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S e c r e t a r i a d a E d u c a ç ã o d e S ã o P a u l o – S E D U C / S P 
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ORIENTAÇÕES FUNDAMENTAIS PARA SONDAGEM DE ESCRITA, DE NÚMEROS E DE PRODUÇÃO 
TEXTUAL 
Este documento foi elaborado por Edimilson Ribeiro com o objetivo de orientar a sondagem de escrita, de 
números e de produção textual, no âmbito das escolas e das Unidades Regionais de Ensino (URE) para a 4ª 
sondagem de 2026. 
COORDENADORIA DE ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL – COAIN 
Coordenadora de Anos Iniciais do Ensino Fundamental: Andréa Fernandes de Freitas 
Equipe Pedagógica: Carolina Zundt Correa, Deise de Gouvea Oliveira, Fernanda Brandão de Assis, Gabriela 
Oliveira Martins, Isadora Santos Cardoso, João Franco Júnior, Joyce Andrade Souza de Aguiar, Juliana Vilas 
Bôas Carpi, Kelly Cristina de S. Barroso M. Moraes, Lenildo José da Silva, Lucélia Queiroz Calvo, Luciana Souza 
Santos, Noemi Batista Devai, Rafael Mariani, Rebecca Lima dos Santos Braga, Viviane da Costa Batista Pereira. 
 
 
 
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O PAPEL DA 4ª SONDAGEM NO ACOMPANHAMENTO 
DAS APRENDIZAGENS DOS ESTUDANTES 
Edimilson Ribeiro 
“Texto de prazer: aquele que contenta, enche, dá euforia; aquele 
que vem da cultura, não rompe com ela, está ligado a uma prática 
confortável da leitura. Texto de fruição: aquele que põe em estado 
de perda, aquele que desconforta (talvez até um certo enfado), faz 
vacilar as bases históricas, culturais, psicológicas, do leitor, a 
consistência de seus gostos, de seus valores e de suas lembranças, 
faz entrar em crise sua relação com a linguagem.” 
Roland Barthes, O prazer do texto1 
 
Prezado professor, prezada professora, 
 A 4ª sondagem constitui um momento fundamental para o 
acompanhamento das aprendizagens dos estudantes ao longo do ano letivo. Sua 
realização possibilita analisar, de maneira intencional e sistemática, os avanços, 
as permanências e os desafios relacionados à apropriação do Sistema de Escrita 
Alfabética (SEA), do Sistema de Numeração Decimal (SND) e à produção textual. 
 As sondagens realizadas anteriormente permitiram conhecer os 
saberes construídos pelos estudantes em diferentes momentos do percurso 
escolar. A análise desses resultados deve ter subsidiado o planejamento de 
intervenções pedagógicas, a organização de agrupamentos produtivos e a 
proposição de situações didáticas coerentes com as necessidades de 
aprendizagem identificadas em cada turma. 
 Nesse sentido, a 4ª sondagem não representa uma ação isolada nem se 
reduz ao preenchimento de informações no sistema Mapa Classe. Ela integra um 
processo contínuo de acompanhamento das aprendizagens e oferece ao 
professor elementos para analisar os percursos dos estudantes, observar os 
efeitos das intervenções realizadas e tomar novas decisões pedagógicas. 
 Mais do que comparar resultados, é necessário interpretar os caminhos 
percorridos por cada estudante. Uma mudança de hipótese, uma escrita mais 
estável, uma nova compreensão sobre o valor posicional ou uma produção 
textual mais organizada são indícios de aprendizagens construídas ao longo do 
 
1 Roland Barthes (1915–1980) foi um escritor, crítico literário e pensador francês que investigou os sentidos produzidos 
pela linguagem e pela leitura. Para o autor, o texto também pode provocar deslocamentos e fazer o leitor rever suas 
certezas. Na sondagem, esse deslocamento acontece quando as produções dos estudantes nos convidam a suspender 
julgamentos prévios, rever nossas interpretações e compreender os conhecimentos que sustentam cada escrita. 
 
 
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processo. Da mesma forma, as permanências observadas precisam ser 
compreendidas como informações importantes para o replanejamento do 
ensino. 
 Por ser realizada em setembro, a 4ª sondagem ocupa uma posição 
estratégica no percurso de acompanhamento. Os conhecimentos identificados 
nesse momento devem orientar as intervenções dos meses seguintes, 
assegurando aos estudantes novas oportunidades de aprendizagem antes da 
sondagem final, prevista para o fim de novembro e o início de dezembro. 
 Nessa perspectiva, o Mapa Classe reafirma-se como uma ferramenta 
pedagógica de acompanhamento, análise e tomada de decisões. O registro dos 
resultados ganha sentido quando articulado à leitura atenta das produções dos 
estudantes, ao diálogo entre os profissionais da escola e à construção de ações 
que assegurem o direito de aprendizagem de todas as crianças. 
 Realizar a 4ª sondagem implica, portanto, olhar para o percurso já 
construído e, ao mesmo tempo, projetar os próximos passos. É reconhecer que 
aprender a escrever, compreender os números e produzir textos são processos 
contínuos, que exigem acompanhamento, intervenções intencionais e confiança 
na capacidade de cada estudante de continuar aprendendo. 
 
Edimilson Ribeiro 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LISTA DE PALAVRAS, NÚMEROS E A FRASE A SEREM DITADAS 
 
 
No 1º ano do Ensino Fundamental, a 4ª sondagem constitui um momento 
importante para acompanhar o processo de alfabetização das crianças e 
identificar avanços, permanências e desafios relacionados à apropriação do 
Sistema de Escrita Alfabética (SEA) e do Sistema de Numeração Decimal (SND). 
Neste momento do ano letivo, espera-se que os estudantes tenham 
ampliado suas reflexões sobre o funcionamento da escrita e dos números, ainda 
que apresentem diferentes níveis de compreensão desses sistemas. Os resultados 
obtidos devem subsidiar o planejamento de intervenções pedagógicas que 
favoreçam novas oportunidades de aprendizagem antes da sondagem final. 
 
LISTA DE PALAVRAS E A FRASE A SEREM DITADAS 
 
TANGERINA 
AMORA 
PERA 
NOZ 
 
JOANA GOSTA DE AMORA 
 
Por que essa lista? 
 As palavras pertencem ao campo semântico das frutas, temática 
conhecida e próxima do cotidiano das crianças; 
 A lista apresenta palavras com diferentes extensões, organizadas em 
ordem decrescente: TANGERINA, polissílaba; AMORA, trissílaba; PERA, 
dissílaba; e NOZ, monossílaba. Essa organização possibilita observar como 
os estudantes mantêm ou modificam suas hipóteses de escrita diante de 
palavras com diferentes quantidades de sílabas; 
 
 
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C o o r d e n a d o r i a d e A n o s I n i c i a i s – C O A I N 
 A lista é composta por palavras formadas por sílabas canônicas e não 
canônicas; 
 A escrita de NOZ permite observar como as crianças representam uma 
palavra monossílaba e como lidam com possíveis conflitos relacionados à 
quantidade mínima de letras que consideram necessária para que algo 
possa ser lido. 
 
Por que essa frase? 
 É uma frase curta, clara e com sentido completo, adequada à sondagem 
do 1º ano. 
 Apresenta a estrutura nome próprio + verbo + preposição + substantivo, 
possibilitando observar: 
 segmentação entre as palavras; 
 representação de palavras com diferentes extensões; 
 escrita de palavras de sentido pleno, como JOANA, GOSTA e 
AMORA; 
 segmentação da palavra gramatical DE, que podeser aglutinada às 
palavras anteriores ou posteriores. 
 
Habilidades do Currículo Paulista do 1º ano que dialogam com a sondagem 
de escrita: 
 
EF01LP05 Compreender o sistema de escrita alfabética. 
EF01LP07 Compreender as notações do sistema de escrita alfabética – segmentos 
sonoros e letras. 
EF01LP04 Distinguir as letras do alfabeto de outros sinais gráficos. 
EF01LP10A Nomear as letras do alfabeto. 
EF01LP08 Relacionar elementos sonoros das palavras com sua representação escrita. 
EF01LP02B Escrever textos - de próprio punho ou ditados por um colega ou professor 
utilizando a escrita alfabética. 
EF01LP13 Comparar o som e a grafia de diferentes partes da palavra (começo, meio e 
fim). 
EF01LP12B Segmentar palavras, ainda que não convencionalmente, na produção escrita 
de textos de diferentes gêneros. 
 
 
 
 
 
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LISTA DE NÚMEROS A SER DITADA 
50 
66 
13 
6 
800 
2 023 
178 
68 
86 
 
Número Permite observar se o estudante... 
50 Compreende esse número como um ‘número nó’, importante referência 
para a escrita de outros números dessa ordem de grandeza. 
66 Compreende o valor posicional, especialmente quando o mesmo 
algarismo ocupa posições diferentes (dezena e unidade). Estudantes que 
se apoiam no número falado podem apresentar 606 como escrita. 
13 Identifica números opacos, cuja leitura não oferece pistas diretas para a 
escrita, observando se o estudante se apoia apenas na oralidade ou já 
compreende a lógica do sistema decimal. 
6 Conhece uma das primeiras noções relacionadas à apropriação do SND, 
ou seja, a unidade, que coincide com o reconhecimento dos algarismos. 
800 Compreende a ideia de centena completa, número conhecido como 
números “nós” na ordem de centena, importante referência para a escrita 
de outros números dessa ordem de grandeza. 
2 023 Utiliza estratégias de generalização da escrita numérica, especialmente o 
uso do número do ano em curso (2026) como referência para a produção 
de números semelhantes. 
178 Compreende número transparente, que possibilita observar a composição 
entre centena, dezena e unidade. Os estudantes que se apoiam no número 
falado podem apresentar escritas como 100708 ou 10078. 
68 Reconhece a dezena e a unidade e compreende a composição do número. 
Além disso, permite observar se o estudante estabelece relação com o 
número 86 composto pelos mesmos algarismos em posições diferentes. 
Estudantes que se apoiam no número falado apresentarão 608 como 
escrita. 
86 Compreende a escrita convencional de números de duas ordens, bem 
como a coordenação entre dezenas e unidades, assim como a relação com 
o 68, que é um outro número composto pelos mesmos algarismos. 
Estudantes que se apoiam no número falado apresentarão 806 como 
escrita. 
 
 
 
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Habilidades do Currículo Paulista do 1º ano que dialogam com a sondagem 
de números: 
 
EF01MA01 Utilizar números naturais como indicador de quantidade ou de ordem em 
diferentes situações cotidianas e reconhecer situações em que os 
números não indicam contagem nem ordem, mas sim código de 
identificação. 
EF01MA05 Comparar números naturais de até duas ordens em situações cotidianas, 
com e sem suporte da reta numérica. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LISTA DE PALAVRAS, NÚMEROS E A FRASE A SEREM DITADAS 
 
No 2º ano do Ensino Fundamental, a 4ª sondagem constitui um momento 
importante para acompanhar as aprendizagens dos estudantes e identificar 
avanços, permanências e desafios relacionados à apropriação do Sistema de 
Escrita Alfabética (SEA) e do Sistema de Numeração Decimal (SND). 
Neste momento do ano letivo, espera-se que os estudantes apresentem 
maior estabilidade na escrita alfabética e tenham ampliado seus conhecimentos 
sobre as regularidades da escrita e do sistema de numeração. Os resultados 
obtidos devem subsidiar o planejamento de intervenções pedagógicas que 
favoreçam novas oportunidades de aprendizagem antes da sondagem final. 
 
LISTA DE PALAVRAS E A FRASE A SEREM DITADAS 
CORRETIVO 
TESOURA 
RÉGUA 
COLA 
 
O MARCELO COMPROU UMA 
TESOURA NA PAPELARIA. 
 
 
Por que essa lista? 
 As palavras pertencem ao campo semântico dos materiais escolares, 
temática conhecida e próxima do cotidiano dos estudantes. 
 A palavra COLA apresenta sílabas canônicas (CV), que apresentam menor 
complexidade estrutural. 
 As palavras CORRETIVO, TESOURA e RÉGUA ampliam os desafios 
relacionados à: 
 
 
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 representação de sílabas não canônicas; 
 presença de dígrafo na palavra CORRETIVO; 
 escrita de ditongo, no caso de TESOURA. 
 A organização da lista permite analisar: 
 correspondência entre fala e escrita; 
 uso de letras pertinentes; 
 permanências ou avanços nas hipóteses de escrita. 
Por que essa frase? 
 É uma frase mais extensa, adequada ao avanço esperado para o 2º ano, e 
apresenta uma situação clara e com sentido completo. 
 Utiliza: artigo + substantivo próprio + verbo + artigo + substantivo 
comum + complemento, possibilitando observar: 
 segmentação entre palavras; 
 uso (ou não) de espaços; 
 manutenção da sequência escrita; 
 ampliação da unidade de escrita. 
 As palavras gramaticais O, UMA e NA possibilitam observar se o estudante 
reconhece essas formas como unidades autônomas e realiza sua 
segmentação na frase. 
 
Habilidades do Currículo Paulista do 2º ano que dialogam com a sondagem 
de escrita: 
EF02LP01A Grafar corretamente palavras conhecidas/familiares. 
EF02LP02 Grafar palavras desconhecidas apoiando-se no som e na grafia de 
palavras familiares e/ou estáveis. 
EF02LP03 Grafar corretamente palavras com correspondências regulares diretas (f/ v, 
t/d, p/b) e correspondências regulares contextuais (c/qu; g/gu, r/rr, s/z 
inicial). 
EF02LP04 Grafar corretamente palavras com ditongos (vassoura, tesoura), dígrafos 
(repolho, queijo, passeio) e encontros consonantais (graveto, bloco). 
EF02LP05 Grafar corretamente palavras com marcas de nasalidade (m, n, sinal 
gráfico til). 
EF02LP08A Segmentar corretamente as palavras. 
EF02LP08B Segmentar corretamente as frases de um texto, utilizando ponto final, 
utilizando letra maiúscula no início de frases. 
EF02LP06 Acentuar, corretamente, palavras de uso frequente. 
 
 
 
 
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LISTA DE NÚMEROS A SER DITADA 
700 
666 
12 
2 027 
4 000 
65 
987 
103 
709 
 
Número Permite observar se o estudante... 
700 Compreende esse número como um ‘número nó’, importante referência 
para a escrita de outros números dessa ordem de grandeza. 
666 Reconhece que o mesmo algarismo assume valores diferentes conforme a 
posição que ocupa. Os estudantes que se apoiam no número falado 
podem apresentar escritas como: 600606 ou 60066. 
12 Identifica números opacos, cuja leitura não oferece pistas diretas para a 
escrita, observando se o estudante se apoia apenas na oralidade ou já 
compreende a lógica do sistema de numeração decimal. 
2 027 Utiliza estratégias de generalização da escrita numérica, especialmente o 
uso do número do ano em curso (2026) como referência para a produçãode números semelhantes. 
4 000 Compreende a ideia de unidade de milhar completa, conhecido como 
números “nós” na ordem apresentada, importante referência para a 
escrita de outros números. 
65 Compreende a relação entre dezena e unidade. Produz possíveis escritas 
que indiquem instabilidade na composição do número e se a criança 
escreve apoiada na fala decompondo o número ditado como 605. 
987 Compreende a correspondência entre oralidade e escrita numérica, 
mantendo todas as ordens. Os estudantes que se apoiam no número 
falado apresentarão escritas como: 900807 ou 90087. 
103 Compreende a função do zero como marcador de ausência de quantidade. 
Pode produzir números que apresenta omissões do zero ou 
reestruturações indevidas (13, 1003). A ideia aqui é observar se a criança 
já compreendeu o uso do zero intercalado na produção escrita do número 
ditado. 
709 Compreende a função do zero como marcador de ausência de quantidade. 
Observar omissões do zero ou reestruturações indevidas (79, 7009). A ideia 
aqui é observar se a criança já compreendeu o uso do zero intercalado na 
produção escrita do número ditado. 
 
 
 
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Habilidade do Currículo Paulista do 2º ano que dialoga com a sondagem 
de números: 
 
EF02MA01 Comparar, ordenar e registrar números naturais (até a ordem de 
centenas) pela compreensão de características do sistema de 
numeração decimal (valor posicional e função do zero). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LISTA DE PALAVRAS, NÚMEROS, FRASE E PROPOSTA DE 
PRODUÇÃO TEXTUAL 
 
No 3º ano do Ensino Fundamental, a 4ª sondagem constitui um momento 
importante para acompanhar as aprendizagens dos estudantes e identificar 
avanços, permanências e desafios relacionados à apropriação do Sistema de 
Escrita Alfabética (SEA), do Sistema de Numeração Decimal (SND) e à produção 
textual. 
Neste momento do ano letivo, espera-se que os estudantes apresentem 
maior estabilidade na escrita alfabética, ampliem seus conhecimentos sobre o 
sistema de numeração e avancem na organização de textos com sentido. Os 
resultados obtidos devem subsidiar intervenções pedagógicas que favoreçam 
novas oportunidades de aprendizagem antes da sondagem final. 
 
LISTA DE PALAVRAS E A FRASE A SEREM DITADAS 
PORCELANATO 
REJUNTE 
TINTA 
VASO 
A FRANCISCA COMPROU UM VASO SANITÁRIO 
PARA SEU BANHEIRO NA LOJA DO BAIRRO. 
 
Por que essa lista? 
 As palavras pertencem ao campo semântico dos materiais e itens 
relacionados à construção ou reforma de um banheiro, temática que 
confere unidade e sentido à lista. 
 Apresenta palavras com diferentes estruturas silábicas e reflexões sonoras 
e ortográficas, possibilitando observar níveis mais avançados de análise da 
escrita, tais como: 
 
 
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 PORCELANATO é uma palavra polissílaba formada por sílabas 
canônicas e não canônicas; 
 REJUNTE é uma palavra trissílaba que apresenta nasalização 
representada pela letra N em final de sílaba; 
 TINTA é uma palavra dissílaba formada por sílabas não canônicas. A 
presença da letra N possibilita a observação de nasalização; 
 VASO é uma palavra dissílaba que permite observar a escrita da letra 
S em posição intervocálica, na qual assume o som de /z/. 
 
Por que essa frase? 
 É uma frase extensa e sintaticamente mais elaborada, adequada ao avanço 
esperado para o 3º ano, e apresenta uma situação clara e com sentido 
completo. 
 A frase contempla nome próprio + verbo + complemento e expressões 
que indicam lugar e finalidade, possibilitando observar: 
 segmentação entre palavras; 
 uso de pontuação; 
 organização da escrita em unidades maiores; 
 manutenção da sequência escrita. 
 As palavras gramaticais A, UM, NA, PARA e SEU permitem observar se o 
estudante as reconhece como unidades autônomas e realiza sua 
segmentação na frase. 
 A frase oferece elementos para analisar como o estudante articula 
diferentes palavras na construção de uma unidade com sentido completo, 
mobilizando conhecimentos relacionados à segmentação, à ortografia e à 
organização sintática. 
 
Habilidades do Currículo Paulista do 3º ano que dialogam com a sondagem 
de escrita: 
EF03LP01 Grafar corretamente palavras com correspondências regulares contextuais 
– r/rr, m (p/b), c/qu, g/gu, o/u - e/i (final em oxítonas). 
EF03LP02A Grafar corretamente palavras com correspondências regulares 
morfológico-gramaticais - U e L (verbos), AM e ÃO (verbos). 
EF03LP02B Acentuar palavras de uso frequente. 
EF03LP03A Grafar corretamente palavras de uso frequente, com marcas de 
nasalização (til, m, n) e dígrafos (lh, nh, ch). 
 
 
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EF03LP03B Eliminar erros ortográficos por interferência da fala (redução de ditongos 
e gerúndios, omissão de R em final de verbos). 
EF03LP04A Acentuar corretamente palavras de uso frequente. 
EF03LP10 Atribuir sentido a palavras pouco familiares ou frequentes, como por 
exemplo, palavras com prefixos (in/im - incompleto, pré-conceito) e 
sufixos (rapidamente, pezinho). 
 
LISTA DE NÚMEROS A SER DITADA 
7 000 
4 444 
713 
2 021 
9 428 
8 059 
98 
8 007 
5 143 
 
Número Permite observar se o estudante... 
7 000 Compreende esse número como um ‘número nó’, importante referência 
para a escrita de outros números dessa ordem de grandeza. 
4 444 Reconhece que o mesmo algarismo assume valores diferentes conforme a 
posição que ocupa e mantém a quantidade de algarismos na escrita. O 
estudante pode apresentar escritas com omissão de algarismos (44, 444) 
ou se escreve de maneira decomposta 4000444, por exemplo. 
713 Articula centena, dezena e unidade e contém o número opaco 13 em sua 
composição, caso o estudante se apoie na fala, a sua escrita pode 
apresentar a grafia 70013. 
2 021 Generaliza número próximo ao ano em curso, que pode funcionar como 
referência conhecida, além de apresentar o zero na ordem da centena. 
9 428 Compreende números até a dezena de milhares e mantém a ordem dos 
algarismos e seu respectivo valor posicional. As crianças que se apoiam na 
numeração falada poderão apresentar escritas como 9000400208, 
900040028 ou 9000428. 
8 059 Compreende a função do zero no interior do número. No entanto, podem 
produzir com omissões do zero (859) ou deslocamentos de valor 
posicional (8509, por exemplo), ou mesmo, 8000509 ou 800059 
demonstrando claramente que se apoia no número falado. 
 
 
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98 Compreende a relação entre dezenas e unidades ou escreve de maneira 
decomposta 908, pois esse número marca se o estudante escreve o 
número com valor posicional na dezena. 
8 007 Reconhece a necessidade dos zeros para manter o valor posicional na 
dezena e na centena e compreende o uso dos zeros intercalados na 
composição de um número, neste caso específico, o duplo zero 
intercalado. 
5 143 Mantém a ordem de forma convencional dos algarismos em um número 
composto por diferentes ordens (e transparente). As crianças que se 
apoiam no número falado podem apresentar escritas como 5000100403 
ou 500010043 ou 5000143. 
 
Habilidade do Currículo Paulista do 3º ano que dialoga com a sondagem de 
números: 
 
EF03MA01 Ler,escrever e comparar números naturais até a ordem de unidade de 
milhar, estabelecendo relações entre os registros numéricos a partir das 
regularidades do sistema de numeração decimal e em língua materna. 
 
SONDAGEM DE PRODUÇÃO TEXTUAL - REESCRITA DE FINAL DE UM CONTO 
TRADICIONAL (3º ANO) 
 
A sondagem de produção textual contará com momentos necessários para a 
escrita das crianças, sendo eles: 
ANTES 
1. O professor deve ter acesso ao texto com antecedência para planejar a 
leitura que será realizada com a turma. Essa leitura precisa ser estudada 
previamente, pois a ideia é que os estudantes tenham contato com um 
bom modelo de leitura em voz alta, realizada pelo professor, respeitando 
entonação, pausas e expressividade. 
2. A leitura do conto “Jorinda e Jorindo”, dos irmãos Grimm, deve ser 
realizada pelo professor previamente ao dia da sondagem (um ou dois 
dias antes), para que os estudantes conheçam a história, os personagens 
e a sequência dos acontecimentos. 
3. Após a leitura, é importante que o professor converse com os estudantes 
sobre a história, retomando os acontecimentos principais, os personagens 
e a sequência narrativa. 
 
 
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4. O professor deve planejar coletivamente com os estudantes os episódios 
finais da história que serão reescritos no dia da sondagem. Nesse 
momento, a turma deve recuperar, por meio da fala, a sequência dos 
acontecimentos que compõem o desfecho, sem produzir coletivamente o 
texto que será escrito pelos estudantes. 
DURANTE 
1. No dia da sondagem, o professor deve realizar novamente a leitura do 
conto, interrompendo-a no ponto previamente definido, a partir do qual 
os estudantes deverão reescrever o final da história. 
2. Após a interrupção da leitura, o professor deve conversar com a turma 
sobre o que aconteceu até aquele momento, retomando oralmente os 
acontecimentos para garantir que todos os estudantes compreendam o 
ponto da história a partir do qual deverão escrever. 
3. O professor deve então solicitar que os estudantes reescrevam o final da 
história, considerando o ponto de parada da leitura e o que acontece 
depois na história original. 
4. Durante a escrita, o professor não deve ditar palavras, corrigir a escrita ou 
indicar como escrever, pois o objetivo é observar como os estudantes 
escrevem de forma autônoma. 
5. O professor pode orientar os estudantes a reler o próprio texto ao final da 
escrita, verificando se o texto está completo e se é possível compreender 
o que foi escrito e intervir realizando questionamentos, tais como: Está 
faltando algum episódio (parte) do texto que é fundamental para o leitor 
compreender o final escrito por você? Você contou todas as partes 
importantes? Leia o que escreveu? 
 
DEPOIS 
1. O professor deverá realizar a leitura das produções dos estudantes, 
analisando os textos a partir dos níveis de produção textual previamente 
definidos pela rede. 
2. A análise não deve considerar apenas aspectos ortográficos, mas 
principalmente a organização do texto, a sequência dos acontecimentos, 
a coerência das ideias e a estrutura narrativa. 
 
 
18 
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3. A classificação nos níveis deve ser realizada a partir da leitura do texto 
como um todo, observando o que o estudante já consegue realizar na 
escrita e não apenas suas dificuldades. 
4. Essa análise permitirá ao professor compreender o estágio de 
desenvolvimento da escrita de cada estudante e planejar intervenções 
pedagógicas mais adequadas. 
 
O TEXTO BASE PARA A REESCRITA 
O texto a ser lido com a turma é ‘Jorinda e Jorindo’, dos irmãos Grimm. O 
conto aqui transcrito faz parte da coletânea Grimm: os 77 melhores contos, 
volume I, com tradução de Íside Bonini, ilustrações de Ramirez e organização de 
Luciana Sandroni, publicada pela editora Nova Fronteira. 
JORINDA E JORINDO 
 
Era uma vez, no meio de uma floresta, um enorme e antigo castelo, no 
qual morava, completamente só, uma velha bruxa muito poderosa. Durante o dia, 
ela transformava-se em gata ou em coruja, mas à noite retomava a forma 
humana. 
A velha tinha o poder de atrair os animais silvestres e os pássaros, depois 
matava-os e os fazia refogados ou assados. Se alguém, por acaso, se aproximasse 
do castelo, a cem passos de distância ficava feito estátua, sem poder mover-se 
enquanto ela não o fosse libertar. E se, por acaso, uma jovem entrasse naquele 
círculo, a bruxa logo a transformava em pássaro, prendia numa gaiola e carregava 
para determinada sala do castelo. Lá dentro já havia sete mil dessas gaiolas com 
pássaros raros. 
Vivia nas proximidades uma donzela chamada Jorinda, que era mais linda 
que todas as outras. Ela e um belíssimo jovem chamado Jorindo estavam noivos. 
 
 
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C o o r d e n a d o r i a d e A n o s I n i c i a i s – C O A I N 
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O dia do casamento fora marcado para muito breve e os dois viviam radiantes. A 
felicidade deles só era completa quando podiam estar um ao lado do outro. 
Certo dia, como queriam conversar e trocar confidências mais à vontade, 
foram dar um passeio na floresta. 
— Toma cuidado, Jorinda — disse o noivo —, não te aproximes muito do 
castelo. 
Era uma tarde esplêndida; o sol brilhava por entre os galhos das árvores, 
iluminando o verde-escuro da floresta. Sobre a velha faia, uma meiga rolinha 
arrulhava melancolicamente. 
De quando em quando Jorinda sentava-se onde batia o sol e começava a 
chorar e a lastimar-se; Jorindo também fazia o mesmo. Sentiam-se ambos tão 
angustiados como se fossem morrer naquela hora. Estavam perdidos e olhavam 
amedrontados para todos os lados sem conseguir encontrar o caminho de volta. 
O sol já ia se escondendo por trás da montanha e o jovem continuava a procurar 
uma saída. Nisso avistou, por entre grandes moitas, os muros do antigo castelo. 
Estremeceu, tomado de angústia mortal. Jorinda, por seu lado, cantava 
tristemente: 
— Meu pássaro de coleira vermelha, canta triste, sua triste sina. Canta a morte de 
sua pombinha: Ai que triste canto, tris… piu, piu, piu. 
Jorindo olhou para ela e viu que tinha se transformado num rouxinol e 
cantava piu, piu, piu. Uma coruja de olhos brilhantes como brasas voou três vezes 
em torno dela e três vezes gritou: “Chu, uuu, uuu.” 
Jorindo não podia mover-se, estava como que petrificado, sem poder 
chorar, nem falar, nem mexer as mãos ou os pés. Agora o sol já tinha se posto, e 
a coruja voou para um arbusto e logo depois apareceu uma velha encurvada, 
amarela e muito magra, com os grandes olhos vermelhos e o nariz adunco, cuja 
ponta lhe tocava o queixo. Resmungou alguma coisa, agarrou o pássaro e levou-
o consigo. Jorindo não podia pronunciar uma palavra sequer, nem fazer um gesto 
qualquer, e o rouxinol desapareceu. Por fim a mulher voltou e disse com sua voz 
cavernosa: 
— Eu te saúdo, Zaquiel; quando a lua redonda brilhar nas folhas, solta-o, 
Zaquiel, naquela horinha. 
E Jorindo, depois dessas palavras, ficou livre. Caiu aos pés da velha, 
suplicando-lhe que lhe devolvesse a querida Jorinda, mas ela, implacável, 
respondeu-lhe que nunca mais a teria e com isso deu-lhe as costas e foi-se 
embora. Ele chorou, gritou, implorou, mas em vão. 
— Ah! Que será de mim! 
 
 
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Jorindo caminhou até uma aldeia desconhecida e lá passou a ser pastor 
de ovelhas. 
Dirigia-se, frequentemente, aos arredores do castelo, sem, contudo, 
aproximar-se muito. FINALMENTE,CERTA NOITE SONHOU QUE ACHARA UMA FLOR 
VERMELHA COMO O SANGUE, A QUAL TINHA NO MEIO DOS PISTILOS UMA BELÍSSIMA PÉROLA 
MUITO GRANDE. COLHEU A FLOR E DIRIGIU-SE AO CASTELO. TUDO O QUE ELE TOCAVA COM 
A FLOR LOGO SE LIBERTAVA DO ENCANTO E, NO SONHO, ASSIM SALVOU SUA QUERIDA 
JORINDA. 
 
 
 
Pela manhã, quando despertou, decidiu encontrar essa flor e começou a 
procurá-la por entre vales e montanhas. Procurou durante nove dias e, no último 
dia, de manhã bem cedo, encontrou a flor vermelha como sangue. No meio dela 
estava uma gota de orvalho, grande e linda como a mais esplêndida pérola. 
Dia e noite foi levando a flor, até chegar ao castelo. 
Radiante de alegria, Jorindo tocou a porta com a flor e ela abriu-se 
automaticamente. Então foi entrando. Atravessou o pátio atento a tudo, a fim de 
descobrir de onde vinha aquele imenso cantar de pássaros. Por fim, descobriu. 
Encaminhou-se para aquela direção e encontrou a sala onde estava a velha bruxa 
alimentando os pássaros presos nas sete mil gaiolas. 
Quando a velha o viu, ficou louca de ódio e começou a insultá-lo, 
cuspindo-lhe na cara fel e veneno, mas, a dois passos de distância dele, ficou 
paralisada. 
Jorindo não se perturbou, continuou a procurar entre as gaiolas; entre 
tantas centenas, porém, como poderia descobrir a sua Jorinda? 
Enquanto estava assim procurando, percebeu que a velha pegou uma 
gaiola com um pássaro dentro e ia tratando de escapulir. Imediatamente ele 
pulou para junto dela e com a flor tocou a gaiola e também a velha que, com 
esse toque, perdeu todo o poder de encantamento. 
E Jorinda estava lá na sua frente, bela como sempre fora. Jorindo tomou-
a nos braços, com imensa alegria. 
Também os outros pássaros, todos, graças ao toque da maravilhosa flor, 
recuperaram a forma humana de lindas jovens. Depois disso, ele regressou para 
casa com a querida Jorinda e viveram muitos e muitos anos, alegres e felizes. 
Imagens geradas por Inteligência Artificial (IA) 
 
No dia da sondagem, o professor da turma lê até esse ponto. Os estudantes realizarão a REESCRITA a partir deste ponto 
 
 
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EPISÓDIOS FINAIS DA NARRATIVA 
1. Jorindo encontra a flor. 
2. Jorindo vai até o castelo com a flor e encontra a sala das gaiolas. 
3. A bruxa vê Jorindo, e ele a enfrenta. 
4. A bruxa tenta escapar com a gaiola de Jorinda, no entanto o rapaz percebe. 
5. O encantamento é quebrado. 
6. Jorinda e todas as jovens engaioladas são libertadas. 
7. Os noivos retornam para casa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LISTA DE PALAVRAS, NÚMEROS, FRASE E PROPOSTA DE 
PRODUÇÃO TEXTUAL 
 No 4º ano, as sondagens possibilitam acompanhar a consolidação da 
escrita alfabética, a ampliação dos conhecimentos ortográficos e os avanços dos 
estudantes na produção de textos. Na Sondagem de Números, busca-se 
compreender as ideias mobilizadas na escrita de números de diferentes 
grandezas e composições. Os resultados obtidos devem apoiar o planejamento 
de intervenções pedagógicas adequadas aos conhecimentos e às necessidades 
de cada estudante. 
 
LISTA DE PALAVRAS E A FRASE A SEREM DITADAS 
RINOCERONTE 
ESQUILO 
CASTOR 
PANDA 
O RINOCERONTE DO ZOOLÓGICO DA 
CIDADE ESTAVA COBERTO DE LAMA. 
 
Por que essa lista? 
 As palavras pertencem ao campo semântico dos animais que podem ser 
encontrados em zoológicos, temática que confere unidade e sentido à 
lista. 
 RINOCERONTE é uma palavra polissílaba. Permite observar os diferentes 
valores sonoros assumidos pela letra R. Além disso, apresenta estrutura 
silábica não canônica. 
 ESQUILO é uma palavra trissílaba formada por sílabas não canônicas. 
 CASTOR é uma palavra dissílaba formada por sílabas não canônicas. 
Apresenta as letras S e R em final de sílaba, ampliando as possibilidades 
 
 
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de observar como os estudantes representam estruturas silábicas mais 
complexas. 
 PANDA é uma palavra dissílaba que apresenta nasalização marcada pela 
letra N em final de sílaba. 
 
Por que essa frase? 
 A frase apresenta uma situação clara e com sentido completo, relacionada 
a um acontecimento incomum: a lama cobrindo o rinoceronte que estava 
no zoológico da cidade. 
 As palavras gramaticais O, DO, DA e DE permitem observar se o estudante 
as reconhece como unidades autônomas e realiza adequadamente a 
segmentação da frase. 
 A frase oferece elementos para analisar: 
 a segmentação entre as palavras; 
 a estabilidade da escrita de uma palavra retomada da lista; 
 a manutenção da sequência escrita em palavras extensas; 
 o emprego de diferentes conhecimentos ortográficos; 
 a organização de uma unidade com sentido completo. 
 
Habilidades do Currículo Paulista do 4º ano que dialogam com a sondagem 
de escrita: 
 
EF04LP01A Grafar, corretamente, palavras com regularidades contextuais: J (ja, jo, ju), 
G (-agem, -igem, -ugem e -ger/-gir) mas/mais, mal/mau. 
EF04LP02 Grafar, corretamente, palavras com regularidades morfológico-
gramaticais: -esa/ -oso (adjetivos), -eza (substantivos derivados); L (final 
de coletivos) e -ice (substantivos). 
EF04LP08A Grafar, corretamente, palavras com regularidades morfológico-gramaticais 
terminadas em -izar/-isar; ência/ância/ança (substantivos derivados). 
EF04LP08B Grafar, corretamente, palavras de uso frequente com J/G, C, Ç, SS, SC, CH, 
X. 
EF04LP08C Grafar, corretamente, diferentes porquês (por que, por quê, porque, 
porquê). 
 
 
 
 
 
 
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LISTA DE NÚMEROS A SER DITADA 
60 000 
4 444 
912 
2 018 
58 497 
30 289 
97 
8 009 
7 682 
 
Número Permite observar se o estudante... 
60 000 Compreende esse número como um ‘número nó’, importante referência 
para a escrita de outros números dessa ordem de grandeza. 
4 444 Reconhece que o mesmo algarismo assume valores diferentes conforme a 
posição que ocupa e mantém a quantidade de algarismos na escrita. 
Podem produzir escritas com omissão de algarismos (44, 444) ou se 
escreve de maneira decomposta 4000400404, 400040044 ou 4000444. 
912 Compreende a composição centena–dezena–unidade, a composição do 
número opaco ou se escreve apoiado parcialmente na oralidade do 
número 90012. 
2 018 Generaliza número próximo ao ano em curso, que pode funcionar como 
referência conhecida, além de apresentar o zero na ordem da centena. 
58 497 Identifica números com cinco ordens, mantendo a sequência posicional 
convencional. Os estudantes que se apoiam no número falado poderão 
apresentar escritas como 5800040097, por exemplo. Cabe destacar que o 
número apresentado é considerado “transparente”. 
30 289 Compreende a função do zero no interior do número. Cabe observar 
omissões do zero (3289) ou deslocamentos de valor posicional (32809, por 
exemplo), ou mesmo, escritas como 300002008, 3000020089 ou 30000289 
demonstrando claramente que se apoia no número falado. 
97 Compreende a relação entre dezenas e unidades ou escreve de maneira 
decomposta 907, pois esse número marca se o estudante escreve o 
número com valor posicional na dezena. 
8 009 Reconhece a necessidade dos zeros para manter o valor posicional na 
dezena e na centena e compreende o uso dos zeros intercalados na 
composição de um número, neste caso específico, o duplo zero 
intercalado. 
7 682 Mantém a ordem de forma convencionaldos algarismos em um número 
composto por diferentes ordens (e transparente). As crianças que se 
apoiam no número falado poderão apresentar escritas como 7000600802 
ou 700060082 ou 7000682. 
 
 
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Habilidades do Currículo Paulista do 4º ano que dialogam com a sondagem 
de números: 
 
EF04MA01A Ler, escrever e ordenar números naturais, com pelo menos três ordens, 
observando as regularidades do sistema de numeração decimal. 
EF04MA01B Reconhecer números naturais de 5 ordens ou mais, e utilizar as regras do 
sistema de numeração decimal, para leitura, escrita, comparação e 
ordenação no contexto diário. 
 
SONDAGEM DE PRODUÇÃO TEXTUAL – RELATO PESSOAL DE EXPERIÊNCIA 
VIVIDA - 4º ANO 
Orientações para o professor 
ANTES 
1. O professor deve conversar com os estudantes sobre o gênero relato 
pessoal, explicando que esse tipo de texto serve para contar algo que 
aconteceu com a própria pessoa, relatando fatos vividos, sentimentos e 
acontecimentos em ordem temporal. 
2. O professor pode conversar com a turma sobre situações que podem ser 
relatadas, como festas, passeios, viagens, visitas, acontecimentos 
marcantes, entre outros. 
3. Converse com os estudantes sobre situações vividas na escola que podem 
ser consideradas marcantes (passeios, atividades diferentes, 
apresentações, momentos com colegas, entre outros). 
4. Proponha que os estudantes pensem individualmente e relatem, em uma 
roda de conversa para toda a turma, a respeito de um momento marcante 
que viveram na escola. 
5. Antes da escrita, o professor pode ajudar os estudantes a planejar o texto 
oralmente, retomando algumas perguntas que ajudam na organização do 
relato, como: Onde aconteceu? Quando aconteceu? Quem estava com 
você? O que aconteceu primeiro? O que aconteceu depois? Qual foi o 
momento mais divertido ou importante? Como você se sentiu? 
Esse planejamento oral é muito importante para melhorar a organização 
do texto. 
 
 
 
 
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DURANTE 
1. O professor deve explicar a proposta de escrita e ler o comando de 
produção com os estudantes. 
2. Os estudantes devem escrever o relato de forma individual e autônoma. 
3. Durante a escrita, o professor não deve ditar palavras nem corrigir a 
ortografia, pois o objetivo é observar como o estudante escreve. 
4. O professor pode circular pela sala e ajudar os estudantes a pensar no 
texto (intervenções), fazendo perguntas, tais como: O que aconteceu 
primeiro? E depois, o que aconteceu? Você contou onde foi? Você contou 
como se sentiu? Quem ler seu texto vai entender o que aconteceu? 
5. Ao final, o professor pode pedir que os estudantes releiam o próprio texto 
para verificar se escreveram tudo o que aconteceu e se é possível 
compreender o que foi escrito. 
 
DEPOIS 
1. O professor deverá ler os textos dos estudantes e analisá-los considerando 
os níveis de produção textual definidos pela rede, observando o texto 
como um todo e não apenas aspectos ortográficos. 
2. A partir dessa análise, o professor poderá planejar intervenções 
pedagógicas, atividades de escrita, revisão de textos e leitura de relatos. 
 
TEMA: UMA FESTA QUE VOCÊ PARTICIPOU 
 
 
 
 
 
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Situação de produção (contexto) 
As festas são momentos de encontro, celebração e convivência. Elas 
podem acontecer na escola, em casa, no bairro ou em outros espaços da 
comunidade e reunir familiares, amigos, colegas e outras pessoas importantes. 
Algumas festas ficam marcadas em nossa memória pelo que aconteceu, 
pelas pessoas que estavam presentes ou pelos sentimentos que despertaram. 
Essas experiências podem ser compartilhadas por meio da escrita, permitindo 
que outras pessoas conheçam um pouco do que vivemos. 
Comando da produção 
Pense em uma festa de que você participou. Pode ter sido uma festa 
realizada na escola, em casa, no bairro ou em outro espaço da comunidade. 
Conte como foi essa experiência e o que tornou esse momento 
significativo para você. 
Escreva um relato pessoal de experiência vivida, relatando: 
 que festa era; 
 onde e quando ela aconteceu; 
 quem estava com você; 
 o que aconteceu durante a festa; 
 como você se sentiu; 
 como esse momento terminou. 
Organize seu texto de forma que o leitor consiga compreender a situação 
vivida. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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LISTA DE PALAVRAS, NÚMEROS, FRASE E PROPOSTA DE 
PRODUÇÃO TEXTUAL 
 No 5º ano, a 4ª sondagem possibilita acompanhar os conhecimentos 
construídos pelos estudantes ao longo do percurso escolar, considerando a 
consolidação da escrita alfabética, a ampliação dos conhecimentos ortográficos 
e os avanços na produção de textos. Na Sondagem de Números, busca-se 
compreender as ideias mobilizadas na escrita de números de diferentes 
grandezas e composições, especialmente daqueles que apresentam desafios 
relacionados ao valor posicional e à presença de zeros. 
Os resultados obtidos permitirão identificar os conhecimentos já 
consolidados e os desafios que ainda permanecem, oferecendo elementos para 
o planejamento das intervenções pedagógicas. A análise das produções deve 
considerar o percurso de cada estudante e orientar propostas que favoreçam a 
continuidade das aprendizagens e o avanço de todos. 
 
LISTA DE PALAVRAS (PAÍSES DA EUROPA) E A FRASE A SEREM DITADAS 
 
LUXEMBURGO 
FINLÂNDIA 
FRANÇA 
MALTA 
 
A FINLÂNDIA É UM PAÍS CONHECIDO PELA 
QUALIDADE DE VIDA DE SEU POVO. 
 
Por que essa lista? 
 As palavras pertencem ao campo semântico dos nomes de países, 
temática que confere unidade e sentido à lista. 
 
 
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 Contempla palavras com diferentes estruturas silábicas e ortográficas, o 
que demanda diferentes relações grafofonêmicas: 
 LUXEMBURGO é uma palavra polissílaba, que permite observar 
diferentes reflexões ortográficas, tais como o emprego do X e o M 
nasalizado na sílaba XEM, bem como a sílaba BUR, também não 
canônica. 
 FINLÂNDIA é uma palavra polissílaba e acentuada que apresenta 
marcas de nasalização em FIN e LÂN. 
 FRANÇA é uma palavra dissílaba que apresenta o encontro 
consonantal FR, a nasalização representada pela letra N em final de 
sílaba e o emprego da letra Ç. 
 MALTA é uma palavra dissílaba que apresenta a letra L em final de 
sílaba. 
 A organização da lista permite analisar: 
 correspondência entre fala e escrita; 
 uso de acentuação gráfica; 
 regularidades e irregularidades ortográficas; 
 maior estabilidade na escrita alfabética; 
 ampliação dos conhecimentos ortográficos. 
 
Por que essa frase? 
 É uma frase extensa e sintaticamente mais elaborada, adequada ao avanço 
esperado para o 5º ano. Apresenta uma informação clara e constrói uma 
unidade com sentido completo. 
 As palavras gramaticais A, É, UM, PELA, DE e SEU possibilitam observar se 
o estudante as reconhece como unidades autônomas e realiza 
adequadamente a segmentação entre as palavras. 
 A expressão PELA QUALIDADE DE VIDA DE SEU POVO amplia as 
possibilidades de observar a organização sintática e a segmentação de 
uma sequência mais extensa de palavras. 
 
Habilidades do Currículo Paulista do 5º ano que dialogam com a sondagemde escrita: 
 
EF05LP01A Grafar palavras utilizando regras de correspondência morfológico-
gramaticais: ESA - adjetivos que indicam lugar de origem, EZA - 
 
 
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substantivos derivados de adjetivos, sufixo ICE (substantivos), sufixo OSO 
(adjetivos); palavras de uso frequente, com correspondências irregulares, 
diferentes PORQUÊS e H (etimologia). 
EF05LP03A Acentuar corretamente palavras proparoxítonas, oxítonas, monossílabos 
tônicos e paroxítonas (terminadas em L, R, X, PS, UM/UNS, I/IS, EI/EIS). 
 
LISTA DE NÚMEROS A SER DITADA 
800 000 
77 777 
314 
2 030 
658 497 
40 289 
91 
11 009 
7 921 
 
Número Permite observar se o estudante... 
800 000 Compreende esse número como um ‘número nó’, importante referência 
para a escrita de outros números dessa ordem de grandeza. 
77 777 Reconhece que o mesmo algarismo assume valores diferentes conforme a 
posição que ocupa e mantém a quantidade de algarismos na escrita. 
Podem produzir escritas com omissão de algarismos (77, 777, 7777) ou se 
escreve de maneira decomposta 77000777, por exemplo. 
314 Compreende a composição centena–dezena–unidade, a composição do 
número opaco ou se escreve apoiado parcialmente na fala do número 
30014. 
2 030 Generaliza número próximo ao ano em curso, que pode funcionar como 
referência conhecida, Além disso, permite observar a compreensão do 
zero na ordem da centena. 
658 497 Identifica números de ordem de centena de milhar, mantendo a sequência 
posicional convencional. Os estudantes que se apoiam no número falado 
poderão apresentar escritas como 658000497, por exemplo. Cabe destacar 
que o número apresentado é considerado “transparente”. 
40 289 Compreende a função do zero no interior do número. Cabe observar 
omissões do zero (4289) ou deslocamentos de valor posicional (42809, por 
exemplo), ou mesmo, 40000200809, 4000020089 ou 40000289 
demonstrando claramente que se apoia no número falado. 
91 Compreende a relação entre dezenas e unidades ou escreve de maneira 
decomposta 901, pois esse número marca se o estudante escreve o 
número com valor posicional na dezena. 
 
 
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11 009 Reconhece a necessidade dos zeros para manter o valor posicional na 
dezena e na centena e compreende o uso dos zeros intercalados na 
composição de um número, neste caso específico, o duplo zero 
intercalado. 
7 921 Mantém a ordem de forma convencional dos algarismos em um número 
composto por diferentes ordens (e transparente). Os estudantes que se 
apoiam no número falado poderão apresentar escritas como 7000900201 
ou 700090021 ou 7000921, por exemplo. 
 
 
 
Habilidade do Currículo Paulista do 5º ano que dialoga com a sondagem de 
números: 
 
EF05MA01 Ler, escrever e ordenar números naturais no mínimo até a ordem das 
centenas de milhar com compreensão das principais características do 
sistema de numeração decimal. 
 
SONDAGEM DE PRODUÇÃO TEXTUAL – CARTA DE RECLAMAÇÃO - 5º ANO 
ORIENTAÇÕES PARA O PROFESSOR 
ANTES 
1. Converse com os estudantes sobre o gênero carta de reclamação, 
explicando que esse tipo de texto é utilizado quando queremos comunicar 
um problema a alguém responsável e solicitar uma solução. Além disso, 
apresente algumas características que habitualmente compõem uma carta 
de reclamação. 
2. Apresente aos estudantes a situação-problema oferecida, garantindo que 
todos compreendam o problema e a finalidade da carta. 
3. Converse com as crianças a respeito da importância dos computadores, 
tablets e outros equipamentos eletrônicos necessários para a 
aprendizagem. 
4. Antes da escrita, o professor pode ajudar os estudantes a planejar o texto 
oralmente, discutindo com a turma alguns pontos importantes, entre eles: 
Qual é o problema? Por que esse problema prejudica os alunos? O que 
poderia ser feito para resolver o problema? Para quem vamos escrever? 
Como devemos nos dirigir ao diretor ou à diretora? Que tipo de linguagem 
devemos usar (respeitosa, formal)? 
Esse planejamento oral ajuda muito na organização do texto. 
 
 
 
 
 
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DURANTE 
1. Leia novamente a proposta de produção com os estudantes, esclarecendo 
eventuais dúvidas. Além disso, informe que devem escrever a carta de 
forma individual e autônoma. 
2. Durante a escrita, o professor não deve ditar palavras, corrigir ortografia 
ou indicar como escrever, pois, o objetivo da sondagem é observar como 
os estudantes escrevem. 
3. Informe aos estudantes que nesta sondagem algumas características da 
carta de reclamação já farão parte da folha de produção, como: local e 
data; prezado(a) diretor(a) – saudação, despedida e assinatura. 
4. O professor pode circular pela sala e ajudar os estudantes a pensar no 
texto, fazendo perguntas como: Você explicou qual é o problema? Você 
escreveu por que esse problema prejudica os alunos? Você sugeriu 
alguma solução? Sua carta está respeitosa? Quem ler sua carta vai 
entender o problema? 
5. Ao final, o professor pode pedir que os estudantes releiam o próprio texto, 
verificando se a carta está completa e se é possível compreender o que foi 
escrito. 
 
DEPOIS 
1. O professor deverá ler as cartas produzidas pelos estudantes e analisá-las 
considerando os níveis de produção textual definidos pela rede, 
observando o texto como um todo e não apenas aspectos ortográficos. 
2. A partir dessa análise, o professor poderá planejar intervenções 
pedagógicas relacionadas à produção de textos argumentativos, cartas, 
bilhetes formais, revisão de textos, pontuação e organização textual. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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SITUAÇÃO-PROBLEMA: COMPUTADORES DA ESCOLA SEM FUNCIONAMENTO 
 
 
Situação de produção (contexto) 
Na escola, os computadores e tablets podem ser utilizados pelos 
estudantes para realizar pesquisas, desenvolver atividades, produzir trabalhos e 
ampliar seus conhecimentos. No entanto, alguns desses equipamentos não estão 
funcionando adequadamente e outros não podem ser utilizados. 
Essa situação dificulta a realização das atividades propostas pelos 
professores e prejudica principalmente os estudantes que não têm acesso a 
computadores ou à internet em casa. 
Diante desse problema, os estudantes decidiram escrever uma carta de 
reclamação para a direção da escola, apresentando a situação e sugerindo 
possíveis soluções. 
 
Proposta de produção 
Imagine que essa situação está acontecendo em sua escola e que você e 
sua turma querem contribuir para a resolução do problema. 
Escreva uma carta de reclamação para a diretora ou o diretor da escola, 
explicando o problema e apresentando sugestões para melhorar essa situação. 
Em sua carta, você deve: 
 apresentar o motivo da carta; 
 explicar qual é o problema; 
 
 
 
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 dizer como essa situação prejudica os estudantes e as atividades 
escolares; 
 explicar por que o problema precisa ser resolvido; 
 sugerir uma ou mais soluções; 
 escrever de forma respeitosa. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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Referenciais teóricos e pedagógicos 
ANTUNES, Irandé. Aula de português: encontro e interação. São Paulo: Parábola, 
2003. 
 
BARTHES, Roland. O prazer do texto. Tradução de J. Guinsburg. São Paulo: 
Perspectiva, 1987. 
 
BRONCKART, Jean-Paul. Atividade de linguagem, textos e discursos: por um 
interacionismo sociodiscursivo. São Paulo: EDUC, 1999. 
 
DOLZ, Joaquim; SCHNEUWLY, Bernard. Gêneros orais e escritos na escola. 
Campinas: Mercado de Letras, 2004. 
 
FERREIRO, Emília; TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da língua escrita. Porto Alegre: 
Artmed, 1999. 
 
GERALDI, João Wanderley. O texto na sala de aula. São Paulo: Ática, 2013. 
 
GRIMM, Jacob; GRIMM, Wilhelm. Jorinda e Jorindo. In: GRIMM, Jacob; GRIMM, 
Wilhelm. Grimm: os 77 melhores contos. v. 1. Tradução de Íside Bonini. Rio de 
Janeiro: Nova Fronteira, 2017. 
 
LERNER, Delia. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto 
Alegre: Artmed, 2002. 
 
MORAIS, Artur Gomes de. Ortografia: ensinar e aprender. São Paulo: Ática, 2007. 
 
PIAGET, Jean. A formação do símbolo na criança. Rio de Janeiro: LTC, 1990. 
 
PIRES, Célia Maria Carolino. Educação matemática: conversas com professores 
dos anos iniciais. São Paulo: Contexto, 2011. 
 
PIRES, Célia Maria Carolino. Educação matemática: reflexões e práticas. São Paulo: 
Contexto, 2012. 
 
SÃO PAULO (Estado). Currículo Paulista: Educação Infantil e Ensino 
Fundamental. São Paulo: Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, 
2019. 
 
SOARES, Magda. Alfabetização: a questão dos métodos. São Paulo: Contexto, 
2016. 
 
 
 
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