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UNIP 
Disciplina História da Psicologia
Professor: Luís Antônio Gomes Lima
AULA 3 
Humanismo Moderno: Renascimento. 
1. O teocentrismo na Idade Média e o nascimento da experiência subjetiva 
privatizada e individualizada no Renascimento. 
2. A subjetividade no Renascimento: antropocentrismo e diversidade cultural. 
3. Procedimentos de contenção do eu. 
4. A crítica à aparência. 
Leitura Obrigatória
- SANTI, P. L. R. A Construção do Eu na Modernidade. 6ª ed. Ribeirão 
Preto/SP: Holos, 2009. (Capítulos 2, 3, 4, 5, 6).
Tópicos de discussão
- a impossibilidade do “eu” na Idade Média
- Santo Agostinho e a gestação do eu como sendo a alma, esta entendida 
como uma interioridade na qual Deus está dentro de nós
- o canto gregoriano: o canto em uníssono retratando A ordem do mundo
- a noção de corpo social – a alma → Deus
- o humanismo no Renascimento
“É comum que tenhamos (...) (...) o próprio homem”. (p.21)
- a marca e a assinatura dos artistas em suas obras: Leonardo da Vinci e 
Michelangelo
- o Renascimento e a abertura à multiplicidade: a feira como símbolo de um 
mundo em transformação
- a violência da colonização em um mundo cada vez maior
- pintura: Bosch, Arcimboldo, Rembrandt
- música: a polifonia
- os procedimentos de contenção do eu – a gestação da Psicologia
- Santo Ignacio de Loyola – a disciplina dos exercícios espirituais
- uma polifonia “bem comportada”
- o exercício do poder político sobre o eu: “O príncipe” de Maquiavel
“Resta ver agora (...) (...) as causas justas” (p.44-45).
- o eu: afirmação e dissolução – fé e ceticismo (Montaigne, p.48)
- o elogio da “loucura”: crítica à sociabilidade burguesa (Erasmo de Rotterdam, 
p. 50)
- o controle sobre o corpo e as funções corporais, a linguagem e a 
subjetividade
“É impossível não rirmos (...) (...) inconscientes”. (p.53) 
- Elias e o processo civilizador
“Creio que será interessante (...) (...) que leva à exclusão do convívio”. (p.53)
- o monólogo de Hamlet em Shakespeare: uma experiência melancólica do eu 
(p.55)

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