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BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR AULA 6 Prof.ª Elaine Ferreira Machado 2 CONVERSA INICIAL Nesta aula trabalharemos o ciclo celular para compreender como ele ocorre, o que compreende o mecanismo de replicação do DNA, a transcrição do RNA bem como os processos de divisão celular por mitose e meiose. A morte celular programada (apoptose) também será discutida, assim como as alterações biológicas do DNA que conduzem a tumores. Por isso, serão objetivos desta aula: • Geral: compreender os processos envolvidos na regulação do ciclo celular, evidenciando as bases moleculares da transformação maligna; • Específicos: diferenciar a estrutura e função do DNA e RNA no ciclo celular; reconhecer a mitose como um processo de divisão celular equacional identificando suas etapas; relacionar o processo de meiose as permutações e formação de gametas com variabilidade genética; discutir o processo de morte celular programada e sua importância (necrose e apoptose); pesquisar em artigos de divulgação científica as relações entre as divisões celulares e os tumores. TEMA 1 – DNA E RNA O DNA e o RNA são denominados ácidos nucleicos. Foram assim denominados, no século XIX, devido ao fato de terem sido observados, pela primeira vez, no núcleo das células. Segundo Thiemann (2003, p. 14) “em 1868, um jovem pesquisador, Friedrich Miescher (1844-1895), purificou uma nova substância no material nuclear das células, chamada de nucleína”, porém a primeira indicação apontando o DNA como material genético ocorreu em 1882 por Walther Fleming, entre outras pesquisas com genes e cromossomos que, em 1953, permitiram a elucidação das estruturas dessa molécula por James Watson, Francis Crick, Maurice Wilkins e Rosalinda Franklin (Thiemann, 2003). A descoberta do DNA, do RNA e do papel biológico desempenhado por eles foi uma marca fundamental no desenvolvimento da biologia molecular, permitindo pesquisas de compreensão da hereditariedade bem como técnicas com o DNA recombinante. Elucidadas as estruturas das moléculas, verificou-se que os ácidos nucleicos (embora não sejam encontrados apenas no núcleo celular como quando foram descobertos) são polímeros de nucleotídeos formados por fosfato, 3 pentose e bases nitrogenadas (púricas e pirimídicas) e controlam o metabolismo celular, a síntese de macromoléculas, a diferenciação celular e formam o patrimônio genético dos indivíduos. O nucleotídeo caracteriza-se como um monômero que forma os polímeros DNA e RNA. Na Figura 1, um exemplo da estrutura e composição do nucleotídeo: Figura 1 – Estrutura dos nucleotídeos e diferenças no DNA e RNA Fonte: Ghost Design/Shutterstock. O DNA (ácido desoxirribonucleico) encontra-se nos cromossomos, nas mitocôndrias e nos cloroplastos. As pesquisas envolvendo o DNA geraram e geram muitas polêmicas e questões éticas, principalmente no que diz respeito à manipulação em laboratório dessa molécula. Estruturalmente, tem o formato de 4 uma dupla-hélice, com nucleotídeos cujas bases nitrogenadas são a adenina, a timina, a citosina e a guanina em sua composição. Como se trata de uma macromolécula de fita dupla, a adenina pareia-se sempre com a timina, ao passo que a citosina se pareia com a guanina devido às relações de afinidade química entre elas. Esses nucleotídeos unem-se por pontes de hidrogênio para configurar a molécula de DNA. A adenina forma duas pontes de hidrogênio com a timina enquanto a guanina forma três pontes de hidrogênio com a citosina. A Figura 2 ilustra a estrutura conformacional do DNA: Figura 2 – Estrutura da molécula de DNA Fonte: Shadedesign/Shutterstock. O DNA apresenta uma característica importante na manutenção das características biológicas: duplica-se, em um processo denominado replicação ou duplicação, considerado um processo semiconservativo e que autorrepara o DNA, transmitindo a informação genética para as células-filhas e evitando mutações bruscas e deletérias para as espécies. O processo de replicação do DNA envolve uma série de enzimas, entre elas a DNA polimerase, cuja função está no rompimento das pontes de hidrogênio para que as fitas separadas sirvam de molde à formação do novo DNA. As fitas do DNA são sempre antiparalelas, e a duplicação ocorre no sentido 5´-3’. A Figura 3 ilustra a replicação do DNA: 5 Figura 3 – Replicação do DNA Fonte: Designua/Shutterstock. Observe na figura acima o processo de replicação do DNA, com a participação das enzimas e o DNA original servindo de molde para a síntese de novas moléculas, motivo pelo qual a replicação é denominada semiconservativa. O DNA caracteriza-se como uma molécula capaz de autoduplicar-se bem como tem a capacidade de produzir moléculas de RNA, transmitindo a informação genética nele contido, até a síntese de moléculas orgânicas, como as proteínas, pelos seres vivos. Assim, o RNA origina-se do DNA por um processo denominado transcrição. Trata-se de uma molécula bem menor, de fita simples, cujas bases nitrogenadas de seus nucleotídeos são a adenina, uracila, guanina e citosina; sua pentose é a ribose. Aparece no núcleo celular, nos ribossomos e no citoplasma. Difere estruturalmente do DNA, conforme ilustra a Figura 4: 6 Figura 4 – Diferenças estruturais entre o DNA e o RNA Fonte: Shadedesign/Shutterstock. Com composição química semelhante, no entanto com estrutura e funções diferenciadas, o RNA classifica-se em rRNA (RNA ribossômico), tRNA (RNA de transferência) e mRNA (RNA mensageiro), de acordo com as funções celulares. O RNA realiza um processo denominado transcrição em que se transcreve tendo como molde o DNA e traduz-se a informação genética para a formação das moléculas orgânicas, as proteínas, nas células, tal como ilustra a Figura 5: Figura 5 – Transcrição e tradução do RNA Fonte: Designua/Shutterstock. 7 Após o processo de transcrição, o mRNA codifica uma proteína com o auxílio do tRNA e do rRNA, com códons e anticódons. Os códons caracterizam- se como uma sequência de três nucleotídeos do mRNA. Essa sequência determina o aminoácido da cadeia polipeptídica, com sessenta e quatro combinações possíveis para formar vinte aminoácidos bem como códigos de início e fim do processo de transcrição. Já os anticódons caracterizam-se como uma sequência de três nucleotídeos do tRNA que se pareiam com o mRNA durante a síntese proteica. A Figura 6 demonstra esse processo: Figura 6 – Transcrição e tradução do código genético Fonte: Santos, 2010. Dessa forma, podemos compreender que o DNA tem um conjunto de dados genéticos que atuam em diferentes células, com diferentes combinações possíveis, o que culmina com diferentes processos transcricionais em células variadas dos organismos. Além disso, os ácidos nucleicos agem em processos de divisão celular e regulação do ciclo de vida de todas as células, como veremos. TEMA 2 – MITOSE A mitose caracteriza-se como um processo equacional de divisão celular, ou seja, mantém constante o número de cromossomos de uma espécie. No entanto, para que ocorra a mitose, é necessário que a célula duplique seu DNA. Esse período, denominado interfase, caracteriza-se pela intensa atividade 8 metabólica da célula, preparando-a para coordenar o ciclo de crescimento, replicação e divisão celular. Por isso, antes que a mitose propriamente dita ocorra, há esse período, a interfase, subdividida em períodos G1, S e G2. No período G1, a célula produz RNA e proteínas, sintetiza o rRNA e prepara-se para a fase S, de intensa síntese do DNA. Nesse período, a célula precisa seguir dois caminhos: ou entra em divisão ou em estado quiescente e, por isso, proteínas específicas agem inibindo ou estimulando o ciclo celular. Se as proteínas estimularem a divisão celular, então a célula entra nafase S. A fase S tem uma intensa produção de DNA, ocorrendo a chamada duplicação ou replicação semiconservativa da molécula. Nessa fase, as moléculas são duplicadas para que todas as células-filhas recebam a mesma quantia de DNA das células genitoras, evitando perdas do material genético. Concluída a fase S, a célula entra no G2, caracterizado como um período de término da replicação e reparos no DNA para que erros não sejam transmitidos às células-filhas. Também há intensa síntese de RNA e histonas. A Figura 7 ilustra o tempo de permanência da célula em cada uma das etapas que antecedem a mitose propriamente dita: Figura 7 – Tempo de duração do ciclo celular Créditos: Alila Medical Media/Shutterstock. Preparada para a divisão, a célula inicia a mitose. Essa divisão envolve os eventos da cariocinese e citocinese. A primeira refere-se à desorganização 9 nuclear para a divisão; a segunda, a divisão citoplasma-membrana para formar as células-filhas. Didaticamente, para fins de estudo, a mitose foi dividida em quatro etapas: prófase, metáfase, anáfase e telófase. A Figura 7 ilustra as etapas da mitose e seus respectivos acontecimentos: Figura 8 – Fases da mitose Fonte: 137527505 - NOPAINNOGAIN/SHUTTERSTOCK Fonte: Nopainnogain/Shutterstock. Observando a Figura 7, podemos organizar o Quadro 1, com os principais acontecimentos de cada fase: Quadro 1 – Principais eventos da mitose Fase Acontecimentos celulares Prófase Ocorre a condensação e encurtamento da cromatina originando os cromossomos; atuação das condensinas; desorganização do nucléolo; formação do fuso mitótico. Metáfase Estado máximo de condensação dos cromossomos e alinhamento dos mesmos na região equatorial das células; ruptura total do envoltório nuclear. 10 Anáfase Ruptura do equilíbrio metafásico com separação e migração das cromátides irmãs, formando os cromossomos filhos; participação ativa dos microtúbulos. Telófase Desaparecimento dos microtúbulos; reconstituição do núcleo e do citoplasma; descondensação da cromatina; reorganização do envoltório nuclear; ativação do complexo ciclina CDK para finalizar a mitose. Fonte: Junqueira; Carneiro, 2005. Ao final da mitose, uma célula diploide (2n) origina duas células diploides (2n), conforme Figura 9: Figura 9 – Mitose em células animais Fonte: Kateryna Kon/Shutterstock. Assim, em cada uma dessas fases, a célula organiza-se morfológica e fisiologicamente para completar o ciclo celular, originando novas células para o crescimento do organismo, reposição de células mortas ou reparação de tecidos. TEMA 3 – MEIOSE A meiose caracteriza-se como um processo de divisão celular reducional em que os cromossomos são reduzidos à metade do número diploide (2n) da espécie. No caso da espécie humana (Homo sapiens), a meiose ocorre nas glândulas sexuais (ovários e testículos), sendo responsável pela gametogênese (formação dos gametas). Ocorre em duas divisões celulares sucessivas, a meiose I (reducional) e responsável pelas permutações e recombinações gênicas e a meiose II (equacional). Apresenta também um período S de síntese do DNA e, didaticamente, a Meiose I tem a prófase I, metáfase I, anáfase I e telófase I. O mesmo ocorrendo com a Meiose II. 11 A prófase I é a fase mais duradoura da meiose. Nela, ocorre o pareamento de homólogos e a recombinação gênica também denominada permuta ou crossing over. A Figura 10 ilustra o processo de meiose: Figura 10 – O processo de meiose I e meiose II Créditos: Ody_Stocker/Shutterstock. Resumidamente, a meiose apresenta os seguintes eventos (Quadro 2): Quadro 2 – Principais eventos da meiose Meiose Fases Acontecimentos celulares I Prófase Ocorre o pareamento dos cromossomos homólogos e pode acontecer um fenômeno conhecido como crossing over ou permutação. Divide-se em subfases como: leptóteno, zigóteno, paquíteno, diplóteno e diacinese. Metáfase Cromossomos homólogos pareados se dispõem na região equatorial da célula, e cada cromossomo está preso a fibras de um polo celular. Anáfase Ocorre o encurtamento das fibras do fuso que separa os cromossomos homólogos conduzidos para polos opostos da célula; não há separação das cromátides-irmãs. 12 Telófase Ocorre a citocinese, separando as duas células- filhas haploides. II Prófase Cada uma das duas células-filhas tem apenas um grupo de cromossomos duplicados. Nessa fase, os centríolos duplicam novamente e as células em que houve formação membrana nuclear começam a se desintegrar. Metáfase Os cromossomos prendem-se pelo centrômero às fibras do fuso, que partem de ambos os polos. Anáfase Ocorre duplicação dos centrômeros e as cromátides-irmãs separam-se. Telófase Ocorre a reorganização do envoltório nuclear e do nucléolo. A citocinese separa as quatro células-filhas haploides, isto é, sem cromossomos homólogos e com a metade do número de cromossomos das células germinativas que iniciaram o processo. Fonte: Junqueira; Carneiro, 2005. Assim, a meiose é fundamental para restabelecer o número de cromossomos da espécie após a fecundação, bem como favorecer recombinações gênicas responsáveis pela evolução devido ao aumento da variabilidade genética. Dessa forma, podemos comparar as características e funções de cada processo de divisão celular, conforme ilustra a Figura 11: 13 Figura 11 – Comparação entre os processos de mitose e meiose Créditos: Snapgalleria/Shutterstock. TEMA 4 – MORTE CELULAR Da mesma forma que as células se dividem durante o ciclo celular, elas também envelhecem e precisam ser eliminadas do tecido ou órgão. Dessa forma, as células apresentam mecanismos regulatórios responsáveis pela eliminação da própria célula quando não são mais necessárias. Indivíduos nas fases embrionária, fetal e adulta precisam do mecanismo de destruição celular programada, com diferentes objetivos. Esse mecanismo de morte celular programada recebe o nome de apoptose. De acordo com Grivicich, Regner e Rocha (2007, p. 336): Em 1964, foi proposto o termo morte celular programada para designar um tipo de morte celular que ocorre de forma não acidental. Em 1972, Kerr, Wyllie e Currie sugeriram o termo apoptose para indicar esse tipo de morte celular. A apoptose ocorre nas mais diversas situações, como por exemplo, na organogênese e hematopoiese normal e patológica, na reposição fisiológica de certos tecidos maduros, na atrofia dos órgãos, na resposta inflamatória e na eliminação de células após dano celular por agentes genotóxicos. Considerando os objetivos da apoptose, algumas características são típicas desse processo, por exemplo: a participação do lisossomos; nela não há lançamento do conteúdo celular para o meio extracelular; há perda de aderência com as células da matriz extracelular e vizinhas; as mitocôndrias podem ter rompimento de membrana; há condensação da cromatina e fragmentação 14 nuclear, formando os corpos apoptônicos, que serão ligeiramente fagocitados por macrófagos sem causar inflamações (Grivicich; Regner; Rocha, 2007), fato que ocorre na necrose celular e, por isso, esse último processo causa infecções. Na Figura 12, uma síntese do processo de apoptose celular: Figura 12 – Acontecimentos da apoptose celular Fonte; Soleil Nordic/Shutterstock. Muitos estudos têm sido realizados sobre a apoptose celular e já se sabe que fatores de crescimento celular e hormônios regulam o processo. A apoptose, além de renovar células, constitui-se como um mecanismo de defesa a vírus, bactérias, fungos, protozoários bem como mutações do DNA que formam células cancerígenas. Caracteriza-se como uma defesa natural, eliminando apenas a célula ou grupo celular com características indesejáveis ao bom funcionamento do organismo. TEMA 5 – DNA E TUMORES A proliferação celularé altamente controlada por proteínas porque as células devem se multiplicar até certo ponto, mesmo após lesões. No entanto, as células tumorais ou cancerosas, surgidas por mecanismos de mutação do DNA se proliferam muito, agridem tecidos, induzem a formação de novos vasos sanguíneos (angiogênese) bem como podem entrar em metástases. 15 Geralmente as células cancerosas são aquelas que não cooperam umas com as outras, apresentam o DNA danificado e não são submetidas aos controles celulares. O surgimento dessas células é atrelado a uma única célula que sofreu mutação, passou por mitose e originou as outras células mutantes e com alto poder proliferativo. Isso se deve ao caráter genético ou à idade dos indivíduos. Vários fatores podem contribuir para a alteração do DNA e a formação de células cancerosas, como os vírus, as substâncias químicas e a alimentação, bem como a radiação. Segundo Junqueira e Carneiro (2005), a primeira observação da ação do ambiente na formação de células cancerígenas ocorreu em 1775, associando o câncer de pulmão à atividade dos limpadores de chaminés nas indústrias. Geralmente os grupos celulares que realizam muitas mitoses têm mais chances de sofrer mutações, por exemplo, os tecidos epiteliais e conjuntivos. Um exemplo bem característico são os tumores de pele associados à radiação ultravioleta a que os seres humanos ficam expostos. Segundo o INCA (Instituto Nacional do Câncer): O crescimento das células cancerosas é diferente do crescimento das células normais. As células cancerosas, em vez de morrerem, continuam crescendo incontrolavelmente, formando outras novas células anormais. Diversos organismos vivos podem apresentar, em algum momento da vida, anormalidade no crescimento celular – as células se dividem de forma rápida, agressiva e incontrolável, espalhando-se para outras regiões do corpo – acarretando transtornos funcionais. O câncer é um desses transtornos (Brasil, 2011). As células cancerosas apresentam também características diferenciadas em relação às células normais: podem ter número anormal de cromossomos e também cromossomos defeituosos, apresentam muitos ribossomos, tamanho diferenciado das demais células bem como coloração diferenciada, sendo possível observar isso em relação aos demais grupos celulares dos tecidos. A Figura 13 ilustra essa situação: 16 Figura 13 – Diferenças entre as células normais e tumorais Fonte: Gritsalak Karalak/Shutterstock. Assim, os principais genes que atuam em tumores são os oncogenes e genes supressores de tumores. Os genes supressores de tumor mantêm as células em estado G-zero e, toda vez que uma célula tem seu DNA alterado, ela não se divide e, portanto, não se torna maligna. Já os oncogenes codificam proteínas que provocam a multiplicação desordenada das células. Geneticamente, os oncogenes são dominantes e herdados. Assim, um único alelo herdado é suficiente para causar tumor porque dificulta o controle do ciclo celular. Já os genes supressores de tumores são recessivos, não são herdados, pois são resultados de mutações celulares, como as deleções. Enquanto o primeiro (oncogene), se presente, causa o câncer, o segundo (gene supressor) predispõe ao câncer. Atualmente “o conhecimento dos processos genéticos e bioquímicos que induzem à formação de células cancerosas vem permitindo desenvolver novas estratégias de tratamento” (Belizário, 2002, p. 51). NA PRÁTICA Saiba mais 1. As pesquisas e estudos sobre o ciclo celular bem como a elucidação da molécula de DNA trouxeram muitos questionamentos bioéticos. O documentário DNA: a promessa e o preço ilustra bem essa situação. Acesse o 17 link a seguir e assista a esse documentário. Reflita sobre as promessas trazidas, bem como os perigos envolvidos na manipulação dessa molécula. DNA: a promessa e o preço - Episódio 1 - Parte 1. Prinyx, 1 nov. 2008. Disponível em: . Acesso em: 3 set. 2019. 2. Acesse o link a seguir e leia o artigo “A descoberta da estrutura do DNA: de Mendel a Watson e Crick”. Elenque as principais pesquisas que resultaram na elucidação da estrutura do DNA e suas funções biológicas. THIEMANN, O. H. A descoberta da estrutura do DNA: de Mendel a Watson e Crick. Química Nova na Escola, n. 17, maio 2003. Disponível em: . Acesso em: 3 set. 2019. 3. Em entrevista, a diretora geral do INCA expõe sobre o futuro dos casos de câncer em seres humanos. Acesse o link a seguir e assista à entrevista e relacione os fatores apresentados na entrevista aos da nossa aula. DIRETORA-GERAL do Inca fala sobre previsão de novos casos de câncer nos próximos dois anos. G1, 2019. Disponível em: . Acesso em: 3 set. 2019. FINALIZANDO Nesta aula, trabalhamos o ciclo celular, o papel dos ácidos nucleicos nesse ciclo, as divisões celulares por mitose e meiose bem como a importância de cada processo na formação de células somáticas ou gametas, a morte celular programa (apoptose) na manutenção de um número adequado de células e as alterações no ciclo celular, especificamente no material genético (DNA), as quais levam à formação de tumores. 18 REFERÊNCIAS BRASIL. Instituto Nacional de Câncer (Brasil). ABC do câncer: abordagens básicas para o controle do câncer. Rio de Janeiro: Inca, 2011. Disponível em: . Acesso em 3 set. 2019. BELIZÁRIO, J. E. O próximo desafio: reverter o câncer. Ciência Hoje, jul., 2002. CARNEIRO, J., JUNQUEIRA, L. C. Biologia celular e molecular. 8. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. CURTIS, H. Biologia geral. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1997. GRIVICICH, I.; REGNER, A.; ROCHA, A. B. da. Morte celular por apoptose. Revista Brasileira de Cancerologia, v. 53, n. 3, p. 335-343, jul.-set. 2007. JUNQUEIRA, L. C.; CARNEIRO, J. Biologia celular e molecular. São Paulo: Guanabara Koogan, 2005. SANTOS, D. Código genético. Blog do Prof. Djalma Santos, 15 nov. 2010. Disponível em: . Acesso em: 3 set. 2019. THIEMANN, O. H. A descoberta da estrutura do DNA: de Mendel a Watson e Crick. Química Nova na Escola, n. 17, maio, 2013. Disponível em: . Acesso em: 3 set. 2019. http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/abc_do_cancer.pdf http://qnesc.sbq.org.br/online/qnesc17/17-a04.pdf