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4 UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR ANHANGUERA CURSO: ENGENHARIA CIVIL MIDIELL OLIVEIRA SOUSA SILVA RESISTÊNCIA DE MATERIAIS AVANÇADOS COLINAS DO TOCANTINS-TO 2026 5 UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR ANHANGUERA CURSO: ENGENHARIA CIVIL MIDIELL OLIVEIRA SOUSA SILVA ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO I Portifolio elaborado para aquisição de creditos na disciplina de Resistência de Materiais Avançados. Tutor: Lorena Furini Simeão Dias COLINAS DO TOCANTINS-TO 2026 6 1 INTRODUÇÃO Este trabalho apresenta o desenvolvimento e aplicação de um roteiro de aula prática para a disciplina "Estruturas de Concreto Armado I", com ênfase na modelagem, análise e dimensionamento de elementos estruturais. Por meio da utilização dos softwares AutoCad e TQS, a atividade propõe aos alunos a integração entre teoria e prática, permitindo que se familiarizem com as ferramentas digitais utilizadas no desenvolvimento de projetos de edificações em concreto armado, conforme os critérios normativos brasileiros. O trabalho tem como objetivo proporcionar uma experiência didática que abrange desde o lançamento inicial da estrutura – envolvendo a definição e posicionamento de pilares, vigas e lajes – até o detalhamento das armaduras em vigas submetidas à flexão simples e dupla. Ao longo das atividades, os alunos são incentivados a identificar inconsistências no modelo estrutural, otimizar os arranjos de armadura e verificar a segurança dos elementos por meio do processamento global da estrutura. Dessa forma, espera-se que, ao final da prática, os estudantes não apenas compreendam os conceitos fundamentais do dimensionamento de estruturas de concreto armado, mas também desenvolvam habilidades essenciais para a execução e verificação de projetos de engenharia com precisão e eficiência. 7 2 DESENVOLVIMENTO LANÇAMENTO DE UMA ESTRUTURA NO MODELADOR ESTRUTURAL-TQS Figura 1 – Remoção de elementos desnecessários Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Foram removidos principalmente todos os elementos de mobília, hachuras e informações arquitetônicas que são desnecessárias para o projeto estrutural. Também foram retiradas todas as cotas, visto que o desenho já está em escala, logo elas não são necessárias no TQS. Figura 2 – Criação de DWG diferentes por pavimento e posicionamento na origem usando um ponto comum 8 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 3 – Criação de um novo projeto no TQS e preenchimento de informações gerais Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 9 Figura 4 - Criação dos pavimentos com a altura correta Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 5 – Definição das propriedades do concreto Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 10 Foram usados o tipo de concreto e a classe de agressividade do exemplo fornecido. O tipo de concreto pode ser alterado visando melhorias no projeto. A classe de agressividade depende do local onde a casa será construída, na falta de informações agressividade moderada urbana é uma hipótese razoável. Figura 6 -Inserção dos coeficientes de arrasto (carga de vento) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Foram usados os valores de exemplo, mas não há muita diferença, visto que a carga de vento não é relevante para edifícios baixos, muito menos para casas comuns. Figura 7 - Inserindo referência externa para o térreo 11 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 8 - Criação dos pilares Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Naturalmente, foi dada preferência em posicionar pilares nos cantos de paredes. Procurou-se manter um equilíbrio entre pilares orientados em x e em y, pois isso ajudar a aumentar a resistência horizontal da construção. Apesar de o carregamento horizontal não ser um problema nessa estrutura, como foi comentado 12 anteriormente, é uma boa prática que não tem desvantagens nesse caso. Figura 7 – Verificando a altura dos pilares Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 8 - Definição da geometria e carga de alvenaria das vigas Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 13 Figura 9 - Criação das vigas Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Conforme indicado, todas foram criadas de baixo para cima e da esquerda para a direita. Figura 10- Copiando as vigas para o nível da cobertura 14 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 11 – Criação das lajes (nível da cobertura) 15 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Foi usada a espessura de exemplo, 15 cm, mas esta é uma dimensão comum para lajes. O carregamento foi definido como COBERT1, o carregamento de terraço descoberto. Figura 12 – Visualização do modelo 3D da estrutura Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 16 Figura 13 – Verificação de consistência da modelagem Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Não foi encontrado nenhum erro na modelagem, foram indicados alguns avisos apenas. Figura 14 – Erros no processamento global Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Análise dos erros • Espacial A estrutura foi identificada como de nós móveis, o que requer atenção em efeitos de segunda ordem. Para contornar isso, é necessário enrijecer a estrutura até transformá-la em uma de nós fixos ou então realizar análises de segundo ordem mais precisas. 17 • Pilares Todos os erros e avisos relacionados a pilares decorrem de tamanho da seção transversal insuficiente, seja para resistir aos esforços ou para alojar armaduras. • Pavimento (Lajes e vigas) Todos os erros e avisos emitidos foram para as vigas e novamente são devidos a falta de resistência necessária. Isso pode ser corrigindo aumentado a seção transversal, a resistência do concreto ou diminuindo os vãos. Figura 15 – Estrutura com os ajustes finais Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Perguntas • Foram inseridas as referências externas corretamente? Sim, as plantas foram inseridas na origem e com a escala correta. • As estruturas foram lançadas corretamente? Sim, os modelos da estrutura foram criados corretamente. Após as alterações de dimensões, a estrutura também se tornou adequada do ponto de vista estrutural. • As cargas representam o uso e realidade do edifico? Não, as vigas da cobertura foram mantidas com a carga de alvenaria, sendo 18 que a maior parte delas não terá alvenaria, além disso não foi considerado o peso do telhado. O carregamento das lajes pode ser mantido como de terraço descoberto, desde que o peso da cobertura seja considerado separadamente, visto que o andar da cobertura exerceria uma função semelhante à de um terraço. Talvez fosse necessário adicionar o peso das caixas d’água como carregamento adicional. Vale ressaltar também que o peso das alvenarias não considerou vãos, como portas e janelas, apesar de isso não ser grave estruturalmente, poderia levar a superdimensionamentos. • Foi realizado o processamento das formas? Sim, o modelo estrutural foi extraído sem problemas. • Foi realizado o processamento global da estrutura? Sim, após as correções o processamento global da estrutura foi concluído com sucesso. • Os diagramas de esforços estão condizentes com o comportamento estrutural? Sim. 2.1 DIMENSIONAR E DETALHAR VIGAS DE CONCRETO ARMADO PARA ARMADURA SIMPLES Figura 1 – Configuração de desenho 19 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 2 - Relatório de vigas Fonte:elaborado pelo autor, (2025) Figura 3 - Diagramas de momento fletor da V9 20 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 4 - Armadura proposta pelo TQS para a V9 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 5 - Novo arranjo proposto para a V9 21 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) O arranjo proposto pelo TQS emprega 3 barras de 10 mm, totalizando uma área de 2,36 cm2. Se forem utilizadas 2 barras de 12,5 mm obtém-se 2,44 cm2, a área aumenta levemente, mantendo a segurança da viga e aumentando o consumo de aço, mas padroniza mais o diâmetro da barras utilizadas. Figura 6 - Verificação da segurança na alteração proposta Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 22 Como esperado, a viga permanece segura. Figura 7 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V9 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Aqui, uniformizou-se o diâmetro das barras e o comprimento de corte. Em resumo, quanto mais similares as armaduras mais eficiência prática se obtém. Figura 8 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V1 23 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 9 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V2 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 10 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V4 24 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 11 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V5 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 12 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V6 25 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 13 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V7 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 14 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V8 26 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 15 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V10 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 16 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V12 27 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 17 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V13 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 18 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V14 28 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 19 - Ajustes e padronização dos cortes de armadura para V15 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Respostas • As vigas foram dimensionadas corretamente? Não, para dimensionar corretamente as vigas, deveria ter sido usada a 29 calculadora de flexão normal composta. • O arranjo escolhido pelo TQS pode ser otimizado? Sim, apesar de o TQS minimizar a quantidade de aço enquanto mantém a segurança, satisfazendo tanto os critérios estruturais quanto de consumo de material, o fator econômico também abrange custo de mão de obra, que não é levado em consideração no programa. Ao uniformizar mais as armaduras, seja no quesito diâmetro, comprimento ou outros, a montagem e o corte no canteiro de obras se tornam mais simples, o que evita erros e economiza tempo. • Os novos arranjos escolhidos passam na verificação de vigas do TQS? Sim, desde que os novos arranjos não diminuam a quantidade de aço e o comprimento das barras, pode-se afirmar que eles passarão na verificação de vigas. Entretanto, nem toda redução de área ou de comprimento necessariamente reprovarão na verificação de segurança, desde que sejam alterações pequenas. 2.2 DIMENSIONAR E DETALHAR VIGAS DE CONCRETO ARMADO PARA ARMADURA DUPLA Figura 1 – Ajuste da altura da viga V7 e aumento da carga linear para1,5 tf/m Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 30 Figura 2 – Ajuste nas vigas V1 e V5 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) As vigas V1 e V5 também tiveram suas alturas reduzidas, de modo que talvez possuam necessidade de armadura dupla. Figura 3 - Momentos máximos na V7 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 31 Figura 4 – Cálculo da máxima armadura negativa na V7 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 5 – Cálculo da máxima armadura positiva na V7 32 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Nota-se que o centro do vão não necessita de armadura dupla mas o apoio direito. Figura 6 – Armaduras sugeridas pelo TQS para V7 33 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 7 – Novo arranjo para V7 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 8 – Verificação de segurança na V7 34 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 9 – Novo arranjo para V1 (também há armadura dupla) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 35 Figura 10 – Novo arranjo para V2 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 11 – Novo arranjo para V3 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 36 Figura 12 – Novo arranjo para V4 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 13 – Novo arranjo para V5 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 37 Figura 14 – Novo arranjo para V6 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 15– Novo arranjo para V8 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 38 Figura 16 – Novo arranjo para V9 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 17 – Novo arranjo para V10 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 39 Figura 18 – Novo arranjo para V12 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 19 – Novo arranjo para V13 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 40 Figura 20 – Novo arranjo para V14 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 21 – Novo arranjo para V15 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 41 Respostas • As vigas foram dimensionadas corretamente? Não, a calculadora usada foi a para flexão simples quanto deveria ser utilizada a de flexão normal composta. • Houve necessidade de armadura dupla? Como verificar a armadura dupla? Sim, as vigas V1 e V7 necessitaram de armadura dupla após as alterações nas alturas. Se pode verificar a necessidade ou presença de armadura dupla quando a razão x/d, entre a altura da linha neutra e a altura da armadura positiva, atinge o valor limite de 0,45. • O arranjo escolhido pelo TQS pode ser otimizado? Sim, assim como no exercício anterior, as armaduras podem ser uniformizadas de modo a otimizar a mão de obra no momento do corte e montagem das armaduras de aço. • Os novos arranjos escolhidos passam na verificação de vigas do TQS? Sim, a área de aço e o comprimento de corte não foram reduzidos drasticamente, logo todos os novos arranjos passaram na verificação de vigas. 2.3 DETALHAMENTO DE LAJES MACIÇAS A DEFLEXÃO Figura 1 - Divisões detalhadas da laje Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 42 Figura 2 – Momentos positivos verticais na laje Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 3 – União dos trechos em faixas Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 4 - Critérios de cálculo para a faixa central 43 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 5 - Linhas de isovalores com intervalos de esforço (0,001 tfm/m, 0,75 tfm/m e 1,00 tfm/m). Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 6 – Faixas horizontais 44 Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 7 - Agrupando faixas com esforços similares Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 8 – Comparação da armadura efetiva e calculada (Momento negativo 45 horizontal) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 9 – Comparação da armadura efetivae calculada (Momento positivo horizontal) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 10 – Comparação da armadura efetiva e calculada (Momento negativo 46 vertical) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 11 – Comparação da armadura efetiva e calculada (Momento positivo vertical) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 47 Figura 12 – Otimização no arranjo de armaduras (Momento positivo horizontal) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 13 – Otimização no arranjo de armaduras (Momento positivo vertical) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 48 Figura 14 – Otimização no arranjo de armaduras (Momento negativo horizontal) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) Figura 15 – Otimização no arranjo de armaduras (Momento negativo vertical) Fonte: elaborado pelo autor, (2025) 49 Respostas • As lajes foram dimensionadas corretamente? Sim, supor que lajes estão em flexão simples é muito plausível visto que o seu comportamento de membrana é desprezível em comparação com a flexão, logo dimensiona-las para flexão simples não gera grandes erros como no caso das vigas em flexão composta. • Houve necessidade de armadura dupla? Não houve. Como lajes tem maior rigidez quando comparadas a vigas, é difícil haver necessidade de armadura dupla. • O arranjo escolhido pelo TQS pode ser otimizado? Sim, como o TQS dimensiona as armaduras por faixa de esforços, que são criadas automaticamente, é normal haver uma quantidade muito grande de barras diferentes em um curto espaço. Padronizar as armaduras global e localmente facilitará muito a montagem no canteiro de obras, economizando muito tempo. • Os novos arranjos escolhidos passam na verificação de vigas do TQS? As lajes não possuem uma função de verificação de vigas. Primeiramente porque o estado limite de lajes usualmente é o de serviço e não último, como no caso das vigas, além disso a laje naturalmente possuirá trechos com maior quantidade de armadura que a necessária e outros com menor quantidade, isso não é grave como seria no caso de vigas, visto que as lajes possuem uma alta capacidade de redistribuição de tensões. • Elaborou os desenhos das armaduras de lajes? Sim. 50 3 CONCLUSÃO A conclusão deste trabalho evidencia a importância da aplicação prática dos conhecimentos teóricos adquiridos na disciplina "Estruturas de Concreto Armado I". Através da modelagem da estrutura utilizando os softwares AutoCad e TQS, os alunos tiveram a oportunidade de vivenciar todas as etapas do projeto estrutural, desde o lançamento inicial dos pilares, vigas e lajes até o detalhamento e dimensionamento das armaduras, tanto para vigas submetidas à flexão simples quanto à flexão dupla, além do dimensionamento de lajes maciças. Ao longo das atividades, ficou demonstrada a relevância de uma abordagem integrada que combina análise crítica, verificação de inconsistências e otimização dos arranjos de armadura, contribuindo para o desenvolvimento de projetos estruturais mais seguros e eficientes. O processamento global da estrutura e a interpretação dos diagramas de esforços permitiram identificar pontos críticos e promover ajustes que garantiram a conformidade com os critérios normativos. Dessa forma, o experimento prático não só fortaleceu a compreensão dos conceitos fundamentais de dimensionamento, mas também aprimorou a capacidade dos alunos de utilizar ferramentas digitais para a solução de problemas reais na engenharia. Em síntese, o trabalho cumpriu seu propósito de formar profissionais capazes de elaborar projetos estruturais com rigor técnico e praticidade, preparando-os para os desafios da execução e análise de obras em concreto armado.