Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Capacitação em 
Oncologia na Atenção 
Primária à Saúde
Módulo I – Epidemiologia do Câncer
 
Brasília (DF) 
2025
EPIDEMIOLOGIA DO 
CÂNCER
Capacitação em Oncologia na Atenção 
Primária à Saúde
E-book Disciplina 1 - Módulo I
CONSELHO NACIONAL DE SECRETARIAS MUNICIPAIS DE SAÚDE
A.C.CAMARGO CANCER CENTER
Ficha Catalográfica
Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde. A.C.Camargo Cancer Center.
Epidemiologia do câncer[livro eletrônico]: Aperfeiçoamento em Oncologia na Atenção Primária à Saúde/ 
Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde. A. C. Camargo Cancer Center; [elaboração do 
conteúdo Maria Paula Curado]. - Módulo I - Disciplina 1 - 1. ed. - - Brasília. DF: CONASEMS, 2025. 
PDF
Vários colaboradores.
Bibliografia.
 
 1. Epidemiologia do câncer. 2. Registros de câncer. 3. Fatores de Risco. 
Tiragem: 1ª edição – 2025 – versão eletrônica
Elaboração, distribuição e informações:
CONSELHO NACIONAL DE SECRETARIAS 
MUNICIPAIS DE SAÚDE - CONASEMS
Esplanada dos Ministérios, Bloco G, Anexo B, 
Sala 144
Zona Cívico-Administrativo
CEP: 70058-900 – Brasília/DF
Tel.: (61) 3022-8900
A.C.Camargo Cancer Center
R. Prof. Antônio Prudente, 211 – Liberdade
CEP: 01509-010 - São Paulo/S - Brasil
Tel.: (11) 2189-5000
Coordenação-geral:
Cristiane Martins Pantaleão – CONASEMS
Hisham Mohamad Hamida – CONASEMS
Ana Paula Pinho – Diretora de Impacto Social 
A.C.Camargo 
Samara Kielmann Almeida dos Reis – 
A.C.Camargo Cancer Center 
Organização:
Núcleo Pedagógico do Conasems 
Coordenação técnica e pedagógica:
Cristina Fatima Santos Crespo - CONASEMS 
Kelly Cristina Santana – CONASEMS
Samara Kielmann Almeida dos Reis – 
A.C.Camargo Cancer Center 
Valdívia França Marçal – CONASEMS
Coordenação Educacional:
Kelly Cristina Santana – CONASEMS
Elaboração de Conteúdo:
Maria Paula Curado
Revisão técnica/Curadoria:
Daiane Arruda Saraiva - A.C.Camargo Cancer 
Center
Fernando Freitas Alves - A.C.Camargo Cancer 
Center
Patricia da Silva Campos – CONASEMS
Samara Kielmann Almeida Dos Reis - 
A.C.Camargo Cancer Center 
Sara de Araújo Almeida - A.C.Camargo Cancer 
Center
Thiago Celestino Chulam - A.C.Camargo 
Cancer Center 
Designer Educacional:
Samuel Rubens Barbosa de Oliveira - 
CONASEMS
Coordenação de desenvolvimento gráfico:
Cristina Perrone – CONASEMS
Diagramação e projeto gráfico:
Aidan Bruno – CONASEMS
André Persechini – CONASEMS
Alexandre Itabayana – CONASEMS
Caroline Boaventura - CONASEMS 
Icaro Duarte - CONASEMS
Lucas Mendonça – CONASEMS
Luciana Campello - CONASEMS
Luiz Carlos de Souza Coelho - CONASEMS
Wellington Tadeu - CONASEMS
Ygor Baeta Lourenço – CONASEMS
Revisão Linguística:
Aline Ferreira de Almeida - CONASEMS
Assessoria executiva:
Conexões Consultoria em Saúde LTDA 
Fotografias e ilustrações:
Biblioteca do Banco de Imagens do 
Conasems
Imagens:
Freepik
Pexels 
Envato 
Flick Ministério da Saúde e CONASEMS
Esta obra é disponibilizada nos termos da Licença Creative Commons – Atribuição – Não Comercial – Compartilhamento pela mesma 
licença 4.0 Internacional. É permitida a reprodução parcial ou total desta obra, desde que citada a fonte.
                
 2025 Ministério da Saúde. Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde. A.C.Camargo Cancer Center.
Na primeira disciplina do nosso curso, abordaremos o que é o câncer 
e quais as suas principais características. Além disso, apresentaremos 
o que é a epidemiologia do câncer e a sua importância para a 
prevenção, o diagnóstico precoce e o tratamento.
Você conhecerá também como está a situação da epidemiologia do 
câncer no Brasil e os principais sistemas de registro utilizados para 
acompanhar os casos no país. 
A partir desse panorama, vamos refletir juntos sobre o papel essencial 
da Atenção Primária à Saúde (APS) na promoção da saúde, atuando na 
prevenção de doenças e visando garantir um atendimento integral à 
população.
Leia o material com atenção e consulte-o sempre que necessário! 
Bons estudos!
BEM-VINDO(A)!
Este é o seu e-book do Módulo I – 
Disciplina 1: Epidemiologia do 
câncer, do curso Capacitação 
em Oncologia na Atenção 
Primária à Saúde.
COMO NAVEGAR 
NESTE E-BOOK
Antes de iniciar a leitura do material, veja aqui 
algumas dicas para aproveitar ao máximo os 
recursos disponíveis:
SUMÁRIO: uma forma rápida de acessar facilmente 
as temáticas. 
Quer retornar à lista das temáticas? Basta clicar no 
ícone no canto superior da página.
QR CODE
Sempre que surgir o QR CODE, 
aponte a câmera do seu celular 
para acessar o conteúdo. Você 
também pode clicar sobre ele 
com o botão direito do mouse, 
para abrir em uma nova aba ou 
navegador. 
LISTA DE SIGLAS E 
ABREVIATURAS
AB | Atenção Básica
APS | Atenção Primária à Saúde
DNA | Ácido Desoxirribonucleico 
eMulti | Equipes Multiprofissionais
eSF | Estratégia de Saúde da Família
HPV | Papilomavírus Humano
IMC | Índice de Massa Corporal
INCA | Instituto Nacional de Câncer
OMS | Organização Mundial da Saúde
OPAS | Organização Pan-Americana da Saúde
PNAB | Política Nacional de Atenção Básica
RAS | Rede de Atenção à Saúde
RCBP | Registros de Câncer de Base Populacional
RHC | Registros Hospitalares de Câncer
SBAFS | Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde
SIM/DATASUS | Sistema de Mortalidade/Departamento de 
Informática do SUS
SUS | Sistema Único de Saúde
LISTA DE FIGURAS
FIGURA 04
FIGURA 03
FIGURA 02
FIGURA 01 36
57
56
38
ESTIMATIVAS DE NOVOS CASOS DE 
CÂNCER EM 2025
REPRESENTAÇÃO DA BACTÉRIA H. PYLORI
ESTIMATIVA DE NOVOS CASOS DE 
CÂNCER NO BRASIL DE 2023 A 2025
REPRESENTAÇÃO DO VÍRUS HPV E A 
VACINAÇÃO
MORTALIDADE POR CÂNCER DE 2020 A 2023 CONFORME 
A LOCALIZAÇÃO PRIMÁRIA DO TUMOR E SEXO
TABELA 01 39
TABELA 02 44
LISTA DE TABELAS
DISTRIBUIÇÃO PROPORCIONAL DOS DEZ TIPOS DE 
CÂNCER MAIS INCIDENTES ESTIMADOS PARA 2023 POR 
SEXO, EXCETO PELE NÃO MELANOMA
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO01 10
02 15
POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO 
BÁSICA (PNAB): ELEMENTOS PARA 
QUALIFICAR O CUIDADO EM SAÚDE
03 21CÂNCER: CONCEITO E EPIDEMIOLOGIA
05 35ESTIMATIVA DE NOVOS CASOS DE 
CÂNCER NO MUNDO E NO BRASIL
04 30
REGISTROS DE CÂNCER E SISTEMAS DE 
VIGILÂNCIA - REGISTROS DE BASE 
POPULACIONAL E HOSPITALAR
SUMÁRIO
06 46
FATORES DE RISCO NO CÂNCER 
(GENÉTICOS, AMBIENTAIS E 
COMPORTAMENTAIS)
07 60FINALIZANDO
08 64REFERÊNCIAS
APRESENTAÇÃO
01
Prezado estudante, damos início ao curso Capacitação em Oncologia 
na Atenção Primária à Saúde. Este será um espaço dedicado à troca 
de conhecimentos e experiências, com o propósito de fortalecer o 
papel da Atenção Primária à Saúde (APS) na prevenção, na detecção 
precoce e no cuidado integral das pessoas com suspeita ou 
diagnóstico de câncer.
O curso está estruturado em quatro módulos, que abordarão temas 
essenciais para a qualificação do cuidado em oncologia no contexto da 
APS. E, para começarmos esta jornada, a nossa primeira disciplina traz 
como tema os conceitos e os fundamentos do Sistema Único de 
Saúde (SUS), com um olhar especial para a criação da Política 
Nacional de Atenção Básica (PNAB) e a estruturação da APS como 
ordenadora da Rede de Atenção e coordenadora das ações de 
cuidado. 
 
11
Os sistemas de saúde de uma nação continental como o Brasil têm o 
desafio de estabelecer políticas públicas de saúde que promovam o 
bem-estar de toda a população. A epidemiologia apoia essas políticas, 
compreendendo, por meio de dados, como uma população é 
impactada pelas doenças. 
A proposta é revisitarmos juntos os princípios que sustentam o SUS e 
refletirmos sobre o papel estratégico da APS na garantia do acesso, da 
equidade e da integralidade, especialmente no enfrentamento do 
câncer, um dos principais desafios da saúde pública no Brasil.
Este é o Módulo I: Epidemiologia do Câncer. Aqui vamos abordar 
sobre esse assunto e entender como o câncer se distribui nas 
populações do mundo.
 
12
Esta disciplina está dividida em cinco temáticas:
02
03
04
01
Esperamos que este curso fortaleça sua prática profissional,ampliando 
as estratégias e as possibilidades de cuidado e a capacidade de 
resolução no território em que você atua.
Desejamos que tenham uma excelente jornada de estudos e um ótimo 
curso a todos!
Política Nacional de Atenção Básica (PNAB): elementos 
para qualificar o cuidado em saúde;
Câncer: conceito e epidemiologia;
05
Registros de câncer e sistemas de vigilância: registros de 
base populacional e hospitalar;
Estimativa de novos casos de câncer no mundo e no Brasil;
Fatores de risco no câncer (genéticos, ambientais e 
comportamentais).
13
Lembre-se de, ao assistir à teleaula, anotar suas dúvidas e buscar 
solucioná-las, associando-as com as informações da aula 
interativa e deste e-book. Para melhor aprendizado e 
compreensão do assunto estudado, realize as atividades 
propostas. 
Dica!
14
https://portal.fiocruz.br/video/o-uso-da-categoria-territorio-na-saude
POLÍTICA NACIONAL DE 
ATENÇÃO BÁSICA (PNAB): 
ELEMENTOS PARA QUALIFICAR 
O CUIDADO EM SAÚDE
02
Para iniciar nossos estudos, vamos abordar sobre a Política Nacional de 
Atenção Básica (PNAB).
No Brasil, a Atenção Básica (AB) é estabelecida de forma altamente 
descentralizada, sendo organizada e realizada o mais próximo possível 
do cotidiano das pessoas. 
Ela deve ser o contato preferencial dos usuários, a principal porta de 
entrada e o centro de comunicação com toda a Rede de Atenção à 
Saúde (RAS). 
Por isso, é fundamental que ela se oriente pelos princípios da 
universalidade, da acessibilidade, do vínculo, da continuidade do 
cuidado, da integralidade da atenção, da responsabilização, da 
atenção humanizada, da equidade e da participação social.
16
Dentre as diretrizes da 
PNAB, destaca-se:
Coordenar a integralidade 
em seus vários aspectos, a 
saber:
● integrando as ações 
programáticas e a 
demanda espontânea; 
● articulando as ações de 
promoção à saúde, 
prevenção de agravos, 
vigilância à saúde, 
tratamento, reabilitação 
e manejo das diversas 
tecnologias de cuidado 
e gestão necessárias a 
esses fins bem como à 
ampliação da 
autonomia dos usuários 
e das coletividades; 
● trabalhando de forma 
multiprofissional, 
interdisciplinar e em 
equipe; 
● realizando a gestão do 
cuidado integral do 
usuário e 
coordenando-o no 
conjunto da rede de 
atenção.
17
A PNAB representa um marco 
importante para o 
fortalecimento da APS no 
Brasil, pois orienta e qualifica o 
processo de trabalho das 
equipes, garantindo que a APS 
cumpra seu papel essencial 
de porta de entrada 
preferencial do SUS e 
ordenadora do cuidado nas 
Redes de Atenção à Saúde.
Ao estabelecer princípios 
como universalidade, 
integralidade, equidade, 
longitudinalidade e 
coordenação do cuidado, a 
PNAB orienta os profissionais 
sobre como conduzir suas 
práticas no território, com foco 
na construção de vínculos, no 
acolhimento e na 
responsabilização pela saúde 
da população.
A política também define a 
estrutura das equipes, como as 
Equipes de Saúde da Família e as 
Equipes de Atenção Básica, 
detalhando suas composições, 
responsabilidades e formas de 
atuação. Isso contribui 
diretamente para a definição dos 
papéis e para a organização das 
ações individuais e coletivas no 
dia a dia dos serviços. 
Além disso, a PNAB orienta o 
planejamento das atividades de 
saúde, estimulando a 
territorialização, a adscrição 
(processo de vinculação de 
pessoas, famílias ou grupos a 
uma equipe da APS, delimitando 
uma área geográfica sob 
responsabilidade dessa equipe) 
de usuários e o uso de 
estratégias, como o diagnóstico 
local e a estratificação de risco, 
permitindo que as equipes 
atuem com mais resolutividade e 
alinhadas às reais necessidades 
da população.
1918
Com um amplo escopo de atuação que 
perpassa a promoção, a prevenção, a 
proteção, o diagnóstico, o tratamento, a 
reabilitação, a redução de danos, os 
cuidados paliativos e a vigilância em 
saúde, cabe aos profissionais que atuam 
na Atenção Básica (AB) um olhar que vai 
além da queixa imediata dos pacientes, 
perpassando a integralidade do cuidado, 
ou seja, todas as necessidades do usuário.
➔ ampliação das equipes de Estratégia Saúde da Família 
(eSF): até fevereiro de 2025 existiam 54.994 equipes 
habilitadas.
➔ retomada do financiamento federal das equipes 
multiprofissionais (eMulti): publicação da Portaria 
GM/MS nº 635, de 22 de maio de 2023, que institui, define 
e cria incentivo financeiro federal de implantação, custeio 
e desempenho para as modalidades de equipes 
Multiprofissionais na Atenção Primária à Saúde.
Podemos destacar, nesse contexto, duas 
ações estratégicas para o fortalecimento 
desse nível de atenção, sendo elas:
19
13
Aprofunde os seus conhecimentos sobre a 
Atenção Básica! Conheça o Caderno da Atenção 
Básica nº 35, do Ministério da Saúde, apontando a 
câmera do celular para o QR code ao lado ou 
clicando sobre ele.
Agora que você conhece os princípios da Atenção Básica, chegou o 
momento de aprofundar na Oncologia na Atenção Primária à Saúde 
(APS). Na próxima temática, você entenderá o que é o câncer, o que é a 
epidemiologia do câncer e qual a sua importância.
Saiba Mais
20
https://portal.fiocruz.br/video/o-uso-da-categoria-territorio-na-saude
https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/svsa/atencao-basica
https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/svsa/atencao-basica
https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/pdf/caderno_atencaobasica35.pdf/view
CÂNCER: CONCEITO E 
EPIDEMIOLOGIA
03
29
Vamos iniciar essa temática entendendo o que é o câncer?
CONCEITO
DE 
CÂNCER O câncer é um conjunto de doenças que 
podem ocorrer em qualquer órgão do corpo 
humano. Ele começa quando uma célula 
saudável sofre uma mudança no seu DNA que 
não deveria acontecer e não consegue corrigir 
esse erro, o que faz com que ela funcione de 
maneira errada e se multiplique sem controle.
22
MARCAS 
DO CÂNCER
As alterações que acontecem 
nas células são chamadas 
“Hallmarks of câncer“ ou seja, 
as marcas do câncer, e 
podem ser caracterizadas por: 
01
02
03
04
05
06
07
Crescimento invasivo das células;
Capacidade de invadir outros órgãos do corpo;
Bloqueio do sistema defesa (imunidade);
Formação de vasos sanguíneos no interior do tumor;
Aumento de nutrição do câncer com oxigênio (o 
câncer necessita do oxigênio para se desenvolver);
Escape da morte celular (célula se torna imortal);
Crescimento descontrolado (são acumuladas 
mudanças genéticas nas células que persistem no 
tumor).
As alterações que acontecem nas 
células são chamadas “Hallmarks of 
cancer”, ou seja, as marcas do câncer, e 
podem ser caracterizadas por: 
01
02
03
04
05
06
07
crescimento invasivo das células;
capacidade de invadir outros órgãos do corpo;
bloqueio do sistema de defesa (imunidade);
formação de vasos sanguíneos no interior do tumor;
aumento de nutrição do câncer com oxigênio (o 
câncer necessita do oxigênio para se desenvolver);
escape da morte celular (célula se torna imortal);
crescimento descontrolado (são acumuladas 
mudanças genéticas nas células que persistem no 
tumor).
MARCAS DO 
CÂNCER
23
Portanto, o câncer é uma 
doença que resulta em 
modificações ocorridas na 
célula normal, que passa a 
ter um comportamento 
agressivo e invasivo no local 
que se instala (no órgão de 
origem ou se espalhando 
para outros órgãos, devido à 
facilidade que tem para se 
infiltrar nos tecidos normais 
do corpo).
O câncer é uma doença 
genética, ou seja, que ocorre 
nos genes/cromossomas 
das células. O termo 
hereditário é utilizado para 
definir uma condição de 
saúde que pode ser 
transmitida através dos 
genes, pelo DNA, para outras 
gerações.
Um câncer é chamado de 
hereditário quando ocorre 
em indivíduos jovens 
(abaixo de 45 anos); essas 
pessoas têm uma mutação 
genética que pode ser 
identificada por meio de 
painéis genéticos (exames 
de laboratório que verificam 
qual gene está mutado).
Vamos agora conhecer sobre a epidemiologiado câncer! 24
EPIDEMIOLOGIA
DO
CÂNCER É uma área da saúde que estuda a distribuição 
dos casos de câncer nas populações do mundo, 
por local de moradia, ou seja, a região geográfica 
em que vivem.
Mas por que a epidemiologia 
do câncer é importante?
Compreender quais os casos 
de câncer mais frequentes em 
cada localidade é importante 
para apoiar na realização de 
estratégias de prevenção, pois 
cada região tem hábitos e 
características diferentes.
Por exemplo, pessoas que moram em áreas de praia e possivelmente 
estão constantemente expostas ao sol, sem protetor solar, têm maior 
chance de ter câncer de pele. Já as pessoas que se alimentam de 
verduras sem higienização têm maior chance de desenvolver câncer de 
estômago. 
25
Quando falamos de epidemiologia, é importante entender alguns 
conceitos, como incidência e mortalidade. Eles ajudam a mostrar o 
impacto das doenças na população. 
Você já ouviu falar dos termos incidência e mortalidade? Vamos agora 
compreender o que eles significam.
Incidência: refere-se ao número de novos casos de 
câncer diagnosticados em um determinado período e 
região geográfica definida.
Mortalidade: refere-se ao número de mortes causadas 
pelo câncer em um determinado período e região 
geográfica definida.
Antes de prosseguir, reflita sobre a seguinte questão:
Você consegue pensar em por que essas informações são 
importantes para seu trabalho?
Refletindo
26
A epidemiologia ajuda a 
entender os diferentes padrões 
de incidência do câncer por 
localidade, sexo biológico e 
faixas etárias. Em relação à idade, 
é importante destacar que uma 
pessoa pode desenvolver câncer 
em qualquer fase da vida, desde a 
infância até a velhice.
A epidemiologia também 
contribui para compreender a 
distribuição dos casos de câncer 
por sexo biológico, masculino ou 
feminino. Alguns tipos de câncer 
são mais comuns em um sexo do 
que no outro, independentemente 
de associação com os órgãos 
sexuais (como mama, útero, 
próstata, entre outros), mas 
também influenciados pelos 
hábitos culturais.
Por exemplo, o câncer de pulmão era mais comum em homens há 
cerca de 10 anos, mas, recentemente, o número de casos tem crescido 
entre as mulheres.
27
Conhecer a epidemiologia do 
câncer em um país de tamanho 
continental como o Brasil nos 
permite identificar diferenças em 
sua incidência nas diversas 
regiões e, dessa forma, 
desenvolver ações de prevenção 
e diagnóstico precoce que 
permitam um tratamento 
adequado e a cura do paciente.
2928
Agora que refletimos sobre a epidemiologia e como ela está presente 
ao nosso redor, vamos conhecer como esses dados são registrados, 
como encontrá-los e as estimativas no Brasil e no mundo!
Refletindo
Antes de prosseguir, pense na seguinte questão:
Como você percebe a epidemiologia na sua região? 
29
https://portal.fiocruz.br/video/o-uso-da-categoria-territorio-na-saude
REGISTROS DE CÂNCER E 
SISTEMAS DE VIGILÂNCIA: 
REGISTROS DE BASE 
POPULACIONAL E HOSPITALAR
04
14
Os registros de câncer são 
sistemas de vigilância que 
monitoram os casos 
diagnosticados em uma 
população, período e região 
definidos.
Esse monitoramento deve ser 
realizado anualmente e 
acumulado ao longo de um 
período de três a cinco anos, com 
o objetivo de verificar se está 
ocorrendo aumento ou redução 
no número de casos.
Com base nesses dados, é possível planejar ações de saúde pública 
e programas de educação em saúde, conhecidos como letramento 
em saúde. 
31
11
É possível estimar os novos casos de câncer que poderão 
acontecer baseados em sistemas de coleta de dados chamados 
registros de câncer, coordenados pelo Instituto Nacional de 
Câncer (INCA/Ministério da Saúde). Todos os casos que ocorrem 
em uma localidade são mapeados e encaminhados à 
Organização Mundial de Saúde (OMS). 
No Brasil existem 32 registros de câncer de base populacional, 
um em cada estado brasileiro e quatro fora dos estados.
Vamos conhecer alguns deles?
32
Sistema de Mortalidade (SIM/DATASUS): 
informa sobre as causas de morte, incluindo 
câncer.
03
Onde encontrar os dados epidemiológicos?
Aqui estão as fontes de dados sobre câncer no Brasil que qualquer 
pessoa pode acessar on-line. Para conhecê-las, basta apontar a câmera 
do celular para cada QR code ou clicar sobre eles.
Registros de Câncer de Base Populacional 
(RCBP): coleta dados sobre novos casos de 
câncer em diferentes regiões.
01
Registros Hospitalares de Câncer (RHC): 
registra informações dos pacientes que 
recebem tratamento nos hospitais.
02
33
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros/registros/base-populacional
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros/registros/base-populacional
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros/registros/base-populacional
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros/registros/rhc
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros/registros/rhc
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros/registros/rhc
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/sistemas-de-informacao/sim
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/sistemas-de-informacao/sim
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/sistemas-de-informacao/sim
Conheça mais sobre o Instituto Nacional do 
Câncer (INCA), apontando a câmera do celular 
para o QR code ao lado ou clicando sobre ele.
Todos esses sistemas de controle são de extrema importância para a 
saúde pública e para o desenvolvimento de estratégias eficazes de 
prevenção, diagnóstico e tratamento do câncer.
Na próxima temática, vamos conhecer a situação epidemiológica do 
câncer no Brasil e no mundo!
Saiba Mais
34
https://portal.fiocruz.br/video/o-uso-da-categoria-territorio-na-saude
https://www.gov.br/inca/pt-br
https://www.gov.br/inca/pt-br
ESTIMATIVA DE NOVOS 
CASOS DE CÂNCER NO 
MUNDO E NO BRASIL
05
Conhecer o cenário de casos de câncer no mundo e no país é essencial 
para desenhar estratégias que atuem desde a prevenção com a 
Atenção Primária até a reabilitação.
Em 2025, foram estimados os seguintes números de novos casos:
Figura 01: Estimativas de novos casos de câncer em 2025
Fonte: Adaptado de Curado (conteudista).
Mundo
Cerca de 21 milhões 
e 300 mil casos
América Latina
Cerca de 1 milhão 
e 700 mil casos
Brasil
Cerca 660 mil casos
36
13
Para 2035, estima-se que no 
mundo ocorram 13 milhões de 
casos, e no Brasil serão 857 mil 
casos. Isso representa um 
aumento de quase 40% em 
relação a 2025. 
Portanto, o câncer em 
adultos não é uma 
doença rara e os casos 
são muito frequentes 
em todo o mundo.
Os tipos de câncer mais frequentes no mundo, com base nas 
estimativas do Globocan 2025, são os de pulmão, mama feminina, 
colorretal, próstata e estômago (IARC, 2025). 
37
Entre 2023 e 2025, o Brasil deve ter 704 mil novos casos de câncer, 
sendo 483 mil se excluirmos o câncer de pele não melanoma (afeta a 
camada mais superficial da pele), que será o mais comum (220 mil 
casos). Os cânceres mais frequentes serão:
Figura 02: Estimativa de novos casos de câncer no 
Brasil de 2023 a 2025
Fonte: Adaptado de Curado (conteudista).
Pele não 
melanoma
Mama
Próstata
Colorretal
Pulmão
Estômago
Colo do útero
Cavidade oral
Tireoide
38
A Tabela 01, abaixo, mostra a distribuição proporcional dos dez tipos de 
cânceres mais incidentes estimados para o triênio de 2023 a 2025, por 
sexo.
Tabela 01: Distribuição proporcional dos dez tipos de câncer mais 
incidentes estimados para 2023 por sexo, exceto pele não 
melanoma*
*Números arredondados para múltiplos de 10. 
Esses dados evidenciam como a doença é uma das principais 
preocupações de saúde pública. 
A incidência de câncer será maior em homens (17% a mais do que em 
mulheres), com números parecidos aos de países em desenvolvimento. 
As regiões Sul e Sudeste terão 70% dos casos, com a maioria 
acontecendo na Região Sudeste. No entanto, os tipos de câncer podemvariar em cada região do Brasil. 
Fonte: Adaptado de INCA, 2023.
39
A partir dos dados vistos até agora, vamos refletir sobre alguns 
exemplos práticos?
EXEMPLO 01
Imagine que, na sua 
comunidade, você 
acompanhe 700 pessoas. Com 
base nas estimativas, algumas 
delas poderão desenvolver 
algum tipo de câncer ao longo 
dos anos.
Por isso, é fundamental que você esteja sempre 
atento(a) e preparado(a) para orientar e apoiar essas 
famílias. Um dado preocupante é que uma em cada 
cinco pessoas desenvolverá câncer ao longo da vida! 
São números alarmantes, mas e agora, como você 
pode colaborar com a redução desse número? 
As campanhas de prevenção ao câncer são 
fundamentais para a saúde pública e colaboram com a 
conscientização da população sobre a prevenção. 
40
Podemos identificar que no 
Brasil o câncer de pulmão não 
é o mais comum. Isso 
acontece devido à 
implementação de políticas e 
ações de redução do uso do 
tabaco.
A Lei nº 9.294/1996, conhecida como Lei Antifumo, 
proibiu o fumo em ambientes fechados e de trabalho, 
colaborando com a redução do risco de câncer de 
pulmão e doenças respiratórias e cardiovasculares na 
população brasileira. 
Embora o câncer de pulmão não seja o mais incidente, 
no Brasil é o câncer com maior mortalidade.
Mencionamos vários tipos de câncer. Quais desses você já ouviu falar 
ou conhece casos na sua comunidade?
Refletindo
EXEMPLO 02
41
No período entre 2020 e 2023, 
foram observados 964.151 mortes 
por câncer no Brasil (quase um 
milhão de óbitos).
As principais causas de morte por câncer no Brasil no sexo masculino 
são: câncer de pulmão, próstata e colorretal. 
Nas mulheres são: mama, pulmão, colorretal e câncer de colo de útero.
Como já mencionado, embora o câncer de pulmão não seja o mais 
incidente no Brasil, é o câncer que mais causa mortes, tanto no homem 
quanto na mulher. 
MORTALIDADE POR 
CÂNCER NO BRASIL
42
A mortalidade por câncer no Brasil também é preocupante, e esse 
número tende a aumentar com o envelhecimento da população e os 
fatores de risco já mencionados, como hábitos de vida pouco 
saudáveis.
Entre 2020 e 2023 foram observados 964.151 mortes por causa do 
câncer no país! Imagine uma cidade com essa quantidade de 
moradores! Isso equivale à população dessa cidade desaparecendo 
em um único ano. Isso dá uma ideia do impacto devastador da 
doença no país.
43
Na Tabela 02, abaixo, você conhecerá quais são as localizações 
primárias (ou seja, onde o câncer nasce) dos tumores que levaram 
pacientes a óbito por câncer no Brasil de 2020 a 2023. Observe:
Tabela 02: Mortalidade por câncer de 2020 a 2023, conforme a 
localização primária do tumor e o sexo
Categoria Masc. Fem. Total
Brônquios e Pulmões 64.503 53.507 118.018
Mama 920 75.232 76.155
Próstata 65.828 1 65.829
Estômago 36.260 21.011 57.274
Colon 26.867 28.485 55.355
Fonte: Adaptado de Datasus, 2025. 
44
Cada tipo de câncer possui causas, formas de prevenção e 
tratamentos diferentes. A prevenção pode ser feita com a prática 
de hábitos de vida saudáveis e por meio da vacinação (HPV). No 
módulo II do curso, você entenderá como é possível realizar 
prevenção primária, secundária e terciária. 
O diagnóstico precoce aumenta as chances de sucesso do 
tratamento. Segundo o Globocan, cerca de 53 milhões de 
pessoas no mundo em 2022 estavam vivas cinco anos após o 
diagnóstico de câncer. No Brasil esse número é de 1,650 milhão 
(IARC, 2022). Nesses casos, o diagnóstico e o tratamento deram a 
essas pessoas a chance de viver. 
Na próxima temática, vamos conhecer quais são os fatores de 
risco no câncer. Avance para conhecê-los.
45
FATORES DE RISCO NO 
CÂNCER (GENÉTICOS, 
AMBIENTAIS E 
COMPORTAMENTAIS)
06
Você sabe o que é um fator de risco para o câncer? Nesta temática, 
vamos compreender o que significa esse termo e por que, na maioria 
das vezes, o câncer pode ser evitado.
O QUE É UM FATOR DE RISCO 
PARA O CÂNCER?
Trata-se de um tipo de atividade, 
no seu comportamento ou estilo 
de vida, que pode favorecer o 
surgimento do câncer.
Pode ser um hábito, como se alimentar de carne vermelha todos os 
dias, fumar desde jovem, ingerir diariamente bebidas alcoólicas, não 
fazer exercícios e se alimentar de ultraprocessados (refrigerantes, 
presunto, mortadela, doces conservados etc.). 
Então, para reduzir a chance de ter um câncer, devemos conhecer os 
fatores ou exposições que podemos evitar; entretanto, vamos falar 
primeiro sobre aqueles fatores que não podemos modificar. 
47
FATORES DE RISCO NÃO 
MODIFICÁVEIS 
O outro fator não modificável é a 
mutação genética adquirida, 
ou seja, herdada dos pais. Por 
exemplo, a criança que nasce 
com Retinoblastoma Bilateral 
(câncer na retina) herdou uma 
mutação do pai e outra da mãe, 
e isso é irreversível.
O envelhecimento é o primeiro 
fator, uma vez que o câncer é mais 
frequente após os 50 anos, mas 
pode ocorrer em qualquer idade. 
À medida que envelhecemos, as 
nossas células normais ficam mais 
lentas e a reparação de uma 
célula doente pode não 
acontecer. Assim começa o 
câncer. Então, esse é um fator não 
modificável; o tempo passa, 
envelhecemos, e nossas células, 
também.
48
FATORES DE RISCO 
MODIFICÁVEIS 
Cerca de 40% dos cânceres são associados a fatores modificáveis. São 
atitudes ou ações que o indivíduo consegue modificar e estão associadas ao 
estilo de vida. Assim, a redução desses fatores na população depende da 
mudança de comportamento individual e das políticas públicas de saúde, com 
informações acerca do que pode causar câncer. 
Vamos descrever a seguir os fatores modificáveis conhecidos mais 
frequentes, causadores de câncer. 
São comportamentos que podem promover alterações nas células, 
transformando-as em células malignas. 
5049
TABAGISMO
Cerca de 20% dos cânceres 
diagnosticados no Brasil são 
consequência do tabagismo 
(Fiocruz, 2024).
Esse hábito também provoca comorbidades (hipertensão, diabetes, 
bronquite etc.). Fumar é um hábito que pode diminuir a chance de um 
paciente sobreviver após o diagnóstico de câncer.
Parar de fumar melhora as chances de sobrevida após o diagnóstico, 
que são as chances de sobreviver após o tratamento do câncer. 
Além do câncer de pulmão, o tabagismo está associado aos 
cânceres: rim, bexiga, ovário, colo uterino, câncer de boca, 
orofaringe, laringe e esôfago, bem como cânceres do aparelho 
digestivo. 
50
OBESIDADE
O Índice de Massa 
Corporal (IMC) é um 
indicador indireto da 
gordura corporal, e pode 
distinguir entre baixo 
peso, peso normal, 
sobrepeso e obesidade.
O excesso de peso é responsável por cerca de 7,6% dos cânceres. 
Intervenções para reduzir o excesso de peso e a obesidade são 
eficientes para reduzir cânceres associados a esse fator de risco.
Os mais frequentes são: mama, cânceres de cabeça e pescoço, 
tireoide, vesícula biliar, ovário, próstata e pâncreas. 
OBESIDADE
51
DIETA
Uma alimentação 
pobre em vegetais 
e frutas pode ser 
responsável por 
quase 5% de todos 
os cânceres.
Estudos demonstram que o consumo de alimentos ultraprocessados 
ou “fast foods” (comida rápida) aumentou a incidência de câncer no 
mundo. 
A carne vermelha deve ser consumida, no máximo, três vezes por 
semana, sem incluir carnes processadas.
Bebidas açucaradas, como refrigerantes ou qualquer drink que 
contenha açúcar adicionado, como bebidas energéticas, aumentam o 
risco de câncer de fígado, colorretal e doenças crônicas, por exemplo, o 
diabetes. 
Consumo de alimentos in natura, como uma dieta rica em frutas 
frescas, vegetais, castanhas e grãos integrais, como aveia, pode 
diminuir o risco de câncer e outras doenças crônicas.
DIETA
52
INATIVIDADE FÍSICA
A prática de exercícios físicos 
pode reduzir o risco de 
câncer de mama em 18% se 
for rotineiro, em 31% se for 
moderado e 40% para 
exercícios vigorosos.
Segundo a Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde (SBAFS),a 
inatividade física é o quarto fator de risco para a mortalidade em todo o 
planeta, sendo responsável por aproximadamente até 25% dos casos de 
câncer de cólon e de mama. 
A vida sedentária, que pode ser medida pelo tempo que o indivíduo 
assiste TV ou fica no celular, pode aumentar o risco de desenvolver 
alguns tipos de câncer, como o de pâncreas. Isso acontece porque 
quanto mais tempo ficamos sentados sem nos movimentar, maior a 
chance de ganho de peso, o que pode favorecer o surgimento desse 
tipo de câncer.
A atividade física é recomendada para todas as idades, do pré-escolar 
aos idosos. Portanto, estimular a atividade física é uma forma de 
prevenção de vários tipos de câncer. 53
CONSUMO DE BEBIDAS 
ALCOÓLICAS
O consumo excessivo de 
bebidas alcoólicas aumenta 
o risco para vários tipos de 
câncer, como mama, boca, 
orofaringe e laringe, fígado, 
esôfago, estômago e 
colorretal. 
Reduzir a ingestão de álcool, portanto, pode diminuir o risco de 
desenvolver alguns tipos de câncer em até 8%.
54
EXPOSIÇÃO AO SOL
A exposição solar excessiva e 
sem proteção pode provocar 
câncer de pele. Usar protetor 
solar e protetores físicos, 
como camisetas e bonés, 
ajuda a prevenir esse câncer.
Vamos agora conhecer alguns agentes infecciosos que também 
podem causar o câncer.
55
AGENTES INFECCIOSOS
Algumas bactérias e vírus também 
podem causar câncer.
A bactéria Helicobacter pylori (conhecida como H. pylori) é responsável 
por cerca de 800 mil casos de câncer de estômago e linfoma não 
Hodgkin. 
Essas bactérias estão frequentemente associadas a problemas como 
falta de higiene das mãos, alimentos malconservados, ausência de 
saneamento básico e falta de refrigeração adequada dos alimentos.
Figura 03: Representação da bactéria H. Pylori
56
v
Helicobacter 
pylori 
Esôfago
Estômago
Intestino 
delgado
Fonte: Adaptado de National Cancer Institute, 2023. 
Os HPV são vírus capazes de infectar a pele ou as mucosas. Existem 
mais de 150 tipos diferentes de HPV, dos quais 40 podem infectar o 
trato genital. Destes, 12 são de alto risco e podem provocar câncer 
(INCA 2014).
Figura 04: Representação do vírus HPV e a vacinação
Fonte: Adaptado de Jornal da USP, 2018. 
O câncer do colo do útero é o tipo mais comum de câncer 
causado por HPV. O HPV 16 e o HPV 18 são responsáveis por 70% 
dos casos de câncer do colo uterino em todo o mundo.
Oriente a população da comunidade sobre a importância da 
vacinação contra o vírus do HPV.
Dica!
57
https://portal.fiocruz.br/video/o-uso-da-categoria-territorio-na-saude
O Papilomavírus Humano (HPV) 
pode causar câncer de colo do 
útero, ânus, pênis, vagina, vulva e 
orofaringe. A vacina contra o HPV 
previne e reduz as chances 
desses tipos de câncer.
Além do HPV, as Hepatites B e C 
são agentes infecciosos que 
causam câncer de fígado, e 
podem ser preveníveis pela 
vacinação. 
A vacinação, junto a cuidados de 
higiene pessoal e alimentar, são 
hábitos importantes que ajudam a 
evitar cânceres agressivos e de 
difícil tratamento.
A unidade básica de saúde é o 
serviço de referência para a 
vacinação e tem um papel 
fundamental na prevenção de 
diversas doenças.
RELEMBRANDO
Os fatores de risco não 
modificáveis do câncer são:
● idade;
● sexo biológico;
● hereditariedade.
Os fatores de risco modificáveis 
do câncer são:
● tabagismo;
● obesidade;
● dieta;
● inatividade física;
● consumo de bebidas 
alcóolicas;
● exposição ao sol;
● agentes infecciosos.
58
Para aprofundar os seus conhecimentos sobre a epidemiologia 
do câncer, não deixe de conferir os outros materiais didáticos 
deste módulo! Assista à teleaula, navegue na aula interativa, 
realize as atividades avaliativas autoinstrucionais e confira os 
materiais complementares!
Dica!
59
https://portal.fiocruz.br/video/o-uso-da-categoria-territorio-na-saude
07
FINALIZANDO
Nesta disciplina foram apresentados os principais conceitos sobre 
saúde pública e epidemiologia do câncer. O objetivo foi apresentar a 
importância de conhecer os números de casos, a incidência e a 
mortalidade no Brasil, para informar e apoiar nas estratégias de 
prevenção ao câncer. 
Como falamos, o câncer pode ocorrer de forma mais frequente durante 
o envelhecimento, mas hábitos de vida não saudáveis podem antecipar 
essa incidência e impactar pessoas mais jovens, provocando mortes 
prematuras. 
A melhor forma de diminuir as mortes prematuras está na prevenção 
e no diagnóstico precoce.
61
63
A Atenção Primária à Saúde (APS) configura-se como o espaço 
privilegiado para o desenvolvimento de ações integrais, contínuas e 
resolutivas, articulando promoção, prevenção, tratamento e 
reabilitação, e estruturando-se como base da Rede de Atenção à 
Saúde.
Ao revisitar os princípios da PNAB e 
refletir sobre a organização do 
processo de trabalho na APS, 
reafirmamos a importância da 
construção de vínculos, da 
responsabilização pelas populações e 
da atuação territorializada e 
interprofissional. 
Estratégias como a ampliação das 
Equipes de Saúde da Família e o 
fortalecimento das Equipes 
Multiprofissionais consolidam avanços 
que impactam diretamente a qualidade 
do cuidado prestado.
62
O reconhecimento da APS na detecção precoce e no cuidado integral 
das pessoas com câncer reforça a necessidade de qualificarmos 
continuamente nossas práticas.
Assim, ao concluirmos este primeiro módulo, esperamos que a reflexão 
proposta fortaleça o compromisso de cada profissional com a 
construção de uma APS mais forte, resolutiva e acolhedora, capaz de 
enfrentar os desafios da oncologia e de promover saúde com equidade 
e integralidade.
63
08
REFERÊNCIAS
ASSOCIAÇÃO AMERICANA DE PESQUISA SOBRE O CÂNCER (AACR). Cancer 
Progress Report 2024. Disponível em: 
https://cancerprogressreport.aacr.org/progress/. Acesso em: 26 abr. 2025. 
BRASIL. Lei nº 9.294, de 15 de julho de 1996. Dispõe sobre as restrições ao 
uso e à propaganda de produtos fumígeros, bebidas alcoólicas, 
medicamentos, terapias e defensivos agrícolas, nos termos do § 4° do art. 220 
da Constituição Federal. Brasília, 15 jul. 1996. Disponível em: 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9294.htm. Acesso em: 21 jul. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Constituição da República Federativa do Brasil 
de 1988. Título VIII – Da Ordem Social. Capítulo II – Da Saúde. Brasília, 1988.
BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção Básica. Brasília: 
Ministério da Saúde, 2017.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria GM/MS nº 635, de 22 de maio de 2023. 
Institui, define e cria incentivo financeiro federal de implantação, custeio e 
desempenho para as modalidades de equipes Multiprofissionais na Atenção 
Primária à Saúde. Brasília, 2023.
Can the HPV Vaccine Reduce the Danger of Cervical Cancer? Southern 
Cancer Center, 15 jan. 2024. Disponível em:
https://www.southerncancercenter.com/hpv-vaccine/. Acesso em: 10 jul. 
2025.
CARDOSO, A. P. H. pylori: tudo sobre a bactéria nessa entrevista do Dr. Toshio 
para A Revista da Mulher. Liv’in, 1º fev. 2016. Disponível em: 
https://livinclinica.com.br/h-pylori/. Acesso em: 10 jul. 2025.
Estudo relaciona vírus HPV com mais um tipo de câncer. Jornal da USP, 03 
abr. 2018. Disponível em: 
https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-da-saude/estudo-relaciona-virus-hp
v-com-mais-um-tipo-de-cancer/. Acesso em: 21 jul. 2025.
FIOCRUZ. Cerca de 20% dos cânceres diagnosticados no Brasil são 
consequência do tabagismo, diz pesquisa. 2024. Disponível em: 
https://tabaco.ensp.fiocruz.br/pt-br/cerca-de-20-dos-canceres-diagnostica
dos-no-brasil-sao-consequencia-do-tabagismo-diz-pesquisa. Acesso em: 21 
jul. 2025.
GLOBAL CANCER OBSERVATORY. Disponível em: https://gco.iarc.fr/en. 
Acesso em: 26 abr. 2025.
INTERNATIONAL AGENCY FOR RESEARCH ON CANCER (IARC). Cancer 
Tomorrow. 2025. Disponível em: 
https://gco.iarc.fr/tomorrow/en/dataviz/isotype?types=1&single_unit=5000
&populations=170&group_populations=0&multiple_populations=1&years=2025.Acesso em: 21 jul. 2025.
65
https://cancerprogressreport.aacr.org/progress/
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9294.htm
https://www.southerncancercenter.com/hpv-vaccine/
https://livinclinica.com.br/h-pylori/
https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-da-saude/estudo-relaciona-virus-hpv-com-mais-um-tipo-de-cancer/
https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-da-saude/estudo-relaciona-virus-hpv-com-mais-um-tipo-de-cancer/
https://tabaco.ensp.fiocruz.br/pt-br/cerca-de-20-dos-canceres-diagnosticados-no-brasil-sao-consequencia-do-tabagismo-diz-pesquisa
https://tabaco.ensp.fiocruz.br/pt-br/cerca-de-20-dos-canceres-diagnosticados-no-brasil-sao-consequencia-do-tabagismo-diz-pesquisa
https://gco.iarc.fr/en
https://gco.iarc.fr/tomorrow/en/dataviz/isotype?types=1&single_unit=5000&populations=170&group_populations=0&multiple_populations=1&years=2025
https://gco.iarc.fr/tomorrow/en/dataviz/isotype?types=1&single_unit=5000&populations=170&group_populations=0&multiple_populations=1&years=2025
INTERNATIONAL AGENCY FOR RESEARCH ON CANCER (IARC). Cancer 
Today. 2022. Disponível em: 
https://gco.iarc.who.int/media/globocan/factsheets/populations/900-worl
d-fact-sheet.pdf. Acesso em: 21 jul. 2025.
INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (INCA). Estimativa 2023: incidência de 
câncer no Brasil. Rio de Janeiro: INCA, 2022a. Disponível em: 
https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/esti
mativa-2023.pdf. Acesso em: 26 abr. 2025.
INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (INCA). Números do câncer no Brasil. 
GOV.BR, 23 jun. 2022b. Disponível em: 
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros. Acesso em: 10 jul. 
2025.
INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (INCA). Estimativa. GOV.BR, 12 out. 2022c. 
Disponível em: 
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros/estimativa. 
Acesso em: 26 abr. 2025. 
INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (INCA). Registros de câncer. GOV.BR, 23 
jun. 2022d. Disponível em: 
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros/registros. Acesso 
em: 26 abr. 2025. 
INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (INCA). Registros de câncer – Base 
populacional. GOV.BR, 23 jun. 2022e. Disponível em: 
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros/registros/base-
populacional. Acesso em: 26 abr. 2025.
INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (INCA). Registros hospitalares de câncer. 
GOV.BR, 23 jun. 2022f. Disponível em: 
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros/registros. Acesso 
em: 21 jul. 2025. 
INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO 
TEIXEIRA (INEP). Referenciais de Qualidade para Cursos de Graduação. 
Brasília: INEP/MEC, 2005.
INTERNATIONAL AGENCY FOR RESEARCH ON CANCER (IARC). Cancer 
Tomorrow – Predictions of the future cancer incidence and mortality burden 
worldwide up until 2050. [s.d.]. Disponível em: 
https://gco.iarc.who.int/tomorrow/en. Acesso em: 26 abr. 2025. 
LISBOA, V. Prevenível por vacina, HPV é a infecção mais associada ao câncer. 
Agência Brasil, 19 set. 2023. Disponível em:
https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-09/prevenivel-por-va
cina-hpv-e-infeccao-mais-associada-ao-cancer. Acesso em: 10 jul. 2025.
66
https://gco.iarc.who.int/media/globocan/factsheets/populations/900-world-fact-sheet.pdf
https://gco.iarc.who.int/media/globocan/factsheets/populations/900-world-fact-sheet.pdf
https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/estimativa-2023.pdf
https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files/media/document/estimativa-2023.pdf
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros/estimativa
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros/registros
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros/registros/base-populacional
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros/registros/base-populacional
https://www.gov.br/inca/pt-br/assuntos/cancer/numeros/registros
https://gco.iarc.who.int/tomorrow/en
https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-09/prevenivel-por-vacina-hpv-e-infeccao-mais-associada-ao-cancer
https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2023-09/prevenivel-por-vacina-hpv-e-infeccao-mais-associada-ao-cancer
MINISTÉRIO DA SAÚDE (MS). A vacina contra HPV é segura para crianças e
adolescentes. GOV.BR, 25 set. 2024. Disponível em: 
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-com-ciencia/noticias/20
24/setembro/a-vacina-contra-hpv-e-segura-para-criancas-e-adolescentes. 
Acesso em: 10 jul. 2025.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Sistema de Informações sobre Mortalidade. 
Disponível em: 
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/sistemas-de-informaca
o/sim. Acesso em: 21 jul. 2025. 
NAHAS, M. V. Atividade física, saúde e qualidade de vida: conceitos e 
sugestões para um estilo de vida. 7. ed. Florianópolis: Ed. do Autor, 2017. 
Disponível em: 
https://sbafs.org.br/admin/files/papers/file_lIduWnhVZnP7.pdf. Acesso em: 
26 abr. 2025.
NATIONAL CANCER INSTITUTE. Helicobacter pylori (H. pylori) and Cancer. 
National Cancer Institute, 12 abr. 2023.
Disponível em: 
https://www.cancer.gov/about-cancer/causes-prevention/risk/infectious-a
gents/h-pylori-fact-sheet. Acesso em: 10 jul. 2025.
OPAS/OMS. OPAS/OMS defende eficácia e segurança da vacina contra o 
HPV. 2016. Disponível em: 
https://brasil.un.org/pt-br/71876-opasoms-defende-efic%C3%A1cia-e-segur
an%C3%A7a-da-vacina-contra-o-hpv. Acesso em: 10 jul. 2025.
OPAS/OMS. Vacina contra papilomavírus humano (HPV). Organização Pan- 
Americana da Saúde, 2023. Disponível em: 
https://www.paho.org/pt/vacina-contra-virus-do-papiloma-humano-hpv. 
Acesso em: 10 jul. 2025.
SANTOS, V. S. dos. Esquistossomose. Mundo Educação, [s.d.]. Disponível em: 
https://mundoeducacao.uol.com.br/doencas/esquistossomose.htm. Acesso 
em: 28 abr. 2025.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE CANCEROLOGIA (SBC). Alguns números do 
câncer no Brasil e no mundo. [s.d.]. Disponível em: 
https://sbcancer.org.br/alguns-numeros-do-cancer-no-brasil-e-no-mundo/. 
Acesso em: 26 abr. 2025. 
SOUZA, T. de. Vacina contra o HPV: a melhor forma de prevenção. Invivo, 26 
mar. 2024. Disponível em: 
https://www.invivo.fiocruz.br/saude/vacina-contra-o-hpv/. Acesso em: 10 jul. 
2025.
67
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-com-ciencia/noticias/2024/setembro/a-vacina-contra-hpv-e-segura-para-criancas-e-adolescentes
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-com-ciencia/noticias/2024/setembro/a-vacina-contra-hpv-e-segura-para-criancas-e-adolescentes
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/sistemas-de-informacao/sim
https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/svsa/sistemas-de-informacao/sim
https://sbafs.org.br/admin/files/papers/file_lIduWnhVZnP7.pdf
https://www.cancer.gov/about-cancer/causes-prevention/risk/infectious-agents/h-pylori-fact-sheet
https://www.cancer.gov/about-cancer/causes-prevention/risk/infectious-agents/h-pylori-fact-sheet
https://brasil.un.org/pt-br/71876-opasoms-defende-efic%C3%A1cia-e-seguran%C3%A7a-da-vacina-contra-o-hpv
https://brasil.un.org/pt-br/71876-opasoms-defende-efic%C3%A1cia-e-seguran%C3%A7a-da-vacina-contra-o-hpv
https://www.paho.org/pt/vacina-contra-virus-do-papiloma-humano-hpv
https://mundoeducacao.uol.com.br/doencas/esquistossomose.htm
https://sbcancer.org.br/alguns-numeros-do-cancer-no-brasil-e-no-mundo/
https://www.invivo.fiocruz.br/saude/vacina-contra-o-hpv/
Material complementar:
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento 
de Atenção Básica. Estratégias para o cuidado da pessoa com doença 
crônica. Brasília: Ministério da Saúde, 2014. 162 p. (Cadernos de Atenção 
Básica, n. 35). Disponível em: 
https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/pdf/caderno_atencaobasica35.p
df/view. Acesso em: 17 jul. 2025.
BRASIL. Ministério da Saúde. Redes de Atenção à Saúde. Biblioteca da Saúde. 
Brasília: Ministério da Saúde, 2020.
Disponível em: 
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/modulo4_regulacao_redes_at
encao_saude.pdf. Acesso em: 10 jul. 2025.
INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER (INCA). Detecção Precoce do Câncer no 
Brasil. Rio de Janeiro: INCA, 2021. 72 p. Disponívelem: 
https://www.inca.gov.br/publicacoes/livros/deteccao-precoce-do-cancer. 
Acesso em: 10 jul. 2025. 
MENDES, E. V. As Redes de Atenção à Saúde. Brasília: OPAS, 2011.
Disponível em: 
https://www.conass.org.br/bibliotecav3/pdfs/redesAtencao.pdf. Acesso em: 
10 jul. 2025.
OPAS/OMS Brasil. Renovação da Atenção Primária à Saúde nas Américas: 
Documento de Estratégia. Brasília: OPAS, 2007. 
Disponível em: https://iris.paho.org/handle/10665.2/31085. Acesso em: 10 jul. 
2025.
68
https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/pdf/caderno_atencaobasica35.pdf/view
https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/pdf/caderno_atencaobasica35.pdf/view
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/modulo4_regulacao_redes_atencao_saude.pdf
https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/modulo4_regulacao_redes_atencao_saude.pdf
https://www.inca.gov.br/publicacoes/livros/deteccao-precoce-do-cancer
https://www.conass.org.br/bibliotecav3/pdfs/redesAtencao.pdf
https://iris.paho.org/handle/10665.2/31085

Mais conteúdos dessa disciplina