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Portfolio Circuitos eletricos Henrique
Circuitos eletricos (Anhanguera Educational)
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Portfolio Circuitos eletricos Henrique
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2025
ROTEIRO AULA PRÁTICA 
CIRCUITOS ELÉTRICOS
HENRIQUE JOSE SOUSA SILVA
UNIVERSIDADE ANHANGUERA
ENGENHARIA ELÉTRICA
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ROTEIRO AULA PRÁTICA 
CIRCUITOS ELÉTRICOS
Roteiro de Aula Prática apresentado a 
Universidade Anhanguera como requisito para obtenção 
de média para a disciplina de Circuitos Elétricos
HENRIQUE JOSE
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2025
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO 3
2 DESENVOLVIMENTO 4
2.1 MÉTODOS DE ANÁLISE DE CIRCUITOS ELÉTRICOS 4
2.2 TEORIA E FUNDAMENTAÇÃO 4
2.3 METODOLOGIA 5
2.4 RESULTADOS 6
2.5 DISCUSSÃO 9
2.6 CONCLUSÕES 9
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS 11
REFERÊNCIAS 12
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3
1 INTRODUÇÃO
A análise de circuitos elétricos é uma habilidade essencial para engenheiros e
técnicos da área, permitindo a compreensão do funcionamento de sistemas elétricos
e eletrônicos. Entre as ferramentas fundamentais para essa análise estão as Leis de
Kirchhoff, que possibilitam a determinação de correntes e tensões em diferentes
pontos do circuito, e os teoremas de circuitos elétricos, que facilitam a resolução e
otimização de redes elétricas complexas.
Neste roteiro de aula prática, serão explorados métodos de análise de
circuitos elétricos por meio de simulações computacionais e cálculos teóricos,
utilizando as Leis de Kirchhoff, a Lei de Ohm e o Teorema da Máxima Transferência
de Potência. Além disso, será aplicada a Transformação de Fontes, permitindo a
conversão entre modelos de circuitos equivalentes e a validação dos resultados
teóricos obtidos.
O experimento será conduzido utilizando o laboratório virtual Algetec e o
software de simulação Multisim, que permitirão a montagem de circuitos elétricos em
um ambiente digital controlado. A comparação entre os valores teóricos e
experimentais fornecerá uma compreensão detalhada das grandezas elétricas
envolvidas e contribuirá para o desenvolvimento das habilidades analíticas dos
participantes.
Ao final da prática, espera-se que os alunos sejam capazes de analisar
circuitos elétricos utilizando diferentes métodos, validar resultados por meio de
simulação e compreender a importância das leis e teoremas fundamentais para o
estudo da eletricidade.
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2 DESENVOLVIMENTO
2.1 ATIVIDADE 1
Inicialmente foi realizada a montagem dos circuitos, ambos com 2 resistores de 1K,
sendo o primeiro utilizando uma fonte de tensão de 10V com os resistores em série
e o segundo com uma fonte de 10ª com os resistores em paralelo.
Figura 1– Simulação de duas malhas, provando a Igualdade
O relatório gerado comprova a teoria da igualdade.
Após o relatório, focamos no circuito com a fonte de tensão onde fixamos um
resistor com 1kOhms e o outro variamos de 0 a 10 Kohm, anotando os Valores
Figura 2– Relatórios Gerados na Máxima Transferência de Potência
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5
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6
Desta forma nossa tabela ficou assim:
TABELA 1 – Anotando os Dados da Máxima Transferência de Potência
Resistênci
a (Ω)
Tensão (V) Corrente (mA) Potência (mW)
0.0 0.0 10.0 0.0
200.0 1.666666666666666 8.333333333333334 13.88888888888889
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7
7
400.0 2.857142857142857 7.142857142857142 20.40816326530612
2
600.0 3.75 6.25 23.4375
800.0 4.444444444444445 5.555555555555555 24.69135802469136
1000.0 5.0 5.0 25.0
1200.0 5.454545454545454 4.545454545454545 24.79338842975206
3
1400.0 5.833333333333333 4.166666666666667 24.30555555555555
4
1600.0 6.153846153846154 3.846153846153846
3
23.66863905325444
1800.0 6.428571428571429 3.571428571428571 22.95918367346939
2000.0 6.666666666666667 3.333333333333333
5
22.22222222222222
4000.0 8.0 2.0 16.0
6000.0 8.571428571428571 1.428571428571428
6
12.24489795918367
3
8000.0 8.88888888888889 1.111111111111111
2
9.876543209876543
10000.0 9.090909090909092 0.909090909090909
1
8.264462809917356
Gerando o Gráfico obtemos o seguinte resultado:
Figura 3– Gráficos de Correlação.
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8
Desta forma fica evidente que a máxima transferência de potência ocorre quando a
potência atinge 25mW, sendo compatível com o calculado:
A análise da máxima transferência de potência confirma que a potência dissipada na
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carga atinge seu pico quando a resistência da carga (R2R_2) é igual à resistência
interna da fonte (R1=1kΩR_1 = 1kΩ). Neste ponto, a potência máxima transferida é
de aproximadamente 25mW. Para valores de R2R_2 menores que 1kΩ, a corrente é
alta, mas a tensão na carga é baixa, reduzindo a potência dissipada. Por outro lado,
para R2R_2 maiores que 1kΩ, a tensão na carga aumenta, mas a corrente diminui,
resultando novamente em uma queda na potência dissipada. Esse comportamento
confirma o Teorema da Máxima Transferência de Potência, demonstrando que a
eficiência na entregade potência ocorre quando a impedância da carga se iguala à
impedância da fonte.
2.2 ATIVIDADE 2
SEÇÃO: ANÁLISE DE MALHAS
OBJETIVOS
● Analisar circuitos elétricos resistivo;
● Aplicar as leis de Kirchhoff na análise de circuitos;
● Saber utilizar ferramentas computacionais para emular circuitos elétricos;
● Aplicar os conhecimentos sobre a análise de circuitos para a validação dos 
resultados obtidos em ambiente de simulação computacional.
RESULTADOS
Para esse roteiro, foi escrito um relatório contendo informações detalhadas 
sobre o projeto, simulação e resultados do circuito. Esse relatório, conta com: capa, 
resumo, introdução, teoria e fundamentação, metodologia, resultados, discussão, 
conclusão, considerações finais e referências.
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2.2.1 TEORIA E FUNDAMENTAÇÃO
No início, frisa-se que os circuitos elétricos são representados por equações
que descrevem as relações entre corrente (I), tensão (V) e resistência (R). A Lei de
Ohm, desenvolvida por Georg Simon Ohm, estabelece a relação fundamental entre
essas grandezas, expressa pela equação (BOYLESTAD, 2011)
V=R×I
A presente lei é aplicável a circuitos que apresentam uma relação linear entre
tensão, corrente e resistência, sendo crucial para o entendimento do comportamento
dos componentes no circuito.
Quando se analisa um circuito com duas malhas, é imperativo aplicar as Leis
de Kirchhoff, concebidas por Gustav Kirchhoff. A Lei das Tensões de Kirchhoff (ou
Lei das Malhas) postula que a soma das tensões em uma malha fechada é nula, o
que reflete a conservação da energia no circuito. Em contrapartida, a Lei das
Correntes de Kirchhoff (ou Lei dos Nós) afirma que a soma das correntes que
entram em um nó é igual à soma das correntes que dele saem, demonstrando a
conservação da carga elétrica (ALEXANDER; SADIKU, 2013).
No contexto de circuitos em série, os componentes estão conectados em uma
única linha de forma que a mesma corrente flui através de todos eles. Tal questão
pressupõe que a corrente é a mesma em todos os componentes em série, enquanto
a tensão se divide entre eles de acordo com a Lei de Ohm. Em relação aos circuitos
em paralelo, os componentes estão conectados de forma que a mesma tensão é
aplicada a cada um deles, permitindo a divisão da corrente entre os componentes de
acordo com suas resistências individuais (HAYT, KEMMERLY e DURBIN, 2014).
Os componentes essenciais em circuitos elétricos, como resistores e fontes
de tensão, desempenham papeis cruciais. Os resistores limitam o fluxo de corrente,
controlando a intensidade da corrente e a tensão em várias partes do circuito. As
fontes de tensão fornecem a diferença de potencial necessária para impulsionar a
corrente pelo circuito. Compreender estes princípios, juntamente com as Leis de
Kirchhoff e a Lei de Ohm, é vital para analisar e projetar circuitos, permitindo o
cálculo preciso de correntes, tensões e resistências, garantindo o funcionamento
adequado dos componentes.
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2.2.2 METODOLOGIA
Por meio da metodologia empregada foi possível abarcar desde a concepção
e montagem do circuito na protoboard até a realização das medições de corrente e
tensão utilizando o multímetro, seguindo um processo sistemático e organizado para
garantir resultados confiáveis na análise do circuito de duas malhas. Com isso, a
metodologia seguiu os seguintes passos:
1. Projeto do Circuito: O circuito foi desenhado de acordo com as especificações
fornecidas pelo laboratório virtual da Algetec, o que envolveu a identificação
dos componentes necessários, tais como resistores de 1 k ohm, 1.2 k ohm e
2.2 k ohm, além da seleção de outros elementos do circuito.
Figura 4 – Escolhendo Valores Nominais dos Resistores
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2. Montagem na Protoboard: Os componentes foram montados em uma
protoboard conforme o projeto estabelecido. A protoboard oferece uma
plataforma conveniente para a montagem e conexão dos componentes,
facilitando a análise e modificação do circuito conforme necessário.
3. Alimentação do Circuito: O circuito foi alimentado por uma fonte de bancada
ajustada para fornecer uma tensão constante de 10V. Essa configuração
proporcionou uma diferença de potencial elétrico adequada para o
funcionamento dos componentes e para a realização das medições.
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Figura 5 – Ligando a Fonte
4. Medição de Corrente e Tensão: Utilizando um multímetro, foram realizadas
medições precisas de corrente e tensão em diferentes pontos do circuito de
duas malhas. O multímetro foi empregado para ler a corrente que flui em cada
resistor e a tensão em pontos específicos do circuito, conforme necessário
para a análise completa do sistema.
Figura 6 – Realizando Medições
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5. Registro dos Valores Experimentais: Todos os valores experimentais de
corrente e tensão foram meticulosamente registrados. Isso incluiu as leituras
do multímetro para cada componente do circuito, garantindo a precisão e
confiabilidade dos dados obtidos durante o experimento.
2.2.3 RESULTADOS
Na Figura 1 constata-se um circuito elétrico de duas malhas alimentado por
uma fonte de tensão.
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Figura 1– Circuito elétrico de duas malhas.
De modo a determinar as quedas de tensão V R1 ,V R2 ,V R3 ,V R4 e V R5 aplicamos a
Lei de Kirchhoff das correntes, assim obtemos:
i1=i2+ i3
Aplicando a lei de Ohm para cada corrente:
10−V 1
R1+R5
=
V 1
R3
+
V 1
R2+R4
10−V 1
1×103+1.2×103
=
V 1
2.2×103
+
V 1
1.2×103+1×103
10−V 1
2.2×103
=
2×V 1
2.2×103
V 1=
10
3
=3.33V
Com isso, verifica-se o seguinte:
i1=
10−V 1
R1+R5
=10−3.33
2.2×103
=3.03mA
i2=
V 1
2.2×103
= 3.33
2.2×103
=1.51mA
i3=
V 1
1.2×103+1×103
=
V 1
2.2×103
= 3.33
2.2×103
=1.51mA
A partir das correntes, determina-se as quedas de tensão nos resistores. Com
isso, tem-se o seguinte:
V R1=R1 i1=(1×103 ) (3.03×10−3 )=3.03V
V R2=R2 i2=(1.2×103 ) (1.51×10−3 )=1.812V
V R3=R3 i3=(2.2×103 ) (1.51×10−3 )=3.322V
V R4=R4 i2=(1×103 ) (1.51×10−3 )=1.51V
V R5=R5 i1=(1.2×103 ) (3.03×10−3 )=3.636V
Para validar os resultados teóricos, o circuito mostrado na Figura 1 foi
simulado em um ambiente de laboratório virtual. Isso nos permitiu verificar os
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valores das quedas de tensão (Figura 2) e a corrente em cada ramo (Figura 3).
Tabela 2 – Queda de tensão nos resistores para o circuito simulado.
Queda de tensão V R1. Queda de tensão V R2.
Queda de tensão V R3. Queda de tensão V R4.
Queda de tensão V 5.
Figura 3 – Corrente em nos ramos do circuito.
Corrente i1. Corrente i2.
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Corrente i3.
2.2.4 DISCUSSÃO
A presente simulação enfatiza que, embora tenha havido uma pequena
discrepância entre os valores experimentaise teóricos, os resultados ainda são
significativos. A atribuição dessa diferença a fatores como tolerâncias nos
componentes eletrônicos, imprecisões na medição durante a simulação e variações
nos equipamentos de medição é destacada. 
A análise dos resultados ainda é valiosa, pois a aplicação das Leis de
Kirchhoff permite uma interpretação detalhada do comportamento do circuito,
incluindo a distribuição de corrente em cada ramo e a verificação da conservação da
carga elétrica. A comparação entre valores teóricos e experimentais valida as
previsões teóricas e a precisão das Leis de Kirchhoff na modelagem do circuito,
contribuindo para a compreensão do comportamento do circuito em condições
práticas e para a validação das teorias fundamentais da análise de circuitos
elétricos.
2.2.5 CONCLUSÕES
A análise do circuito resistivo em duas malhas, através das Leis de Kirchhoff e
da Lei de Ohm, acompanhada da simulação prática no laboratório virtual da Algetec,
proporcionou importantes inferências sobre o comportamento e funcionamento dos
circuitos elétricos. A comparação entre os valores experimentais obtidos na
simulação e os cálculos teóricos revelou uma pequena discrepância, possivelmente
atribuível a tolerâncias nos componentes e imprecisões nas medições. Apesar
dessas diferenças, os resultados continuam sendo significativos, contribuindo para
validar as teorias fundamentais da análise de circuitos elétricos.
Destaca-se também que a aplicação das Leis de Kirchhoff das Correntes na
interpretação dos resultados permitiu uma compreensão mais profunda da
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distribuição de corrente no circuito, evidenciando como ela se divide e flui através
dos resistores em série e paralelo. Além disso, a simulação demonstrou a
importância dos softwares para estudo e análise de circuitos elétricos, oferecendo
um ambiente controlado e seguro para experimentação e aprendizado prático. Esse
processo enriqueceu o entendimento dos conceitos teóricos e fortaleceu as
habilidades práticas necessárias para engenheiros e profissionais da área elétrica,
destacando a relevância das técnicas de análise de circuitos elétricos para o
sucesso na resolução de problemas e no projeto de sistemas complexos.
2.3 ATIVIDADE 3
Este relatório tem como objetivo analisar o comportamento de um circuito
elétrico montado no software LTSpice, composto por uma fonte de
corrente de 50mA, um resistor de 10Ω em paralelo com a fonte e outro
ramo paralelo contendo um resistor de 20Ω em série com um capacitor de
250μF. O foco da análise é determinar a corrente no estado estacionário (t
→ ∞). O circuito é constituído pelos seguintes elementos: uma fonte de
corrente de 50mA (0,05A), um resistor de 10Ω conectado em paralelo com
a fonte de corrente, um resistor de 20Ω conectado em série com um
capacitor de 250μF. No estado transitório, o capacitor influencia a corrente
devido ao carregamento/descarregamento. No entanto, no estado
estacionário (t → ∞), o capacitor se comporta como um circuito aberto,
pois a corrente através dele tende a zero. Dessa forma, o ramo contendo o
resistor de 20Ω e o capacitor de 250μF não permite a passagem de
corrente no estado permanente, restando apenas a corrente circulando
pelo resistor de 10Ω.
A fonte de corrente fornece fixamente 50mA, e como o capacitor bloqueia
a passagem de corrente em regime permanente, toda essa corrente flui
pelo resistor de 10Ω. Assim, temos: I∞ = 50mA = 0.05A. Portanto, a
corrente no estado estacionário é 50mA (0.05A).
Figura 6 – Montagem do Circuito RLC
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A análise realizada demonstrou que, no regime permanente, o capacitor se
comporta como um circuito aberto, fazendo com que toda a corrente da fonte de
corrente flua pelo resistor de 10Ω. Com isso, a corrente ao infinito é igual à corrente
fornecida pela fonte, 50mA. Essa simulação no LTSpice confirma a teoria dos
circuitos RC e pode ser usada como base para estudos mais complexos envolvendo
circuitos com capacitores e indutores.
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Figura 7 – Gráfico do Circuito RLC
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2.4 ATIVIDADE 4
Este relatório tem como objetivo analisar e calcular a constante de tempo (τ) em 
circuitos RC e RL, utilizando os valores especificados para cada configuração e a 
expressão matemática correspondente.
Para o circuito RC, foi escolhido um resistor de 33kΩ e um capacitor de 47μF. A 
tensão inicial no capacitor foi ajustada para 55V, conforme a diretiva de simulação 
definida como .ic v(n 001) = 55. A constante de tempo para um circuito RC é 
determinada pela fórmula:
τ = R × C
Substituindo os valores fornecidos:
τ = (33 × 10³) × (47 × 10⁻ )⁶
τ = 1.551 segundos
Portanto, a constante de tempo teórica do circuito RC é 1,551 s.
Figura 8 – Gráfico do Circuito RC
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Para o circuito RL, foi escolhido um resistor de 10Ω e um indutor de 100mH. A fonte 
de corrente foi configurada para carregar o indutor inicialmente com 1A. A constante 
de tempo para um circuito RL é dada por:
τ = L / R
Substituindo os valores fornecidos:
τ = (100 × 10⁻³) / 10
τ = 0.01 segundos (10 ms)
Portanto, a constante de tempo teórica do circuito RL é 10 ms (0,01 s).
Os cálculos apresentados demonstram a previsibilidade do tempo característico de 
resposta dos circuitos RC e RL, sendo útil para a compreensão do comportamento 
transitório dos mesmos. As simulações no LTSpice podem ser utilizadas para validar
esses resultados teóricos.
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Figura 9 – Gráfico do Circuito RL
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3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A realização desta aula prática permitiu uma análise detalhada e aplicada dos
conceitos fundamentais de circuitos elétricos, reforçando a importância das Leis de
Kirchhoff, do Teorema da Máxima Transferência de Potência e da Transformação de
Fontes. Através da montagem e simulação dos circuitos no Multisim e no laboratório
virtual Algetec, foi possível validar os princípios teóricos por meio de medições
experimentais e cálculos matemáticos, permitindo a comparação entre os resultados
obtidos nas simulações e os valores esperados.
Os experimentos realizados demonstraram que a análise de circuitos por
métodos teóricos e computacionais é essencial para o estudo da eletricidade,
possibilitando a previsão do comportamento dos componentes elétricos em
diferentes condições de operação. A aplicação do Teorema da Máxima
Transferência de Potência permitiu compreender a relação entre a resistência
interna da fonte e a carga para a obtenção da potência máxima, enquanto a
Transformação de Fontes mostrou a equivalência entre circuitos distintos, facilitando
a resolução de problemas práticos.
Além da compreensão dos conceitos, esta prática proporcionou o
desenvolvimento de habilidades importantes, como interpretação dediagramas
elétricos, realização de cálculos de corrente e tensão, e utilização de ferramentas de
simulação para validação de resultados. Essas competências são essenciais para a
formação de futuros profissionais da engenharia elétrica e áreas correlatas,
capacitando-os para enfrentar desafios técnicos com maior precisão e eficiência.
Portanto, a execução dessa atividade reafirma a importância do aprendizado
prático aliado à fundamentação teórica, garantindo que os conceitos adquiridos
sejam aplicáveis em situações reais. A correlação entre teoria, experimentação e
simulação fortalece o conhecimento sobre circuitos elétricos e prepara os alunos
para futuras aplicações em projetos e desenvolvimento de sistemas elétricos e
eletrônicos.
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REFERÊNCIAS
ALEXANDER, Charles K.; SADIKU, Matthew N. O. Fundamentos de Circuitos
Elétricos. 5. ed. Porto Alegre: AMGH, 2013.
BOYLESTAD, Robert L. Introdução à Análise de Circuitos. 12. ed. São Paulo:
Pearson, 2012.
HAYT, William H.; KEMMERLY, Jack E.; DURBIN, Steven M. Análise de Circuitos
Elétricos. 8. ed. Porto Alegre: AMGH, 2014.
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	1 INTRODUÇÃO
	2 DESENVOLVIMENTO
	2.1 Atividade 1
	2.2 Atividade 2
	2.2.1 TEORIA E FUNDAMENTAÇÃO
	2.2.2 METODOLOGIA
	2.2.3 RESULTADOS
	2.2.4 DISCUSSÃO
	2.2.5 CONCLUSÕES
	2.3 Atividade 3
	2.4 Atividade 4
	3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
	REFERÊNCIAS

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