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PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos BE.BO ETC. LTDA. Vigência: 27/10/2025 a 27/10/2027 Informações Gerais CNAE: 85.99-6/04 - Treinamento em desenvolvimento profissional e gerencial Cidade: Rio de Janeiro CEP: 22241080 Inscrição Estadual: Grau de Risco: 2 Razão Social: BE.BO ETC. LTDA. Endereço: MARECHAL PIRES FERREIRA 66 Bairro: COSME VELHO Estado: RJ CNPJ : 40.652.574/0001-69 Inscrição Municipal: Representante Legal: Sabrina Pózes Santos Morena IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 2 mulher(es) 0 homem(ns) TOTAL: 2 FUNCIONÁRIOS ATIVOS Título: ENGENHEIRA DE SEG DO TRABALHO Nome: Kátia da Cunha Hatab Categoria: Engenheiro de Segurança do Trabalho Conselho Profissional: CREA/RJ 1989100434 RESPONSÁVEL DO PGR CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNet APRESENTAÇÃO Este Documento foi elaborado de acordo com as diretrizes da NR 01, Portaria SEPRT nº 6.730, de 9 de março de 2020, DOU 12/03/20. O GRO - Gerenciamento de Riscos Ocupacionais deve constituir o PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos, que deve contemplar ou estar integrado com planos, programas e outros documentos previstos na legislação de segurança e saúde no trabalho e faz parte de um conjunto de medidas mais amplas contidas nas demais normas regulamentadoras, o qual se articula, principalmente, com a NR 07, PCMSO - Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. Este Documento contém o Inventário Geral dos Riscos relacionados às atividades existentes na empresa, compreendendo todas as categorias de riscos à segurança e saúde dos trabalhadores e constitui um dos documentos básicos do Programa de Gestão de Riscos, no que diz respeito ao reconhecimento e avaliação de riscos relacionados a agentes físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e mecânicos. Atende às exigências da Norma Regulamentadora 09, no que diz respeito ao reconhecimento e avaliação de riscos relacionados a agentes químicos, físicos e biológicos. Atende as exigências da Norma Regulamentadora 17 - Ergonomia, indicando situações nas quais se faz necessário a realização de Análise Ergonômica do Trabalho complementares. Os dados constantes neste documento servem de base para a elaboração do Plano de Ação Anual de Segurança e Saúde do Trabalho, que contempla as ações de controle a serem mantidas, implementadas ou melhoradas, assim como as atividades de monitoramento das exposições. Os riscos identificados para cada grupo de trabalhadores expostos irão subsidiar a elaboração ou reformulação do PCMSO. ESTE PROGRAMA DE GERENCIAMENTO DE RISCO ESTARÁ COMPOSTO DAS SEGUINTES ETAPAS: a) Objetivo e considerações preliminares; b) Antecipação, reconhecimento e levantamento dos riscos; c) Avaliação dos riscos e da exposição dos trabalhadores; d) Estabelecimento de metas e prioridades de controle; e) Cronograma de implantação das medidas de controle e a avaliação de sua eficácia; f) Monitoramento de exposição aos riscos; g) Registro e divulgação dos dados. As etapas do PGR serão registradas neste documento e deverão ficar a disposição das Autoridades, Serviço Especializado em Segurança e Medicina do Trabalho ( SESMT), Comissão Interna de Prevenção a Acidentes (CIPA), Instituto Nacional do Seguro Social ( INSS), Secretaria de Inspeção do Trabalho/Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho ( SIT/DSST), Delegacia Regional do Trabalho (DRT), entre outros. A guarda do documento, autorização para emissão de cópias, divulgação de seu conteúdo, são de exclusiva responsabilidade da empresa através de seus mandatários. OBJETIVOS O PGR é parte integrante do Programa de Segurança Ocupacional, em conjunto com outras iniciativas prevencionistas da empresa. Página 3 de 20 Introdução mailto:engenharia@ceorj.com CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNet Visa também, propor medidas de prevenção e controle dos riscos encontrados, através de sua neutralização, minimização ou eliminação dos mesmos. Este trabalho informa os empregadores e trabalhadores sobre os riscos, meios para prevenir ou limitar tais riscos e para proteger-se dos mesmos de modo a alcançar altos índices de satisfação em relação à preservação do bem-estar e da integridade física e mental dos trabalhadores. O presente programa tem por finalidade atender as determinações legais emanadas na NR-1 (Norma Regulamentadora de N° 1). OBJETIVO GERAL Preservar a saúde e a integridade física dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais. Controlar os riscos ambientais no local de trabalho com a adoção de medidas de controle; Monitorar a exposição dos colaboradores aos riscos ambientais existentes no local de trabalho; Fornecer informações sobre as condições de trabalho dos trabalhadores na empresa; Apresentar informações sobre a saúde, o bem-estar e a integridade física e mental dos trabalhadores da empresa; ÁREA DE ABRANGÊNCIA DO PGR NA EMPRESA Os empregadores deverão informar todos os seus colaboradores de maneira apropriada e suficiente sobre os riscos ambientais que possam originar-se nos locais de trabalho e sobre os meios disponíveis para prevenir, limitar ou eliminar tais riscos e para proteger-se dos mesmos, assim como a proteção ao meio ambiente de possíveis impactos ambientais. Cabe aos empregadores proporcionar os meios e recursos necessários para o cumprimento dos objetivos e atribuições do SESMT ou dos critérios estabelecidos pela NR-1. Os colaboradores interessados terão o direito de apresentar propostas e receber informações e orientações a fim de assegurar a proteção aos riscos ambientais identificados na execução do PGR. Sempre que vários empregadores realizem simultaneamente atividades no mesmo local de trabalho terão o dever de executar ações integradas para aplicar as medidas previstas no PGR visando à proteção de todos os colaboradores expostos aos riscos ambientais. O conhecimento e a percepção que os colaboradores têm do processo de trabalho e dos riscos ambientais presentes, incluindo os dados consignados no Mapa de Riscos, previstos na NR-5, deverão ser considerados para fins de planejamento e execução do PGR em todas as suas fases. ESTRATÉGIA E METODOLOGIA DE AÇÃO A metodologia e os procedimentos de avaliação dos agentes nocivos e os limites de tolerância, obedecem ao estabelecido pelas NR-09 e NR-15 da Portaria 3214 do Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, e pelas NHO's - Normas de Higiene Ocupacional da FUNDACENTRO. ANÁLISE QUALITATIVA Por meio da avaliação qualitativa, verifica-se a presença dos agentes dispostos nos anexos 7, 8, 9, 10 e 13 da NR-15 e a necessidade técnica de avaliações quantitativas dos GHEs expostos a agentes ambientais quantificáveis, sendo seus resultados comparados com os limites de tolerância oficialmente estabelecidos. Página 4 de 20 mailto:engenharia@ceorj.com CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNet AVALIAÇÃO QUANTITATIVA Determinação nas atividades que se desenvolvem com o objetivo de: a) Comprovar o controle da exposição ou a inexistência dos riscos identificados na etapa de reconhecimento; b) Dimensionar a exposição dos trabalhadores; c) Subsidiar o equacionamento das medidas de controle. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL entende-secomo Equipamento Conjugado de Proteção Individual, todo aquele composto por vários dispositivos, que o fabricante tenha associado contra um ou mais riscos que possam ocorrer simultaneamente e que sejam suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA Todo e qualquer equipamento utilizado para eliminar ou neutralizar os agentes agressivos ao meio laboral, visando à preservação da saúde e/ou integridade física dos colaboradores. 1.4 DIREITOS E DEVERES 1.4.1 CABE AO EMPREGADOR: a) cumprir e fazer cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho; b) informar aos trabalhadores: I. os riscos ocupacionais existentes nos locais de trabalho; II. as medidas de prevenção adotadas pela empresa para eliminar ou reduzir tais riscos; III. os resultados dos exames médicos e de exames complementares de diagnóstico aos quais os próprios trabalhadores forem submetidos; e IV. os resultados das avaliações ambientais realizadas nos locais de trabalho. c) elaborar ordens de serviço sobre segurança e saúde no trabalho, dando ciência aos trabalhadores; d) permitir que representantes dos trabalhadores acompanhem a fiscalização dos preceitos legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho; e) determinar procedimentos que devem ser adotados em caso de acidente ou doença relacionada ao trabalho, incluindo a análise de suas causas; f) disponibilizar à Inspeção do Trabalho todas as informações relativas à segurança e saúde no trabalho; e g) implementar medidas de prevenção, ouvidos os trabalhadores, de acordo com a seguinte ordem de prioridade: I. eliminação dos fatores de risco II. minimização e controle dos fatores de risco, com a adoção de medidas de proteção coletiva; III. minimização e controle dos fatores de risco, com a adoção de medidas administrativas ou de organização do trabalho; e IV. adoção de medidas de proteção individual. 1.4.1.1 As organizações obrigadas a constituir CIPA nos termos da NR-05 devem adotar as seguintes medidas, além de outras que entenderem necessárias, com vistas à prevenção e ao combate ao assédio sexual e às demais formas de violência no âmbito do trabalho: (Portaria MTP nº Página 5 de 20 mailto:engenharia@ceorj.com CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNet 4.219, de 20 de dezembro de 2022) a) inclusão de regras de conduta a respeito do assédio sexual e de outras formas de violência nas normas internas da empresa, com ampla divulgação do seu conteúdo aos empregados e às empregadas; b) fixação de procedimentos para recebimento e acompanhamento de denúncias, para apuração dos fatos e, quando for o caso, para aplicação de sanções administrativas aos responsáveis diretos e indiretos pelos atos de assédio sexual e de violência, garantido o anonimato da pessoa denunciante, sem prejuízo dos procedimentos jurídicos cabíveis; e c) realização, no mínimo a cada 12 (doze) meses, de ações de capacitação, de orientação e de sensibilização dos empregados e das empregadas de todos os níveis hierárquicos da empresa sobre temas relacionados à violência, ao assédio, à igualdade e à diversidade no âmbito do trabalho, em formatos acessíveis, apropriados e que apresentem máxima efetividade de tais ações. 1.4.2 CABE AO TRABALHADOR: a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho, inclusive as ordens de serviço expedidas pelo empregador; b) submeter-se aos exames médicos previstos nas NR; c) colaborar com a organização na aplicação das NR; e d) usar o equipamento de proteção individual fornecido pelo empregador. 1.4.2.1 Constitui ato faltoso a recusa injustificada do empregado ao cumprimento do Disposto nas alíneas do subitem anterior. 1.4.3 O trabalhador pode interromper suas atividades quando constatar uma situação de trabalho onde, a seu ver, por motivos razoáveis, envolva um risco grave e iminente para a sua vida ou saúde, informando imediatamente ao seu superior hierárquico. (alterado pela Portaria MTE nº 342, de 21 de março de 2024) 1.4.3.1 O empregador não pode exigir o retorno dos trabalhadores à atividade enquanto não sejam adotadas as medidas corretivas da situação de grave e iminente risco para sua vida ou saúde. (alterado pela Portaria MTE nº 342, de 21 de março de 2024) 1.4.3.2 O trabalhador deve ser protegido de consequências injustificadas, em decorrência da interrupção prevista no caput do item 1.4.3 desta NR. (inserido pela Portaria MTE nº 342, de 21 de março de 2024) 1.4.3.3 O trabalhador deve comunicar, imediatamente, ao seu superior hierárquico as situações de trabalho que envolvam um risco grave e iminente para a sua vida ou saúde, bem como de terceiros. (inserido pela Portaria MTE nº 342, de 21 de março de 2024) CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES Seguindo com base nos preceitos legais vigentes, passamos a analisar os aspectos relativos ao ambiente de trabalho, objetivo do presente trabalho, aplicáveis à empresa inspecionada, considerando sua classificação de acordo com as normas expedidas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, em razão do número de empregados e a natureza do risco de suas atividades. Para tanto, foram efetuados os devidos levantamentos. As atividades de levantamento das condições do(s) ambiente(s) de trabalho foram realizadas qualitativamente. Os Página 6 de 20 mailto:engenharia@ceorj.com CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNet dados, avaliações e sugestões encontram sustentação legal na Norma Regulamentadora nº 1 relativa à Segurança e Medicina do Trabalho A NR - 1 estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação, por parte de todos os empregadores e instituições que admitam trabalhadores como empregados, do Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR, visando a prevenção da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e consequente controle da ocorrência de riscos ambientais e suas possíveis influências no bem estar e na integridade física e mental do trabalhador. As ações do PGR devem ser desenvolvidas em âmbito de cada estabelecimento, sob a responsabilidade do empregador, com a participação dos trabalhadores, sendo que uma reavaliação e uma análise global de seu desenvolvimento para a realização de ajustes necessários e estabelecimentos de novas metas e prioridades deverá ser realizado anualmente ou sempre que necessário, conforme estipula a NR - 1. O PGR é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com o disposto nas demais NR's. Em especial com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional - PCMSO, determinado de acordo com a NR - 7, promovendo assim uma interligação entre os programas prevencionistas da empresa. Para efeito deste PGR são considerados riscos ambientais, os agentes existentes no meio ambiente de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade, tempo e grau de exposição, são capazes de causar dano a saúde do trabalhador e são classificados em: Agentes Físicos: ruído, frio, calor, radiações (ionizantes, não ionizantes), umidade, pressões anormais; Agentes Químicos: poeiras minerais, poeiras vegetais, névoas, neblina, gases, vapor, substâncias diversas, fumos metálicos, hidrocarbonetos; Agentes Biológicos: vírus, bactérias, protozoários, fungos, bacilos, parasitas, microrganismos, animais peçonhentos; Agentes Ergonômicos: esforço físico, ritmo excessivo, trabalho em turnos, postura incorreta, levantamento e transporte manual de peso, monotonia erepetitividade, jornada prolongada, controle rígido de produtividade; Acidentes: máquinas, equipamentos ou implementos sem proteção, ferramentas (inadequadas/defeituosas) arranjo físico inadequado e outras situações. PROCEDIMENTOS DE EMERGÊNCIA A organização estabelecerá, implementara e manterá procedimentos de respostas aos cenários de emergências, de acordo com os riscos, as características e as circunstâncias das atividades e local de trabalho. Em caso de emergência ou acidente, deve-se proceder da seguinte forma: Em casos de incêndio ou risco iminente, abandonar a área Acionar ambulância através do SAMU - 192 ou Bombeiro no número 193. Informar o local da ocorrência e as características do acidente. PREPARAÇÃO PARA EMERGENCIA : 1.5.6 Preparação para emergências 1.5.6.1 A organização deve estabelecer, implementar e manter procedimentos de respostas aos cenários de emergências, de acordo com os riscos, as características e as circunstâncias das atividades. Página 7 de 20 mailto:engenharia@ceorj.com CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNet 1.5.6.2 Os procedimentos de respostas aos cenários de emergências devem prever: a) os meios e recursos necessários para os primeiros socorros, encaminhamento de acidentados e abandono; e b) as medidas necessárias para os cenários de emergências de grande magnitude, quando aplicável. Este PGR não poderá ser utilizado para fins de caracterização de Atividades ou Operações Insalubres ou Perigosas, devendo ser aplicadas as disposições previstas na NR 15 -Atividades e Operações Insalubres e NR - 16 - Atividades e Operações Perigosas, por meio de elaboração de Laudos específicos. As eventuais alterações nas atividades desenvolvidas pelos empregados deverão ser precedidas do Levantamento Preliminar de Perigos, para avaliação da exposição aos diferentes riscos ocupacionais identificados, de forma a garantir a integridade dos trabalhadores e revisar os documentos necessários antes da efetiva exposição. A responsabilidade legal pelas ações do PGR é da Organização, de acordo com a NR 1, e que os empregados deverão ter conhecimento deste Programa e participar do processo de melhoria e controle aos riscos ocupacionais. Toda e qualquer modificação (Acréscimo de ferramentas, inclusão de novo Cargo, mudança de layout e/ou inclusão de novo processo) realizado na Empresa durante o período de exercício deste Programa deverá ser informado para que seja efetuado o Levantamento Preliminar de Perigos e as medidas de controles necessárias e atualização do PGR. HOSPITAL DE REFERÊNCIA: HOSPITAL MUNICIPAL LOURENÇO JORGE Av. Ayrton Senna , 2000 - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Tel: (21) 3111-4600 HOSPITAL MUNICIPAL SOUZA AGUIAR Praça da República, 111 - Centro , Rio de Janeiro-RJ. Tel: (21) 3111-462622 HOSPITAL ESTADUAL ADÃO PEREIRA NUNES Rodovia Washington Luiz - Km 109 - Jardim Primavera , Duque de Caxias-RJ. Tel: (21) 2777-5318 / 2777-5096 / 27779070 HOSPITAL SALGADO FILHO HOSPITAL ESTADUAL GETULIO VARGAS Avenida Lobo Junior, 2293 21070-061 Penha Circular Rio de Janeiro Tel: (21) 2334-7835 / 2560- 7772 HOSPITAL GERAL DE BONSUCESSO Av. Londres, 616 - Bonsucesso, Rio de Janeiro- RJ. Tel: (21) 3977-9500 NOÇÕES GERAIS DE PRIMEIROS SOCORROS Primeiros socorros são os cuidados imediato, que devem ser prestados à vítima de acidente ou mal súbito, sendo estes normalmente prestados no local da ocorrência, até a chegada de um médico ou encaminhamento desta ao hospital. A pessoa treinada poderá e deverá prestar os Primeiros Socorros. CUIDADOS PESSOAIS: Evitar contato direto com sangue ou fluidos orgânicos da vítima. Evitar ferir-se durante o atendimento. Não levar as mãos à boca, olhos ou pele sem antes tê-las lavado bem com água e sabão. Isolar seus Página 8 de 20 mailto:engenharia@ceorj.com CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNet ferimentos antes de atender a vítima. Usar luvas cirúrgicas ou de borracha. CUIDADOS GERAIS: Ter as mãos limpas ao realizar o atendimento. Cuidado com a remoção, movimentação e o transporte da vítima, assim como com a remoção de objetos que porventura estejam sobre a vítima. Tenha à mão o material de primeiros socorros, em boas condições e de fácil acesso. Mantenha a calma e afaste os curiosos. Em constatada a gravidade do caso, providencie atendimento médico o mais rápido possível. MATERIAIS DE PRIMEIROS SOCORROS Reparil gel ou Gelol; Soro fisiológico (0,9%); Esparadrapo; Band-Aid; Atadura de crepon; Gaze; Luvas tipo cirúrgicas; REGISTRO E DIVULGAÇÃO DOS DADOS Deverá ser mantido pelo empregador ou instituição um registro de dados, estruturado de forma a constituir um histórico técnico e administrativo do desenvolvimento do PGR. O registro de dados deverá estar sempre disponível aos colaboradores interessados ou seus representantes e para as autoridades competentes. O registro de dados refere-se ao documento base composto de relatórios de antecipação ou de reconhecimento de riscos, laudos técnicos de avaliação quantitativa dos agentes ambientais, registros de treinamento, entre outros. O registro de dados deverá ser mantido por um período mínimo de 20 anos, já que este é o prazo para prescrições das ações cíveis conforme determina o Art. 177 do Código de Processo Civil (CPC). RECOMENDAÇÕES A EMPRESA A partir do levantamento dos processos e atividades da Empresa, das exigências e dos riscos das atividades, do acompanhamento clínico individual dos empregados, de levantamento epidemiológico, sugerimos a instalação das medidas sugeridas no PGR nos prazos estabelecidos. Exames médicos ocupacionais são a principal forma de monitoramento individual a respeito das condições de trabalho, mas são assim como qualquer processo terapêutico instituído, ineficazes para a melhoria das condições de saúde dos trabalhadores, caso as causas de agravo à saúde advenham das condições de trabalho. Página 9 de 20 mailto:engenharia@ceorj.com CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNet P ÍNDICE DE PROBABILIDADE CRITÉRIO UTILIZADO Perfil de exposição qualitativo Perfil de exposição quantitativo Fator de Proteção 1 EXPOSIÇÃO BAIXA: CONTATO NÃO FREQUENTE COM O AGENTE OU FRENQUENTE A BAIXÍSSIMAS CONCENTRAÇÕES/INTENSID ADES. EXPOSIÇÃO (E) INFERIOR A 10% DO LT DE EXPOSIÇÃO OCUPACIONAL (LEO). E 100% LEO AS MEDIDAS DE CONTROLEINEXISTENTES OU MEDIDAS EXISTENTES DÃO RECONHECIMENTO INADEQUADO. METODOLOGIA ELABORADA A PARTIR DE COMBINAÇÃO DAS MATRIZES APRESENTADAS POR MULHAUSEN & DAMINIANO (1998) E PELO APENDICE D DA BS 8800(BSI, 1996) Página 10 de 20 mailto:engenharia@ceorj.com CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNet G ÍNDICE DE GRAVIDADE DO DANO CRITÉRIO UTILIZADO (GENÉRICO) EXEMPLOS 1 LESÃO OU DOENÇA LEVE, COM EFEITOS REVERSÍVEIS, LEVEMENTE PREJUDICIAIS. FERIMENTOS LEVES, IRRITAÇÕES LEVES, QUE NÃO IMPLIQUE EM AFASTAMENTO NÃO SUPERIOR A 15 DIAS ETC. 2 LESÃO OU DOENÇA SERIA, COM EFEITOS REVERSÍVEIS, SEVEROS E PREJUDICIAIS. IRRITAÇÕES SÉRIAS, PNEUMOCANIOSE NÃO FIBROGENICA, LESÃO REVERSIVEL QUE IMPLICA EM AFASTAMENTO SUPERIOR A 15 DIAS. 3 LESÃO OU DOENÇA SERIA, COM EFEITOS IRREVERSÍVEIS, SEVEROS E PREJUDICIAIS QUE PODEM LIMITAR A CAPACIDADE FUNCIONAL. PERDA AUDITIVA INDUZIDA POR RUIDO( PAIR) DANO AO SISTEMA NERVOSO CENTRAL, LESÕES COM SEQUELAS QUE IMPLIQUEM EM AFASTAMENTO DE LONGA DURAÇÃO OU EM LIMITAÇÕES DA CAPACIDADE FUNCIONAL. 4 LESÃO OU DOENÇA INCAPACITANTE OU FATAL. PERDA DE MEMBROS OU ORGÃOS QUE INCAPACITEM DEFINITIVAMENTE PARA O TRABALHO, LESÕES MULTIPLAS QUE RESULTEM EM MORTE, DOENÇAS PROGRESSIVAS POTENCIALMENTE FATAIS COMO PNEUMOCONIOSE FIBROGENICA,CANCER, ETC. METODOLOGIA ELABORADA A PARTIR DE COMBINAÇÃO DAS MATRIZES APRESENTADAS POR MULHAUSEN & DAMINIANO (1998) E PELO APENDICE D DA BS 8800(BSI, 1996) Página 11 de 20 mailto:engenharia@ceorj.com CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNet P R O B A B IL ID A D E ( P ) 4 PROVÁVEL RISCO MÉDIO RISCO ALTO RISCO ALTO RISCO CRITICO 3 POUCO PROVÁVEL RISCO BAIXO RISCO MÉDIO RISCO ALTO RISCO ALTO 2 IMPROVÁVEL RISCO BAIXO RISCO BAIXO RISCO MÉDIO RISCO ALTO 1 MUITO IMPROVÁVEL IRRELEVANTE RISCO BAIXO RISCO BAIXO RISCO MÉDIO 1 REVERSÍVEL LEVE 2 REVERSÍVEL SEVERO 3 IRREVERSÍVEL SEVERO 4 FATAL/IMPACTANT E GRAVIDADE (G) METODOLOGIA ELABORADA A PARTIR DE COMBINAÇÃO DAS MATRIZES APRESENTADAS POR MULHAUSEN & DAMINIANO (1998) E PELO APENDICE D DA BS 8800(BSI, 1996) Página 12 de 20 Matriz de Risco mailto:engenharia@ceorj.com CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNet Risco 0- CERTA 1- INCERTA 2- ALTAMENTE INCERTA RISCO CRITICO CONTROLE NECESSÁRIO CONTROLE NECESSÁRIO, INFORMAÇÃO ADCIONAL NECESSÁRIA. CONTROLE NECESSÁRIO, INFORMAÇÃO ADCIONAL NECESSÁRIA. RISCO ALTO CONTROLE NECESSÁRIO CONTROLE NECESSÁRIO, INFORMAÇÃO ADCIONAL NECESSÁRIA. CONTROLE NECESSÁRIO, INFORMAÇÃO ADCIONAL NECESSÁRIA. RISCO MÉDIO MANTER O CONTROLE EXISTENTE. CONTROLE ADCIONAL NECESSÁRIO SE FOR POSSÍVEL E VIÁVEL INFORMAÇÃO ADCIONAL NECESSÁRIO ANTES DE DECIDIR SE HÁ CONTROLE ADCIONAL NECESSÁRIO. INFORMAÇÃO ADCIONAL NECESSÁRIO ANTES DE DECIDIR SE HÁ CONTROLE ADCIONAL NECESSÁRIO. RISCO BAIXO NENHUM CONTROLE ADCIONAL É NECESSÁRIO. MANTER O CONTROLE EXISTENTE. INFORMAÇÃO ADCIONAL NECESSÁRIA INFORMAÇÃO ADCIONAL NECESSÁRIA IRRELEVANTE NENHUMA AÇÃO É NECESSÁRIA NENHUMA AÇÃO É NECESSÁRIA NENHUMA AÇÃO É NECESSÁRIA METODOLOGIA ELABORADA A PARTIR DE COMBINAÇÃO DAS MATRIZES APRESENTADAS POR MULHAUSEN & DAMINIANO (1998) E PELO APENDICE D DA BS 8800(BSI, 1996) Página 13 de 20 Incerteza da Estimativa mailto:engenharia@ceorj.com CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNet P R O B A B IL ID A D E ( P ) 4 PROVÁVEL MONITORAMENTO APÓS MEDIDA DE CONTROLE MONITORAMENTO APÓS MEDIDA DE CONTROLE MONITORAMENTO APÓS MEDIDA DE CONTROLE MONITORAMENTO APÓS MEDIDA DE CONTROLE 3 POUCO PROVÁVEL ANUAL ANUAL SEMESTRAL TRIMESTRAL 2 IMPROVÁVEL MONITORAMENTO PERÍODICO NÃO NECESSÁRIO MONITORAMENTO PERÍODICO NÃO NECESSÁRIO ANUAL SEMESTRAL 1 MUITO IMPROVÁVEL MONITORAMENTO PERÍODICO NÃO NECESSÁRIO MONITORAMENTO PERÍODICO NÃO NECESSÁRIO MONITORAMENTO PERÍODICO NÃO NECESSÁRIO ANUAL 1 REVERSÍVEL LEVE 2 REVERSÍVEL SEVERO 3 IRREVERSÍVEL SEVERO 4 FATAL/IMPACTANT E GRAVIDADE (G) METODOLOGIA ELABORADA A PARTIR DE COMBINAÇÃO DAS MATRIZES APRESENTADAS POR MULHAUSEN & DAMINIANO (1998) E PELO APENDICE D DA BS 8800(BSI, 1996) Página 14 de 20 Matriz de Monitoramento mailto:engenharia@ceorj.com CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNet GHE-1 ADM Função: ASSISTENTE FINANCEIRO CBO: Nº Trabalhadores: 1 Descrição das Atividades Administram fundos e carteiras de investimentos em instituições financeiras. desenvol vem, implantam e administram produtos e serviços bancários. analisam operações decrédito e de cobrança e operacionalizam contratos de financiamento e/ou empréstimos.controlam recursos para crédito obrigatório e gerenciam cobranças. preparam e conso lidam informações gerenciais e econômico-financeiras. relatam aos setores e clientesdo banco, oralmente ou por escrito, a situação dos produtos e serviços bancários. Função: RECEPCIONISTA CBO: Nº Trabalhadores: 1 Descrição das Atividades Recepcionam e prestam serviços de apoio a clientes, pacientes, hóspedes, visitantes epassageiros; prestam atendimento telefônico e fornecem informações em escritórios,consultórios, hoteis, hospitais, bancos, aeroportos e outros estabelecimentos; marcamentrevistas ou consultas e recebem clientes ou visitantes; averiguam suas necessida des e dirigem ao lugar ou a pessoa procurados; agendam serviços, reservam (hotéis epassagens) e indicam acomodações em hotéis e estabelecimentos similares; observamnormas internas de segurança, conferindo documentos e idoneidade dos clientes enotificando seguranças sobre presenças estranhas; fecham contas e estadas de clientes.organizam informações e planejam o trabalho do cotidiano. Página 15 de 20 mailto:engenharia@ceorj.com Divulgação do PGR BE.BO A organização deverá adotar mecanismos para comunicar aos trabalhadores sobre os riscos consolidados no inventário de riscos e as medidas de prevenção do plano de ação deste PGR. Período Previsto: 27/10/2025 a 29/10/2025 Informar aos Trabalhadores sobre os riscos 1.4.4 Todo trabalhador, ao ser admitido ou quando mudar de função que implique em alteração de risco, deve receber informações sobre: a) os riscos ocupacionais que existam ou possam originar-se nos locais de trabalho; b) os meios para prevenir e controlar tais riscos; c) as medidas adotadas pela organização; d) os procedimentos a serem adotados em situação de emergência; e e) os procedimentos a serem adotados, em conformidade com os subitens 1.4.3 e 1.4.3.1. 1.4.4.1 As informações podem ser transmitidas:f) durante os treinamentos; e g) por meio de diálogos de segurança, documento físico ou eletrônico. 1.5.3.3 A organização deve adotar mecanismos para: b) comunicar aos trabalhadores sobre os riscos consolidados no inventário de riscos e as medidas de prevenção do plano de ação do PGR. Período Previsto: 27/10/2025 a 29/10/2025 Constituir Cipa ou designar um representante 1.4.1.1 As organizações obrigadas a constituir CIPA nos termos da NR-05 devem adotar as seguintes medidas, além de outras que entenderem necessárias, com vistas à prevenção e ao combate ao assédio sexual e às demais formas de violência no âmbito do trabalho: a) inclusão de regras de conduta a respeito do assédio sexual e de outras formas de violência nas normas internas da empresa, com ampla divulgação do seu conteúdo aos empregados e às empregadas; b) fixação de procedimentos para recebimento e acompanhamento de denúncias, para apuração dos fatos e, quando for o caso, para aplicação de sanções administrativas aos responsáveis diretos e indiretos pelos atos de assédio sexual e de violência, garantido o anonimato da pessoa denunciante, sem prejuízo dos procedimentos jurídicos cabíveis; e c) realização, no mínimo a cada 12 (doze) meses, de ações de capacitação, de orientação e de sensibilização dos empregados e das empregadas de todos os níveis hierárquicos da empresa sobre temas relacionados à violência, ao assédio, à igualdade e à diversidade no âmbito do trabalho, em formatos acessíveis, apropriados e que apresentem máxima efetividade de tais ações. Observação: 5.4.13 Quando o estabelecimento não se enquadrar no Quadro I e não for atendido por SESMT, nos termos da Norma Regulamentadora n° 4 (NR-04), a organização nomeará um representante da organização dentre seus empregados para auxiliar na execução das ações de prevenção em segurança e saúde no trabalho, podendo ser adotados mecanismos de participação dos empregados, por meio de negociação coletiva. Período Previsto: 27/10/2025 a 10/10/2025 Treinamento conforme NR-06 Plano de Ação 6.5.1 Cabe à organização, quanto ao EPI: a) adquirir somente o aprovado pelo órgão de âmbito nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho; b) orientar e treinar o empregado; c) fornecer ao empregado, gratuitamente, EPI adequado ao risco, em perfeito estado de conservação e funcionamento, nas situações previstas no subitem 1.5.5.1.2 da Norma Regulamentadora nº 01 (NR-01) - Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, observada a hierarquia das medidas de prevenção; d) registrar o seu fornecimento ao empregado, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico, inclusive, por sistema biométrico; e) exigir seu uso; f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica, quando aplicáveis esses procedimentos, em conformidade com as informações fornecidas pelo fabricante ou importador; g) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado; e h) comunicar ao órgão de âmbito nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho qualquer irregularidade observada. Período Previsto: 27/10/2025 a 10/11/2025 Capacitação no mínimo a cada 12 (doze) meses 1.4.1.1.C) Realização, no mínimo a cada 12 (doze) meses, de ações de capacitação, de orientação e de sensibilização dos empregados e das empregadas de todos os níveis hierárquicos da empresa sobre temas relacionados à violência, ao assédio, à igualdade e à diversidade no âmbito do trabalho, em formatos acessíveis, apropriados e que apresentem máxima efetividade de tais ações. Período Previsto: 27/10/2025 a 10/11/2025 Políticas contra assédio: Implementar políticas claras e eficazes para prevenir e combater o assédio moral, sexual e outras formas de violência psicológica no trabalho Período Previsto: 27/10/2025 a 12/11/2025 Inclusão de regras de conduta 1.4.1.1 A)inclusão de regras de conduta a respeito do assédio sexual e de outras formas de violência nas normas internas da empresa, com ampla divulgação do seu conteúdo aos empregados e às empregadas; Período Previsto: 27/10/2025 a 12/11/2025 Gestão de estresse Capacitar os colaboradores para lidar com situações estressantes por meio de treinamentos e práticas de gestão do estresse. Período Previsto: 27/10/2025 a 12/11/2025 CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNET GHE-1 ASSISTENTE FINANCEIRO, RECEPCIONISTA Agente / Tipo Perigo / Fator de risco ocupacional Fonte Geradora Danos à Saúde Limite de Exposição Intensidade / Concentração Técnica Utilizada Avaliação de Risco Critérios para Priorização de Ações Periodicidade para o Monitoramento da Exposição (P) (G) Risco Ergonômic o Postura inadequada Exigência de postura Inadequada; Dores musculares, Problemas de coluna NA NA ANÁLISE QUALITATIVA 2 - IMPROVÁVEL 1 - REVERSÍVEL LEVE RISCO BAIXO 0- CERTA MONITORAM ENTO PERÍODICO NÃO NECESSÁRIO Priorização e Medidas de Controle: Realizar palestra especificamente sobre Postura Inadequada/ Realizar alongamento dos dedos, mãos e braços a cada hora realizando movimentos repetitivos; pequenas pausas durante o expediente, para alongar o corpo e descansar os olhos; Manter o uso de cadeiras adequadas, apoios e outros equipamentos para corrigir a postura durante o horário de trabalho. Manter apoio para pés, suporte para notebook e/ou monitor, cadeiras ergonômicas conforme NR-17. Estabelecimento de Prioridades: 1 a 3 - De Atenção Ergonômic o Movimentos Repetitivos Digitação no computador. Lesões por Esforço Repetitivo (LER), Distúrbio Osteomuscula res Relacionados ao Trabalho (DORT); NA NA ANÁLISE QUALITATIVA 3 - POUCO PROVÁVEL 2 - REVERSÍVEL SEVERO RISCO MÉDIO 0- CERTA ANUAL Priorização e Medidas de Controle: Estabelecer tempo regular para pausa entre as tarefas com repetitividade de movimentos, exercícios específicos, além de palestra e treinamento ergonômico, especificamente sobre Movimentos Repetitivos. Estabelecimento de Prioridades: 1 a 3 - De Atenção Ergonômic o Cumprimento de prazos Entrega das demandas solicitadas Estresse, ansiedade, esgotamento ou depressão. NA NA ANÁLISE QUALITATIVA 3 - POUCO PROVÁVEL 2 - REVERSÍVEL SEVERO RISCO MÉDIO 0- CERTA ANUAL Priorização e Medidas de Controle: Página 17 de 20 Inventário de Riscos mailto:engenharia@ceorj.com CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNET Oferecer programas de apoio psicológico e espaços de escuta ativa para auxiliar os trabalhadores a lidar com o estresse e a pressão. Estabelecimento de Prioridades: 1 a 3 - De Atenção Realizar revisão de cargas de trabalho e prazos; Garantir que as metas e prazos sejam realistas e alcançáveis, evitando sobrecarga e pressão excessiva; Estabelecimento de Prioridades: 1 a 3 - De Atenção Ergonômic o Exigência de concentração, atenção e memória Leitura de e- mails, documentos Estresse, ansiedade, esgotamento ou depressão. NA NA ANÁLISE QUALITATIVA 3 - POUCO PROVÁVEL 2 - REVERSÍVEL SEVERO RISCO MÉDIO 0- CERTA ANUAL Priorização e Medidas de Controle: Gestão adequada da carga de trabalho para evitar longos períodos de atenção intensa. Estabelecimento de Prioridades: 1 a 3 - De Atenção Oferecer programas de apoio psicológico e espaços de escuta ativa para auxiliar os trabalhadoresa lidar com o estresse e a pressão. Estabelecimento de Prioridades: 1 a 3 - De Atenção Página 18 de 20 mailto:engenharia@ceorj.com CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNet CONSIDERAÇÕES FINAIS Este Programa permanecerá válido enquanto forem mantidas as condições existentes na empresa por ocasião da vistoria. Quaisquer alterações que venham a ocorrer nas atividades, planta física e equipamentos exigirão novas análises. Neste trabalho foram realizadas diversas avaliações sempre considerando as piores condições de trabalho encontradas e as piores condições de trabalho do local. As avaliações realizadas para a descrição das funções neste trabalho foram realizadas qualitativa conforme o tipo de agente que o colaborador estava exposto. ENCERRAMENTO Este documento PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos foi elaborado e verificado por profissional legalmente habilitado. Rio de Janeiro, 27/10/2025. Kátia da Cunha Hatab Engenheiro de Segurança do Trabalho CREA/RJ 1989100434 Sabrina Pózes Santos Morena BE.BO ETC. LTDA. 40.652.574/0001-69 Encerramento mailto:engenharia@ceorj.com CEORJ - engenharia@ceorj.com - 26/10/2025 22:53h AV Treze de Maio 13 Edifício Municipal 13 - Centro - Rio de Janeiro - RJ - 20031901 - (21) 96906-7599 Impresso pelo software PeopleNet Anexos mailto:engenharia@ceorj.com 2025-10-27T08:59:43-0300 KATIA DA CUNHA HATAB:83159517772