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ATIVIDADE PRÁTICA
PROJETOS DE SISTEMAS
MICROPROCESSADOS
Roteiro Elaborado por:
Prof. MSc. Charles Way Hun Fung
ANO
2025
Roteiro de Atividade Prática de
Projeto de Sistemas Microprocessados
1
INTRODUÇÃO
Olá a todos.
Sejam todos muito bem-vindos!
Esta avaliação foi planejada e preparada para as disciplinas de Projetos de Sistemas
Microprocessados dos Cursos da Escola Politécnica do Centro Universitário Internacional Uninter.
O objetivo desta atividade é fazer com que você, aluno, desenvolva os conhecimentos teóricos
aprendidos na disciplina de maneira práticas e aplicável no mercado de trabalho. Para tanto, será
necessário o uso do microcontrolador PIC16F877A que poderá ser utilizado tanto nos LPI –
Laboratórios portáteis individuais (Alunos anteriores a 2023) ou via simulador (Alunos de 2023 para
frente).
Ao longo desse roteiro serão passadas as orientações gerais para realização da avaliação bem
como os seus critérios de correção. Na sequência, apresenta-se um exemplo comentado de como
deve ser entregue uma questão. Seguindo o roteiro estarão as práticas a serem realizadas, cada
uma delas possui um tema, uma explicação de como deve ser feita e como será cobrada, com
algumas dicas. Por fim, colou-se uma seção as com as respostas das dúvidas mais frequentes
realizadas por vocês estudos.
No mais, desejo-lhe ótima atividade prática e bons estudos!
Roteiro de Atividade Prática de
Projeto de Sistemas Microprocessados
2
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO _______________________________________________________________ 1
ORIENTAÇÕES GERAIS_________________________________________________________ 3
FORMATO DE ENTREGA ___________________________________________________________ 3
MATERIAL ADICIONAL ____________________________________________________________ 3
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO _____________________________________________________ 4
FORMATO DA APRESENTAÇÃO _____________________________________________________ 5
IDENTIFICAÇÃO PESSOAL __________________________________________________________ 6
CÓDIGO ________________________________________________________________________ 7
IMAGENS/FOTOS ________________________________________________________________ 8
RESPOSTA ______________________________________________________________________ 9
EXEMPLO DE APRESENTAÇÃO DE QUESTÃO com a placa ________________________________ 10
EXEMPLO DE APRESENTAÇÃO DE QUESTÃO com o simulador ____________________________ 11
Sobre o kit _________________________________________________________________ 12
PRÁTICA 01 - Programando o PIC16F877A _______________________________________ 13
PRÁTICA 02 – Display LCD _____________________________________________________ 14
PRÁTICA 03 – Conversor A/D __________________________________________________ 16
PRÁTICA 04 – Protocolo Serial _________________________________________________ 17
RESPOSTAS AS DÚVIDAS MAIS FREQUÊNTES _____________________________________ 19
Roteiro de Atividade Prática de
Projeto de Sistemas Microprocessados
3
ORIENTAÇÕES GERAIS
FORMATO DE ENTREGA
O formato de entrega desejável das práticas desse roteiro, deve estar de acordo com o que é
visto na seção “EXEMPLO DE APRESENTAÇÃO DE QUESTÃO”.
Elaborou-se um documento (“Caderno de Resolução da Atividade Prática de Projeto de
Sistemas Microprocessados.docx”) com o propósito de auxiliar na formatação exigida.
Recomenda-se que os trabalhos sejam enviados no formato .pdf. Uma vez que formatos .doc
ou .docx podem apresentar falhas na codificação, carregamento ou apresentação de imagens.
Sendo assim, fica por conta e risco do estudante se houver problemas com o documento enviados
no formato docx.
Trabalhos codificados em outra IDE que não seja MPLABX terão sua nota descontada!
MATERIAL ADICIONAL
Caderno de Resolução;
Esquemático das placas
Primeiros passos com o Kit PIC;
Biblioteca para display LCD 16x2 placa versão1;
Biblioteca para display LCD 16x2 placa versão2;
Biblioteca para interface serial para placa versão1;
Biblioteca para interface serial para placa versão2;
Link com o download do SimulIDE;
Simulações para o SimulIDE;
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Projeto de Sistemas Microprocessados
4
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Os critérios de avaliação desse trabalho visam deixar a avaliação o mais justa e transparente
possível. Nessa avaliação, cada questão será corrigida individualmente conforme a seguinte
equação:
𝑁 = (𝐹𝐸). (𝐼𝑃).
𝐶𝑂𝐷 + 𝐼𝑀𝐺 + 𝑅𝐸𝑆
3
Em que:
𝑁 (𝑁𝑜𝑡𝑎 𝑑𝑎 𝑄𝑢𝑒𝑠𝑡ã𝑜): Nota total da questão, podendo variar de 0 até 100.
𝐹𝐸 (𝐹𝑜𝑟𝑚𝑎𝑡𝑜 𝑑𝑎 𝐸𝑛𝑡𝑟𝑒𝑔𝑎): Nota do Formato de Entrega, podendo variar de 0 até 1,00.
𝐼𝑃 (𝐼𝑑𝑒𝑛𝑡𝑖𝑓𝑖𝑐𝑎çã𝑜 𝑃𝑒𝑠𝑠𝑜𝑎𝑙): Nota Identificação Pessoal, podendo variar de 0 até 1,00.
𝐶𝑂𝐷 (𝐶ó𝑑𝑖𝑔𝑜): Nota do Código, podendo variar de 0 até 100.
𝐼𝑀𝐺(𝐼𝑚𝑎𝑔𝑒𝑛𝑠): Nota da Imagem, podendo variar de 0 até 100.
𝑅𝐸𝑆 (𝑅𝑒𝑠𝑝𝑜𝑠𝑡𝑎): Nota da Resposta da pergunta da questão, podendo variar de 0 até 100.
Cada um dos itens/critérios que compõe a equação acima será detalhado nas subseções a
seguir. Se mesmo assim houver dúvidas, não hesite em perguntar. O desconhecimento dos
critérios não será aceito como desculpa!
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5
FORMATO DA APRESENTAÇÃO
O formato da apresentação é um dos critérios de avaliação, pois um engenheiro deve ser
capaz de seguir normas no momento de elaboração de relatórios técnicos, manuais e outros
documentos afins.
As possíveis notas desse critério são apresentadas na tabela a seguir:
Tabela 1: Possíveis notas no formato de apresentação
NOTA DESCRIÇÃO NA DEVOLUTIVA COMENTÁRIOS
1,00
Formato da apresentação está
correto
Está de acordo com o exemplo (ver a seção
“EXEMPLO DE APRESENTAÇÃO DE QUESTÃO”
para maiores detalhes)
0,70
Formato da apresentação está
parcialmente correto
Está muito próximo do exemplo, mas apresenta
alguns erros
0,50
Formato da apresentação está
incorreto
Não seguiu o exemplo.
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6
IDENTIFICAÇÃO PESSOAL
Todas as questões devem apresentar um identificador pessoal nas seguintes partes:
No código deve pelo menos uma variável que o nome seja composto pelo nome
ou RU (e.g. LEDxxxxxx – onde o “x” s deve ser substituído pelo nome ou RU do
aluno).
Nas imagens/fotos exigidas em cada prática deverá haver um papel com escrito
o nome e o RU do aluno ao lado do microcontrolador (ver seção EXEMPLO para
maiores detalhes), no caso do uso do simulador, deve-se colocar o nome e o RU
em um componente de texto do lado do circuito.
As possíveis notas para esse critério são apresentadas na tabela a seguir:
Tabela 2: Possíveis notas critério de Identificação Pessoal
NOTA DESCRIÇÃO NA DEVOLUTIVA COMENTÁRIOS
1,00
Apresentou o identificador pessoal no
código e nas imagens/fotos.
Está de acordo com o exemplo (ver a seção
“EXEMPLO DE APRESENTAÇÃO DE
QUESTÃO” para maiores detalhes).
0,80
Apresentou identificador pessoal na
imagem, mas não no código.
Não apresentou um identificador no código (e.g.
O nome ou RU do aluno como parte do nome de
uma variável)
0,70
Apresentou o identificador pessoal no
código, mas não nas imagens/fotos.
Não apresentou um identificador na imagem
(exemplo: um papel com o nome e o RU do aluno
ao lado do microcontrolador)
0,50
Não apresentou identificador pessoal
no código e nem nas imagens/fotos.
Questão sem nenhuma identificação de autoria.
0,00
Apresentou o identificador de outra
pessoa nas fotos e/ou no código.
A questão veio com identificador pessoal de
outra pessoa.
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7
CÓDIGO
A apresentação do código compõe umterço da nota total da questão. Este será avaliado
conforme a tabela a seguir:
As possíveis notas para esse critério são apresentadas na tabela a seguir:
Tabela 3: Possíveis notas na apresentação do código
NOTA DESCRIÇÃO NA DEVOLUTIVA COMENTÁRIOS
100
Código correto e apresentado no
formato imagem.
Está de acordo com o exemplo (ver a seção
“EXEMPLO DE APRESENTAÇÃO DE QUESTÃO”
para maiores detalhes)
70
Código correto e apresentado no
formato texto.
Acertou o código, mas copiou o texto do código ao
invés de tirar print
60
Código parcialmente correto e
apresentado no formato imagem.
Errou um pouco código, mas colocou no trabalho no
formato imagem
40
Código parcialmente correto e
apresentado no formato texto.
Errou um pouco código e copiou o texto do código ao
invés de tirar print
0
Sem código ou com código
incorreto
A questão não apresentou código ou o código estava
errado.
OBS. 1: NÃO ESQUECER DO IDENTIFICADOR PESSOAL (Ex.: COLOCAR O NOME OU
RU DO ALUNO NO NOME DE UMA VARIÁVEL DO PROGRAMA).
OBS. 2: CÓDIGOS ELABORADOS NUMA IDE DIFERENTE DO MPLAX TERÃO 50% DA
NOTA REDUZIDA!!
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IMAGENS/FOTOS
As imagens compõem um terço da nota total da questão. Essas, normalmente, são fotos da
placa microcontrolada sozinha ou com algum periférico, outra possibilidade é o circuito no simulador.
Cada prática/questão dessa atividade prática virá com instruções de como deve ser essas imagens.
Entende-se que a legenda faz parte de uma imagem. Sendo assim, as legendas serão
avaliadas.
As possíveis notas para esse critério são apresentadas na tabela a seguir:
Tabela 4: Possíveis notas na apresentação das imagens/fotos
NOTA DESCRIÇÃO NA DEVOLUTIVA COMENTÁRIOS
100
Imagens corretas e com legenda
adequada.
Está de acordo com o exemplo (ver a seção
“EXEMPLO DE APRESENTAÇÃO DE QUESTÃO”
para maiores detalhes)
90
Imagens correta, mas com
legenda superficial.
Ex. de legenda superficial: “Figura 1: Placa
Microcontrolada com LEDs acesos”.
80
Imagens corretas, mas com
legenda precária.
Ex. de legenda precária: “Figura 1: Placa
Microcontrolada”
70
Imagens correta, mas sem
legenda.
Apresentou imagens corretas, mas não colocou
legenda.
60
Imagens parcialmente corretas,
mas com legenda adequada.
Imagem que não consiga identificar o que esteja
acontecendo ou a falta de uma das imagens se
encaixam nesse grupo.
50
Imagens parcialmente correta, e
com legenda superficial.
Similar ao segundo item de cima para baixo dessa
tabela, mas com pelo menos uma das imagens com
problemas.
40
Imagens parcialmente corretas, e
com legenda precária.
Similar ao terceiro item de cima para baixo dessa
tabela, mas com pelo menos uma das imagens com
problemas.
30
Imagens parcialmente correta, e
sem legenda.
Similar ao quarto item de cima para baixo dessa
tabela, mas com pelo menos uma das imagens com
problemas.
0
Sem imagens ou com imagens
incorretas
A questão veio sem imagens ou com imagens
erradas
OBS. 1: NÃO ESQUECER DO IDENTIFICADOR PESSOAL (Ex.: COLOCAR UM PAPEL AO
LADO DO CIRCUITO COM O SEU NOME E RU ESCRITO NO MOMENTO DA FOTO).
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RESPOSTA
A resposta compõe um terço da nota total da questão. Essa, normalmente, é um texto em que
o aluno deve responder com as próprias palavras uma questão.
As possíveis notas para esse critério são apresentadas na tabela a seguir:
Tabela 5: Possíveis notas na apresentação das explicações
NOTA DESCRIÇÃO NA DEVOLUTIVA COMENTÁRIOS
100
Explicação/Resposta atende o
solicitado e há clareza e
organização.
Está de acordo com o exemplo (ver a seção
“EXEMPLO DE APRESENTAÇÃO DE QUESTÃO”
para maiores detalhes)
80
Explicação/Resposta atende o
solicitado, porém não há clareza
e/ou organização
Ex. de não clareza ao responder à pergunta do
EXEMPLO: “O registrador TRISD responsável pelo
sentido dos pinos de entrada e saída e se alterado os
LEDs não irão funcionar”
70
Explicação/Resposta atende
parcialmente o solicitado e há
clareza e organização
Ex. da resposta que atende parcialmente pergunta
do EXEMPLO: “O registrador TRISD é o responsável
por controlar o sentido dos pinos de entrada e saída.
60
Explicação/Resposta atende
parcialmente o solicitado e não
há clareza e/ou organização
Ex. da resposta que atende parcialmente pergunta
do EXEMPLO e sem clareza: “O registrador TRISD
responsável pelo sentido dos pinos de entrada e
saída”
40
Explicação/Resposta atende
precariamente o solicitado, mas
há clareza e organização
Ex. da resposta que atende precariamente pergunta
do EXEMPLO: “O registrador TRISD controla o
sentido dos pinos de entrada e saída”
30
Explicação/Resposta atende
precariamente o solicitado e não
há clareza e/ou organização
Ex. da resposta que atende precariamente pergunta
do EXEMPLO e sem clareza: “O registrador TRISD
está relacionado ao sentido dos pinos de entrada e
saída”
0
Sem explicação ou explicação
incorreta
A questão veio sem resposta ou a resposta está
errada.
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Projeto de Sistemas Microprocessados
10
EXEMPLO DE APRESENTAÇÃO DE QUESTÃO COM A PLACA
Prática XX – Display LCD
Questão XX – Cronômetro de segundos do display LCD1602
Enunciado: Escrever na primeira linha do display LCD um cronômetro de um dígito
que incrementa seu valor de 0 a 9 sendo atualizado a cada 1s.
I. Apresentação do Código (não esquecer do identificador pessoal):
II. Apresentação das Imagens/Fotos (não esquecer do identificador pessoal):
a. Imagem do display LCD funcionando e com o cronômetro diferente de zero:
Figura 1: Escrita do display LCD valor 8 de um cronômetro de 0 até 9 que conta em intervalos de 1s.
III. Responda à pergunta: A escrita das duas linhas do display acontece ao mesmo
tempo?
Resposta: Não, apesar de aparecer que as duas linhas são escritas simultaneamente, na
verdade a primeira linha é escrita alguns ciclos de máquina antes da segunda linha.
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EXEMPLO DE APRESENTAÇÃO DE QUESTÃO COM O
SIMULADOR
Prática XX – Display LCD
Questão XX – Cronômetro de segundos do display LCD1602
Enunciado: Escrever na primeira linha do display LCD um cronômetro de um dígito
que incrementa seu valor de 0 a 9 sendo atualizado a cada 1s.
I. Apresentação do Código (não esquecer do identificador pessoal):
II. Apresentação das Imagens/Fotos (não esquecer do identificador pessoal):
b. Imagem do display LCD funcionando e com o cronômetro diferente de zero:
Figura 2: Escrita do display LCD valor 8 de um cronômetro de 0 até 9 que conta em intervalos de 1s.
III. Responda à pergunta: A escrita das duas linhas do display acontece ao mesmo
tempo?
Resposta: Não, apesar de aparecer que as duas linhas são escritas simultaneamente, na
verdade a primeira linha é escrita alguns ciclos de máquina antes da segunda linha.
Roteiro de Atividade Prática de
Projeto de Sistemas Microprocessados
12
OBS1: No caderno de resolução não precisa circular e apontar o identificador pessoal.
OBS2: Perceba que toda a atividade está contida numa só página.
OBS3: Optou-se por juntar as imagens do código. No entanto, não houve perda de clareza e organização.
SOBRE O KIT
Até o final do ano de 2022, os alunos recebiam LPI (Laboratórios portáteis individuais) para
realizar as práticas, no caso desta disciplina era o Kit My Lab. Alan Turing®. No entanto, há duas
versões desse kit circulando entre os alunos. Na Figura 1, ambas as placas estão com principais
componentes utilizados nesse roteiro sinalizados: LEDs, LED ENABLE (conferir se a posição do
jumper está de acordo com a figura), DISPLAY LCD (onde será encaixado o display LCD 16x2 da
figura que veio com o kit) eos BOTÕES.
(a)
(b)
Figura 1: Modelos de placas de desenvolvimento. Em (a) está a foto da placa v1 (HJ-5G) e em (b) a placa v2 (PIC-DIP40).
Figura 2: Display LCD 16x2 que vem incluso no Kit My Lab. Alan Turing®.
Caso o aluno seja de uma turma que começou o curso a partir do final de 2022, deverá
realizar a atividade no simulador SimulIde.
A seguir são apresentas explicadas as práticas a serem desenvolvida a fim de preencher
corretamente o caderno de resolução (explicado na seção Formato de Entrega).
Roteiro de Atividade Prática de
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PRÁTICA 01 - PROGRAMANDO O PIC16F877A
Esta primeira prática tem como objetivo o contato com as ferramentas que serão usadas na
disciplina como softwares e placa de desenvolvimento.
Os códigos devem ser desenvolvidos no Microchip MPLABX programando em linguagem C
para o compilador XC8 e deve-se utilizar a placa do kit PIC recebido no LPI Mylab Alan Turing.
Nesta prática, caso o aluno esteja usando alguma placa, deve-se consultador o diagrama
esquemático em MATERIAL COMPLEMENTAR.
PISCAR OS LEDS EM SEQUÊNCIA ESPECÍFICA
Neste exercício, os LEDs devem ser acesos na seguinte ordem:
1. Acender o LED1 e LED8 esperar 1 segundo e apagar estes LEDs
2. Acender o LED2 e LED7 esperar 1 segundo e apagar estes LEDs
3. Acender o LED3 e LED6 esperar 1 segundo e apagar estes LEDs
4. Acender o LED4 e LED5 esperar 1 segundo e apagar estes LEDs
5. Acender o LED3 e LED6 esperar 1 segundo e apagar estes LEDs
6. Acender o LED2 e LED7 esperar 1 segundo e apagar estes LEDs
7. Recomeçar a partir do passo 1.
Dica: Para realizar o deslocamento binário proposto nessa tarefa utilizar os operadores >.
1. Exemplo de código em c:
unsigned char a, b;
a= 0b00000001;
b=a>”
Após conferir o funcionamento, deve-se preencher o caderno de resolução como se pede.
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PRÁTICA 02 – DISPLAY LCD
Nesta prática será acrescentado um periférico chamado display LCD, que é um display gráfico
que mostra os caracteres alfanuméricos e alguns especiais em suas duas linhas de 16 caracteres.
Para utilizar o display LCD deve-se fazer uso da biblioteca lcd.h que se encontra na aula 17:
Figura 3 – Localização da biblioteca lcd.h
Observação: A biblioteca utilizada na simulação disponibilizada é a lcd.h para placa PIC-
DIP40.
CONTADOR DE VEZES QUE O BOTÃO FOI PRESSIONADO
Neste item, deve-se programar o microcontrolador para mostrar quantas vezes o botão K1
(KEY1) foi pressionado, mostrando este número no display LCD. Para fazer isto deve-se:
1. Configurar o pino (RB0) do botão K1 (KEY1) como entrada (registrador TRISB).
2. Ativar os registradores internos de pull-up do PORTB (registrador OPTION_REG).
3. Iniciar o display LCD (LCD_init).
4. Limpar o display LCD (LCD_limpa).
5. Iniciar um contador com zero.
6. Quando detectar o botão pressionado incremente o contador.
7. Mostre o valor do contador no display LCD.
A contagem deve ir de 00 até 99, ou seja, deverão aparecer apenas dois dígitos no display.
Dica: Sempre que escrever no display LCD, apague o que estava escrito anteriormente, por
exemplo:
LCD_limpa();
LCD_escreve(contador+’0’);
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O caractere zero ‘0’, serve para converter um inteiro em caractere.
Dica 2: Se o contador tiver um valor maior que dez deve-se quebrar este número em um único
algarismo para mostrar na função LCD_escreve:
Suponha que contador tenha o valor 12:
LCD_limpa();
LCD_escreve((contador/10)+’0’);//Escreve dezena
LCD_escreve((contador%10)+’0’);//Escreve unidade
Após conferir o funcionamento, deve-se preencher o caderno de resolução como se pede.
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16
PRÁTICA 03 – CONVERSOR A/D
Nesta prática será feito o uso de um sensor para medir a luminescência do ambiente, para
isto será utilizado o sensor LDR (Light Depend Resistor), o qual varia a resistência de acordo com a
luminosidade. Para fazer uso deste sensor o circuito recomendado é o divisor resistivo como
mostrado na figura a seguir:
Figura 4 – Divisor resistivo com LDR.
SENSOR DE LUZ AUTOMÁTICO
Neste experimento o aluno irá implementar um sistema que controla a iluminação com base
na luminosidade do ambiente. Para isto, o microcontrolador deverá ser configurado para que seja
realizada a medição da tensão no LDR.
Para fazer esta prática siga o seguinte procedimento:
1. Configure os pinos do PORTA como entrada (registrador TRISA), vamos utilizar o pino RA2
para medição.
2. Configurar este pino do PORTA como entrada analógica.
3. Configure os registradores ADCON0 e ADCON1 com os valores adequados para conversão.
4. Configure o PORTD (pino RD0) como saída.
5. Verifique o nível de intensidade medido no pino:
a. Quando houver pouca luz, acenda o LED no pino RD0.
b. Quando houver luz suficiente, apagar o LED no pino RD0
Após conferir o funcionamento, deve-se preencher o caderno de resolução como se pede.
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17
PRÁTICA 04 – PROTOCOLO SERIAL
Nesta prática será feito o uso do protocolo serial para transmissão e recepção dos dados
provenientes do computador. Para isto, será utilizado o cabo serial-USB:
Figura 5 – Cabo Serial-USB.
Quando conectar este cabo na porta USB, verifique qual porta COM foi criada, pelo
gerenciador de dispositivo:
Figura 6 – Porta COM no gerenciador de dispositivo.
Caso o cabo não seja detectado, o arquivo CH341SER.zip, que se encontra em MATERIAL
COMPLEMENTAR contém o driver deste cabo para ser instalado no Windows.
Além disso, deve-se fazer download da biblioteca uart.h disponível na aula 17:
Figura 6 – Biblioteca uart.h no AVA da disciplina.
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18
Observação: A biblioteca utilizada na simulação disponibilizada é a uart.h para placa PIC-
DIP40.
CONTROLE DE LEDS VIA PC
Nesta prática os LEDs da placa microcontrolada ou da simulação serão controlados pela
UART. Quando o microcontrolador receber os comandos pela serial:
‘a’: Acende o LED0;
‘b’: Acende o LED7;
‘c’: Acende os quatro LEDs menos significativos (LED0, LED1, LED2, LED3);
‘d’: Acende todos os LEDs
‘s’: Apaga todos os LEDs
Para implementar esta prática, deverá seguir os seguintes passos:
1. Configurar o PORTD (LEDs) como saída de dados.
2. Configurar a biblioteca uart.h
3. Iniciar a porta serial com a função UART_Init(9600), com uma taxa de comunicação 9600
bps.
4. Aguarde o recebimento de um dado utilizando UART_Data_Ready
5. Quando receber um dado, armazene-o em uma variável do tipo char.
6. Faça um teste (if) e verifique se é um comando válido ou não.
7. Executar o comando específico.
No lado do computador utilize o software putty.exe, que está disponível em “MATERIAL
COMPLEMENTAR” como putty.zip. Configure-o com a mesma porta apresentada no gerenciador de
dispositivo, com uma taxa de comunicação (baud rate) de 9600 bps.
Dica: Toda vez que é recebido um caractere, verifique o valor:
recebido = UART_Read();//Coloca o dado recebido em uma variável
if(recebido == ‘a’){//Verifica o valor recebido
Após conferir o funcionamento, deve-se preencher o caderno de resolução como se pede.
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RESPOSTASAS DÚVIDAS MAIS
FREQUÊNTES
1. Eu não possuo o kit para realizar a atividade. Como farei a atividade prática?
R: Há duas possibilidades neste caso:
a) Alunos de ingressaram no curso até o final de 2022: Neste caso, entre em contato com a
tutoria que iremos verificar a situação do kit.
b) Alunos que ingressaram em 2023 ou depois: Devem realizar a atividade prática utilizando
o simulador SimulIDE.
2. Onde baixo os softwares para programar o microcontrolador?
R: Entrar em “Instruções para gravar na placa versão utilizando o PICKIT3”, baixar o arquivo
3. Estou terminando o curso, tem como fazer um questionário para atividade prática?
R: Não.
4. Como faço para usar o simulador SimulIDE, tem um tutorial?
R: Assista a aula 16 – Aula ao vivo – Gravação, nesta aula é explicado como utilizar o
simulador.