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Texto sobre o filme Hotel Ruanda e o genocídio de 1994 em Ruanda entre Hutus e Tutsis. Descreve o ataque aos presidentes, a incitação pelo rádio, os 100 dias com mais de 800 mil mortos, Paul Rusesabagina abrigando cerca de 1.268 pessoas, violações de direitos humanos e propostas de políticas públicas.

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O filme Hotel Ruanda apresenta uma guerra civil que aconteceu no ano de 1994 em Ruanda, país localizado no continente africano, entre os Tutsis e os Hutus, tendo como circunstância um hipotético ataque aéreo no aeroporto da cidade de Kigali, tendo como objetivo atacar os presidentes de Ruanda, Júvenal Habyarimana, e do Burundi, Cyprien Ntaryamira, e todos os dois era hutus. Sob a autoridade de sentimentos de ódio comunicada pelo rádio, assim, os Hutus começaram ao genocídio Tutsi. Episódio este que nos seus 100 dias tiveram mais de 800 mil pessoas mortas.
	Nessa situação de caos, apareceu Paul Rusesabagina, trabalhava como administrador de um hotel belga, e que estava situado na cidade de Kigali, capital e a maior cidade de Ruanda, e apesar de ser Hutu, sua esposa era Tutsi.
	Paul é considerado herói, abrigou aproximadamente 1268 pessoas no hotel que gerenciava, e também manteve relações cordiais com os líderes do genocídio para que conseguisse manter os hóspedes a salvo. Ato este que partiu de sua coragem para encarar a guerra, visto que, a ONU não interferiu no conflito.
	No decorrer deste panorama, alguns dos Direitos Humanos foram violados. Infringiu o direito de escolha ao bancar distinção entre quem era de uma das tribos, então, quem fizesse parte à tribo Tutsi e algum dos traidores da tribo Hutu era morto, assim, também é um tipo de racismo, não de cor, como comumente vemos por aqui, mas de um tipo de crença.
	Todas as pessoas possuem direito à liberdade, segurança pessoal e direito à vida, o que não ocorreu. Sendo todos iguais perante a lei, regras e normas.
	Observando os direitos humanos e relações étnicas raciais, podemos ver nitidamente situações onde ocorre a discriminação em relação à determinada raça, ficou bem claro que era uma guerra de ódio tribal, foram infringidos direitos a crença, liberdade, entre outros.
	São nítidos que os delitos praticados na época da guerra civil foram bárbaros, entre eles, pode ser lembrado: tortura, violação de domicilio, homicídio qualificado, constrangimento ilegal e ameaça. Crimes esses, que hoje, na maioria dos países do mundo, tem previsão de penas severas.
	Uma maneira de buscar o fim de ocorrência desse tipo de atrocidades é inserir políticas públicas que explanem o direito de liberdade, que deve ser respeitado, como também, a ideia de que todos são iguais, sem separação por raça, devendo iniciar por um adequado baseamento escolar, aperfeiçoar, também, as condições de vida do povo, oferecendo condições dignas de trabalho e maneiras de conviver numa boa qualidade.