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w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | A o n d e v o c ê q u e r c h e g a r ? Vai com a w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Produção do Conhecimento Científico, Tecnológico e Disrupção Prof. Me. Adriano Oliveira Mestre/Doutorando em Administração w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Metas de Aprendizagem • Compreender o Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação (SNCTI). • Conhecer a propriedade intelectual e seus tipos. • Entender o papel das incubadoras e do plano de negócios na inovação. • Conhecer as etapas de uma pesquisa científica. • Compreender como definir tema, problema, objetivos e justificativa. • Distinguir pesquisa qualitativa de quantitativa e os métodos de coleta. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Da boa ideia ao produto: existe um sistema • Uma descoberta não vira produto sozinha: exige trabalho, recursos e organização. • O Brasil tem um sistema inteiro para favorecer que as inovações se concretizem. • Ele conecta quem produz, quem financia e quem usa a ciência. No mundo de hoje, conhecimento é poder, e fomentar a ciência é pilar de desenvolvimento. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | O SNCTI e seus três níveis de atores Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação • Agentes políticos: definem estratégias e leis. Poder executivo, legislativo e a sociedade civil organizada. • Agências de fomento: gerenciam o dinheiro. CNPq, CAPES, FINEP, BNDES, EMBRAPII e FAP. • Operadores: usam o sistema para pesquisar e inovar. Universidades, institutos, incubadoras e empresas. O sistema funciona quando os três níveis se articulam. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Os Planos Nacionais de CT&I • São os documentos que coordenam todos os atores em objetivos comuns. • Funcionam como um projeto de pesquisa do país: problema, hipótese, objetivos e método. • O problema é superar as desigualdades; a hipótese, que só a CT&I dá conta disso. • São reescritos a cada ciclo de governo e apontam os setores estratégicos para inovar. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Propriedade intelectual • É o reconhecimento e a proteção de tudo o que foi criado pela mente humana. • Vira um ativo da empresa: pode ser vendido ou alugado (royalties). • Tem prazo, diferente de um imóvel. Obra literária, por exemplo, 70 anos após a morte do autor. No senso comum tudo é chamado de patente, mas patente é só um dos tipos. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Os tipos de propriedade intelectual • Propriedade industrial: patente, marca, desenho industrial, indicação geográfica, contratos e franquias • Direito autoral: direito do autor, direitos conexos e registro de programa de computador • Proteção sui generis: cultivar, circuito integrado, conhecimento tradicional e folclore Autoria é quem criou; direito autoral é quem pode explorar comercialmente. Nem sempre são a mesma pessoa. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Como se registra: o INPI • O INPI é a autoridade nacional para registro de inventos no Brasil. • Só se registra o que é inédito: antes, o inventor pesquisa se já não existe algo igual. • O registro protege a autoria e cria oportunidade de negócio e transferência ao mercado. • Depositado o pedido, já se ganha o direito de impedir terceiros de copiar. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Incubadoras e aceleradoras Nem toda invenção está pronta: ela precisa ser amadurecida até virar viável • Incubadoras: ligadas a governo e universidades, apoiam empresas nascentes conforme a região • Aceleradoras: ajudam negócios em fase inicial a crescer, geralmente em troca de participação (equity) As duas oferecem espaço, mentoria e recursos para as startups. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Levando a ideia ao mercado: a startup A startup propõe soluções inovadoras que criam ou revolucionam mercados • Passos: ter a ideia, planejar o modelo, criar protótipo, validar no mercado, buscar parceria e captar recurso. • Para captar recurso numa incubadora ou aceleradora, é preciso um plano de negócios. O plano de negócios descreve os objetivos e os passos, reduzindo riscos e incertezas. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Toda pesquisa começa com um problema Pesquisar é buscar respostas para um problema que ainda não tem solução • Tema: o assunto amplo dentro da sua área • Hipótese: a resposta provável, que a pesquisa vai confirmar ou refutar • Problema: sempre em forma de pergunta, clara e possível de responder Qualquer pessoa é capaz de fazer produção científica. O importante é dar o primeiro passo. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Os objetivos da pesquisa Os objetivos saem do problema e dizem o que a pesquisa pretende alcançar • Objetivo geral: a intenção ampla da pesquisa, escrita em um parágrafo. • Objetivos específicos: os desdobramentos, as ações para chegar ao geral, em tópicos. Todos começam com verbo no infinitivo: analisar, identificar, explorar, comparar. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | A justificativa: por que essa pesquisa importa • Caráter prático: a relevância da pesquisa para intervir na sociedade • Caráter pessoal: a ligação com a sua trajetória de estudante ou profissional • Caráter acadêmico: o nível da produção (graduação, especialização, mestrado) O mais importante é mostrar a relevância da pesquisa para a comunidade. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | A base teórica: conversar com os autores • É a parte mais extensa: leitura, reflexão e escrita sobre o que já existe do tema • Não é copiar autores; é dialogar com eles, com o seu olhar sobre a problemática • Caminho: dividir o tema em subtemas, selecionar autores de cada um e escrever por tópicos Organize-se com fichas de leitura (o que você entendeu) e fichas bibliográficas (os dados da obra). w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | A metodologia: como a pesquisa será feita É a alma da pesquisa: onde se explica o método e as técnicas que a farão existir • Qualitativa: busca significados, motivos e comportamentos. Dados que não se quantificam. • Quantitativa: trabalha com grande volume de dados e análise estatística. Não há tipo melhor. Há formas diferentes, escolhidas conforme o problema. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Coleta de dados: as ferramentas • Entrevista: exige roteiro; perguntas diretas ou abertas. • Questionário: aberto ou fechado; evite que seja longo demais e faça um pré-teste. • Observação: exige diário de campo; foto e vídeo pedem autorização de imagem. • Grupo focal e história de vida: para dados mais aprofundados e sociais. Qualquer instrumento exige o Termo de Consentimento do participante. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Análise e conclusão Os dados não falam sozinhos: precisam do olhar interpretativo do pesquisador • Analisar é cruzar os dados coletados com o problema, as hipóteses e a teoria • Confirma-se ou não a hipótese, e nem todo dado coletado precisa aparecer no texto Não há resposta certa ou errada. Há respostas encontradas, e todo trabalho científico tem valor. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | O que levamos daqui! • A inovação não sai do papel sozinha: um sistema conecta quem produz, financia e usa ciência • Registrar a propriedade intelectual protege a ideia e abre caminho para o negócio • Incubadoras, aceleradoras e o plano de negócios levam a startup ao mercado • Pesquisar começa por um problema em forma de pergunta, com objetivos e justificativa claros • Base teórica, metodologia, coleta e análise dão corpo ao trabalho científico Qualquer pessoa é capaz de produzir ciência. O importante é começar. w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | Desafio do Professor! Pense na sua área de atuação: • Escolha um tema e transforme-o em um problema de pesquisa, em forma de pergunta. • Qual seria a hipótese, ou seja, a respostaprovável que você testaria? • A pesquisa seria qualitativa ou quantitativa? Por quê? w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r | w w w . u n i c e s u m a r . e d u . b r Bons estudos! Siga em frente com a Slide 1 Slide 2: Produção do Conhecimento Científico, Tecnológico e Disrupção Slide 3: Metas de Aprendizagem Slide 4: Da boa ideia ao produto: existe um sistema Slide 5 Slide 6: Os Planos Nacionais de CT&I Slide 7: Propriedade intelectual Slide 8: Os tipos de propriedade intelectual Slide 9: Como se registra: o INPI Slide 10: Incubadoras e aceleradoras Slide 11: Levando a ideia ao mercado: a startup Slide 12: Toda pesquisa começa com um problema Slide 13: Os objetivos da pesquisa Slide 14: A justificativa: por que essa pesquisa importa Slide 15: A base teórica: conversar com os autores Slide 16: A metodologia: como a pesquisa será feita Slide 17: Coleta de dados: as ferramentas Slide 18: Análise e conclusão Slide 19: O que levamos daqui! Slide 20: Desafio do Professor! Slide 21