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ESTÁCIO DE SÁ NOVA FRIBURGO ESPORTES COLETIVOS Introdução à Capacitação Física para Esportes Coletivos com Materiais Recicláveis João Pedro Pereira Vargas , Victor Barboza das Chagas , Felipe Veiga Coelho ,Othon Stefanello Lopes , Pedro Pereira Macedo Thomaz Morett e professor Sávio Badini 2025 NOVA FRIBURGO - RJ Sumário 1. DIAGNÓSTICO E TEORIZAÇÃO 3 1.1. Identificação das partes interessadas e parceiros 3 1.2. Problemática e/ou problemas identificados 4 1.4. Objetivos/resultados/efeitos a serem alcançados (em relação ao problema identificado e sob a perspectiva dos públicos envolvidos) 5 1.5. Referencial teórico (subsídio teórico para propositura de ações da extensão) 6 2. PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 7 2.1. Plano de trabalho (usando ferramenta acordada com o docente) 7 2.2. Descrição da forma de envolvimento do público participante na formulação do projeto, seu desenvolvimento e avaliação, bem como as estratégias pelo grupo para mobilizá-los. 9 2.3. Grupo de trabalho (descrição da responsabilidade de cada membro) 10 2.4. Metas, critérios ou indicadores de avaliação do projeto 12 2.5. Recursos previstos 13 2.6. Detalhamento técnico do projeto 14 3. ENCERRAMENTO DO PROJETO 14 3.1. Relatório Coletivo (podendo ser oral e escrita ou apenas escrita) 14 3.1.1. Avaliação de reação da parte interessada.................................................................. 15 3.2. Relato de Experiência Individual 15 3.2.1. Contextualização ........................................................................................................15 3.2.2. Metodologia...................................................................................................................15 3.2.3. Resultados e Discussão..................................................................................................16 3.2.4. Reflexão Aprofundada...................................................................................................16 3.2.5 Considerações Finais ......................................................................................................16 1. DIAGNÓSTICO E TEORIZAÇÃO 1.1. Identificação das partes interessadas e parceiros O projeto de extensão contemplará ,aproximadamente, 50 alunos com faixa etária de 12 a 14 anos, das turmas 801 e 802, do Colégio Estadual Salustiano José Ribeiro Serafim, situado em situado em são Geraldo nova Friburgo.A atividade será realizada na própria instituição em auditório e quadra disponibilizados pela direção da escola, no período da tarde, na presença dos professores responsáveis pelos alunos presentes e sob orientação do professor Sávio Badini. 1.2. Problemática e/ou problemas identificados Um dos principais problemas encontrados é a falta ,no curriculo escolar, da iniciação à capacitação esportiva,nas escolas da rede pública de ensino,fato este que é causado,dentre outros fatores,pela falta de materiais esportivos e de fortalecimento físico,que são usados como alicerce para o desenvolvimento nos mais diversos esportes coletivos. 1.3. Justificativa A problemática abordada ,neste projeto de extensão,está diretamente relacionada à acessibilidade e inclusão no esporte, especificamente para crianças e jovens da rede pública de ensino com poucos recursos.A realização deste projeto dará oportunidade aos participantes de conhecer e desenvolver habilidades físicas essenciais para esportes os coletivos fazendo uso de materiais recicláveis como uma alternativa viável e sustentável. Além disso, também é visado o estímulo da criatividade e a conscientização ambiental, incentivando,assim, a reutilização de materiais,que seriam descartados, para melhora da prática esportiva. Dessa forma, os jovens terão acesso a treinamentos que irão contribuir para o seu desenvolvimento motor, a coordenação e o trabalho em equipe,e simultaneamente aprenderão sobre a importância da sustentabilidade. 1.4. Objetivos/resultados/efeitos a serem alcançados (em relação ao problema identificado e sob a perspectiva dos públicos envolvidos) O objetivo desse estudo é proporcionar ,aos jovens,o acesso à prática esportiva,fazendo uso de poucos recursos através de materiais recicláveis ,desenvolvendo ,assim, habilidades motoras essenciais,como agilidade,coordenação e resistência.A fim de fomentar o engajamento dos jovens em relação às atividades esportivas em grupo. 1.5. Referencial teórico (subsídio teórico para propositura de ações da extensão) Os esportes coletivos,segundo Cleiton Kist (2011),são atividades esportivas e sociais que fazem parte de um estilo de vida,além de ser um bem cultural de alta importância. Segundo Cannon-Bowers & Bowers (2006); Ward & Eccles (2006),ECIs (Esportes Coletivos de Invasão) formam uma classe particular de modalidades esportivas na qual é baseada na oposição entre duas equipes,dentro de um mesmo espaço -comum a ambas equipes - cujo objetivo principal é pontuar e impedir a equipe adversária de faze-lo. Conforme diz Bento (2000 ,p.196),o desporto viu-se investido de um crédito extremamente valorizador da sua relevância social ,cultural e humana.E dessa forma atingiu uma expansão não vista antes, com índices impressionantes. A prática dos jogos desportivos,segundo Capitanio (2003),pelas crianças não deve ,apenas, valorizar os resultados atléticos em detrimento de outros fatores, como os educacionais ,também advindos da prática esportiva,mas também deve valorizar estímulos para o desenvolvimento e crescimento físico,fisiológico,desenvolvimento motor,aprendizagem motora,desenvolvimento cognitivo e afetivo-social. De acordo com publicação institucional da UnB(Universidade de Brasília),a participação ,em atividades coletivas,é uma questão a mais para a melhora da vida social,trazendo bem-estar aos participantes tanto dentro,quanto fora do grupo.Podemos citar como o futebol,o voleibol ,basquetebol,futsal e demais esportes coletivos. Segundo Barbanti,Tricoli & Ugrinowitsch (2004),treinamento é um processo repetitivo e sistemático constituído por exercícios progressivos que visam o aperfeiçoamento do desempenho físico ,nos aspectos morfológicos e funcionais,o que impacta diretamente sobre a capacidade de executar atividades com maiores demandas motoras tanto esportivas,quanto em outras esferas da vida. O desempenho físico,segundo Kiss & Böhme (2003), é entendido como parte integral do esporte e sua avaliação forma um aspecto essencial na análise da eficácia dos processos de treinamento realizados ao longo de uma temporada. Contudo, para que a avaliação seja efetiva, é necessário que os aspectos mais importantes para o rendimento físico-esportivo em uma determinada modalidade esportiva sejam investigados. É amplamente aceito que na vasta maioria das modalidades esportivas não há uma única capacidade motora que caracterize a modalidade, mas sim, um conjunto de capacidades que é determinante para um elevado rendimento esportivo. Quanto mais complexa for a estrutura da atividade esportiva (ex: corrida de 100 m vs. basquetebol), mais importante é a interação entre as capacidades motoras. Por isso, a avaliação deve compreender o diagnóstico de todas as capacidades envolvidas na modalidade esportiva alvo e, se possível, em condições que simulem a prática da atividade (CURRELL & JEUKENDRUP, 2008). O treinamento,segundo BOMPA (2002),deve ser planejado e direcionado de maneira específica para que os sistemas de energia dos atletas se adaptem às exigências específicas do esporte em para o qual pratica. Ao controlar e planejar o treinamento de atletas, a utilização das capacidades físicas se dará de maneira mais segura e previsível, pois a complexidade que envolve o processo de prescrição e planejamento é tão grande que considerar este nível de aptidão física em crianças e adolescentes permite um desenvolvimento adequado inclusive para uma melhor condição de saúde. Gomes (1999) afirma que sem estar apoiado numa idéia clara de estrutura de preparação elaborada – periodização - não é possível dirigir efetivamenteo processo de treinamento. O treinamento deve ser planejado e específico para que os sistemas de energia dos atletas se adaptem as exigências específicas do esporte em questão, (BOMPA, 2002). Neste sentido, aprimorar a capacidade de realizar determinadas atividades é necessário utilizar os músculos e sistemas do que o corpo oferece, especificamente, seguindo a especificidade do treinamento e o princípio de sobrecarga, ou seja, princípios do treinamento desportivo (FOSS; KETEYIAN; FOX, 2000), ou seja, a necessidade da periodização de treinamento. A periodização refere-se às alterações ou as variações do programa de treinamento de força que são implementados durantes um período de tempo específico, como, por exemplo, um ano (WILMORE; COSTILL, 2001). Tubino (1989) atesta ainda que no treinamento desportivo, mais especialmente nas preparações físicas, os trabalhos estarão sempre relacionados com o desenvolvimento dos tipos de energia necessários para as contrações musculares. Estudo da força explosiva – é o tipo de força que se pode ser explicada pela capacidade exercer o máximo de energia num ato explosivo. Também conhecida como potência muscular. A força explosiva é uma valência física presente na maioria das modalidades desportivas. No atletismo e na natação, somente os fundistas não necessitam dessa qualidade em termos prioritários. Nas lutas e desportos coletivos, os movimentos explosivos praticamente caracterizam os grandes atletas. O estudo da velocidade de deslocamento – a velocidade de deslocamento é a capacidade máxima de um individuo deslocar-se de um ponto para outro. Também é chamada de velocidade de movimento. Para Arruda e Rinaldi (1999) a velocidade de deslocamento depende em grande parte do dinamismo dos processos nervosos que atuam sobre o sistema motor. Evidentemente, que as fibras de contração rápida (FTF) serão as variáveis principais dentro de um enfoque de estrutura muscular favoráveis para maiores possibilidades desportivas de atletas velocistas que necessitam de um aprimoramento específico na velocidade de deslocamento. A velocidade de deslocamento é uma valência física especifica em provas de velocidade de um modo geral (Atletismo, Natação, Ciclismo e Remo), e em desportos coletivos como Handebol, Futebol, Basquetebol, Pólo Aquático e Voleibol (TUBINO, 1989). Para obter um bom desempenho em esportes intermitentes é necessária uma boa aptidão anaeróbia, e esta é dependente de duas variáveis: a potência e a capacidade anaeróbia. A capacidade anaeróbia (CAn) de um indivíduo representa a capacidade de regenerar ATP a partir de fonte não mitocondriais (ROBERGS; ROBERTS, 2002), ou seja, através dos sistemas alático e glicolítico e se refere principalmente à capacidade recuperativa do sistema. Já a potência anaeróbia (PAn) reflete a máxima velocidade de execução de um dado trabalho representando predominantemente a velocidade de produção de energia pelo sistema alático (ARRUDA; RINALDI, 1999). Em esportes intermitentes ou de curta duração, uma máxima velocidade num espaço curto de tempo (sprints) pode ser decisivo para o sucesso, visto que determinadas ações, como uma arrancada no futebol, uma corrida de aceleração ou numa corrida de 100 metros utiliza-se grande parte do metabolismo anaeróbio (POWERS; HOWLEY, 2005 apud ELENO, 2002). Em adição, durante tais exercícios, a ressíntese muscular de ATP deve ser realizada rapidamente para prevenir a fadiga e manter a contração muscular (ROBERGS; ROBERTS, 2002). Segundo Fleck e Kraemer (1999), "potência é a velocidade em que se desempenha o trabalho". A força muscular é a quantidade máxima de força que um músculo ou grupo muscular pode gerar em um padrão específico de movimento e em uma determinada velocidade. A maioria dos atletas e muitos não atletas que treinam com pesos esperam que os ganhos em força e potência, produzidos por um programa de treinamento de força, resultem em um melhor desempenho esportivo (FLECK; KRAMER, 1999). Durante o processo de desenvolvimento motor de adolescentes, segundo Böhme (2008), ocorre uma série de mudanças fisiológicas e mecânicas, em que os fatores do crescimento físico, da maturação, do desenvolvimento da aptidão física, da atividade física, da idade e da experiência estão inter-relacionados. As mudanças estão representadas pelas alterações das características somatomotoras do indivíduo que em diferentes aspectos relaciona-se com o desempenho da aptidão física. Gonçalves, Santos e Júnior (2007, p. 495) esclarecem:(...) evidencia-se um dos grandes problemas existentes na educação física: a falta de identidade do profissional, a falta de clareza em suas atuações e, consequentemente, o não reconhecimento da sociedade. Nota-se, portanto, que o não comprometimento da atuação dos profissionais de educação física é muitas vezes causadopela falta de compromisso e interesse com a profissão, ou, em alguns casos, de como foi sua formação acadêmica. Mas percebe-se, porém, que o trabalho deste profissional é dificultado, na maioria das vezes, por inúmeros fatores, como falta de materiais, espaço inadequado, desvalorização da sociedade, de outros profissionais etc(...) Mesmo sendo essencial como principal motivador quando o assunto é atividade física, o professor de educação física encontra muitas dificuldades em sua área, que de certa forma, refletem na qualidade e na execução das suas funções, como por exemplo, a falta de materiais e recursos nas escolas, pouco incentivo do Poder Público, e baixa remuneração Diante dessa falta de matériais tradicionais(como cones ,pesos coletes,plataformas de elevação é etc...),faz-se necessário métodos para contornar essa dificuldade através de soluções como o uso de materiais recicláveis na educação física escolar. Segundo Freire & De Oliveira (2004, p.140-151) ressalta: “Confeccionar material durante as aulas é um recurso para que eles compreendam a necessidade de adaptação do ambiente para a realização da prática motora adequada às suas características e que, em seu percurso escolar, sejam capacitados para criar equipamentos alternativos, respeitando suas possibilidades e potencialidades”. Para Mucelin e Bellini (2008), as alterações ambientais físicas e biológicas que ocorrem ao longo do tempo modificam a paisagem e comprometem ecossistemas. Essas alterações ambientais ocorrem por inumeráveis causas, muitas denominadas naturais e outras oriundas de intervenções antropológicas, ou seja, não naturais produzidas pelo homem. De acordo com Gomes e Silva (2013), a postura da sociedade atual, que convive com o estabelecimento de padrões de consumo e utilização crescente de produtos com ciclos de vida reduzidos e de embalagens descartáveis, tem produzido uma quantidade exacerbada de lixo. A relação crescente entre as substâncias vindas dos mais diversos sistemas produtivos , o uso ampliado dos recursos naturais e produção aumentada de lixo têm provocado transformações,preocupantes,no espaço geográfico do planeta.As transformações que nosso planeta passa atualmente são reforçadas diante da falta de capacidade da própria natureza em se reproduzir de forma tão acelerada quanto à velocidade de sua exploração, o que impede a absorção dos resíduos gerados pelas sociedades, em escala global. KIST, Cleiton. Os esportes coletivos como forma de inclusão social. 2011. Disponível em: https://scholar.google.com.br/scholar?qos+esportes+coletivos+como+forma+de+inclus%C3%A3o+social&hl=pt-BR&as_sdt=0,5#d=gs_qabs&t=1743600635788&u=%23p%3D47z9ytsFfn8J . Acesso em: 4 abr. 2025. LAMAS, Leonardo; BARRERA, Junior; OTRANTO, Guilherme; UGRINOWITSCH, Carlos. Elementos estruturais de um modelo formal dos esportes coletivos de invasão. 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Produção das cartas de apresentação e autorização e apresentação delas a instituição participante.(Responsáveis: Discentes). SEMANA 4-6: Confecção do item 1 do roteiro do projeto de extensão (Responsáveis: Discentes). Planejamento das atividades físicas e esportivas utilizando materiais recicláveis, baseando-se nas necessidades identificadas e na literatura estudada (Responsáveis: Discentes ). SEMANA 7-8: Entrega do item 1 do roteiro de extensão e das cartas de apresentação e de autorização. (Responsáveis: Discentes). Confecção dos materiais esportivos alternativos nas residências dos discentes, utilizando itens recicláveis arrecadados com apoio da escola e da comunidade local. (Responsáveis: Discentes). Definição da sequência e logística das atividades a serem aplicadas (Responsáveis: Discentes). Correção do item 1 do roteiro de extensão e confecção do item 2 do roteiro de extensão(Responsáveis: Discentes). SEMANAS 9-16: Refino dos materiais esportivos alternativos produzidos pelos discentes(Responsáveis: Discentes). Produção e refino do material teórico(planejamento do roteiro da palestra) e prático(material alternativo)para a apresentação do projeto. (Responsáveis: Discentes). Execução das oficinas práticas com os alunos, divididas em etapas: a) Palestra e introdução teórica sobre esportes coletivos, preparação física e sustentabilidade; b) Aplicação prática das atividades de capacitação física (agilidade, força, coordenação e resistência), utilizando os materiais recicláveis confeccionados (Responsáveis: Discentes, com supervisão do professor e apoio dos professores da escola parceira). Aplicação de questionários de avaliação junto aos alunos e professores da escola parceira.(Responsáveis: Discentes, com supervisão do professor e apoio dos professores da escola parceira). Correção do item 2 do roteiro de extensão e confecção do item 3 do roteiro de extensão.(Responsáveis: Discentes). Produção dos slides para apresentação dos resultados do projeto de extensão.(Responsáveis: Discentes). SEMANA 17-18: Entrega dos slides para apresentação dos resultados do projeto. (Responsáveis: Discentes). Apresentação dos resultados do projeto em seminário interno.(Responsáveis: Discentes). 2.2. Descrição da forma de envolvimento do público participante na formulação do projeto, seu desenvolvimento e avaliação, bem como as estratégias pelo grupo para mobilizá-los. Planejamento: De início, foi feita uma reunião com os responsáveis pela administração do colégio para apresentação do tema do projeto e com o intuito de saber se havia interesse pela realização do projeto na instituição. Além de reuniões do próprio grupo,com o intuito de ter diversos pontos de vista,para discutir acerca de como prosseguir e quais estratégias e atividades utilizar para o melhor andamento do projeto de extensão. Desenvolvimento: Inicialmente,os participantes envolvidos atuarão de forma prática no projeto,em primeiro momento,eles assistirão a palestra,que consistirá na apresentação do tema do trabalho, de forma singular sobre cada tópico, e depois de forma conjunta, a fim de causar discussões e questionamentos que os levem à refletir e tirar suas dúvidas sobre os temas, e que estimule a curiosidade do público acerca de esportes coletivos, preparação física para esses esportes, feita tanto com material tradicional, quanto com materiais reciclados, e a importância desses conhecimentos para os jovens. Posteriormente, o público terá a oportunidade de participar dos exercícios apresentados anteriormente na palestra, com a supervisão dos estudantes e apresentadores do trabalho, e também da professora de Educação Física responsável pelas turmas escolhidas como público alvo do projeto. Avaliação: Durante a realização da atividade, tanto em sua parte teórica quanto prática, o grupo irá observar a reação do público e diante do trabalho apresentado, avaliar seu interesse e participação, juntos de uma posterior conversa com o público acerca dos temas e da dinâmica apresentada a eles e após o término da atividade será realizada a aplicação de um questionário aos participantes e à instituição , afim de tirar conclusões sobre a eficácia da apresentação e o nível de entendimento e interesse dos participantes pelos assuntos a eles apresentados e descritos,assim como o possível impacto na comunidade a partir de todo o trabalho e a metodologia utilizada pelos estudantes para tal. 2.3. Grupo de trabalho (descrição da responsabilidade de cada membro) Professor da disciplina (Sávio Badini): Responsável pela coordenação geral do projeto de extensão, orientando os discentes desde a etapa de planejamento até a avaliação. Suas funções incluem a mediação entre teoria e prática, acompanhamento das atividades, supervisão da execução das oficinas e apoio metodológico para garantir que os objetivos educacionais e sociais do projeto sejam alcançados. João Pedro Pereira Vargas: Responsável pela organização da palestra teórica e pelo levantamento bibliográfico, responsável pela confecção e testagem prática dos materiais esportivos recicláveis, responsável pela coleta de dados dos questionários pós-atividade, também responsável pela montagem dos slides de apresentação final e apoio na construção do relatório coletivo. Atuará na fala introdutória do projeto junto aos alunos e participará da confecção dos materiais recicláveis. Colaborará com a produção dos materiais recicláveis e fará parte da equipe de apoio na aplicação das atividades físicas. Victor Barboza das Chagas:Responsável pela organização da palestra teórica e pelo levantamento bibliográfico, será também responsável pela montagem dos slides de apresentação final e apoio na construção do relatório coletivo. Colaborará com a produção dos materiais recicláveis e fará parte da equipe de apoio na aplicação das atividades físicas. Encarregado de sistematizar os dados obtidos durante o projeto, como respostas aos questionários e observações feitas em campo. Também contribuirá com a organização do conteúdo visual e multimídia para a apresentação do projeto. Atuará na logística das atividades, cuidando da organização do espaço físico para as oficinas e palestras. Felipe Veiga Coelho: Responsável pela organização da palestra teórica e pelo levantamento bibliográfico, será também responsável pela montagem dos slides de apresentação final e apoio na construção do relatório coletivo, responsável pela coleta de dados dos questionários pós-atividade. Atuará como facilitador durante as oficinas práticas e será responsável pelo registro fotográfico das atividades. Encarregado de sistematizar os dados obtidos durante o projeto, como respostas aos questionários e observações feitas em campo. Responsável por entrar em contato com a instituição que irá ceder o espaço para o projeto. Othon Stefanello Lopes: Responsável pela organização da palestra teórica e pelo levantamento bibliográfico, responsável por auxiliar na elaboração da palestra e pelo controle dos tempos e dinâmicas durante a execução das oficinas e por entrar em contato com a instituição que irá ceder o espaço para o projeto. Atuará na fala introdutória do projeto junto aos alunos e participará da confecção dos materiais recicláveis. Será também responsável pela montagem dos slides de apresentação final e apoio na construção do relatório coletivo. Pedro Pereira Macedo Thomaz Morett: Responsável pela organização da palestra teórica e pelo levantamento bibliográfico. Atuará na fala introdutória do projeto junto aos alunos e participará da confecção dos materiais recicláveis. Será também responsável pela montagem dos slides de apresentação final e apoio na construção do relatório coletivo. Também será responsável pela coleta de dados dos questionários pós-atividade. Auxiliar na elaboração da palestra e pelo controle dos tempos e dinâmicas durante a execução das oficinas. 2.4. Metas, critérios ou indicadores de avaliação do projeto ETAPAS: Planejamento: Reuniões com a escola parceira a fim de definir o cronograma e alinhar os objetivos. Levantamento dos materiais recicláveis disponíveis e planejamento das atividades a serem aplicadas. Execução: Aplicação da palestra introdutória aos esportes coletivos,capacitação física e sustentabilidade. Realização das atividades físicas fazendo uso de materiais recicláveis(alternativos ) confeccionados pelos próprios discentes. Avaliação: Aplicação de questionários aos alunos e professores participantes. Coleta de feedback acerca da receptividade e efetividade das atividades aplicadas. Registro fotográfico das ações para análise qualitativa. CRITÉRIOS E INDICADORES PARA EFETIVIDADE DO PROJETO: Critério 1: Participação efetiva dos alunos nas atividades práticas apresentadas. Indicadores: Número de alunos que participaram das oficinas e o engajamento dos mesmos durante as atividades; registros fotográficos e relatos escritos de alunos e professores. Critério 2: Compreensão dos conceitos de esportes coletivos, sustentabilidade e capacitação física. Indicadores: Resultados dos questionários aplicados; comentários e reflexões feitas pelos alunos durante a realização das atividades; nível de interesse demonstrado pelos alunos no decorrer da a palestra. Critério 3: Impacto da utilização de materiais recicláveis como alternativa viável. Indicadores: Qualidade dos materiais confeccionados; criatividade e adequação das adaptações realizadas pelos discentes; feedback positivo no que tange à viabilidade desses equipamentos alternativos. Critério 4: Conscientização ambiental associada à prática esportiva. Indicadores: Comentários dos alunos sobre sustentabilidade; comparativo entre os formulários aplicados antes é depois da atividade naquilo que diz respeito à sustentabilidade. 2.5. Recursos previstos Recursos previstos para o desenvolvimento do projeto: Recursos materiais: 1. Materiais recicláveis: garrafas PET, jornais, revistas, caixas de papelão, sacolas plásticas, tampinhas, cordas reaproveitadas, entre outros, utilizados na confecção dos equipamentos esportivos alternativos. 2. Materiais básicos de suporte: tesouras, fitas adesivas, cola, barbantes, elásticos, pincéis, tintas e papelão. 3. Materiais esportivos convencionais complementares (caso necessário): bolas, cones e coletes, quando disponíveis pela instituição. 4. Equipamento audiovisual (smartphone/câmera): para registro das atividades e coleta de evidências fotográficas do projeto. Fonte de recurso: Os materiais serão arrecadados pelos próprios discentes junto à comunidade escolar e os materiais de suporte e papelaria serão custeados pelos discentes ou obtidos por doações de parceiros locais. Recursos institucionais: 1. Espaços disponibilizados pela escola parceira: quadra esportiva e auditório para execução das atividades. 2. Acesso às salas e estrutura da instituição de ensino superior para organização dos materiais e impressão de conteúdos informativos. Fonte de recurso: Os recursos institucionais serão fornecidos pelas instituições de ensino. Recursos humanos: 1. Discentes do curso de Educação Física participantes do projeto. 2. Professor orientador responsável pela mediação entre teoria e prática. 3. Professores da escola parceira e demais profissionais envolvidos no acompanhamento dos estudantes. 4. Os estudantes, que formam o público-alvo do projeto, que participarão das atividades planejadas, contribuindo ,assim, com feedbacks e respondendo aos questionários de autoavaliação. Fonte de recurso: Os recursos humanos são voluntários e não requerem custos financeiros. 2.6. Detalhamento técnico do projeto Detalhamento Técnico do Projeto O projeto será desenvolvido ao longo de oito semanas consecutivas, totalizando 40 horas de atividades, incluindo momentos de observação e aplicação prática de exercícios físicos com materiais recicláveis no contexto dos esportes coletivos. A Etapas Técnicas: Observação inicial: Levantamento das condições físicas e estruturais da escola; identificação das turmas participantes; diagnóstico do nível motor dos alunos. Planejamento: Definição dos exercícios de capacitação física adaptados para materiais recicláveis, como circuitos de agilidade, coordenação, força e resistência. Produção dos materiais: Cada Aluno da univesidade vai fazer o matérias nas suas devidas residências. Aplicação prática: Realização de atividades físicas com foco em habilidades motoras aplicadas aos esportes coletivos (futebol, basquete, handebol, etc.), utilizando exclusivamente os materiais produzidos. Avaliação e encerramento: Coleta de feedback dos participantes e professores, avaliação da evolução motora observada, e entrega de relatórios pelos discentes. Metodologia aplicada: Será adotada uma abordagem ativa e lúdica, promovendo o engajamento dos alunos por meio da experimentação prática, reforçando os conteúdos teóricos abordados em sala. O uso de materiais recicláveis será o eixo transversal, integrando educação física e educação ambiental. 3. ENCERRAMENTO DO PROJETO 3.1. Relato Coletivo: Considerações do grupo sobre o atingimento dos objetivos sociocomunitários estabelecidos para o projeto: O grupo considera como alcançados os objetivos sociocomunitários propostos no projeto de extensão.As atividades foram realizadas no ginásio do Colégio Estadual Salustiano José Ribeiro Serafim com duas turmas do 8° ano, totalizando cerca de 50 alunos, e tiveram como foco a iniciação à capacitação física por meio de materiais recicláveis. Durante a atividade, foram aplicadas cinco atividades distintas(agachamentocom salto vertical,abdominal giro russo ,minijogo de espelhamento, agachamento com desenvolvimento e minicircuio de corrida e recuperação de equilíbrio) , a fim de desenvolver diferentes capacidades físicas (força, agilidade, coordenação, impulsão e resistência),todas fazendo uso de materiais recicláveis desenvolvidos pelo próprio grupo,como por exemplo halteres feitos com garrafas PET e garrafas com água e/ou terra.Essas dinâmicas além de promover melhora das capacidades físicas,também estimulam o convívio social entre os alunos,tudo isso da forma simples e lúdica. A resposta dos alunos em relação à aula foi muito positiva, com engajamento nas atividades e comentários espontâneos de entusiasmo. Diversos alunos disseram gostar da aula por ser diferente e divertida, e que nunca tinham pensado que seria possível fazer atividades físicas desse tipo com materiais tão simples. Entre os desafios, o grupo encontrou certa dificuldade inicial na organização das atividades e do fluxo de alunos, entre elas,e a compreensão por parte dos alunos em algumas atividades mais complexas, o que foi superado com adaptações e orientações práticas no momento. Para futuras intervenções, o grupo sugere: (1) ampliar o tempo de execução das dinâmicas para que mais turmas possam participar; (2) preparar com mais antecedência o local. 3.1.1. Avaliação de reação da parte interessada Metodologia Utilizada: Para avaliar a percepção do público alvo acerca das atividades desenvolvidas no projeto, foi realizada uma entrevista ,gravada em vídeo ,com participantes diretos das ações promovidas. O material evidencia o envolvimento da comunidade, destacando opiniões espontâneas e depoimentos sinceros dos participantes e profissionais envolvidos no processo. Participantes da Avaliação: A gravação inclui falas : · Dos adolescentes participantes das atividades;e · Da Professora responsável pela turma. Evidências do Alcance dos Objetivos Propostos: Nos vídeos, podem ser notadas: · Falas de reconhecimento da importância desse tipo de atividade por parte dos jovens, que demonstram entusiasmo e pertencimento em relação ao espaço e às ações promovidas; · Depoimentos da professora responsável que evidenciam o engajamento dos adolescentes nas atividades propostas; · A linguagem corporal dos participantes, os sorrisos, a participação espontânea nos registros e os relatos positivos que reforçam o impacto do projeto, especialmente no fortalecimento de vínculos e no estímulo à criatividade. Conclusão: A análise dos vídeos evidencia uma reação positiva por parte das crianças, da Professora responsável . O projeto alcançou seus objetivos ao promover engajamento, fortalecimento de vínculos comunitários,desenvolvimento físico e sociocultural. A seguir se encontra o link para os depoimentos em vídeo: https://youtube.com/playlist?list=PLmTwoTF7-EVHBkBPS2GPiH5kl4l2H524z&si=a1dkFjViAq9ZvUFj 3.2. Relato de Experiência Individual (Pontuação específica para o relato individual) 3.2.1. CONTEXTUALIZAÇÃO VICTOR BARBOZA DAS CHAGAS O projeto "Introdução à Capacitação Física para Esportes Coletivos com Materiais Recicláveis" teve como seu objetivo principal apresentar aos alunos da rede pública de ensino uma modalidade que não está na sua grade curricular,a capacitação física,e o fazer com o uso de materiais recicláveis, visando o desenvolvendo habilidades físicas e motoras,e promovendo a conscientização ambiental. Minha participação no projeto foi ativa, atuando no levantamento bibliográfico,produção do relatório de extensão,confecção de parte dos materiais reciclados e ,no dia da realização do trabalho, a aplicação prática da atividade "agachamento com salto", que foi realizada com halteres feitos com garrafas PET e água. Essa experiência me permitiu vivenciar pela primeira vez o papel de Professor , o que reforçou a minha paixão pela docência e pelo esporte. OTHON STEFANELLO LOPES: Eu, Othon Stefanello Lopes, participei do projeto de extensão “Capacitação Física para Esportes Coletivos com Materiais Recicláveis”, realizado com alunos do 8º ano (turmas 801 e 802) no Colégio Estadual Salustiano José Ribeiro Serafim, em São Geraldo, Nova Friburgo. Fiquei responsável por ajudar na organização da da turma para as atividades práticas, na confecção dos materiais recicláveis, no contato com a escola e no apoio durante as atividades práticas. O principal objetivo do projeto foi oferecer aos alunos uma experiência com esportes coletivos e capacitação física usando materiais recicláveis como alternativa aos equipamentos tradicionais, tudo isso com foco em inclusão, criatividade e sustentabilidade. 3.2.2. METODOLOGIA VICTOR BARBOZA DAS CHAGAS: O projeto foi realizado no Colégio Estadual Salustiano José Ribeiro Serafim, em Nova Friburgo, com alunos de 12 a 14 anos das turmas 801 e 802. A atividade prática ocorreu na quadra da escola, no período da tarde, sob a supervisão da professora responsável pelas turmas. As etapas incluíram: Preparação: Confecção dos pesos recicláveis nas residências dos discentes. Aplicação: Preparação do local ,divisão da turma em grupos e instrução desses grupos na execução do "agachamento com salto", explicando a importância do exercício para o desenvolvimento de força e potência e sua aplicação nos esportes coletivos. Interação: Acompanhamento individual dos alunos durante a atividade, corrigindo posturas e incentivando a participação. Avaliação: Coleta de feedback formal e informal durante e após a atividade, observando o engajamento e a satisfação dos participantes. OTHON STEFANELLO LOPES: Durante oito semanas, totalizando 40 horas, desenvolvemos o projeto de forma bem prática. Começamos observando o espaço da escola e conhecendo melhor as turmas. Depois, planejamos e construímos os materiais recicláveis nas nossas casas, com apoio da escola e da comunidade. A ação foi dividida em dois momentos: primeiro, explicando a importância dos esportes coletivos, da preparação física ,do uso consciente de materiais e e função de cada exercício. Depois, a parte prática, com atividades físicas que trabalharam resistência, coordenação, força e agilidade — tudo usando os materiais recicláveis que nós mesmos reproduzimos. No final, aplicamos um questionário para entender a percepção dos alunos e dos professores sobre o projeto. 3.2.3. RESULTADOS E DISCUSSÃO: VICTOR BARBOZA DAS CHAGAS: Expectativa vs. Realidade: Eu esperava certa resistência por parte dos alunos devido à novidade, mas quase todos aderiram com entusiasmo, demonstrando curiosidade e disposição. Observações: Os alunos adaptaram-se rapidamente tanto à dinâmica quanto aos materiais alternativos, e a atividade promoveu não apenas o desenvolvimento físico, mas também discussões espontâneas sobre sustentabilidade. Sentimentos: Apesar de ser minha primeira experiência como "professor", senti-me seguro e motivado pela aceitação dos alunos e pelo feedback positivo e pela facilidade de comunicação com o grupo. Aprendizados: Compreendi na prática a importância de ter criatividade para adaptação de recursos limitados, além de reforçar minha vocação para o ensino. Dificuldades: A quantidade limitada de tempo do grupo o que reduziu o número de turmas participantes a apenas duas,restringindo assim o alcance do projeto. Sugestões: Ampliar o projeto para um maior número de turmas e diversificar ainda mais a quantidade de exercícios propostos a fim de abranger mais habilidades motoras. OTHON STEFANELLO LOPES: Antes de tudo acontecer, eu esperava que os alunos talvez estranhassem os materiais recicláveis ou não se envolvessem tanto. Mas fui surpreendido positivamente. A galera ficou super animada e participativa — tanto na palestra quanto nas atividades físicas. Foi muito legal ver como eles se envolveram e até sugeriram ideias durante as oficinas. O projeto teve impacto de verdade. Deu pra perceber uma melhora na participação dos alunos, no entendimento sobre sustentabilidade e na forma como encararam a prática esportiva. O apoio da escola e dos professorestambém foi essencial. Tivemos alguns desafios com o tempo e com a logística de espaço, mas nada que atrapalhasse o andamento do projeto. 3.2.4. REFLEXÃO APROFUNDADA VICTOR BARBOZA DAS CHAGAS: Essa foi minha primeira experiência em um projeto de extensão, e posso dizer que ela foi extremamente importante para minha formação tanto acadêmica quanto pessoal. Ter tido a oportunidade de participar ativamente de todas as etapas – desde o planejamento até a execução prática – me permitiu vivenciar de forma verdadeira os desafios e as possibilidades de trabalho que um Professor pode apresentar, especialmente dentro do contextos escolar. A proposta de utilizar materiais recicláveis como alternativa para atividades físicas foi um aprendizado muito importante. Pois,além de estimular a criatividade e a consciência ambiental, mostrou que é possível promover atividades físicas de qualidade mesmo diante da falta de materiais convencionais. Ver o envolvimento e o entusiasmo dos alunos durante as atividades me fez pensar no valor do nosso trabalho e sua relevância social. Essa vivência me fez refletir acerca do papel transformador que tem um Professor de Educação Física, indo além do aspecto esportivo e contribuindo também para o desenvolvimento social, motor e emocional dos alunos. Foi uma experiência que reforçou a minha paixão pela área, despertando ainda mais interesse em atuar em ambientes escolares e,com certeza, esse projeto deixou uma marca positiva no meu percurso acadêmico,e me fez refletir sobre as formas que temos de contribuir, por meio da Educação Física, para uma sociedade mais justa, participativa e consciente. OTHON STEFANELLO LOPES: Essa experiência foi um divisor de águas pra mim. A teoria que a gente aprende em sala só ganha vida mesmo quando a gente aplica de verdade, com pessoas reais, em contextos reais. Poder vivenciar tudo isso me mostrou o quanto é importante saber adaptar, improvisar e se comunicar bem — coisas que fazem toda a diferença no nosso futuro como profissionais de Educação Física. O uso dos materiais recicláveis, por exemplo, não foi só uma solução criativa. Foi uma lição de que é possível fazer muito com pouco, e que o esporte também pode ser um espaço de consciência social e ambiental. 3.2.5. CONSIDERAÇÕES FINAIS VICTOR BARBOZA DAS CHAGAS: Como perspectivas futuras, sugere-se: · Estender o projeto para mais turmas e escolas. · Incluir oficinas de confecção de materiais recicláveis com os alunos, fortalecendo o vínculo entre teoria e prática. Por fim,essa experiência me mostrou que a educação física vai além do esporte ,ela é um meio para promover inclusão, sustentabilidade e cidadania. OTHON STEFANELLO LOPES: No fim das contas, o projeto me ensinou mais do que qualquer aula poderia ensinar. Ver o resultado acontecendo, com os alunos participando, se divertindo e aprendendo, foi gratificante. Acho que esse tipo de ação deveria acontecer com mais frequência, não só pela formação dos alunos, mas pela nossa também. Pro futuro, eu vejo potencial de ampliar esse projeto, incluir mais oficinas, envolver mais escolas e até usar essa base pra desenvolver pesquisas. Foi uma vivência que agregou muito e que com certeza vou levar comigo na minha trajetória profissional.