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Impresso por Gabriel Correa, CPF 535.009.858-66 para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e
não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 06/05/2022 23:05:56
UNIVERSIDADE PAULISTA
Beatriz Silva de Sousa (N4758H8)
Erica Yukimi Yokota (N391812)
Heloisa Ferreira da Silva (F037CJ1)
Manuela Santos Bernardino(N481536)
Rafaela dos Santos Silva(D9219D0)
LIXO ELETRÔNICO
Smartphones
São Paulo
2019
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SUMÁRIO
1. OBJETIVO GERAL................................................................................................1
2. OBJETIVO ESPECÍFICO......................................................................................2
3. INTRODUÇÃO.......................................................................................................3
4. TEMAESCOLHIDO................................................................................................4
5. DISSERTAÇÃO.....................................................................................................7
6. CONSIDERAÇÕESFINAIS..................................................................................11
7. PROJETODOSITE...............................................................................................12
8. LINHASDECÓDIGO.............................................................................................13
REFERÊNCIAS...........................................................................................................16
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1. OBJETIVOGERAL
Analisar os problemas gerados pelo descarte indevido de lixo eletrônico 
(Smartphones) no estado de São Paulo.
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2. OBJETIVOESPECÍFICO
 Identificar fatores que levam ao descarteincorreto;
 Analisar dados que comprovem essafrequência;
 Comparar a situação no estado versus no paíse
 Encontrar meios de melhora para este cenário e como incentivar a população 
aplicá-los.
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3. INTRODUÇÃO
Resíduo Computacional, também conhecido pelo acrônimo REE (Resíduo de
Equipamentos Eletrônicos) é o termo utilizado quando falamos sobre equipamentos
eletroeletrônicos descartados ou obsoletos. A definição inclui computadores,
televisores, tele móveis/celulares entre outros.
Com o passar dos anos, a tecnologia tem estado cada vez mais presente em
nossas vidas, mas assim como qualquer outro produto, ele também possui uma vida
útil.Porisso,odescartedolixoeletrônico(e-waste)temsetornadotemadediscussão global.
Dezoito meses é o tempo médio de vida de um novosmartphone. Conforme um
novo aparelho chega às lojas, outros tantos são aposentados e, assim, o que era um
artigoquasefundamental,viraumproblema.Olixoeletrôniconãodeveserdescartado junto com olixo
comume muito menos nomeioambiente. Por possuir substâncias químicas, seu
descarte deve ser realizado em pontosespecíficos.
Segundo o relatório elaborado pela UniversidadeGlobal E-Waste Monitor 2017
dasNaçõesUnidas,oBrasiléomaiorprodutordelixodaAméricaLatinaeosegundo de todo o
continente americano, produzindo 1.5 milhões de toneladas e ficando atrás apenas dos
Estados Unidos com 6.3 milhões de toneladas. Estima-se que cada brasileiro gera 7,4kg
de lixo eletrônico porano.
Orelatórioabreodebateparao
conceitoEcosnoumsiatCiercunlatr”ávaeol dinvés
da linear, ou seja, os resíduos podem ser reaproveitados para o 
desenvolvimentodenovosprodutosaoinvésdeseremapenasdescartados.
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4. TEMAESCOLHIDO
O lixo eletrônico descartado no mundo vem aumentando muito nestes
últimos anos. Em 2018 o Jornal Estadão divulgou uma reportagem onde o Brasil é o
sétimo maior produtor de lixo eletrônico do mundo, e esta estatística só indica um
crescente nos próximos anos, deste podemos encontrar muitos materiais
recuperáveis que podem gerar uma economia de bilhões ao ano, além de serem
materiais muito prejudiciais para o meio ambientes se não forem descartadas e
recicladascorretamente.Alémdisso,apreservaçãoambientaléumaquestãomundial
extremamenteimportante.
O mundo produziu lixo eletrônico equivalente a 44,7 milhões de toneladas
em 2016, houve um aumento de 8% em relação a 2014. Entre os fatores que ajudam
a aumentar o lixo eletrônico está o fato de 3,6 bilhões de pessoas usarem a internet,
cerca de metade dos habitantes do planeta têm um computador e acesso à internet
em casa, além dos celulares móveis cada vez mais acessíveis em todo o mundo,
caem os preços de máquinas como computadores, equipamentos periféricos, TVs,
laptops e impressoras.
SegundooProgramadasNaçõesUnidasparaoMeioAmbiente(PNUMA), o Brasil
é o maior produtor de lixo eletrônico entre os países emergentes que contribuem para
essa conta (incluindo nomes como México, Índia e China), sendo responsável pelo
descarte de mais de 365 mil toneladas de lixo porano.
Osmartphonetemumpapelfundamentalnessecenário,poissegundouma
pesquisadaFundaçãoGetúlioVargasoBrasilestápróximodeatingiramarcadeum
celularporhabitante,sendoassimmaisde200milhõesdetelefonesinteligentes.Com as inovações e
atualizações cada vez mais constantes na indústria de celulares, a tendência é que o número de
aparelhos seamplie.
Segundo uma reportagem divulgada pela revista Galileu, dezoitomeses
éotempomédiodevidadeumnovosmartphone.Conformeumnovoaparelhochega às lojas,
outros tantos são aposentados e, assim, o que era um artigo quase
fundamental,v iraumproblema,omesmoacontececomcomputadores, te levisõ
es,
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videogames e câmeras fotográficas: no final sobram toneladas de lixo eletrônico
todo ano, quase equivalente à uma torre Eiffel.
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) registrou, em março de
2018 um total de 283,4 milhões de aparelhos de telefonia móvel em funcionamento.
Eessesnúmerossócrescem.Antes,afrequênciadetrocadeaparelhoseradequatro
anos,agoraosconsumidorestrocamdemodeloentreumanoeumanoemeio.Como consequência
desse cenário, o descarte de celulares velhos no Brasil é altíssimo, ultrapassando o volume de 1,4
milhões de toneladas porano.
Por outro lado, a divergência entre o número de pessoas que trocam de
smartphones ano a ano e aquelas que nãotêma mínima condição de comprar um
celularnovonoBrasiléparadoxal.Cercade50milhõesdebrasileiroscompramnovos modelos
anualmente. Na outra ponta da balança, porém, mais de 100 milhões de pessoas não têm
poder aquisitivo suficiente para fazê-lo. Com isso um novo modelo de mercado cresce, onde
pessoas das classes A e B, que mantêm os smartphonesdo“momento”-
l,ospoerumrmeevnoernvadloreparaasc lassesCeD, quenãoconseguem
comprar um aparelho novo devido ao alto valor dos produtos. No ano passado,
foram vendidas mais de 300 mil unidades de smartphones seminovos e, nesse ano,
a expectativa é dobrar essenúmero.
O recomércio surge–eganha força –como uma soluçãosustentável e
econômica para o usuário do celular. Similarmente ao que acontece no mercado de
carrosseminovos,nomomentoemquevocêtiraocarrodaconcessionária,eleperdevalor.
Com o celular, a situação é a mesma por conta darotatividade.
Fora este novo modelo de mercado a reciclagem do lixo eletrônico é a
última e mais eficaz etapa para dar fim neste material. Antes de tudo, é preciso
entender que jogar dispositivos como um smartphone no lixo comum não é uma
opção. No Brasil, a Lei Federal n° 12.305 (2010) estabelece que consumidores,
empresas e governos são responsáveis pelo descarte responsável desse tipo de
resíduo.Equipamentoseletrônicoscontêmmateriaisquelevamatécemmilanospara se decompor
nanatureza.
Criadaapartirdeoutrosconceitoscorporativosnosanos1970,aeconomia circular
propõe a preservação dos recursos naturais, a otimização dossistemas
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produtivoseacriaçãodeumcírculocontínuo,emqueoprodutovolteafazerpartedo processo
como matéria-prima aofimde sua vida útil. Ou seja, se um celular estragar ou ficar
obsoleto, ele não será simplesmente abandonado - suas partes serão aproveitadas
na própria indústria de eletrônicos, ou em outros setores daeconomia.
Diante disso, uma saída inteligente é mesmo reaproveitar o material. Em
2015, a WiseWaste –hoje Boomera, empresa paulista especializada em soluções
para resíduos de difícil reciclagem –deu um bom exemplo de como fazer isso. A
empresa aproveitou resíduos eletrônicos para criar, em parceria com o designer
Marcelo Rosenbaum, cadeiras de traços arrojados.
Já existe a ideia de Economia circular, onde não basta apenas reciclar o
que já está obsoleto. É preciso produzir aparelhos eletrônicos, já antecipando as
maneiras como eles serão reintroduzidos na cadeia produtiva. Obviamente, sem
deixar de lado a redução máxima dos impactos ambientais dessa produção. Fora do
Brasil, instituições governamentais têm se mobilizado pela economia circular. A
comissão Europeia por exemplo, divulgou estudo apontando recomendações para a
indústria de celular. Segundo o relatório de 2016, a produção será eficiente quando
as empresas melhorarem os métodos de coleta de aparelhos antigos a aumentarem
a vida útil dos novos.
Apesar de um estudo com números de 2016 ter demonstrado que o
reaproveitamento do material descartado naquele ano poderia render R$240 bilhões
de reais em todo planeta, apenas 20% do lixo eletrônico do planeta é reciclado. Por
aqui, somente 3% são coletados da forma adequada.
Depois de tudo que foi dito e explicado, com base em fatos e estudos por
instituições importantes, nosso tema de lixo eletrônico: smartphones, foi baseado na
importância dentro da sociedade atual e sua relação com o curso de ciência da
computação, ou seja, tecnologia.
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5. DISSERTAÇÃO
Atualmente, o descarte incorreto do lixo eletrônico (Smartphone) vem
provocando diversos prejuízos no meio ambiente. Quando descartados em lixos, que
não são adequados e preparados para receber esse tipo de material, com o passar
do tempo substâncias químicas tóxicas vão parar no ar, na terra e na água. A partir
desse ponto temos a acelerada revolução tecnológica dos últimos anos que vem
produzindo inúmeros equipamentos em larga escala com variadas utilidades tendo
como exemplo; os dados de 2019 que mostra que a taxa de smartphones vem
aumentando, superando o número da população.
Segundo dados da Anatel, no mês de janeiro de 2019 o Brasil tinha 229,1
milhões de celulares com densidade de 109,15 celulares/100 habitantes. A indústria
eletrônica no Brasil cresce exponencialmente a cada ano, desenvolvendo produtos
atualizados em um período tão curto quanto a cada 6 meses. Deste modo, o país já
se posiciona como um dos maiores produtores de lixo eletrônico do mundo, com um
volume de 1,4 milhão de toneladas por ano, o que equivale a aproximadamente 7 Kg
por habitante.
Outrossim, a existência de países que mandam os seus lixos eletrônicos para
outros em desenvolvimento, como é o caso do Brasil. então além de lidarmos com o
nosso próprio lixo eletrônico precisamos lidar com os lixos eletrônicos que vem de
outros países.
Ao pensarmos em smartphones, trazemos uma visão ampla de como os
aparelhos eletrônicos estão em nossas vidas, além disso percebemos que o seu
descarte é feito totalmente de maneira inadequada, criamos aplicativos que não são
compatíveis com modelo de celulares antigos para continuarmos girando a roda do
capitalismo
Faz-se necessária uma reflexão dos consumidores de smartphones, porém, é
ainda mais importante uma conscientização dos desenvolvedores de aplicativos,
sistemas e plataformas digitais, porque eles são os responsáveis pela inovação
periódica. Desta maneira, quando tratamos de um tema tão complexo como o
lixoeletrônico–focandonossmartphones–,começamosaentenderoquãonecessárioé
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que se faça uma divulgação de métodos que auxiliem e incentivem a população
realizar o descarte correto de seus resíduos eletrônicos. Existe plataformas como;
eCycle,GlobalReservo,E-lixo,Reciclo,quetemcomofocoascompraseareciclagem desses materiais
em locais próximos às residências dos seususuários
Quem perde com as atualizações do mercado, obviamente, não são as
empresas, que conseguem vender Smartphones a curto prazo para o consumidor.
Com as atualizações constante do mercado tecnológica e suas inovações, o usuário
perde o interesse e o conceito do antigo aparelho, a conta, portanto, fica com o meio
ambiente, que fornece a matéria-prima para a fabricação de todos esses telefones e
termina com toneladas de lixo eletrônico contaminando o solo dos aterros.
Segundo uma pesquisa, o Brasil possui mais celulares que pessoas, um dado
preocupante porque isso significa que estamos vivendo em uma sociedade que está
cadadiamaisconsumista.Oconsumismoajudanareproduçãodemaislixoeletrônico na nossa
sociedade. Quando falamos desse tema para muitas pessoas é insignificante pelo fato delas
acharam que os recursos nunca iram se esgotar, mas
paranossasorteexistemempresasnoramodetecnologiaquetrabalhamnaquestão
dareciclagemdoscelulareseasprópriasempresasquefabricamosaparelhosestão fazendo
campanhas para reduzir os impactos ao meioambiente.
Os impactos desse descarte incorretos de lixos causam grandes mudanças
muitasvezesmaioresouiguaisaumasacolaplásticanooceano.Fazendopesquisas entre
vários sites e empresas, estudando a questão dos direitos e deveres de cidadãos:
profissionais e seres humanos conseguem identificar seu dever de cuidar do meio
ambiente como por exemplo, não desperdiçar água; reciclar os materiais; promover a
educação ambiental e o respeito pelos valores do meio ambiente dentre outros. Os
deveres e desafios passam também paraosdesenvolvedores que podem
criarsoluçõesecontribuirparaaimplementaçãodenovasformasdeproduçãoafavor doambiente.
AssimqueiniciamosnossagraduaçãodeCC(ciênciadacomputação)foranos
propostopensarnomeioambiente ,porquenossaáreaatinge
diretamentedo ecossistema. Por se tratar de um assuntocujouns dos objetivos 
principais é uma 
meditaçãos o b r e a q u e s t ã o a m b i e n t a l , e c o n ô m i c a e s o c i a l , a l é m d i s s o t u
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