Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

SANIDADE DOS ANIMAIS DE PRODUÇÃO 
Unisociesc - Ana Júlia Keiser 
O QUE ESPERAR DESTA 
UNIDADE CURRICULAR? 
A UC de Saúde dos Animais de Produção aborda os 
princípios da defesa sanitária animal, com foco nos 
programas sanitários oficiais, nas doenças de 
notificação obrigatória e na atuação do Médico 
Veterinário frente à sanidade dos sistemas de 
produção animal. 
Ao longo do semestre, serão discutidos aspectos 
epidemiológicos, legais, econômicos e técnicos 
relacionados à prevenção, controle e erradicação de 
enfermidades de importância sanitária. 
ONDE ESTA UNIDADE 
CURRICULAR É APLICADA? 
● Defesa Sanitária Animal; 
● Clínica Veterinária; 
● Epidemiologia Veterinária; 
● Pesquisa Científica; 
● Diagnóstico Laboratorial; 
● Saúde Pública; 
● Produção Animal; 
● Políticas Públicas; 
● Inspeção de Produtos de Origem Animal; 
● Comércio Nacional e Internacional; 
● Fauna, Animais Silvestres e Meio Ambiente. 
CONTEÚDO DA UNIDADE 
CURRICULAR 
Legislação dos programas sanitários nacionais. 
Microbiologia dos agentes infecciosos. Infectologia 
básica e sinais clínicos. Agentes Etiológicos e 
Transmissão. Febre aftosa - prevenção e erradicação. 
Patogenia e Sinais Clínicos. 
Controle da raiva dos herbívoros. Brucelose, 
tuberculose e encefalopatia bovina. Sanidade de 
equídeos, suínos, aves e pequenos ruminantes. 
Sanidade apícola e de animais aquáticos. Medidas de 
Prevenção e Controle Sanitário. Critérios Sanitários por 
Espécie. 
SANIDADE ANIMAL: 
CONCEITOS E ESTRUTURAS 
O objetivo desta Unidade Curricular é proporcionar 
a compreensão dos programas de saúde animal, das 
estratégias de vigilância epidemiológica e das 
medidas oficiais de controle sanitário, interpretar o 
contexto sanitário nacional e internacional e a atuar de 
forma técnica e responsável na defesa da sanidade 
animal. 
SANIDADE ANIMAL E A ATUAÇÃO DO 
MÉDICO VETERINÁRIO 
A sanidade animal é uma das principais áreas de 
atuação do Médico Veterinário, pois está diretamente 
relacionada à produção animal, à saúde pública e ao 
comércio internacional. 
O profissional atua não apenas no diagnóstico e 
tratamento de enfermidades, mas também na 
prevenção, na vigilância sanitária, na educação 
sanitária e na aplicação da legislação. 
SAÚDE E EFICIÊNCIA PRODUTIVA 
Manter cuidados adequados no manejo asseguram 
animais saudáveis que tendem a ser mais produtivos e 
eficientes na conversão de alimentos em produtos 
como carne, leite, ovos, entre outros subprodutos. 
O bem-estar animal, ambientes apropriados e boas 
práticas nos manejos são capazes de reduzir o 
estresse e consequentemente melhorar a saúde dos 
animais aumentando os níveis de produtividade. 
SAÚDE ANIMAL 
Saúde animal se refere ao estado individual ou 
coletivo de bem-estar dos animais, considerando 
aspectos físicos, fisiológicos e comportamentais 
Envolve principalmente o bem-estar animal: 
ausência de doença ou sofrimento, condições 
adequadas de manejo, nutrição e ambiente e ainda a 
capacidade do animal expressar seu potencial 
biológico. 
Um rebanho com saúde estabelecida otimiza a 
população animal respeitando o meio ambiente 
natural, sem destruir recursos naturais, econômicos ou 
culturais de uma comunidade. 
 
SANIDADE ANIMAL 
A sanidade animal pode ser definida como o 
conjunto de ações voltadas à prevenção, controle e 
erradicação de doenças, visando manter a saúde dos 
animais, garantir a produtividade dos sistemas de 
produção e proteger a saúde pública. 
Envolve: 
● Vigilância epidemiológica; 
● Programas sanitários oficiais; 
● Doenças de notificação obrigatória; 
● Legislação sanitária; 
● Biossegurança; 
● Defesa sanitária animal. 
IMPORTÂNCIA 
A sanidade animal possui impacto direto: 
● Econômico: perdas produtivas, restrições 
comerciais e prejuízos financeiros. 
● Social: segurança alimentar, geração de renda e 
sustentabilidade da produção. 
● Sanitário: prevenção de zoonoses e proteção da 
saúde humana. 
SANIDADE ANIMAL E A SAÚDE PÚBLICA 
A sanidade animal está intimamente ligada à 
saúde pública, especialmente no controle de zoonoses. 
Existe uma relação de dependência entre a saúde 
animal, humana e ambiental. 
O Médico Veterinário desempenha papel essencial 
na prevenção de riscos sanitários à população. 
SANIDADE ANIMAL E O COMÉRCIO INTERNACIONAL 
A condição sanitária de um país influencia 
diretamente sua capacidade de exportação de 
produtos de origem animal. 
Doenças de notificação obrigatória podem resultar 
em embargos comerciais, restrições de mercado e 
impactos econômicos significativos. 
A manutenção do status sanitário é estratégica 
para o desenvolvimento do agronegócio 
DEFESA SANITÁRIA ANIMAL 
O que é? 
Conjunto de ações técnicas e administrativas que 
buscam preservar os rebanhos economicamente 
viáveis. 
Função: 
● Coordenar, fiscalizar e orientar as ações da 
política de saúde animal; 
● Prevenção, vigilância, controle e erradicação das 
doenças; 
● Educação Sanitária, campanhas de 
atualizações, capacitações e treinamentos. 
CONCEITOS EM LEGISLAÇÕES 
● Lei: é uma norma escrita vinda do poder 
competente. Cria direitos, obrigações e 
penalidades. 
● Decreto: ato normativo secundário, abaixo da 
lei; são atos administrativos. De competência 
exclusiva do governador, com o objetivo de 
estabelecer normas. 
● Norma: tem função de regulamentar, determinar 
condutas. 
● Resolução: ato normativo, administrativo, auxilia 
nas tomadas de decisões. 
● Portaria: contém instruções acerca da 
aplicação de leis ou regulamentos, execução de 
leis. 
● Instruções Normativas: orientam os agentes 
públicos na execução das normas. Expedida no 
sentido de interpretar uma lei. 
PROGRAMAS SANITÁRIOS 
Os programas sanitários nacionais são 
instrumentos oficiais criados para: 
● Prevenir e controlar doenças; 
● Manter o status sanitário do país; 
● Garantir a segurança da produção animal; 
● Atender exigências sanitárias nacionais e 
internacionais. 
ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS 
A defesa sanitária animal no Brasil é organizada por 
meio de um sistema integrado, que envolve as 
estruturas: 
● Órgãos internacionais; 
● Órgãos federais; 
● Órgãos estaduais; 
● Órgãos municipais; 
● Profissionais habilitados. 
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE ANIMAL - OMSA 
Considerada a Autoridade Global em saúde animal. 
Foi fundada em 1924 como Office International de 
Epizooties (OIE). Em maio de 2003 passou a se chamar 
World Organisation for Animal Health (WOAH). 
● Organização intergovernamental; 
● Responsável por disseminar informações 
transparentes sobre doenças em animais 
● Normas, orientações e recomendações em 
saúde animal. 
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA (MAPA) 
O MAPA é o Órgão Federal responsável pela 
coordenação nacional da defesa sanitária animal. 
 
Entre suas atribuições estão: 
● Elaboração de normas e legislações sanitárias; 
● Coordenação dos programas sanitários 
nacionais; 
● Representação do Brasil em organismos 
internacionais; 
● Monitoramento da situação sanitária nacional. 
SERVIÇO VETERINÁRIO ESTADUAL 
Em Santa Catarina o Serviço Veterinário Estadual é 
realizado pela CIDASC (Companhia Integrada de 
Desenvolvimento Agrícola), sendo a autoridade 
estadual em saúde animal. 
Criada em 28/02/1979 pela Lei n.º 5.516 e fundada 
em 27/11/1979. 
● Executa ações de sanidade animal e vegetal; 
● Atua na preservação da saúde pública; 
● Promove o agronegócio e o desenvolvimento 
sustentável no estado. 
SERVIÇO VETERINÁRIO MUNICIPAL 
É coordenado pela Prefeitura Municipal, geralmente 
através da Secretaria Municipal de Agricultura, 
Secretaria de Desenvolvimento Rural ou órgão 
equivalente. 
● Educação sanitária junto aos produtores rurais; 
● Apoio aos programas estaduais e federais de 
sanidade animal; 
● Fiscalização de feiras, eventos agropecuários; 
● Controle de zoonoses e saúde pública. 
1. Vigilância Epidemiológica Animal: identificação, 
notificação e investigação de suspeitas de 
doenças de importância sanitária, apoiando os 
serviços estaduale federal. 
2. Vigilância Sanitária: fiscalização de 
estabelecimentos que produzem, manipulam e 
comercializam produtos de origem animal, 
garantindo a qualidade higiênica e sanitária dos 
alimentos e a proteção da saúde pública 
(quando estabelecimento SIM). 
MÉDICOS VETERINÁRIOS HABILITADOS 
São capacitados e habilitados pelo SVO para 
executar atividades específicas previstas nos 
Programas Nacionais de Sanidade Animal, atuando 
como parceiros da defesa agropecuária. 
● Realização de testes diagnósticos oficiais, como 
Brucelose e Tuberculose, AIE. 
● Vacinações oficiais e emissão de documentos 
sanitários conforme a legislação vigente. 
● Notificação obrigatória de suspeitas e 
orientação aos produtores sobre 
biosseguridade, prevenção e controle de 
enfermidades. 
SANIDADE ANIMAL 
A sanidade animal é um pilar fundamental da 
produção animal moderna, envolvendo aspectos 
técnicos, legais, econômicos e sociais. 
A compreensão da estrutura da defesa sanitária e 
do papel do Médico Veterinário é essencial para uma 
atuação profissional ética, responsável e alinhada às 
demandas da sociedade. 
DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO 
OBRIGATÓRIA 
As Doenças de Notificação Obrigatória (DNO) são 
enfermidades que, ao serem suspeitadas ou 
confirmadas, devem ser comunicadas imediatamente 
ao Serviço Veterinário Oficial. 
A notificação é um instrumento fundamental da 
vigilância epidemiológica, permitindo resposta rápida 
para evitar a disseminação de enfermidades que 
podem comprometer a produção animal, a saúde 
pública e o comércio internacional. 
Conceitos 
Doenças de Notificação Obrigatória (DNO) 
tratam-se das doenças inscritas em uma lista pela 
autoridade sanitária, IN50° de 2013 e na Lista da OMSA 
no Brasil 
Objetivos Gerais: 
● Redução de riscos ao rebanho nacional; 
● Fortalecimento da credibilidade do Brasil como 
exportador. 
FATORES DETERMINANTES 
● Magnitude da doença; 
● Taxas de incidência, prevalência e mortalidade; 
● Características epidemiológicas; 
● Potencial de disseminação elevada 
transmissibilidade. 
● Disponibilidade de medidas de controle; 
● Compromisso internacional; 
● Importância econômica na pecuária nacional; 
● Risco para a saúde pública. 
LEGISLAÇÕES IMPORTANTES 
● Portaria no 782/ GM/MS, de 15 de março de 2017 
● Lei no 6.259/1975 
● Decreto 24.548) 
● Instrução Normativa no 50, de 24 de setembro 
de 2013. 
IMPORTÂNCIA DA NOTIFICAÇÃO 
● Interrupção da cadeia de transmissão; 
● Delimitação de áreas afetadas; 
● Implementação de medidas sanitárias oficiais; 
● Proteção da produção e do mercado. 
O atraso ou a omissão na notificação pode resultar 
em surtos amplificados, embargos comerciais e 
prejuízos econômicos significativos. 
POR QUÊ NOTIFICAR? 
A notificação de DNO, permite: 
● Detectar precocemente focos de doença; 
● Permitir ação rápida de controle; 
● Monitorar a situação epidemiológica; 
● Manter o status sanitário do país; 
● Atender às exigências internacionais. 
QUEM DEVE NOTIFICAR? 
Qualquer profissional da área da saúde ou cidadão 
que tenha conhecimento da ocorrência. 
PARA QUEM NOTIFICAR? 
Autoridade sanitária: Serviço Veterinário Oficial 
(SVO). 
Santa Catarina: CIDASC 
Paraná: ADAPAR ou serviço municipal credenciado. 
QUAL O PAPEL DO M.V? 
O Médico Veterinário tem papel central na 
notificação, sendo responsável por comunicar 
imediatamente suspeitas de doenças listadas. 
O profissional atua como elo entre o produtor rural e 
o Serviço Veterinário Oficial, contribuindo para a 
manutenção da sanidade animal e da segurança 
alimentar. 
COMO O M.V NOTIFICA? 
Sistema Nacional de Informação Zoossanitária - SIZ 
● Gerencia dados e informações sobre ocorrência 
das doenças. 
● Informações de interesse para a saúde animal. 
e-SISBRAVET Sistema Nacional de Informação 
Zoossanitária - SIZ 
● Recebe e encaminha a notificação para o 
Serviço Veterinário local. 
QUANDO DEVEMOS NOTIFICAR? 
● Houver suspeita ou ocorrência de qualquer 
doença de notificação obrigatória (24 horas); 
● Ocorrer pela primeira vez ou reaparecer; 
● Nova cepa de agente patogênico ocorre pela 
primeira vez; 
● Mudanças repentinas e inesperadas nos 
parâmetros epidemiológicos; 
● Mudanças de perfil epidemiológico. 
BENEFÍCIOS DA NOTIFICAÇÃO 
● Proteção da saúde pública e da pecuária 
nacional; 
● Dados atualizados das principais doenças de 
interesse público e da saúde animal 
● Certificações zoossanitárias (exportação). 
Estratégias de vigilância e ações sanitárias para 
prevenção, controle e erradicação. 
DNO E A SAÚDE HUMANA 
Além das Doenças de Notificação relacionadas à 
saúde animal existem também as que estão 
relacionadas à Saúde Humana. 
Respondem ao Ministério da Saúde e Secretaria de 
Saúde através da Vigilância Epidemiológica Municipal 
da Secretaria Municipal de Saúde. 
Exemplos: Leishmaniose; Esporotricose Humana; 
Febre amarela; Raiva Urbana; Toxoplasmose, etc. 
CATEGORIAS DE NOTIFICAÇÃO 
As doenças podem ser classificadas conforme: 
● Notificação imediata; 
● Notificação periódica; 
● Doenças emergentes; 
● Doenças já presentes no território nacional; 
● Doenças erradicadas. 
Categoria 1: Doenças erradicadas ou nunca 
registradas de notificação imediata de caso suspeito 
ou diagnóstico laboratorial. 
Categoria 2: Doenças que requerem notificação 
imediata de qualquer caso suspeito. 
Categoria 3: Doenças que requerem notificação 
imediata de qualquer caso confirmado. 
Categoria 4: Doenças que requerem notificação 
mensal de qualquer caso confirmado. 
NOTIFICAÇÃO POR ESPÉCIES DE ANIMAIS 
As listas de notificação consideram as diferentes 
cadeias produtivas, incluindo: 
1. Múltiplas Espécies; 
2. Equídeos; 
3. Bovídeos; 
4. Aves; 
5. Caprinos e Ovinos; 
6. Suídeos; 
7. Abelhas; 
8. Lagomorfos e Aquáticos. 
MÚLTIPLAS ESPÉCIES 
 
 
CATEGORIA 1: Erradicadas ou nunca registradas → 
imediata de caso suspeito ou diagnóstico laboratorial. 
● Brucelose (Brucella 
melitensis); 
● Cowdriose; 
● Doença hemorrágica 
epizoótica; 
● Encefalite japonesa; 
● Febre do Nilo 
Ocidental; 
● Febre do Vale do Rift; 
● Febre hemorrágica 
de Crimea-Congo; 
● Miíase (Chrysomya 
bezziana); 
● Peste bovina; 
● Triquinelose; 
● Tularemia. 
Categoria 2: Notificação imediata → qualquer caso 
suspeito. 
● Antraz (carbúnculo hemático); 
● Doença de Aujeszky; 
● Estomatite vesicular; 
● Febre aftosa; 
● Língua azul; 
● Raiva. 
Categoria 3: Notificação imediata → qualquer caso 
confirmado. 
● Brucelose (Brucella suis); 
● Febre Q; 
● Paratuberculose. 
Categoria 4: Notificação mensal → qualquer caso 
confirmado 
● Actinomicose; 
● Botulismo (Clostridium botulinum); 
● Carbúnculo sintomático/ manqueira 
(Clostridium chauvoei); 
● Cisticercose suína; 
● Coccidiose; 
● Clostridioses (exceto C.chauvoei C. botulinum, C. 
perfringens e C. tetani); 
● Disenteria vibriônica (Campilobacter jejuni); 
● Ectima contagioso; 
● Enterotoxemia (Clostridium perfringens); 
● Equinococose/ hidatidose; 
● Fasciolose hepática; 
● Febre catarral maligna; 
● Filariose; 
● Leishmaniose; 
● Foot-rot /podridão dos cascos (Fusobacterium 
necrophorum); 
● Leptospirose; 
● Listeriose; 
● Melioidose (Burkholderia pseudomallei); 
● Miíase por Cochliomyia hominivorax; 
● Pasteureloses (exceto P. multocida); 
● Salmonelose intestinal; 
● Tripanosomose (T. vivax); 
● Tétano (Clostridium tetani); 
● Toxoplasmose; 
● Surra (Trypanossoma evansi). 
EQUÍDEOS 
CATEGORIA 1: Erradicadas ou nunca registradas → 
imediata de caso suspeito ou diagnóstico laboratorial. 
● Arterite viral equina; 
● Durina/ sífilis (Trypanossoma equiperdum); 
● Encefalomielite equina venezuelana; 
● Metrite contagiosa equina; 
● Peste equina. 
CATEGORIA 2: Notificação imediata → qualquer caso 
suspeito. 
● Anemia infecciosa equina; 
● Encefalomielite equina do leste; 
● Encefalomielite equina do oeste; 
● Mormo 
CATEGORIA 4: Notificação mensal → qualquer caso 
confirmado. 
● Adenite equina (papeira/ garrotilho); 
● Exantema genital equino; 
● Gripe equina (Influenza Equina); 
● Linfangiteulcerativa (Corinebacterium 
pseudotuberculosis); 
● Piroplasmose equina; 
● Rinopneumonia equina; 
● Salmonelose (S.abortus equi). 
BOVINOS E BUBALINOS 
CATEGORIA 1: Erradicadas ou nunca registradas → 
imediata de caso suspeito ou diagnóstico laboratorial. 
● Dermatose nodular contagiosa; 
● Pleuropneumonia contagiosa bovina; 
● Tripanosomose (transmitida por tse tsé). 
CATEGORIA 2: Notificação imediata → qualquer caso 
suspeito. 
● Encefalopatia espongiforme bovina. 
CATEGORIA 3: Notificação imediata → qualquer caso 
confirmado. 
● Brucelose (Brucella abortus); 
● Theileriose; 
● Tuberculose. 
CATEGORIA 4: Notificação mensal → qualquer caso 
confirmado. 
● Anaplasmose bovina; 
● Babesiose bovina; 
● Campilobacteriose genital bovina 
(Campilobacterfetus subesp. veneralis); 
● Diarreia viral bovina; 
● Leucoseenzoótica bovina; 
● Rinotraqueíte infecciosa bovina; 
● Septicemia hemorrágica (Pasteurelamultocida); 
● Varíola bovina; 
● Tricomonose. 
AVES 
CATEGORIA 1: Erradicadas ou nunca registradas → 
imediata de caso suspeito ou diagnóstico laboratorial. 
● Hepatite viral dos patos; 
● Influenza Aviária; 
● Rinotraqueíte do peru; 
CATEGORIA 2: Notificação imediata → qualquer caso 
suspeito. 
● Doença de NewCastle; 
● Laringotraqueíte Infecciosa Aviária. 
CATEGORIA 3: Notificação imediata → qualquer caso 
confirmado. 
● Clamidiose aviária; 
● Mycoplasmose (M. gallisepticum; M.melleagridis; 
M. synoviae); 
● Salmonella (S. enteritidis; S. gallinarum; S. 
pullorum; S.typhimurium). 
CATEGORIA 4: Notificação mensal → qualquer caso 
confirmado. 
● Adenovirose; 
● Anemia infecciosa das galinhas; 
● Bronquite infecciosa aviária; 
● Coccidiose aviária; 
● Colibacilose; 
● Coriza aviária; 
● Doença de Marek; 
● Doença infecciosa da bursa / Doença de 
Gumboro; 
● EDS-76 (Síndrome da queda de postura); 
● Encefalomielite aviária; 
● Epitelioma aviário/ bouba/varíola aviária; 
● Espiroquetose aviária (Borrelia anserina; 
● Leucose aviária; 
● Pasteurelose/ cólera aviária; 
● Reovirose/ artrite viral; 
● Reticuloendoteliose; 
● Salmoneloses (exceto S.gallinarum, S.pullorum, 
S.enteritidis e S.typhimurium); 
● Tuberculose aviária. 
CAPRINOS E OVINOS 
CATEGORIA 1: Erradicadas ou nunca registradas → 
imediata de caso suspeito ou diagnóstico laboratorial. 
● Aborto enzoótico das ovelhas (clamidiose); 
● Doença de Nairobi; 
● Maedi-visna; 
● Peste dos pequenos ruminantes; 
● Pleuropneumonia contagiosa caprina; 
● Varíola ovina e varíola caprina. 
CATEGORIA 2: Notificação imediata → qualquer caso 
suspeito. 
● Scrapie. 
CATEGORIA 3: Notificação imediata → qualquer caso 
confirmado. 
● Agalaxia contagiosa. 
CATEGORIA 4: Notificação mensal → qualquer caso 
confirmado. 
● Adenomatose pulmonar ovina; 
● Artrite-encefalite caprina; 
● Ceratoconjuntivite rickétsica; 
● Epididimite ovina (Brucella ovis); 
● Linfadenite caseosa; 
● Salmonelose (S. abortusovis); 
● Sarna ovina. 
SUÍNOS 
CATEGORIA 1: Erradicadas ou nunca registradas → 
imediata de caso suspeito ou diagnóstico laboratorial. 
● Encefalomielite por vírus Nipah; 
● Doença Vesicular Suína; 
● Gastroenterite Transmissível; 
● Peste Suína Africana (PSA); 
● Síndrome Reprodutiva e Respiratória Suina 
(PRRS). 
CATEGORIA 2: Notificação imediata → qualquer caso 
suspeito. 
● Peste Suína Clássica (PSC). 
CATEGORIA 4: Notificação mensal → qualquer caso 
confirmado. 
● Circovirose; 
● Erisipela Suína; 
● Influenza dos Suínos; 
● Parvovirose suína; 
● Pneumonia enzoótica (Mycoplasma 
hyopneumonae) 
● Rinite Atrófica. 
ABELHAS 
CATEGORIA 1: Erradicadas ou nunca registradas → 
imediata de caso suspeito ou diagnóstico laboratorial. 
● Infestação das abelhas melíferas pelos ácarosV 
Tropilaelaps; 
● Infestação pelo pequeno escaravelho das 
colmeias (Aethina tumida). 
CATEGORIA 2: Notificação imediata → qualquer caso 
suspeito. 
● Loque americana das abelhas melíferas; 
● Loque europeia das abelhas melíferas. 
CATEGORIA 4: Notificação mensal → qualquer caso 
confirmado. 
● Acariose/ acarapisose das abelhas melíferas; 
● Cria giz (Ascosphaera apis); 
● Nosemose; 
● Varrose (varroa/varroase). 
LAGOMORFOS 
CATEGORIA 1: Erradicadas ou nunca registradas → 
imediata de caso suspeito ou diagnóstico laboratorial. 
● Doença Hemorrágica dos coelhos. 
CATEGORIA 3: Notificação imediata → qualquer caso 
confirmado. 
● Mixomatose. 
	O QUE ESPERAR DESTA 
	UNIDADE CURRICULAR? 
	ONDE ESTA UNIDADE 
	CURRICULAR É APLICADA? 
	CONTEÚDO DA UNIDADE CURRICULAR 
	SANIDADE ANIMAL: 
	CONCEITOS E ESTRUTURAS 
	SANIDADE ANIMAL E A ATUAÇÃO DO 
	MÉDICO VETERINÁRIO 
	SAÚDE E EFICIÊNCIA PRODUTIVA 
	SAÚDE ANIMAL 
	SANIDADE ANIMAL 
	IMPORTÂNCIA 
	SANIDADE ANIMAL E A SAÚDE PÚBLICA 
	SANIDADE ANIMAL E O COMÉRCIO INTERNACIONAL 
	DEFESA SANITÁRIA ANIMAL 
	CONCEITOS EM LEGISLAÇÕES 
	PROGRAMAS SANITÁRIOS 
	ESTRUTURAS ORGANIZACIONAIS 
	ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE ANIMAL - OMSA 
	MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA (MAPA) 
	SERVIÇO VETERINÁRIO ESTADUAL 
	SERVIÇO VETERINÁRIO MUNICIPAL 
	MÉDICOS VETERINÁRIOS HABILITADOS 
	SANIDADE ANIMAL 
	DOENÇAS DE NOTIFICAÇÃO OBRIGATÓRIA 
	Conceitos 
	FATORES DETERMINANTES 
	LEGISLAÇÕES IMPORTANTES 
	IMPORTÂNCIA DA NOTIFICAÇÃO 
	POR QUÊ NOTIFICAR? 
	QUEM DEVE NOTIFICAR? 
	PARA QUEM NOTIFICAR? 
	QUAL O PAPEL DO M.V? 
	COMO O M.V NOTIFICA? 
	QUANDO DEVEMOS NOTIFICAR? 
	BENEFÍCIOS DA NOTIFICAÇÃO 
	DNO E A SAÚDE HUMANA 
	CATEGORIAS DE NOTIFICAÇÃO 
	NOTIFICAÇÃO POR ESPÉCIES DE ANIMAIS 
	MÚLTIPLAS ESPÉCIES 
	EQUÍDEOS 
	BOVINOS E BUBALINOS 
	AVES 
	CAPRINOS E OVINOS 
	SUÍNOS 
	ABELHAS 
	LAGOMORFOS