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Introdução ao Direito Constitucional | 
Introdução 
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DISCIPLINA 
INTRODUÇÃO AO DIREITO 
CONSTITUCIONAL 
 
CONTEÚDO 
A Estrutura do Estado 
Introdução ao Direito Constitucional | 
Introdução 
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Introdução ao Direito Constitucional | 
Introdução 
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Sumário 
Sumário ------------------------------------------------------------------------------------------------------------- 3 
1 Introdução --------------------------------------------------------------------------------------------------- 4 
2 Estrutura Básica do Estado ----------------------------------------------------------------------------- 5 
3 Forma de Estado ------------------------------------------------------------------------------------------- 6 
3.1 Estado Unitário ----------------------------------------------------------------------------------------------------------- 6 
3.2 Estado Federado --------------------------------------------------------------------------------------------------------- 7 
3.3 Outras Classificações ---------------------------------------------------------------------------------------------------- 8 
4 Classificações das Federações -------------------------------------------------------------------------- 9 
4.1.1 Quanto à Formação/Origem de uma Federação -------------------------------------------------------------------------- 10 
4.1.2 Quanto à Concentração do Poder de uma Federação ------------------------------------------------------------------- 11 
4.1.3 Quanto à Repartição de Competências de uma Federação ------------------------------------------------------------ 11 
4.1.4 Quanto ao equacionamento das desigualdades -------------------------------------------------------------------------- 11 
4.1.5 Quanto às esferas integrantes da federação------------------------------------------------------------------------------- 12 
5 Conclusão --------------------------------------------------------------------------------------------------- 13 
6 Referências Bibliográficas ------------------------------------------------------------------------------ 13 
 
 
 
 
Introdução ao Direito Constitucional | 
Introdução 
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1 Introdução 
Ao analisar as perspectivas de evolução do Estado, André Ramos Tavares (2020) 
explica que os Estados de hoje foram formados por meio de uma longa e vagarosa 
evolução histórica e que “só deixarão de existir como tais pelo surgimento de novas 
realidades que tornem imprescindível uma transformação profunda da noção atual de 
Estado soberano”. 
 
Historicamente, houve um tempo em que os blocos de Estados se constituíam sobre 
a necessidade de demonstrar supremacia bélica em relação aos demais, como os 
Estados de caráter continental (ou regional), e outros se constituíam a partir de 
elementos religiosos. Estas formas de constituição de Estado, contudo, se mostraram 
falhas ao longo do tempo e só mais adiante o fenômeno da economia tornou viável 
o agrupamento de Estados, que agora possuíam um objetivo comum. É dessa forma 
que “a crescente inviabilidade econômica de os Estados menores sobreviverem no 
mundo torna os fenômenos de integração uma realidade desejável e possível. O fator 
econômico guia essa transformação, tornando-a juridicamente factível”. 
 
O autor empresta as palavras de Dalmo Dallari para esclarecer que essa realidade 
viabilizou a formação de duas ideias fundamentais que decidiriam o tema: “ou se daria 
a redução do número de Estados por sua concentração em blocos políticos, ou seriam 
constituídas algumas grandes federações”. 
 
Conforme aponta, “a integração em blocos políticos era uma ideia forjada sob o 
conceito de soberania, que se manteria pela mera criação de alianças entre os diversos 
Estados. Essa teoria foi incrivelmente desenvolvida na época da divisão bipolar do 
mundo, marcado pela superioridade militar de dois Estados, alinhando-se os demais 
ou a um ou ao outro, o que se considerava inevitável. Contudo, logo os Estados mais 
fracos notaram que o seu alinhamento a uma das potências interessava mais a esta 
do que a si mesmos. Desenhou-se, então, uma situação diversa no cenário mundial, 
com o não alinhamento a esse dualismo do que se denominou países de Terceiro 
Mundo, muitos deles fundados em ditaduras ou em sistemas que não chegavam a ser 
puramente capitalistas, sem, por isso, apresentar cunho socialista”. 
 
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Estrutura Básica do Estado 
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Assim, a ideia de unir vários Estados em um único de caráter supranacional, “inclusive 
com a criação de uma única Constituição, com objetivos econômicos e políticos, e 
com base de cultura comum” é considerada bastante recente. O mais próximo que 
temos dessa constituição é o que se vê na Europa. 
 
Para que se possa criar essa organização política suprema, com uma Constituição 
comum, primeiramente os Estados precisam ser unificados de alguma forma, processo 
este que resultaria na perda de soberania como atributo jurídico no campo 
internacional para alguns Estados que decidam se submeter a autoridades comuns 
para constituir um novo Estado soberano. 
 
Neste sentido, o autor aponta para duas formas teóricas clássicas existentes utilizadas 
para entrelaçar diversos Estados, que se traduzem no modelo dos Estados 
confederados, e no modelo federal. “Na confederação cada Estado integrante da 
união mantém íntegra sua soberania. Dessa forma, não há como pensar numa 
Constituição como o documento supremo da confederação. Os Estados, neste 
modelo, organizam-se em torno de tratados, celebrados entre as partes envolvidas, 
numa espécie de cooperação. Tudo se passa de maneira diversa na federação. Aqui, 
os Estados se agrupam em torno de um documento comum, a Constituição, atuando 
cada qual de maneira integrada, e não por meio de mera cooperação 
intergovernamental”. 
 
Uma lógica parecida pode ser aplicada quando analisamos o Estado-nação e os 
Estados-membros.Neste material falaremos sobre as formas de estado, voltando 
nossa atenção mais especificamente às características e classificações das federações. 
 
2 Estrutura Básica do Estado 
Sabemos que o Estado é uma instituição complexa e dinâmica, em constante 
evolução. Historicamente já assumiu diversas formas, tais como a do Estado grego, 
Estado romano, Estado medieval, entre outras e, mesmo o Estado moderno também 
consta com várias ramificações, podendo ser democrático, social, liberal etc. 
 
Introdução ao Direito Constitucional | 
Forma de Estado 
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De todo modo, existem algumas características ou elementos constitutivos que 
caracterizam um Estado como tal. Se conceituado pelo critério dos elementos que o 
constituem, o Estado é “a formação política na modernidade, e é composto pelo 
POVO, seu elemento subjetivo, pelo TERRITÓRIO, que representa a sua porção física, 
pelo GOVERNO, que instrumentaliza a sua vontade e pela SOBERANIA, que é o 
reconhecimento perante a comunidade jurídica internacional” (BAHIA, 2017, p. 253). 
 
3 Forma de Estado 
Conforme Nathalia Masson (2020), a forma de Estado diz respeito à “distribuição do 
exercício do poder político em razão de um território, de forma que a existência (ou 
não) de descentralização dará o tom da opção feita pelo poder originário ao estruturar 
o Estado”. Assim, alguns Estado serão organizados a partir de um único centro de 
poder, que emanará os comandos decisórios, e outros terão a descentralização como 
característica, distribuindo o exercício do poder. 
 
Na sequência, falaremos brevemente sobre as duas principais formas de Estado, 
destacando as principais características. 
 
3.1 Estado Unitário 
Tavares define o Estado unitário como aquele no qual o poder “encontra-se enraizado 
em um único ente interestatal”. Por ser a forma de Estado na qual o poder fica 
concentrado nas mãos de uma única pessoa ou órgão, foi aquela adotada 
originariamente por governos autoritários. 
 
Basicamente, o Estado unitário é formado por um único Estado não descentralizado 
politicamente e, embora possa até mostrar uma descentralização administrativa, por 
meio da divisão interna, “deve estar presente, contudo, a subordinação ao poder 
central de qualquer entidade, órgão ou departamento criado para exercer parcela de 
atribuições”. Ou seja, as unidades internas não são dotadas de competência política, 
pois não são autônomas. Conforme aponta Tavares: 
 
Todas as entidades inferiores encontram-se dependentes da vontade central. Na estrutura do 
Estado unitário não há lugar para a vontade dos entes desconcentrados impor-se sobre a 
vontade do poder central. [...] As entidades desconcentradas encontram-se, na realidade, na 
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Forma de Estado 
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própria estrutura central, não constituindo um segmento separado ou autônomo (TAVARES, 
2020). 
 
Na mesma linha, Nathalia Masson (2020) afirma que “é importante que o Estado 
promova divisões administrativas (não divisões políticas) para alcançar a 
governabilidade”. Neste sentido, criou-se a tipologia denominada “Estado unitário 
descentralizado administrativamente”, que é adotada por muitos países na atualidade. 
São exemplos de Estados unitários a Itália, Bélgica e Uruguai. 
 
3.2 Estado Federado 
O Estado Federado é aquele no qual existe descentralização no exercício do poder 
político, estando este pulverizado em mais de uma entidade política, todas 
funcionando como centros emanadores de comando normativos e decisórios” 
(MASSON, 2020). 
 
Assim, o Estado federado é formado pela união entre estados, entre entes que 
conservam autonomia política, sendo que a soberania é transferida para o Estado 
Federal, embora os entes sejam dotados de capacidade política, sua unidade é 
fundamental para a manutenção do Estado Federado. O Brasil, que já foi um Estado 
unitário no período Brasil-Império, assumiu a forma federada desde a Proclamação da 
República como forma de Governo (Decreto n. 01). “Todas as Constituições que 
sucederam referido decreto, a começar pela primeira republicana (a de 1891) 
mantiveram referida escolha”. 
 
Nathalia Masson pontua as características da estrutura política que é assumida 
quando se opta pela forma federada de Estado. Em resumo, são elas: 
▪ Descentralização no exercício do poder político, da qual deriva a aptidão para 
realização de três capacidades: auto-organização; autogoverno; e 
autoadministração. 
▪ Indissolubilidade do vínculo federativo; 
▪ Rigidez constitucional, associada a imutabilidade da forma federativa; 
▪ Existência de um Tribunal Constitucional; 
▪ Previsão de um órgão legislativo que represente os poderes regionais (princípio 
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Forma de Estado 
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da participação) 
 
 
Figura 1 - Características da estrutura política da forma federada de Estado 
Fonte: Adaptado de MASSON (2020) 
 
3.3 Outras Classificações 
Outras formas de Estado apontadas pela doutrina que se apresentam no direito 
comparado são: 
▪ Estado Regional: “assemelha-se ao unitário na medida em que não possui 
descentralização administrativa”. Ex.: Itália. 
 
▪ Estado Autonômico: “é marcado ela inexistência de descentralização política e 
existência de descentralização administrativa e legislativa”, mas constitui-se de 
“baixo para cima”. Ex.: Espanha. 
 
▪ Confederação: “formada pela reunião de Estados soberanos, é usualmente 
criada por meio de tratados, podendo, eventualmente, até mesmo adotar um 
documento comum intitulado “Constituição” – mas a natureza desse texto, 
independentemente da questão terminológica, será de tratado ou acordo, haja 
vista não haver qualquer alienação da soberania dos entes componentes ao 
Estado Confederado. Na confederação, ao contrário da federação, as entidades 
componentes são Estados Nacionais, que não deixam de ser soberanos e 
podem se separar a qualquer momento, já que o direito à secessão, ou seja, a 
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Classificações das Federações 
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dissolubilidade do vínculo entre eles, é nota marcante”. 
 
 
Figura 2 - Formas de Estado 
Fonte: Adaptado de MASSON (2020) 
 
4 Classificações das Federações 
Os Estados federados não são todos homogêneos, cada federação possui 
características próprias e pode ser classificada de forma distinta. Essas classificações 
são dadas de acordo com a formação, a concentração de poder e a repartição de 
competências, quanto ao equacionamento das desigualdades e quanto às esferas 
integrantes da federação. 
 
Introdução ao Direito Constitucional | 
Classificações das Federações 
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Figura 3 - Classificação das federações 
Fonte: Núcleo Editorial Focus 
 
4.1.1 Quanto à Formação/Origem de uma Federação 
De acordo com Masson (2020), uma federação pode ser originada de duas formas, 
por agregação, que é “o resultado da reunião/junção de alguns Estados Nacionais, até 
então soberanos, que decidem se reunir em um vínculo federativo. Para tanto, cedem 
sua soberania para o conjunto (o Estado Federal) e se tornam parte da federação, 
como entidades meramente autônomas”. Esta forma ocorre em um movimento 
centrípeto (de fora para dentro), uma vez que se forma “a partir de um deslocamento 
de poder que se dá da periferia para o centro”. 
 
 
 
Ainda, uma federação pode ser originada por segregação, resultado do “desfazimento 
de um Estado unitário (marcado pela centralização do poder em um único polo 
emanador de comandos decisórios) que pretende se tornar federado”. Este é 
denominado o movimento centrífugo, “em que o deslocamento do poder se dá do 
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Classificações das Federações 
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centro para a periferia”. 
 
 
 
4.1.2 Quanto à Concentração do Poder de uma Federação 
A concentração do poder de um Estadotambém pode revelar se ele é centrípeto 
(centralizador) ou centrífugo (descentralizador). Quando a concentração do poder é 
mais rígida, mais centralizadora, no plano federal, temos um Estado federado 
centrípeto; quando a concentração do poder é mais flexível, descentralizada, e as 
competências das entidades regionais são abundantes, temos um Estado federado 
centrífugo. 
 
4.1.3 Quanto à Repartição de Competências de uma Federação 
Quanto à repartição de competência entre os Poderes de uma Federação, destacamos 
duas formas, a Federação Dual, em que há uma divisão um pouco mais brusca da 
Federação, uma divisão de competências mais latentes e nítidas, e a Federação 
Cooperativa, em que existe uma competência comum, concorrente; 
consequentemente, a descentralização dessas competências é menos rígida e mais 
branda. Ou seja, há maior cooperação entre os entes. O Brasil é um exemplo de 
Federação Cooperativa, tal como podemos constatar nos arts. 23 e 24 da CF/88, que 
falam sobre a competência comum da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos 
Municípios. 
 
4.1.4 Quanto ao equacionamento das desigualdades 
Quanto ao equacionamento das desigualdades, as federações podem ser simétricas 
ou assimétricas. Na federação simétrica, a “distribuição de competências e receitas é 
feita de modo equânime entre as entidades, sem disparidades ou diferenças”, já na 
federação assimétrica, existe um desequilíbrio no tratamento dos entes, 
principalmente em razão de desigualdades regionais bastante latentes ou de 
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Classificações das Federações 
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diferenças culturais muito marcantes. 
 
Conforme aponta Masson (2020), “no Brasil, por possuirmos alguns momentos 
constitucionais de assimetria (todos tendentes à reversão da situação de desigual 
entre os entes, como observamos nos seguintes dispositivos: art. 3º, III; art. 43; art. 
151, I; art. 159, I, “c”, todos da CF/88), alguns autores identificam nossa federação 
como assimétrica”. Contudo, a autora a considera simétrica, uma vez que “todas as 
entidades federativas que estejam no mesmo grau possuem a mesma gama de 
atribuições”. 
 
4.1.5 Quanto às esferas integrantes da federação 
Quanto às esferas integrantes da federação, existem duas: o federalismo de segundo 
grau e o de terceiro grau. No Federalismo de segundo grau (ou bidimensional), o 
Estado se constitui a partir de uma ordem jurídica central (primeiro grau) e das ordens 
jurídicas regionais (segundo grau). Em contrapartida, no Federalismo de terceiro 
grau soma-se a essas duas ordens existentes uma terceira ordem, que é a local (os 
Municípios), logo temos a União representando a ordem central, os Estados-membros 
representando a segunda ordem, e os Municípios representando a terceira ordem. 
Nathalia Masson (2020) classifica a forma de federação do Estado brasileiro da 
seguinte maneira: 
 
 
Figura 4 - Classificação da Federação Brasil 
Fonte: adaptado de Masson (2020) 
Introdução ao Direito Constitucional | 
Conclusão 
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5 Conclusão 
Nesta aula falamos sobre duas possíveis formas de Estado, a forma unitária, 
caracterizada pela centralização política e a concentração de poder, e a forma 
federada, por sua vez caracterizada pela descentralização no exercício do poder 
político. Além disso, vimos que existem diferentes tipos de federações, que são 
classificadas quanto à forma, quanto à concentração de poder, quanto à repartição de 
competências, quanto ao equacionamento das desigualdades e quanto às esferas 
integrantes da federação e que, diante dessa classificação, o Brasil pode ser entendido 
como um federação formada a partir da segregação, com concentração centrípeta de 
poder, cuja repartição de competências é feita de modo cooperativo, simétrica em 
termos de equacionamento, e classificada como uma federação de terceiro grau. 
 
6 Referências Bibliográficas 
BAHIA, Flavia. Direito Constitucional. Recife: Armador, 2017. 
MASSON, Nathalia. Manual de direito constitucional. -8. ed. Salvador: Ed. JusPodvm, 
2020. 
TAVARES, André Ramos. Curso de Direito Constitucional. – 18 ed. São Paulo: Saraiva 
Educação, 2020. 
 
Introdução ao Direito Constitucional | 
Referências Bibliográficas 
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	Sumário
	1 Introdução
	2 Estrutura Básica do Estado
	3 Forma de Estado
	3.1 Estado Unitário
	3.2 Estado Federado
	3.3 Outras Classificações
	4 Classificações das Federações
	4.1.1 Quanto à Formação/Origem de uma Federação
	4.1.2 Quanto à Concentração do Poder de uma Federação
	4.1.3 Quanto à Repartição de Competências de uma Federação
	4.1.4 Quanto ao equacionamento das desigualdades
	4.1.5 Quanto às esferas integrantes da federação
	5 Conclusão
	6 Referências Bibliográficas

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