços mais humanizados e acolhedores. Seu desenho curvo favorece diferentes formas de ocupação, permitindo maior flexibilidade de uso e incentivando a interação entre as pessoas. Além da função estética, o mobiliário atua como elemento organizador do espaço externo, reforçando os percursos e qualificando as áreas de permanência sob o pergolado e junto ao paisagismo. Características Técnicas Fornecedor: Goloni Mobiliário Urbano Modelo de referência: Banco Meia Lua Material estrutural: Estrutura metálica em aço carbono Acabamento: Ripas em madeira tratada e envernizada Uso indicado: Áreas externas, praças, jardins e espaços de convivência O CONJUNTO DE MESA REDONDA O conjunto possui linguagem simples, resistente e atemporal, permitindo integração harmoniosa com a arquitetura contemporânea do edifício e com os elementos naturais do paisagismo. Sua geometria circular favorece a interação entre os usuários, promovendo maior integração social e incentivando atividades de convivência, jogos e permanência prolongada no espaço público. Características Técnicas Fornecedor: Goloni Mobiliário Urbano Modelo de referência: Conjunto de Mesa Redonda Material principal: Concreto armado FCK 20 MPa Acabamento: Superfície envernizada Detalhe funcional: Aplicação de tabuleiro em pastilha cerâmica Composição: 01 mesa redonda + 04 banquetas individuais SETE-LÉGUAS A espécie sete-léguas foi utilizada sobre o pergolado com o objetivo de criar um ambiente mais sombreado, agradável e contemplativo para os usuários do Centro Cultural. Sua vegetação pendente e volumosa permite que o pergolado adquira uma aparência mais natural e acolhedora ao longo do tempo, suavizando a presença da estrutura e melhorando o conforto térmico das áreas externas. Além da função de sombreamento, a vegetação contribui para criar espaços de permanência mais humanizados, incentivando momentos de descanso, convivência e contemplação dentro do conjunto paisagístico do projeto. IPÊ-ROXO O ipê-roxo foi implantado na esquina principal do Centro Cultural como elemento de destaque paisagístico e marco visual da edificação. Sua presença busca criar um ponto de referência urbana capaz de valorizar a entrada principal e despertar o interesse das pessoas que circulam pelo entorno. A escolha da espécie se deve à sua forte expressão visual durante a floração, transformando a fachada em um elemento mais vivo, acolhedor e convidativo. Além do valor estético, o ipê-roxo reforça a identidade cultural e sensorial do projeto, funcionando como um elemento de recepção e permanência que aproxima a população do espaço público e incentiva a entrada no Centro Cultural. PITANGUEIRAS Para o isolamento visual da rampa de acesso ao subsolo, foram utilizadas árvores da espécie pitangueira associadas à vegetação rasteira volumosa, criando uma barreira vegetal natural e integrada ao paisagismo do projeto. As pitangueiras foram escolhidas devido à sua copa densa e porte equilibrado, proporcionando sombreamento e fechamento visual sem comprometer a leveza dos espaços externos. Já a vegetação rasteira auxilia na suavização da diferença de níveis da rampa, tornando o acesso ao subsolo mais discreto e harmonioso dentro da composição arquitetônica do Centro Cultural. PISO INTERTRAVADO DECK DE MADEIRA ÁREA DE PERMANÊNCIA https://www.google.com/search?sca_esv=62d5690ced025e5a&sxsrf=ANbL-n7zuZVftn26FP0gRDmZoZ_FDcdAFg%3A1776861591367&q=Syagrus+romanzoffiana&source=lnms&fbs=ADc_l-acAb_3MMOAUx0zmbUpgBqRiigBgL2I_pgQa-94zvB056b93wKmVeAAORa3GINFZT67RHmD8tBnhEcNAi-9cSkyo2TiykP-v1QooMz91OfQktE4J64icFSKEAKFgA1RE6Yt5vVcQUW9x3TD2CIoxFDGgbSdiMcAAhVkMKU4E-8UTl6oTG4pEDwZ8tVs5zWQhkGh4a3VKIhy4CJWSC08yKMFdTyC6h6DcDctCIZUsgdNc3-BICo&sa=X&ved=2ahUKEwjC5-LYvYGUAxWar5UCHRFRC7EQgK4QegYIAQgAEAM&biw=1536&bih=730&dpr=1.25 https://www.google.com/search?sca_esv=62d5690ced025e5a&sxsrf=ANbL-n7zuZVftn26FP0gRDmZoZ_FDcdAFg%3A1776861591367&q=Syagrus+romanzoffiana&source=lnms&fbs=ADc_l-acAb_3MMOAUx0zmbUpgBqRiigBgL2I_pgQa-94zvB056b93wKmVeAAORa3GINFZT67RHmD8tBnhEcNAi-9cSkyo2TiykP-v1QooMz91OfQktE4J64icFSKEAKFgA1RE6Yt5vVcQUW9x3TD2CIoxFDGgbSdiMcAAhVkMKU4E-8UTl6oTG4pEDwZ8tVs5zWQhkGh4a3VKIhy4CJWSC08yKMFdTyC6h6DcDctCIZUsgdNc3-BICo&sa=X&ved=2ahUKEwjC5-LYvYGUAxWar5UCHRFRC7EQgK4QegYIAQgAEAM&biw=1536&bih=730&dpr=1.25 https://www.goloni.com.br/?utm_source=chatgpt.com https://www.goloni.com.br/?utm_source=chatgpt.com SEM ESCALA PROJETO ARQUITETÔNICO CENTRO CULTURAL 21/05/2026 VITOR ARRUDA DILENE AU7P48 07ETAPA 3 - PAISAGISMO / CONTEÚDO ESCALAS ASSUNTO (TEMA) FOLHA Nº Nº DE FOLHAS DATAETAPA AUTOR ORIENTADOR TURMA 07 LEGENDA ACESSO PEDESTRES SAÍDA EMERGÊNCIA ACESSO VEÍCULOS ACESSO SERVIÇO ACESSO AO CENTRO CULTURAL IMPLANTAÇÃO 10 20 300 POSTE DE LUZ COLONIAL O poste de iluminação especificado para o Centro Cultural foi selecionado com o objetivo de complementar a iluminação das áreas externas, promovendo segurança, orientação espacial e valorização estética dos percursos e espaços de convivência do projeto. Além de sua função técnica, o equipamento atua como elemento compositivo da paisagem urbana, contribuindo para a qualificação visual e funcional do conjunto arquitetônico. O modelo adotado possui referência no Poste de Luz Colonial, fabricado pela empresa Germany Blumenau Iluminação, especializada em soluções de iluminação decorativa e técnica para ambientes externos e urbanos. Características Técnicas Fornecedor / Fabricante: Germany Blumenau Iluminação Modelo: Poste de Luz Colonial – Ref. 172500-01 Aplicação: Áreas externas e espaços de circulação Material: Aço e vidro Cor predominante: Preto Tensão: Bivolt Tipo de lâmpada: Bulbo LED Soquete: E27 Quantidade de lâmpadas: 01 bulbo Altura: 244 cm Ambientes indicados: Jardins, praças, percursos externos e áreas de convivênciaPOSTE BALIZADOR PARA JARDIM O poste balizador especificado para o projeto paisagístico do Centro Cultural foi selecionado com o objetivo de complementar a iluminação externa dos percursos e áreas de permanência, promovendo segurança, orientação espacial e valorização estética do conjunto arquitetônico e paisagístico. Além de sua função técnica, o equipamento atua como elemento de composição visual, reforçando a identidade contemporânea do projeto. O modelo adotado possui fornecimento da empresa Starlumen Iluminação, referência no segmento de iluminação decorativa e técnica para ambientes externos e internos. Características Técnicas Fornecedor: Starlumen Iluminação Modelo: Poste Balizador para Jardim Aplicação: Áreas externas e internas Função principal: Demarcação e orientação de percursos de pedestres Material: Alumínio e policarbonato Altura: 300 mm Dimensões: 75 x 75 mm Tensão: Bivolt 110/220V Compatibilidade: Lâmpadas LED, fluorescentes ou incandescentes Quantidade de lâmpadas: 01 lâmpada E-27 CONFORTO AMBIENTAL As marquises presentes nas fachadas envidraçadas foram utilizadas como estratégia de sombreamento, reduzindo a incidência solar direta, contribuindo para o conforto térmico interno e valorizando a integração entre arquitetura e espaço externo. Além da função climática, esses elementos reforçam a horizontalidade da composição arquitetônica, criam áreas de transição e permanência protegidas para os usuários e proporcionam maior conforto visual nas fachadas de vidro. As marquises também auxiliam na valorização estética da edificação, criando jogos de luz e sombra que tornam a volumetria do Centro Cultural. Fonte : Renderizada por Vitor Arruda no Revit FORMA, DIMENSÕES E PROPORÇÕES DAS ÁREAS LIVRES A proporção entre área edificada e áreas verdes é equilibrada. Porém, na porção frontal lateral esquerda, seria interessante um espaço mais livre e contínuo, com menos interferências, permitindo maior permeabilidade visual e melhor integração entre o paisagismo e os percursos de circulação. Essa estratégia contribuiria para criar uma leitura mais limpa da fachada principal, ampliar a sensação de amplitude do espaço externo e valorizar a chegada ao Centro Cultural de forma mais convidativa e contemplativa. VEGETAÇÃO EDIFÍCIO Fonte : Gerado por IA. Editado por Vitor Arruda Fonte : Renderizada por Vitor Arruda no Revit As áreas mais abertas do lote recebem maior incidência solar ao longo do dia, principalmente nas regiões frontal e lateral esquerda. Em contrapartida, a lateral direita do edifício permanece mais sombreada por conta da própria volumetria, o que influencia no conforto térmico desses espaços. Em relação aos ventos predominantes, que seguem no sentido leste-oeste, parte deles é suavizada pela presença da vegetação no entorno ÁREAS ENSOLARADAS E SOMBREADAS E VENTOS PREDOMINANTES DIREÇÃO VENTO ÁREA ENSOLARADA L O LIXEIRA URBANA – MODELO ATLÂNTIDA A lixeira urbana especificada para o Centro Cultural foi selecionada com o objetivo de complementar a infraestrutura de apoio e manutenção dos espaços externos, contribuindo para a organização, limpeza e conservação do ambiente público. Além de sua função utilitária, o equipamento integra a composição arquitetônica e paisagística do projeto, reforçando a proposta de um espaço contemporâneo, funcional e visualmente qualificado. O modelo adotado tem como referência a Lixeira Atlântida, desenvolvida pela empresa Grupo Goloni Mobiliário Urbano, especializada em mobiliário urbano e equipamentos para parques, praças, centros culturais e espaços públicos de convivência. Características Técnicas Fornecedor: Grupo Goloni Mobiliário Urbano Modelo de referência: Lixeira Atlântida Material principal: Concreto armado FCK 18 MPa Acabamento: Superfície envernizada Estrutura complementar: Perfil metálico em aço com sistema de fixação reforçado Uso indicado: Praças, parques, centros culturais e espaços públicos externos Sistema interno: Suporte para saco plástico Detalhes gráficos: Ideograma em silk screen Modelo especificado – 150 Litros Dimensões: 640 x 640 x 805 mm Base de fixação: 580 x 580 x 75 mm Peso aproximado: 343 kg BEBEDOURO MORUMBI O bebedouro especificado para o Centro Cultural foi selecionado com o objetivo de complementar a infraestrutura de apoio ao usuário, garantindo conforto, acessibilidade e permanência qualificada nos espaços externos do projeto. Além de sua função utilitária, o elemento contribui para a composição estética do conjunto arquitetônico e paisagístico, reforçando a linguagem contemporânea adotada em todo o empreendimento. Características Técnicas Fornecedor: Grupo Goloni Mobiliário Urbano Modelo de referência: Bebedouro Morumbi Material principal: Concreto armado Componentes hidráulicos:02 torneiras em metal niquelado 01 torneira para retirada com copo 01 torneira tipo jato Altura: 1.100 mm Diâmetro: 500 mm Peso aproximado: 379 kg https://www.starlumen.com.br/?utm_source=chatgpt.com https://www.starlumen.com.br/?utm_source=chatgpt.com https://www.starlumen.com.br/?utm_source=chatgpt.com https://www.goloni.com.br/?utm_source=chatgpt.com https://www.goloni.com.br/?utm_source=chatgpt.com https://www.goloni.com.br/?utm_source=chatgpt.com BANCO MEIA LUA - BQ 121 Características Técnicas Características Técnicas PITANGUEIRAS Para o isolamento visual da rampa de acesso ao subsolo, foram utilizadas árvores da espécie pitangueira associadas à vegetação rasteira volumosa, criando uma barreira vegetal natural e integrada ao paisagismo do projeto. POSTE BALIZADOR PARA JARDIM Características Técnicas Características Técnicas Modelo especificado – 150 Litros Características Técnicas BEBEDOURO MORUMBI Características Técnicas