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Avaliação II - Individual - Experimentação Agrícola

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A Análise de Variância (ANOVA) é uma técnica paramétrica poderosa, mas a validade das suas conclusões depende do atendimento de pressupostos, sendo a normalidade dos resíduos um dos mais críticos. Quando os dados apresentam desvios severos da normalidade, comprovados por testes como o de Shapiro-Wilk, o pesquisador deve optar por métodos não-paramétricos ou transformações matemáticas que estabilizem a distribuição, sob o risco de comprometer o poder estatístico do experimento. Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007. Um pesquisador avaliou o efeito de três doses de adubação nitrogenada (20, 40 e 60 kg/ha) na produtividade de trigo. Ao realizar o diagnóstico do modelo, observou-se que a produtividade (kg/parcela) apresentava uma distribuição significativamente não-normal (Shapiro-Wilk p < 0,05). Tentativas de transformação de dados não lograram êxito em normalizar os resíduos.
Considerando o delineamento de três tratamentos independentes e a violação do pressuposto de normalidade, indique qual análise estatística é a mais adequada para comparar as doses.
A ANOVA convencional, visto que o teste F é suficientemente robusto para ignorar a falta de normalidade em qualquer situação.
B Teste de Kruskal-Wallis seguido do teste de comparações múltiplas de Dunn.
C Teste t de Student para amostras pareadas, comparando-se a dose mínima com a dose máxima.
D Teste Qui-quadrado de Independência, por se tratar de um experimento com variáveis qualitativas nominais.
E Regressão Linear Simples, pois a relação entre doses de nitrogênio e produtividade é sempre linear, independentemente da distribuição.

Na investigação científica, a análise de dados não deve limitar-se à verificação da significância estatística (p-valor). É fundamental quantificar o Tamanho do Efeito (Effect Size), como o d de Cohen, para compreender a magnitude da diferença real entre os tratamentos. Enquanto o valor de p informa a probabilidade de o resultado ser fruto do acaso, o tamanho do efeito indica se essa diferença tem relevância prática no campo.
Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um pesquisador realizou um experimento para comparar a altura de plantas entre duas cultivares de feijão (A e B). O delineamento permitiu o uso de um teste t pareado. Após a coleta dos dados e a confirmação dos pressupostos de normalidade, obteve-se:
Cultivar A (médias): 41,25 cm.
Cultivar B (médias): 49,00 cm.
Estatísticas: t(3) = 5,21; p = 0,007; d de Cohen = 2,15.
Com base nos indicadores apresentados, assinale a alternativa correta:
A A diferença entre as cultivares é estatisticamente significativa (p < 0,01) e apresenta uma magnitude prática considerada muito grande (d > 0,8).
B Não há evidências estatísticas para rejeitar a igualdade entre as cultivares, dado que o número de repetições é reduzido.
C A Cultivar A apresenta um crescimento superior à Cultivar B, com uma confiança estatística de 99%.
D Os dados são inconclusivos, pois experimentos com apenas 4 repetições exigem obrigatoriamente o uso de testes não paramétricos.
E O tamanho do efeito é considerado pequeno (d < 0,5), sugerindo que a diferença de altura não será percebida no cultivo comercial.

A escolha do esquema experimental depende da natureza dos fatores em estudo e do grau de controle que se deseja sobre a área. O esquema fatorial permite estudar, simultaneamente, dois ou mais fatores, possibilitando a detecção da interação entre eles. Contudo, o sucesso da análise depende da escolha correta do delineamento (DIC ou DBC) para controlar o erro experimental proveniente de variações ambientais, como o regime hídrico ou a fertilidade do solo.
Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um pesquisador planejou um experimento para comparar a eficiência de três métodos de inoculação de sementes de feijão (M1: líquido; M2: turfoso; M3: testemunha) em quatro diferentes cultivares (C1 a C4). A área experimental apresenta um histórico conhecido de variação na disponibilidade de água no solo, caracterizando um gradiente de umidade.
Sobre o planejamento estatístico desse experimento, analise as afirmativas a seguir:
I. Devido à variação na disponibilidade de água no solo, o experimento deve ser instalado sob o Delineamento em Blocos Casualizados (DBC), em que cada bloco deve ser o mais homogêneo possível quanto à umidade.
II. O uso do esquema fatorial 3 X 4 é o mais indicado, pois permite avaliar não apenas o efeito isolado dos métodos e das cultivares, mas também se a resposta de um método de inoculação varia conforme a cultivar utilizada (interação).
III. O uso de parcelas subdivididas (Split-plot) seria uma alternativa viável caso houvesse dificuldade operacional em sortear todos os tratamentos de forma inteiramente casualizada em cada bloco, colocando, por exemplo, o método de irrigação/umidade na parcela principal.
IV. O delineamento em blocos é dispensável neste cenário, uma vez que a variação de água no solo é considerada um erro aleatório que a própria ANOVA corrige automaticamente no Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC).
É correto o que se afirma em:
I. Devido à variação na disponibilidade de água no solo, o experimento deve ser instalado sob o Delineamento em Blocos Casualizados (DBC), em que cada bloco deve ser o mais homogêneo possível quanto à umidade.
II. O uso do esquema fatorial 3 X 4 é o mais indicado, pois permite avaliar não apenas o efeito isolado dos métodos e das cultivares, mas também se a resposta de um método de inoculação varia conforme a cultivar utilizada (interação).
III. O uso de parcelas subdivididas (Split-plot) seria uma alternativa viável caso houvesse dificuldade operacional em sortear todos os tratamentos de forma inteiramente casualizada em cada bloco, colocando, por exemplo, o método de irrigação/umidade na parcela principal.
IV. O delineamento em blocos é dispensável neste cenário, uma vez que a variação de água no solo é considerada um erro aleatório que a própria ANOVA corrige automaticamente no Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC).
A I, II e III, apenas.
B III e IV, apenas.
C II, III e IV, apenas.
D II e III, apenas.
E I e IV, apenas.

A Análise de Variância (ANOVA) fundamenta-se na decomposição da variação total de um experimento em partes atribuíveis a causas conhecidas (tratamentos) e causas desconhecidas (resíduo ou erro). O teste F é a ferramenta central desta análise: quando a variabilidade entre os tratamentos é significativamente superior à variabilidade dentro dos tratamentos (resíduo), o valor de F calculado supera o valor crítico tabelado, levando à rejeição da hipótese de igualdade entre as médias. Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007. Um ensaio de campo comparou a produtividade da soja (kg/ha) sob três sistemas de irrigação: gotejamento, aspersão e sulco Os dados foram submetidos à ANOVA (Delineamento Inteiramente Casualizado), gerando os seguintes indicadores estatísticos: Fcalculado: 5,42. Fcrítico (α = 0,05): 3,89. Valor-p: 0,008. Médias Obtidas: Gotejamento: 3.850 kg/ha. Aspersão: 3.620 kg/ha. Sulco: 3.400 kg/ha.
Com base na interpretação técnica dos resultados da ANOVA, assinale a alternativa correta:
A Como o Fcalculado é superior ao Fcrítico e o p-valor é inferior a 0,05, rejeita-se a hipótese nula, confirmando que existe diferença significativa entre pelo menos dois dos sistemas de irrigação.
B A ANOVA é um procedimento inconclusivo neste cenário, sendo necessário realizar testes t de Student entre todos os pares antes de observar o valor de F.
C A produtividade média do sistema de sulco foi superior à dos demais sistemas, invalidando o uso do teste F.
D O valor do Fcalculado (5,42) é independente do erro experimental (resíduo), representando apenas a média aritmética dos tratamentos.
E O p-valor de 0,008 indica que não há diferenças estatísticas, pois o resultado deveria ser superior ao nível de significância de 5% para ser considerado relevante.

A inferência estatística em experimentos agronômicos exige que a análise seja conduzida sob condições de validade técnica. O teste F da ANOVA, embora robusto, perde confiabilidade se os resíduos não forem normais ou se as variâncias forem heterogêneas. Cumpridos os pressupostos, a interpretação da significância global deve ser o único norteador para a recomendação de insumos, evitando que diferenças numéricas aleatórias sejam confundidas com benefícios reais.
Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um pesquisador analisou o efeito de três doses de fósforo (0, 50 e 100 kg/ha) na produtividade de milho. Os resultados estatísticos processados foram:
Significância Global (ANOVA): Valor-p = 0,62 / QM Entre = 320 / QM Residual = 350.
Diagnóstico de Pressupostos:
Normalidade (Shapiro-Wilk): p = 0,45 (Dados normais).
Homocedasticidade (Levene): p = 0,23 (Variâncias homogêneas).
Com base nas informações apresentadas e considerando o rigor científico, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. O pesquisador deve concluir que não há evidências estatísticas suficientes para afirmar que as doses de fósforo testadas influenciaram a produtividade da cultura nessas condições experimentais.
PORQUE
II. O valor-p obtido (0,62) é superior ao nível de significância crítico (α = 0,05) e o Quadrado Médio Residual é numericamente superior ao Quadrado Médio Entre Tratamentos, sob pressupostos plenamente atendidos.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
I. O pesquisador deve concluir que não há evidências estatísticas suficientes para afirmar que as doses de fósforo testadas influenciaram a produtividade da cultura nessas condições experimentais.
II. O valor-p obtido (0,62) é superior ao nível de significância crítico (α = 0,05) e o Quadrado Médio Residual é numericamente superior ao Quadrado Médio Entre Tratamentos, sob pressupostos plenamente atendidos.
A A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
B As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
C A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
D As asserções I e II são falsas.
E As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

O Coeficiente de Variação (CV%) expressa o desvio padrão como uma porcentagem da média, funcionando como uma medida da precisão experimental. Em ensaios de campo, valores elevados de CV% indicam que o erro experimental (ruído) está alto em relação ao sinal dos tratamentos. Quando isso ocorre no Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC), geralmente, deve-se à falha em considerar gradientes ambientais que poderiam ter sido isolados por meio da blocagem.
Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um estudo silvicultural avaliou o efeito de quatro espaçamentos entre plantas (E1: 0,5m; E2: 0,75m; E3: 1,0m; E4: 1,25m) na produtividade de madeira de eucalipto (m3/ha). O pesquisador adotou o Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC) com 6 repetições. Ao final da análise, obteve-se um CV de 28%, valor considerado excessivo para este tipo de experimento, resultando em um Teste F não significativo, apesar das diferenças numéricas expressivas entre as médias.
Com base nas informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. A magnitude do coeficiente de variação (28%) indica que o uso do Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC) foi tecnicamente inadequado para garantir a precisão necessária neste ensaio de campo.
PORQUE
II. Em áreas florestais, variações edáficas (fertilidade e umidade do solo) costumam ser heterogêneas e, ao serem ignoradas pelo DIC, são somadas ao erro residual, podendo ser mitigadas pelo uso do Delineamento em Blocos Casualizados (DBC).
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
I. A magnitude do coeficiente de variação (28%) indica que o uso do Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC) foi tecnicamente inadequado para garantir a precisão necessária neste ensaio de campo.
II. Em áreas florestais, variações edáficas (fertilidade e umidade do solo) costumam ser heterogêneas e, ao serem ignoradas pelo DIC, são somadas ao erro residual, podendo ser mitigadas pelo uso do Delineamento em Blocos Casualizados (DBC).
A A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
B As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
C A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
D As asserções I e II são proposições falsas.
E As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

A avaliação da resistência a doenças em plantas utiliza frequentemente escalas de notas (dados ordinais). Nesses casos, a aplicação da Análise de Variância (ANOVA) pode ser inadequada devido à natureza discreta dos dados, sendo preferível o uso de testes não paramétricos como o de Kruskal-Wallis. A interpretação do p-valor nesse teste determina se as medianas das notas de resistência das cultivares diferem entre si de forma estatisticamente significativa.
Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um fitopatologista conduziu um experimento com 5 repetições para avaliar a resistência ao crestamento bacteriano em três cultivares de feijão. A severidade da doença foi quantificada por uma escala de notas de 1 (altamente resistente) a 5 (altamente suscetível). O pesquisador aplicou o teste de Kruskal-Wallis para comparar o desempenho das cultivares e obteve um valor de p = 0,12.
Com base nas informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. O pesquisador deve concluir que não existem evidências estatísticas suficientes para afirmar que as cultivares apresentam níveis de resistência diferentes entre si.
PORQUE
II. O valor de probabilidade calculado (p = 0,12) é superior ao nível de significância adotado (α = 0,05), resultando na manutenção da hipótese nula (H0).
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
I. O pesquisador deve concluir que não existem evidências estatísticas suficientes para afirmar que as cultivares apresentam níveis de resistência diferentes entre si.
II. O valor de probabilidade calculado (p = 0,12) é superior ao nível de significância adotado (α = 0,05), resultando na manutenção da hipótese nula (H0).
A A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
B A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
C As asserções I e II são falsas.
D As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
E As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

is tratamentos independentes deve ser precedida pela verificação dos pressupostos da estatística paramétrica. Em estudos de eficiência hídrica, é comum a ocorrência de dados com assimetria acentuada ou variância heterogênea. Quando o teste de Shapiro-Wilk aponta a falta de normalidade (p < 0,05), a migração para testes baseados em postos (ranks) torna-se imperativa para evitar conclusões espúrias baseadas em médias que não representam fielmente a tendência central da amostra. Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007. Um pesquisador comparou a eficiência hídrica (%) de dois sistemas de irrigação em pomares de citros: gotejamento e aspersão. Após a coleta dos dados, a verificação do pressuposto de normalidade pelo teste de Shapiro-Wilk resultou em um valor de p < 0,05. Diante dessa evidência de não-normalidade, o pesquisador optou por realizar a comparação entre os sistemas utilizando o teste de Mann-Whitney (U).
Com base nas informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas: I. A escolha do pesquisador pelo emprego do teste de Mann-Whitney foi estatisticamente adequada para esse cenário experimental. PORQUE II. Testes não-paramétricos, como o de Mann-Whitney, utilizam a ordenação dos dados (postos) em vez de seus valores reais, dispensando a exigência de que a população de origem siga uma distribuição normal (curva de Gauss). A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
I. A escolha do pesquisador pelo emprego do teste de Mann-Whitney foi estatisticamente adequada para esse cenário experimental.
II. Testes não-paramétricos, como o de Mann-Whitney, utilizam a ordenação dos dados (postos) em vez de seus valores reais, dispensando a exigência de que a população de origem siga uma distribuição normal (curva de Gauss).
A As asserções I e II são falsas.
B As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
C A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
D A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
E As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.

Na experimentação científica, o Teste F da Análise de Variância (ANOVA) atua como um filtro inicial de significância. Um valor-p inferior ao nível de significância adotado (α) indica que o efeito dos tratamentos superou a variação do acaso (erro experimental), permitindo a rejeição da hipótese nula de igualdade. Contudo, a ANOVA não discrimina quais tratamentos diferem entre si, tarefa que cabe aos testes de comparações múltiplas, como o de Tukey. Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007. Um pesquisador avaliou o efeito de quatro bioestimulantes (B1, B2, B3 e B4) na produtividade do trigo. Os dados foram submetidos à Análise de Variância, resultando em um p-valor = 0,03. O quadro de médias e o desdobramento pelo teste de Tukey (α = 0,05) revelaram que: A maior produtividade foi obtida com B4 (3.900 kg/ha). B4 difere significativamente de B1 e B2, mas não apresenta diferença estatística em relação a B3.
Com base na interpretação do p-valor da ANOVA (0,03), assinale a alternativa correta:
A O p-valor comprova que o tratamento B4 é superior a todos os demais bioestimulantes testados.
B O valor-p indica que não há diferenças significativas entre os tratamentos, pois em experimentos agrícolas a significância só é aceita se o valor for inferior a 0,01.
C O p-valor é uma medida de produtividade média e indica que o ganho médio do experimento foi de 3%.
D O p-valor de 0,03 demonstra que a variação observada entre as médias é meramente aleatória e não decorre dos tratamentos aplicados.
E O p-valor indica a rejeição da hipótese nula ao nível de 5% de significância, evidenciando que existe diferença entre, pelo menos, dois dos bioestimulantes.

Na experimentação agrícola, a escolha do delineamento é condicionada pela uniformidade das condições ambientais. O Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC) pressupõe homogeneidade total da área. Contudo, quando existe uma fonte de variação conhecida ou previsível (como um gradiente de infestação de pragas ou fertilidade), o pesquisador deve utilizar o princípio do controle local. O uso de blocos permite que essa variação externa seja isolada, evitando que ela infle o erro residual e mascare o efeito dos tratamentos.

Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um pesquisador avaliou a eficácia de quatro métodos de controle de uma praga na cultura da soja: Químico (M1), Biológico (M2), Cultural (M3) e Testemunha (M4). O experimento foi conduzido em Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC) com cinco repetições. Após a coleta dos dados, a Análise de Variância (ANOVA) apresentou um Quadrado Médio do Resíduo (erro) extremamente alto e Coeficiente de Variação (CV%) elevado, impossibilitando a detecção de diferenças significativas, apesar de as médias numéricas serem distintas. Verificou-se que a infestação inicial da praga não era uniforme em toda a área experimental.
Sobre os fatores que contribuíram para esse problema e as possíveis soluções, avalie as afirmativas a seguir:
I. O uso do DIC foi inadequado para este cenário, pois esse delineamento não oferece mecanismos para controlar variações ambientais conhecidas, como o gradiente de infestação inicial.
II. A alta heterogeneidade observada poderia ter sido mitigada com a adoção do Delineamento em Blocos Casualizados (DBC), agrupando as parcelas com níveis de infestação inicial similares dentro de um mesmo bloco.
III. O número de cinco repetições, embora tecnicamente aceitável para o cálculo dos graus de liberdade, torna-se insuficiente quando o pesquisador falha em controlar as fontes de variação externa via delineamento.
IV. O aumento do tamanho das parcelas, mantendo o DIC, seria a solução definitiva para o problema, pois parcelas maiores eliminam automaticamente a necessidade de blocagem em áreas heterogêneas.
A I e IV, apenas.
B II, III e IV, apenas.
C II e III, apenas.
D III e IV, apenas.
E I, II e III, apenas.

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Questões resolvidas

A Análise de Variância (ANOVA) é uma técnica paramétrica poderosa, mas a validade das suas conclusões depende do atendimento de pressupostos, sendo a normalidade dos resíduos um dos mais críticos. Quando os dados apresentam desvios severos da normalidade, comprovados por testes como o de Shapiro-Wilk, o pesquisador deve optar por métodos não-paramétricos ou transformações matemáticas que estabilizem a distribuição, sob o risco de comprometer o poder estatístico do experimento. Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007. Um pesquisador avaliou o efeito de três doses de adubação nitrogenada (20, 40 e 60 kg/ha) na produtividade de trigo. Ao realizar o diagnóstico do modelo, observou-se que a produtividade (kg/parcela) apresentava uma distribuição significativamente não-normal (Shapiro-Wilk p < 0,05). Tentativas de transformação de dados não lograram êxito em normalizar os resíduos.
Considerando o delineamento de três tratamentos independentes e a violação do pressuposto de normalidade, indique qual análise estatística é a mais adequada para comparar as doses.
A ANOVA convencional, visto que o teste F é suficientemente robusto para ignorar a falta de normalidade em qualquer situação.
B Teste de Kruskal-Wallis seguido do teste de comparações múltiplas de Dunn.
C Teste t de Student para amostras pareadas, comparando-se a dose mínima com a dose máxima.
D Teste Qui-quadrado de Independência, por se tratar de um experimento com variáveis qualitativas nominais.
E Regressão Linear Simples, pois a relação entre doses de nitrogênio e produtividade é sempre linear, independentemente da distribuição.

Na investigação científica, a análise de dados não deve limitar-se à verificação da significância estatística (p-valor). É fundamental quantificar o Tamanho do Efeito (Effect Size), como o d de Cohen, para compreender a magnitude da diferença real entre os tratamentos. Enquanto o valor de p informa a probabilidade de o resultado ser fruto do acaso, o tamanho do efeito indica se essa diferença tem relevância prática no campo.
Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um pesquisador realizou um experimento para comparar a altura de plantas entre duas cultivares de feijão (A e B). O delineamento permitiu o uso de um teste t pareado. Após a coleta dos dados e a confirmação dos pressupostos de normalidade, obteve-se:
Cultivar A (médias): 41,25 cm.
Cultivar B (médias): 49,00 cm.
Estatísticas: t(3) = 5,21; p = 0,007; d de Cohen = 2,15.
Com base nos indicadores apresentados, assinale a alternativa correta:
A A diferença entre as cultivares é estatisticamente significativa (p < 0,01) e apresenta uma magnitude prática considerada muito grande (d > 0,8).
B Não há evidências estatísticas para rejeitar a igualdade entre as cultivares, dado que o número de repetições é reduzido.
C A Cultivar A apresenta um crescimento superior à Cultivar B, com uma confiança estatística de 99%.
D Os dados são inconclusivos, pois experimentos com apenas 4 repetições exigem obrigatoriamente o uso de testes não paramétricos.
E O tamanho do efeito é considerado pequeno (d < 0,5), sugerindo que a diferença de altura não será percebida no cultivo comercial.

A escolha do esquema experimental depende da natureza dos fatores em estudo e do grau de controle que se deseja sobre a área. O esquema fatorial permite estudar, simultaneamente, dois ou mais fatores, possibilitando a detecção da interação entre eles. Contudo, o sucesso da análise depende da escolha correta do delineamento (DIC ou DBC) para controlar o erro experimental proveniente de variações ambientais, como o regime hídrico ou a fertilidade do solo.
Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um pesquisador planejou um experimento para comparar a eficiência de três métodos de inoculação de sementes de feijão (M1: líquido; M2: turfoso; M3: testemunha) em quatro diferentes cultivares (C1 a C4). A área experimental apresenta um histórico conhecido de variação na disponibilidade de água no solo, caracterizando um gradiente de umidade.
Sobre o planejamento estatístico desse experimento, analise as afirmativas a seguir:
I. Devido à variação na disponibilidade de água no solo, o experimento deve ser instalado sob o Delineamento em Blocos Casualizados (DBC), em que cada bloco deve ser o mais homogêneo possível quanto à umidade.
II. O uso do esquema fatorial 3 X 4 é o mais indicado, pois permite avaliar não apenas o efeito isolado dos métodos e das cultivares, mas também se a resposta de um método de inoculação varia conforme a cultivar utilizada (interação).
III. O uso de parcelas subdivididas (Split-plot) seria uma alternativa viável caso houvesse dificuldade operacional em sortear todos os tratamentos de forma inteiramente casualizada em cada bloco, colocando, por exemplo, o método de irrigação/umidade na parcela principal.
IV. O delineamento em blocos é dispensável neste cenário, uma vez que a variação de água no solo é considerada um erro aleatório que a própria ANOVA corrige automaticamente no Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC).
É correto o que se afirma em:
I. Devido à variação na disponibilidade de água no solo, o experimento deve ser instalado sob o Delineamento em Blocos Casualizados (DBC), em que cada bloco deve ser o mais homogêneo possível quanto à umidade.
II. O uso do esquema fatorial 3 X 4 é o mais indicado, pois permite avaliar não apenas o efeito isolado dos métodos e das cultivares, mas também se a resposta de um método de inoculação varia conforme a cultivar utilizada (interação).
III. O uso de parcelas subdivididas (Split-plot) seria uma alternativa viável caso houvesse dificuldade operacional em sortear todos os tratamentos de forma inteiramente casualizada em cada bloco, colocando, por exemplo, o método de irrigação/umidade na parcela principal.
IV. O delineamento em blocos é dispensável neste cenário, uma vez que a variação de água no solo é considerada um erro aleatório que a própria ANOVA corrige automaticamente no Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC).
A I, II e III, apenas.
B III e IV, apenas.
C II, III e IV, apenas.
D II e III, apenas.
E I e IV, apenas.

A Análise de Variância (ANOVA) fundamenta-se na decomposição da variação total de um experimento em partes atribuíveis a causas conhecidas (tratamentos) e causas desconhecidas (resíduo ou erro). O teste F é a ferramenta central desta análise: quando a variabilidade entre os tratamentos é significativamente superior à variabilidade dentro dos tratamentos (resíduo), o valor de F calculado supera o valor crítico tabelado, levando à rejeição da hipótese de igualdade entre as médias. Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007. Um ensaio de campo comparou a produtividade da soja (kg/ha) sob três sistemas de irrigação: gotejamento, aspersão e sulco Os dados foram submetidos à ANOVA (Delineamento Inteiramente Casualizado), gerando os seguintes indicadores estatísticos: Fcalculado: 5,42. Fcrítico (α = 0,05): 3,89. Valor-p: 0,008. Médias Obtidas: Gotejamento: 3.850 kg/ha. Aspersão: 3.620 kg/ha. Sulco: 3.400 kg/ha.
Com base na interpretação técnica dos resultados da ANOVA, assinale a alternativa correta:
A Como o Fcalculado é superior ao Fcrítico e o p-valor é inferior a 0,05, rejeita-se a hipótese nula, confirmando que existe diferença significativa entre pelo menos dois dos sistemas de irrigação.
B A ANOVA é um procedimento inconclusivo neste cenário, sendo necessário realizar testes t de Student entre todos os pares antes de observar o valor de F.
C A produtividade média do sistema de sulco foi superior à dos demais sistemas, invalidando o uso do teste F.
D O valor do Fcalculado (5,42) é independente do erro experimental (resíduo), representando apenas a média aritmética dos tratamentos.
E O p-valor de 0,008 indica que não há diferenças estatísticas, pois o resultado deveria ser superior ao nível de significância de 5% para ser considerado relevante.

A inferência estatística em experimentos agronômicos exige que a análise seja conduzida sob condições de validade técnica. O teste F da ANOVA, embora robusto, perde confiabilidade se os resíduos não forem normais ou se as variâncias forem heterogêneas. Cumpridos os pressupostos, a interpretação da significância global deve ser o único norteador para a recomendação de insumos, evitando que diferenças numéricas aleatórias sejam confundidas com benefícios reais.
Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um pesquisador analisou o efeito de três doses de fósforo (0, 50 e 100 kg/ha) na produtividade de milho. Os resultados estatísticos processados foram:
Significância Global (ANOVA): Valor-p = 0,62 / QM Entre = 320 / QM Residual = 350.
Diagnóstico de Pressupostos:
Normalidade (Shapiro-Wilk): p = 0,45 (Dados normais).
Homocedasticidade (Levene): p = 0,23 (Variâncias homogêneas).
Com base nas informações apresentadas e considerando o rigor científico, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. O pesquisador deve concluir que não há evidências estatísticas suficientes para afirmar que as doses de fósforo testadas influenciaram a produtividade da cultura nessas condições experimentais.
PORQUE
II. O valor-p obtido (0,62) é superior ao nível de significância crítico (α = 0,05) e o Quadrado Médio Residual é numericamente superior ao Quadrado Médio Entre Tratamentos, sob pressupostos plenamente atendidos.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
I. O pesquisador deve concluir que não há evidências estatísticas suficientes para afirmar que as doses de fósforo testadas influenciaram a produtividade da cultura nessas condições experimentais.
II. O valor-p obtido (0,62) é superior ao nível de significância crítico (α = 0,05) e o Quadrado Médio Residual é numericamente superior ao Quadrado Médio Entre Tratamentos, sob pressupostos plenamente atendidos.
A A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
B As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
C A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
D As asserções I e II são falsas.
E As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

O Coeficiente de Variação (CV%) expressa o desvio padrão como uma porcentagem da média, funcionando como uma medida da precisão experimental. Em ensaios de campo, valores elevados de CV% indicam que o erro experimental (ruído) está alto em relação ao sinal dos tratamentos. Quando isso ocorre no Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC), geralmente, deve-se à falha em considerar gradientes ambientais que poderiam ter sido isolados por meio da blocagem.
Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um estudo silvicultural avaliou o efeito de quatro espaçamentos entre plantas (E1: 0,5m; E2: 0,75m; E3: 1,0m; E4: 1,25m) na produtividade de madeira de eucalipto (m3/ha). O pesquisador adotou o Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC) com 6 repetições. Ao final da análise, obteve-se um CV de 28%, valor considerado excessivo para este tipo de experimento, resultando em um Teste F não significativo, apesar das diferenças numéricas expressivas entre as médias.
Com base nas informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. A magnitude do coeficiente de variação (28%) indica que o uso do Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC) foi tecnicamente inadequado para garantir a precisão necessária neste ensaio de campo.
PORQUE
II. Em áreas florestais, variações edáficas (fertilidade e umidade do solo) costumam ser heterogêneas e, ao serem ignoradas pelo DIC, são somadas ao erro residual, podendo ser mitigadas pelo uso do Delineamento em Blocos Casualizados (DBC).
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
I. A magnitude do coeficiente de variação (28%) indica que o uso do Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC) foi tecnicamente inadequado para garantir a precisão necessária neste ensaio de campo.
II. Em áreas florestais, variações edáficas (fertilidade e umidade do solo) costumam ser heterogêneas e, ao serem ignoradas pelo DIC, são somadas ao erro residual, podendo ser mitigadas pelo uso do Delineamento em Blocos Casualizados (DBC).
A A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
B As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
C A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
D As asserções I e II são proposições falsas.
E As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

A avaliação da resistência a doenças em plantas utiliza frequentemente escalas de notas (dados ordinais). Nesses casos, a aplicação da Análise de Variância (ANOVA) pode ser inadequada devido à natureza discreta dos dados, sendo preferível o uso de testes não paramétricos como o de Kruskal-Wallis. A interpretação do p-valor nesse teste determina se as medianas das notas de resistência das cultivares diferem entre si de forma estatisticamente significativa.
Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um fitopatologista conduziu um experimento com 5 repetições para avaliar a resistência ao crestamento bacteriano em três cultivares de feijão. A severidade da doença foi quantificada por uma escala de notas de 1 (altamente resistente) a 5 (altamente suscetível). O pesquisador aplicou o teste de Kruskal-Wallis para comparar o desempenho das cultivares e obteve um valor de p = 0,12.
Com base nas informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. O pesquisador deve concluir que não existem evidências estatísticas suficientes para afirmar que as cultivares apresentam níveis de resistência diferentes entre si.
PORQUE
II. O valor de probabilidade calculado (p = 0,12) é superior ao nível de significância adotado (α = 0,05), resultando na manutenção da hipótese nula (H0).
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
I. O pesquisador deve concluir que não existem evidências estatísticas suficientes para afirmar que as cultivares apresentam níveis de resistência diferentes entre si.
II. O valor de probabilidade calculado (p = 0,12) é superior ao nível de significância adotado (α = 0,05), resultando na manutenção da hipótese nula (H0).
A A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
B A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
C As asserções I e II são falsas.
D As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
E As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.

is tratamentos independentes deve ser precedida pela verificação dos pressupostos da estatística paramétrica. Em estudos de eficiência hídrica, é comum a ocorrência de dados com assimetria acentuada ou variância heterogênea. Quando o teste de Shapiro-Wilk aponta a falta de normalidade (p < 0,05), a migração para testes baseados em postos (ranks) torna-se imperativa para evitar conclusões espúrias baseadas em médias que não representam fielmente a tendência central da amostra. Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007. Um pesquisador comparou a eficiência hídrica (%) de dois sistemas de irrigação em pomares de citros: gotejamento e aspersão. Após a coleta dos dados, a verificação do pressuposto de normalidade pelo teste de Shapiro-Wilk resultou em um valor de p < 0,05. Diante dessa evidência de não-normalidade, o pesquisador optou por realizar a comparação entre os sistemas utilizando o teste de Mann-Whitney (U).
Com base nas informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas: I. A escolha do pesquisador pelo emprego do teste de Mann-Whitney foi estatisticamente adequada para esse cenário experimental. PORQUE II. Testes não-paramétricos, como o de Mann-Whitney, utilizam a ordenação dos dados (postos) em vez de seus valores reais, dispensando a exigência de que a população de origem siga uma distribuição normal (curva de Gauss). A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
I. A escolha do pesquisador pelo emprego do teste de Mann-Whitney foi estatisticamente adequada para esse cenário experimental.
II. Testes não-paramétricos, como o de Mann-Whitney, utilizam a ordenação dos dados (postos) em vez de seus valores reais, dispensando a exigência de que a população de origem siga uma distribuição normal (curva de Gauss).
A As asserções I e II são falsas.
B As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
C A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
D A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
E As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.

Na experimentação científica, o Teste F da Análise de Variância (ANOVA) atua como um filtro inicial de significância. Um valor-p inferior ao nível de significância adotado (α) indica que o efeito dos tratamentos superou a variação do acaso (erro experimental), permitindo a rejeição da hipótese nula de igualdade. Contudo, a ANOVA não discrimina quais tratamentos diferem entre si, tarefa que cabe aos testes de comparações múltiplas, como o de Tukey. Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007. Um pesquisador avaliou o efeito de quatro bioestimulantes (B1, B2, B3 e B4) na produtividade do trigo. Os dados foram submetidos à Análise de Variância, resultando em um p-valor = 0,03. O quadro de médias e o desdobramento pelo teste de Tukey (α = 0,05) revelaram que: A maior produtividade foi obtida com B4 (3.900 kg/ha). B4 difere significativamente de B1 e B2, mas não apresenta diferença estatística em relação a B3.
Com base na interpretação do p-valor da ANOVA (0,03), assinale a alternativa correta:
A O p-valor comprova que o tratamento B4 é superior a todos os demais bioestimulantes testados.
B O valor-p indica que não há diferenças significativas entre os tratamentos, pois em experimentos agrícolas a significância só é aceita se o valor for inferior a 0,01.
C O p-valor é uma medida de produtividade média e indica que o ganho médio do experimento foi de 3%.
D O p-valor de 0,03 demonstra que a variação observada entre as médias é meramente aleatória e não decorre dos tratamentos aplicados.
E O p-valor indica a rejeição da hipótese nula ao nível de 5% de significância, evidenciando que existe diferença entre, pelo menos, dois dos bioestimulantes.

Na experimentação agrícola, a escolha do delineamento é condicionada pela uniformidade das condições ambientais. O Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC) pressupõe homogeneidade total da área. Contudo, quando existe uma fonte de variação conhecida ou previsível (como um gradiente de infestação de pragas ou fertilidade), o pesquisador deve utilizar o princípio do controle local. O uso de blocos permite que essa variação externa seja isolada, evitando que ela infle o erro residual e mascare o efeito dos tratamentos.

Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um pesquisador avaliou a eficácia de quatro métodos de controle de uma praga na cultura da soja: Químico (M1), Biológico (M2), Cultural (M3) e Testemunha (M4). O experimento foi conduzido em Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC) com cinco repetições. Após a coleta dos dados, a Análise de Variância (ANOVA) apresentou um Quadrado Médio do Resíduo (erro) extremamente alto e Coeficiente de Variação (CV%) elevado, impossibilitando a detecção de diferenças significativas, apesar de as médias numéricas serem distintas. Verificou-se que a infestação inicial da praga não era uniforme em toda a área experimental.
Sobre os fatores que contribuíram para esse problema e as possíveis soluções, avalie as afirmativas a seguir:
I. O uso do DIC foi inadequado para este cenário, pois esse delineamento não oferece mecanismos para controlar variações ambientais conhecidas, como o gradiente de infestação inicial.
II. A alta heterogeneidade observada poderia ter sido mitigada com a adoção do Delineamento em Blocos Casualizados (DBC), agrupando as parcelas com níveis de infestação inicial similares dentro de um mesmo bloco.
III. O número de cinco repetições, embora tecnicamente aceitável para o cálculo dos graus de liberdade, torna-se insuficiente quando o pesquisador falha em controlar as fontes de variação externa via delineamento.
IV. O aumento do tamanho das parcelas, mantendo o DIC, seria a solução definitiva para o problema, pois parcelas maiores eliminam automaticamente a necessidade de blocagem em áreas heterogêneas.
A I e IV, apenas.
B II, III e IV, apenas.
C II e III, apenas.
D III e IV, apenas.
E I, II e III, apenas.

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Prova Impressa
GABARITO | Avaliação II - Individual (Cod.:1633328)
Verde: resposta correta. Vermelho: alternativa marcada por você que está incorreta.
Peso da Avaliação 1,50
Prova 123841362
Qtd. de Questões 10
Acertos/Erros 9/1
Nota 9,00
A Análise de Variância (ANOVA) é uma técnica paramétrica poderosa, mas a validade das suas 
conclusões depende do atendimento de pressupostos, sendo a normalidade dos resíduos um dos mais 
críticos. Quando os dados apresentam desvios severos da normalidade, comprovados por testes como 
o de Shapiro-Wilk, o pesquisador deve optar por métodos não-paramétricos ou transformações 
matemáticas que estabilizem a distribuição, sob o risco de comprometer o poder estatístico do 
experimento.
Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com 
noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um pesquisador avaliou o efeito de três doses de adubação nitrogenada (20, 40 e 60 kg/ha) na 
produtividade de trigo. Ao realizar o diagnóstico do modelo, observou-se que a produtividade 
(kg/parcela) apresentava uma distribuição significativamente não-normal (Shapiro-Wilk p 0,8).
B Não há evidências estatísticas para rejeitar a igualdade entre as cultivares, dado que o número de
repetições é reduzido.
C A Cultivar A apresenta um crescimento superior à Cultivar B, com uma confiança estatística de
99%.
D Os dados são inconclusivos, pois experimentos com apenas 4 repetições exigem
obrigatoriamente o uso de testes não paramétricos.
E O tamanho do efeito é considerado pequeno (dforem normais ou se as variâncias forem heterogêneas. Cumpridos os pressupostos, a 
interpretação da significância global deve ser o único norteador para a recomendação de insumos, 
evitando que diferenças numéricas aleatórias sejam confundidas com benefícios reais.
Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com 
noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um pesquisador analisou o efeito de três doses de fósforo (0, 50 e 100 kg/ha) na produtividade de 
milho. Os resultados estatísticos processados foram:
Significância Global (ANOVA): Valor-p = 0,62 / QM Entre = 320 / QM Residual = 350.
Diagnóstico de Pressupostos:
Normalidade (Shapiro-Wilk): p = 0,45 (Dados normais).
Homocedasticidade (Levene): p = 0,23 (Variâncias homogêneas).
Com base nas informações apresentadas e considerando o rigor científico, avalie as asserções a seguir 
e a relação proposta entre elas:
I. O pesquisador deve concluir que não há evidências estatísticas suficientes para afirmar que as doses 
de fósforo testadas influenciaram a produtividade da cultura nessas condições experimentais.
PORQUE
II. O valor-p obtido (0,62) é superior ao nível de significância crítico (¿¿¿¿ = 0,05) e o Quadrado 
Médio Residual é numericamente superior ao Quadrado Médio Entre Tratamentos, sob pressupostos 
plenamente atendidos.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
5
A A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
B As asserções I e II são verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
C A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
D As asserções I e II são falsas.
E As asserções I e II são verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
O Coeficiente de Variação (CV%) expressa o desvio padrão como uma porcentagem da média, 
funcionando como uma medida da precisão experimental. Em ensaios de campo, valores elevados de 
CV% indicam que o erro experimental (ruído) está alto em relação ao sinal dos tratamentos. Quando 
isso ocorre no Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC), geralmente, deve-se à falha em 
considerar gradientes ambientais que poderiam ter sido isolados por meio da blocagem.
Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com 
noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um estudo silvicultural avaliou o efeito de quatro espaçamentos entre plantas (E1: 0,5m; E2: 0,75m; 
E3: 1,0m; E4: 1,25m) na produtividade de madeira de eucalipto (m3/ha). O pesquisador adotou o 
Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC) com 6 repetições. Ao final da análise, obteve-se um 
CV de 28%, valor considerado excessivo para este tipo de experimento, resultando em um Teste F 
não significativo, apesar das diferenças numéricas expressivas entre as médias.
Com base nas informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. A magnitude do coeficiente de variação (28%) indica que o uso do Delineamento Inteiramente 
Casualizado (DIC) foi tecnicamente inadequado para garantir a precisão necessária neste ensaio de 
campo.
PORQUE
II. Em áreas florestais, variações edáficas (fertilidade e umidade do solo) costumam ser heterogêneas 
e, ao serem ignoradas pelo DIC, são somadas ao erro residual, podendo ser mitigadas pelo uso do 
Delineamento em Blocos Casualizados (DBC).
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
A A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
B As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
C A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
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D As asserções I e II são proposições falsas.
E As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
A avaliação da resistência a doenças em plantas utiliza frequentemente escalas de notas (dados 
ordinais). Nesses casos, a aplicação da Análise de Variância (ANOVA) pode ser inadequada devido à 
natureza discreta dos dados, sendo preferível o uso de testes não paramétricos como o de Kruskal-
Wallis. A interpretação do p-valor nesse teste determina se as medianas das notas de resistência das 
cultivares diferem entre si de forma estatisticamente significativa.
Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com 
noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um fitopatologista conduziu um experimento com 5 repetições para avaliar a resistência ao 
crestamento bacteriano em três cultivares de feijão. A severidade da doença foi quantificada por uma 
escala de notas de 1 (altamente resistente) a 5 (altamente suscetível). O pesquisador aplicou o teste de 
Kruskal-Wallis para comparar o desempenho das cultivares e obteve um valor de p = 0,12.
Com base nas informações apresentadas, avalie as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. O pesquisador deve concluir que não existem evidências estatísticas suficientes para afirmar que as 
cultivares apresentam níveis de resistência diferentes entre si.
PORQUE
II. O valor de probabilidade calculado (p = 0,12) é superior ao nível de significância adotado (α = 
0,05), resultando na manutenção da hipótese nula (H0).
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta:
A A asserção I é uma proposição falsa e a II é uma proposição verdadeira.
B A asserção I é uma proposição verdadeira e a II é uma proposição falsa.
C As asserções I e II são proposições falsas.
D As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa correta da I.
E As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
A escolha de um teste de hipóteses para comparação de dois tratamentos independentes deve ser 
precedida pela verificação dos pressupostos da estatística paramétrica. Em estudos de eficiência 
hídrica, é comum a ocorrência de dados com assimetria acentuada ou variância heterogênea. Quando 
o teste de Shapiro-Wilk aponta a falta de normalidade (pdo acaso (erro experimental), permitindo a rejeição da hipótese nula 
de igualdade. Contudo, a ANOVA não discrimina quais tratamentos diferem entre si, tarefa que cabe 
aos testes de comparações múltiplas, como o de Tukey.
Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com 
noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um pesquisador avaliou o efeito de quatro bioestimulantes (B1, B2, B3 e B4) na produtividade do 
trigo. Os dados foram submetidos à Análise de Variância, resultando em um p-valor = 0,03. O quadro 
de médias e o desdobramento pelo teste de Tukey (α = 0,05) revelaram que:
A maior produtividade foi obtida com B4 (3.900 kg/ha).
B4 difere significativamente de B1 e B2, mas não apresenta diferença estatística em relação a B3.
Com base na interpretação do p-valor da ANOVA (0,03), assinale a alternativa correta:
9
A O p-valor comprova que o tratamento B4 é superior a todos os demais bioestimulantes testados.
B O valor-p indica que não há diferenças significativas entre os tratamentos, pois em experimentos
agrícolas a significância só é aceita se o valor for inferior a 0,01.
C O p-valor é uma medida de produtividade média e indica que o ganho médio do experimento foi
de 3%.
D O p-valor de 0,03 demonstra que a variação observada entre as médias é meramente aleatória e
não decorre dos tratamentos aplicados.
E O p-valor indica a rejeição da hipótese nula ao nível de 5% de significância, evidenciando que
existe diferença entre, pelo menos, dois dos bioestimulantes.
Na experimentação agrícola, a escolha do delineamento é condicionada pela uniformidade das 
condições ambientais. O Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC) pressupõe homogeneidade 
total da área. Contudo, quando existe uma fonte de variação conhecida ou previsível (como um 
gradiente de infestação de pragas ou fertilidade), o pesquisador deve utilizar o princípio do controle 
local. O uso de blocos permite que essa variação externa seja isolada, evitando que ela infle o erro 
residual e mascare o efeito dos tratamentos.
Fonte: ANDRADE, D. F.; OGLIARI, P. J. Estatística para as ciências agrárias e biológicas com 
noções de experimentação. 3. ed. Florianópolis: Editora da UFSC, 2007.
Um pesquisador avaliou a eficácia de quatro métodos de controle de uma praga na cultura da soja: 
Químico (M1), Biológico (M2), Cultural (M3) e Testemunha (M4). O experimento foi conduzido em 
Delineamento Inteiramente Casualizado (DIC) com cinco repetições. Após a coleta dos dados, a 
Análise de Variância (ANOVA) apresentou um Quadrado Médio do Resíduo (erro) extremamente alto 
e Coeficiente de Variação (CV%) elevado, impossibilitando a detecção de diferenças significativas, 
apesar de as médias numéricas serem distintas. Verificou-se que a infestação inicial da praga não era 
uniforme em toda a área experimental.
Sobre os fatores que contribuíram para esse problema e as possíveis soluções, avalie as afirmativas a 
seguir:
I. O uso do DIC foi inadequado para este cenário, pois esse delineamento não oferece mecanismos 
para controlar variações ambientais conhecidas, como o gradiente de infestação inicial. 
II. A alta heterogeneidade observada poderia ter sido mitigada com a adoção do Delineamento em 
Blocos Casualizados (DBC), agrupando as parcelas com níveis de infestação inicial similares dentro 
de um mesmo bloco. 
III. O número de cinco repetições, embora tecnicamente aceitável para o cálculo dos graus de 
liberdade, torna-se insuficiente quando o pesquisador falha em controlar as fontes de variação externa 
via delineamento.
IV. O aumento do tamanho das parcelas, mantendo o DIC, seria a solução definitiva para o problema, 
pois parcelas maiores eliminam automaticamente a necessidade de blocagem em áreas heterogêneas.
É correto o que se afirma em:
10
A II, III e IV, apenas.
B II e III, apenas.
C I e IV, apenas.
D III e IV, apenas.
E I, II e III, apenas.
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