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Babesia
Babesiose bovina
Etiolgia
Infecção transmitida por carrapatos
Rhipicephalus microplus
Causada por protozoários babésia, ordem Piroplasmida e familia babesiidae.
B.bovis e B. bigemina
Parasitas intracelulares obrigatórios
Infectam e parasitam as hemácias.
são amplamente distribuídos em áreas tropicais e subtropicais
 Multiplicam-se assexuadamente dentro dos eritrócitos.
A ruptura das hemácias provoca hemólise e anemia.
No sangue, apresentam formas piriformes, redondas ou ovaladas, isoladas ou em pares.
Etiolgia
Babesia canina em hemácias em esfregaço sanguíneo, a forma piriforme podem ser visualizada como formas únicas ou comumente aos pares
Epidemiologia
Epidemiologia
No Brasil, podem ocorrer três situaçõe
Estabilidade enzoótica: exposição frequente aos agentes, com menor ocorrência de surtos.
Instabilidade enzoótica: exposição insuficiente, com maior risco de surtos.
Áreas livres: ausência ou baixa ocorrência do vetor.
Brasil: predomina a estabilidade enzoótica.
Sul do Rio Grande do Sul: apresenta instabilidade enzoótica.
impacto econômico recai sobre a pecuária em áreas tropicais e subtropicais
Epidemiologia da Babesiose Bovina 
Principais fatores de risco
Presença do carrapato Rhipicephalus (B.) microplus;
Bovinos sem imunidade prévia;
Instabilidade enzoótica;
Uso intensivo de acaricidas;
Frio ou seca, reduzindo a população de carrapatos;
Entrada de bovinos suscetíveis em áreas endêmicas;
Bos taurus mais suscetível que Bos indicus;
Colostragem inadequada.
Epidemiologia
Formas de transmissão
Transmissão Biológica (picada)
Transfusão de sangue;
Transplacentária: durante a gestação ou momento do parto;
Compartilhamento de agulhas
Epidemiologia
Patogênia
Patogênia
Patogênia
Lesões macroscópicas
Instalações da Clínica
Lesões microcópicas
Lesões microcópicas
Eritrócitos parasitados por B. bovis no interior de capilares cerebrais (squash).
Diagnóstico 
Tristeza parasitária bovina 
Obrigado!
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		Hospedeiro		Ocorrência		Distribuição
		Bovinos		Endêmica; podem ocorrer surtos em animais suscetíveis		Brasil — ampla distribuição, abrangendo praticamente todo o território brasileiro
		Equinos		Endêmica		Brasil e outras regiões do mundo
		Ovinos / Caprinos		Endêmica em regiões específicas		Brasil e outras regiões onde os vetores estão presentes
		Suínos		Ocorrência localizada		Brasil — ocorrência não considerada de grande importância epidemiológica; Europa e África
		Cães		Endêmica / regional		Brasil e distribuição mundial
		Gatos		Ocorrência regional		Brasil e outras regiões
		Humanos		Zoonótica / regional		Principalmente América do Norte; ocorrência humana no Brasil é rara
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		Etapa		🔴 Babesia bigemina		🧠 Babesia bovis
		1. Inoculação		Inoculada no bovino durante o repasto do carrapato.		Inoculada no bovino durante o repasto do carrapato.
		2. Invasão eritrocítica		O parasito alcança a circulação, invade os eritrócitos e se multiplica dentro das hemácias.		O parasito alcança a circulação, invade os eritrócitos e se multiplica dentro das hemácias.
		3. Hemólise		Multiplicação do parasito → intensa lise dos eritrócitos no leito vascular (lise intravascular) → quadros mais agudos.		Multiplicação do parasito → lise dos eritrócitos.
		4. Resposta imune e inflamação		As hemácias parasitadas são destruídas ou removidas, contribuindo para a anemia hemolítica e a hipóxia tecidual.		Nos casos cerebrais, ocorrem reações imunológicas e químicas causadas pelo parasito, associadas às alterações nos capilares cerebrais.
		5. Complicações sistêmicas		Anemia → redução do transporte de O₂ → hipóxia → fraqueza e alterações circulatórias. A hemólise intravascular também pode causar hemoglobinúria e icterícia.		Acúmulo de eritrócitos parasitados nos capilares cerebrais → congestão cerebral e distensão dos capilares → alterações neurológicas. Também pode ocorrer anemia, hipóxia, hemoglobinúria e icterícia.
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		Método de Diagnóstico		Indicação Principal		Características e Diferenciação
		Esfregaço Sanguíneo (Giemsa)		Fase aguda (animal vivo)		• Coleta de sangue periférico: punção de Ponta da orelha ou cauda (para identificação, principalmente de B. bovis) , buscando parasitas dentro das hemácias.
 • B. bovis: Menor, em pares com ângulo obtuso.
 • B. bigemina: Maior, em pares paralelos ou ângulo agudo.
		Esfregaço de Órgãos		Animais mortos (necropsia)		• Amostras de cérebro, baço, rim e músculo.
 • excelente para confirmar a forma cerebral da B. bovis. • Associado a um histopatológico
		PCR (Molecular)		Fase crônica/ animais assintomáticos		• Altíssima sensibilidade e especificidade.
 • identifica a espécie exata mesmo com baixa carga parasitária. • Diferenciar a Babesia de outros parasitas semelhantes;
		Sorologia (ELISA / IFI)		Estudos epidemiológicos		• Detecta anticorpos (exposição prévia).
 • Não indicado para a fase aguda da doença.
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