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Impresso por Gabriel Correa, CPF 535.009.858-66 para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 20/05/2022 19:42:02 UNIVERSIDADE PAULISTA São José do Rio Preto - SP CURSO CIENCIA DA COMPUTAÇÃO GABRIEL HENRIQUE QUACIO GABRIELA HARUMI YANO JOÃO VICTOR SAVIOLO VALERIANO MAÍRA ALVES DE SOUSA PEDRO MURILO PEREIRA SUSTENTABILIDADE LIXO ELETÔNICO SÃO JOSÉ DO RIO PRETO SP 2017 – Impresso por Gabriel Correa, CPF 535.009.858-66 para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 20/05/2022 19:42:02 N128925 BRIEL HENRIQUE QUACIO – GA D299HE4 GABRIELA HARUMI YANO – D39BEH4 JOÃO VICTOR SAVIOLO VALERIANO – D21564-7 MAÍRA ALVES DE SOUSA – D19EGJ5 PEDRO MURILO PEREIRA – SUSTENTABILIDADE LIXO ELETÔNICO Trabalho de Atividade Pratica Supervisionado do Curso Ciência da Computação apresentado à Universidade Paulista - UNIP, como parte dos requisitos do currículo acadêmico na matéria APS - Atividade Pratica Supervisionada. Professores: Geraldo Thiago Rizzo São José do Rio Preto - 2017 Impresso por Gabriel Correa, CPF 535.009.858-66 para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 20/05/2022 19:42:02 Agradecemos primeiramente Deus pela fonte de vida, sabedoria e ciência do Universo. Agradeço aos professores Geraldo e Thiago que proporcionou esse conhecimento em pratica, favorecendo conhecimento extra além do esperado. Impresso por Gabriel Correa, CPF 535.009.858-66 para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 20/05/2022 19:42:02 "Eu não posso muda a direção do vento, mas eu posso ajustar as minhas velas para sempre alcançar o meu des�no" (Jimmy Dean) Impresso por Gabriel Correa, CPF 535.009.858-66 para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 20/05/2022 19:42:02 Sumário 1. Introdução ...................................................................................................................................... 6 1.1. Objetivo do Trabalho ................................................................................................................ 7 2. Tema escolhido ................................................................................................................................ 7 3. Reciclagem de lixo eletrônico ................................................................................................... 11 3.1 Mercado..................................................................................................................................... 11 3.2 Reciclagem de todo o Lixo Onde Reciclar?– ..................................................................... 12 3.3 Lixo Eletrônico no Brasil ......................................................................................................... 12 3.4 Consequências e Possíveis Soluções .................................................................................. 13 3.5 O que pode ser descartado?.................................................................................................. 14 3.6 Os Problemas Do Descarte Incorreto ................................................................................... 14 3.7 Acúmulo de Lixo ....................................................................................................................... 15 4. Estrutura do Site ............................................................................................................................. 15 5. Relatório do Código ....................................................................................................................... 19 Referências Bibliografias ................................................................................................................... 30 Impresso por Gabriel Correa, CPF 535.009.858-66 para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 20/05/2022 19:42:02 6 1. Introdução O lixo eletrônico (e-lixo), é aquele proveniente de materiais eletrônicos. Ele também é conhecido pela sigla RAEE (Resíduos de Aparelhos Eletroeletrônicos). Com o avanço da tecnologia nas últimas décadas, há um excesso de lixo eletrônico que estão causando diversos impactos no meio ambiente. O lixo eletrônico é feito por materiais de origem inorgânica, como por exemplo, cobre, alumínio, metais pesados (mercúrio, cádmio, berílio e chumbo). Eles comprometem o meio ambiente já que são compostos por elementos muito poluentes que são absorvidos pelo solo e pelos lençóis freáticos comprometendo o equilíbrio ecológico. Além de poluir o ambiente, o contato com esses produtos pode acarretar em diversas doenças para os animais e os seres humanos. No Brasil, devido aumento da comercialização de produtos eletrônicos ao nas últimas décadas tem gerado grande problemas ambientais como a poluição do meio ambiente. Entre os países subdesenvolvidos, o Brasil é o país que mais gera lixo eletrônico no mundo . Impresso por Gabriel Correa, CPF 535.009.858-66 para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 20/05/2022 19:42:02 1.1. Objetivo do Trabalho Este estudo integra as Atividades Práticas Supervisionadas (APS), que se configura um trabalho semestral, interdisciplinar, e em grupo, do Curso de Ciência da Computação da Universidade Paulista Unip. De São José do Rio Pardo/SP. – – O objetivo do trabalho atual foi aplicar as técnicas apresentadas em aula para a criação de um site com a finalidade de mostrar os problemas e soluções relacionados ao tema escolhido pelo grupo, no caso, o Lixo Eletrônico. 2. Tema escolhido É inegável dizer que não só o mundo, mas como também a sociedade está em constante evolução tecnológica. Por um lado, vemos as novas tecnologias ajudando no desenvolvimento de novas técnicas, como por exemplo, na medicina, nas pesquisas de doenças e de remédios para tais. Por outro lado, a sociedade tem dificuldades de acompanhar essa evolução, empresas de celulares, por exemplo, lançam no mínimo 3 modelos diferentes de várias séries de celulares por ano, com apenas alguns meses de diferença entre eles. Milhares de eletrônicos são substituídos diariamente por um modelo mais novo, com mais funcionalidades e um design mais moderno, enquanto o modelo descartado, com apenas alguns meses desde seu lançamento é jogado no lixo. Um estudo da Associação de Empresas da Indústria Móvel (GSMA) e da Universidade das Nações Unidas advertiu hoje que a quantidade destes resíduos, também chamado de -waste", está crescendo no mundo, onde superou as 40 milhões "e de toneladas em 2014, e que nos próximos quatro anos subirá entre 5% e 7% por ano na América Latina. Estatísticas ressaltam que 9% do lixo eletrônico produzido na região corresponde a 3,9 milhões de toneladas e se prevê que esse número chegue a 4,8 milhões de toneladas até 2018. A maior parte desses resíduos, desde pequenos eletrodomésticos, monitores de televisão e telefones celulares, como citado anteriormente em um exemplo, foi gerada no Brasil, que em 2014produziu 1,4 milhão de toneladas, o que é atribuído à grande quantidade de moradores. Impresso por Gabriel Correa, CPF 535.009.858-66 para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 20/05/2022 19:42:02 Em termos per capita, Chile e Uruguai são os países que mais "e-waste" produzem por pessoa, com 9,9 e 9,5 quilos, respectivamente, enquanto a média na América Latina é de 6,6 quilos, dos quais, segundo o estudo, 29 gramas correspondeu a telefones celulares. Os resíduos eletrônicos gerados por telefones celulares representa menos de 0,5% do peso total do e-waste no mundo e a mesma proporção se repete na América Latina. "Embora os dispositivos móveis só contribuam em uma porcentagem pequena ao total dos resíduos eletrônicos na América Latina, elogiamos que os operadores móveis da região continuem seus esforços voluntários de gestão de 'e-waste'", afirmou Sebastián Cabello, diretor da GSMA para a América Latina. Acrescentou ainda que "É importante que a indústria trabalhe em estreita colaboração com os reguladores para desenvolver um marco legislativo que leve em conta a responsabilidade dos diferentes atores da indústria". Segundo um relatório da GSMA e do Instituto para o Estudo Avançado da Sustentabilidade da Universidade das Nações Unidas, que nos mostra que “poucos países da América Latina têm projetos de lei específicos sobre a gestão dos resíduos eletrônicos e, na maioria dos casos, a gestão dos resíduos eletrônicos está regulada na legislação geral de resíduos perigosos". Por isso, o estudo pede o desenvolvimento de políticas públicas de resíduos eletrônicos, que abordem de maneira específica a coleta e o tratamento de telefones celulares. No caso do Brasil, “O país tem uma legislação sobre resíduos que foi assinada em 2010, que trata sobre o lixo eletrônico e a necessidade de seu recolhimento e reciclagem. No entanto, na prática, na maioria das cidades brasileiras, não existe nenhum sistema público colocado à disposição da população ou das empresas ”, diz a ambientalista Ana Maria Dominguez Luz. Segundo ela, “É notório que não podemos mais continuar jogando lixo como hoje. Afinal, a reciclagem é uma alternativa, mas não é a melhor delas. A melhor solução seria se houvesse no planejamento do produto uma forma de tornar essa reciclagem ou recuperação de partes do produto mais fácil e simples”. Impresso por Gabriel Correa, CPF 535.009.858-66 para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 20/05/2022 19:42:02 Um recente relatório divulgado pela ONU aponta que entre 60% e 90% dos resíduos eletrônicos de todo o mundo são comercializados ilegalmente ou jogados de forma incorreta no lixo. Em um lixão de Gana, por exemplo, carcaças de computadores chamam a atenção em meio a todo tipo de lixo por etiquetas que identificam a sua procedência: delegacias, conselhos públicos e até universidades britânicas. O mesmo acontece em lixões da China, com produtos vindos da Europa ou EUA. Já na América Central, um navio saído dos EUA passa por países pobres tentando encontrar um terreno que aceite o depósito do que dizem ser fertilizante, mas que na verdade são cinzas de produtos eletrônicos contaminadas por substancias tóxicas, onde parte é jogada em uma praia no Haiti e parte atirada no oceano. Não muito longe, outros resíduos eletrônicos são trazidos dos EUA em contêineres ao Porto de Navegantes, em Santa Catarina. O objetivo é o mesmo do tráfico ilegal de resíduos eletrônicos para Gana, China, Haiti e outros países da África, Ásia ou América Latina: lucrar com a venda, e descartar o lixo longe da origem, evitando custos com a reciclagem e danos ambientais. A dificuldade em monitorar o fluxo destes resíduos facilita o negócio. Muitos países, o Brasil inclusive, ainda não têm uma legislação plenamente ativa para controlar o descarte de eletrônicos. Segundo Christian Nellemann, “ O crime organizado tem se diversificado e investido em resíduos. É um negócio lucrativo e sem riscos, pela falta de monitoramento. Globalmente, não sabemos para onde o lixo eletrônico está indo. Eu ficaria surpreso se soubesse que o Brasil não está nesta rota ilegal e internacional, tendo em vista o consumo de eletrônicos em larga escala e a presença do crime organizado no país”. No Brasil, a importação de resíduos sólidos perigosos foi proibida definitivamente desde a promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, em 2010. Ainda assim, tenta-se burlar a lei. Nos últimos cinco anos, o Ibama interceptou cerca de 500 toneladas de resíduos eletrônicos entrando no país ilegalmente por portos e fronteiras. Impresso por Gabriel Correa, CPF 535.009.858-66 para uso pessoal e privado. Este material pode ser protegido por direitos autorais e não pode ser reproduzido ou repassado para terceiros. 20/05/2022 19:42:02 Élcio Ferretto, auditor fiscal da Receita Federal em Quaraí, Rio Grande do Sul, afirma que “Nosso município tem cerca de 300 quilômetros de fronteira com o Uruguai. Na Receita Federal há dois auditores-fiscais e quatro analistas tributários. Há apenas um posto da Polícia Federal, e os agentes cuidam apenas da documentação de imigração, das 7h às 19h. Essa é a realidade de praticamente todos os pontos de fronteira do país: pouco recurso e muito interesse oportunista. E é elevadíssimo o fluxo ilegal de lixo vindo do Uruguai. Poucos meses atrás, apreendemos nove toneladas de baterias veiculares usadas, que entraram transportadas por carroças . ” A polêmica que impede a assinatura do acordo está centrada em pontos como o financiamento para a reciclagem e a transferência de propriedade do bem descartado. Na prática, o acordo regulamenta regras da Política de Resíduos Sólidos, como a responsabilidade compartilhada entre empresas, consumidores e órgãos públicos para a reciclagem. Quando o descarte é feito de maneira inadequada, geram-se incontáveis problemas devido aos elementos químicos na composição desses eletrônicos, como Cádmio, Chumbo, Mercúrio, Berílio, entre outros, que além de contaminarem o meio ambiente, podem provocar queimaduras e doenças graves em pessoas que coletam produtos em lixões e terrenos baldios ou até mesmo na rua. Evidenciando novamente que o lixo eletrônico está crescendo em um ritmo frenético, e que a tendência é crescer em ritmos cada vez mais acelerados, o grupo escolheu o tema para apresentar e conscientizar as pessoas sobre esses problemas, sobre as consequências que o descarte indevido vai ter. E com isso, esperando que as pessoas comecem, mesmo que aos poucos, a procurar se informar mais sobre métodos de descarte que não agridam tanto ao meio ambiente. Como por exemplo, empresas e cooperativas que atuam na área de reciclagem. Celulares e baterias podem ser entregues nas empresas de telefonia celular. Elas encaminham estes resíduos de forma a não provocar danos ao meio ambiente. Outra opção é doar equipamentos em boas condições, mas que não estão mais em uso, para entidades sociais que atuam na área de inclusão digital. Além de não contaminar o meio ambiente, o ato ajudará pessoas que precisam.