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Transporte Multimodal e Plataformas Logísticas Nesta aula, nossa última, iremos entender melhor o transporte multimodal e as plataformas logísticas de transporte. Para tanto, vamos inicialmente abordar a matriz modal brasileira. Bons estudos! Conforme a Confederação Nacional do Transporte (CNT, 2017), o Brasil possui mais de 1,72 milhão de quilômetros de rodovias (pavimentadas e não pavimentadas), ao passo que possui pouco mais de 30 mil quilômetros de ferrovias. Desse total, apenas 10% são efetivamente utilizadas. O modo aquaviário conta com 156 terminais de uso privado, 25 estações de transbordo de cargas, 2 instalações portuárias de turismo e 37 portos organizados. Além disso, possui apenas 22.037 quilômetros de vias economicamente navegadas, subutilizando o potencial hidroviário do país. No setor aéreo, existem 34 aeroportos internacionais e 29 aeroportos domésticos, com frota de 1.158 aeronaves de transporte aéreo público regular, doméstico ou internacional. E ainda, segundo Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP, 2016), existiam, em 2015, Aula 04 23/04/2025, 17:00 Sumário Unidade1 https://iesb.blackboard.com/bbcswebdav/institution/Ead/_disciplinas/template/new_template/#/EADG619/unidade-4/aula4 1/12 19.709 quilômetros de dutovias, destinadas ao transporte de gás natural, petróleo e derivados. Essa dependência do modo rodoviário é refletida na matriz do transporte de cargas do Brasil, como pode ser visto na Figura 13. Comparando essa matriz com a de outros países de grandes dimensões territoriais, fica patente o desequilíbrio entre os modos de transportes, como evidenciado na Figura 14. A Figura 15 evidencia o relevante incremento da malha rodoviária pavimentada entre 1996 e 2011, enquanto a malha ferroviária permaneceu praticamente inalterada. Além disso, dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores sinalizam que houve um Figura 13. Matriz do transporte de cargas do Brasil. Fonte: EPL (2016) Figura 14. Distribuição dos modos de transporte no Brasil e outros países. Fonte: Dias (2017) 23/04/2025, 17:00 Sumário Unidade1 https://iesb.blackboard.com/bbcswebdav/institution/Ead/_disciplinas/template/new_template/#/EADG619/unidade-4/aula4 2/12 crescimento médio de 151% da produção de veículos entre 1999 e 2011, com aumento da frota circulante ainda mais intenso. Consciente da necessidade de equilibrar a matriz de transportes do país, o governo lançou em 2007 o Plano Nacional de Logística e Transportes (PNLT), que objetiva formalizar e instituir instrumentos de análise, sob a ótica da logística, para apoiar o planejamento de intervenções públicas e privadas na infraestrutura e organização dos transportes, permitindo que o setor contribua efetivamente para a concretização de metas econômicas, sociais e ambientais do país, em horizontes de médio a longo prazo (BRASIL, 2017). O PNLT teve duas etapas: a primeira, responsável pela caracterização da oferta e demanda por transportes, e a segunda, direcionada ao processo de avaliação das alternativas de investimento por modal e malha de transportes. Os resultados foram relatórios com projeção de variáveis econômicas em bases macro, setoriais e regionais, visando fornecer subsídios para o planejamento estratégico do governo (ZAGO; MALEBRANCHE, 2016). A proposta do plano é de balanceamento da matriz de transportes brasileira num horizonte de 15 a 20 anos, fortalecendo especialmente o modo ferroviário e aquaviário, como se nota na Figura 16. Figura 15. Evolução da extensão (km) das malhas rodoviária e ferroviária entre 1996 e 2011, no Brasil. Fonte: Brasil (2012) 23/04/2025, 17:00 Sumário Unidade1 https://iesb.blackboard.com/bbcswebdav/institution/Ead/_disciplinas/template/new_template/#/EADG619/unidade-4/aula4 3/12 Mais recentemente, em 2015, o governo lançou o Plano Nacional de Logística Integrada (PNLI), que visa identificar e analisar alternativas para otimizar a movimentação de cargas por meio de ferrovias, a cabotagem e as hidrovias, como sistemas de alta capacidade, integrados à malha rodoviária regional. O plano tem o horizonte de 2015-2035 e está associado a outros planos, a saber: Planos Setoriais de Infraestrutura, Planos Estaduais Estratégicos de Logística de Transporte (PELTS), Políticas de Integração e Desenvolvimento Regional e Política Nacional de Meio Ambiente (EPL, 2016). Apesar das metas previstas e de esforços envidados, os resultados não têm sido tão positivos como esperado, embora se constate discreta evolução. Mas a expectativa é que em 2035 tenhamos um sistema de transportes mais eficiente em nosso país, especialmente para o escoamento de produção, o que tem impactos diretos na logística. Transporte Multimodal e Intermodal Como vimos na primeira unidade de nossa disciplina, transporte multimodal e intermodal é aquele em que o deslocamento se dá por meio de dois ou mais modos de transporte. A diferença entre os dois é que o primeiro, multimodal, é regido por um único contrato, executado sob responsabilidade única do Operador de Transporte Multimodal (OTM), enquanto, no segundo, intermodal, cada transportador de cada modal emite um documento (Conhecimento de Transporte – CT-e) correspondente ao transporte realizado. A multimodalidade, por assumir a responsabilidade total da carga desde a origem até o destino e emitir documento único: Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas (CTMC), vide Figura 17, gera muitos benefícios ao comércio exterior, nas atividades de importação e exportação. Como vantagens potenciais do transporte multimodal, pode-se destacar: Figura 16. Matriz de transporte atual e futura proposta no PNLT. Fonte: Brasil (2007) 23/04/2025, 17:00 Sumário Unidade1 https://iesb.blackboard.com/bbcswebdav/institution/Ead/_disciplinas/template/new_template/#/EADG619/unidade-4/aula4 4/12 melhor aproveitamento da capacidade da matriz de transporte disponível; combinações eficientes entre modos de transportes; melhor utilização de armazéns e instalações de manuseio e garantia da gestão total da responsabilidade da carga. Tais características também convergem para a integração de processos que a logística busca. Elementos do Transporte Intermodal Na escolha dos modais a serem utilizados no transporte de cargas, alguns aspectos são importantes de se observar, como já falamos na aula anterior. Dias (2017) aponta a necessidade de avaliação de três fatores essenciais: diferença entre o preço de venda do produto no centro de produção e o preço de venda desse mesmo produto nos mercados consumidores, o custo de transporte entre o centro de produção e o mercado e a localização do centro de produção e seus vários destinos finais. Como percebemos, o primeiro e o terceiro fatores são conhecidos, enquanto o segundo precisa ser definido. O autor aponta que os custos de transporte são condicionados por duas importantes ordens de fatores: Características de carga: localização, volume, densidade, quantidade a transportar, valor unitário da mercadoria, características tecnológicas necessárias ao manuseio, distância média de transporte, condições de segurança requeridas e demais características e especificidades da carga. Características dos serviços de transportes: disponibilidade e condições atuais de infraestrutura, condições de operação, custo relativo do modo de transporte, mão de obra necessária, nível tecnológico do serviço ofertado, velocidade, tempo de viagem e demais características dos serviços de transporte disponíveis. Para além disso, o usuário é diretamente influenciado pelos custos totais financeiros da operação desde a saída do produto da indústria até as mãos do consumidor final, sendo relevantes os fatores (DIAS, 2017): 1. Fator de tempo: envolve a diferença de velocidade de cada modo de transporte, dos tempos gastos em transbordo, nos terminais e em esperas decorrentes das interconexões de transporte. 2. Fator de manuseio: custos próprios do modal e do tipo de carga nasoperações de carga e descarga nos pontos de transbordo. 3. Fator financeiro: varia consoante o valor monetário de cada mercadoria. 4. Geração de viagens: processo de determinação de rotas é dependente das viagens geradas pelas necessidades dos produtos. Em relação às modalidades de transportes e suas características para a distribuição física de cargas, complementar ao que tratamos na aula anterior, podemos destacar (DIAS, 2012): 23/04/2025, 17:00 Sumário Unidade1 https://iesb.blackboard.com/bbcswebdav/institution/Ead/_disciplinas/template/new_template/#/EADG619/unidade-4/aula4 5/12 1. Rodoviário: mais adequado a volumes menores ou a produtos de maior sofisticação que exigem prazos relativamente rápidos de entrega, considerando a velocidade dos veículos de carga entre 50 e 70 km/h. 2. Ferroviário: destinado a grandes volumes e a grandes massas que têm custo unitário baixo, não sendo preponderante o fator tempo, já que a velocidade média de operação, em boas condições, pode atingir 20 km/h. 3. Aeroviário: destinado a pequenos volumes classificados em “cargas nobres”; indicado para os casos em que o prazo de entrega é mandatório. 4. Aquaviário: destinado ao transporte de produtos de baixo custo unitário, cujo tempo de realização do deslocamento não seja preponderante no custo de transporte do produto. Plataformas Logísticas O surgimento das plataformas logísticas é remetido à França nos anos 1960. É resultante dos avanços de estudos sobre gerenciamento de operações. Tais plataformas objetivavam, inicialmente, reduzir o fluxo desordenado de materiais nos terminais de carga, a fim de concentrar e otimizar a distribuição e reduzir custos. Na Europa, as plataformas, mediante integração com portos marítimos, permitiram a redução de cerca de 12% dos custos logísticos e aumento de 40% de produtividade em comparação com empresas que não utilizam plataforma para suas operações (SPRICIGO; SILVA, 2010). Conforme Silva et al. (2013), as plataformas logísticas podem ser entendidas como empreendimentos logísticos de grande porte que atendem a uma área ou região, onde há concentração e realização de atividades associadas à produção, transportes, logística e distribuição de mercadorias, valendo-se de uma mesma base de serviços em que diferentes atores envolvidos se relacionam com o fim de obter máxima eficiência em suas operações. Higgins e Ferguson (2011) complementam afirmando que tais plataformas, além de reunirem facilidades multimodais de transporte e de logística em uma área delimitada, também se responsabilizam pela coordenação das operações, de forma a se obter máxima sinergia e eficiência. De forma mais geral, a plataforma consiste de um terminal multimodal conectado a eixos troncais de cargas e a portos, possibilitando uma movimentação rápida e econômica de carga, unitizada ou SAIBA MAIS Clique aqui e Veja um exemplo de estrutura de Conhecimento de Transporte Multimodal de Carga (CTMC). 23/04/2025, 17:00 Sumário Unidade1 https://iesb.blackboard.com/bbcswebdav/institution/Ead/_disciplinas/template/new_template/#/EADG619/unidade-4/aula4 6/12 https://iesb.blackboard.com/bbcswebdav/institution/Ead/_disciplinas/EADG619/nova_novo/documents/texto9.pdf não, entre berço, armazém e destino final. Ademais, a plataforma também facilita o acesso a outras infraestruturas, armazenamento, equipamentos e serviços (ex.: alfândega, serviços sanitários, limpeza e manutenção de veículos, salas de reunião, setor administrativo, etc.). Já segundo Spricigo e Silva (2010), a EUROPLATAFORMS, associação europeia de plataformas, entende uma plataforma logística como uma zona delimitada na qual se desenvolvem, por diferentes operadores logísticos (proprietários, arrendatários das construções, equipamentos, instalações – armazéns, áreas de estocagem, oficinas de manutenção, etc. –), todos os processos relativos à logística tanto de suprimento quanto de distribuição física de produtos, atendendo às relações, locais, regionais e internacionais. A Figura 18 representa, de forma esquemática, o conceito de plataforma logística. A localização da plataforma logística é dependente da ligação entre os diferentes modos de transporte e sua implantação se baseia nos estudos acerca dos fluxos de insumos, mercadorias e serviços e associam-se a uma avaliação de seus nós de suprimento e distribuição, racionalizando a relação custo-benefício (BOUDOIN, 1996; COLIN, 1996). As etapas para implantação de uma plataforma logística estão apresentadas na Figura 19. Figura 18. Representação do conceito de Plataforma Logística. Fonte: Aragão e Yamashita (2014) 23/04/2025, 17:00 Sumário Unidade1 https://iesb.blackboard.com/bbcswebdav/institution/Ead/_disciplinas/template/new_template/#/EADG619/unidade-4/aula4 7/12 As plataformas logísticas também objetivam disciplinar a localização de atividades que consomem muito espaço, tais como áreas de estocagem de produtos, estacionamento e manobras de transporte de cargas, evitando a degradação do tecido urbano, especialmente nas periferias. Além disso, também busca gerar empregos especializados a nível local, uma demanda das atividades logísticas desenvolvidas. As plataformas são constituídas por três subzonas, a saber (DUARTE, 1999): 1. Subzona de serviços gerais: atende aos interesses de três níveis que geram demanda: o homem (áreas de recepção, serviços de informação, acomodação e alimentação, etc.), a máquina (áreas de estacionamento, reparos e abastecimento, etc.) e a empresa (serviços de alfândega, áreas administrativas, etc.). 2. Subzona de transporte: contempla a infraestrutura de transporte existente. É de suma importância que a plataforma logística seja multimodal (dispondo de pelo menos dois modos de transporte) e possua terminais multimodais que possibilitem a integração entre modo marítimo, rodoviário, ferroviário e aéreo. 3. Subzona de operadores logísticos: destinada à instalação de facilidades que permitam aos operadores logísticos prestar serviços de fretamento, corretagem, assessoria comercial, aluguel de equipamentos, armazenagem, transporte e distribuição. Quanto às plataformas logísticas, essas podem se dividir em: Unimodais – são aquelas em que o transporte é realizado por um único modo de transporte. Multimodais – plataformas que disponibilizam mais de um modo de transporte. Vale ressaltar que, tais plataformas multimodais podem possuir ou não operadores logísticos que ofereçam serviços de transporte multimodal, mas necessariamente possuem à sua disposição mais de um Figura 19. Etapas para implantação de uma plataforma logística. Fonte: Adaptado de Boudoin (1996) e Spricigo e Silva (2010) 23/04/2025, 17:00 Sumário Unidade1 https://iesb.blackboard.com/bbcswebdav/institution/Ead/_disciplinas/template/new_template/#/EADG619/unidade-4/aula4 8/12 modo de transporte. As plataformas unimodais são classificadas em: centros ou terminais rodoviários, centros urbanos de distribuição, parques de distribuição e centros de transportes. Já as plataformas multimodais são classificadas em (SPRICIGO; SILVA, 2010): Zonas de Atividade Logística Portuária (ZAL): são plataformas agregadas a portos e situadas de forma adjacente aos terminais marítimos. É uma área estrategicamente localizada, servida por uma infraestrutura portuária e ligada a outro(s) modo(s) de transporte, promovendo o desenvolvimento integral do porto e da região em que está instalado. A oferta de serviços logísticos sobre a mercadoria marítima provoca, em geral, progressiva fidelização dos clientes a curto prazo e induz nova demanda a médio e longo prazo. A ZAL pode atuar com outras cargas, mas tem como prioridade atender à movimentação de contêineres. A Figura 7 esquematiza a estrutura funcional de uma ZAL. ÁREA DE SERVIÇOS Centro de Negócios; Centro de Atendimento ao Caminhão e ao Motorista. ÁREAS DE LOGÍSTICA Instalações Logísticas Modulares Compartilhadas; Instalações Logísticas em Áreas Próprias. ÁREA MULTIMODAL Intercâmbio Ferroviário;Intercâmbio Marítimo; Intercâmbio Rodoviário. ZONA ADUANEIRA Alfândega ÁREAS DE APOIO Estacionamento e Depósitos; Vias de Acessos; Área de Equipamentos. Representação do conceito de plataforma logística. Fonte: SEP (2011) A Figura 21 mostra a ZAL Port de Barcelona, com indicação dos modos de transporte e demarcação das áreas da plataforma logística. Figura 21. Esquema da ZAL Port de Barcelona. Fonte: ZAL Port (2017) 23/04/2025, 17:00 Sumário Unidade1 https://iesb.blackboard.com/bbcswebdav/institution/Ead/_disciplinas/template/new_template/#/EADG619/unidade-4/aula4 9/12 Centros ou Terminais de Carga Aérea: centros especializados na movimentação de carga no intercâmbio terra/ar. A prestação desse serviço logístico é sequencial: primeiro se trata da carga geral e depois é feita a prestação dos serviços relativos ao despacho da carga. O terminal de carga aérea de Frankfurt (Cargo City Frankfurt) é o principal centro de manuseio de frete aéreo da Europa e está entre os 10 principais aeroportos de carga do mundo. A localização, no centro da Europa, grande área disponível e muitas conexões intermodais dão potencial logístico a essa plataforma. A Figura 22 representa o esquema do Terminal Aéreo de Frankfurt. Assista a um vídeo explicativo da plataforma logística de Barcelona. Aproveite e clique aqui e entre no site da ZAL Port e conheça mais sobre uma das mais importantes plataformas logísticas da Europa. SAIBA MAIS Figura 22. Esquema do Frankfurt Airport, na Alemanha. Fonte: Frankfurt Airport (2017). 23/04/2025, 17:00 Sumário Unidade1 https://iesb.blackboard.com/bbcswebdav/institution/Ead/_disciplinas/template/new_template/#/EADG619/unidade-4/aula4 10/12 https://www.youtube.com/watch?v=CJz0U8Gq5bM&feature=emb_title http://www.zalport.com/es-es/inicio.html Portos secos: são terminais multimodais situados no interior de um país (zona secundária) e que permite a ligação de um porto e a respectiva origem e/ou destino. Possuem zonas multimodais e incluem em seu interior outras atividades funcionais, tais como serviços aduaneiros. Também são conhecidos por Estação Aduaneira do Interior (EADI). Esse tipo de plataforma logística estimula o comércio internacional e é importante especialmente em países com grande área interior que depende de serviços logísticos. A cidade de Anápolis-GO possui, desde 1999, o primeiro porto seco da região Centro-Oeste, o Porto Seco Centro Oeste. Ele se destina à armazenagem e movimentação de mercadorias importadas, ou destinadas à importação, sendo utilizado como facilitador das operações de comércio exterior. A estrutura física está dividida em mercado interno (área de mercado interno, armazéns, terminal de minério, pátio para armazenamento de veículos, silos graneleiros e áreas administrativas e de órgãos do governo) e mercado externo (área alfandegada, terminal de contêineres, armazéns alfandegados, terminal de contêineres, complexos farmoquímicos e moegas rodoviárias e ferroviárias), servida pelos modos rodoviário e ferroviário. A Figura 10 mostra uma visão geral do Porto Seco. Figura 23. Visão geral do Porto Seco Centro Oeste 23/04/2025, 17:00 Sumário Unidade1 https://iesb.blackboard.com/bbcswebdav/institution/Ead/_disciplinas/template/new_template/#/EADG619/unidade-4/aula4 11/12 VÍDEO Olá, estudante! Para assistir a esse vídeo, acesse a versão web do seu material didático. 23/04/2025, 17:00 Sumário Unidade1 https://iesb.blackboard.com/bbcswebdav/institution/Ead/_disciplinas/template/new_template/#/EADG619/unidade-4/aula4 12/12