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CONHECENDO A HISTÃRIA DA NUTRIÃÃO

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CONHECENDO A HISTÓRIA DA NUTRIÇÃO 
 
 
 
 
 1 – ALIMENTAÇÃO NA HISTÓRIA DO HOMEM 
Pré-história 
 
Os métodos de conservação usados ao longo da história permitiram e ajudaram no 
desenvolvimento do homem. 
Foi devido ao desenvolvimento da preservação dos alimentos ao longo da história que o homem atingiu 
o nível tecnológico de hoje, avalia o Publisher da Revista Indústria da Alimentação, Antônio Carlos De 
Faria. "A humanidade chegou até aqui devido ao processamento de alimentos. A primeira necessidade do 
homem foi a de se alimentar e por isso procurou meios de prolongar a vida útil dos alimentos", analisa. 
"Hoje, a indústria de alimentos recorre a todos os meios tecnológicos para facilitar a vida do homem", 
conclui. 
A história demonstra: mesmo antes de adquirir o controle da agricultura e da criação de animais para 
consumo, o homem esteve preocupado em manter reservas de carne de caça e de vegetais coletados para 
sua sobrevivência. 
A natureza – como o ciclo anual da mudança de estações e as oscilações que definem períodos 
de escassez e fartura – e hábitos culturais – como o nomadismo – são alguns dos fatores que definiram a 
necessidade de se preservar alimentos pelo maior tempo possível. 
A partir de experiências no dia-a-dia, o homem pré-histórico foi descobrindo os meios para conservar seu 
sustento e garantir a sobrevivência. O calor do sol, fogo e gelo, elementos encontrados na natureza, foram 
aos recursos primitivos dos quais lançou mão. Esses elementos é que ofereceram as pistas para o futuro 
da preservação. Na era moderna, a ultrapasteurização e a liofilização, métodos tecnologicamente 
avançados e supereficientes para a conservação de alimentos, são baseados nos mesmos princípios do uso 
do calor e do frio para a conservação. 
As principais tecnologias utilizadas pelo homem pré-histórico foram: 
O Domínio do Fogo 
Uso de Sal e Sol 
Gelo 
 
O Domínio do Fogo: 
 
Um dos momentos cruciais na evolução do conhecimento do homem foi o controle do fogo durante 
o período Paleolítico, também conhecido como Idade da Pedra Lascada. Essa era, iniciada há cerca de 2,5 
milhões de anos e terminada há 10 mil anos, viu o surgimento do Homo sapiens, origem do homem 
moderno. 
Não se sabe exatamente quando os precursores do Homo sapiens deixaram de consumir apenas 
alimentos frescos que caçava e coletava. Descobertas arqueológicas em cavernas da China fazem supor que 
o homem de Pequim, entre 250 mil e 500 mil anos atrás, já utilizava o fogo para se aquecer e 
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cozinhar carnes e vegetais crus. Esses são os primeiros sinais de que o homem procurava modificar os 
alimentos que consumia. 
No entanto, em grande parte do mundo pré-histórico, supõe-se que só a partir do período Neolítico 
ou Idade da Pedra Polida, o homem começou a usar regularmente o fogo para o cozer de alimentos. Ao 
perceber que, cozidos, carnes e vegetais duravam mais tempo, passou a usar o processo também para 
conservá-los. 
Uso de Sal e Sol: 
 
A história mostra que o hábito do sal para preservar alimentos vem quase sempre combinado com 
a exposição ao sol. É uma das formas mais antigas utilizadas pelo homem. Pinturas rupestres do período 
Neolítico revelam que esse método de conservação já era conhecido na pré-história. 
A carne-seca, carne-de-sol e charque são exemplos de produtos preparados a partir da salga e que 
são consumidos até hoje. 
 
Gelo: 
 
A utilização de baixas temperaturas para a conservação de alimentos também se perde na história. 
Assim como no caso do uso do fogo, foi no período Neolítico que o homem descobriu suas propriedades, 
a carne de caça e os vegetais guardados em locais frios conservavam-se por mais tempo. Por isso, o homem 
pré-histórico depositava seus alimentos nas partes mais escuras e frescas das cavernas. 
 
Século XV - A alimentação dos índios 
 
Os indígenas tinham como base alimentar a mandioca, complementada com produtos da caça, 
da pesca e da coleta. Através de sua lente de português do século XV, assim descrevia Caminha o sistema 
alimentar dos índios:”Eles não lavram, nem criam. Não há aqui boi, nem vaca, nem qualquer alimária 
(animal) que costumada seja ao viver dos homens. Nem comem senão desse inhame (mandioca), que aqui 
há muito, e dessa semente e frutos, que a terra e as árvores de si lançam”. Mas a surpresa maior, aos olhos 
de Caminha, era que esse sistema alimentar resultava em maior vigor físico do que o dos portugueses, nas 
suas próprias palavras: “E com isso (essa dieta) andam tais e tão rijos e tão nédios, que o não somos nós 
tanto, com quanto trigo e legumes comemos” (Caminha, 1500). 
Capaz de produzir em solos muito pobres, em climas com período de pelo menos seis meses 
de calor e umidade e com muito pouco trabalho, a mandioca é considerada um precioso tesouro vegetal. 
Mas não era a mandioca apenas boa para produzir, era também muito boa para comer. Em 1553, em carta 
endereçada da Bahia ao padre Inácio de Loyola, informava o padre Luiz Grã, “Pão de trigo não o tem (os 
habitantes da Bahia) senão de Portugal, ainda que em São Vicente se semeia e colhe muito formoso, mas 
nem ali nem nas outras capitanias se trabalhou por semear, porque esse mantimento da terra…. a que 
chamam mandioca … é suficientemente bom” (Aguiar, 1982). Gabriel Soares de Sousa, rico e culto senhor 
de engenho na Bahia, nascido em Portugal, escrevia em 1587 “… e ainda digo que a mandioca é mais sadia 
e proveitosa que o bom trigo, por ser de melhor digestão. E por se averiguar por tal, os governadores Tomé 
de Sousa, D. Duarte e Mem de Sá não comiam no Brasil pão de trigo”. 
Mas o encantamento com a nova terra ia muito além da mandioca. Nas palavras de Gabriel 
Soares de Sousa, incluía o milho (Zea mays) mole, “do qual fazem os portugueses muito bom pão e bolos 
com ovos e açúcar …. muito bom para cozer com … carne, pescado … e galinha, … mais saboroso que o 
arroz”. Aí estavam favas (Phaseolus lunatus), “que os índios chamam comendá,… que fazem muita 
3 
vantagem de sabor às de Portugal”. Eram os amendoins: “comem-se assados e cozidos… e são muito 
saborosos, e torrados fora da casca são melhores”. E o caju, “fruto formosíssimo… para se comerem cozidos 
com açúcar e canela não tem preço”, com sua castanha, “a qual é muito saborosa, e quer arremedar no sabor 
aos pinhões, mas é de muita vantagem”. Essa lista completa seria demasiado longa para o objetivo desse 
texto, mas para lhe dar o lugar que os portugueses lhe concediam, cumpre mencionar os ananases: “fruto 
do tamanho de uma cidra… olho à feição das alcachofras… muito doce e tão suave que nenhuma fruta da 
Espanha lhe chega na formosura, no sabor e no cheiro … ” Cheiro esse, que se impregnou no seu nome 
hoje mais comum de “abacaxi” – “yva hy’ãkaãasy” - fruta cheirosa em guarani atual. 
Além dos frutos da terra, havia a caça e o pescado abundante. E além da caça e do pescado 
havia o desempenho muito favorável da maior parte das culturas e criações trazidas da Europa e de outras 
regiões tropicais do império português: as bananas, os citros (“frutas de espinho”), o coco, o gengibre, as 
videiras e figueiras, as couves, pepinos, cebolas, alfaces e outras tantas plantas hortícolas. 
Nas palavras de Pero de Magalhães, publicadas em 1576: “há nesta terra muita cópia de leite 
de vacas, muito arroz, favas, feijões, muitos inhames e batatas, e outros legumes que fartão muito a terra. 
Há muita abundância de marisco e peixes por toda esta costa; com estes mantimentos se sustentam os 
moradores do Brasil sem fazerem gastos nem diminuírem nada em suas fazendas… Huma das cousas que 
sustenta muito, e abasta. he a muita caça que há nestes matos de muitos gêneros e de diversas maneiras…” 
Para os portugueses dos 1500, o deslumbramento não podia ser maior. A abundância generosa e 
despreocupada daquela nova terra era por demais desconcertante para eles, crescidos numa terra desgastada 
já havia séculos pela densa presença humana, com aagricultura baseada num elenco comparativamente 
limitado de plantas cultivadas, sob um clima de frialdade dolorida no inverno e calores fortíssimos no verão, 
com comida contada, pouca fruta e pouca água. 
Assim, no primeiro século de contato, a atitude diante do Brasil foi, sobretudo de 
deslumbramento, talvez poucas vezes cristalizado em palavras como numa carta de 1560, em que o padre 
Ruy Pereira, escrevia da Bahia a Portugal, que “se houvesse paraíso na Terra, eu diria agora que o havia no 
Brasil” (Aguiar, 1982). 
 
 
Século XVIII 
 
Com a Revolução Industrial, ocorreu um enorme aumento da produtividade, em função da 
utilização dos equipamentos mecânicos, da energia a vapor e, posteriormente, da eletricidade, que passaram 
a substituir a força animal. 
Ao lado da Revolução Industrial, ocorreu também uma Revolução Agrícola. A utilização de novos 
métodos agrícolas, rotação de safras, sementes selecionadas e o surgimento de novos equipamentos 
agrícolas, produziram um extraordinário aumento na produção de alimentos. Isso tornou o preço da 
alimentação mais barato e ajudou enormemente a sobrevivência dos trabalhadores. 
Muitas frutas foram trazidas pelos portugueses como a jaca, a manga e o jambo no século XVIII e 
algumas frutas brasileiras levadas para outras colônias. As frutas acompanham os pratos salgados, como a 
feijoada e as carnes, e preparados, isso foi uma influência indígena e africana na alimentação. Algumas 
frutas reservavam-se para a infância e muitas superstições envolviam o consumo de outras. Como o 
alimento não podia ser conservado por muito tempo ao ar livre, os colonos desenvolveram doces em 
compota e carnes secas e salgadas. 
4 
Século XX 
 
A partir do químico Lavoisier, no final do século XVIII, a alimentação foi considerada um 
processo de combustão de calorias, de onde nasceu toda a ciência nutricional moderna quantitativa. Depois, 
foram fixadas normas que colocam todos os indivíduos em um mesmo molde e lhes impõe tantos gramas 
disso, tantos gramas daquilo. Os produtos industriais receberam a benção dos laboratórios químicos. 
Entretanto, constata-se que esse conceito materialista da alimentação não trouxe saúde para todos. 
Ao contrário, ela preparou a cama para as doenças da civilização, porque apresentou aos consumidores 
alimentos corretos no plano quantitativo, mas catastróficos no plano qualitativo. Dessa forma, a metade sul 
do mundo morre de fome por falta de alimentos, enquanto a metade norte morre, não por falta quantitativa 
de alimentos, mas por nutrientes empobrecidos em substâncias vitais - mesmo se as pessoas estão obesas, 
suas células "morrem" literalmente de fome. É como se houvesse, de um lado, os famintos magros e, de 
outro, os famintos gordos - todos vítimas de uma mesma alimentação quantitativa materialista, que não se 
baseia nas leis da vida, mas nas cogitações intelectuais de cientistas. Esses esqueceram que o valor de uma 
alimentação não é somente questão de quantidade física ou química, mas também de energias mais sutis. 
No conceito holístico, a nutrição não é somente uma questão de calorias, de proteínas e de carboidratos. 
A alimentação ocidental moderna representa todos os erros que não devem ser cometidos para 
conservar uma boa saúde. Entre outros, desnaturamos os alimentos pelo cozimento, acrescentamos neles 
produtos químicos e os submetemos a todo tipo de manipulações industriais. Damos amplo lugar aos 
alimentos de origem animal, privilegiamos o consumo elevado de excitantes, como o café, o fumo e o 
álcool, ou de produtos refinados, como o açúcar. Misturamos entre si alimentos que não permitem uma boa 
digestão, destruímos as enzimas e as vitaminas por meio da pasteurização e de outros processos de 
conservação. 
Às custas de muita publicidade, incita-se o consumidor a comer aquilo que lhe é proposto... para 
lhe vender, a seguir, medicamentos destinados a aliviar os males criados por aquilo que acabou de ingerir! 
Felizmente, a loucura materialista do século XX está despertando as consciências. Estamos redescobrindo 
uma alimentação holística, que procura nutrir o ser humano levando em conta as grandes leis da vida. 
Se fosse necessário manter apenas três grandes princípios da alimentação sadia, seria a regra que 
respeita os três "V": 
 V para vegetal, isto é, dar o lugar preponderante em nossa alimentação aos alimentos de origem 
vegetal, consumindo apenas pequenas quantidades dos alimentos de origem animal. 
V para variado, isto é, evitar qualquer monotonia e hábitos repetidos. 
V para vivo, ou seja, comer principalmente alimentos não desnaturados, como os grãos 
germinados, as frutas e os legumes crus, suprindo o organismo das enzimas, das vitaminas e das substâncias 
biológicas que ele necessita. 
 
 
 2 – A ALIMENTAÇÃO CONTEMPORÂNEA 
 
A atividade tem como objetivo estabelecer uma relação entre a alimentação contemporânea e seus 
aspectos gerais, por exemplo, como as pessoas alimentam-se atualmente, porque preferem utilizar o fast- 
food ,por que é natural as crianças estarem interligadas a computadores,deixando de lado brincadeiras 
5 
como pular corda,tornando-se sedentários. Procurou-se apresentar como a tecnologia juntamente com a 
correria do dia-a-dia estão influenciando nas necessidades de cada um, e finalmente as conseqüências que 
estes novos hábitos estão acarretando na vida das pessoas. 
 Introdução geral : 
 
Durante as últimas décadas, a desnutrição apresentada pela população brasileira teve uma 
acentuada queda, enquanto que o sobrepeso e a obesidade tiveram sua prevalência aumentada. 
 
O aumento no consumo de açúcar, refrigerantes, carnes e embutidos e a redução no consumo de 
frutas, verduras, legumes e cereais integrais, modificou drasticamente o padrão alimentar dos brasileiros. 
 
 
Fast-food X Saúde : 
 
Os hábitos das famílias brasileiras devem-se ao crescimento da indústria de alimentos, fortes 
campanhas publicitárias, aliados ao trabalho das mulheres fora de casa, o que provocou o aumento no 
consumo de alimentos industrializados, congelados, enlatados e refrigerantes. 
 
Com a correria dos dias de hoje, as pessoas estão sempre com pressa, com pouco tempo para 
realizar as atividades diárias e isso inclui também o tempo de fazer as refeições. São poucos os que 
procuram separar um tempo destinado à alimentação. 
 
Justamente por essa falta de tempo é que as pessoas procuram cada vez mais os serviços de fast food. É 
comida rápida a custo baixo e que agrada o paladar de muitas pessoas. A princípio parece perfeito, não é 
mesmo? Mas não é bem assim, o consumo deste tipo de alimento pode acarretar vários problemas à 
saúde. 
 
 Diminuição da Prática de Exercícios Físicos: 
 
Outras situações da vida contemporânea trouxeram redução dos níveis de atividade física. Atividade 
física aquela que fazia parte do cotidiano das pessoas como, por exemplo, lavar roupa no tanque, caminhar 
para pegar transporte, ir para o trabalho de bicicleta, crianças brincando de pular corda, subindo em 
árvores… 
A vida moderna nos trouxe automóveis, metrôs, computadores, controle remoto, elevadores, 
escadas rolantes, máquinas de todos os tipos para atividades domésticas. 
A modernidade trouxe também facilidades na comunicação. Diariamente somos bombardeados com 
receitas, soluções milagrosas para controlar o peso, melhorar o diabetes, a pressão alta e colesterol. 
Alimentos funcionais são recomendados, sucos, chás, pílulas, dietas de todos os tipos: com proteína, sem 
carboidratos, do mediterrâneo. 
 
 Consequências : 
 
Atualmente, com a vida agitada que todos levam, muitos não se preocupam com a alimentação. 
Apenas lembram do assunto quando surge algum tipo de doença e a pessoa se vê obrigada a se alimentar 
de uma forma mais saudável. 
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Pular refeições, comer alimentos ricos em gorduras, consumir alimentos industrializados em excesso e 
outras atitudes deste tipo diminuem a disponibilidadede nutrientes, que são necessários ao bom 
funcionamento do organismo, o que resulta no processo de doença. 
 
Obesidade 
 
A obesidade é uma doença caracterizada pelo acúmulo excessivo de gordura corporal, associado a 
problemas de saúde. Podemos citar como causas da obesidade, fatores genéticos, ambientais e 
psicológicos. Entre os fatores ambientais está o consumo excessivo de calorias e a diminuição no gasto 
energético, que devem ser modificados para o controle da doença. 
 
Diabetes 
 
É uma doença caracterizada pela falta de produção ou produção insuficiente de insulina ou também pela 
ação insuficiente da insulina, que faz com que haja o aumento na taxa de glicose no sangue. A diabetes 
tipo II pode estar relacionada com o excesso de peso e a obesidade. 
 
Pessoas com diabetes devem ter um acompanhamento com um profissional capacitado para elaborar um 
cardápio conforme a realidade da pessoa, controlar o consumo de carboidratos e incentivar uma 
reeducação alimentar, além da prática de exercícios físicos regularmente. 
Hipertensão 
 
A hipertensão ocorre quando os níveis de pressão arterial encontram-se acima dos valores de referência 
para a população em geral. Podemos citar como causas da hipertensão a obesidade, consumo excessivo de 
álcool, sal em excesso, tabagismo, sedentarismo e fator hereditário. Esta doença é um dos principais 
fatores de risco para as doenças cardiovasculares. 
 
Assim como as demais doenças citadas acima, para controlar a pressão arterial é fundamental ter uma 
alimentação balanceada, praticar exercícios e diminuir o consumo de sódio, ou seja, o sal de cozinha e 
alimentos ricos em sódio 
 
 
 3 - SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL 
 
Consiste na realização do direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos de qualidade, 
em quantidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como base 
práticas alimentares promotoras da saúde, que respeitem a diversidade cultural e que sejam ambiental, 
cultural, econômica e socialmente sustentáveis. (CONSEA, 2011) 
Detectando causas de insegurança alimentar 
 
 Fome; 
 
 Doenças causadas por alimentos; 
7 
 Doenças associadas a hábitos alimentares inadequados. 
Alimentação adequada: Direito 
 Inerente à dignidade da pessoa humana; 
 
 Consagrado na Constituição Federal; 
 
 Políticas e ações para promover e garantir a segurança alimentar e 
nutricional da população. 
 Deve-se levar em conta dimensões ambientais, culturais, econômicas e sociais; 
 
 Soberania alimentar. 
 
Quem garante a Segurança Alimentar? 
 
 Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) 
 
 Fome Zero 
 
 Sistema Nacional de Segurança Alimentar (SISAN) 
 
 Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA) 
 
 Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) 
Legislação 
 Lei nº 11.346, de 15 de setembro de 2006 
 
Cria o Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional – SISAN com vistas em assegurar o 
direito humano à alimentação adequada e dá outras providências. 
 Decreto 6.273, de 23 de novembro de 2007 
 
Cria, no âmbito do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional - SISAN, a Câmara 
Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional. 
 Decreto 6.272, de 23 de novembro de 2007 
 
Dispõe sobre as competências, a composição e o funcionamento do Conselho Nacional de 
Segurança Alimentar e Nutricional - CONSEA. 
Programas de governo 
 
 Bolsa família; 
 
 PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar); 
 
 SISVAN (Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional); 
 
 Distribuição de vitamina A (Vitamina A+); 
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 Distribuição de ferro (Saúde de Ferro); 
 
 Alimentação e nutrição de povos indígenas; 
 
 PAT (Programa de alimentação do trabalhador) 
 
 
 
 4 – A NUTRIÇÃO NA ESTRATÉGIA GLOBAL DA SAÚDE 
A estratégia mundial tem quatro objetivos principais, a saber: 
 
1) reduzir os fatores de risco de doenças não transmissíveis associadas a uma alimentação pouco 
saudável e a falta de atividade física mediante uma ação de saúde pública essencial e medidas de promoção 
da saúde e prevenção da morbidade. 
 
2) promover a consciência e o conhecimento geral acerca da influência da alimentação saudável e da 
atividade física em saúde, assim como dopotencial positivo das intervenções de prevenção; 
 
3) fomentar o estabelecimento, o fortalecimento e a aplicação de políticas e planos de ação mundial, 
regionais, nacionais e comunitários direcionados a melhorar a alimentação e aumentar a atividade física; 
respaldar as investigações sobre uma ampla variedade de esferas pertinentes, incluída a evolução das 
intervenções; e fortalecer os recursos humanos que necessitam nesta área para melhorar a saúde. 
 
O que a pessoa pode fazer para melhorar sua alimentação 
 
Com respeito a alimentação, deve-se incluir as seguintes recomendações, dirigidas tanto as 
populações quanto para as pessoas: 
Obter um equilíbrio e um peso normal; 
Limitar a ingesta energética procedente das gorduras, substituir as gorduras 
saturadas por gorduras insaturadas e tratar de eliminar os ácidos 
transgordurosos; 
Aumentar o consumo de frutas e hortaliças, assim como de legumes, cereais 
integrais e frutas secas; 
 Limitar a ingesta de açúcares livres; 
 Limitar a ingesta de sal (sódio) de toda procedência e consumir sal iodado 
 
As políticas e os programas escolares devem apoiar a alimentação saudável e a atividade física. Em 
todos os países a escola influi na vida da maior parte das crianças. 
Para proteger sua saúde deve fornecer informações sanitárias, melhorar a educação básica em matéria 
de saúde e promover uma alimentação saudável, assim como a atividade física e outros comportamentos 
saudáveis. Reforça-se que as escolas promovam educação física todos os dias, para o qual devem ter as 
instalações e a equipe adequada. Aos governos reforça-se que adotem políticas que favoreçam uma 
alimentação saudável nas escolas e limitem a disponibilidade de produtos com alto teor de sal, açúcar e 
gordura. Junto com os pais e outras autoridades responsáveis, asescolas devem estudar a possibilidade de 
firmar contratos com produtores locais para os almoços escolares a fim de criar um mercado local de 
alimentos saudáveis. 
9 
A OMS prestará apoio para a aplicação do programa, quando os Estados Membros o solicitarem e 
centrará sua atenção nas seguintes esferas ampliadas e interrrelacionadas: 
 Facilitar a formulação, o fortalecimento e a atualização das políticas regionais e nacionais sobre 
alimentação e atividade física para uma prevenção integrada das doenças não transmissíveis; 
 Facilitar a redação, a atualização e a aplicação de diretrizes nacionais sobre alimentação asaudável 
e atividade física, em colaboração com organismos nacionais e sobre a base de conhecimento e experiências 
mundiais; 
 Facilitar orientação dos Estados Membros sobre a formulação de diretrizes,normas e outras 
medidas relacionadas com políticas que estejam emconsonância com os objetivos da estratégia mundial; 
 Identificar e difundir informações sobre intervenções baseadas em provas científicas e sobre 
políticas e estruturas eficazes para promover alimentação saudável e otimizar o grau de atividade física nos 
países e nas comunidades; 
 prestar apoio técnico apropriado para desenvolvimento de diversos países com capacidade de 
planejar e aplicar uma estratégia nacional e adaptá-la as circunstâncias locais; 
 facilitar modelos e métodos para que as intervenções relacionadas com a alimentação saudável e a 
atividade física sejam um componente integral de atenção a saúde; 
 promover e apoiar a capacitação dos profissionais da saúde em matéria de alimentação saudável e 
vida ativa como componente chave de seus planos de estúdio, e seu marco de programas existentes ou em 
oficinas especiais; 
 assessorar e apoiar os Estados Membros utilizando métodos de vigilância normatizadose 
instrumentos de avaliação rápida (como o método progressivo de vigilância dos fatores de risco 
relacionados com as doenças não transmissíveis preconizado pela OMS) para quantificar as mudanças na 
distribuição de risco – incluídas as modalidades de alimentação, nutrição e atividade física – e avaliar 
a situação atual, as tendências e as repercussões das intervenções. A OMS, em colaboração com a FAO, 
prestará apoio aos Estados Membros para que estabeleçam sistemas nacionais de vigilância nutricional de 
acordo com dados sobre a composição dos alimentos; 
 assessorar os Estados Membros sobre maneiras de colaborar construtivamente com as indústrias 
apropriadas. 
 
Os governos devem porporcionar informações corretas e equilibradas. Os governos devem adotar 
medidas que assegurem tanto o fornecimento de informações equilibradasaos consumidores para facilitar a 
adoção de decisões saudáveis como a disponibilidadede programas apropriados de promoção da saúde 
educação sanitária. Em particular, ainformação destinada aos consumidores deve adequar-se aos níveis de 
alfabetização, asdificuldades de comunicação e a cultura local, devendo ser compreendida por todos os 
setores da população. Em alguns países, os programas de promoção da saúde, que setem desenhado 
considerando o respectivo enfoque, devem difundir informações sobre alimentação e atividade física. 
Alguns governos já têm a obrigação legal de fornecer aos consumidores uma informação objetiva que lhes 
permita adotar decisões plenamente fundamentadas em assuntos que podem afetar a sua saúde. Em outros 
casos, esta questão pode aproximar-se mediante disposições específicas das políticas públicas. Os 
governos devem selecionar as melhores medidas, de acordo com suas capacidades e com o perfil 
epidemiológico nacional que pode varia de um país para o outro. 
10 
Educação, comunicação e conscientização do público. Uma boa base paraadoção de medidas de 
difusão e compreensão de conhecimentos adequadossobre a relação entre a alimentação saudável, a 
atividade física e a saúde, é oaporte e o gasto energético, assim como sobre decisões saudáveis em matériade 
produtos alimentícios. Os experts governamentais, as organizações nãogovernamentais e comunitárias e as 
indústrias apropriadas devem formular etransmitir mensagens coerentes, sensíveis e claras. Essas 
mensagens têm quecomunicar por diversos canais e de uma forma que responda as característicasda cultura 
local, assim como a idade e o sexo das pessoas. É possível influirconcretamente nos comportamentos desde 
as escolas, trabalho e instituiçõesdocentes e religiosas, assim como por via das organizações 
nãogovernamentais, os líderes comunitários e os meios de difusão. 
EstadosMembros devem formar alianças para dar ampla difusão às mensagensapropriadas e eficazes 
sobre a dieta alimentar e a atividade física. A educaçãoem matéria de alimentação e atividade física, assim 
como a adequação deconhecimentos básicos sobre os meios de comunicação desde a escola 
primária, são importantes para promover alimentações mais saudáveis e resistiras modas alimentares 
e a informação enganosa sobre estas questões. Tambémtem que se prestar apoio na adoção de medidas 
encaminhadas a melhorar osconhecimentos básicos em matéria de saúde, tendo em conta as 
circunstânciasculturais e socioeconômicas locais. É preciso avaliar periodicamente ascampanhas de 
comunicação. 
2) Programas de alfabetização e educação para adultos. É o marco dosprogramas de educação 
para adultos e devem distribuir conhecimentos básicosem matéria de saúde. Estes programas oferecem uma 
oportunidade para queos profissionais de saúde e os agentes de serviços sanitários difundam os 
conhecimentos sobre alimentação saudável, atividade física e prevenção dedoenças não 
transmissíveis entre os setores marginais da população. 
3) Comercialização, publicidade, patrocínio e promoção. A publicidade deprodutos alimentícios 
influi na eleição dos alimentos e nos hábitos alimentares.Os anúncios desses produtos e de bebidas não 
devem extrapolar a falta deexperiência e a credulidade das crianças. É preciso desestimular as mensagens 
que promovam práticas alimentares não saudáveis ou a inatividade física epromover mensagens 
positivas e propícias para saúde. Os governos devemcolaborar com os grupos de consumidores e do setor 
privado (incluindo o dapublicidade) a fim de formular critérios multisetoriais apropriados para 
acomercialização dos alimentos dirigida as crianças, abordando questões como opatrocínio, a promoção e 
a publicidade. 
4) Rótulos. Os consumidores têm direito a receber uma informação exata,padronizada e 
compreensível sobre o conteúdo dos produtos alimentícios, quelhes permita adotar decisões saudáveis. Os 
governos podem exigir que faciliteminformações sobre aspectos chave nutricionais, como se propõe nas 
Diretrizesdo Codex sobre Rótulo Nutricional1. 
5) Declaração de propriedade relacionada com a saúde. A medida que cresceo interesse dos 
consumidores pelas questões sanitárias e se presta maisatenção aos aspectos de saúde dos alimentos, os 
produtores recorrem cadavez mais a mensagens relacionadas com a saúde. Estes não devem enganar o 
público acerca dos benefícios nutricionais nem dos riscos 
 
 
 
 
 
 
 
 5- AS LEIS DA ALIMENTAÇÃO E A PIRÊMIDE ALIMENTAR 
11 
APRESENTAÇÃO 
 
O presente trabalho envolve a coleta e interpretação dos dados obtidos sobre a História da Nutrição 
mais especificamente sobre as leis da alimentação e pirâmide alimentar. O trabalho em questão foi 
desenvolvido no âmbito da disciplina obrigatória da integralização curricular do Curso de Nutrição, 
“Introdução a Nutrição e ao Exercício Profissional – CST3062”, ofertada pelo FACISA. Esta disciplina 
consiste em mostrar como deve ser feita uma alimentação saudável. 
 
LEIS ALIMENTARES E PIRÂMIDE ALIMENTAR 
 
.As Leis da Alimentação foram definidas por Pedro Escudeiro (1937) na primeira metade do século 
XX, e ainda hoje, são consideradas como a base de uma alimentação saudável para qualquer indivíduo. 
Segundo o mesmo autor, existem quatro leis da alimentação, dispostas da base para o topo por: 
 
i. Lei da quantidade; 
ii. Lei da qualidade; 
iii. Lei da harmonia; 
iv. Lei da adequação. 
 
A pirâmide alimentar é um guia geral para que você possa escolher uma deita saudável e adequar na 
sua vida da melhor forma. Essa pirâmide esta dividida em seis grupos os quais serão descritos e melhor 
caracterizados no subitem 2.3 deste capítulo. Foi adotado para o trabalho em questão, o esquema utilizado 
pela Food na Drug Administration. 
 
2.2. LEIS DA ALIMENTAÇÃO 
2.2.1. Lei da quantidade 
A Lei da quantidade fala que a quantidade de alimento deve ser suficiente para cobrir as exigências 
energéticas do organismo e manter em equilíbrio o seu balanço. Ela fala também que o indivíduo necessita 
de quantidades específicas para manter suas funções orgânicas e atividades diárias, então o sujeito deve se 
alimentar de acordo com suas necessidades de energia gasta diariamente. 
2.2.1. Lei da qualidade 
Na Lei da qualidade o regime alimentar deve ser completo em sua composição, para oferecer ao 
organismo todas as substâncias que o integram. Uma variedade de alimentos oferece todos os nutrientes 
necessários ao bom funcionamento do corpo. Então, quanto mais colorida for sua alimentação, mais 
diversidades de nutrientes você estará ingerindo. 
2.2.1. Lei da harmonia 
Na Lei da harmonia a quantidade dos diversos nutrientes que integram uma boa alimentação deve 
guardar uma relação de proporção entre si, pois o nosso organismo aproveita corretamente os nutrientes 
quando estes estão em quantidades adequadas. Assim, é importante haver um equilíbrio entre eles, uma vez 
que as substâncias não agem isoladamente, e sim em conjunto. 
2.2.1. Lei da adequação 
A Lei da adequação diz que a dieta dever ser adequada à condição de cada indivíduo, pois a 
alimentação esta subordinadaa sua adequação ao organismo, e essa adaptação também esta submissa a 
alguns fatores como o estado físico da pessoa, seus hábitos alimentares, condições sócio-econômicas, 
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alterações patológicas e ao seu ciclo de vida, uma vez que estes fatores fazem com que os indivíduos 
tenham necessidades nutricionais diferenciadas. 
 
2.3. PIRÂMIDE ALIMENTAR 
 
Neste subitem, para cada grupo sugere-se uma porção ideal para um indivíduo. Ressalta-se que o 
número de porções a serem consumidas depende dos fatores como idade e atividade física. Em função das 
porções consumidas, o número de calorias pode variar de 1.600 a 2.400 calorias. 
 
2.3.1. Grupo 1 
A base da pirâmide é composta por alimentos ricos em carboidratos. Os carboidratos, sob a forma de 
glicose, frutose, sacarose, maltose, lactose, amido, entre outras, são a maior fonte de energia para o 
organismo. A glicose é indispensável para manter a integridade funcional do tecido nervoso e, sob 
circunstâncias normais, é a única fonte de energia para o cérebro. A presença de carboidratos é necessária 
ao metabolismo normal das gorduras. É aconselhável consumir de 6 a 11 porções diariamente. 
Uma porção adequada para suprir essa necessidade seria: 1 fatia de pão ou ½ xícara (chá) de cereais 
(tipo granola) ou ½ xícara (chá) de arroz ou ½ xícara (chá) de macarrão cozido. 
 
2.3.2. Grupo 2 
Este grupo é composto pelos legumes e verduras, que são ricos em vitaminas, sais minerais e fibras. 
Eles possuem nutrientes essenciais a diversas funções do organismo, como por exemplo, as suas reações 
metabólicas. É necessário consumir de 3 a 5 porções diariamente. Uma porção adequada para suprir essa 
necessidade seria: 1 porção de vegetais: 1 xícara (chá) de folhas cruas ou ½ xícara (chá) de vegetais cozidos 
 
2.3.3. Grupo 3 
Este grupo é composto pelas frutas. Assim como os legumes, as frutas também são boas fontes de 
vitaminas, sais minerais e fibras, principalmente quando consumidas ao natural. Também possuem 
nutrientes essenciais a diversas funções do organismo, como por exemplo, as suas reações metabólicas. É 
aconselhável consumir de 2 a 4 porções diariamente. Uma porção adequada para suprir essa necessidade 
seria: 1 fruta fresca ou ¾ xícara (chá) de suco (extraído da polpa). 
 
2.3.4. Grupo 4 
Este grupo é composto por carnes, ovos e leguminosas como feijão, lentilha, ervilha, grão de bico e 
soja, além de nozes e castanhas. São os alimentos construtores e são necessários para a construção e 
manutenção dos tecidos orgânicos, formação de enzimas, hormônios e vários líquidos e secreções corpóreas 
e preservação do sistema de defesa. São alimentos ricos em proteínas, vitamina B12 e minerais como zinco 
e ferro. É aconselhável consumir de 2 a 3 porções diariamente. Uma porção adequada para suprir essa 
necessidade seria: 1 filé pequeno de carne bovina, peixe ou ave ou 1 ovo ou ½ xícara (chá) de feijão (ou 
substituto) ou ½ xícara de nozes ou castanhas. 
 
2.3.5. Grupo 5 
Este grupo é composto por leite e derivados. Estes alimentos são os maiores fornecedores de cálcio, 
mineral envolvido na formação dos ossos e dentes, contração muscular e na ação do sistema nervoso. 
Também são fontes de proteína de boa qualidade. É aconselhável consumir de 2 a 3 porções diariamente. 
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Uma porção adequada para suprir essa necessidade seria: 1 copo de leite ou iogurte ou 2 fatias de queijo 
(prefira os queijos frescos) 
 
2.3.6. Grupo 6 
Composto pelos lipídeos (óleos e gorduras), que constituem fonte de energia mais concentrada que a 
dos carboidratos e das proteínas. Além disso, uma vez transformados em tecidos adiposos, são uma forma 
de armazenamento de energia. Os lipídeos são veículos de vitaminas lipossolúveis (A, D, E, K) e podem 
ser encontradas no creme de leite, manteiga, toucinho, óleos etc. Estão no topo da pirâmide e devem ser 
consumidos com moderação. Uma porção adequada para suprir essa necessidade seria: 1 colher (sopa) 
manteiga, margarina ou maionese. 
 
 
Apesar da importância da alimentação correta e saudável, é de se assumir que informações contidas 
neste relatório não são cotidianas na vida da população brasileira de um modo geral. O usuário destas 
informações terá o necessário para mudar o seu hábito alimentar de acordo com o seu meio de vida e classe 
social. 
O maior problema, como já citado anteriormente, é a falta dessas informações para a população de 
um modo geral. A transmissão destas informações poderiam se dá por meio de apoio das prefeituras em 
conciliação com as universidades. 
Enfim, munido destas informações, o indivíduo só terá a acrescentar na sua vida, tanto no quesito 
pessoal quanto no profissional.

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