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UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE
INSTITUTO DE BIOLOGIA
 
UMA ARQUITETURA PEDAGÓGICA INCLUSIVA UTILIZANDO O CONCEITO MAKER E O DESENHO UNIVERSAL PARA APRENDIZAGEM NO CONTEXTO DO ENSINO FNDAMENTAL
Seminário de andamento
Elaine Alves Leite
Orientadora: Dra. Ruth Maria Mariani Braz
Coorientador: Sérgio Crespo Coelho da Silva Pinto
Turma de outubro de 2022
1
ÁREAS DE INTERESSE
1 – Formação docente para trabalhar com práticas pedagógicas inclusivas.
2 – O Desenho Universal para Aprendizagem.
3 – O Conceito Maker.
4 – Arquiteturas Pedagógicas.
5 – Ensino.
 
1. INTRODUÇÃO
 PRESSUPOSTOS DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
Lei de n° 14.254, que dispõem sobre o acompanhamento integral dos educandos com transtornos específicos de aprendizagem
Necessitamos de práticas pedagógicas que não precisam de adaptações para um público específico, mas que possam ser utilizadas por todos, sem privar discentes ao currículo comum.
Embora o Brasil tenha uma política bem robusta e prol da inclusão, na prática nós temos problemas para aplicação direta dessa política nas redes de ensino. Logo trago uma imagem que representa um paradigma das principais concepção da pessoa com deficiência.
1) Os direitos humanos passam a ser vistos como universais.
2) Artigo 205”a educação é direito de todos, garantindo o pleno desenvolvimento da pessoa” artigo 206 sobre os princípio do ensino “igualdade de condições para acesso e permanência”.
3) Consolida a favor da educação inclusiva e no mesmo ano temos a lei federal 9.069 que ratifica as condições de igualdade para acesso e permanência e impõe a responsabilidade dos pais em matricular seus filhos na classe regular.
4) Serviu de diretriz para política nacional brasileira que defende o direito a escolarização em classes regulares e fala de crianças e jovens com necessidades educacionais especiais.
5) LDB – Cap IV institui a educação especial como modalidade e que permeia tds as etapas ou níveis de educação. No artigo 59 fala sobre a organização para o ambiente (currículo, avaliação)
6) Cabe a responsabilidade dos sistemas educacionais em construir pedagogias centrada no aluno. Postula indicativos para uma escola inclusiva, metodologias, avaliação, currículo.
7) Especifica o PAEE delimitando a Declaração de Salamanca.
8) Define a pessoa com deficiência, norteia o ensino em sala de aula, garantir a aprendizagem de todos, eliminar as barreiras e oferecer os apoios.
9) Os sistemas educacionais precisam atender as necessidades de todos os estudantes e que a inclusão é um pré-requisito para uma sociedade sustentável.
3
Neurotípicas
Transtornos específicos
PAEE
Práticas Pedagógicas
2008
Lei Brasileira de Inclusão
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva
2015
2020
2021
Relatório de Monitoramento Global da Educação
 
 
 
1. FORMAÇÃO DOCENTE PARA INCLUSÃO
 
 O cenário da educação brasileira, em decorrência da COVID-19 tem exigido modificarmos o modelo da sala de aula, ao qual estávamos acostumados há anos. Nós avançamos muito em relação ao uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) durante a pandemia, entretanto retornamos para sala de aula no modelo tradicional, o que tem dificultado a relação docente/discente.
 Precisamos de práticas pedagógicas que vão ao encontro de melhorar o ensino para todos, partindo da ação formação docente e da concepção que a escola possui sobre inclusão.
 Não basta vivermos na utopia de esperarmos por políticas públicas para resolver o problema da inclusão. Nós necessitamos de mudanças, reformular o modelo educacional para o século XXI.
Metamorfose da escola (Nóvoa, 2019, p. 2)
 
 
Conceitos :
Antônio Nóvoa 
Paulo Freire
Piaget
Maria Tereza Eglér Mantoan
1) Artigo 59 (LDBEN) n° 9.394/96, que trata da formação docente em relação à inclusão dos alunos PAEE: professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para integração desses educandos nas classes comuns”;
2) Descreve as mudanças necessárias nos sistemas educacionais, como recursos, serviços , descreve até mesmo as características necessárias para o profissional do AEE, entretanto não estabelece o responsável pela formação;
4) LBI, art, 28 responsabiliza o poder público em relação a “pesquisas voltadas para o desenvolvimento de novos métodos e técnicas pedagógicas, materiais didáticos, equipamentos e recursos de tecnologia assistiva ; 
6)CONAE - remodelar o modelo de sala de aula, colocar o aluno no centro do processo, diversificar as práticas pedagógicas.
A partir desse contexto, é possível compreender que há políticas públicas que incentivam a formação inicial ou continuada dos docentes para o trabalho com alunos PAEE, entretanto não há um plano de ação específico para que elas sejam aplicadas. 
4
Universidade
Profissão docente
Escola de Rede
1. O DESENHO UNIVERSAL PARA APRENDIZAGEM
 O Desenho Universal para Aprendizagem nasceu do conceito do Desenho Universal, da arquitetura. Alguns pesquisadores, na década de 1990, da área da educação como Anne Meyer, David Rose e David Gordon se uniram no Center for Applied Special Technology (CAST), nos Estados Unidos para propor práticas docentes que pudessem subsidiar o planejamento e a prática pedagógica de maneira inclusiva.
Trazendo para o contexto do nosso estudo, o DUA representa uma possibilidade de acesso ao currículo comum, pensado de forma inclusiva, adequado as potencialidades e habilidades do indivíduo. 
4
5
6
1
2
3
DUA
Enicéia Golçalves Mendes
Center for Applied Special Technology (CAST)
Eladio Sebastián Heredero
Márcia Denise Pletsch
Ana Paula Zerbato
Jacqueline Lidiane de Souza Prais
1. O CONCEITO MAKER
 A Cultura Maker tem suas bases no construcionismo de Papert “o pai do construcionismo” (2008, p.137). O conceito parte do pressuposto de que qualquer pessoa pode criar seus objetos a partir da tecnologia, seja de baixo ou alto custo. É literalmente aprender fazendo “mão na massa” (Resnick, 2020). 
 Trazendo para o contexto do nosso cotidiano, o conceito Maker irá proporcionar aos docentes, participantes do projeto, um engajamento na construção teórica dos conhecimentos e posteriormente praticá-los, dessa maneira não teremos possíveis discursos de que tudo fica na teoria.
Conceitos:
Piaget – Construtivismo
Resnick – “mão na massa”
Vygotsky – Sociointeracionismo
Papert – Construcionismo
Freire – Educação Emancipatória
1. CURRÍCULO – Base Nacional Comum Curricular
 Documento de caráter normativo, que define um conjunto de competências e habilidades essenciais para serem desenvolvidas por todos os alunos ao longo da Educação Básica Brasileira (Brasil, 2018). 
BNCC
Currículo
Aprendizagens essenciais
Habilidades
Competências
Competências Gerais
Estratégias 
Pedagógicas
Aluno 
Desenvolvimento Integral
define
estabelece
Orienta a elaboração
Inclusão
Equidade
Aprendizagem 
Permanência
Estabelece orientações
Criativo
Inventivo
Tecnológico
Utilizar diferentes formas de comunicação;
Pensamento científico, crítico e criativo. 
7
1. ARQUITETURA PEDAGÓGICA 
 As arquiteturas pedagógicas são, antes de tudo, estruturas de aprendizagens realizadas a partir da confluência de diferentes componentes: abordagem pedagógica, software, internet, inteligência artificial, educação a distância, concepção de tempo e espaço.” (Carvalho et al., 2005, p. 354). 
 Inclusão
Criatividade
O conceito Maker
DUA
MOOCS:
Forno e Knoll (2013)
Arquitetura Pedagógica:
Crediné Silva Menezes
Rosane Aragon de Nevado
2. PROBLEMA DA PESQUISA
NCC
 A questão que tem fundamentado este trabalho, se deve ao fato de termos vários documentos orientadores e normativos em prol da inclusão, entretanto os alunos PAEE e com NEE continuam sem acesso ao currículo geral. Ademais, a Base Nacional Comum Curricular estabelece a educaçãointegral do aluno baseada nas dez competências para promover o aprendizado de maneira equânime e inclusiva.
 Como uma formação docente, através de uma Arquitetura Pedagógica inclusiva utilizando o conceito Maker e o DUA, poderá contribuir para construção de estratégias pedagógicas no contexto do Ensino Fundamental, para acesso dos discentes ao currículo?
Problema?
2. JUSTIFICATIVA DA PESQUISA:
O conceito Maker e a abordagem DUA estimulam a criatividade, desenvolvimento de inovações e a propagação da empatia; 
A partir de problemas reais é possível encontrar soluções inovadoras, que poderão ser utilizadas pelos outros; 
Porque os espaços Maker já estão presente em algumas escolas do estado do RJ;
Pela necessidade de não formarmos reprodutores de práticas, sem refletir sobre elas.
3. HIPÓTESE
 As respostas desta investigação poderão apontar algumas frentes para o trabalho com a formação docente, diante da temática deste estudo. As respostas poderão disseminar o conceito Maker e a abordagem DUA de maneira sinérgica, materializando soluções práticas para a incorporação dos conceitos nas atividades curriculares, com isso, desenvolvendo as competências do currículo em todos os estudantes, já que a Arquitetura Pedagógica inclusiva será uma possibilidade de eliminar barreiras de acesso dos estudantes ao currículo comum.
4. OBJETIVOS
 OBJETIVO GERAL
Produzir uma Arquitetura Pedagógica inclusiva para formação de docentes utilizando o conceito Maker e abordagem DUA no contexto do Ensino Fundamental.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1:
 Identificar os conhecimentos prévios dos participantes da pesquisa em relação à temática do estudo.
Metodologia1:
 O primeiro instrumento de coleta de dados será enviado dois meses antes da formação, para 15 (quinze) participantes escolhidos aleatoriamente.
Resultado 1:
 Criamos um e-mail com o objetivo de estabelecer uma comunicação mais formal, bem como a identidade visual do evento. O e-mail é: arquiteturapedagogicamaker@gmail.com. O instrumento de coleta de dados possui 20 questões, sendo 14 abertas e 06 fechadas. Elas estão disponibilizadas neste link https://forms.gle/M4YjQi4SqYmx2LzA9.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS 2:
 Estruturar o curso em consonância com a legislação sobre a formação docente na perspectiva inclusiva.
Metodologia 2:
 Realizar uma Revisão Sistemática da Literatura para verificar como tem sido executadas as formações docentes com a temática do DUA; definiremos a ementa do curso; estabeleceremos o cronograma; estruturaremos o Moodle; selecionaremos e disponibilizaremos os materiais didáticos; gravaremos videoaulas acessíveis para serem postas no Moodle; realizaremos exercícios e avaliações; e confeccionaremos as atividades práticas para o momento síncrono.
Resultado 2:
 Produção do artigo: O Desenho Universal para Aprendizagem e a Formação Docente: uma Revisão Sistemática da Literatura no período de (2019 a 2024).
Estruturamos a ementa do curso.
Através da revisão de literatura foi possível constatar que a realização do trabalho é inédita e até mesmo que poucos trabalhos proporcionara a criação de um curso, a maioria deles somente realizaram pesquisas para verificar a possibilidade da aplicação do DUA.
14
OBJETIVOS ESPECÍFICOS 3:
 Realizar o curso de formação docente.
Metodologia 3:
 Organizar o curso de formação que oriente os professores quanto à acessibilidade curricular, quanto à compreensão sobre deficiência e NEE. Diante dessa compreensão criaremos uma ementa composta por módulos que aborde a inclusão, perpassando por documentos orientadores e normativos; os principais tipos de deficiência; os principais tipos de transtornos de aprendizagem; DUA; a Cultura Maker; Plano Educacional Individualizado; e sequência didática.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS 4:
 Avaliar os conhecimentos produzidos na formação docente, promovendo de igual modo, uma avaliação sobre a formação.
Metodologia 4:
O segundo formulário será aplicado após a formação. Ele será enviado somente para os 15 participantes da pesquisa, escolhidos aleatoriamente, mas que tenham assinado o TCLE, o TCUI e respondido ao questionário inicial. As perguntas que integram o instrumento pós-formação estão disponibilizadas neste link https://forms.gle/C2gqnLiH4Jk2qMGj6.
Resultado 4:
O segundo instrumento de coleta de dados da pesquisa foi feito no Google Forms, é composto de 16 perguntas, sendo 6 abertas e 10 fechadas. O questionário será enviado por e-mail, igualmente como no primeiro questionário, a todos os participantes que se comprometeram com a pesquisa no primeiro questionário. 
OBJETIVOS ESPECÍFICOS 5:
 Produzir um e-book com sequências didáticas, de acordo com a temática deste estudo, confeccionado com o apoio dos professores participantes da pesquisa.
Metodologia 5:
O e-book será construído nas seguintes especificações: linguagem simples; as imagens serão descritas em texto-alt; faremos a gravação em áudio, no formato de podcast; transcrição de Libras com legenda; criação de QR Codes para direcionar o leitor para a plataforma do YouTube, onde estará armazenado o vídeo com o intérprete da Língua Brasileira de Sinais; e revisão e teste para certificarmos que o e-book está de acordo com a norma culta e se os recursos de acessibilidade estão funcionando corretamente. 
Resultado 5:
 O curso terá como atividade final preparar uma sequência didática, como base no currículo da Rede Municipal de Mangaratiba/RJ, utilizando o conceito Maker e as estratégias do DUA, de maneira sinérgica, na vertente inclusiva.
6. CRONOGRAMA PREVISTO
REQUISITOS OBRIGATÓRIOS
DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS E OPTATIVAS
PROFICIÊNCIA EM LÍNGUAS ESTRANGEIRAS
Inglês
Espanhol
PLATAFORMA BRASIL
Submetido em 29/09/2023
CÁPÍTULO DE LIVRO PUBLICADO
LEITE, E. A.; BRAZ, R. M. M.; PINTO, SÉRGIO CRESPO COELHO DA SILVA . Educação Inclusiva: investigações sobre avanços e desafios. 1. ed. Palmas, TO: Creative Commons, 2023. v. 1. 159 p. 113
ARTIGO COMPLETO PUBLICADO EM PERIÓDICO
ARTIGO ACEITO PARA PUBLICAÇÃO
ARTIGOS SUBMETIDOS
1- O Desenho Universal para Aprendizagem: uma estratégia para inclusão na educação de jovens e adultos.
Revista: Observatório
2- A Formação Docente para práxis do Pensamento Computacional na Perspectiva Inclusiva.
Revista: PUC de São Paulo
3- Uma Revisão Sistemática sobre a importância de eventos científicos para formação docente.
Revista: Informação e informação
ARTIGOS PARA SUBMISSÃO
1. Uma Revisão Sistemática sobre fatos e fakes em relação ao autismo e suas contribuições em relação à causa, diagnóstico, tratamento e aprendizagem.
Artigo produzido para disciplina: Ensino Comunicação e Desinformação.
2. O Desenho Universal para Aprendizagem e a Formação Docente: uma Revisão Sistemática da Literatura no período de (2019 a 2024).
Artigo produzido como um dos resultados para tese.
EXPERIÊNCIAS ADICIONAIS
Tutorias:
CMPDI
Tutora do curso de Pedagogia da Fundação CECIERJ.
Aprovação em concurso público:
Aprovada em primeiro lugar para a função de tutora do curso de formação de professores da Fundação Cecierj/ Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Rio de Janeiro.
EXPERIÊNCIAS ADICIONAIS
Aprovação em concurso público:
Aprovada em primeiro lugar para a função de tutora do curso do curso de Pedagogia da Fundação Cecierj/ Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Rio de Janeiro para as disciplinas de Língua Portuguesa.
EXPERIÊNCIAS ADICIONAIS
PALESTRAS E EVENTOS
A importância da estimulação precoce Auxílios para a vida diária e prática. (CMPDI/ATUALIZAÇÃO PROFISSIONAL/2023)
Revisão Sistemática de Literatura RSL. (Seminário/Ana Isabel Dias/RCN/PGCTIn/2023/ouvinte)
(DES)APRENDIZAGEM DA NORMALIDADE AS PRÁTICAS EDUCACIONAIS A PARTIR DAS DIFERENÇAS. (Simpósio/OPAJE - Núcleo de Ensino, Pesquisa e Extensão/2022).
Tecnologia e Literatura Acessível – partilhas e reflexões.(CRID, do IPLeiria/PGCTIn/2023/ Célia Maria Adão de Aguiar/mediadora)
GRUPO DE ESTUDOS
- TeCEADI+: Tecnologias Computacionaisno ensino e aprendizagem na ótica da Diversidade, Inclusão e Inovação, da Universidade Federal Fluminense
- Núcleo de Inclusão Projeto Galileu Galilei.
- Gestores: Sergio Crespo Coelho da Silva Pinto e Ruth Maria Mariani Braz
8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ALCÂNTARA, W. Escola e cultura escolar durante e pós-pandemia: Caminhos para reflexão. Prometeica - Revista de Filosofia e Ciências, [S. l.], n. 24, p. 169–181, 2022. DOI: 10.34024/prometeica.2022.24.12952. Disponível em: https://bityli.com/HvDwRU 
BARDIN, Louise. Análise de conteúdo. São Paulo: Edições 70. Brasil.(2014a). Manual de enfrentamento à violência contra a pessoa idosa. Brasília: Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, 2011.
BRASIL. Lei n° 14254, de 30 de novembro de 2021. Dispõe sobre o acompanhamento integral para educandos com dislexia ou Transtorno do Deficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) ou outro transtorno de aprendizagem. Diário Oficial da União, Poder Executivo, Brasília, DF, 30 nov. 2021. Disponível em: https://bityli.com/rknrFw . Acesso em 15 jan. 2021. 
BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Comum Curricular (BNCC). MEC/CONSED/UNDIME. Brasília, DF, 2017. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/images/BNCC_publicacao.pdf. Acesso em: 29 jan. 2021. 
BRASIL. Ministério da Educação. Edital de Convocação Nº 03/2019 – CGPLI. Edital de convocação para o processo de inscrição e avaliação de Obras Didáticas, Literárias e Recursos Digitais para o Programa Nacional do Livro e do Material Didático. Brasília. DF. 2020. Disponível em: https://bityli.com/JYCvSz. Acesso em: 08 abr. 2022. 
BRASIL (2022). Parecer CNE/ CEB N° 2/2022 em 17/fev/2022. Processo 23001.001050/2019-18. Dispõe sobre Computação complemento à Base Nacional Comum Curricular. Disponível em: https://bityli.com/JEujDlv . Acesso em 25 agos. De 2022. 
CARVALHO, Marie Jane S.; DE NEVADO, Rosane Aragon; DE MENEZES, Crediné Silva. Arquiteturas pedagógicas para educação à distância: concepções e suporte telemático. In: Brazilian Symposium on Computers in Education (Simpósio Brasileiro de Informática na Educação-SBIE). 2005. p. 351-360. 
CONCEIÇÃO, Diêgo; DURÃES, Gilvan. Potencialidades do pensamento computacional em sala de aula: um relato de experiência do IF Baiano, campus Catu. In: Anais do XXVI Workshop de Informática na Escola. SBC, 2020. p. 229-238.
CRESWELL, John W.; CLARK, Vicki L. Plano. Pesquisa de Métodos Mistos-: Série Métodos de Pesquisa. Penso Editora, 2015.
DA SILVA ROSA, Yuri et al. Aventura Espacial: proposta de atividade para o desenvolvimento do Pensamento o Computacional. In: Anais do XXVII Workshop de Informática na Escola. SBC, 2021. p. 148-159.
FERREIRA, Adilson Rocha; DE OLIVEIRA MENEZES, Suzy Kamylla; FRANCISCO, Deise Juliana. Oficinas de formação para professores utilizando a linguagem de programação Scratch. In: Anais do XXVI Workshop de Informática na Escola. SBC, 2020. p. 379-388. 
FREIRE, P. Educação como prática da liberdade. 22ª Edição. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1996
8. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
GUARDA, Graziela Ferreira e PINTO, Sérgio Crespo Coelho da Silva. Pensamento computacional para todos [livro eletrônico]: Ensino fundamental: 1º e 2º ano: módulo I / Graziela Guarda, Sérgio Crespo. -- Brasília, DF: Ed. da Autora, 2021.
INHELDER, BOVET e SINCLAIR. Aprendizes e estruturas do conhecimento. São Paulo: Saraiva, 1977.
LOPES, D. de Q. Exploração de modelos e o nível de abstração nas construções criativas com Robótica Educacional.2008. 174 f. Tese (Doutorado em Informática na Educação) –Curso de Pós-Graduação em Informática Na Educação, Universidade Federal do RioGrande do Sul, Porto Alegre, 2008.
MARTINELLI, Suéllen; SAKATA, Tiemi. A disseminação do Pensamento Computacional por docentes do Ensino Fundamental I: Relatos de Experiências e Discussões. In: Anais do Workshop de Informática na Escola (XXIV WIE). 2018. p. 235-244.
MONJELAT, N. (2019). Tecnologias de Programação para Inclusão Social Com Risco: Práticas Computacionais em um Curso de Desenvolvimento Profissional do Professor. Revista Electrónica Educare, 23(3), 1-25. https://doi.org/10.15359/ree.23-3.9
NÓVOA, António. Os Professores e a sua Formação num Tempo de Metamorfose da Escola. Educação & Realidade, v. 44, 2019.
OLIVEIRA, M. M. d. (2016). Como Fazer Pesquisa Qualitativa. Editora Vozes 7ª edition.
 PAPERT, S.; DAS CRIANÇAS, A. Máquina. repensando a escola na era da informática. Porto Alegre: Artmed, p. 216, 2008.
PRESOTTO, Carolina Andrade; KASTER, Daniel S. O Status Atual do Ensino do Pensamento Computacional no Estado do Paraná. In: Anais do XXVII Workshop de Informática na Escola. SBC, 2021. p. 287-296.
RESNICK, Mitchel. Jardim de Infância para a vida toda: por uma aprendizagem criativa, mão na massa e relevante para todos. Penso Editora, 2020.
ROCHA, Rogério. Utilizaçao da robótica pedagógica no processo de ensino aprendizagem de programaçao de computadores. Centro Federal e Educação Tecnológica de Minas Gerais, 2006.
THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. In: Metodologia da pesquisa-ação. 2011. p. 136-136.
UNESCO. Relatório de Monitoramento Global da Educação, 2020. Disponível em: Relatório de monitoramento global da educação – resumo, 2020: Inclusão e educação: todos, sem exceção - UNESCO Digital Library. Acesso em 14 out. 2020
VLAHU-GJORGIEVSKA, Elena; VIDENOVIK, Maja; TRAJKOVIK, Vladimir. Tema de pensamento computacional e codificação nas escolas primárias: Abordagem metodológica baseada em ciclos alternativos de aprendizagem cooperativa e individual. In: 2018 IEEE International Conference on Teaching, Assessment, and Learning for Engineering (TALE). IEEE, 2018. p. 77-83.
WASSERMAN, Camila. O fazer docente na educação básica: abordando o conceito de pensamento computacional de forma transversal. 2021.
WING, J. Computational Thinking with Jeannette Wing. Columbia Journalism School, 2014.
 
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