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Todos os materiais didáticos apresentados nesta plataforma são protegidos por direitos autorais de propriedade da Universidade Veiga de Almeida e do Centro Universitário Jorge Amado. Qualquer uso não autorizado, reprodução ou distribuição (incluindo o upload para sites) são estritamente proibidos e sujeitos às penalidades legais aplicáveis. Todos os direitos são reservados à UVA & Unijorge. • Interdisciplinaridade A ergonomia conta com a colaboração de diversas áreas do conhecimento, a saber: • Engenharia: elabora projetos para a produção ergonomicamente seguros. • Design: contribui com a metodologia de projetos e o design do produto. • Psicologia: área do conhecimento responsável pelo entendimento dos processos psíquicos do ser humano. Além de traçar o perfil psicológico, também pode atuar no treinamento e motivação do pessoal. • Medicina e enfermagem: possui foco na prevenção de acidentes e doenças do trabalho, fazendo exames periódicos e minimizando os processos de adoecimento laboral. • Administração: projetos organizacionais e gestão de RH. Saiba mais Sugerimos a leitura da NR 17, uma norma regulamentadora que visa estabelecer os parâmetros da ergonomia. Como já vimos anteriormente, a ergonomia envolve fatores fisiológicos, anatômicos e psicológicos junto com o ambiente interno e externo do trabalho. Quando não existe um projeto ergonômico ou quando existe, mas é deficiente, doenças laborais podem ocorrer. A mais comum é chamada de LER (Lesão por Esforço Repetitivo) ou DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho). O termo é utilizado de forma mais ampla, caracterizando um conjunto de doenças que atingem principalmente os membros superiores. Normalmente é adquirida por movimentos repetidos e contínuos. Entre outros problemas de saúde relacionados ao desempenho da atividade profissional, existem alguns que demoram anos para aparecer, são as chamadas doenças ocupacionais silenciosas. Normalmente por posturas antiergonômicas, elas vão incapacitando o trabalhador aos poucos, até que o afastamento do trabalho se torna inevitável. Pesquisas recentes apontam que as doenças que mais afastam o trabalhador do seu posto de trabalho, em ordem de ocorrência são: dores nas costas, problemas nos joelhos, hérnias inguinais, transtorno do humor e mioma uterino. Podemos notar que algumas não têm relação direta com o trabalho, outras podem ter, no trabalho, o processo desencadeante, mas a número um, dores nas costas, está associada à má postura no cotidiano laboral. A importância de um projeto ergonômico é percebida quando o índice de doenças ocupacionais diminui e o bem-estar e qualidade de vida aumentam. Para reforçar o conhecimento acerca da ergonomia e de sua importância no ambiente laboral, sugerimos leitura do capítulo 2, páginas 38 a 40 do Ebook (MELO, Clarice, https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/acesso-a-informacao/participacao-social/conselhos-e-orgaos-colegiados/comissao-tripartite-partitaria-permanente/normas-regulamentadora/normas-regulamentadoras-vigentes/nr-17-atualizada-2023.pdf Todos os materiais didáticos apresentados nesta plataforma são protegidos por direitos autorais de propriedade da Universidade Veiga de Almeida e do Centro Universitário Jorge Amado. Qualquer uso não autorizado, reprodução ou distribuição (incluindo o upload para sites) são estritamente proibidos e sujeitos às penalidades legais aplicáveis. Todos os direitos são reservados à UVA & Unijorge. Tema 3 A saúde física e mental na organização de trabalho: o conhecimento sobre o adoecer Que aspectos são relevantes para a saúde física e mental no trabalho? Ao falar sobre saúde mental ou física no ambiente de trabalho, é importante compreender esses aspectos da saúde a partir de três fatores: o ambiente da organização, a forma como as pessoas interagem entre si e a percepção que cada trabalhador tem de si mesmo. A perspectiva deixa claro que saúde não significa simplesmente não ter uma doença física ou mental, mas também significa ter estabilidade emocional, interagir bem com os colegas e trabalhar em um ambiente propício ao desempenho das funções. Avançando nessa análise! Saiba mais Saúde mental: de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), saúde é o estado de completo bem-estar físico, mental e social. São vários os fatores para definir saúde mental. Entre eles, está a percepção da realidade e a integração social e emocional. De forma geral pode-se dizer que é a qualidade de vida emocional e cognitiva de uma pessoa. No que tange à saúde mental, este bem-estar no trabalho envolve as relações interpessoais, reconhecimento, autoestima e autorrealização. Sem isso, o trabalho, em vez de ser fonte de prazer, pode ser um gerador de angústia e sofrimento. Segundo dados do INSS, as doenças mentais estão em segundo lugar por afastamento definitivo do trabalho, sendo a depressão considerada o transtorno mental com maior prevalência. Importante Para um correto diagnóstico é preciso, principalmente, que se faça uma boa análise que inclua perguntas sobre o relacionamento do trabalhador dentro e fora do trabalho, das condições de vida, do seu relacionamento com colegas e superiores, seus sintomas gerais como ansiedade, cansaço, insônia, se é usuário de drogas etc., e as condições de higiene e segurança no trabalho. O exercício do trabalho envolve uma série de fatores e expectativas que podem gerar ansiedade e frustração. Diante desse quadro, a saúde começa a ser afetada. Todos os materiais didáticos apresentados nesta plataforma são protegidos por direitos autorais de propriedade da Universidade Veiga de Almeida e do Centro Universitário Jorge Amado. Qualquer uso não autorizado, reprodução ou distribuição (incluindo o upload para sites) são estritamente proibidos e sujeitos às penalidades legais aplicáveis. Todos os direitos são reservados à UVA & Unijorge. As doenças mentais ocupacionais podem durar anos para serem desencadeadas e seu diagnóstico é difícil de ser estabelecido. Prejuízo nas relações interpessoais O uso de álcool e drogas provocam alterações emocionais e comportamentais trazendo prejuízos nos relacionamentos, pois dependendo do indivíduo, o álcool, por exemplo, pode desinibir, predispor à agressividade, à ansiedade ou à depressão. Por ser mais difícil de definir os transtornos na realização do trabalho, também existe uma grande dificuldade de determinar a incapacitação para o trabalho e seu retorno. Por ser um campo de estudos ainda pouco explorado na população geral, por consequência no campo do trabalho também não está bem definido, por exemplo, em que circunstâncias se manifestam e se está intrinsecamente ligado aos agraves físicos. Importante Durante muito tempo as organizações só valorizavam a saúde física de seus funcionários. A preocupação com a saúde mental no trabalho é recente e, mesmo assim, são focadas principalmente nos problemas de saúde relacionados ao álcool e às drogas. As razões para isso são o desconhecimento e o preconceito acerca dos agravos mentais, negação da ansiedade e da depressão e a ausência de programas nas empresas que incluam a prevenção dos transtornos mentais. Com isso, além dos prejuízos financeiros, há um empobrecimento nas relações interpessoais, rotatividade, acidentes, absenteísmo, entre outros. Relação de trabalho e ansiedade Relação de trabalho diz respeito a todos os vínculos pessoais criados pela organização do trabalho, envolvendo todos os níveis hierárquicos. Ela pode ser agradável ou não, considerando os vários aspectos relacionados ao trabalho como pressão, rendimento, cotas de produção e desigualdade na divisão do trabalho, que são geradores de ansiedade e estresse. Dica Promoção da saúde são as práticas saudáveis através de programas de treinamento, manutenção e desenvolvimentodas condições favoráveis de trabalho que levem ao bem-estar coletivo. As empresas precisam ter pessoas saudáveis e, consequentemente, mais produtivas. Para tanto, deve ser proporcionado um ambiente de convivência sadio, que contribua para a qualidade de vida do trabalhador. Segundo Kanaane (2017), do ponto de vista psicológico: “ O trabalho provoca diferentes graus de motivação e satisfação, principalmente, quanto à forma e ao meio no qual se desempenha a tarefa.” file:///C:/Users/alexandro.santos/OneDrive%20-%20UVA/Documentos/Alexandro/GRADUAÇAÌ�O/PRODUÇAÌ�O/HSQ/re/u1/tema-3.htm%23more-info-2 Todos os materiais didáticos apresentados nesta plataforma são protegidos por direitos autorais de propriedade da Universidade Veiga de Almeida e do Centro Universitário Jorge Amado. Qualquer uso não autorizado, reprodução ou distribuição (incluindo o upload para sites) são estritamente proibidos e sujeitos às penalidades legais aplicáveis. Todos os direitos são reservados à UVA & Unijorge. Ao mesmo tempo em que a empresa precisa do indivíduo saudável, ela também acaba sendo fonte de adoecimento, muitas vezes, criando um ambiente de pressões, insatisfações e desmotivações que vão originar o aparecimento ou desencadeamento de doenças, fadiga, insônia, alcoolismo, estresse, diversas síndromes, entre outras. Expectativas que não estejam em sintonia com os objetivos da organização, geram ansiedade e sofrimentos que determinarão a saúde na organização e irá afetar diretamente o desempenho individual. Esses sentimentos geram disfunções. Na esfera psíquica, essas disfunções podem ser oriundas de sentimentos de indignidade quando o trabalhador, de alguma forma, entende que não é mais importante, sem inteligência ou sem criatividade, por fazer todo dia o mesmo procedimento da mesma forma. Da mesma forma, o sentimento de inutilidade – por não compreender a finalidade do trabalho relacionado ao todo da organização – contribui negativamente. Todos esses sentimentos negativos vão originar um gasto excessivo de energia psíquica, levando o indivíduo à fadiga mental, à insatisfação, à frustração, culminando com a depressão. Além dos citados, sentimentos como medo, angústia, ansiedade, agressividade são considerados caminhos que levam a transtornos mentais e a afastamento provisório ou definitivo do posto de trabalho. Um conceito que vem sendo amplamente discutido no contexto das organizações é o de Ansiedade Ocupacional. Conforme Serique (2025), “ansiedade ocupacional é um estado de tensão e nervosismo, ou preocupação excessiva desencadeado diretamente por fatores relacionados ao trabalho”. O desafio da ansiedade relacionada à carreira não é um problema isolado para as pessoas hoje em dia. Em vez disso, reflete todas as condições, obrigações e elementos em constante mudança de um ambiente de trabalho. As organizações devem estabelecer uma abordagem que incentive e aprimore o bem- estar mental de seus colaboradores por meio de: • A oferta de atividades preventivas. • Melhoria de seus ambientes de trabalho. • Incorporação de práticas de gestão humanística. Ao estabelecer um ambiente propício ao desenvolvimento do bem-estar mental de sua força de trabalho, as organizações podem esperar não apenas melhoria na saúde mental de seus colaboradores, mas também aumento na viabilidade financeira em Todos os materiais didáticos apresentados nesta plataforma são protegidos por direitos autorais de propriedade da Universidade Veiga de Almeida e do Centro Universitário Jorge Amado. Qualquer uso não autorizado, reprodução ou distribuição (incluindo o upload para sites) são estritamente proibidos e sujeitos às penalidades legais aplicáveis. Todos os direitos são reservados à UVA & Unijorge. longo prazo, ou seja, menores níveis de absenteísmo e maiores níveis de engajamento dos colaboradores. Saúde física Engloba a condição geral do corpo em relação às doenças e ao vigor físico. Alguns fatores têm grande influência na saúde física, como a genética, uma infância saudável, alimentação, ambiente, condições de trabalho favoráveis e estilo de vida adotado com exercícios físicos, sono adequado, manutenção do peso saudável e evitar o uso de álcool e drogas. Saiba mais De acordo com a OMS, os principais determinantes da saúde incluem o ambiente social e econômico, o ambiente físico e as características e comportamentos individuais da pessoa. Com esta definição, podemos entender o adoecimento no trabalho, pois o ambiente organizacional em que o indivíduo está inserido é de grande importância na sua qualidade de vida e em seu estado de saúde. Influi também a escolaridade, pois em teoria, quanto mais elevado for o grau de educação do indivíduo, mais chances de ter um emprego melhor, e consequentemente mais renda e menos estresse se comparados com os de menor escolaridade. Clique nos pontos do mapa. Problemas de saúde física relacionados ao trabalho Existem diversos problemas de saúde física provocados pelo trabalho de acordo com o Ministério da Saúde (2006). Clique e conheça alguns deles: • Câncer ocupacional: é decorrente de exposição a agentes químicos, físicos ou biológicos classificados como carcinogênicos, presentes no ambiente de trabalho (radiação ionizante, amianto e sílica). • Dermatoses ocupacionais: é toda alteração das mucosas, pele e seus anexos que seja direta ou indiretamente causada, condicionada, mantida ou agravada por agentes presentes na atividade ocupacional ou no ambiente de trabalho (ALI, 2013). Dermatoses causadas por agentes físicos, químicos e Todos os materiais didáticos apresentados nesta plataforma são protegidos por direitos autorais de propriedade da Universidade Veiga de Almeida e do Centro Universitário Jorge Amado. Qualquer uso não autorizado, reprodução ou distribuição (incluindo o upload para sites) são estritamente proibidos e sujeitos às penalidades legais aplicáveis. Todos os direitos são reservados à UVA & Unijorge. biológicos decorrentes da exposição ocupacional e das condições de trabalho são responsáveis por desconforto, dor, prurido, queimação, reações psicossomáticas e outras que geram até a perda do posto de trabalho. • LER/Dort: para efeito deste protocolo, são considerados sinônimos lesões por esforços repetitivos (LER), distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (Dort) síndrome cervicobraquial ocupacional, afecções músculo- esqueléticas relacionadas ao trabalho (Amert), lesões por traumas cumulativos (LTC). As denominações oficiais do Ministério da Saúde e da Previdência Social são LER e Dort, assim grafadas: LER/Dort. São danos decorrentes da utilização excessiva, imposta ao sistema músculo-esquelético e da falta de tempo para recuperação. Caracterizam-se pela ocorrência de vários sintomas concomitantes ou não, de aparecimento insidioso, geralmente nos membros superiores tais como dor, parestesia, sensação de peso e fadiga. Abrangem quadros clínicos do sistema músculo-esquelético adquiridos pelo trabalhador submetido a determinadas condições de trabalho. • Perda auditiva ocupacional: quando o ruído é intenso e a exposição a ele é continuada, em média 85dB (A) por oito horas por dia, ocorrem alterações estruturais na orelha interna, que determinam a ocorrência da perda auditiva induzida por ruído – Pair (CID 10 – H83.3). A Pair é o agravo mais frequente à saúde dos trabalhadores, estando presente em diversos ramos de atividade, principalmente siderurgia, metalurgia, gráfica, têxteis, papel e papelão, vidraria, entre outros. Além dos sintomas auditivos frequentes – quais sejam perda auditiva, dificuldade de compreensão de fala, zumbido e intolerância a sons intensos –, o trabalhador portador de Pair também apresenta queixas como cefaléia, tontura, irritabilidade e problemas digestivos, entre outros. Morata e Lemasters (2001apud BRASIL, 2006, p. 8) observam a importância de estudos sobre a Pair, utilizando o método epidemiológico, o que traz confiabilidade aos resultados. • Pneumoconiose: as pneumopatias relacionadas etiologicamente à inalação de poeiras em ambientes de trabalho são genericamente designadas como pneumoconioses (do grego, conion = poeira). São excluídas dessa denominação as alterações neoplásicas, as reações de vias aéreas, como asma e a bronquite, e o enfisema. Exposição a materiais biológicos – sangue, fluidos orgânicos potencialmente infectantes (sêmen, secreção vaginal, liquor, líquido sinovial, líquido pleural, peritoneal, pericárdico e amniótico), fluidos orgânicos potencialmente não-infectantes (suor, lágrima, fezes, urina e saliva), exceto se contaminado com sangue. • Hérnia inguinal: as hérnias já seriam desencadeadas pela pressão do corpo sobre as pernas, mas as atividades físicas, como agachamento e carregar peso, obesidade, fumo e álcool são apontadas como principais motivos para a ocorrência do problema e se manifesta inicialmente, em geral, com um carocinho na região da virilha. Pode vir acompanhado com dor ou não, mas o fato é que a demora para procurar ajuda médica resulta nos casos mais graves, que são aqueles em que há até ruptura do tecido da pele. A piora do quadro é lenta e progressiva. Por isso, os afastamentos do trabalho por mais Todos os materiais didáticos apresentados nesta plataforma são protegidos por direitos autorais de propriedade da Universidade Veiga de Almeida e do Centro Universitário Jorge Amado. Qualquer uso não autorizado, reprodução ou distribuição (incluindo o upload para sites) são estritamente proibidos e sujeitos às penalidades legais aplicáveis. Todos os direitos são reservados à UVA & Unijorge. tempo coincidem com os pacientes que demoraram mais para procurar ajuda. • Antracose: lesão pulmonar ocasionada por diferentes agentes que são adquiridos nas áreas de carvoarias. A doença pode ser o ponto de partida para outros problemas ainda mais graves e afeta, principalmente, os trabalhadores que têm contato direto com a fumaça do carvão. • Bissinose: doença causada pela poeira das fibras de algodão, que afeta principalmente as pessoas que trabalham na indústria algodoeira. • Câncer de pele: pessoas que trabalham, por exemplo, em lavouras, têm grandes chances de desenvolver o câncer de pele devido à excessiva exposição ao sol. A doença é bastante comum no Brasil, mas só pode ser considerada ocupacional se estiver relacionada à atividade profissional desenvolvida. Uma pessoa que trabalha em um escritório, sem se expor ao sol, por exemplo, pode ter o câncer de pele por outros e não terá assistência do INSS. • Siderose: pessoas que trabalham nas minas de ferro acabam inalando partículas microscópicas de ferro. Essas partículas acabam se alojando nos bronquíolos, provocando falta de ar constante. • Catarata: quem trabalha em lugares de altas temperaturas pode desenvolver a perda do cristalino, ocasionando a cegueira. Assim como o câncer de pele, a doença atinge uma parcela significativa da população brasileira, principalmente os idosos, e precisa ter relação direta com o trabalho para ser considerada ocupacional. • Doenças por função: pessoas que trabalham com alimentos, por exemplo, podem se contaminar pelos produtos orgânicos que são utilizados. O ambiente físico do trabalho envolve também jornada e carga de trabalho, materiais e equipamentos. O investimento em saúde do trabalhador levando em conta esses aspectos diminui as chances de doenças ocupacionais e aumenta a produtividade e, consequentemente, menos custo de saúde assistencial e mais lucro. Saiba mais Existem centenas de doenças relacionadas ao trabalho. Para ampliar seu conhecimento, sugerimos consultar a lista de doenças relacionadas ao trabalho do Ministério da Saúde, Portaria nº 1339/GM de 18 de novembro de 1999. Vídeo Para saber mais, assista ao vídeo publicado na unidade da disciplina no Ambiente Virtual de Aprendizagem.