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UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP
INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM
RELATÓRIO ADMINISTRATIVO
USF VEREADOR JOSÉ CARNEIRO DE MOURA
(ABREU E LIMA/PE)
Aluna: Mileide Soares Bezerra
Matricula:UP23107582
 
 Recife 2026
RELATÓRIO ADMINISTRATIVO
USF VEREADOR JOSÉ CARNEIRO DE MOURA (ABREU E LIMA/PE)
INTRODUÇÃO
Local: Bairro Desterro – Abreu e Lima/PE
Natureza: Unidade de Saúde da Família – Atenção Primária à Saúde
 O presente relatório administrativo tem como objetivo apresentar uma análise situacional e administrativa da Unidade de Saúde da Família (USF) Vereador José Carneiro de Moura, localizada no bairro Desterro, no município de Abreu e Lima, Região Metropolitana do Recife/PE.
A USF desempenha um papel fundamental na Atenção Primária à Saúde (APS), atuando como porta de entrada preferencial do Sistema Único de Saúde (SUS) e sendo responsável pela execução de ações de promoção, prevenção, tratamento e reabilitação.
Este relatório busca identificar os principais aspectos administrativos e assistenciais da unidade, destacando suas potencialidades, desafios e oportunidades de melhoria, com foco na qualidade da assistência de enfermagem e no fortalecimento do vínculo com a comunidade.
DIAGNÓSTICO ADMINISTRATIVO/SITUACIONAL DE ENFERMAGEM E DE SAÚDE
 A USF Vereador José Carneiro de Moura atende aproximadamente 4.200 pessoas cadastradas, distribuídas em cerca de 1.200 famílias. Conta com uma equipe multiprofissional composta por 2 enfermeiros, 2 médicos, 2 técnicos de enfermagem, 1 dentista, 1 auxiliar de saúde bucal, 3 agentes comunitários de saúde (ACS), além de equipe de apoio administrativo e de serviços gerais.
Entre os principais problemas identificados no diagnóstico situacional, destacam-se:
• Limitações estruturais (espaço físico reduzido e necessidade de pequenos reparos);
• Falta de alguns insumos e medicamentos essenciais em períodos sazonais;
• Sobrecarga de atendimento devido à alta demanda;
• Dificuldade de adesão de alguns usuários ao acompanhamento contínuo;
• Necessidade de atualização permanente dos profissionais em protocolos da Atenção Básica.
 Apesar desses desafios, a equipe demonstra boa integração, comprometimento com o serviço público e adoção de práticas humanizadas, especialmente nas áreas de saúde da mulher, da criança, do idoso e no acompanhamento de condições crônicas, como diabetes mellitus e hipertensão arterial.
CONCEITUAÇÃO
 O diagnóstico administrativo e situacional consiste em um instrumento de gestão e planejamento que permite conhecer a realidade do serviço de saúde em seus aspectos estruturais, humanos, financeiros e assistenciais.
De acordo com a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB, 2017), esse diagnóstico é essencial para subsidiar decisões estratégicas, orientar investimentos e direcionar ações de melhoria contínua.
No âmbito da enfermagem, o diagnóstico situacional visa identificar as necessidades de saúde da população adscrita e as condições de trabalho da equipe, permitindo a construção de planos de ação alinhados às diretrizes do SUS, priorizando a integralidade, a equidade e a resolutividade.
OBJETIVOS
Objetivo Geral
 Realizar uma análise situacional e administrativa da USF Vereador José Carneiro de Moura, com vistas à melhoria da qualidade da assistência prestada e da gestão dos processos de trabalho em saúde.
Objetivos Específicos
• Identificar os recursos humanos, materiais e estruturais disponíveis na unidade;
• Avaliar o perfil epidemiológico e as principais demandas assistenciais da população adscrita;
• Reconhecer as fragilidades e potencialidades do serviço;
• propor estratégias de intervenção e melhoria na gestão e na assistência de enfermagem.
FASES
Fase 1 – Levantamento de Dados
 A coleta de informações foi realizada por meio de visitas técnicas, observação direta, análise de documentos administrativos, relatórios do e-SUS e entrevistas com profissionais da unidade. Essa etapa permitiu o mapeamento dos indicadores de saúde e dos fluxos de atendimento.
Fase 2 – Análise
 Os dados coletados foram organizados de forma crítica, possibilitando identificar:
• Predominância de doenças crônicas não transmissíveis;
• Boa cobertura vacinal;
• Ações regulares de pré-natal e acompanhamento infantil;
• Necessidade de ampliar atividades de educação em saúde e visitas domiciliares.
Fase 3 – Planejamento
 Com base na análise situacional, foram definidas propostas de intervenção que incluem:
• Reorganização dos fluxos de atendimento;
• Implantação de grupos educativos (hipertensos, diabéticos e gestantes);
• Fortalecimento do vínculo entre profissionais e comunidade;
• Capacitação contínua da equipe de enfermagem;
• Solicitação de melhorias na estrutura física da unidade, como instalação de ventiladores, melhoria da recepção e reforço na segurança para os profissionais.
 
CONCLUSÃO
 Este relatório apresentou uma análise situacional e administrativa da USF Vereador José Carneiro de Moura, localizada em Abreu e Lima/PE, destacando sua importância na Atenção Primária à Saúde.
Foram descritos o perfil da equipe, o número de famílias atendidas e os principais desafios enfrentados, como limitações estruturais, falta de insumos, sobrecarga de atendimento, necessidade de atualização profissional e fortalecimento do vínculo com a comunidade.
Dessa forma, evidencia-se a importância do planejamento estratégico e da gestão eficiente para garantir a qualidade da assistência prestada à população.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica (PNAB). Brasília: Ministério da Saúde, 2017.
CAMPOS, G. W. de S.; MISHIMA, S. M. Planejamento e avaliação das ações de saúde. São Paulo: Hucitec, 2019.
CHIAVENATO, I. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 5. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2020.
MODELO DE DIAGNÓSTICO ADMINISTRATIVO/SITUACIONAL DO SERVIÇO DE ENFERMAGEM E SAÚDE
Unidade de Saúde da Família Vereador José Carneiro de Moura
1. CONCEITUAÇÃO
 O diagnóstico administrativo e situacional é um instrumento de gestão e planejamento que permite identificar, compreender e intervir sobre a realidade institucional de um serviço de saúde. Analisa aspectos estruturais, humanos, assistenciais e gerenciais, subsidiando decisões estratégicas e ações de melhoria contínua na gestão de Enfermagem e na assistência à população.
De acordo com Mendes (2018) e a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB, 2017), esse diagnóstico é essencial para a gestão participativa e o planejamento das ações de saúde, pois orienta o uso racional dos recursos e a organização dos processos de trabalho da equipe multiprofissional.
2. ETAPA Nº 1 – LEVANTAMENTO DE DADOS
2.1 Caracterização da Unidade
 A Unidade de Saúde da Família (USF) Vereador José Carneiro de Moura, localizada no bairro Desterro, no município de Abreu e Lima/PE, atende uma população adscrita de aproximadamente 4.200 pessoas.
A equipe é composta por:
· 01 Enfermeiro responsável técnico 
· 01 Médico generalista 
· 02 Técnicos de Enfermagem 
· 01 Dentista 
· 01 Auxiliar de saúde bucal 
· 03 Agentes Comunitários de Saúde (ACS) 
· Apoio administrativo e serviços gerais 
2.2 Estrutura Física
A unidade apresenta estrutura física adequada, porém com necessidade de pequenos reparos, como:
· Pintura 
· Melhorias na ventilação 
· Renovação de mobiliário 
Dispõe de:
· Consultório médico 
· Consultório de enfermagem 
· Sala de vacina 
· Sala de curativos 
· Consultório odontológico 
· Farmácia 
· Recepção
2.3 Recursos Materiais
Há disponibilidade regular de insumos e medicamentos básicos. No entanto, ocorrem faltas pontuais de materiais de uso contínuo, como:
· Luvas 
· Seringas 
· Alguns medicamentos 
O controle de estoque é realizado de forma manual, evidenciando a necessidade de informatização do sistema.
2.4 Recursos Humanos
A equipe demonstra:
· Bom nível de comprometimento 
· Forte vínculo com a comunidade 
Entretanto,observa-se:
· Sobrecarga de trabalho em períodos de alta demanda 
· Capacitações esporádicas 
· Necessidade de implantação de um plano contínuo de educação permanente 
2.5 Indicadores de Saúde
· Doenças prevalentes: hipertensão, diabetes, obesidade e infecções respiratórias 
· Programas em andamento: 
· Saúde da mulher 
· Saúde da criança 
· Imunização 
· Pré-natal 
· Planejamento familiar 
· Acompanhamento de doenças crônicas 
· Cobertura vacinal: 97% 
· Visitas domiciliares: realizadas semanalmente pelos ACS, com boa adesão.
3. ETAPA Nº 2 – ANÁLISE 
Equipe multiprofissional comprometida 
· Boa cobertura vacinal 
· Controle satisfatório de doenças crônicas 
· Boa relação com a comunidade 
· Liderança técnica da Enfermagem 
Fragilidades
· Estrutura física com deficiências leves 
· Ausência de sistema informatizado 
· Limitações na educação permanente 
· Baixa oferta de ações educativas coletivas 
Oportunidades
· Apoio da Secretaria Municipal de Saúde 
· Participação em programas de qualificação da APS 
· Parcerias com instituições de ensino 
Ameaças
· Crescimento da demanda populacional 
· Falhas no abastecimento de insumos 
· Baixa adesão de alguns usuários ao acompanhamento 	
4. ETAPA Nº 3 – PLANEJAMENTO E PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO
 1. Infraestrutura:
· Solicitar junto a gestão municipal a realização de reparos e melhorias no ambiente físico da unidade estruturais como (pintura, ventilação e mobiliário) 
2. Gestão de Materiais: 
· Implantar sistema informatizado para controle de estoque ( planilha ou software) para reposição automática de insumos.
3. Capacitação Profissional: 
· Desenvolver plano anual de educação permanente com temas: acolhimento, humanização, manejo de doenças crônicas e prontuário eletrônico 
4. Ações Educativas: 
· Intensificar atividades coletivas voltada a prevenção e promoção da saúde;
· Grupos: hipertensos, gestantes, idosos e jovens 
5. Gestão Participativa:
· Criar espaços de escuta e reuniões periódicas com a comunidade (como o Conselho Local de Saúde).
6. Monitoramento de Indicadores: 
· Utilizar dados do e-SUS para avaliação mensal para avaliação mensal dos indicadores.
	
5. ETAPAS DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
	ETAPA
	DESCRIÇÃO
	RESPONSAVEIS
	PRAZO
	1. Diagnóstico situacional
	Levantamento e análise de dados administrativos, estruturais e epidemiológicos
	Coordenação de Enfermagem / ACS
	1º mês
	2. Definição de metas
	Estabelecer metas anuais (ex.: reduzir absenteísmo e melhorar o controle de hipertensos)
	Coordenação
	1º mês
	3. Plano de ação
	Detalhar ações, prazos e recursos necessários
	Equipe multiprofissional
	2º mês
	4. Execução
	Implementação das ações planejadas
	Toda a equipe
	3º ao 9º mês
	5. Monitoramento e avaliação
	Acompanhamento contínuo dos resultados e revisão do plano
	Coordenação da unidade
	10º ao 12º mês
	
6. CONSIDERAÇÕES FINAIS
A aplicação deste modelo de diagnóstico administrativo e situacional na USF Vereador José Carneiro de Moura permite compreender as dinâmicas internas do serviço e otimizar a atuação da equipe de Enfermagem.
O uso sistemático dessas etapas contribui para:
· Melhoria da gestão 
· Maior eficiência assistencial 
· Integralidade do cuidado 
Alinhando-se aos princípios do SUS e às diretrizes da Atenção Primária à Saúde.
REFERÊNCIAS
· BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica (PNAB). Brasília, 2017. 
· CAMPOS, G. W. S.; MISHIMA, S. M. Planejamento e Avaliação das Ações de Saúde. São Paulo: Hucitec, 2019. 
· MENDES, E. V. O cuidado das condições crônicas na atenção primária à saúde. Brasília: OPAS, 2018. 
· CHIAVENATO, I. Administração: teoria, processo e prática. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2020. 
· FIOCRUZ. Gestão da Atenção Primária à Saúde: fundamentos e práticas. Rio de Janeiro, 2021. 
· SILVA, L. C. Gestão em Enfermagem e Planejamento Estratégico em Saúde. São Paulo: Martinari, 2022. 
 ESTUDO DE CASOS 
 1 E 2
 
 
 
NOME: MILEIDE SOARES BEZERRA
MATRÍCULA: UP23107582
 
 RECIFE 
 2026
 CURSO DE GRADUAÇÃO DE ENFERMAGEM
USF-VEREADOR JOSÉ CARNEIRO DE MOURA (ABREU E LIMA/PE).
01- CASO CLÍNICO SOBRE A HANSENIASE
 INTRODUÇÃO
 A hanseníase é uma doença infecciosa crônica, causada pelo Mycobacterium leprae, que acomete principalmente a pele e os nervos periféricos, podendo levar a incapacidades físicas permanentes quando não diagnosticada e tratada precocemente. Apesar dos avanços no controle da doença, ela ainda constitui um relevante problema de saúde pública no Brasil, especialmente em regiões com maior vulnerabilidade social.
Nesse contexto, a atuação da enfermagem torna-se fundamental no processo de prevenção, diagnóstico precoce, tratamento e reabilitação dos pacientes acometidos. O presente estudo tem como objetivo analisar um caso de hanseníase, destacando os principais problemas identificados, as intervenções de enfermagem e as estratégias para melhoria da assistência prestada.
ESTUDO DE CASO
(1) Questões norteadoras
· Quais sinais e sintomas são indicativos de hanseníase no paciente? 
· O diagnóstico foi realizado em tempo oportuno? 
· Quais fatores contribuíram para o agravamento do quadro clínico? 
· Quais são as principais intervenções de enfermagem nesse caso? 
(2) Identificação (do local/pessoa em estudo)
Paciente J.S., sexo masculino, 45 anos, residente em área urbana periférica, com condições socioeconômicas desfavoráveis e acesso limitado aos serviços de saúde. Refere histórico de baixa escolaridade e dificuldade de acesso a informações sobre saúde.
(3) Resumo dos problemas ou alterações identificados
O paciente apresenta manchas hipocrômicas com perda de sensibilidade térmica e dolorosa, além de dormência em membros superiores. Observa-se atraso no diagnóstico, o que aumenta o risco de desenvolvimento de incapacidades físicas. Evidencia-se também déficit de conhecimento sobre a doença e suas formas de transmissão.
(4) Fundamentação teórica
A hanseníase é transmitida por meio de gotículas respiratórias, sendo necessária exposição prolongada a indivíduos infectados sem tratamento. A doença apresenta um espectro clínico que varia conforme a resposta imunológica do indivíduo.
O diagnóstico é essencialmente clínico, baseado em três sinais cardinais:
1. Lesões de pele com alteração de sensibilidade; 
2. Espessamento de nervos periféricos; 
3. Presença do bacilo em exames laboratoriais. 
O tratamento é realizado por meio da poliquimioterapia (PQT), fornecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), sendo eficaz na cura da doença e na interrupção da cadeia de transmissão.
A enfermagem desempenha papel central no acompanhamento do paciente, incluindo a administração do tratamento, educação em saúde, prevenção de incapacidades e monitoramento de reações hanseníase.
(5) Alternativas ou propostas
· Implementação de ações educativas sobre hanseníase na comunidade; 
· Capacitação contínua da equipe de enfermagem para diagnóstico precoce; 
· Realização de busca ativa de casos e avaliação de contatos; 
· Fortalecimento do vínculo entre paciente e equipe de saúde. 
(6) Ações implementadas ou recomendadas
· Início imediato da poliquimioterapia conforme protocolo do Ministério da Saúde; 
· Acompanhamento mensal pela equipe de enfermagem; 
· Orientações quanto à adesão ao tratamento; 
· Avaliação neurológica periódica para prevenção de incapacidades; 
· Encaminhamento para equipe multiprofissional quando necessário. 
(7) Discussão
O caso analisado evidencia a importância da atuação da enfermagem na identificação precoce da hanseníase. O diagnóstico tardio observado está diretamente relacionado à faltade informação e à dificuldade de acesso aos serviços de saúde.
A assistência de enfermagem deve ser pautada em uma abordagem integral, considerando não apenas os aspectos clínicos, mas também os fatores sociais e educativos. A educação em saúde mostra-se essencial para reduzir o estigma associado à doença e promover a adesão ao tratamento.
CONCLUSÃO
Conclui-se que a hanseníase, apesar de ser uma doença curável, ainda apresenta desafios relacionados ao diagnóstico tardio e às desigualdades sociais. O estudo de caso reforça a importância da atuação da enfermagem na promoção da saúde, prevenção de agravos e acompanhamento contínuo do paciente.
Dessa forma, é fundamental investir em estratégias de educação em saúde, capacitação profissional e fortalecimento da atenção básica, visando a redução da incidência da doença e a melhoria da qualidade de vida dos indivíduos acometidos.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Hanseníase: diagnóstico e tratamento. Brasília: Ministério da Saúde, 2022.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE (OMS). Diretrizes para o controle da hanseníase. Genebra, 2020.
ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE (OPAS). Situação da hanseníase nas Américas.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE DERMATOLOGIA. Guia prático sobre hanseníase.
Carteira de vacinação atualizada para atuação em Instituições de Saúde
21
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PLANO DE ATIVIDADE
Este plano deve ser realizado com a presença do aluno e do profissional formado na área de interesse, que acompanhará o estágio.
É obrigatório o preenchimento de TODOS os campos.
	Nome do(a) aluno(a):
	MILEIDE SOARES BEZERRA
	Matrícula:
	UP23107582
	E-mail do(a) aluno(a):
	mileideamarajiprof@gmail.com
	Curso:
	ENFERMAGEM 
	Período de estudo (semestre):
	7 º  
	Telefone:
	(81)97554982
	Disciplina vinculada ao estágio:
	Estágio Curricular (Enfermagem) 
	Prof.(a) Docente de EstágioUNIP: 
	Antônio David Rodrigues Júnior
	PROGRAMAÇÃO DAS ATIVIDADES DE ESTÁGIO
	Período para realização: 10/03/2026 a 06/04/2026
	Atividades Previstas
	1- Elaboração da SAE / Classificação Internacional das Práticas de Enfermagem em Saúde Coletiva (CIPESC)
Acolhimento, Realização de Exame Físico; Realização de Consulta de Enfermagem; Realização de registro de enfermagem: evolução de enfermagem e monitorização dos sinais vitais; Conhecimento do número de famílias cadastradas, mapa da área e microáreas, número de equipes da UBS; profissionais e grupos de atendimentos da unidade de Saúde da Família; Organização dos ambientes de trabalho: sala de vacinas, CME, coleta de exames, consultórios; Participação nas atividades de educação em saúde; Acompanhamento das visitas domiciliar;
Administração de vacinas em crianças, gestantes, adultos e idosos; conforme o calendário vacinal; Orientação sobre os efeitos adversos das vacinas Acompanhamento pré-natal de baixo risco; Coleta de exames laboratoriais; realização de eletrocardiograma e curativos,
Consulta de enfermagem de puericultura/caderneta de saúde/risco nutricional; Consulta de Enfermagem: Hipertensão Arterial; Diabetes Mellitus, Hanseníase, Tuberculose, IST/Aids; Cuidados a nível domiciliar,
Realização de ações de vigilância em saúde, entre outros,
Recife, 06 de abril de 2026 
 Local e dada
_____________________________________________________________
Assinatura do(a)estagiário(a)
_________________________________________________
Assinatura e carimbo
Supervisor de estagio
__________________________________________________
Assinatura e carimbo
Responsável da concedente (concedente)
_______________________________________________
Assinatura e carimbo
do Docente(Responsável técnico)
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