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Vascularizacao e inervacao da face

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Inervação e vascularização da face
Base para o cirurgião-dentista clínico geral
Prof. Everton Luz
Tópicos principais
1. Introdução
2. Vascularização da face
3. Inervação da face
4. Aplicações clínicas
5. Correlação anatômica e imaginológica
6. Conclusão
Introdução
Vascularização da face
De onde vem o sangue que irriga a cabeça 
e o pescoço?
“RODOVIAS” PRINCIPAIS:
• Artéria carótida interna
• Artéria carótida externa
“RODOVIA” AUXILIAR:
• Artéria subclávia
A. Carótida interna
“RODOVIAS” PRINCIPAIS:
• Artéria carótida interna
• Artéria carótida externa
“RODOVIA” AUXILIAR:
• Artéria subclávia
É especializada para o cérebro. Ela leva a maior parte do 
sangue diretamente para o encéfalo, protegendo essa 
região vital.
A. Carótida externa
“RODOVIAS” PRINCIPAIS:
• Artéria carótida interna
• Artéria carótida externa
“RODOVIA” AUXILIAR:
• Artéria subclávia
Irriga o que está fora do cérebro. Ela envia sangue para a 
face, couro cabeludo, mandíbula, língua, músculos, 
glândulas e outras estruturas externas da cabeça e do 
pescoço.
A. subclávia
A. subclávia
Ramo vertebral da artéria subclávia → Também 
ajuda na irrigação do cérebro. Esse vaso sobe pela 
coluna cervical (dentro dos forames das vértebras 
cervicais) até chegar ao cérebro.
A. subclávia
o Demais ramos da artéria subclávia → 
Contribuem principalmente para o pescoço e parte 
posterior da cabeça.
E como o sangue volta? (Drenagem Venosa)
• Depois que o sangue faz seu trabalho (levar oxigênio e nutrientes), 
ele precisa voltar para o coração.
“3 RODOVIAS DA VOLTA”
• Veia jugular interna
• Veia jugular externa
• Veia vertebral
1. Onde tudo 
começa?
CORAÇÃO
ARCO AÓRTICO
VEIA CAVA SUPERIOR
Onde tudo começa?
• Para levar sangue até a cabeça e o pescoço, o corpo usa duas 
grandes vias chamadas artérias carótidas comuns – uma do 
lado direito e outra do lado esquerdo.
A. carótida comum direita: nasce 
de uma “rodovia principal” 
chamada tronco braquiocefálico 
Tronco braquiocefálico
A. carótida comum 
direita
A. carótida comum esquerda: sai direto 
do arco aórtico (que fica no tórax)
A. carótida comum 
esquerda
As duas carótidas sobem lado a lado com a veia jugular 
interna e o nervo vago, dentro de um “tubo de proteção” 
chamado bainha carótica (ou carotídea).
Quando chegam perto da cartilagem tireóidea 
(região da “pomo de Adão”), cada carótida comum 
se divide em duas:
Carótida interna → sobe para o cérebro (irriga 
encéfalo, olhos, etc.)
Carótida externa → irriga a face, mandíbula, língua, 
couro cabeludo (ou seja, tudo fora do cérebro)
Importante: enquanto sobem pelo pescoço, as 
carótidas comuns não soltam nenhum ramo. Elas 
só se dividem lá em cima!
A. carótida comum 
esquerda
2. Sensores da Bifurcação da 
Carótida 
Seio Carótico (sensor de pressão) e Corpo carótico (sensor 
químico) 
 Sensores da Bifurcação da Carótida
Seio carotídeo (sensor de pressão)
 O que é?
Uma dilatação na parede da artéria 
carótida interna, logo após a 
bifurcação da carótida comum.
 Função:
• Funciona como um barorreceptor, 
ou seja, um sensor de pressão 
arterial.
• Ele percebe quando o sangue está 
passando com muita ou pouca 
pressão.
 Sensores da Bifurcação da Carótida
Seio carotídeo (sensor de pressão)
 Como funciona:
• Se a pressão sobe (ex.: hipertensão), 
o seio carotíde omanda sinais ao 
cérebro.
• O cérebro responde mandando 
diminuir os batimentos cardíacos e 
relaxar os vasos, para abaixar a pressão.
• Se a pressão cai, faz o oposto: 
aumenta os batimentos cardíacos e 
contrai os vasos, para elevar a pressão.
 Quem leva essa informação?
• O nervo glossofaríngeo (IX), através do 
seu ramo chamado nervo do seio carotídeo.
 Sensores da Bifurcação da Carótida
Corpo carotídeo (sensor químico)
 O que é?
Uma pequena estrutura oval, de cor marrom-
avermelhada, que fica colada na parede da 
bifurcação da carótida.
 Função:
É um quimiorreceptor, ou seja, um sensor da 
qualidade do sangue.
Ele percebe se o sangue está:
 Pobre em oxigênio (hipóxia)
 Com excesso de gás carbônico 
(hipercapnia)
 Com pH alterado (acidose)
 Sensores da Bifurcação da Carótida
Corpo carótico (sensor químico)
 Como funciona:
 Se percebe pouco oxigênio, muito gás 
carbônico ou sangue ácido, o corpo carotídeo 
envia sinais ao cérebro para aumentar a 
frequência respiratória.
Assim, respiramos mais e corrigimos o 
problema.
 Quem leva essa informação?
Os nervos glossofaríngeo (IX) e vago (X).
3. A. carótida externa e 
suas ramificações
A.Carótida externa e suas ramificações
• A artéria carótida externa possui: 6 ramos colaterais e 2 terminais
Ramos colaterais: 
1. A. tireóidea superior
2. A. faríngea ascendente
3. A. lingual
4. A. facial
5. A. occipital
6. A. auricular posterior 
Ramos terminais
7. A. maxilar
8. A. temporal superficial
1. Artéria tireóidea superior
A artéria tireóidea superior é o primeiro ramo da 
carótida externa, desce até a tireoide e também 
manda ramos para:
 Músculos do pescoço (infra-hióideos e 
esternocleidomastoideo)
 Laringe (incluindo mucosa e músculos)
 Toda a parte superior da glândula tireoide e, 
em parte, as paratireoides.
A. Tireóidea superior
2. Artéria faríngea ascendente
Pequena, mas muito importante! Vai para a 
parede da faringe, tuba auditiva e base do 
crânio.
A. Faríngea ascendente
3. Artéria lingual
A artéria lingual é coberta pelo nervo 
hipoglosso (NC XII), pelo m. estilo-hióideo e 
pelo ventre posterior do m. digástrico.
A. lingual
3. Artéria lingual
3. Artéria lingual
A. lingual
A. Profunda da língua
Ramos dorsais da língua
Ela cursa sob os músculos hioglossos e se ramifica 
nas artérias lingual profunda e sublingual, que 
fornecem suprimento sanguíneo para os músculos 
intrínsecos da língua e para o assoalho da boca.
3. Artéria lingual
4. Artéria facial
Artéria 
 Origem: Surge da artéria carótida externa
 Trajeto: Primeiro, passa pela região da 
glândula submandibular, depois contorna a 
base da mandíbula, na frente do músculo 
masseter; Sobe em direção ao ângulo 
medial do olho, onde passa a se chamar 
artéria angular, que se comunica com ramos 
da artéria oftálmica (da carótida interna).
A. facial
A. angular
4. Artéria facial
Pode ser dividido didaticamente em parte 
cervical (antes de entrar na face) e parte 
facial (na face)
A. facial
A. angular
4. Artéria facial
Parte cervical: Vai da origem até a borda da 
mandíbula.
 Ramos principais: 
- Artéria palatina ascendente: palato 
mole, tonsila palatina, parte da faringe e 
tuba auditiva.
- Ramo tonsilar: tonsila palatina.
- Artéria submentual: maior ramo, passa 
sob o músculo milo-hióideo e se conecta 
à artéria sublingual.
- Ramos glandulares: irrigam a glândula 
submandibular.
A. facial
A. angular
4. Artéria facial Parte Facial - Começa na borda da 
mandíbula e sobe até o ângulo medial do 
olho (artéria angular).
 Ramos principais: 
- Artéria massetérica superficial: músculo 
masseter.
- Artéria labial inferior: lábio inferior 
(músculo orbicular, pele e mucosa).
- Artéria labial superior: lábio superior, 
septo e asa do nariz.
- Ramo nasal lateral: asa e dorso do nariz.
- Ramo terminal:
- Artéria angular: chega ao ângulo medial 
do olho e se anastomosa com a artéria 
oftálmica (carótida interna), criando uma 
comunicação importante entre os dois 
sistemas (externo e interno).
A. facial
A. angular
5. Artéria occipital
A artéria occipital normalmente tem origem 
oposta à da facial, na parte posterior da 
carótida externa.
Envia ramos às células mastóideas; 
músculos digástrico, estilo-hióideo, 
esternocleidomastóideo e outros 
adjacentes; dura-máter e couro cabeludo da 
região occipital.
A. occipital
5. Artéria occipital
6. Artéria auricular posterior 
A artéria auricular posterior origina-se 
superiormente à artéria occipital e aos 
músculos estilo-hióideo e digástrico, os 
quais irriga.
Além disso, supre orelha interna e células 
mastóideas, pavilhão da orelha e courocabeludo adjacente, glândula parótida e 
articulação temporomandibular (ATM)
A. Auricular superior
7. Artéria maxilar
A. maxilar
 Artéria Maxilar – Resumo Didático
 Maior ramo terminal da artéria carótida 
externa
 Irriga: maxila, mandíbula, músculos da 
mastigação, palato, mucosa nasal e dentes.
________________________________________
Trajeto Geral
- Início: Atrás e medial ao colo da 
mandíbula.
- Termina: Na fossa pterigopalatina, como 
artéria esfenopalatina (ramo terminal).
- Percurso: Faz um trajeto tortuoso, 
passando por estruturas ósseas e 
musculares.
7. Artéria maxilar
7. Artéria temporal superficial
É um ramo terminal da artéria carótida externa, junto com 
a artéria maxilar.
Tem um trajeto ascendente, passando superficialmente 
na região temporal (às vezes visível na pele).
Irriga principalmente o couro cabeludo das regiões 
temporal, frontal e parietal, além de estruturas da face, 
como a glândula parótida e o masseter.
 Principais Ramos:
- Artéria facial transversa: Irriga parótida, masseter e 
pele da região zigomática.
- Artéria temporal média: Irriga o músculo temporal.
- Ramo frontal: Irriga o couro cabeludo da testa.
- Ramo parietal: Irriga o couro cabeludo da região 
parietal (lateral superior da cabeça).
Inervação da face
Nervo trigêmeo (V)
O nervo mais importante para a 
Odontologia
 É chamado de nervo trigêmeo 
porque se divide em 3 ramos.
Funções:
• Sensitiva: Leva informações de 
tato, dor e temperatura da face, 
dentes, mucosas e parte da língua.
• Motora: Comanda os músculos da 
mastigação.
RAMOS DO NERVO TRIGÊMIO
V1 – Nervo oftálmico
V2 – Nervo maxilar
V3 – Nervo mandibular
Nervo trigêmeo (V)
• Origem: Sai tronco encefálico, com duas raízes:
 Sensitiva (maior) – recebe as informações da face.
 Motora (menor) – leva comandos para os músculos da 
mastigação.
A raiz sensitiva forma um "nódulo" chamado gânglio 
trigeminal (ou gânglio de Gasser), que funciona como uma 
central de distribuição dos ramos sensitivos.
Nervo trigêmeo (V)
• Origem: Sai tronco encefálico,com duas raízes:
 Sensitiva (maior) – recebe as informações da face.
 Motora (menor) – leva comandos para os músculos da 
mastigação.
A raiz sensitiva forma um "nódulo" chamado gânglio 
trigeminal (ou gânglio de Gasser), que funciona como uma 
central de distribuição dos ramos sensitivos.https://anatp
at.unicamp.b
r/bineucereb
roext-
nervos.html
Impressão trigeminal - 
porção petrosa do osso 
temporal
Gânglio trigeminal
Maior massa glanglionar do corpo
Divisão
RAMO 
MANDIBULAR
RAMO MAXILAR
RAMO OFTÁLMICO
Nervo oftálmico (V1)
Função: É um ramo exclusivamente sensitivo 
do nervo trigêmeo. Leva informações de tato, 
dor e temperatura da região superior da face 
para o sistema nervoso central.
Origem: Sai de dentro da cavidade craniana 
para alcançar a órbita pela fissura orbital 
superior
Fissura orbital superior
Nervo oftálmico
Nervo oftálmico (V1)
Áreas que inerva:
 Olho e anexos: córnea, conjuntiva, esclera.
 Testa e couro cabeludo anterior: região da 
glabela até a linha sagital anterior.
 Parte superior do nariz: dorso e ponta.
 Pálpebra superior.
 Seios paranasais: frontal, etmoidal e parte 
do esfenoidal.
 Parte da mucosa nasal superior.
Nervo oftálmico (V1)
Nervo nasociliar
Nervo frontal
Nervo lacrimal
Leva sensibilidade para a córnea (extremamente sensível), 
parte da mucosa nasal, pele do dorso do nariz e seios 
etmoidais. 
Tem um papel importantíssimo na proteção ocular através 
do reflexo córneo-palpebral (fechar o olho quando algo toca 
a córnea).
Nervo oftálmico (V1)
Nervo nasociliar
Nervo frontal
Nervo lacrimal
Passa pelo teto da órbita e se divide em dois ramos:
 Nervo supraorbitário e
 Nervo supratroclear.
Inervam a pele da testa, couro cabeludo anterior, pálpebra 
superior e parte da região medial da órbita.
Nervo oftálmico (V1)
Nervo nasociliar
Nervo frontal
Nervo lacrimal
Leva sensibilidade para a glândula lacrimal, parte da 
pálpebra superior e canto lateral do olho.
Nervo maxilar (V2)
 Função Sensitivo
 Forame de saída Forame redondo
 Trajeto principal
 Sai do gânglio trigeminal → 
forame redondo → fossa 
pterigopalatina → se divide em 
ramos periféricos
Nervo maxilar (V2)
 Função Sensitivo
 Forame de saída Forame redondo
 Trajeto principal
 Sai do gânglio trigeminal → 
forame redondo → fossa 
pterigopalatina → se divide em 
ramos periféricos
Nervo maxilar (V2)
 Áreas 
inervadas
 Pálpebra inferior Asa do nariz (lateral) 
Bochecha Lábio superior Dentes 
superiores Gengiva vestibular superior Seio 
maxilar Palato duro e mole Parte da faringe 
nasal e mucosa nasal
 Ramos 
principais
 Nervo infraorbitário → lábio superior, 
bochecha, asa do nariz, pálpebra inferior 
 Nervos alveolares superiores → dentes 
superiores, gengiva e seio maxilar (anterior, médio 
e posterior) 
 Nervos palatinos (maior e menores) → palato 
duro, palato mole e úvula 
 Nervos nasais → mucosa nasal e parte do 
septo
 Importância 
clínica
 Anestesia da maxila (infraorbitária, alveolar 
superior, palatina)
 Dores da face (sinusite, neuralgias)
 Relevante em cirurgias, endodontia e próteses 
na região superior
Nervo mandibular (V3)
Função Misto (sensitivo + motor)
Forame de saída Forame oval
Trajeto principal
 Sai do gânglio trigeminal → forame oval 
→ fossa infratemporal → se divide em ramos 
motores e sensitivos
 Áreas 
sensitivas
 Lábio inferior
 Queixo 
 Dentes inferiores (mandíbula)
 Gengiva vestibular inferior
 2/3 anteriores da língua (sensibilidade 
geral, não paladar) 
 Região da têmpora e orelha 
 Mucosa bucal e assoalho da boca
Nervo mandibular (V3)
Nervo mandibular (V3)
 Inervação motora
Músculos da mastigação: – Masseter – Temporal – 
Pterigoideo medial – Pterigoideo lateral Outros 
músculos: – Milo-hióideo – Ventre anterior do 
digástrico – Tensor do tímpano – Tensor do véu 
palatino
 Ramos principais
Nervo alveolar inferior → dentes inferiores, lábio 
inferior, queixo (via nervo mentual) + ramo motor 
para milo-hióideo e digástrico (ventre anterior) 
Nervo lingual → sensibilidade geral dos 2/3 
anteriores da língua e mucosa do assoalho da boca 
Nervo bucal → mucosa da bochecha e gengiva 
vestibular dos molares inferiores
Nervo auriculotemporal → sensibilidade da orelha, 
têmpora e ATM
	Slide 1: Inervação e vascularização da face
	Slide 2: Tópicos principais
	Slide 3: Introdução Vascularização da face
	Slide 4: De onde vem o sangue que irriga a cabeça e o pescoço?
	Slide 5: A. Carótida interna
	Slide 6: A. Carótida externa
	Slide 7: A. subclávia
	Slide 8: A. subclávia
	Slide 9: A. subclávia
	Slide 10: E como o sangue volta? (Drenagem Venosa)
	Slide 11: 1. Onde tudo começa?
	Slide 12
	Slide 13: Onde tudo começa?
	Slide 14
	Slide 15
	Slide 16
	Slide 17
	Slide 18: 2. Sensores da Bifurcação da Carótida Seio Carótico (sensor de pressão) e Corpo carótico (sensor químico) 
	Slide 19: 🧠 Sensores da Bifurcação da Carótida Seio carotídeo (sensor de pressão)
	Slide 20: 🧠 Sensores da Bifurcação da Carótida Seio carotídeo (sensor de pressão)
	Slide 21: 🧠 Sensores da Bifurcação da Carótida Corpo carotídeo (sensor químico)
	Slide 22: 🧠 Sensores da Bifurcação da Carótida Corpo carótico (sensor químico)
	Slide 23: 3. A. carótida externa e suas ramificações
	Slide 24: A.Carótida externa e suas ramificações
	Slide 25: 1. Artéria tireóidea superior
	Slide 26: 2. Artéria faríngea ascendente
	Slide 27: 3. Artéria lingual
	Slide 28: 3. Artéria lingual
	Slide 29: 3. Artéria lingual
	Slide 30: 3. Artéria lingual
	Slide 31: 4. Artéria facial
	Slide 32: 4. Artéria facial
	Slide 33: 4. Artéria facial
	Slide 34: 4. Artéria facial
	Slide 35: 5. Artéria occipital
	Slide 36: 5. Artéria occipital
	Slide 37: 6. Artéria auricular posterior 
	Slide 38: 7. Artéria maxilar 
	Slide 39: 7. Artéria maxilar 
	Slide 40: 7. Artéria temporal superficial 
	Slide 41: Inervação da face
	Slide 42: Nervo trigêmeo (V) O nervo mais importante para a Odontologia
	Slide 43: Nervo trigêmeo(V) 
	Slide 44: Nervo trigêmeo (V) 
	Slide 45
	Slide 46: Gânglio trigeminal
	Slide 47: Divisão
	Slide 48: Nervo oftálmico (V1)
	Slide 49: Nervo oftálmico (V1)
	Slide 50: Nervo oftálmico (V1)
	Slide 51: Nervo oftálmico (V1)
	Slide 52: Nervo oftálmico (V1)
	Slide 53: Nervo maxilar (V2)
	Slide 54: Nervo maxilar (V2)
	Slide 55: Nervo maxilar (V2)
	Slide 56: Nervo mandibular (V3)
	Slide 57: Nervo mandibular (V3)
	Slide 58: Nervo mandibular (V3)

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