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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL -ERE- ODONTOLOGIA 2º SEMESTRE 2020 Nome: Daiana Moraes Balinha - 00302180 1) Explique o transporte de membrana utilizado pela glicose e pelo sódio na porção apical do enterócito duodenal. Qual o papel da bomba sódio/potássio ATPase nesse transporte? O enterócito é uma célula de passagem. Quando a glicose entra no meio intracelular, entra com ela também 2 íons sódio via transportador SGLU1. A glicose entra contra gradiente de concentração, uma vez que o enterócito é uma célula de passagem, de forma que a maioria da glicose que entra não é fosforilada à glicose- 6-fosfato (apenas uma parte é fosforilada para as atividades metabólicas do enterócito). Já os íons sódio entram a favor do gradiente de concentração, e isso se deve à bomba sódio/potássio ATPase, que, ao retirar 3 íons sódio do meio intracelular, mantém a concentração deste íon maior no meio extracelular. O papel dessa bomba é, portanto, permitir o funcionamento adequado do transporte da glicose no enterócito, uma vez que o SGLU1 apenas funciona se há também influxo de sódio a favor do gradiente de concentração. O transporte de membrana utilizado pelo SGLUT1, que transporta a glicose (ou a galactose em algumas vezes) e o sódio na porção apical do enterócito duodenal, é do tipo transporte ativo secundário. É classificado desse tipo justamente porque envolve a ação conjunta do SGLUT1 e da bomba sódio/potássio ATPase. 2) Por quê na manutenção do potencial de repouso da membrana dizemos que a bomba sódio/potássio ATPase tem função eletrogênica? E o que ocorre com o potencial de repouso quando essa bomba é bloqueada pela ouabaína? A bomba sódio/potássio ATPase tem função eletrogênica, uma vez que, ao bombear 3 íons sódios do meio intracelular para o meio intracelular e 2 potássios do meio extracelular para o meio intracelular, cria uma diferença elétrica entre os dois lados adjacentes da membrana. No lado intracelular da região adjacente à membrana, fica mais negativo em relaçao ao lado extracelular da região adjacente à membrana, que é mais positivo. Assim, contribui para a manuteção do potencial de repouso, auxiliando nos processos de repolarização toda vez que a célula fica despolarizada. Ao repolarizá-la, torna a célula passível de ser excitável novamente e de responder a um novo estímulo. Quando a ouabaína, derivado esteróide, inibe a ação da bomba sódio/potássio ATPase, ocorre um acúmulo intracelular do íon sódio, de forma que o meio intracelular se torna mais positivo do que normalmente é, de forma a levar uma despolarização celular. Esse inibidor prejudica a manutenção do potencial de repouso celular. 3) Explique qual o papel das três fases do canal de sódio voltagem dependente na propagação do impulso nervoso. Quando o potencial de ação é disparado como consequência da abertura de canais de sódio voltagem dependentes (que se abriram porque foi atingido o limiar da membrana celular que, para a maioria das membranas excitáveis, é cerca de 15 mV menos negativo do que o potencial de repouso da membrana), há o influxo de íons sódio e isso leva à mudança na polaridade da região adjacente à membrana que fica mais positiva, visto que o sódio, ao entrar no meio intracelular, carrega cargas positivas. Canais de sódio voltagem abrem-se por cooperatividade quando o limiar é atingido. Assim, a membrana é despolarizada e o potencial de ação é espalhado eletrotonicamente por fluxo de corrente local através do axônio, de modo a despolarizar regiões adjacentes que também possuem canais de sódio voltagem dependentes que, consequentemente, abrem-se e repetem o processo, mantendo assim a propagação do potencial de ação. Essa é a primeira fase do casal de sódio voltagem dependente: a abertura. A segunda fase é quando, ainda está ocorrendo a propaganção do impulso nervoso, alguns canais de sódio voltagem dependentes ficam inativos quando atingem o potencial de equilíbrio do sódio, impedindo que a célula seja excitada por um novo estímulo, ou seja, evitando a geração de um novo potencial de ação. Esse período, em que alguns canais de sódio voltagem dependentes estão inativados, se chama de período refratário absoluto e a célula é incapaz de responder a um novo estímulo. A última fase dos canais de sódio voltagem dependentes é quando esses canais, de inativados, tornam-se fechados, de forma que são capazes de responder a um novo estímulo, ou seja, de permitir que seja desencadeado um novo potencial de ação na célula. Esse período, em que os canais de sódio estão fechados, é chamado de período refratário relativo e é acompanhado pela abertura dos canais de potássio voltagem dependentes com objetivo de reestabelecer o potencial de repouso. Importante ressaltar que os canais de sódio voltagem dependentes ficam fechados também quando a membrana celular está em potencial de repouso. 4) Em uma fibra nervosa mielinizada qual a importância do nó de Ranvier para a propagação do impulso nervosos e que fenômeno ocorre nesta estrutura. A bainha de mielina é como se fosse a capa de um fio. Ao envolver o axônio, ela permite que a propagação do potencial de ação na região axonal seja mais rápida e não haja perda de energia. Ou seja, ela aumenta a velocidade de transmissão do impulso nervoso de 5 a 50 vezes e conserva a energia no interior do axônio, visto que diminui o vazamento de corrente. Os nós de ranvier são os locais onde não há a bainha de mielina e é onde há os canais iônicos responsáveis por orquestrar o transporte dos íons que vão delinear o impulso nervoso. Se a fibra fosse amielínica, em que não há nó de ranvier, o vazamento de cargas é muito superior se comparado com um neurônio mielínico, visto que o vazamento de cargas, na presença de mielina, apenas ocorre na região de nó de ranvier. Basicamente, quando o potencial de ação é disparado como consequência da abertura de canais de sódio voltagem dependentes (que se abriram porque foi atingido o limiar da célula), há o influxo de íons sódio e isso leva à mudança na polaridade da região adjacente à membrana que fica mais positiva, visto que o sódio ao entrar no meio intracelular carrega cargas positivas. Assim, se estivermos falando de um neurônio mielinizado, haverá esta abertura de canais de sódio voltagem dependentes sempre na região chamada de nó de ranvier. Importante ressaltar que esse tipo de canal iônico abre-se por coorporatividade. O sódio e suas cargas positivas que entram por um canal de sódio voltagem dependente localizado em um nó de ravier irão se atrair eletrotonicamente para o próximo nó de ranvier, até causar a abertura dos canais de sódio voltagem dependentes localizados nesse próximo nó de ranvier e segue o mesmo processo para os nós de ranvier seguintes para que, assim, haja a propagação do potencial de ação por toda fibra axonal. 5) Explique a relação entre os neurotransmissores, o potencial graduado e o limiar na célula nervosa. O neurotransmissor permite que haja comunicação entre as células, através das sinapses químicas. A propagação de informação se dá quando a célula pré-sináptica libera um neurotransmissor via exocitose na fenda sináptica e este liga-se a seu receptor regulado por ligante (que pode ser metapotrópico ou ionotrópico) que está presente na membrana da célula pós-sináptica. Assim, ocorre uma mudança no potencial de membrana desta célula, delineando o potencial graduado, que, se for suficientemente potente a ponto de atingir o limiar da membrana celular (que, para a maioria das membranas excitáveis, é cerca de 15 mV menos negativo do que o potencial de repouso da membrana), irá desencadear a abertura de canais de sódio voltagem dependentes inicialmente na região zona de gatilho, que levarão o influxo de sódio intracelular, de modo a orquestrar a geração do potencial de ação e concomitanteiniciação de mecanismos intercelulares que vão mediar a resposta ao estímulo (que forneceu à célula pós-sináptica uma informação específica). Sem a presença de neurotransmissor, a comunicação celular fica muito prejudicada, principalmente se formos considerar que a maioria das sinapses que são encontradas no organismo humano é química. 6) Quem induz a abertura do canal de cálcio voltagem dependente no botão terminal do neurônio? Explique o papel do influxo do íon cálcio no botão terminal do neurônio? Os canais de cálcio voltagem dependentes são ativados e abertos pela ação do potencial de ação na região do botão terminal, de modo a permitir que haja o influxo de cálcio intracelular. A célula pré-sináptica, para liberar os neurotransmissores na fenda sináptica via exocitose, precisa da ação do cálcio na região de botão terminal. A função do cálcio é auxiliar as proteínas SNAREs (receptores proteicos solúveis para ligação do fator sensível a N-etilmaleimida) a se entrelaçarem na membrana plasmática. O cálcio liga-se a essas proteínas e leva à contração delas, de modo a possibilitar que a membrana da vesícula, contendo os neurotransmissores, se fusione à membrana do botão terminal e assim ocorra o processo de liberação dessas moléculas sinalizadoras para fenda sináptica via exocitose. 7) Fale sobre a acetilcolina na junção neuromuscular: função; degradação na fenda sináptica; receptor no músculo esquelético, efeito do curare. Função: a acetilcolina é um neurotransmissor com amplas atividades no sistema nervoso em geral. No sistema nervoso central, pode participar de sinapses que estejam ligadas ao controle da excitabilidade geral encéfalo, ao ciclo sono-vigília, à memória e ao aprendizado. Já no sistema nervoso periférico, é o neurotransmissor que está envolvido nas sinapses motoras, de modo a controlar a contração muscular esquelética e, consequentemente, os movimentos corporais. Além disso, participa das sinapses que ocorrem no sistema nervoso autônomo parassimpático. Degradação na fenda sináptica: em relação à degradação desse neurotransmissor, existe ancorada na membrana da célula pós-sináptica uma enzima chamada de acetilcolinesterase que causa a degradação da acetilcolina em uma molécula de acetato e outra de colina. Se for no sistema nervoso central, a molécula de acetato é retirada pela célula da glia. Se é no músculo esquelético, a molécula de acetado segue para o liquido extracelular. Já a molécula de colina é transportada para dentro da célula pré-sináptica pela ação da proteína transportadora de colina e pode ser reutilizada para a síntese de acetilcolina. Receptor no músculo esquelético: o receptor nicotínico, que é do tipo ionotrópico, consiste basicamente em uma proteína transmembrana formada por 5 subunidades, que unidas formam um pentâmero e, no centro deste pentâmero, há o canal, que permite o influxo de sódio para a fibra muscular na região de placa muscular quando o neurotransmissor acetilcolina se liga a ele. Efeito do curare: o curare é um inibidor que leva ao relaxamento do músculo estriado esquelético. Sendo um antagonista da acetilcolina, liga-se aos receptores nicotínicos, atuando como um competidor inibitório deste neurotransmissor, uma vez que bloqueia tais receptores e, dessa forma, evita o efeito fisiológico da acetilcolina. 8) Sinapses: qual a diferença entre a somação espacial e a somação temporal. A somação temporal ocorre quando a célula pós-sináptica é excitada pelo mesmo estímulo, de modo que a frequência de estimulação altera a resposta da célula pós- sináptica. A somação espacial é quando mais de uma célula pré-sináptica estimula uma única célula pós-sináptica, de modo que há uma somação de estímulos provindos de locais diferentes (ou seja, de células pré-sinápticas diferentes). 9) Qual a característica do potencial pós-sináptico inibitório (PIPS) e como os neurotransmissores podem induzi-lo. Uma sinapse inibitória é aquela em que o neurotransmissor que é liberado pela célula pré-sináptica e que se liga no receptor (que pode ser ionotrópico ou metabotrópico) da célula pós-sináptica leva a uma alteração na condutância da membrana a íons que tem efeito hiperpolarizante, deixando-a menos propensa a desencadear um potencial de ação, caracterizando o que chamamos de potencial pós- sináptico inibitório (PIPS). Por exemplo, o neurotransmissor GABA leva à abertura de canais de cloreto, que levam o influxo de cloreto e suas cargas negativas para o meio intracelular, favorecendo a hiperpolarização da membrana, já que desencadeia um PIPS e, com isso, dificulta a formação do potencial de ação. Basicamente, os PIPS aproximam o potencial de membrana da célula abaixo do limiar necessário para desencadear um potencial de ação, de modo a tender à hiperpolarização. Podem neutralizar, ou anular, o efeito excitatório do potencial excitatório pós-sináptico. 10) Explique as diferenças entre as contrações isotônica e isométricas do músculo esquelético, dando como exemplo o ciclo mastigatório. Na contração isométrica, há aumento de tensão, sem que haja o encurtamento do músculo e o trabalho externo. O músculo, nesse tipo de contração, desenvolve força necessária para suportar uma carga. Por exemplo, no ciclo mastigatório, para pulverizar o alimento, há um enrijecimento do músculo masseter que irá proporcionar a força necessária para que a trituração do movimento. Nesse contexto, o masseter acerta um comprimento contante necessário, sendo capaz de modular sua tensão dependendo do tipo de alimento que está sendo pulverizado. Na contração isotônica, há alteração no comprimento do músculo, mas a tensão é constante, e isso gera um trabalho externo. Podem ser concêntricas (redução do comprimento muscular) e excêntricas (o músculo aumenta de comprimento). No processo de abertura de boca e fechamento de boca, há esse tipo de contração, em que é possível observar a alteração no comprimento do músculo masseter. 11) Quais os eventos nos filamentos finos e na miosina que levam à afinidade e ao acoplamento da actina com a miosina. Para a contração do músculo esquelético, é preciso que haja liberação do íon cálcio. Esse cálcio é liberado pelo retículo sarcoplasmático a partir de um estímulo orquestrado pelo potencial de ação que foi desencadeado porque a ligação da acetilcolina ao seu receptor nicotínico na região de placa motora foi capaz de atingir o limiar de membrana da fibra muscular, abrindo canais de sódio voltagem dependentes e gerando o potencial de ação. O cálcio é o segundo mensageiro e vai ser importante para o processo de contração muscular esquelética, uma vez que irá se ligar à proteína troponina C, que gira e puxa a tropomiosina, de forma que deixa o sítio ativo da actina “destapado”, permitindo que a cabeça da miosina possa se ligar a actina. Assim, para que ocorra a ligação da miosina ao sítio ativo da actina, a cabeça da miosina precisa hidrolisar uma molécula de ATP. Quando há essa ligação, a cabeça da miosina move a actina em direção à linha M do sarcômero e um fosfato inorgânico (oriundo da hidrólise do ATP) é liberado e logo depois o ADP também é liberado. Isso desencadeia a contração muscular. Para a contração do músculo esquelético, o processo é um pouco diferente. Para que ocorra a geração do potencial de ação, o músculo liso pode ser estimulado via sistema nervoso autônomo (SNA), com a liberação da acetilcolina (SNA parassimpático) que se liga ao seu receptor muscarínico ou da noradrenalina (SNA simpatico) que se liga ao seu receptor beta-adrenérgico. Além disso, diferente do músculo esquelético, a despolarização pode ocorrer também devido a um estímulo hormonal, que pode inibir ou estimular a contração. Ademais, nesse tipo de músculo não há sarcômero e o retículo sarcoplasmático não é tão desenvolvido como o encontrado no músculoesquelético. Por isso, o cálcio, que é utilizado para a contração muscular, advém do meio extracelular quando ocorre a despolarização da membrana plasmática na região de cavéola (região análoga ao túbulo T do músculo estriado esquelético) e do retículo sarcoplasmático pela ação do inositol trifosfato. O cálcio, sendo o segundo mensageiro no mecanismo de contração muscular, liga-se à proteína calmodulina (que é a análoga a troponina C). Esse complexo Ca- calmodulina ativa a enzima cinase de cadeia leve da miosina que, por sua vez, irá fosforilar a cadeia leve da cabeça da miosina. Nesse caso, diferente do músculo esquelético, a cabeça da miosina não tem capacidade intrínseca de se autofosforilar, de forma que ela precisa que haja a formação do complexo Ca-calmodulina para mediar esse processo. Quando essa fosforilação ocorre, a cabeça da miosina é capaz de se ligar à actina e formar as pontes cruzadas, orquestrando a contração muscular. 12) Compare a junção neuromuscular do músculo esquelético com aquela do músculo liso. A junção neuromuscular é o local onde ocorre sinapse entre fibra muscular estriada esquelética e axônio do neurônio motor. A junção, basicamente, constitui- se por ramificações de axonais das fibras neuronais motoras na superfície da célula muscular. Importante ressaltar que cada ramificação forma um botão pré-sináptico, separado do terminal pós-sináptico. O axônio do neurônio motor e todas as fibras musculares que ele inerva formam uma unidade motora. No músculo esquelético, os neurônios motores fazem sinapses químicas com as fibras musculares na região de placa motora. Essa é uma região em que, na fibra muscular, há receptores-canais regulados por ligantes (receptor nicotínico) que, quando há a ligação do neurotransmissor (acetilcolina) a ele, há a geração do potencial graduado que, se for suficientemente forte para atingir o limiar de membrana da fibra muscular, desecandeará a abertura de canais de sódio-voltagem dependentes, orquestrando a geração do potencial de ação, que vai ser essencial para que haja a liberação de cálcio do retículo sarcoplasmático. As junções neuromusculares dos tipos altamente estruturados que ocorrem no músculo esquelético não ocorrem no músculo liso. Nas fibras nervosas autônomas, que inervam o músculo liso, há uma ramifição difusa na extremidade superior do folheto das fibras muscares. Em sua grande maioria, essas fibras não estabelecem um contato direto com a membrana celular das células musculares lisas, no entanto formam junções difusas, que secretam o mediador químico na matriz que recobre o músculo liso. Importante destacar também que, onde há muitas camadas de células, as fibras nervosas inervam apenas a periferia, a camada externa. Dessa forma, para que haja excitação do músculo, a despolarização se propaga dessa camada externa para as internas que, pode ser via sinapse elétrica (músculo liso unitário) ou por difusão da substância transmissora. Os axônios que inervam as células musculares lisas não apresentam ramificação típica, tampouco as terminações como aquelas encontradas na placa motora das fibras musculares esqueléticas. Nas fibras musculares lisas, a maioria dos terminais axonais apresenta múltiplas varicosidades, que é uma região análoga ao botão pré- sináptico encontrado nas junções neuromusculares do músculo esquelético. É nessa região que estão contidas as vesículas de neurotransmissores, porém, diferentemente das vesículas das fibras axonais que sempre apresentam acetilcolina, as vesiculas da fibra muscular lisa podem conter acetilcolina em algumas fibras nervosas e noradreanalina em outras – e ocasionalmente também outras substâncias passíveis de serem mediadores químicos. No músculo liso, há dois tipos de músculos: o unitário e o multiunitário. Assim, haverá uma organização diferente da junção neuromuscular. Particularmente nos músculos multiunitários, as varicosidades estão separadas da membrana da célula muscular, de forma a estabelecer uma região de fenda entre a fibra axonal e a fibra muscular lisa. Essas são chamadas de junções de contato e são semelhantes em funcionalidade à junção neuromuscular encontrada no músculo esquelético.