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ATLAS DE HISTOLOGIA Aula Prática Tecidos Epiteliais e Glandulares Alunas Daniela Lourenço Ribeiro Hellen Maria Vieira Rodrigues Curso de Odontologia Centro Universitário de Caratinga (UNEC) Professora orientadora: Patrícia Santos 2026/2SUMÁRIO 01 Apresentação 02 Autoria 03 Introdução ao tecido epitelial 04 Lâmina 59 Estômago 05 Lâmina 62 - Intestino delgado 06 Lâmina 43/73 Traqueia 07 Lâmina 43 - Feixe vásculo-nervoso 08 Lâmina 51 Pele palmar 09 Lâmina 57 Esôfago 10 Lâmina 77 - Bexiga 11 Lâmina 66 Glândula submandibular 12 Lâmina 80 Tireoide 13 Lâmina 68 - Pâncreas 14 Lâmina 21 - Tendão 15 Lâmina 20 - Cordão umbilical 16 Lâmina 16 - Artéria elástica 17 Lâmina 11 - Pele e fígado 18 Lâmina 9 - Pele fina 19 Processo 20 Objetivo do estudo 21 Conclusão 22 ReferênciasAPRESENTAÇÃO Este atlas foi elaborado pelas alunas Daniela Lourenço Ribeiro e Hellen Maria Vieira Rodrigues, do curso de Odontologia do Centro Universitário de Caratinga (UNEC), com propósito de registrar e organizar as observações realizadas nas aulas práticas de Histologia. As imagens correspondem às lâminas analisadas no Laboratório de Histologia e foram organizadas em diferentes ampliações para facilitar a visualização e reconhecimento das estruturas microscópicas. A proposta é relacionar a morfologia observada ao microscópio com a classificação e as funções dos tecidos. 03AUTORIA 1 Daniela Lourenço Ribeiro Graduanda em Odontologia Centro Universitário de Caratinga (UNEC) 2 Hellen Maria Vieira Rodrigues Graduanda em Odontologia Centro Universitário de Caratinga (UNEC) 04INTRODUÇÃO TECIDO EPITELIAL O tecido epitelial é constituído por células estreitamente unidas, com pouca matriz extracelular. Está presente no revestimento de superfícies, órgãos e cavidades, além de participar da formação das glândulas. Entre suas funções estão proteção, absorção e secreção. Nas lâminas desta prática, a identificação considera principalmente a forma celular, número de camadas e as especializações da superfície, permitindo reconhecer diferentes padrões de epitélio. CLASSIFICAÇÃO Simples Estratificado Pseudoestratificado Transição Glandular 05Lâmina 59 Região fúndica do estômago - - coloração HE. A mucosa gástrica reveste a superfície interna do estômago e é responsável pela secreção de muco protetor, ácido clorídrico e enzimas digestivas. Seu epitélio é do tipo simples colunar (prismático simples), disposto em invaginações chamadas fovéolas gástricas, que se conectam às glândulas gástricas. MUCOSA GÁSTRICA AMPLIAÇÃO 4x ESTRUTURAS OBSERVADAS Mucosa gástrica Figura 1 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro aumento 4xLâmina 59 Região fúndica do estômago - - coloração HE. Em maior aumento, observa-se o epitélio simples prismático que reveste a mucosa gástrica, formado por células colunares justapostas, apoiadas sobre uma delgada região de tecido conjuntivo (lâmina própria). EPITÉLIO SIMPLES CÉLULAS GÁSTRICAS AMPLIAÇÃO 40x ESTRUTURAS OBSERVADAS Epitélio de Revestimento Simples Prismático Células gástricas Região de tecido conjuntivo TECIDO CONJUNTIVO Figura 2 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro aumento 40xLâmina 62 - Jejuno e íleo - coloração HE. intestino delgado apresenta superfície especializada em absorção, formada por vilosidades intestinais recobertas por epitélio simples prismático com borda estriada (microvilosidades) e células caliciformes produtoras de muco. CÉLULAS CALICIFORMES BORDA ESTRIADA AMPLIAÇÃO 40x ESTRUTURAS OBSERVADAS Epitélio de Revestimento Simples Prismático com borda estriada e célula caliciforme Células entéricas Células caliciformes Borda estriada CÉLULAS ENTÉRICAS Figura 3 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro aumento 40xLâmina 43 - Traqueia - coloração HE. A traqueia é revestida por epitélio pseudoestratificado colunar ciliado, com células caliciformes intercaladas. Os cílios promovem a movimentação do muco e de partículas inaladas em direção à faringe. Sua parede é sustentada por anéis de cartilagem hialina, envolvidos por tecido conjuntivo. MUCOSA AMPLIAÇÃO 4x ESTRUTURAS OBSERVADAS Mucosa Cartilagem Região de tecido conjuntivo TECIDO CONJUNTIVO CARTILAGEM Figura 4 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro aumento 4xLâmina 73 Traqueia - coloração HE. Em maior aumento, observa-se o epitélio pseudoestratificado ciliado da traqueia, com células caliciformes distribuídas entre as células ciliadas. Essa organização garante a limpeza contínua das vias aéreas pelo transporte mucociliar. CÉLULA EPITÉLIO CÍLIOS AMPLIAÇÃO 40x ESTRUTURAS OBSERVADAS Epitélio de Revestimento Pseudoestratificado Prismático Ciliado e com célula caliciforme Epitélio Cílios Célula caliciforme Figura 5 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro aumento 40xLâmina 43 - Feixe vásculo nervoso - coloração HE. Feixes vásculo-nervosos são conjuntos de vasos sanguíneos e fibras nervosas envolvidos por tecido conjuntivo, garantindo irrigação e inervação dos tecidos adjacentes. LUZ/LÚMEN FEIXES NERVOSOS AMPLIAÇÃO 4x ESTRUTURAS OBSERVADAS Feixes nervosos Luz/Lúmen Região de tecido conjuntivo Endotélio TECIDO CONJUNTIVO Figura 6 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro aumento 4xLâmina 43 Feixe vásculo nervoso - - coloração HE. Em maior aumento, endotélio que reveste a luz do vaso sanguíneo é constituído por epitélio simples pavimentoso, cujos núcleos achatados acompanham a curvatura da parede vascular. ENDOTÉLIO NÚCLEOS ENDOTELIAIS AMPLIAÇÃO 40x ESTRUTURAS OBSERVADAS Epitélio de Revestimento Simples Pavimentoso Endotélio Núcleos das células endoteliais EPITÉLIO SIMPLES PAVIMENTOSO Figura 7 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro aumento 40xLâmina 51 - Corte de pele espessa - - coloração HE. A pele espessa da região palmar apresenta epiderme queratinizada bastante desenvolvida, organizada em camadas basal, espinhosa, granulosa e córnea, refletindo sua função de proteção contra o atrito mecânico constante. Abaixo da epiderme, a derme é formada por tecido conjuntivo denso, rico em fibras colágenas. DERME EPIDERME HIPODERME AMPLIAÇÃO 4x ESTRUTURAS OBSERVADAS Tecido epitelial: epiderme Tecido conjuntivo: derme Tecido adiposo: hipoderme Figura 8 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro aumento 4xLâmina 51 Corte de pele espessa - coloração HE. Em maior aumento, distinguem-se as camadas da epiderme: a basal, germinativa; a espinhosa, com pontes intercelulares; a granulosa, rica em grânulos de queratohialina; e a córnea, composta por células queratinizadas anucleadas. CAMADA CÓRNEA CAMADA GRANULOSA AMPLIAÇÃO 40x ESTRUTURAS OBSERVADAS Epitélio de Revestimento Estratificado Pavimentoso Queratinizado Camada basal Camada espinhosa Camada granulosa Camada córnea CAMADA BASAL CAMADA ESPINHOSA Figura 9 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro aumentoLâmina 57 - Esôfago - coloração HE. esôfago é revestido por epitélio estratificado pavimentoso não queratinizado, adaptado ao trânsito do bolo alimentar. Sua submucosa contém glândulas esofágicas e sua parede possui camadas musculares responsáveis pelos movimentos peristálticos. MUCOSA EPITÉLIO AMPLIAÇÃO 4x ESTRUTURAS OBSERVADAS Epitélio Mucosa Tecido conjuntivo Músculo liso Glândulas esofágicas GLÂNDULAS ESOFÁGICAS MÚSCULO LISO Figura 10 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro aumento 4xLâmina 57 - Esôfago - coloração HE. Em maior aumento, observa-se o epitélio estratificado pavimentoso não queratinizado da mucosa esofágica, apoiado sobre a lâmina própria de tecido conjuntivo frouxo, sem a camada córnea presente na pele. EPITÉLIO ESTRATIFICADO MUCOSA AMPLIAÇÃO 40x ESTRUTURAS OBSERVADAS Epitélio de Revestimento Estratificado Pavimentoso Não Queratinizado Mucosa Lâmina própria Tecido conjuntivo LÂMINA PRÓPRIA TECIDO CONJUNTIVO Figura 11 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro aumento 40xLâmina 77 Bexiga - coloração HE. A bexiga urinária é revestida por epitélio de transição (urotélio), capaz de se distender conforme o volume de urina armazenado, sem perder a integridade da barreira epitelial. LUZ/LÚMEN EPITÉLIO AMPLIAÇÃO 4x ESTRUTURAS OBSERVADAS Epitélio Mucosa Luz/Lúmen MUCOSA Figura 12 Registro fotográfico: Hellen Maria Vieira Rodrigues aumento 4xLâmina 77 - Bexiga - coloração HE. Em maior aumento, o epitélio de transição mostra células superficiais arredondadas que se achatam quando a bexiga está distendida, apoiadas sobre a lâmina própria de tecido conjuntivo. EPITÉLIO DE TRANSIÇÃO AMPLIAÇÃO 40x ESTRUTURAS OBSERVADAS Epitélio de Revestimento de Transição Lâmina própria LÂMINA PRÓPRIA Figura 13 Registro fotográfico: Hellen Maria Vieira Rodrigues aumento 40xLâmina 66 - corte de submandibular - coloração Tricrômico de Gomori. A glândula submandibular é uma glândula salivar mista, composta principalmente por ácinos serosos e, em menor proporção, por ácinos mucosos. Está envolvida por uma cápsula de tecido conjuntivo que emite septos, delimitando os lóbulos glandulares. CÁPSULA CONJUNTIVA SEPTO AMPLIAÇÃO 4x ESTRUTURAS OBSERVADAS Ducto intralobular Ducto interlobular Cápsula de tecido conjuntivo Septo DUCTO INTERLOBULAR Figura 14 Registro fotográfico: Hellen Maria Vieira Rodrigues aumento 4xLâmina 66 - corte de submandibular - coloração Tricrômico de Gomori. Em maior aumento, distinguem-se os ácinos serosos, mais numerosos e intensamente corados, dos ácinos mucosos, de aspecto mais claro, além dos ductos intralobulares que conduzem a saliva produzida. DUCTO INTRALOBULAR SEPTO AMPLIAÇÃO ESTRUTURAS OBSERVADAS Glândula Exócrina Composta Tubulo-acinosa e Sero-mucosa Ducto intralobular Ácino mucoso Ácino seroso Septo ÁCINO MUCOSO ÁCINO SEROSO Figura 15 Registro fotográfico: Hellen Maria Vieira Rodrigues aumentoLâmina 80 - corte da tireoide - coloração HE. A tireoide é uma glândula endócrina organizada em folículos, estruturas esféricas preenchidas por colóide e revestidas por células foliculares (tireócitos), responsáveis pela síntese dos hormônios tireoidianos. A glândula é envolvida por uma cápsula de tecido conjuntivo que emite septos delicados entre os folículos. CÁPSULA CONJUNTIVA AMPLIAÇÃO 4x ESTRUTURAS OBSERVADAS Tireóide Cápsula de tecido conjuntivo TIREÓIDE Figura 16 Registro fotográfico: Hellen Maria Vieira Rodrigues aumento 4xLâmina 80 - corte da tireoide - coloração HE. Junto à tireoide, observa-se a paratireoide, glândula endócrina de células mais compactas e densamente agrupadas, responsável pela produção do paratormônio, envolvido na regulação do cálcio sanguíneo. TIREÓIDE AMPLIAÇÃO ESTRUTURAS OBSERVADAS Tireóide Paratireóide PARATIREÓIDE Figura 17 Registro fotográfico: Hellen Maria Vieira Rodrigues aumento 10xLâmina 80 - corte da tireoide - coloração HE. Em maior aumento, os folículos tireoidianos exibem colóide central circundado por tireócitos cúbicos, cuja altura varia conforme a atividade secretora da glândula. TIREÓCITOS AMPLIAÇÃO 40x ESTRUTURAS OBSERVADAS Glândula E Endócrina Folicular Folículo tireoidiano Tireócitos Colóide COLÓIDE FOLÍCULO TIREOIDIANO Figura 18 Registro fotográfico: Hellen Maria Vieira Rodrigues aumento 40xLâmina 68 - corte do pâncreas - coloração Hemat. (com lúmen de cromo) e Floxina. pâncreas exócrino é formado por ácinos serosos organizados em torno de um sistema de ductos. Dispersas entre os ácinos encontram-se as ilhotas de Langerhans, estruturas endócrinas responsáveis pela secreção de insulina e glucagon. ÁCINOS AMPLIAÇÃO 4x ESTRUTURAS OBSERVADAS Ácinos Ilhota de Langherans ILHOTA DE LANGERHANS Figura 19 Registro fotográfico: Hellen Maria Vieira Rodrigues aumento 4xLâmina 68 - corte do pâncreas - coloração Hemat. (com lúmen de cromo) e Floxina. Em maior aumento, a ilhota de Langerhans revela sua população celular heterogênea, com células alfa produtoras de glucagon na periferia e células beta produtoras de insulina predominando na região central. ILHOTA DE LANGERHANS AMPLIAÇÃO 40x ESTRUTURAS OBSERVADAS Ilhota de Langherans Células (beta) Células a (alfa) CÉLULAS (BETA) CÉLULAS A (ALFA) Figura 20 Registro fotográfico: Hellen Maria Vieira Rodrigues aumento 40xLâmina 68 - corte do pâncreas - coloração Hemat. (com lúmen de cromo) e Floxina. Os ácinos serosos são formados por células piramidais com núcleo basal e citoplasma repleto de grânulos de zimogênio, responsáveis pela síntese das enzimas digestivas liberadas no duodeno. GLÂNDULA ACINOSA SEROSA AMPLIAÇÃO 40x ESTRUTURAS OBSERVADAS Glândula Exócrina Composta Acinosa Serosa Ácino seroso ÁCINO PANCREÁTICO SEROSO Figura 21 Registro fotográfico: Hellen Maria Vieira Rodrigues aumento 40xLâmina 21 - Tendão - coloração HE. tendão é constituído por tecido conjuntivo denso modelado, com feixes espessos de fibras colágenas dispostos paralelamente ao eixo de tração. Entre os feixes encontram-se os tendinócitos (fibroblastos), células alongadas responsáveis pela manutenção da matriz extracelular. I AMPLIAÇÃO FEIXES DE COLÁGENO 40x ESTRUTURAS OBSERVADAS Feixes de colágeno Tendinócitos (fibroblastos) TENDINÓCITOS (FIBROBLASTOS) Figura 22 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro e Hellen Maria Vieira Rodrigues aumentoLâmina 20 - Cordão umbilical - coloração HE. cordão umbilical é revestido externamente pelo âmnio e preenchido por tecido conjuntivo mucoso, a gelatina de Wharton, rica em substância fundamental amorfa. Essa matriz frouxa protege os vasos umbilicais contra compressão e torção. REVESTIMENTO AMNIÓTICO AMPLIAÇÃO 4x ESTRUTURAS OBSERVADAS Revestimento amniótico Gelatina de Wharton GELATINA DE WHARTON Figura 23 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro e Hellen Maria Vieira Rodrigues aumento 4xLâmina 20 - Cordão umbilical - coloração HE. Em maior aumento, observam-se fibroblastos dispersos em meio à abundante substância fundamental amorfa da gelatina de Wharton, característica do tecido conjuntivo mucoso. AMPLIAÇÃO FIBROBLASTOS 40x ESTRUTURAS OBSERVADAS Fibroblastos Substância fundamental amorfa SUBSTÂNCIA FUNDAMENTAL AMORFA Figura 24 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro e Hellen Maria Vieira Rodrigues aumentoLâmina 16 - Artéria elástica - coloração HE. Artérias elásticas apresentam parede espessa, organizada em três túnicas. A túnica média é a mais desenvolvida, rica em lâminas elásticas concêntricas que conferem complacência à parede vascular durante 0 ciclo cardíaco. LÚMEN TÚNICA ADVENTÍCIA AMPLIAÇÃO 4x ESTRUTURAS OBSERVADAS Lúmen Túnica adventícia Túnica média TÚNICA MÉDIA Figura 25 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro e Hellen Maria Vieira Rodrigues aumento 4xLâmina 16 - Artéria elástica - coloração HE. Em maior aumento, destacam-se as numerosas lâminas elásticas onduladas da túnica média, entremeadas por células musculares lisas responsáveis pela sua síntese e manutenção. AMPLIAÇÃO LÂMINAS ELÁSTICAS 40x ESTRUTURAS OBSERVADAS Lâminas elásticas Túnica média TÚNICA MÉDIA Figura 26 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro e Hellen Maria Vieira Rodrigues aumentoLâmina 11 - Corte de pele e fígado - coloração HE. parênquima hepático é organizado em cordões de hepatócitos que se irradiam a partir da veia central, separados por sinusoides hepáticos. Os hepatócitos são células poliédricas com núcleo esférico e central. AMPLIAÇÃO HEPATÓCITOS 40x ESTRUTURAS OBSERVADAS Hepatócitos Sinusoides hepáticos SINUSOIDES HEPÁTICOS Figura 27 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro e Hellen Maria Vieira Rodrigues aumento (região: fígado)Lâmina 11 - Corte de pele e fígado - coloração HE. No mesmo conjunto, corte de pele evidencia a transição entre epiderme e derme, com queratinócitos na camada superficial e tecido conjuntivo denso não modelado na derme subjacente. AMPLIAÇÃO EPIDERME 40x ESTRUTURAS OBSERVADAS Epiderme Derme DERME Figura 28 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro e Hellen Maria Vieira Rodrigues aumento 40x (região: pele)Lâmina 9 - Pele fina (pele pilosa) - coloração Tricrômica. A pele fina apresenta anexos cutâneos bem desenvolvidos, como folículos pilosos e glândulas sebáceas associadas, envoltos por tecido conjuntivo denso da derme. A coloração tricrômica evidencia em azul-esverdeado as fibras colágenas do tecido conjuntivo. AMPLIAÇÃO FOLÍCULO PILOSO ESTRUTURAS OBSERVADAS Folículo piloso Glândula sebácea GLÂNDULA SEBÁCEA Figura 29 Registro fotográfico: Daniela Lourenço Ribeiro e Hellen Maria Vieira Rodrigues aumento 10xPROCESSO Este atlas foi construído a partir da análise de lâminas histológicas no Laboratório de Histologia, com o apoio de microscópios ópticos e do material didático disponibilizado durante as aulas práticas de Tecidos Epiteliais e Glandulares. Cada lâmina foi observada com atenção para identificar os tipos de epitélio, o número de camadas e as especializações de superfície, relacionando a morfologia observada à classificação apresentada na introdução. trabalho em dupla favoreceu a troca de informações entre as autoras e a construção conjunta do conteúdo, contribuindo para uma compreensão mais sólida dos temas abordados em aula.OBJETIVO DO ESTUDO objetivo deste estudo foi aprofundar o reconhecimento dos diferentes tipos de tecido epitelial de revestimento e glandular, relacionando as características morfológicas observadas ao microscópio com a classificação histológica e as funções desempenhadas por cada tecido. Esse conhecimento é essencial para estudantes de Odontologia e da área da saúde de modo geral, pois fundamenta o reconhecimento de tecidos normais e favorece, mais adiante, a compreensão de alterações patológicas na prática clínica.CONCLUSÃO A observação das lâminas histológicas permitiu reconhecer, na prática, os padrões de epitélio simples, estratificado, pseudoestratificado, de transição e glandular estudados na teoria, associando cada um às suas funções de proteção, absorção e secreção. A análise cuidadosa de cada lâmina consolidou conhecimentos fundamentais para a formação acadêmica em Odontologia e para a futura prática clínica.REFERÊNCIAS ABREU, J.C. 2019. Células, tecidos e seus componentes químicos: uma abordagem teórico-prática. Roteiro de aulas práticas. UNEC. RIZZO, E.; BAZZOLI, N. 2000. Roteiro de aulas práticas de citologia e histologia geral. Departamento de Morfologia, ICB-UFMG. Roteiro de Aulas Práticas de Histologia material utilizado nas aulas práticas da disciplina. Atlas elaborado para fins acadêmicos - 2026/2 27

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