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Resumo para Enfermeiro IBGP

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Questões resolvidas

Em relação às complicações crônicas do diabetes e a assistência de enfermagem a pacientes diabéticos, classifique V para verdadeiro e F para falso:
( ) A retinopatia diabética é uma das principais complicações do diabetes mellitus tipo 1. Essa condição apesar de ser grave, não chega a causar cegueira.
( ) O acompanhamento e tratamento de lesões nos pés decorrentes do diabetes demanda uma equipe multidisciplinar e requer uma adequada adesão ao paciente.
( ) As doenças cardiovasculares se apresentam de forma mais branda e tardia em pacientes diabéticos do que em pacientes hígidos.
( ) A principal complicação do diabetes mellitus tipo 1 é a cetoacidose diabética, que pode ser desencadeada por fatores como omissão de dose de insulina ou situações de estresse agudo como infecções, traumas ou emergências cardiovasculares.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta (de cima para baixo):
( ) A retinopatia diabética é uma das principais complicações do diabetes mellitus tipo 1. Essa condição apesar de ser grave, não chega a causar cegueira.
( ) O acompanhamento e tratamento de lesões nos pés decorrentes do diabetes demanda uma equipe multidisciplinar e requer uma adequada adesão ao paciente.
( ) As doenças cardiovasculares se apresentam de forma mais branda e tardia em pacientes diabéticos do que em pacientes hígidos.
( ) A principal complicação do diabetes mellitus tipo 1 é a cetoacidose diabética, que pode ser desencadeada por fatores como omissão de dose de insulina ou situações de estresse agudo como infecções, traumas ou emergências cardiovasculares.
A) F - V - F - V.
B) V - F - V - F.
C) F - V - V - V.
D) V - V - F - V.
E) F - V - V - F.

A principal meta do tratamento do Diabetes Melito (DM) consiste em normalizar a atividade da insulina e os níveis de glicemia, a fim de reduzir o desenvolvimento de complicações vasculares e neuropáticas. Os enfermeiros desempenham um papel vital na identificação de pacientes com DM, na avaliação das habilidades de autocuidado, no fornecimento de orientações básicas, no reforço da orientação por um especialista e no encaminhamento dos pacientes para cuidados de acompanhamento após a alta hospitalar. Referente às orientações prestadas a esses pacientes, analise as assertivas abaixo: I. A orientação inicial aborda a importância de hábitos alimentares consistentes, a relação entre o alimento e a insulina e o fornecimento de um plano alimentar individualizado. II. Avaliar a situação social do paciente à procura de fatores que possam influenciar o tratamento do DM e o plano de orientação, por exemplo: baixo nível de instrução, recursos financeiros limitados, apoio familiar ou não, agenda diária e déficits neurológicos. III. Assegurar que esses pacientes estejam totalmente cientes das medidas de prevenção relacionadas com o cuidado dos pés, o cuidado dos olhos e o manejo de fatores de risco. Quais estão corretas?
a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas III.
d) Apenas I e II.
e) I, II e III.

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Questões resolvidas

Em relação às complicações crônicas do diabetes e a assistência de enfermagem a pacientes diabéticos, classifique V para verdadeiro e F para falso:
( ) A retinopatia diabética é uma das principais complicações do diabetes mellitus tipo 1. Essa condição apesar de ser grave, não chega a causar cegueira.
( ) O acompanhamento e tratamento de lesões nos pés decorrentes do diabetes demanda uma equipe multidisciplinar e requer uma adequada adesão ao paciente.
( ) As doenças cardiovasculares se apresentam de forma mais branda e tardia em pacientes diabéticos do que em pacientes hígidos.
( ) A principal complicação do diabetes mellitus tipo 1 é a cetoacidose diabética, que pode ser desencadeada por fatores como omissão de dose de insulina ou situações de estresse agudo como infecções, traumas ou emergências cardiovasculares.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta (de cima para baixo):
( ) A retinopatia diabética é uma das principais complicações do diabetes mellitus tipo 1. Essa condição apesar de ser grave, não chega a causar cegueira.
( ) O acompanhamento e tratamento de lesões nos pés decorrentes do diabetes demanda uma equipe multidisciplinar e requer uma adequada adesão ao paciente.
( ) As doenças cardiovasculares se apresentam de forma mais branda e tardia em pacientes diabéticos do que em pacientes hígidos.
( ) A principal complicação do diabetes mellitus tipo 1 é a cetoacidose diabética, que pode ser desencadeada por fatores como omissão de dose de insulina ou situações de estresse agudo como infecções, traumas ou emergências cardiovasculares.
A) F - V - F - V.
B) V - F - V - F.
C) F - V - V - V.
D) V - V - F - V.
E) F - V - V - F.

A principal meta do tratamento do Diabetes Melito (DM) consiste em normalizar a atividade da insulina e os níveis de glicemia, a fim de reduzir o desenvolvimento de complicações vasculares e neuropáticas. Os enfermeiros desempenham um papel vital na identificação de pacientes com DM, na avaliação das habilidades de autocuidado, no fornecimento de orientações básicas, no reforço da orientação por um especialista e no encaminhamento dos pacientes para cuidados de acompanhamento após a alta hospitalar. Referente às orientações prestadas a esses pacientes, analise as assertivas abaixo: I. A orientação inicial aborda a importância de hábitos alimentares consistentes, a relação entre o alimento e a insulina e o fornecimento de um plano alimentar individualizado. II. Avaliar a situação social do paciente à procura de fatores que possam influenciar o tratamento do DM e o plano de orientação, por exemplo: baixo nível de instrução, recursos financeiros limitados, apoio familiar ou não, agenda diária e déficits neurológicos. III. Assegurar que esses pacientes estejam totalmente cientes das medidas de prevenção relacionadas com o cuidado dos pés, o cuidado dos olhos e o manejo de fatores de risco. Quais estão corretas?
a) Apenas I.
b) Apenas II.
c) Apenas III.
d) Apenas I e II.
e) I, II e III.

Prévia do material em texto

Resumos para
Enfermeiro
Parte 2 dos principais temas de conhecimentos
específicos cobrados para ENFERMEIRO pela
banca IBGP!
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Esse material foi elaborado com muito carinho pensando em te ajudar no seu
processo de estudos, rumo à sua aprovação!
Desejo que faça um excelente uso e aproveitamento dessa apostila!
Reforço que esse material é para reprodução individual, protegido pela lei nº
9610/1998; pelo artigo nº 184 do Código Penal Brasileiro; e também pela
plataforma Eduzz®, sendo, portanto, terminantemente proibido a sua
veiculação e compartilhamento com outrém. Cabendo pena de 3 meses a 4
anos de reclusão ou multa.
AtençãoAtenção
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Olá! Me chamo Lídia, sou Enfermeira, Pós-graduada e Mestre em
Enfermagem. Após ser aprovada em concursos, processos seletivos e
também na Residência, decidi me dedicar a produção de materiais de
estudos que podem ajudar colegas da enfermagem a alcançarem o
mesmo objetivo: A APROVAÇÃO.
Reconheço a importância de uma preparação eficaz para as provas e, por
isso, desenvolvi uma abordagem única para otimizar seu tempo de
estudos. Esse método inovador combina foco nos temas mais cobrados
nas provas com uma abordagem didática, colorida e resumida que
transforma a aprendizagem em uma experiência visualmente
estimulante. Cada cor é estrategicamente escolhida para ressaltar
conceitos-chave, facilitando a memorização e a assimilação do conteúdo.
Com mais de 12 mil alunos já satisfeitos e um número de aprovados
crescente, tenho certeza que você será um dos próximos alunos
aprovados! Estude de forma constante e focada. Vamos juntos, rumo à
sua APROVAÇÃO!
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4. Atendimento pré e intra-hospitalar às urgências e emergências clínicas
pediátricas e neonatologias...................................................................................................................5
5. Distúrbios metabólicos e Atendimento Pré-Hospitalar: diabetes mellitus,
distúrbios acidobásicos e hipertensão arterial sistêmica.................................................29
6. Tuberculose..............................................................................................................................................49
7. Definição dos veículos de Atendimento Pré-Hospitalar Móvel.................................53
8. Eletrocardiograma e Arritmias cardíacas..............................................................................54
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4. Atendimento pré e intra-hospitalar às urgências e emergências clínicas
pediátricas e neonatologias.
*O mecônio não é uma condição para
reanimação de forma isolada, mas
deve ser avaliado em conjunto com os
demais fatores listados.
4) Tônus muscular bom?
Segundo as Diretrizes Nacionais de
Assistência ao Parto Normal (DNAPN): 
Se houver mecônio significativo e o
RN não apresentar frequência
respiratória (FR), frequência
cardíaca (FC) e tônus normais, ele
deve ser assistido conforme as
diretrizes para RNEO, incluindo
realização prévia de laringoscopia e
sucção sob visão direta (BRASIL,
2017). 
Se houver mecônio significativo e a
criança se apresentar saudável,
esta deve ser observada em
unidade com neonatologista. A
observação deve ser realizada na
primeira hora de vida, na segunda
hora de vida e depois de 2 em 2
horas até 12 horas (BRASIL, 2017).
Mesmo se não houver mecônio
significativo, todos os RN’s com 1
hora e 2 horas de vida devem ser
observados.
1) Gestação a termo?
2) Respirando ou chorando?
3) Ausência de mecônio?*
Vamos estudar nesse conteúdo:
1) assistência ao recém-nascido: normal,
prematuro e de alto risco; testes de
triagem;
2) Puericultura (crescimento e
desenvolvimento infantil; alimentação
infantil; doenças prevalentes na
infância).
Os cuidados IMEDIATOS ao
recém-nascido (RN) nas
primeiras 2 horas de vida
têm o objetivo de promover
sua integridade ao nascer e
sua adaptação a vida
extrauterina.
A necessidade de reanimação neonatal
(RNEO) será verificada imediatamente
após o nascimento, mediante 4
perguntas relacionadas a vitalidade do
RN:
Qual a avaliação a partir das 4
perguntas citadas?
-Realizar a anamnese materna;
-Ter disponível os materiais necessários
para o atendimento do RN (berço
aquecido, material de RCP e etc.),
-Presença de equipe treinada em
Reanimação neonatal.
Se a resposta for SIM" para as 4
perguntas, considera-se que o RN está
bem e não precisa de reanimação.
Caso a resposta seja “NÃO” em pelo
menos uma das quatro perguntas
feitas, o RN será conduzido à mesa
para reanimação.
ASSISTÊNCIA AO RECÉM-NASCIDO
Sobre o mecônio
Na sala de parto, deve-se:
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Assistência ao RN a termo com boa
vitalidade ao nascer 
Assistência imediata após o parto
É realizada quando o RN é a termo, está
respirando ou chorando e com tônus
muscular em flexão, sem a presença de
líquido amniótico meconial, a criança
apresenta boa vitalidade e não necessita
de qualquer manobra de reanimação.
Informações coletadas da DNAPN 2017 e 2022. 
Realizar o índice de Apgar no 
primeiro e quinto minutos de vida,
rotineiramente.
Cobrir a criança com um campo ou
toalha morna para mantê-la
aquecida enquanto mantém o
contato pele-a-pele.
Estimular o aleitamento materno,
precoce na primeira hora de vida. 
Registrar a circunferência cefálica,
temperatura corporal e peso após a
primeira hora de vida.
Realizar exame físico inicial para
detectar qualquer anormalidade
física maior e para identificar
problemas que possam requerer
transferência.
Assegurar que qualquer exame,
intervenção ou tratamento da
criança seja realizado com o
consentimento dos pais e também
na sua presença ou, se isso não for
possível, com o seu conhecimento.
Conforme a Sociedade Brasileira de
Pediatria (SBP, 2022) ainda não existe
uma conclusão sobre o momento ideal
para pinçar o cordão umbilical. Porém,
quando a circulação cessar (em média
2 a 3 minutos após o nascimento)
percebida pela palpação delicada
direta deste e observando-se ausência
de pulso, não haverá mais benefícios
ao recém-nascido. Dessa forma,
conforme a SBP (2022), o clampeamento
e corte do cordão deve-se dar, 
Disponível em:
https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/23396c-
Diretrizes-Recom_Clamp_CordUmb.pdf
Sobre o clampeamento do cordão
umbilical, existem diferentes referências
e vamos apresentá-las a seguir:
As novas diretrizes de assistência
ao Parto Normal (2022) preconizam
o clampeamento de 1 a 3 minutos
após o nascimento. Já as diretrizes
de 2017 preconizavam o
clampeamento de 1 a 5 minutos.
portanto, entre 1 e 3 minutos no RN
de termo com boa vitalidade,
seguindo as técnicas de assepsia.
(SBP, 2022).
Recepção, contato pele a pelede 24
horas ou mais, durante os momentos
em que a pessoa está acordada,
dormindo e realizando atividades
diárias.
5. Distúrbios metabólicos e Atendimento Pré-Hospitalar: diabetes mellitus,
distúrbios acidobásicos e hipertensão arterial sistêmica.
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MAPA ou MRPA:
São indicadas quando existe a
suspeita de hipertensão do avental
branco (HAB) ou hipertensão
mascarada (HM).
Circunferência
≤ 6 cm
6-15 cm
16-21 cm
Público
RN
Criança
Infantil
Veja a seguir o:
HAB: caracterizada por PA elevada
no consultório, mas normal fora dele.
HM: caracterizada por PA controlada
no consultório, mas elevada fora dele
PASSO A PASSO DA AFERIÇÃO DA PA:
A pressão diastólica corresponde ao
desaparecimento dos batimentos
(fase V)*
Registrar valores com intervalos de 2
mmHg, evitando-se arredondamentos
(Exemplo: 135/85 mmHg).
A média de duas aferições deve ser
considerada como a pressão arterial
do dia; se os valores observados
diferirem em mais de 5 mmHg, medir
novamente.
Na primeira vez, medir a pressão nos
dois braços; se discrepantes,
considerar o valor mais alto; nas vezes
subsequentes, medir no mesmo braço
(o direito de preferência).
*No caso em que se ouvirem os
batimentos até zero, considerar o
abafamento do som (fase IV).
O paciente deve estar sentado, com o
braço apoiado e à altura do precórdio. 
Medir após cinco minutos de repouso.
Evitar o uso de cigarro e de bebidas
com cafeína nos 30 minutos
precedentes.
A câmara inflável deve cobrir pelo
menos dois terços da circunferência
do braço.
Palpar o pulso braquial e inflar o
manguito até 30 mmHg acima do valor
em que o pulso deixar de ser sentido. 
Desinflar o manguito lentamente (2 a 4
mmHg/seg).
A pressão sistólica corresponde ao
valor em que começarem a ser
ouvidos os ruídos de Korotkoff (fase I). 
Tamanho do manguito conforme a
circunferência do membro (BARROSO
et al., 2020):
L/C*
3 cm/ 6 cm
5 cm / 15 cm
8 cm / 21 cm
L/C*: Largura do manguito e Comprimento da bolsa.
5. Distúrbios metabólicos e Atendimento Pré-Hospitalar: diabetes mellitus,
distúrbios acidobásicos e hipertensão arterial sistêmica.
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Circunferência
22-26 cm
27-34 cm
35-44 cm
Circunferência
45-52 cm
Adulto
Pequeno
Adulto
Grande
Manguito
Coxa
L/C*
10 cm / 24 cm
13 cm / 30 cm 
16 cm / 38 cm
L/C*
20 cm / 42 cm
L/C*: Largura do manguito e Comprimento da bolsa.
Segundo a oitava Diretriz Brasileira de
Hipertensão Arterial (2020) e o
Ministério da Saúde (2013), deve-se:
Realizar consulta de enfermagem,
abordando fatores de risco, tratamento
não-medicamentoso, adesão e
possíveis intercorrências ao
tratamento, encaminhando o indivíduo
ao médico, quando necessário.
Faz parte do tratamento não-
farmacológico da HAS:
Controle de peso: a meta é alcançar
um índice de massa corporal (IMC)
inferior a 25 kg/m² e circunferência
da cintura inferior a 102 cm para
homens e 88 cm para mulheres,
embora a diminuição de 5% a 10% do
peso corporal inicial já seja capaz
de produzir redução da pressão
arterial.
Faz parte do tratamento não-
farmacológico da HAS:
Adoção de hábitos alimentares
saudáveis: uma dieta que contenha
baixos níveis de sódio (anti-
hipertensiva. Assim, particularmente
nessas condições, deve-se medir a PA
com o paciente de pé, após 3 minutos.
Sendo a hipotensão ortostática
definida como a redução da pressão
arterial sistólica (PAS) > 20 mmHg ou da
pressão arterial diastólica (PAD) > 10
mmHg.
O treinamento aeróbico reduz a
pressão arterial casual de pré-
hipertensos e hipertensos, a de vigília
de hipertensos, e diminui a PA em
situações de estresse físico, mental e
psicológico. O treinamento aeróbico é
recomendado como forma preferencial
de exercício para a prevenção e o
tratamento da hipertensão arterial.
Emergências Hipertensivas (EH):
elevação acentuada e sintomática
da PAS ≥ 180 e/ou PAD ≥ 120 mmHg
com LOA aguda e progressiva, com
risco iminente de morte.
Requer tratamento com medicação
parenteral p/ redução imediata.
São recomendações importantes para
a redução da PA na EH:
Reduzir a PA em ≤ 25% na primeira
hora;
Reduzir a PA para 160/100-110 mmHg
nas próximas 2 a 6 h;
Reduzir a PA para 135/85 mmHg em
um período de 24-48 h
subsequentes.
O tratamento da EH deve ser focado
no sistema ou no órgão-alvo
acometido. 
CLASSIFICADA EM:
Urgências Hipertensivas (UH):
elevação acentuada e sintomática
da PAS ≥ 180 e/ou PAD ≥ 120 mmHg
SEM LESÃO AGUDA E PROGRESSIVA
em órgãos-alvo (LOA) e sem risco
iminente de morte;
Requer tratamento com medicação
via oral p/ redução entre 24-48
horas;
CRISE HIPERTENSIVA
ANOTAÇÕES
5. Distúrbios metabólicos e Atendimento Pré-Hospitalar: diabetes mellitus,
distúrbios acidobásicos e hipertensão arterial sistêmica.
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DIABETES MELLITUS (DM)
Distúrbio metabólico em que ocorre um
aumento persistente nos níveis de
glicose no sangue, devido a problemas
na produção de insulina, na sua ação,
ou em ambos os processos.
Diabetes Mellitus tipo 1(DM1): condição
súbita que afeta principalmente
crianças e adolescentes sem excesso
de peso, onde ocorre a destruição das
células beta, levando à deficiência
absoluta de insulina e à necessidade
de administração de insulina para
evitar a cetoacidose.
Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2): início
insidioso e sintomas mais brandos,
afetando principalmente adultos com
excesso de peso e histórico familiar da
doença.
 
*é caracterizado por resistência à
insulina e uma deficiência relativa de sua
produção, podendo progredir por muitos
anos antes de ser necessário o uso de
insulina. 
Principais tipos de DM
Diabetes Mellitus gestacional (DMG):
condição de intolerância a
carboidratos que inicia durante a
gestação, podendo ser transitória ou 
persistir após o parto, sendo um fator
de risco independente importante
para o desenvolvimento futuro de
DM2.
Vamos ver mais detalhes sobre cada
tipo de DM!
“Quatro P’s”: sintomas clássicos
Esses sinais são mais agudos no
DM1, embora também possam estar
presentes no DM tipo 2.
COMO É FEITO O DIAGNÓSTICO DO DM?
POLIÚRIA
Fome em
excesso
Sede em
excesso
Aumento da
produção de
urina
POLIDIPSIA POLIFAGIA
PERDA INEXPLICADA DE PESO
Diagnóstico do DM1:
Diagnosticado com frequência em
crianças, adolescentes e adultos
jovens.
Sua evolução sintomática é
rápida, podendo progredir para
cetose, desidratação e acidose
metabólica.
Confirmação diagnóstica é
realizada pela comprovação
laboratorial de hiperglicemia.
5. Distúrbios metabólicos e Atendimento Pré-Hospitalar: diabetes mellitus,
distúrbios acidobásicos e hipertensão arterial sistêmica.
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Geralmente um resultado de glicemia ao
acaso maior do que 200 mg/dL + os
sintomas clássicos caracterizam a DM1.
É composto pela: insulinoterapia,
alimentação e atividade física.
A insulinoterapia deve ser iniciada o
mais rápido possível após o
diagnóstico (geralmente dentro de 6
horas, em caso de cetonúria), para
prevenir a descompensação
metabólica e a cetoacidose diabética
(CAD).
A monitorização glicêmica deve ser
feita no mínimo de 4 a 6 vezes ao dia. 
As crianças devem realizar no mínimo 
60 minutos de atividade física
diariamente, incluindo atividades
aeróbicas de intensidade vigorosa e
de fortalecimento osteomuscular.
MANEJO CLÍNICO
A dose diária total de insulina
preconizada em pacientes com DM1, com
diagnóstico recente ou logo após
diagnóstico de cetoacidose diabética,
varia de 0,5 a 1,0 U/kg/dia.
O tratamento intensivo do Diabetes
Mellitus tipo 1 (DM1), visa alcançar níveis
de HbA1c inferiores a 7%, e reduzir o
risco de desenvolver complicações
crônicas micro e macrovasculares.
INSULINAS DE AÇÃO ULTRA-LONGA
Glargina
(100 UI/ml)
Lantus®
Início de
ação
20-24 h
36 h
18-22 h
42 h
Não tem
Não tem
Não tem
6-8 h
Pico de
ação
Pico de
ação
Duração
do efeito
INSULINA DE AÇÃO INTERMEDIÁRIA
INSULINA DE AÇÃO RÁPIDA
10-18 h
5-8 h
4-1o h
2-3 h
Pico de
ação
Pico de
ação
INSULINA DE AÇÃO ULTRARRÁPIDA
3-5 h
3-5 h
3-5 h
0,5-2 h
0,5-2 h
0,5-2 h
Pico de
ação
INSULINAS DE LONGA DURAÇÃO
Tipos de Insulina (SBD, 2019; PASSOS et
al., 2021)
Glargina
(300 UI/ml)
Toujeo®
Detemir
(Levemir®)
Degludeca
(Tresiba®)
Início de
ação
2-4 h
6 h
1-3 h
21-41 min
Insulina
Insulina
Duração
do efeito
Insulina
NPH
Insulina
Regular
Início de
ação
Início de
ação
2-4 h
0,5-1 h
Insulina
Insulina
Duração
do efeito
Duração
do efeito
Asparte
(Novorapid®)
Lispro
(Humalog®)
Glulisina
(Apidra®)
Início de
ação
5-15 min
5-15 min
5-15 min
Insulina Duração
do efeito
5. Distúrbios metabólicos e Atendimento Pré-Hospitalar: diabetes mellitus,
distúrbios acidobásicos e hipertensão arterial sistêmica.
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Práticas seguras para preparo e
aplicação de insulina
Educação em diabetes para evitar erros
na terapia insulínica
A prega subcutânea é dispensável no
uso de agulhas de 4-5 mm (exceto em
(EV) de
insulina é considerada, desde que o
paciente esteja sob monitoramento
adequado e supervisionado por
profissionais médicos e de enfermagem.
A insulina de ação rápida é a única
opção disponível para administração por
via intramuscular (IM) e intravenosa (EV).
HOMOGENEIZAÇÃO DA INSULINA
CONSERVAÇÃO E VALIDADE DAS INSULINAS
O exercício físico, temperatura
ambiente elevada, febre, banho
quente, compressa quente e
massagem aumentam a velocidade
de absorção da insulina e podem
causar hipoglicemia.
Após a aplicação da insulina em um
ponto, evite-o por 14 dias para
prevenir a Lipohipertrofia.
Por outro lado, compressas frias,
banhos frios e desidratação podem
diminuir a absorção e levar à
hiperglicemia. 
É importante evitar a massagem local
após a aplicação de insulina,
especialmente em crianças pequenas,
para evitar uma absorção irregular.
Na geladeira doméstica, é
recomendado conservar a insulina
entre 2 e 8°C;
Ao retirar a insulina da geladeira para
uso, deve-se esperar de 15 a 30
minutos para evitar desconforto e
irritação no local da aplicação. 
Transporte doméstico: pode ser
utilizada embalagem comum e é 
necessário precaução para evitar o
contato direto com gelo ou
substâncias semelhantes. 
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distúrbios acidobásicos e hipertensão arterial sistêmica.
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90%).
Idade 
250 mg/dL;
Síndrome de ovários policísticos;
Sedentarismo;
Acantose nigricans.
Diagnóstico do DM2 (SBD, 2024):
Glicemia
de jejum
Glicemia ao
acaso com
sintomas
Glicemia
de 1 hora
no TTGO
Normal
 300 mg/dl)
São complicações agudas do diabetes
*Meta para HbA1c no DM2: 250 mg/dl.
Sintomas: polidipsia, poliúria,
enurese, hálito cetônico, fadiga,
visão turva, náuseas e dor
abdominal, além de vômitos,
desidratação, hiperventilação e
alterações do estado mental.
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São complicações agudas do diabetes
Síndrome hiperosmolar
hiperglicêmica não cetótica: ocorre
apenas no DM tipo 2.
Diagnóstico: glicemia > 600 mg/dl a
800 mg/dL + desidratação e
alteração do estado mental.
A mortalidade é maior em
comparação com a cetoacidose
diabética.
Hipoglicemia: no contexto
hospitalar é definida como qualquer
glicemiacom ou
sem neuropatia.
3 - Histórico de ulceração e/ou
amputação.
Sensibilidade tátil com o
monofilamento de Semmes-Weinstem: 
Realizado com monofilamento de 10
gramas (5,07 U);
Método de escolha recomendado
como exame de rastreamento de
neuropatia diabética;
A percepção da sensibilidade
protetora está presente se duas
respostas forem corretas das três
aplicações;
A percepção da sensibilidade
protetora está ausente se duas
respostas forem incorretas das
três aplicações. 
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 Técnica de aplicação do teste com
monofilamento:
Fonte: Apelqvist et al., 2008 - in:manual do pé diabético. 
Fonte: Boulton et al., 2008 - in:manual do pé diabético. 
Locais para avaliação do teste com
monofilamento de Semmes-Weinstem
Sensibilidade vibratória com diapazão
de 128 Hz: 
Avaliada com o uso de um diapasão
de 128 Hz. 
Positivo (alterado): se o paciente
responde de forma incorreta (a
pessoa perde a sensação da
vibração enquanto o examinador
ainda percebe o diapasão
vibrando), em pelo menos duas de
três aplicações, e negativo (normal)
com duas das três respostas
corretas.
Fonte: : Hoppenfeld, 1980.- in:manual do pé diabético. 
Fonte: Grupo de Trabalho Internacional sobre Pé Diabético,
2001. - in:manual do pé diabético. 
Avaliação do reflexo tendíneo de
Aquileu:
Obtido por meio da percussão com
o martelo de reflexos ou com a
digitopercussão do tendão de
Aquiles. 
Alterado quando a flexão plantar
reflexa do pé está ausente ou
diminuída.
Sensibilidade vibratória com diapazão
de 128 Hz: 
Se alterado, recomenda-se a
repetição do teste em local mais
proximal (maléolo ou tuberosidade
tibial).
Local para avaliação do teste com
diapasão de 128 Hz
5. Distúrbios metabólicos e Atendimento Pré-Hospitalar: diabetes mellitus,
distúrbios acidobásicos e hipertensão arterial sistêmica.
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VAMOS PRATICAR?
1. (FUNDATEC/2024/Pref. de Taquaraçu do
Sul) Paciente entra no posto de saúde
apresentando 4 Ps (poliuria, polidipsia,
polifagia e perda involuntária de peso). Os
sintomas mencionados são clássicos de
qual patologia?
A) Hipertensão arterial.
B) Infarto agudo do miocárdio.
C) Hiponatremia.
D) Desidratação.
E) Diabetes mellitus.
2. (AVANÇA SP/2024/Pref. de
Araçariguama) Configura- se Hipertensão
Arterial grau III, Pressão arterial de:
A) 130/90.
B) 160/90.
C) 170/100.
D) 150/90.
E) Nenhuma alternativa está correta.
3. (AVANÇA SP/2024/Pref. de
Araçariguama) Um dos sintomas de
pacientes com diabetes mellitus do tipo 1 ou
2 é a presença de polifagia, que é definida
como:
A) Aumento anormal na produção da urina.
B) Glicose na urina.
C) fome excessiva e vontade de comer
acima do normal.
D) Diurese aumentada.
E) Aumento da Salivação e dificuldade para
deglutir.
4. (Instituto Social Univida/2024/Pref. de
Pérola) Em relação às complicações
crônicas do diabetes e a assistência de
enfermagem a pacientes diabéticos,
classifique V para verdadeiro e F para falso:
( ) A retinopatia diabética é uma das principais
complicações do diabetes mellitus tipo 1. Essa
condição apesar de ser grave, não chega a
causar cegueira.
( ) O acompanhamento e tratamento de lesões
nos pés decorrentes do diabetes demanda
uma equipe multidisciplinar e requer uma
adequada adesão ao paciente.
( ) As doenças cardiovasculares se apresentam
de forma mais branda e tardia em pacientes
diabéticos do que em pacientes hígidos.
( ) A principal complicação do diabetes mellitus
tipo 1 é a cetoacidose diabética, que pode ser
desencadeada por fatores como omissão de
dose de insulina ou situações de estresse
agudo como infecções, traumas ou
emergências cardiovasculares.
Assinale a alternativa que apresenta a
sequência correta (de cima para baixo):
A) F - V - F - V.
B) V - F - V - F.
C) F - V - V - V.
D) V - V - F - V.
E) F - V - V - F.
5. (FGV/2024/Pref. de Caraguatatuba) Com
base nas Diretrizes Brasileiras de Hipertensão
Arterial, assinale a opção que indica a pressão
arterial considerada normal para um jovem de
19 anos.
A) PADde pH arterial fora do padrão.
Ácidos, Bases e pH: conceitos iniciais
Caracterizada por pH 7,45 
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5. Distúrbios metabólicos e Atendimento Pré-Hospitalar: diabetes mellitus,
distúrbios acidobásicos e hipertensão arterial sistêmica.
Conforme a Resolução nº 639/2020 do
COFEN: no âmbito da equipe de
Enfermagem, constitui procedimento
privativo do Enfermeiro a coleta de
sangue arterial para fins de
monitorização gasométrica e
respiratória.
É o exame realizado para identificar os
distúrbios ácido-base.
GASOMETRIA ARTERIAL
O tratamento dependerá da causa do
distúrbio; por isso, é importante
reconhecê-la oportunamente para
realizar o tratamento adequado.
A coleta do sangue para a gasometria é
realizada em qual artéria?
Passo a Passo p/ interpretar os
resultados da Gasometria:
Como tratar os distúrbios ácido-
básicos?
Artéria do braço ou perna do paciente,
porém, com prioridade pela artéria
radial.
1º Observar o valor do pH:
se está entre 7,35-7,45 = normal
se 7,45 = alcalose
2º Qual parâmetro causou a alteração
no pH?
Avalie os valores da PaCO2 e HCO3-
para identificar a causa do
distúrbio.
3º Mecanismos compensatórios: visam
o retorno do pH ao normal.
De maneira geral, os distúrbios
metabólicos são compensados pelo
sistema respiratório, ao passo que
os distúrbios respiratórios são
compensados pelos mecanismos
metabólicos.
Assim, o distúrbio pode estar:
Compensado
Parcialmente compensado
Descompensado
Resolva questões para fixar esse tema!
SINAIS E SINTOMAS: são principalmente
neurológicos e musculoesqueléticos. O
paciente pode apresentar: vertigem,
letargia, desorientação, convulsões e
coma, m fraqueza, dores e tremores
musculares, náusea, vômitos e
depressão respiratória.
Alcalose mista: ↓PaCO2 e ↑HCO3-
Ocorre quando há falha tanto no
componente respiratório (eliminação
aumentada de CO2) como também no
componente renal (retenção do
bicarbonato).
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5. Distúrbios metabólicos e Atendimento Pré-Hospitalar: diabetes mellitus,
distúrbios acidobásicos e hipertensão arterial sistêmica.
1. (IBFC/2016/EBSERH) Para o paciente
admitido na Unidade de Urgência foi
colhido sangue para gasometria
arterial. Os resultados do exame
evidenciaram alto pH, baixo PaC02 e
HC03- dentro dos valores normais.
Esses parâmetros indicam:
A) Acidose mista.
B) Acidose metabólica.
C) Acidose respiratória.
D) Alcalose metabólica.
E) Alcalose respiratória.
2. (IBFC/2022/PREF. DE CONTAGEM -
MG) A gasometria é um exame de
sangue feito através da coleta de
sangue arterial, com objetivo de
analisar os gases presentes, suas
distribuições, o pH e o ______ no
sangue.
Assinale a alternativa que preencha
corretamente a lacuna.
A) HCO3 (Bicarbonato de sódio) 
B) pCO2 (Pressão parcial do gás
carbônico) 
C) Equilíbrio ácido-base
D) Ânion Gap (AG)
3. (UFG/2018) Leia o caso clí nico a
seguir.
J.A.A., de 64 anos, com história de
diabetes mellitus, insuficiência cardí aca
congestiva e hipertensão arterial. Na
admissão, o paciente está grave, não
respondendo a estí mulos verbais e
dolorosos. Feitos exames de laboratório
querevelaram hipoglicemia importante
e alto nível de escórias. Foi
diagnosticada, então, insuficiência renal
aguda. Paciente com rebaixamento do
ní vel de consciência, apático e
prostrado. Gasometria no dia da
internação pH = 7.26 HCO3 = 17.2 PCO2 =
36 pO2 = 56 BE = -5.7.
O distúrbio Ácido-básico apresentado é
A) acidose metabólica.
B) acidose mista descompensada.
C) acidose respiratória descompensada.
D) acidose mista parcialmente
compensada.
4. (FUNDATEC/2021/GHC-RS) Paciente
interna na CTI aos cuidados do
Enfermeiro devido a POI (Pós-operatório
Imediato) de craniotomia, apresentando
hiperventilação (taquipneia) e
diminuição da mensuração da
capnografia beira-leito apontando
sinais de hipocapnia, o que indica
diminuição primária da pressão parcial
de dióxido de carbono (PCO2). Coletada
imediatamente gasometria arterial, que
apresentou aumento do PH 7,53 e
diminuição do PCO2 30 mmhg por
padrão ventilatório ineficaz e
bicabornato normal 25,4 mEq/L.
Estamos diante de uma gasometria com:
A) Alcalose respiratória.
B) Alcalose metabólica.
C) Acidose respiratória.
D) Acidose metabólica.
E) Acidose mista.
Gabarito:
1 - E 3 - A
2- C 4- A
VAMOS PRATICAR?
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6. Tuberculose.
Características principais
TUBERCULOSE (TB)
TRANSMISSÃO
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS
Afeta prioritariamente os pulmões,
embora possa acometer outros órgãos e
sistemas.
A forma pulmonar é a mais frequente e
relevante para a saúde pública, pois é a
principal responsável pela manutenção
da cadeia de transmissão da doença.
TUBERCULOSE PULMONAR:
Adolescentes e adultos jovens: a tosse é o
principal sintoma.
Investigar a TB em sintomáticos
respiratórios que apresentam tosse por 3
semanas ou mais.
Outros sintomas comuns: febre baixa
vespertina, sudorese noturna,
emagrecimento e fadiga.
No exame físico, durante a ausculta
pulmonar, pode-se observar diminuição
do murmúrio vesicular, presença de
sopro anfórico ou até mesmo ausência
de anormalidades.
Crianças menores de 10 anos: o achado
clínico que se destaca normalmente é a
febre, geralmente moderada, por 15 dias
ou mais, e frequentemente vespertina.
Outros sintomas comuns: irritabilidade,
tosse, inapetência, perda de peso e
sudorese noturna, às vezes profusa.
O exame físico pode ser inexpressivo.
TUBERCULOSE EXTRAPULMONAR:
Os sinais e sintomas variam conforme
os órgãos e/ou sistemas afetados.
Principais formas diagnosticadas de
TB extrapulmonar: são a pleural e/ou
empiema pleural tuberculoso,
ganglionar periférica,
meningoencefálica, miliar, laríngea,
pericárdica, óssea, renal, ocular e
peritoneal.
Entre as pessoas que vivem com
HIV/aids sua ocorrência é maior,
especialmente em indivíduos
imunocomprometidos graves.
O principal reservatório é o homem.
Transmissão por aerossóis eliminados
pela tosse, espirro ou fala de doentes
com tuberculose ativa pulmonar ou
laríngea.
Os bacilos depositados em objetos como
roupas, lençóis e copos têm baixa
capacidade de se dispersar no ar,
portanto, desempenham um papel
insignificante na transmissão da doença.
Após 15 dias de tratamento adequado, a
transmissão diminui gradativamente.
Profissionais de saúde devem utilizar
nos serviços de saúde máscaras N95 ou
PFF2 e os pacientes máscaras
cirúrgicas p/ evitar a transmissão da
doença.
Período de latência: o risco de adoecer é
maior nos primeiros 2 anos após a
infecção, uma vez infectada a pessoa
pode adoecer em qualquer momento da
vida.
É uma doença infecciosa e transmissível,
causada pelo Mycobacterium
tuberculosis (bacilo de Koch).
A suspeita de tuberculose em crianças
muitas vezes surge com o diagnóstico
inicial de pneumonia sem melhora com o
uso de antimicrobianos comuns.
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6. Tuberculose.
A TB extrapulmonar é frequentemente
associada à pulmonar, considerada TB
mista. Por isso, nos casos de TB
extrapulmonar também deve ser
investigado a presença da TB pulmonar.
Sobre o Teste rápido Molecular para TB
(TRM-TB):
CONFIRMAÇÃO DIAGNÓSTICA DA TB:
Caso descartado:
A tuberculose é uma doença de
notificação compulsória semanal.
1- Critério laboratorial: todo caso,
independentemente da forma clínica,
que apresenta pelo menos uma amostra
positiva de baciloscopia, de teste rápido
molecular ou cultura para tuberculose.
O teste TRM-TB é indicado
principalmente para o diagnóstico de
tuberculose pulmonar e laríngea em
adultos e adolescentes.
INDICAÇÕES DO TRM-TB: 
Diagnóstico de casos novos de TB
pulmonar e laríngea em adultos e
adolescentes; 
Diagnóstico de casos novos de TB
pulmonar e laríngea em adultos e
adolescentes de populações de
maior vulnerabilidade;
Diagnóstico de TB extrapulmonar
nos materiais biológicos já validados;
Triagem de resistência à rifampicina
nos casos de retratamento;
Triagem de resistência à rifampicina
nos casos com suspeita de falência.
Amplificação de ácidos nucleicos 
Necessária apenas 1 amostra de
escarro
Detecção de DNA dos bacilos do
complexo M. tuberculosis
Triagem de cepas resistentes à
rifampicina pela técnica de reação em
cadeia da polimerase (PCR) em tempo
real
Resultado em ≅ 2 horas.
Sensibilidade de cerca de 90% em
amostras de escarro de adultos,
sendo superior à da baciloscopia.
Sensibilidade de cerca de 66% em
amostras de escarro de CRIANÇASde escarro no
momento da identificação (na
utilização de TRM-TB)
Todo caso com diagnóstico de TB por meio
de TRM-TB deverá realizar cultura e TS,
independentemente de apresentar ou não
resistência à rifampicina (Manual de
Recomendações para o Controle da
Tuberculose no Brasil, 2019).
O diagnóstico da doença será realizado por
meio da baciloscopia, ou seja, será
necessária a coleta de duas amostras de
escarro (Manual de Recomendações para o
Controle da Tuberculose no Brasil, 2019).
A busca ativa de sintomáticos respiratórios
(SR) deve ser realizada de forma
permanente por todos os níveis de saúde e
tem significativo impacto no controle da
doença.
Em Locais COM acesso ao TRM-TB
Em Locais SEM acesso ao TRM-TB
Detecção de Casos de Tuberculose 
Para diagnosticar a doença
Os SR devem realizar baciloscopia direta
de escarro ou Teste Rápido Molecular
para TB (TRM-TB).
Em populações de maior risco, a
radiografia de tórax pode ser adicionada
ao rastreamento para aumentar a
sensibilidade na detecção da tuberculose.
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6. Tuberculose.
Rifampicina (150 mg)
Rifampicina (150 mg)
Combinação de
4 medicamentos
em 1 CP
Isoniazida (75 mg)
Isoniazida (75 mg)
Pirazinamida (400 mg)
Etambutol (275mg)
PROVA TUBERCULÍNICA
A prova tuberculínica (PT) envolve a
aplicação intradérmica de um derivado
proteico purificado do M. tuberculosis,
conhecido como purified protein
derivative (PPD), para avaliar a resposta
imunológica celular a esses antígenos.
R
H
Z
E
R
H
Combinação de 2
medicamentos
em 1 CP
Esquemas terapêuticos
PPD RT-23 aplicada via ID no terço
médio da face anterior do antebraço
esquerdo;
Dose: 0,1 ml;
Resultado: 48-72 horas (podendo ser
estendida até 96 horas);
Positivo: ≥ 5mm;
Negativo:ou com inclinação
descendente pode indicar isquemia
miocárdica.
Intervalos:
Intervalo PP: início de uma onda P
até o início da próxima onda P.
Utilizado para determinar a
frequência e o ritmo atrial.
Intervalo PR: o início da onda P até o
início do complexo QRS. Tempo que
abrange a estimulação do nó
sinoatrial, a despolarização atrial e
a condução pelo nó AV antes da
despolarização ventricular.
Intervalo QT: despolarização e a
repolarização ventricular, medido
desde o início do complexo QRS até o
término da onda T. Varia conforme a
frequência cardíaca, sexo e idade.
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Intervalo RR: intervalo entre os
complexos QRS.
Intervalo TP: medido desde o término
da onda T até o início da próxima
onda P.
Podemos calcular a frequência
cardíaca dividindo 300 pelo número
de quadrados de 5 mm entre dois
complexos QRS, também conhecido
como intervalo R-R. 
Exemplificação:
Como determinar a Frequência cardíaca
a partir do ECG?
O quadrado maior marcado de vermelho
representa 5 mm. 
Dessa forma, observando a figura
nota-se que existem 4 quadrados de
5 mm + no intervalo RR.
Dividindo 300/4=75 bpm.
O ritmo apresentado no ECG é sinusal
(ritmo regular)- pois sua frequência
está entre 60 a 100 bpm.
O ECG de 12 derivações detalha a
atividade elétrica cardíaca:
É colocado 1 eletrodo em cada braço
e perna: derivações-padrão (DI, DII, e
DIII) e derivações aumentadas: aVR,
aVL e aVF. 
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8. Eletrocardiograma e Arritmias cardíacas.
E as derivações precordiais:
V1: 4º espaço intercostal, na linha
paraesternal direita.
V2: 4º espaço intercostal, na linha
paraesternal esquerda.
V3: Entre V2 e V4.
V4: 5º espaço intercostal, na linha
médio-clavicular esquerda.
V5: 5º espaço intercostal, entre V4 e
V6, na linha axilar anterior.
V6: 5º espaço intercostal, na linha
axilar média.
Arritmias que podem ser rastreadas no
ECG:
Arritmias do nó sinoatrial: 
bradicardia sinusal, taquicardia
sinusal e arritmia sinusal.
Arritmias atriais: extrassístole atrial,
fibrilação atrial e flutter atrial. 
ANÁLISE DO ECG:
➔ Identificação do traçado (nome,
idade, sexo, data e hora do registro);
➔ Examinar se o ritmo é regular;
➔ Determinar a frequência cardíaca;
➔ Observar a onda P;
➔ Medir o intervalo PR;
➔ Avaliar o complexo QRS;
➔ Examinar o segmento ST;
➔ Examinar a onda T.
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REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção
Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença crônica: hipertensão arterial
sistêmica. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Ações
Programáticas Estratégicas. Atenção à saúde do recém-nascido: guia para os
profissionais de saúde. 2. ed. Brasília: Ministério da Saúde, 2014.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES. Diretrizes Sociedade Brasileira de Diabetes. 2019-
2020. 
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA Coordenação Geral do Programa de Reanimação
Neonatal. Reanimação do recém-nascido ≥34 semanas em sala de parto: Diretrizes da
Sociedade Brasileira de Pediatria. Rio de Janeiro: SBP, 2016.
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aquecimento
ATENÇÃO!
Características/exame físico do RN:
O RN com boa vitalidade deverá ser
mantido sobre o abdome e/ou
tórax materno, usando o corpo da
mãe como fonte de calor,
garantindo-se que o
posicionamento da criança permita
movimentos respiratórios efetivos.
Colocar o recém-nascido em
contato pele a pele a uma
temperatura ambiente de 23-26°C
ajuda a diminuir as chances de
hipotermia em bebês a termo. Isso
se aplica aos bebês que nasceram
respirando naturalmente e não
precisam de ventilação, contanto que
sejam cobertos com campos
preaquecidos. 
A aspiração de rotina do recém-
nascido saudável, seja na
orofaringe ou na nasofaringe, não é
recomendada.
Também não é recomendada a
passagem sistemática de sonda
nasogástrica e nem retal para
descartar atresias no recém-
nascido saudável.
4. Atendimento pré e intra-hospitalar às urgências e emergências clínicas
pediátricas e neonatologias.
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Leve: 36-36,4ºC;
Moderada: 32,0-35,9ºC;
Grave: 100 bpm)
G- Irritabilidade:
0- Ausente
1- Alguma reação (careta ou
estimulação agressiva)
2- Choro vigoroso, tosse ou espirro
A- Tônus muscular
0- Flacidez (nenhuma ou pouco
atividade)
1- Alguma flexão dos membros nas
extremidades
2- Muita atividade: braços e pernas
flexionados, que resistem à extensão
R- Esforço respiratório:
0- Ausente
1- Irregular (lento, choro fraco)
2- Regular (choro forte)
Para a prevenção de hemorragias,
todos os RN devem receber a
vitamina k (fitomenadiona) via
IM/SC* em Dose Única de 1mg
(BRASIL, 2017).
Se os pais recusarem a
administração IM, deve ser oferecida
a administração VO, porém exige
múltiplas doses, sendo 2mg ao
nascer ou logo depois + 2mg entre o
4º e o 7º dia de vida.
Também são cuidados imediatos ao
recém-nascido:
A administração da vitamina K;
Profilaxia da oftalmia neonatal;
Determinação das medidas
antropométricas depois de uma
hora do nascimento; 
Identificação do recém-nascido.
VITAMINA K
Caso a pontuação esteja menor que 7 no
5º minuto, o RN deve ser reavaliado a
cada 5 minutos, até os 20 minutos de
vida.
0-3 pontos: Sofrimento grave
4-6 pontos: Sofrimento moderado
≥7 pontos: Ausência de dificuldade de
adaptação a vida extrauterina.
Classificação dos escores de APGAR:
Para os RN em aleitamento materno
exclusivo, uma dose de 2mg de
vitamina K deve ser administrada
entre 4 e 7 semanas depois do
nascimento, por causa dos níveis
variáveis de vitamina K no leite
materno.
Também chamada de conjuntivite
neonatal, possui como sinais e sintomas
clínicos: 
Eritema, edema e secreção
purulenta. 
Pode ser contraída durante o
nascimento, no contato com as
secreções maternas contaminadas
por:
Oftalmia neonatal
4. Atendimento pré e intra-hospitalar às urgências e emergências clínicas
pediátricas e neonatologias.
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BRASIL, 2014:
-Retirar o vérnix da região ocular com
gaze seca ou úmida, não utilizar soro
fisiológico ou qualquer solução salina.
-Aplicar 1 gota de nitrato de prata a 1%
no fundo do saco lacrimal inferior de
cada olho na primeira hora após o
nascimento.
BRASIL, 2017:
-Aplicar profilaxia até 4 horas após o
nascimento;
-Utilizar pomada eritromicina a 0,5% e
como alternativa, a tetraciclina a 1%.
-O nitrato de prata a 1% só deve ser
utilizado quando não houver
disponibilidade de eritromicina ou
tetraciclina.
BRASIL, 2020:
-A profilaxia deve ser aplicada na
primeira hora após o nascimento;
-Utilizar nitrato de prata a 1% ou
tetraciclina a 1% (colírio).
-Neisseria gonorrhoeae, que ocasiona a
forma mais grave da doença.
-Chlamydia trachomatis, forma mais
comum.
-Risco maior de contrair a doença em
partos normais.
Com relação à profilaxia da oftalmia
neonatal temos 3 referências que
podem ser cobradas nas provas, sendo
estas:
REANIMAÇÃO NEONATAL
Para os RN’s que não nasceram a termo,
que não apresentam respiração regular
e/ou aqueles em que o tônus muscular
está flácido, serão seguidos os
seguintes passos em no máximo 30
segundos: 
1. Prover calor, posicionar a cabeça em
leve extensão, aspirar a boca e narinas
(SN) e secar.
2. Os recém-nascidos em que foram
realizados os passos iniciais da
estabilização e a avaliação: 
3. As compressões cardíacas só serão
indicadas se: 
-Recomenda-se que a temperatura do
RN seja mantida entre: 36,5º-37, 5ºC
(OMS). Pois a hipotermia pode agravar ou
favorecer o desequilíbrio ácido-básico, o
desconforto respiratório, a enterocolite
necrosante e a hemorragia
intraperiventricular no RN de muito
baixo peso.
-Caso tenha sido verificado: respiração
ausente ou irregular ou FCcom técnica
adequada por meio da cânula traqueal e
uso de concentração de oxigênio de 60-
100%, a FC se manter 60 irpm;
FC 160 bpm;
Presença de gemidos;
Enchimento capilar > 3 segundos;
Temperatura corpórea: ≥ 38ºc ou
37,5º em duas medições com
intervalo de 30 minutos;
4. Atendimento pré e intra-hospitalar às urgências e emergências clínicas
pediátricas e neonatologias.
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Saturação de O² 2,5kg
Baixo peso: 12mg/dl, independentemente da
idade do RN.
*BT=Bilirrubina Total
4. Atendimento pré e intra-hospitalar às urgências e emergências clínicas
pediátricas e neonatologias.
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Zonas da Icterícia conforme KRAMER:
ZONA 1: icterícia de cabeça e pescoço
(BT* = 6 mg/dl)
ZONA 2: icterícia até o umbigo (BT = 9
mg/dl)
ZONA 3: icterícia até os joelhos (BT = 12 
mg/dl)
ZONA 4: icterícia até os tornozelos e/ou
antebraços (BT= 15 mg/dl)
zona 5: icterícia até região plantar e
palmar (BT = 18 mg/dl ou mais)
BIZU PRA APRENDER: Note que são 5
zonas. Primeiro você vai aprender quais
partes corporais cada zona atinge,
depois o valor mínimo da BT
considerado como icterícia. Após isso,
note que o valor da BT vai aumentando
de 3/3 mg/dl.
As formas de tratamento da icterícia
patológica incluem:
-Fototerapia
-Exsanguíneotransfusão
-Imunoglobulina standard endovenosa
*BT=Bilirrubina Total
(continuação)
Cuidados durante a fototerapia:
Cuidados durante a fototerapia:
-Aumentar a ingestão hídrica;
-Cobrir a solução parenteral e o equipo
com papel alumínio ou utilizar
extensores impermeáveis;
-Proteger os olhos com cobertura
radiopaca por meio de camadas de
veludo negro ou papel carbono negro
envolvido em gaze;
-Verificar a temperatura corporal a
cada 3 horas, com o objetivo de detectar
sinais de hipo ou hipertermia e o peso
diário (pois pode haver perda de peso
durante o tratamento);
Indicações de exsanguíneotransfusão:
-Será utilizada para diminuir os níveis
de bilirrubina e o risco de kernicterus
(lesão cerebral), remover hemácias com
anticorpos ligados e os anticorpos
livres, e corrigir anemia e melhorar a
função cardiáca nos RNs com hidropsia
(acúmulo de líquido, edemas cavitários)
com anemia hemolítica.
Recém-nascido prematuro
O RN prematuro é a criança que
nasceu pré-termo, ou seja, antes de
completar 37 semanas de gestação.
Prematuro extremo:cristina silva E
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Cuidados com o RN prematuro
Controle térmico
Adiar o clampeamento do cordão
umbilical ao menos 60 segundos
para recém-nascidos prematuros
com menos de 34 semanas que não
demandem ressuscitação imediata
(BRASIL, 2022).
O RN prematuro necessita de atenção
especialmente quanto ao(a):
Controle Térmico
Nutrição
O reaquecimento é feito por meio
de calor radiante ou incubadora
(de forma rápida ou gradual), não
havendo evidências de que um
método seja melhor que o outro.
É importante reaquecer o RN de
forma cuidadosa e sob
monitorização, com medida da
temperatura a cada 15 minutos
após cada aumento de
temperatura na incubadora ou no
berço de calor radiante.
A tendência atual é aquecer o RN
hipotérmico utilizando fonte de
calor radiante, tendo como
segunda opção o aumento
gradativo da temperatura da
incubadora, que é ajustada 1 a 2°C
acima da temperatura do RN,
seguindo-se com aumento de 1°C
por hora até que haja normalização
da temperatura do RN.
O reaquecimento não monitorizado
pode levar a complicações como
hipertermia, apneia, hipotensão e
convulsões.
Conforme o Manual de gestação de alto
risco (2022):
É de grande importância um trabalho
integrado da equipe assistencial e a
presença de profissional qualificado
para atendimento inicial ao recém-
nascido prematuro (pediatra/
neonatologista), em instituição com
recursos necessários para o
atendimento posterior, caso seja
necessária UTI Neonatal.
Tratamento da hipotermia
Quanto menor a idade gestacional e
pós-natal e pior o estado clínico do RN
pré-termo, 
Maior será a necessidade de suporte
térmico ambiental para mantê-lo
normotérmico. A hipotermia ocorre em
pelo menos 25% dos RNs prematuros de
baixo peso e atinge cerca de 50% dos
RNs prematuros de muito baixo peso e
dos menores de 34 semanas de idade
gestacional (BRASIL, 2014).
A hipotermia no RN prematuro é motivo
de grande preocupação. 
Além de ocorrer frequentemente, é
fator de risco para pior prognóstico,
aumentando a morbidade e a
mortalidade neonatais. 
Assim, estratégias que previnam a
perda de calor podem ter impacto na
morbidade e mortalidade do RN,
especialmente do pré-termo, e
podem melhorar seu prognóstico
4. Atendimento pré e intra-hospitalar às urgências e emergências clínicas
pediátricas e neonatologias.
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Como prevenir a hipotermia?
Atenção Humanizada ao Recém-
Nascido de Baixo Peso: Método Canguru 
Aquecimento da sala de parto
(temperatura ambiental de 26o C).
1.
Secagem do RN. RNs prematuros
com menos de 1.500 g de peso ao
nascer: não secar e colocar em saco
de polietileno, que só será retirado
na unidade neonatal.
2.
Contato pele a pele (a depender da
idade gestacional e da vitalidade do
RN). 
3.
Aleitamento materno (a depender
da idade gestacional e da vitalidade
do RN). 
4.
Adiamento do banho e da pesagem.5.
Uso de roupas e colchão aquecidos.6.
Manutenção da mãe e do bebê
juntos. 
7.
Transporte com aquecimento.8.
Ressuscitação com aquecimento.9.
Treinamento e consciência da
equipe de cuidadores: é
fundamental.
10.
A posição canguru consiste em manter
o RN, em contato pele a pele, somente
de fraldas, na posição vertical junto ao
peito dos pais guardando o tempo
mínimo necessário para respeitar a
estabilização do RN e pelo tempo
máximo que ambos entenderem ser
prazeroso e suficiente.
A prática do Método Canguru
envolve, portanto, a equipe de
saúde, o bebê, o pai, a mãe, os
irmãos, os avós e as redes de apoio
familiar e social.
Acolhimento ao bebê e à sua família.
Respeito às individualidades.
Promoção de vínculos.
Envolvimento da mãe nos cuidados
do bebê.
Estímulo e suporte para o AM.
Construção de redes de suporte
É desejável que no final da assistência
em sala de parto a temperatura axilar
do RN esteja em torno de 36,5ºc.
Não é frequente em RNs prematuros,
mas são importantes os riscos da
exposição fetal à febre materna e a
associação entre hipertermia
fetal/neonatal e lesão cerebral.
Esse problema pode ser prevenido
com a devida atenção e suporte ao
aleitamento materno.
Reduz o tempo de separação
mãe/pai-filho.
Facilita o vínculo afetivo mãe/pai-
filho.
Possibilita maior competência e
confiança dos pais no cuidado do
seu filho, inclusive após a alta
hospitalar.
HIPERTEMIA
São pilares do Método:
Vantagens 
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Estimula o aleitamento materno,
permitindo maior frequência,
precocidade e duração.
Possibilita ao recém-nascido
adequado controle térmico.
Contribui para a redução do risco de
infecção hospitalar.
Reduz o estresse e a dor.
Propicia melhor relacionamento da
família com a equipe de Saúde.
Favorece ao recém-nascido uma
estimulação sensorial protetora em
relação ao seu desenvolvimento
integral.
Melhora a qualidade do
desenvolvimento neuropsicomotor. 
O método canguru é aplicado em 3
etapas:
1) Inicia no pré-natal da gestação que
necessita cuidados especializados,
durante o parto/nascimento, seguido da
internação do recém-nascido na UTI
neonatal e/ou na Unidade de Cuidado
Intermediário Neonatal Convencional
(UCINCo). 
3) Os RNs pré-termo e/ou de baixo peso
(RNBP) na terceira etapa receberão
alta hospitalar e serão acompanhados
de forma compartilhada pela equipe do
hospital e da atenção básica do método
canguru.
São critérios para iniciar a terceira
etapa: 
Da mãe: mãe segura, motivada, bem
orientada e familiares conscientes
quanto ao cuidado domiciliar do
recém-nascido; compromisso
materno e familiar para a realização
da posição canguru pelo maior
tempo possível. 
Do recém-nascido: Peso mínimo de
1.600 g; ganho de peso nos três dias
que antecederem a alta hospitalar;
sucção exclusiva ao peito ou, em
situações especiais, mãe e família
habilitados a realizar a
complementação.
Das equipes: a primeira consulta
pela equipe hospitalar, no hospital
ou domicílio, deverá ser realizada
até 48 horas após a alta e as demais
no mínimo uma vez por semana;
assegurar acompanhamento
ambulatorial do recém-nascido até o
peso de 2.500 g compartilhado com a
Atenção Básica de acordo com a
agenda proposta pelo Método
Canguru; garantir atendimento na
unidade hospitalar de origem, a
qualquer momento, até a alta da
terceira etapa.
É um dos grandes desafios da
neonatologia nutrir adequadamente o
RN prematuro visando manter o
crescimento semelhante ao crescimento
fetal.
2) Realizada a na Unidade de Cuidados
Intermediários Canguru (UCINCa). O RN
permanece de maneira contínua com
sua mãe e a posição canguru será
realizada pelo maior tempo possível. A
presença e a participação do pai nos
cuidados devem ser estimuladas.
O RN deve apresentar: estabilidade
clínica, nutrição enteral plena e peso
mínimo de 1.250 g. 
A mãe deve apresentar: desejo e
disponibilidade, além de apoio
familiar e conhecimento e habilidade
para manejar o recém-nascido em
posição canguru.
Nutrição
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A nutrição pode ser realizada via
parenteral ou enteral.
A nutrição enteral é importante para: 
A alimentação enteral deve ser
considerada em todos os RN que
possuem intestino funcionante.
Mesmo que em quantidade mínima, e
em associação com a alimentação
parenteral, ajudará a minimizar a
atrofia da mucosa intestinal e a
translocação bacteriana, além de
diminuir o tempo de duração da
alimentação parenteral.
Diminuir a perda de proteína
endógena nos primeiros dias de vida.
Proporcionar perda de peso mínima
nos primeiros dias de vida.
Proporcionar ganho de peso de 14 a
16g/kg/dia após a recuperação do
peso de nascimento
Evitar que o RN atinja o termo com
peso abaixo de dois desvios -
padrão.
A introdução precoce da
alimentação enteral também é a
principal estratégia para se evitar a
colestase associada à alimentação
parenteral. Estimulando a
motilidade da vesícula biliar, a
alimentação enteral previne a
formação de cálculos biliares. Além
disso, pode prevenir a
desconjugação da bilirrubina,
reduzindo a formação de
metabólitos tóxicos da bilirrubina.
Esses nutrientes devem ser prescritos
conforme as quantidades
recomendadas de acordo com o peso,
a idade gestacional, as condições
clínicas e a avaliação laboratorial.
RN alimentados com leite humano
apresentam a vantagem da presença
da lipase no leite materno.
O melhor leite a ser oferecido para o RN
pré-termo é o leite da própria mãe. 
A oferta de pequenos volumes por
via enteral durante o período em
que o RN ainda está recebendo
nutrição parenteral é chamada de
nutrição enteral mínima ou
nutrição trófica.
O início precoce da dieta está
associado a menor tempo para
recuperar o peso de nascimento,
para atingir o volume enteral pleno
e de hospitalização.
O momento para o início da
nutrição enteral mínima deve ser
avaliado caso a caso.
Fluidos; hidratos de carbono; 
aminoácidos (proteínas); lipídios; 
eletrólitos; oligoelementos; vitaminas.
Composição da alimentação parenteral 
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FATORES DE RISCO
O Início precoce da alimentação
enteral deve ser evitado nas seguintes
situações: 
RN asfixiados (pHTeste do Pezinho
oferecido pelo SUS. Esta Lei passou a
valer a partir do dia 27/05/2022.
Dificuldades de acessar algumas
aldeias indígenas, populações do
campo e da floresta, questões
culturais e casos de negligência.
-Fenilcetonúria;
-Hipotireoidismo congênito;
-Anemia falciforme e outras
hemoglobinopatias;
-Deficiência de biotinidase (*incluída
pela portaria nº2829/12);
-Fibrose cística;
-Hiperplasia adrenal congênita
(*incluída pela portaria nº2829/12).
O Ministério da Saúde considera que
crianças de risco apresentam pelo
menos um destes critérios: baixo peso ao
nascer ( 34
semanas, ainda na maternidade, entre
24-48 horas de vida.
Deve ser realizado através de duas
medidas, sendo no Membro superior
direito (MSD) e Membro inferior.
SatO² ≥95% em ambas as medidas
com diferença 3% nas medidas do MSD e
membro inferior indica a
necessidade de repetição do teste
em 1 hora.
Repetido o teste, se persistir a
alteração, indica anormalidade dos
parâmetros e deve ser realizado um
ecocardiograma nas primeiras 24
horas posteriores.
INFORMAÇÕES IMPORTANTES:
O TRV deve ser realizado ainda na
maternidade e pelo menos 2-3 vezes
por ano até os 3 anos de vida.
1-Para realizá-lo é utilizado o
oftalmoscópio direto, que é colocado
entre 5-10 cm de distância dos olhos. 
2-Espera-se que ocorra o reflexo
vermelho em ambos os olhos quando
incidir a luz.
3-Se for detectada alteração no reflexo
ocular, a criança deverá ser avaliada
por um oftalmologista com urgência.
Deve ser realizado entre 24-48 horas
de vida do RN até no máximo
durante o primeiro mês de vida. 
Possui 2 etapas que consistem no
teste e reteste.
Para neonatos e lactentes sem
indicador de risco utiliza-se o exame
de Emissões Otoacústicas Evocadas
(EOAE).
Para neonatos e lactentes com
indicador de risco utiliza-se o teste
de Peate-automático ou em modo
triagem (Potencial Evocado Auditivo
de Tronco Encefálico- de curta
latência e a audiometria do tronco
cerebral).
Caso não se obtenha resultado
satisfatório em neonatos e lactentes
sem indicador de risco, repita o EOAE,
ainda nessa etapa. Caso a falha persista
deve-se realizar de imediato o Potencial
Evocado Auditivo de Tronco Encefálico
(Peate).
Leitura do resultado:
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5. Teste da linguinha (triagem do
frênulo lingual)
Objetiva identificar a anquiloglossia
(frênulo lingual curto) e deve ser
realizado ainda na maternidade entre
24-48 horas de vida.
Observa-se a presença do frênulo
quando a criança está chorando ou
abre-se a boca do RN.
Protocolo de avaliação da Língua
(BTAT) (NOTA TÉCNICA Nº 35/2018):
Os elementos do BTAT são: 
(1) aparência da ponta da língua; 
(2) fixação do frênulo na margem
gengival inferior; 
(3) elevação da língua;
(4) projeção da língua. 
As pontuações obtidas para os quatro
itens são somadas e podem variar de 0 a
8, sendo que escores de 0 a 3 indicam
potencial redução mais grave da função
da língua, como demonstrado a seguir.
A Síndrome de morte súbita do lactente
é definida por óbito ocorrido com menos
de 1 ano de vida que não for esclarecido
por laudo de necropsia ou outra
investigação. São fatores de risco:
-Colchões macios ou superfícies moles;
-Dormir em posição ventral;
-Pré-natal tardio ou inexistente;
-Idade entre 2-4 meses;
-Sexo masculino;
-Mães adolescentes;
-Mães com baixa escolaridade;
-Mães tabagistas.
ANOTAÇÕES
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PUERICULTURA
Parâmetros avaliados em + 2 escore z é
considerado acima do esperado p/ a
idade.
É considerado elevado p/ a idade
quando > + 2 escore-z.
Adequado: ≤ +2 escore-z e ≥ -2
escore-z.
Baixo peso: ≥ - 3 eescore-z
para adequado.
-Peso para a idade (por faixa etária- de
0 a 2 anos; de 5 a 10 anos);
Deve estar ≤ +2 escore-z e ≥ -2 escore-z
para adequado.
-Comprimento (0 a 2 anos) / estatura (2
a 10 anos);
Adequado para 0-2 anos: ≥ -2 escore-z.
-IMC para a idade por faixa etária- de 0
a 2 anos; de 2 a 5 anos e de 5 a 10 anos).
IMC adequado: escore-z ≥ -2 e ≤ + 1.
A partir do 5º ano de vida a
velocidade de crescimento é quase
constante, sendo entre 5-6 cm/ano. 
O estirão da adolescência ocorre por
volta dos 11 anos nas meninas e 13
anos nos meninos.
Obesidade > escore-z +3
Sobrepeso > escore-z +2 e ≤ escore-z +3
Risco de sobrepeso > escore-z +1 e ≤
escore-z +2 
Eutrofia ≥ escore-z -2 e ≤ escore-z +1
Magreza ≥ escore-z -3 e Escore-z +3
Obesidade: > Escore-z +2 e ≤ Escore-z +3
Sobrepeso: > Escore-z +1 e ≤ Escore-z +2
Eutrofia: ≥ Escore-z -2 e ≤ Escore-z +1
Magreza: ≥ Escore-z -3 eeritematosa,
pontos inflamados, hipo ou
hiperpigmentação mamilar. As queixas
mais frequentes das mães são:
ardência, fisgadas, dor intensa e/ou
latejante que persiste depois da
amamentação.
-Abscesso mamário: citado
anteriormente, é causado, em geral, por
mastite não tratada ou com tratamento
tardio/ineficaz. É comum depois da
interrupção da amamentação.
Compressas mamárias:
Processos inflamatórios mamários: 
IMPORTANTE: O leite materno pode ser
conservado por até 12 horas na
geladeira e 15 dias no freezer ou
congelador.
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-Após o 6º mês de vida do RN:
amamentação + 2 papas de frutas e 1
papa salgada*/comida de panela;
-Após o 7º mês: amamentação + 2 papas
de frutas e 2 Papas salgadas*/comida
de panela;
-Após 1 ano: aleitamento materno e pelo
menos 5 refeições familiares.
O quadro clínico é composto por dor
intensa, febre, mal-estar, calafrios e
presença de áreas de flutuação à
palpação.
A ultrassonografia pode confirmar o
abcesso mamário além de indicar o
melhor local para incisão ou
aspiração.
De ferro*:
-Para todas as crianças de 6 a 24 meses
(1mg/Kg) Se a criança não estiver em
aleitamento materno exclusivo a
suplementação pode ser iniciada a
partir de 4 meses.
- Para gestantes ao iniciarem o pré-
natal até o 3º mês pós-parto ou pós-
aborto;
Ácido fólico*:
-Indicado para mulheres ao iniciarem o
pré-natal.
* Indicado para mulheres que desejam
engravidar pelo menos 30 dias antes.
Alimentação complementar
Programa de suplementação preventiva:
-A diarreia:
Geralmente é definida como 3 ou
mais evacuações em 24 horas.
Se configura como uma das
principais causas de
morbimortalidade infantil no Brasil,
especialmente nas crianças com
menos de 6 meses que não estão em
aleitamento materno exclusivo.
Sinais de alerta: letargia,
inconsciência, inquietude e irritação,
olhos fundos, sinal de prega
presente, e a criança não consegue
mamar ou beber líquidos.
Pode levar a desidratação grave e
até ao óbito.
DOENÇAS DIARREICAS
São a principal causa de internação no
período neonatal. 
No caso da insuficiência respiratória,
os sinais clínicos no RN são: 
-Batimento de asa de nariz e gemência.
De acordo com a SBP(2016) a
pneumonia é a principal causa de
mortalidade em crianças menores de 5
anos nos países em desenvolvimento.
Infecções do trato respiratório
DOENÇAS RESPIRATÓRIAS
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Nas pneumonias adquiridas na
comunidade (PAC) o Streptococcus
pneumoniae é a causa bacteriana
mais prevalente.
Nas crianças menores de 5 anos, os
vírus são os principais agentes
etiológicas da PAC, dentre eles o
vírus sincicial respiratório (VSR)
(mais frequente).
Se não houver sibilância, as
crianças sintomáticas podem ser
diagnosticadas com PAC.
A causa da pneumonia varia conforme a
idade da criança e o ambiente em que a
infecção é contraída. A etiologia sofre
mudanças ainda devido à vacinação,
principalmente antipneumocócica
conjugada e anti h. influenzae tipo B. 
ANOTAÇÕES
1. (AVANÇA SP/2024/Pref. de Águas de
Lindóia) Trata-se de um Índice empregado
para avaliar o recém-nascido em cinco
indicadores clínicos fundamentais: frequência
cardíaca, respiração, tônus muscular, reflexos
e coloração da pele. Cada indicador recebe
uma pontuação e a soma dessas pontuações
resulta no Índice. A avaliação é conduzida no
primeiro e quinto minuto após o nascimento.
Cumpre observar que uma pontuação baixa
não prediz problemas de saúde futuros;
indica apenas a necessidade de atenção e
intervenções específicas nos primeiros
momentos de vida.” Esse índice é denominado:
A) Aldrete e Kroulik.
B) Apgar.
C) Katz.
D) Pittsburgh.
E) Braden Q.
VAMOS PRATICAR?
2. (CONSULPLAN/2024/Pref. de Miracema) A
puericultura refere-se ao acompanhamento
do crescimento e desenvolvimento da criança.
É importante que o agente comunitário de
saúde acompanhe sistematicamente a
presença das crianças às consultas
agendadas na UBS e faça a busca ativa dos
faltosos, informando à Equipe Saúde da
Família (ESF) os motivos de falta. O calendário
de consultas preconizado pelo Ministério da
Saúde em relação às consultas de
puericultura estabelece:
A) Três consultas no 2º ano de vida.
B) Duas consultas no 3º ano de vida.
C) A partir do 5º ano de vida, consultas anuais.
D) Sete consultas de rotina no primeiro ano de
vida.
3. (FAUEL/2024/Pref. de Cândido de Abreu)
Condição comum nos recém-nascidos, de
forma fisiológica ou patológica, em que ocorre
o aumento na concentração da bilirrubina no
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6. (FGV/2024/Pref. de Caraguatatuba)
Acerca da assistência ao recém-nascido
acima de 34 semanas, analise as afirmativas a
seguir e assinale V apara a verdadeira e F
para a falsa.
( ) Um RN ≥34 semanas apresenta boa
vitalidade se, ao nascer ele está respirando
ou chorando e o tônus muscular está em
flexão, independentemente do aspecto do
líquido amniótico.
( ) A aspiração de boca e narinas deve ser
realizada de rotina em todos os RNs,
independente do resultado do apgar no 1º
minuto, para evitar broncoaspiração.
( ) Considera-se bradicardia em recém
nascido a frequência cardíacaé:
A) Na presença de perímetro cefálico +2 escores Z, deve-se referir
para avaliação neuropsicomotora.
B) Na ausência de um ou mais marcos do
desenvolvimento para a sua faixa etária,
deve-se referir para avaliação
neuropsicomotora.
C) Na presença de todos os marcos para o
desenvolvimento, porém com um ou mais
fatores de risco, deve-se agendar retorno
conforme a rotina do serviço de saúde.
D) Na ausência de um ou mais marcos para a
faixa etária anterior, deve-se orientar a
mãe/cuidador sobre a estimulação da criança
e marcar retorno em trinta dias.
4. Atendimento pré e intra-hospitalar às urgências e emergências clínicas
pediátricas e neonatologias.
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ugênio - 01400091675 - P
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5. Distúrbios metabólicos e Atendimento Pré-Hospitalar: diabetes mellitus,
distúrbios acidobásicos e hipertensão arterial sistêmica.
A Pressão arterial (PA) é o produto do
débito cardíaco (DC) (DC= volume
sistólico x frequência cardíaca) pela
resistência vascular periférica (RVP).
A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é
diagnosticada quando o valor da PA se
encontra entre 140 x 90 mmHg de forma
sustentada, verificada pelo menos em
duas ou mais visitas médicas em
intervalo de dias, ou semanas.
Pode ser essencial: sem causa
definida, geralmente causada por
desequilíbrio homeostático; ou
Pode ser secundária: possui causa
definida, como causas não
endócrinas, endócrinas,
medicamentosas, entre outras.
HIPERTENSÃO ARTERIAL
SISTÊMICA (HAS)
Idade;
Sobrepeso/ obesidade;
Sexo e etnia;
Alcoolismo;
Ingestão de sódio e potássio em
elevada quantidade;
Sedentarismo;
Fatores socioeconômicos;
Genética.
*A HAS também pode estar relacionada
ao uso de algumas medicações ou
drogas ilícitas.
Quando utilizadas as medidas de
consultório o diagnóstico da PA
deverá ser realizado sempre por
medições repetidas, 2 ou mais vezes
em intervalos de dias, ou semanas.
Quando fora do consultório pode ser
feito o diagnóstico pelo MAPA ou
MRPA.
Fatores de risco principais para a HAS:
São exemplos de medicações: os
descongestionantes nasais
(fenilefrina), antidepressivos
tricíclicos (imipramina e outros), os
hormônios tireoidianos, os
contraceptivos orais, anti-
inflamatórios não esteroidais, a
carbenoxolona e a liquorice, os
glicocorticoides, a ciclosporina e a
eritropoetina.
Drogas ilícitas: a cocaína, a cannabis
ativa, a anfetamina e a 3-4-
metilenodioximetanfetamina.
-Ótima: 95 em três visitas
distintas, de acordo com idade, sexo e
percentil de estatura.
Em crianças e adolescentes com
diagnóstico de HA, as metas referentes
à terapia não farmacológica e
farmacológica devem ser a redução da
PA percentil

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