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CIRCUITOS ELÉTRICOSCIRCUITOS ELÉTRICOS IIII UNIDADE 1 – FASORES:UNIDADE 1 – FASORES: CONCEITOS E APLICAÇÕESCONCEITOS E APLICAÇÕES Autor: Guilherme SchnirmannAutor: Guilherme Schnirmann Revisora: Sofia Maria Amorim Falco RodriguesRevisora: Sofia Maria Amorim Falco Rodrigues INICIAR Introdução Caro estudante, Na natureza, os mais variados tipos de sinais são encontrados na forma senoidal, ou seja, são variantes no tempo e analisados por uma função seno ou cosseno com propriedades: amplitude , frequência e fase (ALEXANDER; SADIKU, 2013). Na análise de circuitos elétricos não é diferente, pois as principais fontes de tensão ou corrente são variantes no tempo. Essa tensão, gerada por usinas de energia elétrica no mundo inteiro, é conhecida por tensão CA (corrente alternada). Portanto a tensão que chega na tomada de nossas casas e é a mesma utilizada na transmissão e distribuição de energia na forma alternada senoidal. Estudaremos as ferramentas matemáticas para a análise de circuitos CA, bem como revisaremos técnicas utilizadas em CC (corrente contínua) que são 1.1 Circuitos CA e notação senoidal As funções senoidais são funções periódicas , ou seja, funções que variam no tempo, mas se repetem em um intervalo, chamado de período . Considere a função senoidal: Em que: Nas abas a seguir, os gráficos apresentam a senoide em função do argumento ωt e em função do tempo. Observa-se que a função se repete em intervalos constantes e fica evidente que essa repetição acontece a cada T segundos, portanto, esse intervalo T é chamado de período da senoide. A amplitude V é o valor máximo/mínimo (de pico) que a senoide atinge. também utilizadas no estudo em questão. Iniciaremos a análise nos circuitos CA em que todos os princípios fundamentais das leis de Kirchhoff e de Ohm, utilizados previamente nos circuitos CC, possam ser aplicados (BOYLESTAD, 2012), mas com outras ferramentas matemáticas (consideradas com um nível de complexidade mais alto), que são os objetos de estudo desse capítulo: senoides e fasores . #PraCegoVer : vt é igual à Vm seno de ômega t #PraCegoVer : vm é igual à amplitude da sonoide em volts #PraCegoVer : ômega é igual à frequência angular em radianos por segundos #PraCegoVer : ômega t é igual ao argumento da senoide m Gráficos deVmsen(ωt) » Clique nas setas ou arraste para visualizar as imagens Fonte: ALEXANDER; SADIKU, 2013, p. 330. (Adaptado). O argumento ωt é o termo que conduz a função seno e está associado à relação trigonométrica angular da função seno com a frequência de oscilação da tensão #PraCegoVer : gráfico ilustrando a função periódica senoidal, em função do argumento da senoide, com intervalos de repetição variando de zero até quatro pi na linha horizontal; e na linha vertical, a amplitude da senoide em volts. O gráfico resulta em ondas devido às variações. alternada. Portanto é importante lembrar que π rad equivale a 180° e 2π rad equivale a 360°, ou seja, meia oscilação e uma oscilação completa, representando meio período (T/2) e um período completo (T). Desse modo, entendemos que um período (T) representa o tempo de uma oscilação completa (ou uma volta completa 360° = 2π rad) (BOYLESTAD, 2012). Assim, podemos relacionar a frequência angular ( ω ) com o período (T) do seguinte modo: De modo simples, podemos verificar que v ( t ) se repete a cada T segundos. Basta substituir t por t + T e utilizar o valor de T encontrado na Equação (1): Portanto: Ou seja, v apresenta o mesmo valor em t + T do que aquele em t , dizendo-se que v(t) é periódica. Sabe-se que o período é o tempo de uma oscilação completa. Assim, fazendo-se o inverso, chegamos no número de oscilações por segundo, que é a definição de #PraCegoVer : ômega vezes o período T é igual à 2 pi; portanto, o período T é igual à 2 pi sobre ômega #PraCegoVer : v em t mais o período T é igual à Vm seno de ômega t mais o período T, que é igual à Vm seno de ômega t mais 2 pi sobre ômega #PraCegoVer : v em t mais o período T é igual à Vm seno de ômega t mais 2 pi, que é igual à Vm seno de ômega t, que é igual à vt #PraCegoVer : v em t mais o período T é igual à vt frequência (IRWIN, 2000): Em que: Por exemplo, caso a senoide do gráfico (B), das abas, esteja completando uma oscilação completa em 1 ms, teremos um período T = 1 ms e, portanto, uma frequência igual a: Ou seja, essa senoide completará 1000 oscilações em um segundo. #PraCegoVer : a frequência é igual a 1 sobre o período T #PraCegoVer : a frequência angular ômega é igual a dois pi vezes f #PraCegoVer : ômega é igual à frequência angular em radianos por segundo #PraCegoVer : f é igual à frequência em hertz #PraCegoVer : f é igual a 1 sobre o período T, que é igual a 1 sobre 1 mili, que é igual a mil hertz 1.1.1 Excitação senoidal Os circuitos CA são excitados por componentes senoidais periódicos e com elementos que representam os valores de pico do sinal (amplitude), tempo de oscilação (período) e oscilações por segundo (frequência). Além desses elementos, o sinal pode estar deslocado em relação à origem (atrasado ou avançado). Para isso, acrescentamos no argumento da senoide (que era wt ) o termo de fase ϕ (phi), chegando em uma expressão mais genérica para a senoide: Lembrando que o argumento da senoide ( ωt + ϕ ) (ômega t mais phi) pode ser em radianos ou graus, portanto, a fase ϕ tem as mesmas unidades. Para entendermos o que significa o atraso e avanço de fase, examinaremos as duas senoides apresentadas no Gráfico 1. Gráfico 1 – Duas senoides com fases distintas VOCÊ SABIA? A medida de frequência denominada hertz (Hz) é uma homenagem ao alemão Heinrich Rudolf Hertz (1857-1894). O físico demonstrou a existência de radiação eletromagnética por meio de aparelhos emissores e receptores de ondas de rádio, que ele mesmo criou. O hertz é a unidade do Sistema Internacional (SI) de medidas e expressa a frequência de um evento periódico por ciclos ou oscilações por segundo. #PraCegoVer : vt é igual a Vm seno de ômega t mais phi Fonte: ALEXANDER; SADIKU, 2013, p. 333. (Adaptado). Repare que v não contém o elemento de fase no seu argumento ( ϕ = 0 ) (ϕ=0 phi igual a zero) e parte da origem. Assim, como v 2 está na frente de v no tempo (começa antes), dizemos que v está avançada em ϕ em relação a v e que v está atrasada em ϕ (phi) em relação a v . Desse modo, podemos afirmar que v e v estão fora de fase ( ϕ ≠ 0 ) (ϕ ≠ 0 phi diferente de zero) . Vale ressaltar, também, que essa análise só é possível porque operam na mesma frequência, mas não precisam ter a mesma #PraCegoVer : Gráfico das tensões de pico de duas senoides com uma diferença de fase Fi. As ondas resultantes do gráfico são representadas por uma linha sólida saindo de zero e outra defasada (adiantada) com linha pontilhada à esquerda por uma distância ilustrativa Fi. O eixo y varia de da amplitude da senoide em volts negativa até a positiva. E o eixo x, em função do argumento da senoide, varia de 0 a 2pi. 1 1 2 1 1 2 1 2 amplitude. É importante sabermos a relação de fase entre as formas senoidais, podendo- se converter a forma seno para cosseno e vice-versa: De modo simples, com a tensão e a corrente variando periodicamente no tempo e fora de fase por um ângulo de 90° temos a tensão representada por uma função senoidal e, assim, a corrente seria cossenoidal: As relações trigonométricas são fundamentais como ferramenta de análise de circuitos CA. Serão sempre utilizadas as funções que representam sinais periódicos. 1.2 Notação fasorial Para facilitar o modo de trabalhar com as senoides, utilizamos os fasores, pois são uma forma mais conveniente, em termos de complexidade matemática, do que as funções seno e cosseno. Assim, os fasores simplificam a análise de circuitos CA, caso contrário, trabalharíamos com relações trigonométricas complexas para encontrarmos os elementos dos circuitos e a análise seria impraticável. Os fasores são números complexos que representam a amplitude e a fase de uma senoide (ALEXANDER; SADIKU,2013). #PraCegoVer : seno de ômega t mais ou menos 180 graus é igual a menos seno de ômega t. E o cosseno de ômega t mais ou menos 180 graus é igual a menos cosseno de ômega t #PraCegoVer : seno de ômega t mais ou menos 90 graus é igual a cosseno de ômega t. E cosseno de ômega t mais ou menos 90 graus é igual a menos seno de ômega t e seno de ômega t #PraCegoVer : seno de ômega t mais ou menos 90 graus é igual à mais ou menos cosseno de ômega t Para trabalharmos com fasores, precisamos estar habituados com os números complexos. Um número complexo possui dois componentes: real e imaginária . Em que z é o número complexo, x é a parte real, y é a parte imaginária e j = √-1 . Assim, pode-se representar as partes real e imaginária de z no plano complexo (Gráfico 2). Repare que o número complexo z pode ser interpretado como um vetor com componentes em x (real) e em y (imaginária), tendo o módulo e ângulo de fase calculados como: Gráfico 2 – Plano complexo: eixo dos números imaginários X eixo dos números reais #PraCegoVer : o número imaginário z é igual à x mais y imaginário #PraCegoVer : r é igual à raiz quadrada de x ao quadrado mais y ao quadrado #PraCegoVer : phi é igual a x sobre y Fonte: ALEXANDER; SADIKU, 2013, p. 333. (Adaptado). O número complexo z também pode ser representado na forma polar ou exponencial (ALEXANDER; SADIKU, 2013), além da forma retangular apresentada. A forma polar é representada pelo módulo de z e pelo ângulo de fase ϕ : Já a forma exponencial relaciona o módulo r e a fase da seguinte forma: #PraCegoVer : Gráfico do plano complexo z, sendo y o eixo dos números imaginários e x o dos números reais. É representado o número complexo z com módulo r com ângulo Fi e variações de x no eixo dos reais e y no eixo dos imaginários (variando de dois jota negativos até dois jota). #PraCegoVer : o número imaginário z é igual a r com fase phi A partir do Gráfico 2, considerando as relações trigonométricas, podemos relacionar x e y com r e ϕ do seguinte modo: Portanto, z pode ser representado do seguinte modo: Operações entre números complexos são utilizadas nas análises em circuitos. É importante saber transitar entre as formas de representação apresentadas anteriormente, pois cada tipo de operação é mais simples em determinada forma. Operações básicas dos números complexos Adição z + z = (x + x ) + j(y + y ) Subtração z - z = (x - x ) + j(y - y ) Multiplicação z z = r r ∠(ϕ + ϕ ) Divisão z /z = r /r ∠(ϕ - ϕ ) #PraCegoVer : o número imaginário z é igual a r vezes o exponencial de phi imaginário #PraCegoVer : x é igual a r cosseno de phi e y é igual a r em phi #PraCegoVer : o número imaginário z é igual a x mais y imaginário, que é igual a r com fase phi, que é igual a r vezes cosseno de phi mais imaginário de seno de phi) 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 1 2 Inverso 1/z = 1/r∠-ϕ Raiz quadrada √z = √r∠ϕ/2 Conjugado complexo z* = x - jy = r∠-ϕ = re Fonte: ALEXANDER; SADIKU, 2013, p. 333. (Adaptado). Lembrando que a notação fasorial é uma representação por meio da amplitude e da fase da senoide. As transformações são muito importantes para realizar as operações, fica claro nos exemplos das operações de soma e subtração na forma polar em que as fases são diferentes. Nesses casos, o único modo de efetuar as referidas operações é na forma retangular, em que se somam as respectivas partes reais e imaginárias para chegar no -jϕ #PraCegoVer : Quadro com 7 linhas e duas colunas. Na primeira linha tem-se a adição, z1 mais z2 é igual a x1 mais x2 mais imaginário de y1 mais y2. Na segunda linha tem-se a subtração, com Z1 menos z2 é igual a x1 menos x2 mais imaginário de y1 menos y2. Na terceira linha tem-se a multiplicação, com Z1 vezes z2 é igual a r1 vezes r2 com fase phi1 mais phi2. Na quarta linha tem-se a divisão, com Z1 sobre z2 é igual a r1 sobre r2 com fase phi1 menos phi2. Na quinta linha tem-se o inverso, que é 1 sobre z é igual a 1 sobre r com fase menos phi. Na sexta linha tem-se a raiz de z, que é igual a raiz de r com fase phi sobre 2. Na sétima linha tem-se z conjugado, que é igual a x menos imaginário y, que é igual a r com fase menos phi, que é igual a r vezes exponencial de menos phi imaginário. resultado e retornar para a forma polar. Resume-se à transformação do domínio do tempo (senoidal) para o domínio fasorial, que pode ser vista a seguir. Transformação senoidal-fasorial V cos(ωt + ϕ) V sen(ωt + ϕ) V ∠ ϕ I cos(ωt + ϴ) V ∠ ϕ - 90° I sen(ωt + ϴ) I ∠ ϴ I ∠ ϴ - 90° DOMÍNIO DO TEMPO DOMÍNIO FASORIAL O ponto-chave da análise fasorial, que é base de todas as relações trigonométricas/fasoriais com o plano complexo, é a relação de Euler: m m m m m m m m #PraCegoVer : quadro com 5 linhas e duas colunas. Na primeira linha tem-se domínio do tempo e domínio fasorial. Na segunda linha tem-se Vm cosseno de ômega t mais phi e Vm com fase phi. Na terceira linha tem-se Vm seno de ômega t mais phi, e Vm com fase phi menos 90 graus. Na quarta linha tem-se Im cosseno de ômega t mais theta e Im com fase theta. Na quinta linha tem-se Im seno de ômega t mais theta e Im com fase theta menos 90 graus #PraCegoVer : e elevado a x imaginário é igual a cosseno de x mais imaginário de seno de x Vale lembrar que todas as operações e propriedades vistas são para senoides na mesma frequência. Em resumo, é de suma importância estar familiarizado com as transformações e operações no domínio da frequência, pois serão exigidas o tempo todo na análise de circuitos CA, assim, além das propriedades e operações é importante visualizar o que os elementos representam fisicamente nos circuitos elétricos. Teste seus conhecimentos Atividade não pontuada. 1.2.1 Notação fasorial em circuitos RLC Entendemos como representar e interpretar corrente e tensão em circuitos em regime permanente senoidal com a notação fasorial – domínio da frequência. Portanto, quando o circuito está no domínio do tempo, deve-se o transformar para o domínio da frequência para iniciar a análise. Assim, como feito para as correntes e tensões, representa-se os capacitores e indutores por meio de fasores – reatância indutiva e capacitiva. Relações tensão-corrente ELEMENTO DOMÍNIO DO TEMPO DOMÍNIO DA FREQUÊNCIA VOCÊ QUER LER? Para um estudo mais aprofundado do histórico, propriedades, provas matemáticas e exemplos de números complexos, sugere-se a leitura do livro Números complexos e equações algébricas , de Anderson Roges Teixeira Góes e Heliza Colaço Góes. R v = Ri V = RI L C V = jωLI Fonte: ALEXANDER; SADIKU, 2013, p. 333. (Adaptado). Escrevendo as equações em termos da razão tensão fasorial e corrente fasorial, temos: #PraCegoVer : quadro com 4 linhas e 3 colunas. Na primeira linha tem-se elemento, domínio do tempo e domínio da frequência. Na segunda linha tem-se R, v igual a R i e V igual a R I. Na terceira linha tem-se L, v igual a L di dt e V igual ao imaginário de ômega L i. Na quarta linha tem-se C, i igual a C dv dt e V igual a I sobre o imaginário de ômega c. #PraCegoVer : V é igual a R i, V é igual ao imaginário de ômega L i e V é igual a I sobre o imaginário de ômega C Analogamente aos circuitos CC, em que os elementos eram puramente resistivos e a resistência representava uma oposição ao fluxo de corrente, nos circuitos em regime permanente senoidal, essa oposição é a impedância Z . Representamos Z na forma retangular como: Em que R é a parte real de Z (resistência) e X é a parte imaginária de Z (reatância). Quando X for positiva, a reatância é indutiva, já quando X for negativa, a reatância é capacitiva. Expressamos Z na forma polar como: Em que |Z| é o módulo de Z: #PraCegoVer : V sobre I é igual a R, V sobre I é igual ao imaginário de ômega L, V sobre I é igual a 1 sobre o imaginário de ômega C #PraCegoVer : Z é igual a V sobre I; portanto, V é igual a Z I #PraCegoVer : Z é igual a R mais imaginário de X #PraCegoVer : Z é igual ao módulo de Z com fase theta ϴ ( theta ) é oângulo de fase entre a parte imaginária e real: Por fim: O inverso da impedância é conhecido como admitância (Y) e é medido em siemens (S) (BOYLESTAD, 2012). Relações tensão-corrente ELEMENTO DOMÍNIO DO TEMPO DOMÍNIO DA FREQUÊNCIA R Z = R L C Z = jωL Y = jωC Fonte: ALEXANDER; SADIKU, 2013, p. 346. (Adaptado). #PraCegoVer : o módulo de z é igual à raiz quadrada de r ao quadrado mais x ao quadrado #PraCegoVer : theta é igual a x sobre r #PraCegoVer : R é igual ao módulo de z vezes cosseno de theta e X é igual ao módulo de z vezes seno de theta #PraCegoVer : quadro com 4 linhas e 3 colunas. Na primeira linha tem-se elemento, impedância e admitância. Na segunda linha tem-se Para analisarmos um circuito CA observamos inicialmente se os elementos são dados no domínio do tempo ou da frequência. Agora, temos as ferramentas necessárias para transformar tudo para a notação fasorial e aplicar as operações de análise, fazemos isso para a fonte e para os elementos passivos do circuito (RLC) – que têm a característica de interagir com a energia do circuito (corrente e tensão) – e, por fim, encontramos as correntes e tensões no circuito em questão. » Leis de Kirchoff no domínio da frequência No exemplo a seguir, vamos aplicar as leis de Kirchhoff no domínio da frequência e observaremos que, após a transformação de domínio, elas são aplicadas da mesma forma que eram nos circuitos CC. Deseja-se encontrar a tensão no indutor de 5H: Fonte: ALEXANDER; SADIKU, 2013, p. 352. (Adaptada). R, Z igual a R e Y igual a 1 sobre R. Na terceira linha tem-se L, Z igual ao imaginário de ômega L e Y igual a 1 sobre o imaginário de ômega L. Na quarta linha tem-se C, Z igual a 1 sobre o imaginário de ômega c e Y igual ao imaginário de ômega c #PraCegoVer : Imagem de um circuito com duas malhas em formato retangular. Da esquerda para direita, há a fonte de tensão de dez vezes coseno quatro tê menos trinta graus (representada por um círculo) em série com um resistor (em forma de zigue-zague) de cinquenta ômio chegando em nó com um capacitor (em forma de Realizando a transformação para o domínio da frequência, começando com a fonte de tensão: Transforma-se os elementos passivos, sabendo que temos: E ficamos com o circuito do seguinte modo, com as impedâncias calculadas: suas linhas paralelas em horizontal) de dez emê efê em paralelo com um indutor (em forma de mola) de cinco hertz. #PraCegoVer : vs é igual a 20 cosseno de 4t menos 15 graus, ou seja, vs é igual a 10 com -30 graus de fase volts #PraCegoVer : a frequência em radianos é igual a 4 radianos por segundo #PraCegoVer : 10 mili farads é representado por 1 sobre o imaginário de ômega c, que é igual a 1 sobre 4 imaginário vezes 10 vezes 10 elevado a menos 3, que é igual a menos 25 imaginário, em ohms #PraCegoVer : 5 henrys é representado por ômega L imaginário, que é igual â 4 imaginário vezes 5, que é igual a 20 imaginário, em ohms Fonte: ALEXANDER; SADIKU, 2013, p. 349. (Adaptada). Observamos que Z1 e Z2 estão em paralelo e em série com o resistor de 50 Ω (cinquenta ômio):, portanto, a expressão para impedância equivalente Z : Como precisamos encontrar Vo, que é a tensão fasorial em Z2, a mesma calculada na impedância paralelo Z1 | | Z2 = j100 , utilizamos o princípio da divisão de tensão #PraCegoVer : Imagem de um circuito com duas malhas em formato retangular. Da esquerda para direita, há a fonte de tensão dez com fase de trinta graus negativo em série com um resistor (em forma de zigue-zague) de cinquenta ômio chegando em nó com a impedância (sinalizada por um retângulo menor) de zê um igual a menos vinte e cinco imaginário ômio em paralelo com outra impedância de zê dois igual a vinte imaginário ômio com a tensão procurada vê o (com sinal positivo em cima e negativo embaixo). e #PraCegoVer : Z e é igual a Z1 em paralelo com Z2 mais 50, que é igual a menos 25 imaginário em paralelo com 20 imaginário mais 50, que é igual a menos 25 imaginário vezes 20 imaginário sobre menos 25 imaginário mais 20 imaginário mais 50, que é igual a 100 imaginário mais 50, em ohms (impedância em que se deseja determinar a tensão sobre a soma das impedâncias multiplicado pela tensão oposta – no caso será a fonte): Transformando o termo que está na forma retangular para polar: Por fim, converte o resultado encontrado para o domínio do tempo: As leis de Kirchhoff e de Ohm são aplicadas aos circuitos no domínio da frequência da mesma forma que eram aplicadas nos circuitos CC. Bem como as associações de impedâncias são equivalentes às associações de resistores. Assim, tem-se como impedâncias em série : Sendo a divisão de tensão equivalente a: #PraCegoVer : v o é igual a 100 imaginário sobre 100 imaginário mais 50, vezes 10 com fase menos 30 graus #PraCegoVer : v o é igual a 100 com fase 90 graus sobre 111,8 com fase 63,43 graus vezes 10 com fase 30 graus, é igual a 0,89 com fase 26,57 graus, vezes 10 com fase 30 graus, é igual a 8,9 com fase menos 3,43 graus, em volts #PraCegoVer : v o de t é igual a 8,9 cosseno de 4t menos 3,43 graus, em volts #PraCegoVer : z equivalente é igual ao somatório de todas as n impedâncias Fonte: ALEXANDER; SADIKU, 2013, p. 349. (Adaptada). » Impedâncias/admitâncias em paralelo Quando a associação é em paralelo, calcula-se a soma dos inversos das impedâncias e iguala-se ao inverso da impedância equivalente. Uma boa opção é utilizar as admitâncias em paralelo, em que a admitância equivalente é igual a soma das admitâncias individuais (ALEXANDER e SADIKU, 2013): #PraCegoVer : v1 é igual a z1 sobre z1 mais z2 vezes V, v2 é igual a z2 sobre z1 mais z2 vezes v #PraCegoVer : Imagem de um circuito com uma malha em formato retangular. Da esquerda para direita, há a fonte de tensão Vê, com sinal positivo em cima e negativo embaixo. Ela está ligada em série com uma impedância (sinalizada por um retângulo menor), indicada por uma seta, de zê um, com a tensão vê um destacada (tendo os sinal positivo à esquerda e o negativo à direita). Esta, por sua vez, está em série com zê dois com a tensão vê dois destacada, tendo o sinal positivo em cima e o negativo embaixo. Dessa forma, a divisão de corrente é dada por: Fonte: ALEXANDER; SADIKU, 2013, p. 349. (Adaptada). #PraCegoVer : 1 sobre z equivalente é igual ao somatório dos invernos das n impedâncias equivalentes, portanto, a admitância equivalente, que é igual ao somatório das n admitâncias equivalentes #PraCegoVer : i1 é igual a z2 mais z1 mais z2 vezes I, I2 é igual a z1 sobre z1 mais z2 vezes I #PraCegoVer : Imagem de um circuito com duas malhas. Representado em um retângulo, na extrema esquerda, há a fonte de corrente I com Vê destacada (sinal positivo em cima e negativo embaixo) em paralelo com uma impedância zê um (em formato de um retângulo menor), com a corrente i um descendo, indicada por uma seta. Em série, há zê dois com a corrente i dois descendo, também indicada por uma seta. Em muitos casos, torna-se possível a análise e a simplificação das associações em série-paralelo para encontrar os elementos desejados em circuitos. Entretanto, à medida que os circuitos contêm mais elementos e ficam mais complexos, com muitos ramos e malhas, precisamos, além dessas ferramentas, aplicarmos outros métodos de análise. 1.3 Análise nodal Nos itens anteriores, vimos que os circuitos excitados por componentes senoidais são analisados por meio da notação fasorial. O objetivo do presente item é aplicar a análise nodal nesses circuitos no domínio da frequência. Portanto, seguimos na mesma ordem que iniciamos nos itens anteriores: transformar o circuito para o domínio da frequência (fasores), realizar a análise do circuito (utilizando as leis de Kirchhoff e de Ohm) e, por fim, converter o resultado fasorial para o domínio do tempo. Inicialmente, encontram-se os nós essenciais do circuito, ou seja, os nós em que há mais elementos do circuito conectados para depois escolher um nó de referência para as tensões que serão calculadas.Utiliza-se da lei de Kirchhoff das correntes – a soma algébrica das correntes que entram no nó é igual a soma das correntes que saem. Vamos aplicar a análise nodal em um caso prático.No exemplo a seguir, deseja-se encontrar I no circuito a seguir utilizando análise nodal: Fonte: ALEXANDER; SADIKU, 2013, p. 369. (Adaptada). x #PraCegoVer : Imagem de um circuito com três malhas em forma retangular, dividida em três partes. Na extrema esquerda, há fonte de tensão vinte coseno quatro tê vezes Vê em série com um resistor, indicado por um zigue-zague, de dez ômio chegando em Desse modo, o primeiro passo é converter o circuito para o domínio da frequência: Assim, obtém-se o circuito mostrado a seguir. Repare que os nós escolhidos ( V e V ) são os com mais elementos conectados e com as informações de interesse envolvidas e que a referência é o ponto em que há o maior número de ramos conectados. um nó bifurcando com um capacitor de zero vírgula um efê para baixo, com a corrente i x descendo, e um indutor de um hertz, representado por uma forma de mola, para direita. Em paralelo, há uma fonte de corrente dependente de dois ix (para cima) em paralelo com um indutor, também em forma de mola, de zero vírgula cinco hertz. #PraCegoVer : ômega é igual a 4 radianos por segundo #PraCegoVer : 20 cosseno de 4t é igual a 20 com fase 0 #PraCegoVer : o imaginário ômega L é igual a 4 imaginário vezes 1, que é igual a 4 imaginário em ohms #PraCegoVer : imaginário ômega L é igual a 4 imaginário vezes 0,5, que é igual a 2 imaginário em ohms #PraCegoVer : 1 sobre imaginário de ômega c é igual a 1 sobre 4 imaginário vezes 0,1 que é igual a menos 2,5 imaginário, em ohms 1 2 Fonte: ALEXANDER; SADIKU, 2013, p. 371. (Adaptada). Vamos aplicar a lei de Kirchhoff das correntes (LKC) no circuito. Atente-se aos sentidos das correntes definidos em cada nó pela polaridade arbitrária da fonte. Assim, para o nó V , temos a corrente que passa no resistor de 10 Ω entrando e as outras duas correntes saindo do nó: #PraCegoVer : Imagem de um circuito com três malhas no domínio da frequência, representado em um retângulo dividido em três partes. Na esquerda, há fonte de tensão de vinte com fase zero volts em série com um resistor de dez ômio chegando em um nó vê um. Ele bifurca com um capacitor, representado por duas linhas paralelas em horizontal, de menos dois vírgula cinco imaginário ômio para baixo, com a corrente I x descendo, sendo esta representada por uma seta. Há um indutor, em formato de mola, de quatro imaginário ômio para a direita em paralelo com uma fonte de corrente dependente de dois i x (para cima) em paralelo com um indutor, também em formato de mola, de 2 imaginário em ohms. 1 #PraCegoVer : no nó v1 tem-se 20 menos v1 sobre 10 é igual a v1 menos zero sobre menos 2,5 imaginário, mais v1 menos v2 sobre 4 imaginário Cada corrente é calculada utilizando a lei de Ohm ( V = RI ), mas atente-se para calcular a diferença de tensão do nó em questão até o nó que é conectado pelo ramo que a corrente segue, como fica implícito na Equação do nó V acima. Fazendo o MMC e simplificando: Para o nó dois: 1 #PraCegoVer : 40 imaginário menos 2v1 imaginário sobre 20 imaginário é igual a menos 8 v1 sobre 20 imaginário mais 5v1 menos 5v2 sobre 20 imaginário, resultando em 40 imaginário menos 2v1 imaginário que é igual a menos 8v1 mais 5v1 menos 5 v2, que resulta em v1 vezes 3 mais 2 imaginário mais 5v2, igual a 40 imaginário #PraCegoVer : no nó v2 tem-se v1 menos v2 sobre 4 imaginário mais 2Ix é igual a v2 sobre 2 imaginário #PraCegoVer : v1 menos v2 é igual a 4 imaginário mais 2 v1 sobre menos 2,5 imaginário, que é igual a v2 sobre 2 imaginário Obtemos uma equação para cada nó e agora temos condições para resolver um sistema e encontrar os valores das tensões nodais. Coloca-se as equações na forma matricial: Obtemos os determinantes para resolver pela regra de Cramer: #PraCegoVer : 5 v1 menos 5v2 sobre 20 imaginário menos 16 v1 sobre 20 imaginário, que é igual a 10 v2 sobre 20 imaginário, que equivale a 11 v1 mais 15 v2 igual a zero #PraCegoVer : 3 mais imaginário de 2, 5, 11 e 15 vezes v1 e v2, é igual a 40 imaginário e 0 #PraCegoVer : o determinante é igual a 3 mais 2 imaginário 5 11 15, que é igual a menos 10 mais 30 imaginário #PraCegoVer : o determinante 1 é 40 imaginário, 5, 0 e 15, que é igual a 600 imaginário. O determinante 2 é 3 imaginário 2 imaginário 40 imaginário 11 e 0, que é igual a 440 imaginário #PraCegoVer : v1 é igual ao determinante 1 sobre o determinante, que é igual a 600 imaginário sobre menos 10 mais 30 imaginário, que é igual a 600 com 90 graus de fase sobre 31,62 com menos 71,56 graus de fase, que é igual a 18,97 com 161,56 graus de fase Por fim, a corrente I : E no domínio do tempo: No exemplo anterior, aplicamos a análise de nós que é a lei de Kirchoff para correntes (LKC) e é exatamente a mesma vista nos circuitos CC, entretanto, as operações realizadas foram com a notação fasorial e ao final podemos chegar, aplicando as transformações vistas na unidade, na resposta no domínio do tempo. Para resolver os sistemas, utilizamos a regra de Cramer, que utiliza determinantes para chegar na solução. Regra de Cramer para resolução de sistemas » Clique nas setas ou arraste para visualizar o conteúdo #PraCegoVer : v2 é igual ao determinante 2 sobre o determinante, que é igual a 440 imaginário sobre menos 10 mais 30 imaginário, que é igual a 440 com fase menos 90 graus sobre 31,62 com fase menos 71,56 graus, que é igual a 13,91 com fase menos 18,44 graus x #PraCegoVer : Ix é igual a v1 sobre menos 2,5 imaginário, que é igual a 18,97 com fase 161,56 graus sobre 2,5 com fase menos 90 graus, que é igual a 7,59 com fase 251,56 graus #PraCegoVer : ix é igual a 7,59 cosseno de 4t mais 251,56 graus O método de Cramer: é um teorema que resulta na solução de um sistema de equações lineares através de determinantes. Calcula-se: Circuitos elétricos : Geralmente, nos métodos de análise chegamos em duas ou três equações em função das tensões ou correntes. Assim, uma boa forma é colocar na forma matricial. Por exemplo: [a a a a ] [V V ] = [c c ]11 21 12 22 1 2 1 2 #PraCegoVer : a11 a21 a12 a22 vezes v1 v2 é igual a c1 c2 Determinantes : O cálculo dos determinantes é realizado para matrizes quadradas (n x n). Para matrizes 2x2, fazemos a diferença entre o produto dos termos da diagonal principal com o produto dos termos da diagonal secundária. Já, quando a matriz for 3x3, normalmente utilizamos a regra de Sarrus: duplicam-se as duas primeiras colunas ao final da matriz, para calcular as somas dos produtos das três diagonais no sentido da diagonal principal e as somas dos produtos das três diagonais no sentido da diagonal secundária, e, por fim, calcular a diferença. A técnica : Inicialmente calcula-se o determinante da matriz principal ∆. Após isso, para cada coluna da matriz, deve-se substituir essa coluna pelos termos independentes ( c , c , …, c ) para encontrar ( ∆ , ∆ , …, ∆ ). No exemplo: [a a a a ] [V V ] = [c c ] #PraCegoVer : a11 a21 a12 a22 vezes v1 v2 é igual a c1 c2 1 2 n 1 2 n 11 21 12 22 1 2 1 2 Por fim, para calcular os valores procurados, calculamos a razão de cada ( ∆ , ∆ , …, ∆ ) calculado pelo determinante principal ∆. No caso: A análise nodal, então, é a aplicação da lei de Kirchhoff para correntes em que se chega a sistemas de equações em função das tensões envolvidas nos circuitos. 1.4 Análise de malha Vamos estudar outro método de análise nos circuitos CA: a lei de Kirchhoff para tensão (LKT), ou lei das malhas, que diz que a soma algébrica das tensões em uma malha fechada vale zero (ALEXANDER; SADIKU, 2013). Do mesmo modo que foi apresentado para análise nodal, vamos diretamente para exemplos de análise de circuitos com análise de malhas. No exemplo a seguir, queremos determinar a corrente I , que está saindo da fonte de tensão senoidal. Nesse exemplo, não precisamos realizar o primeiro passoque vem sendo realizado, pois o circuito já é dado no domínio da frequência. #PraCegoVer : determinante é a11 a21 a12 a22, que é igual a a11 vezes a22 menos a21 vezes a12 #PraCegoVer : determinante 1 é igual a c1 a21 c2 a22, que é igual a c1 vezes a22 menos a21 vezes c2 #PraCegoVer : determinante 2 é igual a a11 c1 a12 c2, que é igual a a11 vezes c1 menos c1 vezes a12 1 2 n #PraCegoVer : v1 é igual ao determinante 1 sobre o determinante, v2 é igual ao determinante 2 sobre o determinante 0 É muito importante arbitrar um sentido para as correntes de malha e entender que em outros livros e referências o sentido pode ser diferente, mas o resultado será o mesmo com a representação do sentido correto da corrente no sinal do resultado. Caso o sinal ao final do exercício seja negativo, quer dizer que a corrente no circuito tem um sentido contrário da arbitrada. A partir do momento que a análise foi iniciada com um sentido de corrente nas malhas (mesmo sentido em todas as malhas), deve-se manter esse sentido até o final. No nosso caso, o sentido arbitrado é o sentido horário. Considerando que se deseja encontrar I no circuito a seguir, utilizando análise nodal: Fonte: ALEXANDER; SADIKU, 2013, p. 373. 0 #PraCegoVer : Imagem de circuito com três malhas em formato retangular, estando divididas em duas malhas à esquerda e uma malha à direita. Da esquerda da direita de baixo para cima, temos: malha com a corrente no sentido horário i um com resistor (em forma de zigue-zague) de oito ômio bifurcando em um nó para a direita em um indutor (em forma de mola) de dez imaginário ômio e, para cima, em uma fonte de corrente de cinco com ângulo de zero graus A. Essas duas configurações, debaixo para cima, estão em paralelo com capacitores (em forma de duas linhas paralelas em horizontal, de menos dois imaginário ômio, que estão em série com Para a malha 1: Para a malha 2: Temos a informação da malha 3 que I = 5A , portanto, substituindo nas equações da malha 1 e 2: um resistor de quatro ômio e uma fonte de tensão (com sinal positivo em cima e negativo embaixo) de 20 com fase de noventa graus Vê e com uma corrente I o saindo dela para cima, na extrema direita. #PraCegoVer : 8 vezes i1 mais 10 imaginário vezes i1 menos i3 menos 2 imaginário vezes i1 menos i2 é igual a zero. #PraCegoVer : i1 vezes 8 mais 8 imaginário mais 2i2 imaginário menos 10 i3 imaginário é igual a 0 #PraCegoVer : 2 imaginário negativo vezes i2 menos i1 menos 2 imaginário vezes i2 menos i3 mais 4i2 mais 20 com noventa graus de fase é igual a zero. #PraCegoVer : 2i1 imaginário mais i2 vezes 4 menos 4 imaginário mais 2i3 imaginário mais 20 com noventa graus de fase é igual a 0 3 Na equação da malha 2, sabe-se que 20∠90° (vinte com noventa graus de fase) é um imaginário puro, portanto, foi substituindo por j20 (vinte imaginário) e simplificado na expressão. Assim, com duas equações e duas incógnitas, encontram-se os valores das correntes pela regra de Cramer.As equações de malha são escritas na forma matricial: Resolvendo os determinantes para encontrar I (-I = I ) (i2 vezes menos i2 é igual a i0): #PraCegoVer : i1 vezes 8 mais 8 imaginário mais 2i2 imaginário é igual a 50 imaginário #PraCegoVer : 2i2 imaginário mais i2 vezes 4 menos 4 imaginário mais 10 imaginário mais 20 com 90 graus de fase é igual a 0, que é equivalente a 2i1 imaginário mais i2 vezes 4 menos 4 imaginário, que é igual a menos 30 imaginário #PraCegoVer : 8 mais 8 imaginário, 2 imaginário 2 imaginário e 4 menos 4 imaginário, vezes i1 i2 é igual a 50 imaginário menos 30 imaginário 2 2 0 #PraCegoVer : o determinante é 8 mais 8 imaginário, 2 imaginário 2 imaginário e 4 menos 4 imaginário, que é igual a 8 mais 8 imaginário vezes 4 menos 4 imaginário mais 4, que é igual a 68 #PraCegoVer : o determinante 2 é igual a 8 mais 8 imaginário, 50 imaginário 2 imaginário menos 30 imaginário, que é igual a 340 menos 240 imaginário, que é igual a 416,17 com fase menos 35,22 graus. I2 é igual ao determinante 2 sobre o determinante, que é Como -I = I , basta somar 180° no ângulo de fase: Temos alguns casos que exigem uma análise um pouco diferente, são os casos em que há uma fonte de corrente entre duas malhas e/ou uma fonte de tensão entre dois nós. A princípio, o sistema de equações seria indeterminado, mas entendendo esses problemas como supernós e supermalhas, a análise fica possível e simples. Teste seus conhecimentos Atividade não pontuada. Síntese Em circuitos CA, estudamos fontes de excitação Senoidal (na forma da função seno ou cosseno), que possuem amplitude, frequência angular fase. A análise desses circuitos fica viável utilizando a ferramenta matemática que nos leva para o domínio da frequência: os fasores. Estudamos os circuitos RLC, assim, conseguimos relacionar elementos que são afetados pela frequência de excitação da fonte no circuito. Em circuitos CA, os fasores de tensão e corrente sempre têm uma relação fixa entre eles. Quando temos um resistor, a fase entre a tensão e corrente não é alterada. Quando temos um capacitor, a corrente está avançada 90° em relação à tensão e, por fim, para o indutor a fase da corrente está atrasada em 90° em relação a tensão (ALEXANDER; SADIKU, 2013). Vimos o conceito de impedância: razão entre a tensão fasorial e a corrente fasorial. Revisamos que as leis básicas aplicadas nos circuitos CC, bem como as associações de resistores – CC – e impedâncias – CA – são aplicadas também nos circuitos CA. Estudamos as análises de nó e de malha: LKC e LKT. igual a 416,17 com fase menos 35,22 graus sobre 68, que é igual a 6,12 com fase menos 35,22 graus 2 0 #PraCegoVer : i0 é igual a menos i2, que é igual a 6,12 com fase 144,78 graus VOCÊ SABIA? Formato : Livro Título : Introdução a análise de circuitos Autor : Robert L. Boylestad Editora : PearsonAno: 2012 Comentário : Sugerimos a leitura dos capítulos 12 e 13 para aprofundar nos conceitos e aplicações dos circuitos CA. O autor traz diversas aplicações, bem como o histórico da segurança e usabilidade dos circuitos de corrente alternada. Onde encontrar? Biblioteca Virtual da Formato : Livro Título : Circuitos de corrente alternada: fundamentos e prática Autores(as) : Gilmar Barreto, Carlos Alberto de Castro Junior, Carlos Alberto Favarin Murari e Fujio Sato Editora : Oficina de Textos Ano : 2012 Comentário : Sugerimos a leitura do capítulo 2 para uma análise aprofundada das formas de onda de corrente alternada. Os autores trazem exemplos e a visualização dos sinais no osciloscópio. Onde encontrar? Biblioteca Virtual da SAIBA MAIS Formato : Livro Título : Introdução a análise de circuitos Autor : Robert L. Boylestad Editora : PearsonAno: 2012 Comentário : Sugerimos a leitura dos capítulos 12 e 13 para aprofundar nos conceitos e aplicações dos circuitos CA. O autor traz diversas aplicações, bem como o histórico da segurança e usabilidade dos circuitos de corrente alternada. Onde encontrar? Biblioteca Virtual da Formato : Livro Título : Circuitos de corrente alternada: fundamentos e prática Autores(as) : Gilmar Barreto, Carlos Alberto de Castro Junior, Carlos Alberto Favarin Murari e Fujio Sato Editora : Oficina de Textos Ano : 2012 Comentário : Sugerimos a leitura do capítulo 2 para uma análise aprofundada das formas de onda de corrente alternada. Os autores trazem exemplos e a visualização dos sinais no osciloscópio. Onde encontrar? Biblioteca Virtual da Título: Circuitos de corrente alternada: fundamentos e prática Autores(as): Gilmar Barreto, Carlos Alberto de Castro Junior, Carlos Alberto Favarin Murari e Fujio Sato Editora: Oficina de Textos Ano: 2012 Comentário: Sugerimos a leitura do capítulo 2 para uma análise aprofundada das formas de onda de corrente alternada. Os autores trazem exemplos e a visualização dos sinais no osciloscópio. Onde encontrar? Biblioteca Virtual da Laureate Referências bibliográficas ALEXANDER, C. K.; SADIKU, M. N. O. Fundamentos de circuitos elétricos . São Paulo: Editora Bookman,2013. BARRETO, G. et al. Circuitos de corrente alternada : fundamentos e prática. São Paulo: Oficina de Textos, 2012. BOYLESTAD, R. I. Introdução a análise de circuitos . São Paulo: Pearson, 2012. GÓES, A. R. T.; GÓES, H. C. Números complexos e equações algébricas . Curitiba: Intersaberes, 2015. IRWIN, J. D. Análise de circuitos em engenharia . São Paulo: Makron Books, 2000.