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1
GRAMÁTICA
E X E R C Í C I O S
Apostila elaborada tendo por base:
• Manual de Redação da Presidência da República, 
2002.
• ALVES, Viviane & MOURA, Glória. Fundamentos 
da Redação Oficial. Brasília: Vesticon, 2010.
• KASPARY, J. Adalberto. Redação Oficial, Normas e 
Modelos. 17ª ed. Porto Alegre: Edita, 2004. 
• MARTINS, Dileta Silveira & ZILBERKNOP, Lúbia 
Scliar. Português Instrumental. 28ª ed. São Paulo: 
Editora Atlas, 2009.
• NETO, Serafim da Silva. Introdução ao estudo da 
língua portuguesa no Brasil. 5ª ed. Rio de Janeiro: 
Presença/INL, 1986.
• Apostila Redação Oficial e Correspondências 
Administrativas no Serviço Público (Cened – Uni-
dade de Aperfeiçoamento e Qualificação)
• Apostila Curso de Redação Oficial Básica. Elabo-
ração: Janaína de Aquino Ferraz, Ormezinda M. 
Ribeiro Aya, Elda A. Oliveira Ivo, Paula Cobucci e 
Flávia M. Pires. 
• Exercícios criados pela Professora Mestra Viviane 
Faria
• Sites:
 – www.brasilescola.com/redacao
 – www.mundovestibular.com.br 
 – www.wikipédia.org
• Provas de concursos públicos (com as referências 
devidas).
“Escrever um texto exige, 
além da correção gramatical, 
estabelecer ligações de sen-
tido que o tornem entendível e 
agradável de ler.”
Profa.: Nelly Carvalho
blogdoeurico6ano.blogspot.com
O QUE É REDAÇÃO OFICIAL?
Em uma frase, pode-se dizer que redação oficial é a 
maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos 
e comunicações. Interessa-nos tratá-la do ponto de vista do 
Poder Executivo.
REDAÇÃO OFICIAL
A redação oficial deve caracterizar-se pela impessoali-
dade, uso do padrão culto de linguagem, clareza, concisão, 
formalidade e uniformidade. Fundamentalmente esses atri-
butos decorrem da Constituição, que dispõe, no artigo 37: 
“A administração pública direta, indireta ou fundacional, de 
qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito 
Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de lega-
lidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiên-
cia (...)”. Sendo a publicidade e a impessoalidade princípios 
fundamentais de toda administração pública, claro está que 
devem igualmente nortear a elaboração dos atos e comuni-
cações oficiais.
Não se concebe que um ato normativo de qualquer 
natureza seja redigido de forma obscura, que dificulte ou 
impossibilite sua compreensão. A transparência do sentido 
dos atos normativos, bem como sua inteligibilidade, são 
requisitos do próprio Estado de Direito: é inaceitável que um 
texto legal não seja entendido pelos cidadãos. A publicidade 
implica, pois, necessariamente, clareza e concisão.
Além de atender à disposição constitucional, a forma 
dos atos normativos obedece a certa tradição. Há normas 
para sua elaboração que remontam ao período de nossa 
história imperial, como, por exemplo, a obrigatoriedade – 
estabelecida por decreto imperial de 10 de dezembro de 
1822 – de que se ponha, ao final desses atos, o número de 
anos transcorridos desde a Independência. Essa prática foi 
mantida no período republicano.
Esses mesmos princípios (impessoalidade, clareza, 
uniformidade, concisão e uso de linguagem formal) aplicam-
-se às comunicações oficiais: elas devem sempre permitir 
uma única interpretação e ser estritamente impessoais e 
uniformes, o que exige o uso de certo nível de linguagem.
Nesse quadro, fica claro também que as comunicações 
oficiais são necessariamente uniformes, pois há sempre um 
único comunicador (o Serviço Público) e o receptor dessas 
comunicações ou é o próprio Serviço Público (no caso de 
expedientes dirigidos por um órgão a outro) – ou o conjunto 
dos cidadãos ou instituições tratados de forma homogênea 
(o público).
Outros procedimentos rotineiros na redação de comu-
nicações oficiais foram incorporados ao longo do tempo, 
como as formas de tratamento e de cortesia, certos clichês 
de redação, a estrutura dos expedientes, etc. Mencione-se, 
por exemplo, a fixação dos fechos para comunicações ofi-
ciais, regulados pela Portaria no 1 do Ministro de Estado 
da Justiça, de 8 de julho de 1937, que, após mais de meio 
século de vigência, foi revogado pelo Decreto que aprovou a 
primeira edição do Manual.
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Acrescente-se, por fim, que a identificação que se 
buscou fazer das características específicas da forma ofi-
cial de redigir não deve ensejar o entendimento de que se 
proponha a criação – ou se aceite a existência – de uma 
forma específica de linguagem administrativa, o que colo-
quialmente e pejorativamente se chama burocratês. Este é 
antes uma distorção do que deve ser a redação oficial, e se 
caracteriza pelo abuso de expressões e clichês do jargão 
burocrático e de formas arcaicas de construção de frases.
A redação oficial não é, portanto, necessariamente árida 
e infensa à evolução da língua. É que sua finalidade básica – comu-
nicar com impessoalidade e máxima clareza – impõe certos parâ-
metros ao uso que se faz da língua, de maneira diversa daquele da 
literatura, do texto jornalístico, da correspondência particular, etc.
Apresentadas essas características fundamentais da 
redação oficial, passemos à análise pormenorizada de cada 
uma delas.
CARACTERÍSTICAS FUNDAMENTAIS
IMPESSOALIDADE
A finalidade da língua é comunicar, quer pela fala, quer 
pela escrita. Para que haja comunicação, são necessários: 
a) alguém que comunique; b) algo a ser comunicado; e c) 
alguém que receba essa comunicação. No caso da redação 
oficial, quem comunica é sempre o Serviço Público (este ou 
aquele Ministério, Secretaria, Departamento, Divisão, Ser-
viço, Seção); o que se comunica é sempre algum assunto 
relativo às atribuições do órgão que comunica; o destinatário 
dessa comunicação ou é o público, o conjunto dos cidadãos, 
ou outro órgão público, do Executivo ou dos outros Poderes 
da União.
Percebe-se, assim, que o tratamento impessoal que 
deve ser dado aos assuntos que constam das comunica-
ções oficiais decorre:
a) da ausência de impressões individuais de quem 
comunica: embora se trate, por exemplo, de um expediente 
assinado por Chefe de determinada Seção, é sempre em 
nome do Serviço Público que é feita a comunicação. Obtém-
-se, assim, uma desejável padronização, que permite que 
comunicações elaboradas em diferentes setores da Admi-
nistração guardem entre si certa uniformidade;
b) da impessoalidade de quem recebe a comunicação, 
com duas possibilidades: ela pode ser dirigida a um cidadão, 
sempre concebido como público, ou a outro órgão público. 
Nos dois casos, temos um destinatário concebido de forma 
homogênea e impessoal;
c) do caráter impessoal do próprio assunto tratado: se 
o universo temático das comunicações oficiais se restringe a 
questões que dizem respeito ao interesse público, é natural 
que não cabe qualquer tom particular ou pessoal.
Desta forma, não há lugar na redação oficial para 
impressões pessoais, como as que, por exemplo, cons-
tam de uma carta a um amigo, ou de um artigo assinado de 
jornal, ou mesmo de um texto literário. A redação oficial deve 
ser isenta da interferência da individualidade que a elabora.
A concisão, a clareza, a objetividade e a formalidade 
de que nos valemos para elaborar os expedientes oficiais 
contribuem, ainda, para que seja alcançada a necessária 
impessoalidade.
A LINGUAGEM DOS ATOS E COMUNICAÇÕES OFICIAIS
A necessidade de empregar determinado nível de lin-
guagem nos atos e expedientes oficiais decorre, de um lado, 
do próprio caráter público desses atos e comunicações; de 
outro, de sua finalidade. Os atos oficiais, aqui entendidos 
como atos de caráter normativo, ou estabelecem regras 
para a conduta dos cidadãos, ou regulam o funcionamento 
dos órgãos públicos, o que só é alcançado se em sua elabo-
ração for empregada a linguagem adequada. O mesmo se 
dá com os expedientes oficiais, cuja finalidade precípua é ade informar com clareza e objetividade.
As comunicações que partem dos órgãos públicos 
federais devem ser compreendidas por todo e qualquer 
cidadão brasileiro. Para atingir esse objetivo, há que evitar o 
uso de uma linguagem restrita a determinados grupos. Não 
há dúvida que um texto marcado por expressões de circula-
ção restrita, como a gíria, os regionalismos vocabulares ou o 
jargão técnico, tem sua compreensão dificultada.
Ressalte-se que há necessariamente uma distância 
entre a língua falada e a escrita. Aquela é extremamente 
dinâmica, reflete de forma imediata qualquer alteração de 
costumes, e pode eventualmente contar com outros ele-
mentos que auxiliem a sua compreensão, como os gestos, 
a entoação, etc., para mencionar apenas alguns dos fatores 
responsáveis por essa distância. Já a língua escrita incor-
pora mais lentamente as transformações, tem maior voca-
ção para a permanência, e vale-se apenas de si mesma 
para comunicar.
A língua escrita, como a falada, compreende diferentes 
níveis, de acordo com o uso que dela se faça. Por exemplo, 
em uma carta a um amigo, podemos nos valer de determi-
nado padrão de linguagem que incorpore expressões extre-
mamente pessoais ou coloquiais; em um parecer jurídico, 
não se há de estranhar a presença do vocabulário técnico 
correspondente. Nos dois casos, há um padrão de lingua-
gem que atende ao uso que se faz da língua, a finalidade 
com que a empregamos.
O mesmo ocorre com os textos oficiais: por seu caráter 
impessoal, por sua finalidade de informar com o máximo de 
clareza e concisão, eles requerem o uso do padrão culto 
da língua. Há consenso de que o padrão culto é aquele em 
que a) se observam as regras da gramática formal, e b) se 
emprega um vocabulário comum ao conjunto dos usuários 
do idioma. É importante ressaltar que a obrigatoriedade do 
uso do padrão culto na redação oficial decorre do fato de 
que ele está acima das diferenças lexicais, morfológicas ou 
sintáticas regionais, dos modismos vocabulares, das idios-
sincrasias linguísticas, permitindo, por essa razão, que se 
atinja a pretendida compreensão por todos os cidadãos.
Lembre-se que o padrão culto nada tem contra a sim-
plicidade de expressão, desde que não seja confundida com 
pobreza de expressão. De nenhuma forma o uso do padrão 
culto implica emprego de linguagem rebuscada, nem dos 
contorcionismos sintáticos e figuras de linguagem próprios 
da língua literária.
Pode-se concluir, então, que não existe propriamente 
um “padrão oficial de linguagem”; o que há é o uso do padrão 
culto nos atos e comunicações oficiais. É claro que haverá 
preferência pelo uso de determinadas expressões, ou será 
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obedecida certa tradição no emprego das formas sintáticas, 
mas isso não implica, necessariamente, que se consagre a 
utilização de uma forma de linguagem burocrática. O jargão 
burocrático, como todo jargão, deve ser evitado, pois terá 
sempre sua compreensão limitada.
A linguagem técnica deve ser empregada apenas em 
situações que a exijam, sendo de evitar o seu uso indiscrimi-
nado. Certos rebuscamentos acadêmicos, e mesmo o voca-
bulário próprio a determinada área, são de difícil entendi-
mento por quem não esteja com eles familiarizado. Deve-se 
ter o cuidado, portanto, de explicitá-los em comunicações 
encaminhadas a outros órgãos da administração e em expe-
dientes dirigidos aos cidadãos.
FORMALIDADE E PADRONIZAÇÃO
fadafeliz.wordpress.com
As comunicações oficiais devem ser sempre formais, 
isto é, obedecem a certas regras de forma: além das já men-
cionadas exigências de impessoalidade e uso do padrão 
culto de linguagem, é imperativo, ainda, certa formalidade 
de tratamento. Não se trata somente da eterna dúvida 
quanto ao correto emprego deste ou daquele pronome de 
tratamento para uma autoridade de certo nível; mais do que 
isso, a formalidade diz respeito à polidez, à civilidade no pró-
prio enfoque dado ao assunto do qual cuida a comunicação.
A formalidade de tratamento vincula-se, também, à 
necessária uniformidade das comunicações. Ora, se a admi-
nistração federal é una, é natural que as comunicações que 
expede sigam um mesmo padrão. O estabelecimento desse 
padrão, uma das metas deste Manual, exige que se atente 
para todas as características da redação oficial e que se 
cuide, ainda, da apresentação dos textos.
A clareza, o uso de papéis uniformes para o texto defi-
nitivo e a correta diagramação do texto são indispensáveis para a 
padronização. 
CONCISÃO E CLAREZA
A concisão é antes uma qualidade do que uma caracte-
rística do texto oficial. Conciso é o texto que consegue trans-
mitir um máximo de informações com um mínimo de pala-
vras. Para que se redija com essa qualidade, é fundamental 
que se tenha, além de conhecimento do assunto sobre o 
qual se escreve, o necessário tempo para revisar o texto 
depois de pronto. É nessa releitura que muitas vezes se per-
cebem eventuais redundâncias ou repetições desnecessá-
rias de ideias.
O esforço de sermos concisos atende, basicamente ao 
princípio de economia linguística, à mencionada fórmula de 
empregar o mínimo de palavras para informar o máximo. 
Não se deve de forma alguma entendê-la como economia 
de pensamento, isto é, não se devem eliminar passagens 
substanciais do texto no afã de reduzi-lo em tamanho. Trata-
-se exclusivamente de cortar palavras inúteis, redundâncias, 
passagens que nada acrescentem ao que já foi dito.
Procure perceber certa hierarquia de ideias que existe 
em todo texto de alguma complexidade: ideias fundamen-
tais e ideias secundárias. Estas últimas podem esclarecer o 
sentido daquelas, detalhá-las, exemplificá-las; mas existem 
também ideias secundárias que não acrescentam informa-
ção alguma ao texto, nem têm maior relação com as funda-
mentais, podendo, por isso, ser dispensadas.
Clareza e Determinação das Normas – O princípio 
da segurança jurídica, elemento fundamental do Estado de 
Direito, exige que as normas sejam pautadas pela precisão 
e clareza, permitindo que o destinatário das disposições 
possa identificar a nova situação jurídica e as consequên-
cias que dela decorrem. Devem ser evitadas, assim, as for-
mulações obscuras, imprecisas, confusas ou contraditórias.
A clareza deve ser a qualidade básica de todo texto ofi-
cial, conforme já sublinhado na introdução deste capítulo. 
Pode-se definir como claro aquele texto que possibilita ime-
diata compreensão pelo leitor. No entanto a clareza não é 
algo que se atinja por si só: ela depende estritamente das 
demais características da redação oficial. Para ela concor-
rem:
a) a impessoalidade, que evita a duplicidade de inter-
pretações que poderia decorrer de um tratamento persona-
lista dado ao texto;
b) o uso do padrão culto de linguagem, em princípio, de 
entendimento geral e por definição avesso a vocábulos de 
circulação restrita, como a gíria e o jargão;
c) a formalidade e a padronização, que possibilitam a 
imprescindível uniformidade dos textos;
d) a concisão, que faz desaparecer do texto os exces-
sos linguísticos que nada lhe acrescentam.
É pela correta observação dessas características que 
se redige com clareza. Contribuirá, ainda, a indispensável 
releitura de todo texto redigido. A ocorrência, em textos ofi-
ciais, de trechos obscuros e de erros gramaticais provém 
principalmente da falta da releitura que torna possível sua 
correção.
Na revisão de um expediente, deve-se avaliar, ainda, 
se ele será de fácil compreensão por seu destinatário. O que 
nos parece óbvio pode ser desconhecido por terceiros. O 
domínio que adquirimos sobre certos assuntos em decorrên-
cia de nossa experiência profissional muitas vezes faz com 
que os tomemos como de conhecimento geral, o que nem 
sempre é verdade. Explicite, desenvolva, esclareça, precise 
os termos técnicos, o significadodas siglas e abreviações e 
os conceitos específicos que não possam ser dispensados.
A revisão atenta exige, necessariamente, tempo. A 
pressa com que são elaboradas certas comunicações quase 
sempre compromete sua clareza. Não se deve proceder à 
redação de um texto que não seja seguida por sua revisão.
“Não há assuntos urgentes, há assuntos atrasados”, 
diz a máxima. Evite-se, pois, o atraso, com sua indesejável 
repercussão no redigir.
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1. (CESPE) Assinale a opção em que o fragmento de ofício 
apresenta inadequações quanto ao padrão exigido em cor-
respondência oficial.
1) Vimos informar que o Ministério da Agricultura e 
do Abastecimento publicou portaria, assinada em 
28/12/1999, declarando como zona livre de febre 
aftosa parte do Circuito Pecuário Centro-Oeste, 
formado pelo Distrito Federal e regiões do Mato 
Grosso, Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Paraná.
2) Esclarecemos, na oportunidade, que as regras 
estabelecidas para erradicar a aftosa no Centro-
-Oeste foram aprovadas pelos governos estadu-
ais da região, pelo governo federal e pela cadeia 
produtiva. Tais regras estão em conformidade com 
aquelas determinadas pelo Escritório Internacional 
de Epizootia.
3) Como é do conhecimento de Vossa Excelência, o 
Ministério da Agricultura e do Abastecimento enca-
minhou relatório ao Escritório internacional de Epi-
zootia, pedindo o reconhecimento do Circuito Pe-
cuário do Centro-Oeste como zona livre de aftosa.
4) Lembramos que, em 1992, técnicos do Ministério 
da Agricultura e das secretarias estaduais de agri-
cultura modificaram as estratégias de combate à 
febre aftosa, visando à erradicação dessa doença. 
As ações foram regionalizadas, tendo por base os 
Circuitos Pecuários, e foi incorporada, como ele-
mento principal, a participação da comunidade in-
teressada em todas as fases do programa.
5) É importante esclarecer vocês que as ações de 
campo daquele Programa Nacional de Erradicação 
de Febre Aftosa, que eu já falei, são executadas 
diretamente pelas secretarias estaduais de agricul-
tura ou órgãos a elas vinculado. São 2.332 escritó-
rios locais distribuídos em todo país para as ações 
de vigilância epidemiológica.
GABARITO: 5
2. (CESPE) Julgue se os itens subsequentes estão gra-
maticalmente corretos e adequados para a correspon-
dência oficial.
1) Se a integração de sistemas, possibilitada pela tec-
nologia da informação, propiciou a realização da 
várias transações à distância, ela ainda não inte-
grou o sistema bancário às aplicações de comércio 
eletrônico e muito menos à outras transações no 
âmbito do governo, como a gente gostaria de ver.
2) O emprego de uma rede de comunicação segu-
ra e com processos padronizados de liquidação, 
que venha a ser utilizada em prol dos clientes dos 
bancos, poderá ser o grande salto a ser dado em 
termos de serviços no Brasil. Para o lojista, a van-
tagem seria o uso de um conector único, ou de um 
reduzido número de conectores para realizar as 
transações.
3) Esclarecemos ainda que, com o Sistema de Paga-
mentos Brasileiro (SPB), operado pelo Banco Cen-
tral segundo padrões internacionais, ingressamos 
no grupo de países em que transferências de fun-
dos interbancárias podem ser liquidadas em tempo 
real, em caráter irrevogável e incondicional.
4) Vimos informar que a Rede do Sistema Financeiro 
Nacional é uma estrutura de base de dados, im-
plementada por meio de tecnologia de rede, que 
foi criada com a finalidade de suportar o tráfego 
de mensagens entre as instituições financeiras, as 
câmaras e os prestadores de serviços de compen-
sação e de liquidação, a Secretaria do Tesouro Na-
cional e o Banco Central.
GABARITO: E, E, E, E
3. (CESPE) Cada um dos itens abaixo apresenta trechos 
de texto que devem ser julgados quanto a sua adequação 
a correspondências oficiais.
1) Vimos informar que as inscrições para o Concurso 
Público de Provas e Títulos para o Cargo de Ana-
lista de Sistemas começam dia 15 de abril de 2008, 
das oito da manhã às 6 horas da tarde, no subsolo 
do edifício-sede desta companhia. Estamos que-
rendo pontualidade na entrega dos documentos.
2) A seleção para o cargo de que trata este edital 
compreenderá o exame de habilidades e conheci-
mentos, mediante a aplicação de provas objetivas 
e de prova discursiva, todas de caráter eliminatório 
e classificatório.
GABARITO: E, C
4. (CESPE) A fixação dos fechos para comunicações ofi-
ciais foi regulada pela Portaria n. 1 do Ministério da 
justiça, em 1937 e, após mais de meio século de vi-
gência, foi regulada pelo Decreto n. 100.000, de 11 de 
janeiro de 1991, que aprovou o Manual de Redação 
da Presidência da República. A respeito das normas 
de redação oficial fixadas por esse manual, julgue os 
itens subsequentes.
1) Fere o princípio da impessoalidade o seguinte 
trecho de um memorando: Esclareço, ainda, em 
especial aos que atuam no Departamento de Pes-
soal, que não concebo que um ato normativo de 
qualquer natureza seja redigido de forma obscura, 
que dificulte ou impossibilite sua compreensão. 
Frise-se que fico deveras irritado quando um do-
cumento oficial não pode ser entendido por todos 
os cidadãos. 
2) O principal objetivo da edição do Manual de Re-
dação da Presidência da República foi sistema-
tizar as características da forma oficial de redigir 
visando-se à criação de uma forma específica de 
linguagem burocrática que consagrasse expres-
sões e clichês do jargão burocrático.
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3) Mantido o nível de formalidade adequado às co-
municações oficiais, deve-se, na introdução de um 
ofício, preferir a forma Comunico a Vossa Senho-
ria à forma Tenho a honra de informar a Vossa 
Senhoria.
GABARITO: C, E, C
5. (CESPE) Considerando que os trechos a seguir cons-
tituam segmentos, não necessariamente sequenciais, 
de um ofício, julgue-os quanto à correção gramatical, 
condição essencial aos documentos da comunicação 
oficial.
1) Conforme é do conhecimento de V. Sa, a primei-
ra fiscalização avaliou o serviço de atendimento 
ao usuário de três órgãos públicos e resultou em 
acórdão proferido pelo TCU. A segunda fiscaliza-
ção, julgada por outro acórdão, verificou a atuação 
desses mesmos órgãos no acompanhamento da 
qualidade dos serviços prestados.
2) O TCU identificou que aspectos fundamentais re-
lativos a qualidade da prestação de serviços para 
os usuários não são devidamente tratados por três 
órgãos públicos. Constatou-se também lacunas 
na regulamentação, fragilidades nos processos 
de fiscalização desenvolvidos pelos órgãos e falta 
de efetividade das sanções impostas às empresas 
prestadoras de serviços. Segundo a auditoria, tam-
bém não há priorização de políticas efetivas para 
educação do usuário.
3) Esclarecemos, ainda, que o relatório aprovado 
pelo Acórdão 1.021/2012, no último dia 18, infor-
mam que determinados órgãos não concretizaram 
a maior parte do próprio plano de ações elaborado 
para cumprir as deliberações do Tribunal. Quase 
sete anos após a primeira decisão, apenas 47% 
das recomendações do TCU foram implementa-
das. Do acórdão posterior, somente 15% das re-
comendações foram implementadas e 27% das 
determinações efetivamente cumpridas.
4) O TCU fixou prazo para que um novo plano de tra-
balho para implementação das determinações seja 
elaborado e recomenda aos órgãos que aprimorem 
a coordenação entre as suas diversas áreas e con-
siderem a possibilidade de sancionar com maior 
rigor as empresas prestadoras de serviços que não 
tratarem adequadamente as reclamações encami-
nhadas à própria ouvidoria.
5) A presidência e o conselho diretor de cada órgão 
em apreço estão sendo alertados de que as deter-
minaçõese recomendações ainda não cumpridas 
ou implementadas dependem fundamentalmente 
de suas atuações, sendo, portanto, de responsabi-
lidade direta do respectivo corpo dirigente. O TCU 
continuará a acompanhar as medidas adotadas por 
esses órgãos para melhoria da prestação dos ser-
viços públicos. Nova fiscalização deverá ser con-
cluída no prazo de um ano.
6) Vimos informar que o Tribunal de Contas da União 
(TCU), em sua missão de avaliar o desempenho de 
vários órgãos públicos, constatou que alguns deles 
não estão cumprindo totalmente determinações e 
recomendações expedidas em duas fiscalizações 
referentes à qualidade dos serviços públicos por 
eles prestados.
GABARITO: C, E, E, C, C, C
6. Tendo-se em vista a importância da IMPESSOALI-
DADE na Redação oficial, reescreva as sentenças a 
seguir, eliminando todas as marcas de pessoalidade/
subjetividade:
a. Eu percebi que nessa época a escola passou por 
grandes alterações. Novos métodos de ensino fo-
ram implantados.
b. Eles consideram que conceitos como consciência 
crítica e social, criatividade e respeito a valores co-
munitários tornaram-se vivos na prática da escola.
c. O sábio presidente do conselho optou pela não uti-
lização do uniforme.
d. Entendo que é correto que regras e normas sejam 
elaboradas e reflitam a necessidade do grupo.
GABARITO: a) Percebemos que nessa época a escola 
passou por grandes alterações. Novos métodos de ensino 
foram implantados. b) Considera-se que conceitos como 
consciência crítica e social, criatividade e respeito a valores 
comunitários tornaram-se comuns na prática da escola. c) 
O presidente do conselho optou pela não utilização do uni-
forme. d) É correto que regras e normas sejam elaboradas e 
reflitam a necessidade do grupo. 
7. (CESPE) Julgue se os trechos nos itens subsequentes 
apresentam linguagem gramaticalmente correta e ade-
quada à redação de correspondências, expedientes e 
documentos oficiais.
1) Não se pode falarem em justiça social sem que to-
dos os brasileiros tenham acesso pleno a leitura 
e aos livros que permitem o desenvolvimento in-
telectual.
2) A leitura é um instrumento para uma nova vida, 
pois ela permite e intensifica o desenvolvimento 
das habilidades essenciais ao pleno exercício da 
cidadania.
3) Educação é fator decisivo pra redução das desi-
gualdades sociais. O analfabetismo perpetua a 
miséria e cria um ciclo vicioso que atravanca o de-
senvolvimento de todo o país.
4) O esforço pela erradicação do analfabetismo deve 
ser visto como uma questão nacional.
5) Para enfrentar o desafio educacional é necessário 
ampliar o investimento em programas de formação 
e de valorização de professores, melhorar o ma-
terial didático, informatizar escolas e garantir que 
toda criança tenha acesso a um ensino público de 
alta qualidade.
GABARITO: E, C, E, C, C
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8. Tendo em vista a necessidade de treinamento na área 
e conforme orientação desse Centro e de acordo com 
mensagem de 20/11/94 no Informativo n. 1.000, e 
considerando ainda a prioridade que tem merecido a 
melhoria de atendimento aos nossos clientes, solicita-
mos o especial obséquio de verificar a possibilidade de 
incluir na pauta dos próximos cursos, ainda que para 
o próximo semestre, os funcionários abaixo indicados 
para o treinamento de Atendente de Público, se possí-
vel com prioridade.
Sem mais para o momento e certos de sua habitual 
presteza e atenção para com as postulações deste 
Posto, desde já agradecemos, colocando-nos à sua 
inteira disposição para quaisquer informações que se 
fizerem necessárias no sentido de termos atendido 
nosso pleito, com a brevidade possível.
O texto acima infringe as normas exigidas de um texto 
oficial porque:
a. é ambíguo.
b. utiliza-se de linguagem prolixa.
c. não se utiliza do padrão culto da linguagem.
d. não respeita, reiteradamente, as regras gramati-
cais da norma culta.
e. é redigido de forma obscura, de modo que não é 
possível compreender o que se solicita.
GABARITO: b
9. Assinale os itens considerados apropriados quanto à 
redação de um documento oficial.
a. Adote como norma a ordem direta: sujeito - verbo - 
complementos.
b. Excesso de palavras, expressões rebuscadas e 
jargões técnicos fora do contexto, em alguns mo-
mentos, dão mais expressividade ao que se quer 
dizer.
c. Muitas vezes, o preciosismo é de extrema impor-
tância, no texto oficial, principalmente quando o 
seu destinatário ocupa uma posição hierárquica 
superior à sua.
d. Elimine o que é supérfluo. Seja objetivo. As gerên-
cias não têm tempo para ficar meditando sobre o 
que você quer dizer.
e. Não tenha pressa ao redigir. Gaste seu tempo para 
que o leitor/receptor economize o dele.
f. Ao redigir deve-se buscar o paralelismo, a regên-
cia, as concordâncias e o termo no seu sentido 
mais específico.
g. O texto tem como princípio a concisão, quando as 
idéias apresentam-se numa ordem lógica, sem mu-
danças bruscas no rumo do pensamento.
h. São princípios do texto oficial a formalidade e a pa-
dronização, que possibilitam a imprescindível uni-
formidade dos textos.
i. Na revisão de um documento, é preciso levar em 
conta principalmente o conteúdo da mensagem, 
esquecendo-se por completo, do receptor/leitor.
j. A ocorrência, em textos oficiais, de trechos obscu-
ros e de erros gramaticais devem ser aceitos, em 
sinal de respeito, se quem assina o documento é 
uma pessoa investida há muito tempo no cargo.
GABARITO: a, d, e, f, g, h
10. (ESGRANRIO) Apenas uma das palavras abaixo, em 
destaque, está grafada de acordo com a ortografia ofi-
cial. Assinale-a.
a. Não havia funcionários na sessão de registros.
b. A produtividade das minas de ouro superou as 
espectativas.
c. Foi preciso analizar cuidadosamente a biodiversi-
dade local.
d. Conclui-se que a detalhes demais naquele levan-
tamento.
e. Foram descobertos privilégios na concessão de 
licenças.
GABARITO: E
11. (CESPE) Ao escrever um texto, determinado profissio-
nal produziu a frase: “A inflação é a maior inimiga da 
Nação. É meta prioritária do governo eliminá-la.” 
Insatisfeito, ele a reescreveu da seguinte maneira: “A 
inflação é a maior inimiga da Nação; logo, é meta prio-
ritária do governo eliminá-la.”
Acerca dessa situação, julgue os próximos itens.
a. Ao reescrever a frase, o referido profissional preo-
cupou-se com a coesão textual.
b. O profissional poderia substituir “eliminá-la” por 
eliminar-lhe, e, dessa forma, a frase estaria mais 
bem formulada e de acordo com a escrita padrão.
 � No que concerne às qualidades essenciais do tex-
to, julgue os itens seguintes.
c. Se, em um texto de redação oficial, aquele que o 
escreve ou revisa decidir usar o trecho “Durante o 
ano de 2008”, em vez de “Neste ano”, estará tor-
nando o texto menos conciso.
d. A substituição da expressão “o mesmo” por “o tex-
to”, em “A secretária redigiu um memorando. Espe-
ro que o mesmo agrade aos interessados”, tornaria 
esse trecho mais claro e preciso.
e. A frase “O jornal deu a notícia em primeira mão” 
ficaria mais precisa se a forma verbal “deu” fosse 
substituída por publicou, que é mais específica 
para o contexto.
f. No trecho “Era um excelente médico. Todos os 
seus pacientes o adoravam”, o uso do termo clien-
tes no lugar de “pacientes” seria mais adequado, 
pois imprimiria mais precisão à frase.
GABARITO: C, E, C, C, C, E
12. (CESPE) Considerando os princípios de redação de 
expedientes, julgue os itens a seguir.
1) O tratamento que deve ser dado aos assuntos que 
constam das comunicações oficiais deve ser im-
pessoal: todavia, são estimuladas as impressões 
individuais de quem comunica.
2) Com a finalidade de padronização, à redação de 
comunicações oficiais foram incorporados proce-
dimentos rotineiros ao longo do tempo, como as 
formas de tratamentoe de cortesia e a estrutura 
dos expedientes.
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3) Os expedientes oficiais cuja finalidade precípua é 
informar com clareza e objetividade, empregando 
a linguagem adequada, têm caráter normativo, es-
tabelecem regras para a conduta dos cidadãos ou 
regulam o funcionamento dos órgãos públicos.
4) A concisão, sinônimo de prolixidade, é uma quali-
dade de qualquer texto técnico e uma característica 
de texto oficial, que exige do redator essencialmen-
te conhecimento do assunto sobre que escreve, 
uma vez que raramente há tempo disponível para 
revisar o texto.
5) O domínio da redação de expedientes oficiais é 
aperfeiçoado em decorrência da experiência pro-
fissional; muitas vezes a prática constante faz que 
o assunto se torne de conhecimento generalizado.
GABARITO: E, C, C, E, E
13. Levando em consideração as características da cor-
respondência oficial, julgue os itens abaixo.
1) A padronização dos expedientes resulta em preju-
dicial impessoalidade.
2) Impessoalidade significa o servidor/funcionário/
empregado elaborar uma comunicação em nome 
do serviço público, evitando impressões pessoais.
3) A concisão é a qualidade que consiste em comu-
nicar uma ideia/pensamento com o mínimo de pa-
lavras.
4) Nas comunicações oficiais a norma gramatical está 
acima de tudo, até mesmo da simplicidade, para 
garantir o tom cerimonioso dos atos públicos.
5) Observa-se a linguagem culta sem deixar de em-
pregar os termos técnicos próprios da administra-
ção pública, o chamado jargão burocrático.
GABARITO: E, C, C, E, E
14. Numa mensagem administrativa deve(m) evitar-se:
a. as marcas de pessoalidade;
b. a transparência semântica dos vocábulos;
c. a inteligibilidade do que é veiculado;
d. a concisão da expressão;
e. a clareza expositiva.
GABARITO: a
15. (CESGRANRIO) De acordo com o Manual de Redação 
da Presidência da República, a clareza é a qualidade 
básica de todos os textos oficiais. Para tal, concorrem 
algumas características, EXCETO
a. a formalidade e a padronização, que possibilitam a 
imprescindível uniformidade dos textos.
b. a concisão, que faz desaparecer do texto os exces-
sos linguísticos que a ele nada acrescentam.
c. a impessoalidade, que evita a duplicidade de inter-
pretações que poderia decorrer de um tratamento 
personalista dado ao texto.
d. o emprego do mínimo de palavras para informar o 
máximo, o que significa eliminar passagens subs-
tanciais do texto para reduzi-lo em tamanho.
e. o uso do padrão culto de linguagem, em princípio, 
de entendimento geral e por definição avesso a 
vocábulos de circulação restrita, como a gíria e o 
jargão.
GABARITO: d
16. (FGV) Com base no Manual de Redação da Presidên-
cia da República, analise as afirmativas a seguir:
I – A concisão é antes uma qualidade do que uma ca-
racterística do texto oficial. Conciso é o texto que 
consegue transmitir um máximo de informações 
com um mínimo de palavras. Para que se redija 
com essa qualidade, é fundamental que se tenha, 
além de conhecimento do assunto sobre o qual se 
escreve, o necessário tempo para revisar o texto 
depois de pronto. É nessa releitura que muitas ve-
zes se percebem eventuais redundâncias ou repe-
tições desnecessárias de ideias.
II – O esforço de sermos concisos atende, basicamen-
te, ao princípio de economia linguística, à mencio-
nada fórmula de empregar o mínimo de palavras 
para informar o máximo. Não se deve de forma al-
guma entendê-la como economia de pensamento, 
isto é, não se devem eliminar passagens substan-
ciais do texto no afã de reduzi-lo em tamanho. Tra-
ta-se, exclusivamente, de cortar palavras inúteis, 
redundâncias, passagens que nada acrescentem 
ao que já foi dito.
III – A clareza deve ser a qualidade básica de todo texto 
oficial. Pode-se definir como claro aquele texto que 
possibilita imediata compreensão pelo leitor. No 
entanto, a clareza não é algo que se atinja por si 
só: ela depende estritamente das demais caracte-
rísticas da redação oficial.
Assinale:
a. se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
b. se todas as afirmativas estiverem corretas.
c. se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
d. se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
e. se nenhuma afirmativa estiver correta.
GABARITO: b
17. (CESPE) Julgue os itens que se seguem, referentes 
aos níveis da comunicação.
1) A comunicação acima/ascendente é entendida 
como aquela que se direciona aos superiores hie-
rárquicos e a profissionais de outra instituição.
2) Textos direcionados aos profissionais que traba-
lham sob a gerência/chefia de quem escreve ca-
racterizam-se como textos de nível de comunica-
ção denominado abaixo/descendente.
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3) O profissional, em um texto dirigido a seus superio-
res, ao se referir a ações que ele próprio executa, 
deve utilizar qualquer uma das formas verbais a 
seguir: solicita, propõe, informa, decide, autoriza.
4) Por questão de polidez, quando se dirige a seus 
subordinados, o profissional deve evitar, em seu 
texto, o emprego de palavras como proíbe e ad-
verte.
GABARITO: C, C, E, E
18. (FGV) Com base no Manual de Redação da Presidên-
cia da República e no Manual de Elaboração de Textos 
do Senado Federal, analise as afirmativas a seguir:
I – Ao elaborar pronunciamentos, proposições legis-
lativas, pareceres, estudos ou notas técnicas, o 
consultor há de ter em mente que o texto a redigir 
deve ser compreendido e aprovado pelo destina-
tário, mesmo porque resulta, quase sempre, de 
solicitação por este formulada. Daí a necessidade 
de uma interação equilibrada e harmoniosa entre a 
Consultoria e quem lhe solicita o trabalho.
II – Se o uso sistemático de figuras de retórica é ad-
missível nas peças literárias e nos discursos, que 
amiúde se utilizam de linguagem refinada e gran-
diloquente, ele se revela inadequado à redação de 
textos técnicos e legais, que devem primar pela 
clareza e objetividade.
III – O princípio constitucional da publicidade, que tam-
bém rege a feitura das leis, está longe de esgotar-
-se na mera publicação do texto, estendendo-se, 
ainda, ao alcance delas por todo e qualquer cida-
dão.
Assinale:
a. se todas as afirmativas estiverem corretas.
b. se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
c. se somente as afirmativas II e III estiverem corre-
tas.
d. se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
e. e nenhuma afirmativa estiver correta.
GABARITO: a
19. (CESPE) Com base nas orientações do Manual de 
Redação da Presidência da República, julgue os 
itens subsequentes.
1) O seguinte trecho introdutório de comunicação ofi-
cial atende ao objetivo de mero encaminhamento 
de documento e ao requisito de uso do padrão cul-
to da linguagem: Encaminho, em anexo, para exa-
me e pronunciamento, cópia do projeto de moder-
nização de técnicas agrícolas no estado do Espírito 
Santo.
2) O emprego de vocabulário técnico de conhecimen-
to específico dos profissionais do serviço público 
facilita a elaboração dos textos oficiais e, conse-
quentemente, o seu entendimento pelo público geral.
GABARITO: C, E
20. (FGV) Com base no Manual de Redação da Presidên-
cia da República e no Manual de Elaboração de Textos 
do Senado Federal, assinale a afirmativa incorreta.
a. Devem-se escolher termos que tenham o mesmo 
sentido e significado em todo o território nacional 
ou na maior parte dele, evitando o emprego de ex-
pressões regionais ou locais.
b. É necessário articular a linguagem comum ou téc-
nica para a perfeita compreensão da ideia veicula-
da no texto.
c. É necessário usar as palavras e expressões em 
seu sentido comum, salvo quando o assunto for de 
natureza técnica, hipótese em que se empregarão 
a nomenclatura e terminologia próprias da área.
d. Preferencialmentedeve-se manifestar o pensa-
mento ou a ideia com as mesmas palavras, poden-
do-se empregar a sinonímia com propósito estilís-
tico.
e. Deve-se atentar para a construção de orações na 
ordem direta, evitando preciosismos, neologismos, 
intercalações excessivas, jargão técnico, lugares 
comuns, modismos e termos coloquiais.
GABARITO: d
21. (CESPE) A respeito da redação de atos normativos, 
julgue os itens a seguir.
1) Um texto normativo deve dirigir-se sempre a pes-
soas de nível intelectual alto e homogêneo; por-
tanto, para compreender o vocabulário utilizado, 
muitas vezes, o cidadão comum tem de recorrer à 
consulta a dicionário.
2) Um documento a um departamento deve ser um 
texto impecável. No entanto, quem escreve um 
simples recado a um interlocutor com pouca esco-
laridade não precisa estar atento a certos aspectos 
linguísticos, como, por exemplo, a correção grama-
tical.
3) O emissor de uma mensagem, ao incorrer em ina-
dequação vocabular ou rebuscamento, poderá não 
produzir o efeito pretendido no receptor, que, por 
não entender o teor da mensagem, ficará obrigado 
a novos contatos, a novas consultas.
4) Quem escreve deve evitar a tautologia, que consis-
te na repetição de palavras com o mesmo sentido.
5) Em resposta a uma consulta, o redator deve preo-
cupar-se em responder apenas àquilo que lhe foi 
perguntado, sem considerar outras possíveis dúvi-
das do consulente.
6) Na resposta a uma consulta, os aspectos positivos 
de uma situação devem ser apresentados antes 
dos negativos.
GABARITO: E, E, C, C, E, C
22. (FGV) Assinale a alternativa incorreta quanto ao uso 
de maiúsculas e minúsculas, segundo o Manual de 
Elaboração de Textos do Senado Federal.
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a. Moro na Capital.
b. Procure o Decreto-Lei 292.
c. O governante se comportou como um Nero.
d. Eles estudaram no Colégio Pedro II.
e. Devemos reler O Espírito das Leis, de Montesquieu.
GABARITO: c
eunasciemoitentaesete.blogspot.com
23. (FGV) A respeito do Manual de Redação da Presidên-
cia da República, analise os itens a seguir:
I – A redação oficial deve caracterizar-se pela impes-
soalidade, uso do padrão culto de linguagem, cla-
reza, concisão, formalidade e uniformidade. Além 
disso, incorporam-se os jargões jurídicos.
II – A transparência do sentido dos atos normativos, 
bem como sua inteligibilidade, são requisitos do 
próprio Estado de Direito: é inaceitável que um tex-
to legal não seja entendido pelos cidadãos.
III – Além de atender à disposição constitucional, a for-
ma dos atos normativos obedece a certa tradição. 
Há normas para sua elaboração que remontam 
ao período de nossa história imperial, como, por 
exemplo, a obrigatoriedade de que se aponha, ao 
final desses atos, o número de anos transcorridos 
desde a Independência. Essa prática foi mantida 
no período republicano.
Assinale:
a. se somente os itens I e III estiverem corretos.
b. se nenhum item estiver correto.
c. se todos os itens estiverem corretos.
d. se somente os itens II e III estiverem corretos.
e. se somente os itens I e II estiverem corretos.
GABARITO: d
24. (CESPE) Sobre a redação de textos oficiais, julgue o 
próximo item.
1) As comunicações oficiais devem ser padronizadas 
e, para isso, o uso do padrão oficial de linguagem 
é imprescindível.
GABARITO: E
25. (CESPE) Julgue os itens que se seguem, referentes à 
correspondência oficial.
1) A redação oficial, ou seja, a maneira pela qual o 
Poder Público redige os atos normativos e comu-
nicações, caracteriza-se pela linguagem formal e 
pela padronização e uniformidade dos documentos 
emitidos.
GABARITO: C
26. A redação oficial deve ser isenta da interferência da 
individualidade de quem a elabora. É necessário ex-
plicitar, desenvolver, esclarecer, precisar os termos 
técnicos, o significado das siglas e abreviações e os 
conceitos específicos que não possam ser dispensa-
dos. A revisão atenta exige tempo. A pressa quase 
sempre compromete a clareza. Não se deve proceder 
à redação de um texto que não seja seguida por sua 
revisão, já que a publicidade e a impessoalidade são 
princípios fundamentais de toda Administração Públi-
ca e essas características devem igualmente nortear a 
elaboração dos atos e comunicações oficiais. Em vista 
disso, tem-se também a necessidade de se empregar 
determinado nível de linguagem nos atos e expedien-
tes oficiais. 
Tendo tais princípios por referência, julgue os itens.
1) De acordo com o uso que se faça tanto da língua 
escrita como da falada, ela compreende diferentes 
níveis. Por exemplo, em uma carta a um amigo, 
pode-se empregar determinado padrão de lingua-
gem que reúna expressões extremamente pesso-
ais ou coloquiais; em um parecer, é natural que se 
empregue um vocabulário técnico correspondente. 
2) O enunciador de um texto sempre deve escolher a 
variação linguística mais adequada à situação em 
que fala ou escreve, ou seja, ao contexto. E o leitor 
competente percebe essa adequação.
3) Nos textos oficiais, por seu caráter impessoal, por 
sua finalidade de informar com o máximo de clare-
za e concisão, admite-se tanto o uso da variedade 
culta da língua quanto da variedade coloquial.
4) Em um texto oficial, há, portanto, que se observar 
as regras da gramática formal e o emprego de um 
vocabulário comum ao conjunto dos usuários do 
idioma. A necessidade de uso da escrita culta na 
redação oficial exige preciosismo na linguagem, o 
que, aliás, é uma qualidade no texto. 
5) Como enfatiza o Manual de Redação da Presi-
dência da República, a linguagem culta situa-se 
“acima das diferenças lexicais, morfológicas ou sin-
táticas regionais, dos modismos vocabulares, das 
idiossincrasias linguísticas, permitindo que todos 
os cidadãos possam compreender a mensagem”.
GABARITO: C, E, E, E, C
27. (CESPE) Em relação às exigências da redação de cor-
respondências oficiais, julgue os itens que se seguem.
1) O trecho a seguir está adequado e correto para 
compor um memorando: Nos termos do “Progra-
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ma de modernização e informatização da Agência 
Nacional de Saúde Suplementar”, solicito a Vossa 
Senhoria a instalação de dois novos computado-
res no setor de protocolo para atender à demanda 
e melhorar a qualidade dos serviços prestados ao 
público. 
2) O trecho a seguir está adequado e correto para 
compor um ofício: Viemos informar que vamos es-
tar enviando oportunamente os relatórios solicita-
dos via email, com todas as informações referentes 
ao desenvolvimento das auditorias citadas.
GABARITO: C, E
28. Em 2002, devido à Lei Complementar n. 95, de 26 
de fevereiro de 1998, ao Decreto no 4.176, de 28 de 
março de 2002, e a outras alterações constitucionais 
ocorridas nesse período, ocorreu a segunda edição do 
Manual de Redação da Presidência da República.
Tendo esse Manual e seu uso nos órgãos públicos por 
referência, julgue os seguintes itens.
1) Muitos manuais de redação utilizados em órgãos 
públicos respaldam-se no Manual de Redação da 
Presidência da República, principalmente no que 
tange à parte da legislação nacional, porém não há 
uma coincidência de padronização em todos os as-
pectos textuais. 
2) Uma vez atendidas às principais imposições le-
gais, os órgãos públicos usufruem de autonomia 
na composição de certas normas para redigir seus 
atos e expedientes oficiais. Existem, portanto, 
quando comparados documentos de diversos ór-
gãos, algumas diferenças de diagramação ou de 
estrutura nos seus expedientes.
3) É necessário que o escritor atente-se para a pa-
dronização específica do órgão no qual trabalha, 
deixando de lado as regras estabelecidas pelo Ma-
nual. 
4) Quando se verifica as características específicas 
de algumas comunicações oficiais, deve-se atentar 
para o modelo original apresentadopelo Manual 
e verificar se esse se constitui uma possibilidade 
textual, já que o mais importante é aquele utilizado 
pelo órgão local.
GABARITO: C, C, E, E
29. “Não se concebe que um ato normativo de qualquer 
natureza seja redigido de forma obscura, que dificulte 
ou impossibilite sua compreensão” (Manual de reda-
ção da presidência da República, 2ª. ed. 2002).
Segundo esse segmento, assinale a alternativa que 
NÃO colabora para a obscuridade de uma mensagem 
é:
a. a ambiguidade de certos termos;
b. a troca de uma palavra por um sinônimo;
c. a confusão entre parônimos;
d. a excessiva inversão de termos;
e. o emprego de vocabulário incomum.
GABARITO: b
30. (CESPE) Com base no Manual de Redação da Presi-
dência da República, julgue os itens seguintes, refe-
rentes a adequação da linguagem, formato e caracte-
rísticas da correspondência oficial.
1) Formalidade de tratamento, clareza datilográfica, 
correta diagramação do texto e utilização de papéis 
de mesma espécie são necessárias para a unifor-
midade das comunicações oficiais.
2) Na redação oficial, a impessoalidade refere-se ao 
emprego adequado de estruturas formais, como a 
utilização de pronomes de tratamento para deter-
minada autoridade, à polidez e à civilidade no en-
foque dado ao assunto que se pretende comunicar. 
3) Nas comunicações oficiais, o agente comunicador 
é o serviço público, e o assunto relaciona-se às 
atribuições do órgão ou da entidade que comunica, 
devendo a correspondência oficial estar isenta de 
impressões individuais do remetente do documen-
to, para a manutenção de certa uniformidade entre 
os documentos emanados de diferentes setores da 
administração.
GABARITO: C, E, C
31. (CESPE) Com base no Manual de Redação da Presi-
dência da República, julgue os itens seguintes.
1) Não é permitido, na redação de documento oficial, 
o uso de linguagens escritas típicas de redes 
sociais na Internet, haja vista que são variedades 
de uso restrito a determinados grupos e círculos 
sociais. 
1) No que se refere ao emprego de consoantes, o re-
ferido manual apresenta o termo “extensão” como 
ato ou efeito de “estender”, apesar da diferença de 
grafia. 
2) O domínio do padrão culto da língua é fator sufi-
ciente para garantir a concisão no texto redigido 
— qualidade inerente aos documentos oficiais —, 
evitando-se, desse modo, a necessidade de revi-
são textual. 
GABARITO: C, C, E
32. (CESPE) Acerca da redação de correspondências ofi-
ciais, julgue os itens seguintes.
1) A redação oficial, maneira como atos e comuni-
cações são elaborados pelo poder público, deve 
orientar-se por princípios dispostos na Constituição 
Federal, tais como impessoalidade e publicidade.
GABARITO: C
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33. (CESPE) Acerca das características gerais dos diver-
sos tipos de comunicação oficial, julgue os itens se-
guintes.
1) Comunicações oficiais, utilizadas para a comu-
nicação entre órgãos do serviço público ou entre 
órgãos do serviço público e o público em geral, po-
dem ser emitidas tanto pela administração pública 
quanto pelos cidadãos.
GABARITO: E
34. (CESPE) Julgue os itens a seguir com base nas pres-
crições do Manual de Redação da Presidência da 
República para a elaboração de correspondências 
oficiais. 
1) O trecho a seguir estaria gramaticalmente correto e 
adequado para constituir parte de um ofício: Tenho 
a maior honra de encaminharmos ao TCE/RO, por 
meio desta mensagem, os demonstrativos geren-
ciais da aplicação mensal e acumulada das recei-
tas resultantes de impostos e transferências cons-
titucionais em ações e serviços públicos de saúde 
referente ao mês de maio do exercício corrente.
2) O trecho a seguir apresenta-se gramaticalmen-
te correto e adequado para constituir parte de 
um ofício: Vimos informar que já expirou o prazo 
para publicação do Relatório de Gestão Fiscal do 
primeiro quadrimestre do exercício corrente, para 
municípios com mais de 50.000 habitantes. As ad-
ministrações municipais têm dez dias para justificar 
o atraso na publicação.
3) O trecho a seguir estaria correto e adequado para 
constituir parte de um memorando: Segue cópia do 
Relatório Resumido da Execução Orçamentária do 
município XYZ referente ao segundo bimestre do 
exercício corrente.
GABARITO: E, C, C
35. (CESPE) À luz das orientações constantes no Manual 
de Redação da Presidência da República, julgue os 
itens a seguir.
1) A obrigatoriedade do uso do padrão culto da língua 
e o requisito de impessoalidade são incompatíveis 
com o emprego da linguagem técnica nas comuni-
cações oficiais.
2) Admite-se o registro de impressões pessoais na re-
dação oficial, desde que o assunto seja de interes-
se público e expresso em linguagem formal. 
3) A concisão, que consiste no respeito ao princípio 
da economia linguística, é uma característica fun-
damental em telegramas, modalidade dispendiosa 
de comunicação.
GABARITO: E, E, C
36. (FUNCAB – com adaptações) O princípio constitu-
cional da Administração Pública que a obriga a tratar 
todos os administrados sem discriminações benéficas 
ou detrimentosas é o da:
a. impessoalidade.
b. legalidade.
c. concisão.
d. uniformidade.
e. formalidade.
GABARITO: a
37. (FUNCAB) Assinale a opção INCORRETA com relação 
ao uso do verbo na construção da frase.
a. Mais de uma pessoa faltou à reunião marcada na 
semana passada.
b. Poucos de nós aceitarão a decisão sem contestar.
c. Sucedeu naquela época acontecimentos inexplicá-
veis.
d. Deve fazer uns dez anos que o diretor foi demitido.
e. Cem milhões de dólares é muito dinheiro para este 
projeto.
GABARITO: d
(CESPE) A democracia já não se reduz a uma esperança, não 
é mais uma questão, não é apenas um direito, não é somente o 
apanágio de uma cidade ilustrada como Atenas, ou de um grande 
povo como o romano: é mais, é tudo nas sociedades modernas. 
De mera previsão, converteu-se em fato; de opinião controversa, 
transformou-se em realidade viva; deixou de ser puro direito para 
ser direito e força; passou de simples fenômeno local a lei univer-
sal e onipotente. 
Enquanto alguns discutem ainda se ela deve ser, já ela 
é. Como o crescer silencioso, mas incessante, do fluxo 
do oceano, sobe e espraia-se calada, mas continua-
mente. Cada onda que se aproxima, e recua depois, 
estende os limites do poderoso elemento. Os espíritos 
que não veem muito deixam-se dormir, entretanto, re-
costados indolentemente à margem que as águas não 
tardarão em invadir, porque a enchente cresce linha a 
linha sem que a percebam, e, como a onda retrocede 
sempre, parece-lhes que, retrocedendo, perdeu todo 
o terreno vencido. Embora alguma onda mais impe-
tuosa, como que os advertindo, jogue de longe sobre 
eles a espuma. Riem dela, porque a veem retrair-se 
logo após; persuadidos de que têm subjugado o oce-
ano quando mandam pelos seus serviçais antepor-lhe 
a cautela de algum quebra-mar que dure pela vida de 
uma ou duas gerações. Cuidam ter desse modo se-
gurado a sua casa e o futuro dos filhos. Mas o frágil 
anteparo, minado pela ação imperceptível das águas, 
esboroa-se um bom dia, malogrando-lhes os cálculos, 
quando não mais que isso. 
A aristocracia teve a sua época e passou. A realeza 
teve a sua, e extinguiu-se também. Chegou a vez da demo-
cracia, e esta permanecerá para sempre. Por quê? Porque 
a aristocracia era a sujeição de todos a poucos, era o pri-
vilégio, a hereditariedade, que, na propriedade individual, 
é legítima, por ser consequência do trabalho, mas que, em 
política, é absurda, porque exclui do governo a vontade dos 
governados e submete o merecimento à incapacidade. A 
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realeza também era o privilégio, ainda mais restrito, mais 
concentrado, personificado em um indivíduo, circunscrito a 
uma família. A democracia,essa é a negação das castas, 
das exclusões arbitrárias, e a consagração do direito: por 
isso, não morre.
Rui Barbosa. Obras completas de Rui Barbosa.
Vol. I (1865-1871), tomo I, p. 19-20. Internet:
<www.casaruibarbosa.gov.br> (com adaptações).
Julgue o item, relativo às ideias e a aspectos linguísti-
cos do texto acima.
38. A linguagem empregada no texto é adequada à corres-
pondência oficial, com exceção da utilizada no segun-
do parágrafo, em que predomina a conotação.
GABARITO: E
39. (CESPE) Com base nas regras de redação de corres-
pondências oficiais, julgue o item que se segue.
1) A linguagem desse tipo de texto deve ser formal, 
impessoal, clara e concisa, características decor-
rentes da submissão dos documentos oficiais aos 
princípios da administração pública.
GABARITO: C
skinfiless.blogspot.com
NÚMEROS
As datas precisam ser escritas por extenso, da seguinte 
forma: 2 de maio de 1991. Como se vê, o dia deve vir escrito 
por algarismo arábico, sem ser precedido por zero: 2 e não 
02. Quando se tratar de primeiro dia do mês, deve-se uti-
lizar o algarismo 1 seguido do símbolo de número ordinal: 
Por exemplo, 1º de junho de 1991; a indicação do ano, ao 
contrário do número das leis, não deve conter ponto entre a 
casa do milhar e da centena: 1991 e não 1.991; Contraria-
mente, ao designar o número do texto legal (leis, decretos, 
portarias etc.) deve haver separação por ponto: Lei n. 4.860, 
de 26 de novembro de 1965.
Os numerais devem ser escritos observando-se estes 
dois casos: se o número a ser escrito é composto por uma 
só palavra, então devem ser escritos por extenso: quinze, 
trezentos, mil, etc. Quando, porém, for constituído de mais 
de uma palavra, deve ser grafados em algarismos 25, e não 
vinte e cinco; 141 e não cento e quarenta e cinco. Aplica-
-se a mesma regra para numerais que indiquem porcenta-
gem. A diferença é que, sendo por extenso, a expressão “por 
cento” será grafada por extenso: quinze por cento, cem por 
cento. Se, porém, a escrita do número for com algarismo, 
deve então vir com o símbolo “%”: 142%, 57%. O Manual 
de Redação da Presidência da República ainda dispensa a 
grafia por extenso após a indicação em algarismos: 25% e 
não 25% (vinte e cinco por cento).
Os valores monetários devem ser expressos em alga-
rismos, seguidos da indicação, por extenso, entre parênte-
ses: R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais).
SIGLAS, ACRÔNIMOS E ABREVIATURAS: DEFINIÇÃO E USO
No nosso dia a dia, percebemos o uso de palavras na 
forma reduzida em textos, placas, documentos oficiais etc. 
Esse fenômeno é um recurso percebido nas diversas lín-
guas existentes como uma forma de economia linguística, 
que visa a facilitar a memorização de conceitos com nomes 
normalmente longos e cujo uso demasiado nos textos torna-
-se cansativo, entre outros motivos. Vejam alguns exemplos: 
IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacio-
nal), UNESCO (United Nations Educational, Scientific and 
Cultural Organisation), FARC (Fuerzas Armadas Revolucio-
narias de Colômbia), Sr. (Senhor), Radar (Radio Detecting 
and Ranging).
Como vemos, existe mais de um mecanismo para a 
redução de palavras. Cardero (2006, p.1) registra que, com 
o avanço dos meios eletrônicos de comunicação, as formas 
reduzidas são utilizadas em larga escala. Araújo e Gomez 
(2007, p.3) assinalam a existência de formas reduzidas com 
frequência em vários artigos na área de cardiologia, como 
AVE (Acidente Vascular Encefálico), HÁ (Hipertensão Arte-
rial).
O processo de formação de termos por meio de redu-
ção de algumas das suas partes é denominado redução. 
Nesse processo, há a construção de abreviações, abreviatu-
ras, acrônimos e siglas.
Segundo Antônio Houaiss (1967, p.122), abreviações 
são reduções braquigráficas, de valor circunstancial, variá-
vel de obra para obra, de autor para autor, em função da 
frequência de certos vocábulos empregado, reduzidos por 
economia. A abreviação é o processo pelo qual a forma de 
uma palavra se reduz, tornando-se uma unidade mais facil-
mente memorizável e utilizável. Por exemplo: otorrino por 
otorrinolaringologista, ou adj. por adjetivo.
As abreviaturas seguem os mesmo princípios que as 
abreviações com a diferença de serem formas fossiliza-
das, com base em Houaiss (1967, p.152). Elas podem estar 
representadas por letras maiúsculas e minúsculas. Por 
exemplo: Sr. Para senhor.
Os acrônimos são palavras formadas pela combinação 
de segmentos de palavras que compõem um nome ou título. 
Alguns estudiosos de língua afirmam que é uma unidade for-
mada de letras ou grupos de letras, que se pronunciam como 
uma palavra, isto é, tem estrutura silábica própria da língua 
na qual se forma. Sendo assim, acrônimos não somente as 
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estruturas formadas por segmentos, mas também as estru-
turas formadas pelas letras iniciais dos termos compostos, 
desde que sejam pronunciadas com um padrão silábico da 
língua. Por exemplo: Bradesco para Banco Brasileiro de 
Descontos S.A. 
As siglas são unidades formadas pela combinação das 
letras iniciais de várias palavras que constituem uma expres-
são, conforme Cabré (1993), quer dizer, as siglas caracte-
rizam-se pelo fato de serem unidades construídas a partir 
da junção das iniciais de palavras que, por si, constitui uma 
denominação.
Em geral, as siglas correspondem aos nomes intitu-
lativos, oficiais, nacionais ou internacionais, normalmente 
longos, cujo uso repetitivo em textos e nos discursos torna-
-se enfadonho, cansativo e pouco econômico, com base em 
Houaiss (1967, p.168), fato bastante frequente no mundo 
moderno, pode funcionar como ‘palavra’, independente-
mente do idioma.
Ao analisar siglas e acrônimos, segundo o que foi 
exposto, verificamos traços muito similares, mas não equi-
valentes, entre esse tipo de unidade. Como traço distin-
tivo, podemos destacar o aspecto fonológico, pois o fato 
de algumas siglas possuírem padrão silábico da língua em 
que são usadas, classificam-nas também como acrônimos. 
Por exemplo: ONU (Organização das Nações Unidas), SIG 
(Setor de Indústrias Gráficas) são considerados acrônimos 
quanto ao aspecto fonológico, por se adequarem ao padrão 
silábico do português, mas, se classificados considerando 
o aspecto gráfico, serão siglas por terem a formação com-
posta pelas letras iniciais de cada elemento do termo com-
posto.
Agora que você sabe a diferenças entre SIGLAS, 
ACRÔNIMOS e ABREVIATURAS, nós indicamos como 
estas devem ser registradas em documentos oficiais:
• em geral, não se coloca ponto nas siglas e acrônimos;
• grafam-se em caixa alta as siglas: FGTS (Fundo de 
Garantia por Tempo de Serviço), DOU ( Diário Ofi-
cial da União);
• grafam-se em caixa alta e em caixa baixa os acrô-
nimo: Cohab (Companhia de Habitação Popular), 
Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos 
Recursos Naturais Renováveis, Embrapa (Empresa 
Brasileira de Pesquisa Agropecuária)
• siglas e acrônimos devem vir precedidos de res-
pectivo significado e de travessão em sua primeira 
ocorrência no texto (ex.: Diário Oficial do Estado – 
DOE).
Fazemos a ressalva de que embora haja a distinção 
entre estas formas de redução, muitas vezes, o uso se 
impõe à regra, desse modo é aconselhado que o servidor 
faça uma pesquisa e verifique como os nomes reduzidos, 
sejam siglas, sejam acrônimos ou abreviaturas estão regis-
trados na terminologia oficial.
LEI COMPLEMENTAR N. 95, DE 26 DE FEVEREIRO DE 1998
historiofobia.blogspot.com
Dispõe sobre a elaboração, a redação, a alteração e a 
consolidação das leis, conforme determina o parágrafo único 
do art. 59 da Constituição Federal, e estabelece normas para 
a consolidação dos atos normativos que menciona.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o 
Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinteLei 
Complementar:
CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
Art. 1º A elaboração, a redação, a alteração e a conso-
lidação das leis obedecerão ao disposto nesta Lei Comple-
mentar.
Parágrafo único. As disposições desta Lei Complemen-
tar aplicam-se, ainda, às medidas provisórias e demais atos 
normativos referidos no art. 59 da Constituição Federal, bem 
como, no que couber, aos decretos e aos demais atos de 
regulamentação expedidos por órgãos do Poder Executivo.
Art. 2º (Vetado)
§1º (Vetado)
§2º Na numeração das leis serão observados, ainda, os 
seguintes critérios:
I – as emendas à Constituição Federal terão sua nume-
ração iniciada a partir da promulgação da Constituição;
II – as leis complementares, as leis ordinárias e as leis 
delegadas terão numeração sequencial em continuidade às 
séries iniciadas em 1946.
CAPÍTULO II
DAS TÉCNICAS DE ELABORAÇÃO, REDAÇÃO 
E ALTERAÇÃO DAS LEIS
Seção I
Da Estruturação das Leis
Art. 3º A lei será estruturada em três partes básicas:
I – parte preliminar, compreendendo a epígrafe, a 
ementa, o preâmbulo, o enunciado do objeto e a indicação 
do âmbito de aplicação das disposições normativas;
II – parte normativa, compreendendo o texto das 
normas de conteúdo substantivo relacionadas com a maté-
ria regulada;
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III – parte final, compreendendo as disposições per-
tinentes às medidas necessárias à implementação das 
normas de conteúdo substantivo, às disposições transitó-
rias, se for o caso, a cláusula de vigência e a cláusula de 
revogação, quando couber.
Art. 4º A epígrafe, grafada em caracteres maiúscu-
los, propiciará identificação numérica singular à lei e será 
formada pelo título designativo da espécie normativa, pelo 
número respectivo e pelo ano de promulgação.
Art. 5º A ementa será grafada por meio de caracteres 
que a realcem e explicitará, de modo conciso e sob a forma 
de título, o objeto da lei.
Art. 6º O preâmbulo indicará o órgão ou instituição 
competente para a prática do ato e sua base legal.
Art. 7º O primeiro artigo do texto indicará o objeto da lei 
e o respectivo âmbito de aplicação, observados os seguintes 
princípios:
I – excetuadas as codificações, cada lei tratará de um 
único objeto;
II – a lei não conterá matéria estranha a seu objeto ou 
a este não vinculada por afinidade, pertinência ou conexão;
III – o âmbito de aplicação da lei será estabelecido de 
forma tão específica quanto o possibilite o conhecimento 
técnico ou científico da área respectiva;
IV – o mesmo assunto não poderá ser disciplinado por 
mais de uma lei, exceto quando a subsequente se destine a 
complementar lei considerada básica, vinculando-se a esta 
por remissão expressa.
Art. 8º A vigência da lei será indicada de forma expressa 
e de modo a contemplar prazo razoável para que dela se 
tenha amplo conhecimento, reservada a cláusula “entra em 
vigor na data de sua publicação” para as leis de pequena 
repercussão.
Art. 9º Quando necessária a cláusula de revogação, 
esta deverá indicar expressamente as leis ou disposições 
legais revogadas.
Seção II
Da Articulação e da Redação das Leis
Art. 10. Os textos legais serão articulados com obser-
vância dos seguintes princípios:
I – a unidade básica de articulação será o artigo, indi-
cado pela abreviatura “Art.”, seguida de numeração ordinal 
até o nono e cardinal a partir deste;
II – os artigos desdobrar-se-ão em parágrafos ou em 
incisos; os parágrafos em incisos, os incisos em alíneas e 
as alíneas em itens;
III – os parágrafos serão representados pelo sinal grá-
fico “§”, seguido de numeração ordinal até o nono e cardinal 
a partir deste, utilizando-se, quando existente apenas um, a 
expressão “parágrafo único” por extenso;
IV – os incisos serão representados por algarismos 
romanos, as alíneas por letras minúsculas e os itens por 
algarismos arábicos;
V – o agrupamento de artigos poderá constituir Subse-
ções; o de Subseções, a Seção; o de Seções, o Capítulo; o 
de Capítulos, o Título; o de Títulos, o Livro e o de Livros, a 
Parte;
VI – os Capítulos, Títulos, Livros e Partes serão gra-
fados em letras maiúsculas e identificados por algarismos 
romanos, podendo estas últimas desdobrar-se em Parte 
Geral e Parte Especial ou ser subdivididas em partes expres-
sas em numeral ordinal, por extenso;
VII – as Subseções e Seções serão identificadas em 
algarismos romanos, grafadas em letras minúsculas e postas 
em negrito ou caracteres que as coloquem em realce;
VIII – a composição prevista no inciso V poderá também 
compreender agrupamentos em Disposições Preliminares, 
Gerais, Finais ou Transitórias, conforme necessário.
Art. 11. As disposições normativas serão redigidas com 
clareza, precisão e ordem lógica, observadas, para esse 
propósito, as seguintes normas:
I – para a obtenção de clareza:
a) usar as palavras e as expressões em seu sentido 
comum, salvo quando a norma versar sobre assunto téc-
nico, hipótese em que se empregará a nomenclatura própria 
da área em que se esteja legislando;
b) usar frases curtas e concisas;
c) construir as orações na ordem direta, evitando pre-
ciosismo, neologismo e adjetivações dispensáveis;
d) buscar a uniformidade do tempo verbal em todo o 
texto das normas legais, dando preferência ao tempo pre-
sente ou ao futuro simples do presente;
e) usar os recursos de pontuação de forma judiciosa, 
evitando os abusos de caráter estilístico;
II – para a obtenção de precisão:
a) articular a linguagem, técnica ou comum, de modo a 
ensejar perfeita compreensão do objetivo da lei e a permitir 
que seu texto evidencie com clareza o conteúdo e o alcance 
que o legislador pretende dar à norma;
b) expressar a ideia, quando repetida no texto, por meio 
das mesmas palavras, evitando o emprego de sinonímia 
com propósito meramente estilístico;
c) evitar o emprego de expressão ou palavra que con-
fira duplo sentido ao texto;
d) escolher termos que tenham o mesmo sentido e sig-
nificado na maior parte do território nacional, evitando o uso 
de expressões locais ou regionais;
e) usar apenas siglas consagradas pelo uso, observado 
o princípio de que a primeira referência no texto seja acom-
panhada de explicitação de seu significado;
f) grafar por extenso quaisquer referências feitas, no 
texto, a números e percentuais;
III – para a obtenção de ordem lógica:
a) reunir sob as categorias de agregação – subseção, 
seção, capítulo, título e livro – apenas as disposições rela-
cionadas com o objeto da lei;
b) restringir o conteúdo de cada artigo da lei a um único 
assunto ou princípio;
c) expressar por meio dos parágrafos os aspectos com-
plementares à norma enunciada no caput do artigo e as 
exceções à regra por este estabelecida;
d) promover as discriminações e enumerações por 
meio dos incisos, alíneas e itens.
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Seção III
Da Alteração das Leis
Art. 12. A alteração da lei será feita:
I – mediante reprodução integral em novo texto, quando 
se tratar de alteração considerável;
II – na hipótese de revogação;
III – nos demais casos, por meio de substituição, no 
próprio texto, do dispositivo alterado, ou acréscimo de dis-
positivo novo, observadas as seguintes regras:
a) não poderá ser modificada a numeração dos dispo-
sitivos alterados;
b) no acréscimo de dispositivos novos entre precei-
tos legais em vigor, é vedada, mesmo quando recomendá-
vel, qualquer renumeração, devendo ser utilizado o mesmo 
número do dispositivo imediatamente anterior, seguido de 
letras maiúsculas, em ordem alfabética, tantas quantas 
forem suficientes para identificar os acréscimos;
c) é vedado o aproveitamento do número de disposi-
tivo revogado, devendo a lei alterada manter essa indicação, 
seguida da expressão “revogado”;
d) o dispositivo que sofrer modificaçãode redação 
deverá ser identificado, ao seu final, com as letras NR mai-
úsculas, entre parênteses.
CAPÍTULO III
DA CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS E 
OUTROS ATOS NORMATIVOS
cristiandrovas.wordpress.com
Seção I
Da Consolidação das Leis
Art. 13. As leis federais serão reunidas em codificações 
e em coletâneas integradas por volumes contendo matérias 
conexas ou afins, constituindo em seu todo, juntamente com 
a Constituição Federal, a Consolidação das Leis Federais 
Brasileiras.
Art. 14. Ressalvada a legislação codificada e já con-
solidada, todas as leis e decretos-leis de conteúdo norma-
tivo e de alcance geral em vigor serão reunidos em coletâ-
neas organizadas na forma do artigo anterior, observados os 
prazos e procedimentos a seguir:
I – os órgãos diretamente subordinadas à Presidência 
da República e os Ministérios, no prazo de cento e oitenta 
dias, contado da vigência desta Lei Complementar, proce-
derão ao exame, triagem e seleção das leis complementa-
res, delegadas, ordinárias e decretos-leis relacionados com 
as respectivas áreas de competência, agrupando e consoli-
dando os textos que tratem da mesma matéria ou de assun-
tos vinculados por afinidade, pertinência ou conexão, com 
indicação precisa dos diplomas legais ou preceitos expressa 
ou implicitamente revogados;
II – no prazo de noventa dias, contado da vigência 
desta Lei Complementar, as entidades da administração 
indireta adotarão, quanto aos diplomas legais relacionados 
com a sua competência, as mesmas providências determi-
nadas no inciso anterior, remetendo os respectivos textos ao 
Ministério a que estão vinculadas, que os revisará e reme-
terá, juntamente com os seus, à Presidência da República, 
para encaminhamento ao Congresso Nacional nos sessenta 
dias subseqüentes ao encerramento do prazo estabelecido 
no inciso I;
III – a Mesa do Congresso Nacional adotará todas 
as medidas necessárias para, no prazo máximo de cento 
e oitenta dias a contar do recebimento dos textos de que 
tratam os incisos I e II, ser efetuada a primeira publicação da 
Consolidação das Leis Federais Brasileiras.
Art. 15. Na primeira sessão legislativa de cada legis-
latura, a Mesa do Congresso Nacional promoverá a atua-
lização da Consolidação das Leis Federais Brasileiras, 
incorporando às coletâneas que a integram as emendas 
constitucionais, leis, decretos legislativos e resoluções pro-
mulgadas durante a legislatura imediatamente anterior, 
ordenados e indexados sistematicamente.
cvj.sc.gov.br
Seção II
Da Consolidação de Outros Atos Normativos
Art. 16. Os órgãos diretamente subordinados à Presi-
dência da República e os Ministérios, assim como as enti-
dades da administração indireta, adotarão, em prazo esta-
belecido em decreto, as providências necessárias para, 
observado, no que couber, o procedimento a que se refere 
o art. 14, ser efetuada a triagem, o exame e a consolidação 
dos decretos de conteúdo normativo e geral e demais atos 
normativos inferiores em vigor, vinculados às respectivas 
áreas de competência, remetendo os textos consolidados à 
Presidência da República, que os examinará e reunirá em 
coletâneas, para posterior publicação.
Art. 17. O Poder Executivo, até cento e oitenta dias do 
início do primeiro ano do mandato presidencial, promoverá a 
atualização das coletâneas a que se refere o artigo anterior, 
incorporando aos textos que as integram os decretos e atos 
de conteúdo normativo e geral editados no último quadriê-
nio.
s203338
Realce
s203338
Realce
s203338
Realce
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CAPÍTULO IV
DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 18. Eventual inexatidão formal de norma elaborada 
mediante processo legislativo regular não constitui escusa 
válida para o seu descumprimento.
Art. 19. Esta Lei Complementar entra em vigor no prazo 
de noventa dias, a partir da data de sua publicação.
Brasília, 26 de fevereiro de 1998; 
177º da Independência e 110º da República.
FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Iris Rezende
E X E R C Í C I O S
crismapsbento.blogspot.com
1. (FGV) Com base no Manual de Elaboração de Textos 
do Senado Federal, analise as orientações a seguir:
I – Grafam-se por extenso os numerais expressos 
num único vocábulo e em algarismos aqueles que 
exigem mais de uma palavra para serem veicula-
dos. A mesma regra é válida para as percentagens, 
utilizando-se a expressão “por cento” ou o símbolo 
“%” conforme o numeral seja veiculado por uma 
ou mais palavras. O símbolo, entretanto, deve vir 
grafado imediatamente depois do algarismo, sem 
qualquer espaço em branco.
II – Especificamente para a transcrição de numerais 
acima do milhar, pode-se recorrer tanto à aproxi-
mação do número fracionário quanto ao desdobra-
mento dos termos numéricos: 23,6 milhões ou 23 
milhões e 635 mil.
III – Para maior garantia, os valores monetários devem 
ser expressos em algarismos seguidos da indica-
ção da quantia, por extenso, entre parênteses: R$ 
25.000,00 (vinte e cinco mil reais). Se o valor men-
cionado estiver localizado no final da linha, não o 
separe: coloque o cifrão em uma linha e o numeral 
na seguinte.
Assinale:
a. se somente as orientações I e III estiverem corretas.
b. se todas as orientações estiverem corretas.
c. se somente as orientações I e II estiverem corretas.
d. se somente as orientações II e III estiverem corretas.
e. se nenhuma orientação estiver correta.
GABARITO: b
2. (CESPE) Com relação a elementos estruturais de ex-
pedientes e textos normativos oficiais, julgue os itens 
subsequentes.
1) Em texto normativo, os artigos são a unidade bá-
sica para apresentação, divisão ou agrupamentos 
de assuntos; os parágrafos são disposições secun-
dárias de um capítulo, as quais explicam ou mo-
dificam a disposição principal, expressa no caput.
GABARITO: E
3. (FGV) Com base no Manual de Elaboração de Textos do Se-
nado Federal, analise as afirmativas a seguir:
I – Tanto gráficos, gravuras, ilustrações, fotografias, 
figuras, esquemas, tabelas e quadros constantes 
dos textos, como idades, datas, escores de jogos, 
veredictos e contagem de votos devem ser nume-
rados com algarismos arábicos.
II – Nenhum numeral leva hífen, incluindo postos e 
graduações da hierarquia militar e da diplomacia.
III – Não se inicia período com algarismo arábico, de-
vendo o número ser grafado por extenso, indepen-
dentemente de ser cardinal ou ordinal.
Assinale:
a. se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
b. se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
c. se nenhuma afirmativa estiver correta.
d. se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
e. se todas as afirmativas estiverem corretas.
GABARITO: a
4. (FGV) A respeito das regras para grafia de numerais, 
com base no Manual de Elaboração de Textos do 
Senado Federal, analise os itens a seguir.
I – Não se inicia período com algarismo arábico, de-
vendo o número ser grafado por extenso, indepen-
dentemente de ser cardinal ou ordinal.
II – Grafam-se por extenso os numerais expressos 
num único vocábulo e em algarismos aqueles que 
exigem mais de uma palavra para serem veicula-
dos.
III – Nas datas escritas por extenso, indicam-se o dia e 
o ano em algarismos arábicos e o mês pelo nome 
correspondente. Nas abreviadas, os três elemen-
tos são expressos em algarismos arábicos e apa-
recem separados por hífen ou barra.
Assinale:
a. se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
b. se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
c. se nenhuma afirmativa estiver correta.
d. se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
e. se todas as afirmativas estiverem corretas.
GABARITO: e
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5. (FGV) Com base no Manual de Redação da Presi-
dência da República e ao Manual de Elaboração de 
Textos do Senado Federal, analise as afirmativas a 
seguir:I – No caso de minuta de proposição legislativa, a es-
crita dos numerais obedece ao disposto no art. 11, 
II, f, da Lei Complementar 95, de 26 de fevereiro de 
1998. Assim, deve-se grafar sempre por extenso 
toda e qualquer referência a número e percentual.
II – Na hipótese da elaboração de discursos e outros 
textos destinados à leitura em voz alta, a grafia 
dos numerais é feita com a apresentação algébri-
ca dos numerais, não se permitindo o emprego de 
combinações, como a que ocorre em “10 mil e 300 
pessoas”.
III – Em textos técnicos grafam-se por extenso os nu-
merais expressos num único vocábulo e em alga-
rismos aqueles que exigem mais de uma palavra 
para serem veiculados.
Assinale:
a. se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
b. se nenhuma afirmativa estiver correta.
c. se todas as afirmativas estiverem corretas.
d. se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
e. se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
GABARITO: d
6. (FGV) Com base no Manual de Elaboração de Tex-
tos do Senado Federal, assinale a alternativa em que 
não esteja correta a indicação de horas.
a. cinco horas
b. 20h30min
c. 22 horas
d. 19h
e. 14:30h
GABARITO: e
7. (FGV) Com base no Manual de Elaboração de Textos 
do Senado Federal, analise os itens a seguir:
I – Os algarismos romanos são usados normalmente 
na indicação de séculos; reis, imperadores, papas; 
grandes divisões das Forças Armadas; congres-
sos, seminários, reuniões, e outros acontecimen-
tos repetidos periodicamente; dinastias; paginação 
de prefácio; numeração de livro, título, capítulo, 
seção e subseção de diplomas legais.
II – As frações são invariavelmente indicadas por al-
garismos numéricos se decimais, mas também 
podem ser escritas por extenso quando ambos os 
elementos designados estão entre um e nove.
III – O Código de Endereçamento Postal (CEP) consti-
tui-se obrigatoriamente de cinco dígitos, sem ponto 
nem espaço entre eles, seguidos de um hífen, mais 
três dígitos, que servem para indicar a localização 
do logradouro, sendo arábicos todos eles.
Assinale:
a. se todos os itens estiverem corretos.
b. se apenas os itens II e III estiverem corretos.
c. se apenas os itens I e II estiverem corretos.
d. se apenas os itens I e III estiverem corretos.
e. se nenhum item estiver correto.
GABARITO: a
8. (FGV) Com base nas regras sobre uso de siglas e 
acrônimos do Manual de Elaboração de Textos do 
Senado Federal, analise as afirmativas a seguir:
I – O uso de siglas e acrônimos deve ser parcimonio-
so e restringir-se àqueles já existentes e consagra-
dos.
II – As siglas e os acrônimos devem ser escritos no 
mesmo corpo do texto, sem o uso de pontos inter-
mediários ou finais.
III – Na primeira citação, a expressão designada deve 
vir escrita por extenso, de forma completa e corre-
ta, antes ou depois da sigla ou do acrônimo res-
pectivo.
Assinale:
a. se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
b. se todas as afirmativas estiverem corretas.
c. se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
d. se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
e. se nenhuma afirmativa estiver correta.
GABARITO: a
9. (FGV) Com base no Manual de Elaboração de Tex-
tos do Senado Federal, analise os itens a seguir:
I – Seja qual for o numeral empregado, os termos “ar-
tigo” e “parágrafo” devem ser grafados de forma 
abreviada: “art.” e “§” para o singular e “arts.” e “§§” 
para o plural.
II – Não se usa a forma abreviada quando as palavras 
“artigo” e “parágrafo” aparecem acompanhadas de 
adjetivo, exceção feita à abreviação “§ único”.
III – Utiliza-se o numeral ordinal abreviado para de-
signar artigos e parágrafos de leis e proposições 
legislativas até o nono, inclusive. A partir daí, em-
prega-se o algarismo arábico, seguido de ponto.
Assinale:
a. se todos os itens estiverem corretos.
b. se nenhum item estiver correto.
c. se somente os itens II e III estiverem corretos.
d. se somente os itens I e II estiverem corretos.
e. se somente os itens I e III estiverem corretos.
GABARITO: e
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MINISTÉRIO DA INTEGRAÇÃO NACIONAL
CONSELHO ADMINISTRATIVO DE DESENVOLVIMENTO 
DE REGIÃO INTEGRADA DO DISTRITO FEDERAL E 
ENTORNO (COARIDE)
CAPÍTULO
ATRIBUIÇÕES
Art. 1º O Conselho Administrativo da Região Inte-
grada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno 
(COARIDE), órgão colegiado do Ministério da Integração 
Nacional, nos termos da Lei Complementar n. 94, de 19 de 
fevereiro de 1988, e do Decreto n. 2.710, de 4 de agosto 
de 1998, alterado pelo decreto n. 3.445, de 4 de maio de 
2000, tem por finalidade:
I – coordenar as ações dos entes federados que 
compõem a RIDE, visando ao desenvolvimento 
das regiões que a integram e à redução de suas 
desigualdades regionais;
II – aprovar e supervisionar planos, programas e pro-
jetos para o desenvolvimento integrado da RIDE; 
(...)
III – coordenar a execução de programas e projetos 
de interesse da RIDE;
aprovar o seu regimento interno.
10. (CESPE) Considerando que o trecho do documento 
acima é exemplo de redação oficial de expedientes 
administrativos, julgue os itens a seguir.
1) É obrigatório o emprego das letras iniciais maiús-
culas em “Lei Complementar n. 94” e em “Decreto 
n. 2.710” porque se trata de lei e decreto especifi-
cados por número e data.
2) O respeito às regras da norma de padrão culto 
mostra que o sujeito de “tem”, na última linha do 
Art. 1º, só pode ser “O Conselho Administrativo da 
Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito 
Federal e Entorno”, que tem por sigla COARIDE.
3) O emprego de letras minúsculas iniciando cada 
inciso deve-se ao uso de dois-pontos no final do 
parágrafo que inicia o capítulo.
4) A pontuação em VII indica que se trata do último 
inciso do Art. 1º.
GABARITO: C, C, C, C
11. (FGV) Com base nas regras do Manual de Redação 
da Presidência da República acerca da redação de 
atos normativos, analise as afirmativas a seguir:
I – O parágrafo é representado pelo sinal gráfico §. 
Também em relação ao parágrafo, consagra-se a 
prática da numeração ordinal até o décimo (§ 10º) 
e cardinal a partir do parágrafo onze (§ 11). No 
caso de haver apenas um parágrafo, adota-se a 
grafia parágrafo único (ou “§ único”). Os textos dos 
parágrafos serão iniciados com letra maiúscula e 
encerrados com ponto-final.
II – Os incisos são utilizados como elementos discri-
minativos de artigo se o assunto nele tratado não 
puder ser condensado no próprio artigo ou não se 
mostrar adequado a constituir parágrafo. Os inci-
sos são indicados por algarismos romanos e as 
alíneas por letras.
III – As alíneas ou letras constituem desdobramentos 
dos incisos e dos parágrafos. A alínea ou letra será 
grafada em minúsculo e seguida de parêntese: a); 
b); c); etc. O desdobramento das alíneas faz-se 
com números cardinais, seguidos do ponto: 1.; 2.; 
etc.
Assinale:
a. se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
b. se nenhuma afirmativa estiver correta.
c. se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
d. se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
e. se todas as afirmativas estiverem corretas.
GABARITO: d
12. (FGV) Com base no Manual de Elaboração de Textos do 
Senado Federal, analise os itens a seguir:
I – O Conselho Técnico da Consultoria Legislativa do 
Senado Federal recomenda a utilização do recurso 
“marcas de revisão”, do aplicativo Word, exclusiva-
mente nos casos de minuta de parecer de medida 
provisória reeditada.
II – Como a minuta de parecer de medida provisória 
reeditada envolve, no mais das vezes, reduzida 
modificação no texto anteriormente elaborado, o 
emprego das marcas de revisão serve para dar 
destaque aos pontos alterados pela mais recente 
reedição da MPV. Com isso, economiza-se tempo 
e esforço do autor e dorevisor, que estão obriga-
dos a revisar o trabalho antes do seu encaminha-
mento.
III – Todas as alterações – inclusive as efetuadas pelo 
revisor – entrarão no rol daquelas passíveis de 
aceitação ou de rejeição. Por isso, os botões “acei-
tar todas” e “rejeitar todas” do aplicativo Word de-
verão ser utilizados com bastante cautela.
Assinale:
a. se nenhum item estiver correto.
b. se somente os itens I e II estiverem corretos.
c. se somente os itens II e III estiverem corretos.
d. se todos os itens estiverem corretos.
e. se somente os itens I e III estiverem corretos.
GABARITO: c
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13. Julgue os itens a seguir, de acordo com os critérios de 
correspondência oficial.
1) Expressam-se os numerais por extenso quando 
constituírem uma única palavra.
2) Escrevem-se os valores monetários em algaris-
mos, seguidos da indicação, por extenso, entre 
parênteses.
3) Escrevem-se as datas por extenso, com indicação 
do ano sem ponto ou espaço entre a casa do milhar 
e da centena.
4) Expressam-se os valores monetários por extenso, 
seguidos dos algarismos entre parênteses.
GABARITO: C, C, C, E 
14. (FUNCAB) Para separar os diversos itens de enuncia-
dos enumerativos em textos como os de portarias e 
regulamentos, deve-se usar:
a. ponto.
b. vírgula.
c. ponto e vírgula.
d. hífen.
e. dois pontos.
GABARITO: A
smharmon.blogspot.com
PRONOMES DE TRATAMENTO
Vejamos outros aspectos comuns a quase todas as 
modalidades de comunicação oficial: o emprego dos prono-
mes de tratamento, a forma dos fechos e a identificação do 
signatário.
Breve História dos Pronomes de Tratamento
O uso de pronomes e locuções pronominais de trata-
mento tem larga tradição na língua portuguesa. Após serem 
incorporados ao português os pronomes latinos tu e vos, 
“como tratamento direto da pessoa ou pessoas a quem se 
dirigia a palavra”, passou-se a empregar, como expediente 
linguístico de distinção e de respeito, a segunda pessoa do 
plural no tratamento de pessoas de hierarquia superior. 
“Outro modo de tratamento indireto consistiu em fingir 
que se dirigia a palavra a um atributo ou qualidade eminente 
da pessoa de categoria superior, e não a ela própria. Assim 
aproximavam-se os vassalos de seu rei com o tratamento 
de vossa mercê, vossa senhoria (...); assim usou-se o tra-
tamento ducal de vossa excelência e adotaram-se na hie-
rarquia eclesiástica vossa reverência, vossa paternidade, 
vossa eminência, vossa santidade.” 
SAID ALI, Manoel. Gramática secundária histórica 
da língua portuguesa . 3a. ed. Brasília: Ed. 
Universidade de Brasília, 1964. p. 93-94.
A partir do final do século XVI, esse modo de trata-
mento indireto já estava em voga também para os ocupan-
tes de certos cargos públicos. Vossa mercê evoluiu para 
vosmecê, e depois para o coloquial você. E o pronome vós, 
com o tempo, caiu em desuso. É dessa tradição que provém 
o atual emprego de pronomes de tratamento indireto como 
forma de dirigirmo-nos às autoridades civis, militares e ecle-
siásticas.
Concordância com os Pronomes de Tratamento
Os pronomes de tratamento (ou de segunda pessoa 
indireta) apresentam certas peculiaridades quanto à concor-
dância verbal, nominal e pronominal. Embora se refiram à 
segunda pessoa gramatical (à pessoa com quem se fala, 
ou a quem se dirige a comunicação), levam a concordân-
cia para a terceira pessoa. É que o verbo concorda com o 
substantivo que integra a locução como seu núcleo sintático: 
“Vossa Senhoria nomeará o substituto”; “Vossa Excelência 
conhece o assunto”.
Da mesma forma, os pronomes possessivos referidos a 
pronomes de tratamento são sempre os da terceira pessoa: 
“Vossa Senhoria nomeará seu substituto” (e não “Vossa ... 
vosso...”).
Já quanto aos adjetivos referidos a esses pronomes, 
o gênero gramatical deve coincidir com o sexo da pessoa 
a que se refere, e não com o substantivo que compõe a 
locução. Assim, se nosso interlocutor for homem, o correto 
é “Vossa Excelência está atarefado”, “Vossa Senhoria deve 
estar satisfeito”; se for mulher, “Vossa Excelência está atare-
fada”, “Vossa Senhoria deve estar satisfeita”.
Emprego dos Pronomes de Tratamento
Como visto, o emprego dos pronomes de tratamento 
obedece à secular tradição. São de uso consagrado:
Vossa Excelência, para as seguintes autoridades:
a) do Poder Executivo;
 – Presidente da República;
 – Vice-Presidente da República;
 – Ministros de Estado4;
 – Governadores e Vice-Governadores de Estado 
e do Distrito Federal;
 – Oficiais-Generais das Forças Armadas;
 – Embaixadores;
 – Secretários-Executivos de Ministérios e demais 
ocupantes de cargos de natureza especial;
 – Secretários de Estado dos Governos Estaduais;
 – Prefeitos Municipais.
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b) do Poder Legislativo:
 – Deputados Federais e Senadores;
 – Ministro do Tribunal de Contas da União;
 – Deputados Estaduais e Distritais;
 – Conselheiros dos Tribunais de Contas Estaduais;
 – Presidentes das Câmaras Legislativas Munici-
pais.
c) do Poder Judiciário:
 – Ministros dos Tribunais Superiores;
 – Membros de Tribunais;
 – Juízes;
 – Auditores da Justiça Militar.
O vocativo a ser empregado em comunicações dirigi-
das aos Chefes de Poder é Excelentíssimo Senhor, seguido 
do cargo respectivo:
 – Excelentíssimo Senhor Presidente da Repú-
blica,
 – Excelentíssimo Senhor Presidente do Con-
gresso Nacional,
 – Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo 
Tribunal Federal.
As demais autoridades serão tratadas com o vocativo 
Senhor, seguido do cargo respectivo:
 – Senhor Senador;
 – Senhor Juiz;
 – Senhor Ministro;
 – Senhor Governador.
No envelope, o endereçamento das comunicações diri-
gidas às autoridades tratadas por Vossa Excelência, terá a 
seguinte forma:
A Sua Excelência o Senhor
Fulano de Tal
Ministro de Estado da Justiça
70.064-900 – Brasília. DF
A Sua Excelência o Senhor
Senador Fulano de Tal
Senado Federal
70.165-900 – Brasília. DF
A Sua Excelência o Senhor
Fulano de Tal
Juiz de Direito da 10a Vara Cível
Rua ABC, n. 123
01.010-000 – São Paulo. SP
Em comunicações oficiais, está abolido o uso do trata-
mento digníssimo (DD), às autoridades arroladas na lista ante-
rior. A dignidade é pressuposto para que se ocupe qualquer 
cargo público, sendo desnecessária sua repetida evocação.
Vossa Senhoria é empregado para as demais autori-
dades e para particulares. O vocativo adequado é: Senhor 
Fulano de Tal,
No envelope, deve constar do endereçamento:
Ao Senhor
Fulano de Tal
Rua ABC, n. 123
70.123 – Curitiba. PR
Como se depreende do exemplo acima, fica dispen-
sado o emprego do superlativo ilustríssimo para as autori-
dades que recebem o tratamento de Vossa Senhoria e para 
particulares. É suficiente o uso do pronome de tratamento 
Senhor.
Acrescente-se que doutor não é forma de tratamento, 
e sim título acadêmico. Evite usá-lo indiscriminadamente. 
Como regra geral, empregue-o apenas em comunicações 
dirigidas a pessoas que tenham tal grau por terem concluído 
curso universitário de doutorado. É costume designar por 
doutor os bacharéis, especialmente os bacharéis em Direito 
e em Medicina. Nos demais casos, o tratamento Senhor 
confere a desejada formalidade às comunicações.
Mencionemos, ainda, a forma Vossa Magnificência, 
empregada por força da tradição, em comunicações dirigi-
das a reitores de universidade. Corresponde-lhe o vocativo: 
Magnífico Reitor,
Os pronomes de tratamento para religiosos, de acordo 
com a hierarquia eclesiástica, são: Vossa Santidade, em 
comunicações dirigidas ao Papa. O vocativo correspondente 
é: Santíssimo Padre, Vossa Eminência ou Vossa Eminência 
Reverendíssima, em comunicações aos Cardeais. Corres-
ponde-lhe o vocativo: Eminentíssimo Senhor Cardeal, ou 
Eminentíssimo e Reverendíssimo Senhor Cardeal,Vossa 
Excelência Reverendíssima é usado em comunicações 
dirigidas a Arcebispos e Bispos; Vossa Reverendíssima ou 
Vossa Senhoria Reverendíssima para Monsenhores, Cône-
gos e superiores religiosos. Vossa Reverência é empregado 
para sacerdotes, clérigos e demais religiosos.
E X E R C Í C I O S
1. (CESPE) No que se refere ao formato e à linguagem 
das correspondências oficiais, julgue os próximos 
itens, com base no Manual de Redação da Presidên-
cia da República.
1) Emprega-se o pronome de tratamento Ilustríssimo 
em documentos encaminhados a particulares e a 
autoridades que recebam o tratamento de Vossa 
Senhoria.
2) No envelope de endereçamento de correspondên-
cia oficial dirigida ao governador de estado, devem 
constar, além da expressão “A Sua Excelência o 
Senhor”, o nome do destinatário e o seu endereço 
completo, que pode ser substituído pelo CEP.
GABARITO: E, E
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2. (CESPE) Com relação a elementos estruturais de ex-
pedientes e textos normativos oficiais, julgue os itens 
subsequentes.
1) O pronome de tratamento Vossa Excelência é 
empregado, no Poder Judiciário, para ministro de 
tribunal superior, membros do júri em tribunais po-
pulares, auditores e juizes.
2) A forma Digníssimo (DD) foi abolida no tratamen-
to às autoridades, porque dignidade é pressuposto 
para que se ocupe qualquer cargo público, sendo 
desnecessária sua repetida evocação em expe-
dientes oficiais.
GABARITO: E, C
3. (CESPE) A subchefia de assuntos jurídicos desse mi-
nistério submeteu ao magnífico procurador-geral da 
república, Dr. Aristóteles Sócrates Platão, consulta so-
bre sua opinião pessoal a respeito de matéria contro-
versa que versa sobre os limites entre os direitos dos 
cidadões e a esfera do poder público, no sentido de 
tornar clara, explícita e incontroversa a questão levan-
tada pela prestigiosa comissão que investiga o recebi-
mento de um excelente automóvel zero quilômetro da 
marca Mercedez Benz pelo senhor chefe dos serviços 
gerais do nosso ministério para que seje investigado a 
fundo se o episódio pode ser considerado inflação do 
código de ética recentemente promulgado pelo poder 
executivo.
De acordo com o Manual de Redação da Presidên-
cia da República, a redação oficial deve caracterizar-
-se por impessoalidade, uso de padrão culto da lingua-
gem, clareza, concisão, formalidade e uniformidade. 
Em face dessa caracterização e do fragmento de texto 
oficial acima, julgue os itens que se seguem.
1) Exceto pelo emprego de períodos sintáticos lon-
gos, o fragmento respeita as normas de concisão e 
objetividade recomendadas pelo Manual de Reda-
ção da Presidência da República.
2) No fragmento, para que a característica de clareza 
seja observada, deve não apenas ser reformulado 
o nível sintático como também deve haver mais 
precisão na organização das ideias. 
3) Embora os níveis gráfico e lexical estejam corretos, 
o texto desrespeita as regras do padrão culto da 
linguagem no nível sintático.
4) O texto não obedece às características de formali-
dade e de impessoalidade que devem nortear toda 
correspondência oficial para que esta adquira uni-
formidade.
5) As formas de tratamento empregadas no texto re-
velam um caráter de respeitosa formalidade e es-
tão de acordo com as recomendações para textos 
oficiais.
GABARITO: E, C, E, C, E
4. Assinale a opção com vocativo inadequado ao cargo:
a. Excelentíssimo Senhor Presidente da República,
b. Magnífico Reitor,
c. Senhor Governador,
d. Excelentíssimo Senhor Ministro,
e. Santíssimo Padre, (para o papa)
GABARITO: d
5. Sobre a redação oficial, assinale a opção incorreta.
a. O tratamento para particular é Ilustríssimo Senhor. 
b. Vocativo para Reitor; Magnífico Reitor. 
c. Vocativo para Governador; Senhor Governador. 
d. Tratamento para Desembargador; Vossa Excelência. 
e. Tratamento para Prefeito Municipal; Vossa Excelência. 
GABARITO: a
6. (FGV) Com base no Manual de Redação da Presi-
dência da República, analise as afirmativas a seguir:
I – Em comunicações oficiais, está abolido o uso do 
tratamento “digníssimo”. A dignidade é pressupos-
to para que se ocupe qualquer cargo público, sen-
do desnecessária sua repetida evocação.
II – Em comunicações oficiais, é correto usar o vocati-
vo “Excelentíssimo Senhor Senador”.
III – É recomendável evitar expressões como “Tenho a 
honra de”.
Assinale:
a. se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
b. se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
c. se todas as afirmativas estiverem corretas.
d. se nenhuma afirmativa estiver correta.
e. se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
GABARITO: a 
7. (CESGRANRIO) Segundo as normas da Redação Ofi-
cial, o emprego do pronome de tratamento está ade-
quado em:
a. Os estudantes solicitaram ao Excelentíssimo Se-
nhor Presidente da República mais verbas para as 
universidades.
b. Sua Excelência, o Papa Bento XVI, visitou o Brasil 
em 2007.
c. O expediente foi encaminhado ao Meritíssimo Se-
nhor Prefeito da Cidade.
d. E, dirigindo-se ao deputado, em uma sessão ple-
nária, disse: — Vossa Senhoria não conhece o as-
sunto.
e. O Magnífico Senhor Ministro de Estado discursou 
na solenidade.
GABARITO: a
8. Ao redigir um documento a ser enviado a uma autori-
dade, é necessário empregar o pronome de tratamento 
adequado. Assinale a opção em que a relação estabe-
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lecida entre as colunas não está de acordo com a nor-
matização do emprego dos pronomes de tratamento.
a. Vossa Excelência / presidente da República.
b. Vossa Magnificência / reitor de universidade.
c. Vossa Senhoria / senhor José da Silva.
d. Vossa Excelência / desembargador.
e. Vossa Senhoria / presidente do Supremo Tribunal 
Federal.
GABARITO: e
9. Observe as expressões abaixo e marque C ou E de 
acordo com a obediência às exigências da norma culta 
da escrita.
1) “... somos obrigado a enfatizar esse ponto de vista, 
no presente parecer...”
2) “... pedido já encaminhado ao Sr. Itamar Augusto 
Cautiero Franco, Embaixador do Brasil em Portu-
gal...”
3) “... e segundo determinou a Sua Excelência, o Pre-
sidente da República...”
4) “... enviamos para exame de V. Excelência, Sr. Di-
retor...” 
GABARITO: E, E, C, E
10. Entre as autoridades abaixo citadas, aquela para a 
qual NÃO deve ser empregado o tratamento de Vossa 
Excelência é:
a. Oficiais Generais;
b. Ministros de Estado;
c. Embaixadores;
d. Cardeais;
e. Secretários de Estado.
GABARITO: d
11. Considerando o tratamento e o vocativo que se lhe se-
gue, assinale o incorreto.
1) Excelência – Excelentíssimo Senhor
2) Magnificência – Magnífico Reitor
3) Reverendíssima – Reverendíssimo Monsenhor
4) Reverência – Reverendo Padre
5) Senhoria – Ilustríssimo Senhor
6) Meritíssimo – Meritíssimo Juiz
7) Santidade – Santíssimo Padre
8) Eminência – Eminentíssimo Senhor Cardeal
GABARITO: 5
12. Em um documento dirigido aos governadores o 
vocativo é:
a. Senhor Governador
b. Excelentíssimo Senhor Governador
c. Digníssimo Senhor Governador
d. Ilustríssimo Senhor Governador
e. Mui digno Senhor Governador
GABARITO: a
13. Na redação de atos e comunicações oficiais é correto:
1) repetir as mesmas palavras.
2) utilizar palavras cognatas.
3) usar a expressão Vossa Excelência para Secretá-
rio Nacional de Ministério.
4) utilizar expressões locais ou regionais.
GABARITO: 3
14. Assinale a(s) alternativa(s) na(s) qual(is) o vocativo 
Excelentíssimo Senhor não pode ser empregado.
1) Chefe do Poder Executivo
2) Chefe do Poder Judiciário
3) Chefe do Poder Legislativo
4) Ministros de Estado
5) Secretário Executivo
6) Presidente da Câmara Federal
GABARITO: 4, 5, 6
15. Assinale a opção incorreta, quanto à redação oficial:
a. Vossa Excelência está aborrecido(para homem) e 
aborrecida (para mulher).
b. Vossa Eminência chegou em tempo.
c. Vossa Senhoria esqueceu vossos papéis.
d. No envelope de correspondência oficial a quem 
recebe tratamento de Vossa Senhoria, o nome do 
destinatário deve vir precedido de Ao Senhor.
e. O tratamento para particular é Vossa Senhoria.
GABARITO: c
16. Julgue os itens abaixo quanto ao vocativo correspon-
dente ao cargo.
a. Excelentíssimo Senhor Presidente da República
b. Senhor Governador
c. Excelentíssimo Senhor Ministro
d. Senhor Embaixador
e. Ilustríssimo Senhor Deputado
GABARITO: C, C, E, C, E
17. (CESPE) Com base nas orientações do Manual de 
Redação da Presidência da República, julgue os 
itens subsequentes.
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1) No seguinte trecho de ofício encaminhado a depu-
tado federal, o emprego do pronome de tratamento 
está adequado à autoridade a que se destina a co-
municação, e a redação, de acordo com o padrão 
culto da língua: Em sua comunicação, Vossa Ex-
celência ressalta a necessidade de que sejam le-
vadas em consideração, na aprovação do projeto, 
as características sociais e econômicas da região.
GABARITO: C
18. Julgue os itens a seguir, de acordo com os critérios de 
correspondência oficial quanto aos pronomes de trata-
mento e o vocativo.
1) Os possessivos seu, sua e as variações pronomi-
nais o e lhe não devem ser empregados quando 
se usa as formas de tratamento altamente cerimo-
niosas de Excelência e Eminência, já que a exi-
gência é o uso de pronomes e verbos na 2ª pessoa 
do discurso.
2) É permitido abreviar os pronomes Vossa Excelên-
cia e Sua Excelência, quando aplicados ao Presi-
dente da República.
3) Os possessivos vosso(s) e vossa(s) são exigidos 
quando se utiliza as formas de reverência Vossa 
Excelência e Vossa Senhoria.
4) O tratamento Vossa é dado somente a funcioná-
rios de categoria não inferior à de quem assina o 
ato administrativo.
5) O título doutor é pessoal e não pode referir-se a 
um cargo ou função.
6) Vossa Excelência Reverendíssima é usado em 
comunicações dirigidas a arcebispos e bispos.
7) Vossa Reverendíssima ou Vossa Senhoria Re-
verendíssima é usado em comunicações dirigidas 
a cardeais.
8) Em comunicações oficiais, está abolido o uso do 
tratamento digníssimo, contudo, o tratamento no-
bilíssimo ainda é utilizado quando o funcionário é 
de alto escalão.
9) Podem ser usadas as abreviaturas dos pronomes 
de tratamento somente quando seguidas de nome 
ou cargo exercido pelo destinatário. Todavia, quan-
do os pronomes estão em correspondência dirigida 
aos Chefes de Poder, sempre devem ser abrevia-
dos.
10) Nas expressões de tratamento, não há qualificati-
vos específicos junto aos vocativos.
GABARITO: E, E, E, E, C, C, E, E, E, C. 
19. O vocativo incorreto é:
1) Magnífico Reitor,
2) Santíssimo Padre, para o Papa.
3) Eminentíssimo Senhor Cardeal,
4) Excelentíssimo Senhor Senador,
5) Senhor Embaixador,
GABARITO: 4
20. Julgue os itens a seguir em certo (C) ou errado (E) com 
relação ao uso das formas de tratamento na redação 
oficial.
a. Os pronomes ou expressões de tratamento podem 
ser grafados por extenso nas correspondências 
oficiais.
b. Nas formas de tratamento, os pronomes Vossa e 
Sua devem ser empregados, respectivamente, em 
relação à pessoa com quem se fala, isto é, a quem 
se dirige a correspondência, e à pessoa de quem 
se fala.
c. É gramaticalmente correto e adequado ao padrão 
ofício o seguinte trecho de início de correspondên-
cia oficial: “Encaminhamos a Vossa Senhoria as 
informações referentes a seu pedido de 16 de fe-
vereiro de 2006”.
d. A concordância de gênero com as formas de trata-
mento deve ser feita no masculino, independente-
mente do sexo da pessoa a quem a forma de tra-
tamento se refira, pois o gênero deve ser mantido 
neutro nas correspondências oficiais.
e. Não se emprega a crase diante das formas de tra-
tamento, ainda que estas sejam subordinadas a 
termos que exijam preposição, com exceção dos 
tratamentos senhora e senhorita.
GABARITO: C, C, C, E, C
21. (CESPE) Sobre a redação de textos oficiais, julgue os 
próximos itens.
1) Entre as autoridades tratadas por Vossa Excelên-
cia, estão o presidente da República, os ministros 
de Estado e os juízes.
GABARITO: E
22. (CESPE) Com relação a elementos estruturais de ex-
pedientes e textos normativos oficiais, julgue os itens 
subsequentes.
1) O pronome de tratamento Vossa Excelência é 
empregado, no Poder Judiciário, para ministro de 
tribunal superior, membros do júri em tribunais po-
pulares, auditores e juízes.
2) A forma Digníssimo (DD) foi abolida no tratamen-
to às autoridades, porque dignidade é pressuposto 
para que se ocupe qualquer cargo público, sendo 
desnecessária sua repetida evocação em expe-
dientes oficiais.
GABARITO: E, C
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23. Julgue os itens a seguir, de acordo com os critérios de 
correspondência oficial.
1) Expressão de tratamento é o pronome ou locução 
de que se serve uma pessoa para falar ou escrever 
a outra numa situação de formalidade.
GABARITO: C 
24. (CESPE) Julgue os itens que se seguem, referentes à 
correspondência oficial.
1) Estão corretos os vocativos “Excelentíssimo Se-
nhor Presidente da República”, “Excelentíssimo 
Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal” 
e “Senhor Senador”.
2) No endereçamento de comunicação dirigida a au-
toridades tratadas por Vossa Excelência, como é o 
caso dos senadores, deve constar o seguinte:
Ao Digníssimo Senhor Senador
Fulano de Tal
Senado Federal
GABARITO: C, E
25. (CESPE) Considerando as normas que regem a reda-
ção oficial, julgue o próximo item.
1) No caso de o destinatário de expediente oficial ser 
uma alta autoridade do Poder Executivo, Legislati-
vo ou Judiciário, o remetente, quando a ele se diri-
gir, deve empregar o pronome de tratamento Vossa 
Excelência.
GABARITO: C
26. Tendo em mente as correspondências oficiais, julgue 
o item:
1) No envelope, o destinatário é corretamente indica-
do assim: 
Excelentíssima Senhora
Eurides Brito
Secretaria de Educação
70.000-000 – Brasília/DF
GABARITO: E
27. (CESPE) Em relação às exigências da redação de cor-
respondências oficiais, julgue os itens que se seguem.
1) A forma de tratamento Magnífico destina-se a au-
toridades do Poder Legislativo, principalmente ao 
presidente da Câmara dos Deputados e ao do Se-
nado Federal. 
2) Os ministros de Estado recebem o tratamento de 
Vossa Excelência, e o vocativo empregado em 
comunicações a eles dirigidas deve ser Excelen-
tíssimo Senhor Ministro. 
GABARITO: E, E
28. (CESPE) Acerca da redação de correspondências ofi-
ciais, julgue os itens seguintes.
1) Em documentos destinados ao presidente do Su-
premo Tribunal Federal, o emprego do vocativo 
Excelentíssimo Senhor, seguido do cargo, atende 
a regra de formalidade nas comunicações oficiais.
GABARITO: C
29. (CESPE) No que se refere a aspectos gerais das cor-
respondências oficiais, julgue os itens que se seguem 
de acordo com o Manual de Redação da Presidência 
da República (MRPR).
1) Em uma correspondência encaminhada ao minis-
tro dos Transportes, o destinatário deve ser chama-
do pelo vocativo “Senhor Ministro” e, no envelope 
de endereçamento, deve ser referido pela forma de 
tratamento “A Sua Excelência o Senhor”.
GABARITO: C
30. Assinale a opção incorreta, no que diz respeito à 
redação oficial.
1) Tanto pessoas comuns quanto algumas autorida-
des públicas são tratadas por Vossa Senhoria.
2) Está corretamente grafado: Vossas Senhorias de-
verão comparecer à assembleia.
3) Está corretamente grafado: Pedimos a Vossa Mag-
nificência que nos conceda uma entrevista em seu 
gabinete.
4) Quando alguém vai encaminhar um ofício ao des-
tinatário mencionado, oendereçamento deve vir 
desta forma:
A Sua Excelência o Senhor
Deputado Dino da Silva Sauro
Palácio Aquarela do Brasil
37.123-456 – Terra do Nunca/AB 
GABARITO: C, C, C, C
31. (CESPE/UB) Acerca das características gerais dos 
diversos tipos de comunicação oficial, julgue os itens 
seguintes.
1) Nas comunicações oficiais dirigidas a ministros de 
tribunais superiores, deve-se empregar o vocativo 
Senhor Ministro.
GABARITO: C
32. (CESPE) Acerca das características gerais dos diver-
sos tipos de comunicação oficial, julgue os itens a 
seguir.
1) Em comunicações oficiais dirigidas a ministros de 
tribunais superiores, deve-se empregar o pronome 
de tratamento Vossa Excelência.
GABARITO: C
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33. (CESPE) Com base nas normas que regem a redação 
de comunicações oficiais no Poder Executivo, julgue 
os itens subsequentes.
1) O vocativo a ser empregado em comunicações ofi-
ciais dirigidas aos chefes de poder é formado pela 
expressão Excelentíssimo Senhor seguida da de-
nominação do cargo pertinente, de que é exemplo: 
Excelentíssimo Senhor Presidente da República.
2) Expediente oficial dirigido a um deputado deve ter 
como vocativo a expressão “Senhor Deputado,” e 
empregar o pronome de tratamento “Vossa Exce-
lência”.
GABARITO: C, C
34. Julgue os itens quanto a um texto oficial:
1) Tratamento para Vereadores: Vossa Senhoria.
2) Excelentíssimo Sr. Procurador-Geral da República 
é vocativo adequado. 
3) Informamos a Vossa Senhoria que... é melhor do 
que Venho, com muita honra, por meio do pre-
sente ofício, informar dedicadamente a Vossa 
Senhoria que...
4) Endereçado a um cardeal, o vocativo do expedien-
te é Vossa Eminência Reverendíssima.
5) Referindo-se a um vereador, o correto é Sua 
Excelência.
GABARITO: C, E, C, E, E
35. (CESPE) Julgue os itens seguintes, à luz das pres-
crições do Manual de Redação da Presidência da 
República.
1) O tratamento usado em comunicações dirigidas a 
reitor de universidade é: Vossa excelência reveren-
díssima. 
GABARITO: E
36. (CESPE) Com base nas normas constantes no Manual 
de Redação da Presidência da República, julgue os 
itens que se seguem.
1) Em comunicações oficiais endereçadas a senador 
da República, deve-se empregar o vocativo Exce-
lentíssimo Senhor Doutor.
GABARITO: E
37. (FUNCAB) Sobre as formas de endereçamento de cor-
respondência, apenas uma das alternativas está IN-
CORRETA. Identifique-a.
a. Para sacerdotes e religiosos em geral: A Sua Re-
verendíssima.
b. Para o Papa: A Sua Santidade.
c. Para Governadores de Estado: Ao Digníssimo.
d. Para Juízes de Direito: Ao Meritíssimo Senhor.
e. Para membros do Congresso Nacional: A Sua Ex-
celência o Senhor.
GABARITO: c
38. (FUNCAB) Sobre as formas de tratamento nas corres-
pondências oficiais, estão corretas as afirmativas:
1) Ao tratamento Vossa Excelência corresponde no 
vocativo a Excelentíssimo Senhor.
2) Na correspondência ao Presidente da República, 
não devem ser usados os pronomes possessivos 
seu, sua nem os pronomes lhe e o.
3) Usa-se Vossa Senhoria quando o destinatário for 
de hierarquia equivalente ou superior à do signa-
tário.
4) A abreviatura correta de Vossa Senhoria é V. Sa. 
a. Todas estão corretas.
b. Apenas a 1 e a 2 estão corretas.
c. Apenas a 3 está correta.
d. Apenas a 1 e a 4 estão corretas.
e. Apenas a 2 e a 4 estão corretas.
GABARITO: d
39. (FUNCAB – com adaptações) Os pronomes de tra-
tamento apresentam certas peculiaridades quanto à 
concordância verbal, nominal e pronominal. Marque 
a(s) frase(s) cuja concordância está INCORRETA.
a. Vossa Excelência está atarefado.
b. Vossa Senhoria nomeará vosso substituto.
c. Restituo-vos o vosso requerimento.
d. Vossa Excelência, Sra. Governadora, deve estar 
satisfeita com vosso desempenho.
e. Estive com a neta de Vossa Excelência.
GABARITO: b, c, d
40. (FUNCAB) Considerando-se os princípios da redação 
oficial e o adequado emprego dos pronomes de trata-
mento, a forma adequada de endereçamento de uma 
comunicação dirigida ao prefeito é:
a. A Vossa Excelência o Senhor Doutor
 � Prefeito Fulano de Tal
 � Prefeitura Municipal
 � 28000-000 Cidade Natal - CN
b. A Sua Excelência o Senhor
 � Prefeito Fulano de Tal
 � Prefeitura Municipal
 � 28000-000 Cidade Natal - CN
c. Ao Ilustríssimo Senhor
 � Prefeito Fulano de Tal
 � Prefeitura Municipal
 � 28000-000 Cidade Natal - CN
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d. Ao Excelentíssimo Senhor
 � Prefeito Fulano de Tal
 � Prefeitura Municipal
 � 28000-000 Cidade Natal - CN
e. Ao Digníssimo Senhor
 � Prefeito Fulano de Tal
 � Prefeitura Municipal
 � 28000-000 Cidade Natal - CN
GABARITO: b
41. (FUNCAB – com adaptações) Para bem redigir uma 
correspondência é necessário conhecer as formas de 
tratamento. O endereçamento, tal qual o texto, deve 
ser cuidadosamente redigido em relação ao destina-
tário.
Indique onde ocorreu ERRO de tratamento em relação 
ao destinatário.
a. Ao Meritíssimo Senhor (Juiz de Direito).
b. A Sua Reverência (sacerdotes, clérigos e demais 
religiosos).
c. A Sua Excelência Reverendíssima (Papa).
d. Ao Excelentíssimo Senhor (Presidente da República).
e. A Sua Magnificência (Reitor de Universidade).
GABARITO: a, c
42. (FUNCAB – com adaptações) Uma das formas de tra-
tamento apresenta sua forma de abreviatura CORRE-
TA. Identifique-a.
a. Vossa Senhoria: V.S.
b. Vossa Excelência: V. Ex.
c. Vossa Reverendíssima: V. Rev.
d. Vossa Eminência: V. Em.
e. Vossa Santidade: V. S.
GABARITO: e
43. (FUNCAB – com adaptações) O endereçamento de 
uma correspondência deve ser cuidadosamente redi-
gido, uma vez que manifesta respeito ao destinatário. 
Identifique a(s) alternativa(s) em que essa regra NÃO 
foi obedecida.
a. A Sua Excelência o Senhor Presidente da Repú-
blica...
b. Ao Meritíssimo Senhor Dr. ..., Juiz de Direito...
c. A Sua Excelência Reverendíssima Dom..., Arcebis-
po de...
d. A Sua Eminência Reverendíssima, Papa...
e. A Sua Excelência o Senhor Deputado...
 
GABARITO: b, d
44. (FUNCAB) Com relação ao emprego dos pronomes de 
tratamento, assinale aquele que é empregado em co-
municações dirigidas aos Prefeitos Municipais:
a. Vossa Senhoria.
b. Vossa Magnificência.
c. Vossa Eminência.
d. Vossa Excelência.
e. Vossa Santidade.
GABARITO: d
45. (FUNCAB) Há correta correspondência entre a forma 
de tratamento e a forma abreviada entre parênteses 
em:
a. Vossa Eminência (V. Em.)
b. Vossa Excelência (V. Exc.)
c. Vossa Excelentíssima (V. Exma)
d. Vossa Alteza (V.Alt.)
e. Vossa Majestade (V. Maj.)
GABARITO: c
46. (FUNCAB) Considerando que os termos de correspon-
dência oficial seguem as normas do padrão culto da 
língua, analise as frases a seguir e assinale a alterna-
tiva correta.
a. Assim que recebermos a lista do material solicita-
do, Vossa Senhoria serás comunicada. – DIRE-
TOR DE EMPRESA.
b. Acreditamos que a decisão de Vossa Eminência 
afetará a qualidade dos programas de pós-gradu-
ação desta universidade. – REITOR DE UNIVER-
SIDADE.
c. Remetemos à Sua Senhoria as determinações do 
Senhor Diretor relativas ao funcionamento do setor 
administrativo de tua responsabilidade. – GEREN-
TE DE DEPARTAMENTO.
d. Solicitamos a Vossa Excelência, representante da 
banca examinadora, a revisão da prova de Língua 
Portuguesa. – BANCA EXAMINADORA DE CON-
CURSO PÚBLICO.
e. Enviamos a Vossa Senhoria a estatística do atendi-
mento ao consumidor realizada por nossa empresa 
no primeiro semestre deste ano. – FUNCIONÁRIO 
PÚBLICO GRADUADO 
GABARITO: e
todaperfeita.com.br
FECHOS PARA COMUNICAÇÕES
O fecho das comunicações oficiais possui, além da 
finalidade óbvia de arrematar o texto, a de saudar o desti-
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natário. Os modelos para fecho que vinham sendoutiliza-
dos foram regulados pela Portaria no 1 do Ministério da Jus-
tiça, de 1937, que estabelecia quinze padrões. Com o fito 
de simplificá-los e uniformizá-los, este Manual estabelece o 
emprego de somente dois fechos diferentes para todas as 
modalidades de comunicação oficial:
a) para autoridades superiores, inclusive o Presidente 
da República: Respeitosamente,
b) para autoridades de mesma hierarquia ou de hierar-
quia inferior: Atenciosamente,
Ficam excluídas dessa fórmula as comunicações diri-
gidas a autoridades estrangeiras, que atendem a rito e tra-
dição próprios, devidamente disciplinados no Manual de 
Redação do Ministério das Relações Exteriores.
IDENTIFICAÇÃO DO SIGNATÁRIO
Excluídas as comunicações assinadas pelo Presidente 
da República, todas as demais comunicações oficiais devem 
trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo 
do local de sua assinatura. A forma da identificação deve ser 
a seguinte:
(espaço para assinatura)
NOME
Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República
(espaço para assinatura)
NOME
Ministro de Estado da Justiça
Para evitar equívocos, recomenda-se não deixar a assi-
natura em página isolada do expediente. Transfira para essa 
página ao menos a última frase anterior ao fecho.
E X E R C Í C I O S
1. (CESPE) No que se refere ao formato e à linguagem 
das correspondências oficiais, julgue o próximo item, 
com base no Manual de Redação da Presidência da 
República.
1) O fecho a ser empregado em correspondências 
oficiais destinadas a autoridades de mesma hierar-
quia é “Respeitosamente”.
GABARITO: E
2. (CESPE) Com relação a elementos estruturais de ex-
pedientes e textos normativos oficiais, julgue os itens 
subsequentes.
1) O fecho de comunicação Atenciosamente é em-
pregado para autoridades de mesma hierarquia ou 
de hierarquia inferior à do remetente.
2) Com referência à identificação do signatário, as co-
municações oficiais devem trazer o nome e o cargo 
da autoridade que as expede, abaixo do local de 
sua assinatura, inclusive quando a autoridade for o 
governador ou o presidente da República.
GABARITO: C, E
3. (FGV) Contemporaneamente, os fechos para comuni-
cação, com base no Manual de Redação da Presidên-
cia da República e no Manual de Elaboração de Textos 
do Senado Federal, são:
a. somente “atenciosamente” e “respeitosamente”.
b. preferencialmente “atenciosamente” e “cordialmente”.
c. somente “cordialmente” e “respeitosamente”.
d. preferencialmente “cordialmente” e “respeitosa-
mente”.
e. somente “atenciosamente” e “cordialmente”.
GABARITO: a
4. (CESPE) A fixação dos fechos para comunicações ofi-
ciais foi regulada pela Portaria n. 1 do Ministério da 
justiça, em 1937 e, após mais de meio século de vi-
gência, foi regulada pelo Decreto n. 100.000, de 11 de 
janeiro de 1991, que aprovou o Manual de Redação 
da Presidência da República. A respeito das normas 
de redação oficial fixadas por esse manual, julgue os 
itens subsequentes.
1) O fecho estabelecido pelo Manual de Redação da 
Presidência da República para as comunicações en-
tre autoridades, independentemente das posições 
hierárquicas que ocupem, é Respeitosamente.
2) Os pronomes possessivos que se refiram a prono-
mes de tratamento devem ser sempre os de ter-
ceira pessoa, como no seguinte exemplo: Vossa 
Senhoria deverá nomear seu substituto no prazo 
de três dias.
GABARITO: E, C
5. (CESPE) Com base nas orientações do Manual de 
Redação da Presidência da República, julgue os 
itens subsequentes.
1) É recomendável para compor a redação de um 
ofício destinado a autoridade superior o seguinte 
fecho: Reitero meus mais altos protestos de estima 
e consideração à sua digníssima pessoa.
2) Um ofício emitido por tribunal superior prescinde de 
assinatura, haja vista que o remetente é órgão de 
hierarquia superior.
GABARITO: E, E
6. (CESPE) Sobre a redação de textos oficiais, julgue os 
próximos itens.
1) Todos os expedientes oficiais devem conter, após o 
fecho, a assinatura e a identificação do signatário.
GABARITO: E, E
7. (CESPE) Com relação a elementos estruturais de ex-
pedientes e textos normativos oficiais, julgue os itens 
subsequentes.
1) O pronome de tratamento Vossa Excelência é 
empregado, no Poder Judiciário, para ministro de 
tribunal superior, membros do júri em tribunais po-
pulares, auditores e juízes.
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2) A forma Digníssimo (DD) foi abolida no tratamen-
to às autoridades, porque dignidade é pressuposto 
para que se ocupe qualquer cargo público, sendo 
desnecessária sua repetida evocação em expe-
dientes oficiais.
GABARITO: E, C
srec.azores.gov.pt
8. Julgue os itens a seguir, de acordo com os critérios de 
correspondência oficial.
1) As formas de cortesia utilizadas no fecho de uma 
correspondência oficial são Respeitosamente ou 
Atenciosamente.
2) Quando se escreve, pela primeira vez, a uma au-
toridade, deve-se encerrar a correspondência com 
a expressão: “Apresento a V. Senhoria, na opor-
tunidade, os meus protestos de consideração e 
estima”.
GABARITO: C, E 
9. (CESPE) Julgue os itens que se seguem, referentes à 
correspondência oficial.
1) Na identificação do signatário, a forma padrão 
deve ser:
(espaço para assinatura)
_____________________________________
(NOME)
2) O Manual de Redação da Presidência da Repúbli-
ca estabelece apenas dois fechos para todas as 
modalidades de comunicação oficial: “Respeitosa-
mente” — para autoridades superiores, inclusive o 
Presidente da República — e “Atenciosamente” — 
para autoridades de mesma hierarquia ou de hie-
rarquia inferior.
GABARITO: E, C
10. Tendo em mente as correspondências oficiais, julgue 
os itens:
1) Recomenda-se não deixar a assinatura em página 
isolada. Deve-se transferir para essa página o últi-
mo parágrafo anterior ao fecho.
2) Os fechos em uso reduzem-se a dois: Respeitosa-
mente, dirigido às autoridades de mesma hierar-
quia ou a inferiores; e Atenciosamente, dirigido às 
superiores na hierarquia.
GABARITO: C, E
11. (CESPE) Em relação às exigências da redação de cor-
respondências oficiais, julgue os itens que se seguem.
1) O Manual de Redação da Presidência da Repú-
blica, com o objetivo de simplificar e uniformizar 
o padrão dos fechos de comunicações oficiais, 
estabelece que, para autoridades superiores, seja 
utilizado o fecho Respeitosamente, e que, para 
autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia 
inferior, seja adotado o fecho Atenciosamente.
GABARITO: C
12. (CESPE) No que se refere a aspectos gerais das cor-
respondências oficiais, julgue os itens que se seguem 
de acordo com o Manual de Redação da Presidência 
da República (MRPR).
1) Quanto mais distantes, hierarquicamente, estive-
rem o remetente e o destinatário de uma comunica-
ção oficial, maior deverá ser o nível de formalidade 
empregado na correspondência.
GABARITO: E
13. (CESPE) De acordo com o MRPR, a redação oficial 
deve caracterizar-se por impessoalidade, uso do pa-
drão culto de linguagem, clareza, concisão, formalida-
de e uniformidade. Tendo como base esses requisitos, 
julgue os próximos itens conforme a adequação do 
texto a um documento oficial.
1) Senhor Secretário, 
 � Ratificamos mensagem anterior, acerca do trans-
porte de carga, e lembramos que os procedimentos 
para transporte de materiais perigosos deve consi-
derar e obedecer à legislação vigente no país, que 
estabelece normas a serem seguidas e punições a 
quem desrespeitá-las.
 � Atenciosamente,
 � Maria da Paz
 � Subsecretária de Assuntos Administrativos
2) Solicitamos a inclusão do funcionário Joaquim Al-
ves Braga e de seus dependentes na lista de be-
neficiários do plano de saúde. A documentação ne-
cessária para usufruto desse benefício encontra-se 
em anexo.
GABARITO: E, C
14. (CESPE/UB)Acerca das características gerais dos 
diversos tipos de comunicação oficial, julgue os itens 
seguintes.
1) Comunicações oficiais emitidas pelo chefe do 
Poder Judiciário e pelo chefe do Poder Legislati-
vo devem conter, ao final, no espaço reservado à 
identificação do signatário, o nome e o cargo da 
autoridade que as expede.
GABARITO: C
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15. (CESPE) Com referência à redação de correspondên-
cias oficiais, julgue os próximos itens.
1) Considerando-se que Fulano de Tal represente 
uma assinatura, respeitam-se as normas de elabo-
ração de documentos oficiais ao se redigir o final 
de um ofício entre chefes de mesma hierarquia 
como se segue.
Brasília, 25 de março de 2009
Respeitosamente,
Fulano de Tal
Chefe da Seção de Pessoal
GABARITO: E
16. Julgue os itens quanto a um texto oficial:
1) Somente se pode empregar um destes fechos: cor-
dialmente, respeitosamente ou atenciosamente.
2) Fecho de comunicação remetida por um Secretário 
ao Prefeito: Respeitosamente. 
GABARITO: E, C
17. (CESGRANRIO) Em redações oficiais é certo:
a. identificar o autor da correspondência com seu 
nome e cargo abaixo da assinatura.
b. escolher a forma de tratamento “Vossa Senhoria”, 
se o destinatário for mulher. 
c. fechar o texto com “respeitosamente”, para pesso-
as do mesmo nível hierárquico.
d. usar a expressão “Digníssimo Senhor” para o desti-
natário em posição hierárquica superior. 
e. usar o pronome “vosso”, no caso de ter sido es-
colhida a forma de tratamento “Vossa Excelência”.
GABARITO: a
18. (CESPE) Julgue os itens que se seguem de acordo 
com o Manual de Redação da Presidência da Re-
pública.
a. A formalidade, entre outros aspectos, vincula-se à 
uniformidade das comunicações, o que implica o 
estabelecimento de um padrão de redação oficial. 
Nesse caso, no que se refere a documentos de 
tramitação interna, vale o preceito de se registrar 
o teor do documento, no expediente do texto, em 
“Assunto”, com a palavra escrita em fonte regular, 
em negrito, sem a necessidade, portanto, do de-
senvolvimento do texto em parágrafos.
b. Tendo em vista a correspondência oficial a ser diri-
gida a Chefes dos Poderes, serão empregadas as 
formas ‘A sua Excelência o Senhor’ — endereça-
mento; parte externa do envelope, e ‘Excelentís-
simo Senhor’, no texto, propriamente dito, como 
vocativo, no que se refere especificamente, ao em-
prego de formas de tratamento indireto de pessoa.
c. Em todos os expedientes oficiais, a autoridade sig-
natária deve ser identificada por meio do nome, do 
cargo e da assinatura.
GABARITO: E, C, E
19. (CESPE) Julgue os itens seguintes, à luz das pres-
crições do Manual de Redação da Presidência da 
República.
1) Uma das funções do fecho nas comunicações ofi-
ciais é saudar o destinatário.
GABARITO: C
20. (CESPE) Com base nas normas constantes no Manu-
al de Redação da Presidência da República, julgue 
os itens que se seguem.
1) Uma das formas de se garantir a impessoalidade 
dos textos oficiais consiste na supressão do nome 
próprio do signatário de uma comunicação, que 
deve ser identificado apenas por meio da menção 
ao cargo que ele ocupa.
2) Deve-se empregar o fecho Atenciosamente em 
comunicação oficial enviada a ministro de Estado 
pelo presidente da República.
GABARITO: E, C
blog.educacaoadventista.org.br
TEXTOS OFICIAIS
Há três tipos de expedientes que se diferenciam antes 
pela finalidade do que pela forma: o ofício, o aviso e o memo-
rando. Com o fito de uniformizá-los, pode-se adotar uma dia-
gramação única, que siga o que chamamos de padrão ofício.
Aviso e ofício são modalidades de comunicação ofi-
cial praticamente idênticas. A única diferença entre eles é 
que o aviso é expedido exclusivamente por Ministros de 
Estado, para autoridades de mesma hierarquia, ao passo 
que o ofício é expedido para e pelas demais autoridades. 
Ambos têm como finalidade o tratamento de assuntos ofi-
ciais pelos órgãos da Administração Pública entre si e, no 
caso do ofício, também com particulares.
O memorando é a modalidade de comunicação entre 
unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem 
estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível dife-
rente. Trata-se, portanto, de uma forma de comunicação 
eminentemente interna.
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OFÍCIO 
[Ministério]
[Secretaria/Departamento/Setor/Entidade]
[Endereço para correspondência]
[Endereço – continuação]
[Telefone e Endereço de Correio eletrônico]
Ofício n. 587/2002/SG-PR
 Brasília, 17 de fevereiro de 2002. 
A Sua Excelência o Senhor
Deputado [Nome]
Câmara Legislativa
72.000-00 – Brasília/DF
Assunto: Transferência de imóvel
Senhor Deputado,
1. Encaminho a Vossa Excelência, no uso de atribui-
ção constitucional, a fim de ser submetido à consideração 
do Plenário, o projeto de lei que autoriza a transferência 
de imóvel de propriedade do Estado para o patrimônio do 
Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem e dá 
outras providências.
2. O expediente contém elementos que oferecem 
subsídios à apreciação da matéria.
 
Atenciosamente,
[ASSINATURA]
[NOME]
[CARGO]
___________________________________________
AVISO
Aviso n. 123/MME 
Brasília, 17 de novembro de 2002. 
A Sua Excelência o Senhor
Ministro [Nome]
Assunto: Seminário
Senhor Ministro,
1. Convido Vossa Excelência a participar da sessão 
de abertura do “Primeiro Encontro Regional sobre o Uso Efi-
ciente de Energia no Setor Público”, a ser realizado em 5 de 
março próximo, às 9h, no auditório da ENAP (Escola Nacio-
nal de Administração Pública), localizado no Setor de Áreas 
Isoladas, nesta Capital.
2. O Seminário mencionado inclui-se na atividade do 
conhecido “Programa Nacional das Comissões Internas de 
Conservação de Energia em Órgãos Públicos”, instituído 
pelo Decreto n. 99.656, de 26 de outubro de 2001.
Atenciosamente,
[ASSINATURA]
[NOME]
[CARGO]
___________________________________________
MEMORANDO
Memorando n. 56/DP
Brasília, 17 de fevereiro de 2002. 
 
Do: Departamento de Pessoal
Ao: Departamento Jurídico
Assunto: Apresentação de funcionário
Senhor Chefe,
Apresento a V. Senhoria o Sr. Siclano de Tal, Escritu-
rário, nível superior, designado pela Portaria n. 95, de 15 
de fevereiro de 2002, do Secretário da Justiça, para servir 
nesse Departamento, a partir desta data.
Atenciosamente,
[ASSINATURA]
[NOME]
[CARGO]
___________________________________________
Mem. n. 118/DJ
Em 12 de abril de 1991.
Ao Sr. Chefe do Departamento de Administração
Assunto: Administração. Instalação de microcomputa-
dores
1. Nos termos do Plano Geral de informatização, soli-
cito a Vossa Senhoria verificar a possibilidade de que sejam 
instalados três microcomputadores neste Departamento.
2. Sem descer a maiores detalhes técnicos, acres-
cento, apenas, que o ideal seria que o equipamento fosse 
dotado de disco rígido e de monitor padrão EGA. Quanto a 
programas, haveria necessidade de dois tipos: um proces-
sador de textos, e outro gerenciador de banco de dados.
3. O treinamento de pessoal para operação dos 
micros poderia ficar a cargo da Seção de Treinamento do 
Departamento de Modernização, cuja chefia já manifestou 
seu acordo a respeito.
4. Devo mencionar, por fim, que a informatização dos 
trabalhos deste Departamento ensejará racional distribuição 
de tarefas entre os servidores e, sobretudo, uma melhoria na 
qualidade dos serviços prestados.
Atenciosamente,
[ASSINATURA]
[NOME]
[CARGO]
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pequenos-sonhadores.blogspot.com
Exposição de motivosé o expediente dirigido ao Presi-
dente da República ou ao Vice-Presidente para: informá-lo 
de determinado assunto; propor alguma medida; ou subme-
ter a sua consideração projeto de ato normativo.
Em regra, a exposição de motivos é dirigida ao Presi-
dente da República por um Ministro de Estado.
EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS
EM n. 198/MRE 
Brasília, 24 de maio de 1991. 
Excelentíssimo Senhor Presidente da República,
O Presidente George W. Bush anunciou, no último dia 
13, significativa mudança da posição norte-americana nas 
negociações que se realizam – na Conferência do Desar-
mamento, em Genebra – de uma convenção multilateral de 
proscrição total das armas químicas. Ao renunciar à manu-
tenção de cerca de dois por cento de seu arsenal químico 
até a adesão à convenção de todos os países em condições 
de produzir armas químicas, os Estados Unidos reaproxima-
ram sua postura da maioria doa quarenta países participan-
tes do processo negociador, inclusive o Brasil, abrindo pos-
sibilidades concretas de que o tratado venha a ser concluído 
e assinado em prazo de cerca de um ano.
Respeitosamente,
[ASSINATURA]
[NOME]
[CARGO]
___________________________________________
É o instrumento de comunicação oficial entre os Chefes 
dos Poderes Públicos, notadamente as mensagens envia-
das pelo Chefe do Poder Executivo ao Poder Legislativo 
para informar sobre fato da Administração Pública; expor o 
plano de governo por ocasião da abertura de sessão legisla-
tiva; submeter ao Congresso Nacional matérias que depen-
dem de deliberação de suas Casas; apresentar veto; enfim, 
fazer e agradecer comunicações de tudo quanto seja de 
interesse dos poderes públicos e da Nação.
MENSAGEM
Mensagem n. 118 
Excelentíssimo Senhor Presidente do Senado Federal,
Comunico a Vossa Excelência o recebimento das Men-
sagens n. 106 a 110, de 1991, nas quais informo a promul-
gação dos Decretos Legislativos n.93 a n. 97, de 1991, rela-
tivos à exploração de serviços de radiodifusão.
Brasília, 28 de março de 1991.
[ASSINATURA]
___________________________________________
Com o fito de uniformizar a terminologia e simplificar 
os procedimentos burocráticos, passa a receber o título de 
telegrama toda comunicação oficial expedida por meio de 
telegrafia, telex, etc.
O telegrama é empregado para mensagens urgentes. 
Por isso mesmo, seu texto limita-se ao estritamente neces-
sário à perfeita compreensão do assunto, omitindo-se todas 
as expressões, palavras e partículas desnecessárias.
Segundo dispõe o art. 222 do Código Civil 2002, “O 
telegrama, quando lhe for contestada a autenticidade, faz 
prova mediante a conferência com o original assinado”. 
Por tratar-se de forma de comunicação dispendiosa 
aos cofres públicos e tecnologicamente superada, deve res-
tringir-se o uso do telegrama apenas àquelas situações que 
não seja possível o uso de correio eletrônico ou fax e que 
a urgência justifique sua utilização e, também em razão de 
seu custo elevado, esta forma de comunicação deve pau-
tar-se pela concisão.
TELEGRAMA
O fax é uma forma de comunicação que está sendo 
menos usada devido ao desenvolvimento da Internet. É uti-
lizado para a transmissão de mensagens urgentes e para 
o envio antecipado de documentos, de cujo conhecimento 
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há premência, quando não há condições de envio do docu-
mento por meio eletrônico. Quando necessário o original, ele 
segue posteriormente pela via e na forma de praxe.
Se necessário o arquivamento, deve-se fazê-lo com 
cópia xerox do fax e não com o próprio fax, cujo papel, em 
certos modelos, se deteriora rapidamente.
Os documentos enviados por fax mantêm a forma e a 
estrutura que lhes são inerentes.
FOLHA DE ROSTO - FAX
[ÓRGÃO EXPEDIDOR]
[SETOR DO ÓRGÃO EXPEDIDOR]
[ENDEREÇO DO ÓRGÃO EXPEDIDOR]
Destinatário: _________________________________
N. do fax de destino: ___________________________
Remetente: __________________________________
Telefone para contato: ________ Fax/Correio eletrô-
nico:________________
N. de páginas: esta + ______ N. do documento: 
______________________
Observações _______________________________
_______________________________________________
_______________________________________________
_______________________________________________
CORREIO ELETRÔNICO
O correio eletrônico (“e-mail”), por seu baixo custo e 
celeridade, transformou-se na principal forma de comunica-
ção para transmissão de documentos.
Um dos atrativos de comunicação por correio eletrônico 
é sua flexibilidade. Assim, não interessa definir forma rígida 
para sua estrutura. Entretanto, deve-se evitar o uso de lin-
guagem incompatível com uma comunicação oficial.
O campo assunto do formulário de correio eletrônico 
mensagem deve ser preenchido de modo a facilitar a orga-
nização documental tanto do destinatário quanto do reme-
tente.
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1. (CESPE) No que se refere ao formato e à linguagem 
das correspondências oficiais, julgue os próximos 
itens, com base no Manual de Redação da Presidên-
cia da República.
1) Na redação de ofício e aviso, documentos que dife-
rem quanto ao remetente e ao destinatário, adota-
-se o padrão ofício.
2) Na ausência de espaço para despachos no próprio 
memorando, deve-se lavrá-los em folha de conti-
nuação.
GABARITO: C, C
2. (FGV) A respeito do Padrão Ofício, conforme ensina o 
Manual de Redação da Presidência da República, 
analise as afirmativas a seguir.
I – Todos os tipos de documentos do Padrão Ofício 
devem ser impressos em papel ofício.
II – Para facilitar a localização, os nomes dos arquivos 
devem ser formados da seguinte maneira: tipo do 
documento + número do documento + palavras-
-chave do conteúdo.
III – Deve ser utilizada fonte do tipo Times New Roman 
de corpo 12 no texto em geral, 11 nas citações, e 
10 nas notas de rodapé.
Assinale:
a. se todas as afirmativas estiverem corretas.
b. se somente as afirmativas I e III estiverem corretas.
c. se somente as afirmativas I e II estiverem corretas.
d. se somente as afirmativas II e III estiverem corretas.
e. se nenhuma afirmativa estiver correta.
GABARITO: d
3. Num expediente aparece escrito o seguinte: Of. 28 / 
2006 –SG; esses elementos indicam:
a. o tipo e o número do expediente, o ano de sua ex-
pedição, seguido da sigla do órgão que o expede;
b. o tipo e a data do expediente, seguido das iniciais 
da pessoa responsável;
c. o modelo do expediente, seguido do dia do mês, 
ano e sigla do órgão expedidor;
d. o modelo do expediente, o número do documento 
e ano de sua expedição, seguido das iniciais da 
autoridade responsável;
e. o tipo e o número do expediente, acompanhado 
das iniciais do digitador.
GABARITO: a
4. O local e a data de um ofício, aviso ou memorando 
deve aparecer:
a. de forma abreviada, ao final do documento;
b. de forma extensa, com alinhamento à direita, na 
parte inicial do documento;
c. de forma extensa, com alinhamento à esquerda, no 
início do documento;
d. de forma abreviada, à esquerda, ao final do docu-
mento;
e. no envelope de correspondência e não no corpo 
do documento.
GABARITO: b
5. A fonte gráfica e o corpo utilizados na apresentação 
dos documentos do Padrão Ofício são, respectivamente:
a. Times New Roman, 14;
b. Courier, 12;
c. Verdana, 10;
d. Times New Roman, 12;
e. Courier, 10.
GABARITO: d
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6. (FGV) Com base no Manual de Redação da Presidên-
cia da República, analise os itens a seguir:
I – Quanto a sua forma, aviso e ofício seguem o mo-
delo do padrão ofício, com acréscimo do vocativo, 
que invoca o destinatário, seguido de vírgula.
II – Devem constar do cabeçalho ou do rodapé do ofí-
cio as seguintes informações do remetente: nome 
do órgão ou setor; endereço postal; telefone e en-dereço de correio eletrônico.
III – Aviso e ofício são modalidades de comunicação 
oficial praticamente idênticas. A única diferença en-
tre eles é que o aviso é expedido exclusivamente 
por Ministros de Estado, para autoridades de mes-
ma hierarquia, ao passo que o ofício é expedido 
para e pelas demais autoridades. Ambos têm como 
finalidade o tratamento de assuntos oficiais pelos 
órgãos da Administração Pública entre si e, no 
caso do ofício, também com particulares.
Assinale:
a. se somente os itens II e III estiverem corretos.
b. se somente os itens I e III estiverem corretos.
c. se nenhum item estiver correto.
d. se somente os itens I e II estiverem corretos.
e. se todos os itens estiverem corretos.
GABARITO: e
7. (CESPE)
Oficio n. 15/XXXXX/2008
Brasília, 30 de abril de 2008
Prezado Senhor José Joaquim da Silva Xavier,
DD. Diretor do Banco do Brasil:
1. Comunicamos que a partir desta data nosso banco 
de dados digitalizados estará acessível para consultas vinte 
e quatro horas por dia.
2. Solicitamos que sejam feitos agendamentos, afim 
de processar com maior agilidade os atendimentos.
Considerando o texto acima como o início de um ofí-
cio, julgue o item a seguir.
1) A redação do ofício acima está de acordo com as 
normas que regem a correspondência oficial.
GABARITO: E
8. Julgue os itens a seguir, de acordo com os critérios de 
correspondência oficial.
1) O Aviso é a correspondência dos Ministros de Es-
tado com seus iguais ou subalternos.
2) Os três tipos de expedientes do chamado Padrão 
Ofício são: Ofício, Aviso e Memorando.
3) Enquanto o Memorando é uma modalidade de co-
municação entre unidades administrativas de um 
mesmo órgão, o Ofício deve ser entre órgãos di-
ferentes.
4) Num Ofício, o destinatário nunca pode ser um ci-
dadão particular, mas somente um órgão público.
GABARITO: E, C, C, E, 
Texto para as questões 09, 10 e 11. 
1
3
11
15
 Ofício 75/99
 Excelentíssimo Senhor Secretário,
1. Apraz-nos levar ao conhecimento de Sua 
Senhoria, para os fins pertinentes, que recebemos soli-
citação do Ministério da Educação do Chile, relativa ao 
envio de material resultante do seminário “Perspectivas 
de Educação a Distância na América Latina”, realizado 
em Brasília – DF, nos dias 19 a 20 de novembro último.
2. Muito nos agradeceria a Vossa Senhoria, 
encaminhar-nos o referido material, com a maior brevi-
dade possível, para que o mesmo possa ser remetido aos 
interessados.
3. Aproveitamos o ensejo para reiterar a Sua Senhoria protes-
tos de considerações e apreço.
 Brasília, 30 de novembro de 1999.
 Fulano de Tal
 Diretor
9. (CESPE) Com relação ao vocativo e aos pronomes de 
tratamento utilizados no texto, é correto afirmar que
1) todos (vocativo e pronomes de tratamento) estão 
empregados corretamente.
2) apenas os pronomes de tratamento utilizados no 
primeiro e no terceiro parágrafos estão correta-
mente empregados.
3) apenas o pronome de tratamento utilizado no se-
gundo parágrafo está corretamente empregado.
4) apenas o vocativo e o pronome de tratamento uti-
lizado no segundo parágrafo estão corretamente 
empregados.
5) apenas o vocativo e os pronomes de tratamento 
utilizados no primeiro e no terceiro parágrafos es-
tão corretamente empregados.
GABARITO: 3
10. (CESPE) Os itens abaixo são reescrituras de trechos 
do texto. Julgue-os quanto ao respeito às normas es-
tabelecidas para uma correta redação de correspon-
dência oficial.
I – Linha 1: Senhor Secretário,
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II – Linhas 3 a 8: Recebemos solicitação do Ministério 
da Educação do Chile de envio de material resul-
tante do seminário “Perspectivas de Educação a 
Distância na América Latina”, realizado em Brasília – 
DF, nos dias 19 e 20 de novembro último.
III – Linhas 9 a 11: Reivindicamos, pois, com urgência 
urgentíssima, o envio do material referido, para 
que possam-se remetê-los com a maior brevidade.
Linhas 12 e 13: Atenciosamente,
GABARITO: C, C, E, C
11. (CESPE) Com relação às características do texto, jul-
gue os itens.
1) os parágrafos do texto devem ser numerados so-
mente a partir do segundo.
2) a data deveria vir à direita do papel, antes do vo-
cativo.
3) o vocativo também deveria vir numerado, totalizan-
do-se quatro parágrafos, não três.
4) não se trata, na verdade, de um ofício, mas de um 
atestado.
5) a correspondência não deveria vir assinada, já que 
se trata de expediente interno.
GABARITO: E, C, E, E, E
12. (CESPE)
Ofício n. 111/2009/ATN
Senhor Secretário Executivo,
1. Em atendimento a seu ofício de 22 de janeiro de 
2008, informamos já ter sido autorizada a circulação de 
embarcações do mencionado calado no rio Tal-e-Tal.
(...)
Considerando que o texto apresentado acima seja 
parte de um ofício, julgue os itens seguintes, com relação à 
elaboração de documentos oficiais.
1) O vocativo do documento — “Senhor Secretário 
Executivo” — e a forma de tratamento — “seu ofí-
cio” — respeitam a correção gramatical e o formato 
do documento.
2) A linguagem empregada no início do texto — “Em 
atendimento” — não é adequada ao padrão de um 
ofício porque desrespeita as regras gramaticais da 
língua portuguesa.
3) Para que o exemplo de documento acima respeite 
as regras do padrão oficial no que se refere aos 
elementos constitutivos e à sua disposição em um 
ofício, será necessário escrever o local e a data de 
emissão na linha abaixo da identificação, com ali-
nhamento junto à margem direita.
GABARITO: C, E, C
app.catolicasc.org.br
13. Segundo a estrutura do memorando assinale a opção 
que ordena corretamente as partes elencadas a 
seguir:
1) Comunico a V. Senhoria que a partir da presente 
data ficam suspensas todas as compras, uma vez 
que a verba destinada a esse setor já se esgotou.
2) Ao Sr. Diretor do Departamento de Ensino.
3) Em 20 de setembro de 2000.
4) Atenciosamente.
5) Memorando n. 95/DC.
6) João da Silva
7) Chefe do Departamento de Compras
8) Assunto: Comunicação
9) Escola Estadual D. João 
a. 2, 7, 5 e 3, 1, 4, 6, 8.
b. 5 e 3, 2, 7, 1, 4, 6, 8.
c. 5 e 3, 7, 2, 1, 4, 6, 8.
d. 2, 7, 5 e 3, 8, 1, 4, 6.
e. 8, 5 e 3, 2, 7, 1, 4, 6.
GABARITO: e
14. O AVISO é um tipo de expediente:
a. expedido por Ministros de Estado;
b. expedido por chefes de seção a subordinados;
c. entre unidades administrativas de um mesmo órgão;
d. em mensagens urgentes, de forma privada;
e. acompanhado obrigatoriamente de documentos.
GABARITO: a
15. (CESPE) Julgue se os itens a seguir ilustram correta-
mente um memorando, quanto à distribuição das par-
tes, à correção da linguagem e à forma de tratamento.
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I – 
MEMO N. 7/2000/DF
Em 6 de agosto de 2000.
Senhor Chefe do Almoxarifado Central
Favor me enviar 5 cartuchos para impressora a jato de 
tinta colorida.
Nesses termos, peço deferimento.
 Fulano de Tal 
 Diretor financeiro 
II – 
MEMO N. 7/2000/DF 
Brasília, 6/8/2000.
De: Diretoria Financeira
Para: Almoxarifado Central
Prezado Armando,
Preciso urgentemente de 5 cartuchos para impressora a 
jato de tinta colorida.
 Fulano de Tal 
 Diretor financeiro 
III – 
Brasília, 6 de agosto de 2000. 
MEMO N. 7/2000/DF 
 
Da: Diretoria Financeira
Para: Almoxarifado Central
Assunto: urgência
Senhor Chefe,
Preciso, por favor, urgentemente de 5 cartuchos para 
minha impressora a jato de tinta colorida.
Espero contar com sua valiosa colaboração.Fulano de Tal 
Diretor financeiro 
IV – 
MEMO N. 7/2000/DF 
Brasília, 06/08/2000. 
 
Ao Sr. Chefe do Almoxarifado Central
Assunto: instalação de equipamentos
Prezado Chefe,
Estou necessitando, urgentemente, de 1 cartucho para 
impressora a jato de tinta colorida. Favor enviar 5 de uma só vez.
Valho-me do ensejo para desejar-lhe feliz aniversário.
Fulano de Tal
Diretor financeiro
V – 
MEMO N. 7/2000/DF 
Brasília, 6 de agosto de 2000. 
 
Da: Diretoria Financeira
Para: Almoxarifado Central
 
Assunto: Solicitação de material
 Senhor Chefe,
 Solicitamos, urgentemente, 5 cartuchos para impres-
sora a jato de tinta colorida.
 Atenciosamente,
Fulano de Tal
Diretor financeiro
GABARITO: 5
16. Sobre o Memorando é correto afirmar:
a. É uma modalidade de correspondência eminente-
mente interna.
b. É uma modalidade de documento que tramita entre 
os governadores.
c. Não precisa ser cuidadosamente redigido porque 
circula dentro do Órgão.
d. A assinatura do remetente fica à esquerda do 
papel.
e. Não é obrigatório colocar o assunto.
GABARITO: a
17. (FGV) É o instrumento de comunicação oficial entre 
os Chefes dos Poderes Públicos, notadamente as 
comunicações enviadas pelo Chefe do Poder Execu-
tivo ao Poder Legislativo para informar sobre fato da 
Administração Pública; expor o plano de governo por 
ocasião da abertura de sessão legislativa; submeter ao 
Congresso Nacional matérias que dependem de deli-
beração de suas Casas; apresentar veto; enfim, fazer 
e agradecer comunicações de tudo quanto seja de in-
teresse dos poderes públicos e da Nação.
Segundo o Manual de Redação da Presidência da Re-
pública, a definição acima se refere a:
a. aviso.
b. ofício.
c. mensagem.
d. memorando.
e. exposição de motivos.
GABARITO: c
18. (CESPE – com adaptações)
Senhora Chefe do Serviço Jurídico,
Ofício n. 081/2007 – MPDFT/PDDC, datado de 
30/5/2007, solicita esclarecimentos acerca do direito ao 
passe estudantil para alunos regularmente matriculados que 
frequentam aula de ginástica olímpica (extracurricular).
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2. Em anexo, consta declaração de escolaridade da 
Secretaria de Estado de Educação noticiando que o aluno 
é regularmente matriculado e que a educação física é rea-
lizada em horário normal de aulas no turno vespertino. 
Consta ainda declaração de escolaridade informando que o 
aluno em questão desenvolve aula de ginástica nas segun-
das, quartas e sextas, no horário de 9h30min a 10h30min.
3. O art. 3º do Decreto n. 22.510/2001 infere que o 
estudante, uma vez habilitado, terá direito à aquisição de 
passes estudantis referentes ao número de dias de aula 
do mês por turno, por linha de ônibus, observado o limite 
máximo de 54 (cinquenta e quatro) passes por mês.
4. Outrossim, o art. 15, expressamente, menciona 
que os passes serão utilizados exclusivamente pelo estu-
dante até um número máximo de 4 (quatro) por dia, RES-
SALVADOS OS CASOS DE ATIVIDADE EXTRACURRICU-
LAR.
5. Entendendo que a atividade de ginástica olímpica é 
extracurricular, e diante da ressalva do art. 15 do Decreto n. 
22.510/2001, não vemos óbice à sua aquisição, respeitados 
os limites legais previstos na legislação vigente.
Maurício W. Alves de Sá. Ofício n. 081/2007. Governo 
do Distrito
Federal. Secretaria de Estado de Transportes (com 
adaptações).
Considerando que o fragmento de documento acima 
está fora de sua circulação normal e sofreu algumas 
alterações, julgue os seguintes itens, a respeito des-
se exemplo e de normas de redação de documentos 
oficiais.
1) Para atender às normas de redação de documento 
do padrão ofício, ao vocativo, “Senhora Chefe do 
Serviço Jurídico”, deve ser acrescido, por questão 
de gentileza, o nome do destinatário.
2) Em circulação normal, um ofício deve ser identifi-
cado, no alto da folha, à esquerda, pelo número e 
pela sigla do órgão expedidor, escrito de maneira 
semelhante à identificação do ofício objeto de res-
posta no fragmento em questão: Ofício n. 081/2007 
– MPDFT/PDDC.
3) Para facilitar referências futuras, todos os pará-
grafos de documentos do padrão ofício devem 
ser numerados, exceto o primeiro, como se vê no 
exemplo.
4) Por se tratar de documento do padrão ofício, não 
se exige que a data no primeiro parágrafo seja es-
crita por extenso.
5) Para que seja respeitado o padrão culto da lingua-
gem, característica de documentos oficiais, no pa-
rágrafo 2, por se referir a “declaração”, a expressão 
“Em anexo” deve ser flexionada no feminino.
6) Nos parágrafos 3 e 5, o emprego da inicial maiús-
cula em “Decreto” atende à regra de que, uma vez 
identificados, leis e decretos devem ser grafados 
com letra inicial maiúscula.
7) No parágrafo 5, o emprego da forma verbal “vemos” 
na primeira pessoa do plural respeita a caracterís-
tica de impessoalidade da redação de documentos 
oficiais, pois marca a isenção de impressões pes-
soais: trata-se aí de parecer oficial.
8) Pela objetividade de redação de documentos ofi-
ciais, atualmente são utilizados apenas dois mode-
los de saudação em fecho: Respeitosamente, para 
autoridades superiores, e Atenciosamente, para 
autoridades de mesma hierarquia ou inferiores.
9) No fecho de ofícios e memorandos, se a assinatura 
do signatário for legível, dispensa-se o nome dati-
lografado ou o carimbo do cargo.
10) Se o elemento ASSUNTO constasse do exemplo 
do documento, poderia assim ser escrito: Aquisi-
ção de passes estudantis para atividades extracur-
riculares.
GABARITO: E, C, E, C, E, C, C, C, E, C
19. (CESPE) Considerando as normas que regem a reda-
ção oficial, julgue o próximo item.
1) No serviço público, o expediente ofício é o principal 
meio de comunicação interna, ou interdepartamental.
GABARITO: E
20. Tendo em mente as correspondências oficiais, julgue 
os itens:
1) Não somente entre órgãos públicos ou dentro de-
les circulam comunicações oficiais, mas entre ór-
gãos públicos e cidadãos comuns.
2) Em ofícios, o destinatário deve ser repetido em 
cada folha, quando houver vários.
GABARITO: C, E
21. (CESPE) Com base no Manual de Redação da Presi-
dência da República, julgue os itens seguintes, refe-
rentes a adequação da linguagem, formato e caracte-
rísticas da correspondência oficial.
1) Considere que o diretor de normas e habilitação 
das operadoras da ANS precise comunicar-se com 
o ministro de Estado da Saúde. Nessa situação, o 
diretor deverá utilizar o aviso como forma de cor-
respondência oficial, dado o fato de o ministro ser 
autoridade de hierarquia superior e dada a vincula-
ção da ANS ao Ministério da Saúde. 
2) Considere que a Diretoria Colegiada da ANS com-
ponha-se pelo diretor-presidente da ANS e pelo 
diretor interino da Diretoria de Gestão. Considere, 
ainda, que o diretor-presidente da ANS pretenda 
encaminhar uma comunicação oficial ao diretor 
interino da Diretoria de Gestão, para a exposição 
de diretrizes a serem adotadas pela ANS. Nessa 
situação, o diretor-presidente da ANS deverá ela-
borar um memorando com o seguinte fecho: Aten-
ciosamente. 
GABARITO: E, C
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22. (CESPE) Com base no Manual de Redação da Presi-
dência da República, julgue os itens seguintes.
1) O expediente exposição de motivos aceita os fe-
chos Respeitosamente e Atenciosamente.
GABARITO: E
23. (CESPE)
Mem. 123/DJ
Em 10 de novembro de 2013.
Ao Sr. Chefe do Departamento de Materiais
Assunto: Solicitação de impressora
1. Consulto Vossa Senhoria a respeito da possibili-
dade de instalação de uma nova impressora neste departa-
mento.
2. A solicitação deve-se ao fato de que, desde a opor-tuna nomeação de três novos servidores para este Departa-
mento, no mês passado, a quantidade de impressoras em 
uso tornou-se insuficiente para atender a demanda, que, 
aliás, tem crescido nos últimos meses.
3. A título de acréscimo, devo mencionar que a insta-
lação de mais uma impressora no departamento será posi-
tiva e bem-vinda, pois conferirá maior agilidade ao trabalho 
dos servidores.
Atenciosamente,
Fulano de Tal
Chefe do Departamento de Atendimento ao Público
Tendo como referência a comunicação hipotética 
acima, julgue os itens a seguir à luz do Manual de Redação 
da Presidência da República.
1) Caso ocupe mais de uma página, o memorando 
poderá ser impresso no anverso e no verso do pa-
pel, utilizando-se a denominada margem espelho.
2) O documento oficial em apreço estaria mais ade-
quado ao padrão e teria trâmite mais ágil caso fos-
se incluído nele o nome do Chefe do Departamento 
de Materiais.
3) O texto do documento em questão está em discor-
dância com os princípios de impessoalidade e con-
cisão necessários à redação de correspondências 
oficiais.
Acerca das correspondências oficiais, julgue os itens 
seguintes.
1) Na indicação de nome ao cargo de ministro do STF, 
o presidente da República deverá fazer uso de uma 
mensagem, à qual deverá anexar curriculum vitae, 
devidamente assinado, do indicado.
2) De modo a atender aos princípios da formalida-
de e da impessoalidade, os adjetivos referentes a 
pronomes de tratamento devem ser flexionados no 
masculino.
GABARITO: C, E, C, C, E
24. (CESPE) Acerca da redação de correspondências ofi-
ciais, julgue os itens seguintes.
1) O memorando, uma forma de comunicação inter-
na, caracteriza-se pela agilidade, razão por que 
devem ser simples os procedimentos burocráticos 
de sua tramitação.
2) O presidente da República é o destinatário da ex-
posição de motivos, mas será o remetente de 
uma mensagem, caso queira comunicar-se com 
o Poder Legislativo, situação em que não deverá 
constar a identificação do signatário.
3) Para se comunicar com autoridade de mesma hie-
rarquia, um ministro do Supremo Tribunal Federal 
deve redigir aviso, documento que segue o padrão 
ofício, com acréscimo de vocativo.
GABARITO: C, C, E
25. (CESPE) No que se refere a aspectos gerais das cor-
respondências oficiais, julgue os itens que se seguem 
de acordo com o Manual de Redação da Presidência 
da República (MRPR).
1) Embora sejam modalidades de comunicação oficial 
praticamente idênticas, ofício e aviso diferenciam-
-se pelo fato de que o aviso é expedido exclusiva-
mente por ministros de Estado, para autoridades 
de mesma hierarquia, enquanto o ofício é expedido 
pelas demais autoridades. Ambos destinam-se ao 
tratamento de assuntos oficiais pelos órgãos da 
administração pública entre si e, no caso do ofício, 
também com particulares.
GABARITO: C
26. Em relação aos meios de transmissão de correspon-
dências oficiais, julgue os itens a seguir.
1) É conveniente que os documentos sejam acom-
panhados de uma folha de rosto, com dados de 
identificação do remetente, do destinatário e da 
mensagem (quantidade de páginas e, conforme o 
caso, assunto).
2) Com o fito de uniformizar a terminologia e simplifi-
car os procedimentos burocráticos, passou a rece-
ber o título de telegrama toda comunicação oficial 
expedida por meio de telegrafia, telex, etc.
3) O princípio da impessoalidade nada mais é que o 
clássico princípio da finalidade, o qual impõe ao 
administrador público que só pratique o ato para 
o seu fim legal. E o fim legal é unicamente aquele 
que a norma de direito indica, expressa ou virtual-
mente, como objetivo do ato, de forma impessoal.
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4) Um dos atrativos de comunicação por correio ele-
trônico é sua flexibilidade. Assim, não interessa de-
finir forma rígida para sua estrutura. Por isso, deve-
-se empregar a linguagem incompatível com uma 
comunicação oficial.
5) Em relação aos documentos transmitidos por meio 
do fax: Se necessário o arquivamento, deve-se 
fazê-lo com cópia xérox do fax e não com o próprio 
fax, cujo papel, em certos modelos, se deteriora ra-
pidamente.
GABARITO: C, C, C, E, C
27. (FGV) Com base no Manual de Redação da Presidên-
cia da República, analise os itens a seguir:
I – Um dos atrativos de comunicação por correio ele-
trônico é sua flexibilidade. Assim, não interessa 
definir forma rígida para sua estrutura. Entretanto, 
deve-se evitar o uso de linguagem incompatível 
com uma comunicação oficial.
II – Para os arquivos anexados à mensagem deve ser 
utilizado, obrigatoriamente, o formato Rich Text. A 
mensagem que encaminha algum arquivo deve 
trazer informações mínimas sobre seu conteúdo.
III – Sempre que disponível, deve-se utilizar recurso de 
confirmação de leitura. Caso não seja disponível, 
deve constar da mensagem pedido de confirmação 
de recebimento.
Assinale:
a. se nenhum item estiver correto.
b. se apenas os itens II e III estiverem corretos.
c. se apenas os itens I e III estiverem corretos.
d. se apenas os itens I e II estiverem corretos.
GABARITO: c
28. (FGV) Em relação ao Manual de Redação da Presi-
dência da República, avalie os itens a seguir:
I – O campo “assunto” do formulário de mensagem de 
correio eletrônico deve ser preenchido de modo a 
facilitar a organização documental tanto do desti-
natário quanto do remetente.
II – Nos termos da legislação em vigor, para que a 
mensagem de correio eletrônico tenha valor docu-
mental, isto é, para que possa ser aceita como do-
cumento original, é necessário existir certificação 
digital que ateste a identidade do remetente, na 
forma estabelecida em lei.
III – Se necessário o arquivamento de fax, pode-se 
fazê-lo com o próprio papel de fax, não sendo ne-
cessário fazer cópia dele.
Assinale:
a. se apenas os itens I e III estiverem corretos.
b. se todos os itens estiverem corretos.
c. se apenas os itens II e III estiverem corretos.
d. se apenas os itens I e II estiverem corretos.
e. se nenhum item estiver correto.
GABARITO: d
29. (CESPE/UB) Acerca das características gerais dos 
diversos tipos de comunicação oficial, julgue os itens 
seguintes.
1) Para atender à exigência de uniformidade, um dos 
atributos da redação oficial, os expedientes oficiais 
de qualquer tipo devem ser estruturados conforme 
o padrão ofício de diagramação.
GABARITO: E
30. (CESPE) Acerca das características gerais dos 
diversos tipos de comunicação oficial, julgue os itens 
a seguir.
1) Para que correspondências oficiais enviadas por 
correio eletrônico sejam aceitas como documentos 
originais, é necessária certificação digital que ates-
te a identidade do remetente.
2) Em situações em que se exija agilidade na comu-
nicação, deve-se evitar o uso de memorandos, já 
que sua tramitação, por envolver diversos setores 
do órgão público expedidor, prejudica a celeridade 
do processo.
3) Os expedientes oficiais devem caracterizar-se pela 
impessoalidade, por constituírem modalidade de 
comunicação empregada exclusivamente entre ór-
gãos do serviço público.
4) O destinatário de um memorando deve ser identi-
ficado pelo cargo que ocupa; o de um aviso, pelo 
nome e pelo cargo que ocupa; e o de um ofício, 
pelo nome, pelo cargo que ocupa e pelo endereço.
GABARITO: C, E, E, X
31. (CESPE)
Governo do Estado do Amazonas
Defensoria Pública do Estado do Amazonas
Of. n. 125/2003/SG
Manaus, 5 de outubro de 2003.
A Sua Excelência o Senhor
Deputado Jaime da Luz,
Câmara dos Deputados
70160-900 - Brasília - DF
Assunto: Demarcação de terras indígenas
Senhor Deputado,
Informo a Vossa Excelência que as medidas tomadas 
em favor da demarcação das terras indígenas estão ampa-
radas pelo procedimento administrativo consuetudinário, 
com amparo legal e tendo em vista os princípios éticos, con-forme reza a moral e os bons costumes.
Reforço que a demarcação de terras indígenas deve ser 
precedida de estudos e levantamentos técnicos que aten-
dam ao disposto no art. 231, § 1°, da Constituição Federal, 
os quais devem incluir os aspectos etno-históricos, socio-
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lógicos, cartográficos e fundiários. O exame deste último 
aspecto deve ser feito conjuntamente com o órgão federal 
ou estadual competente. 
Sendo o que nos traz no momento, reiteramos nossas 
saudações.
Atenciosamente,
Marina Severina Nordestina
Secretária Geral
A partir das informações contidas no documento aci-
ma, julgue os itens subsequentes.
1) Esse documento, com a data corretamente redi-
gida e localizada, é o centésimo vigésimo quinto 
ofício expedido pelo órgão supracitado, sob a res-
ponsabilidade da secretaria geral.
2) No endereçamento, há um erro quanto ao empre-
go do pronome de tratamento, pois deveria constar, 
abreviadamente, V. Sa, ou seja, Vossa Senhoria.
3) A signatária, ao flexionar no singular a forma ver-
bal “reza”, no primeiro parágrafo do texto, expressa 
que considera coisas distintas a “moral” e os “bons 
costumes”.
4) O fecho dessa correspondência, adequadamente 
redigido e localizado, serve também para fecha-
mento dos expedientes denominados memorando 
e requerimento.
GABARITO: C, E, E, E
32. (CESPE)
Brasília – DF, 24 de outubro de 2012.
Assunto: retificação do Relatório Justiça em Números no
sítio do Conselho Nacional de Justiça
Senhor Presidente,
Como é do conhecimento de Vossa Excelência, o 
Departamento de Pesquisas Judiciárias do Conselho Nacio-
nal de Justiça oferece aos tribunais a oportunidade de retifi-
carem os respectivos dados após publicação dos relatórios 
do Sistema Justiça em Números. Em abril de 2012, o TJDFT 
promoveu, na base de dados desse sistema, a correção de 
seus indicadores relativos aos anos de 2009, 2010 e 2011.
Entretanto, no Relatório Justiça em Números 2010, 
publicado no sítio desse Conselho, não se considerou as 
correções efetuadas pelo TJDFT nos seus mencionados 
indicadores, o que implicou na apresentação, nesse refe-
rido relatório, de informações equivocadas a respeito desta 
Corte de Justiça.
Como o resultado apresentado não reflete a realidade 
da Justiça do Distrito Federal e dos Territórios, solicita-se 
a Vossa Excelência a republicação do Relatório Justiça em 
Números ou, caso não seja possível, a publicação de erratas 
com os dados corretos referentes ao TJDFT.
Respeitosamente,
Desembargador Fulano
Presidente do
Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios
Considerando as disposições do Manual de Reda-
ção da Presidência da República (MRPR), julgue os 
seguintes itens, relativos ao documento oficial acima, 
reproduzido, com adaptações, do sítio www.tjdft.jus.br
1) O documento oficial em tela não respeita algumas 
características do padrão ofício, como a enume-
ração dos parágrafos e a identificação do tipo e 
número do expediente, seguido da sigla do órgão 
expedidor. 
2) Devido ao fato de a autoridade a que se destina o 
documento ser tratada por “Vossa Excelência”, o 
endereçamento abaixo estaria adequado para figu-
rar no envelope do expediente em questão. 
 � A Sua Excelência o Senhor 
 � Ministro Cicrano 
 � Corregedor Nacional de Justiça 
 � Anexo I – Supremo Tribunal Federal, Praça dos 
Três Poderes CEP 70.175-901 – Brasília. DF
3) O conteúdo e a estrutura do documento estão ade-
quados para uma exposição de motivos, pois pro-
põem a uma autoridade hierarquicamente superior 
sugestão de medida a ser adotada: a retificação de 
informações constantes no Relatório Justiça em 
Números 2010.
4) De acordo com as disposições do MRPR, seria cor-
reto substituir a oração “Como é do conhecimento 
de Vossa Excelência” tanto por Como Vossa Ex-
celência foi informada quanto por Como Vossa 
Excelência foi informado.
5) Para se adequar o parágrafo iniciado pela expres-
são “Entretanto” ao padrão culto exigido nas co-
municações oficiais, seria suficiente reescrever a 
oração “não se considerou as correções efetuadas 
pelo TJDFT nos seus mencionados indicadores” da 
seguinte forma: não foram consideradas as corre-
ções efetuadas pelo TJDFT nos seus mencionados 
indicadores.
GABARITO: C, E, E, E, E
33. Na correspondência oficial é o resumo do que será 
dito. 
1) Vocativo
2) Destinatário
3) Assunto
4) Desfecho
5) Endereçamento
6) Data
GABARITO: 3
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34. (CESPE) Com base nas normas que regem a redação 
de comunicações oficiais no Poder Executivo, julgue 
os itens subsequentes.
1) Qualquer repartição do Ministério da Integração 
Nacional pode fazer uso do memorando ou do ofí-
cio, utilizando como critério de escolha a extensão 
do texto: para até 2 parágrafos, é recomendado o 
memorando; para mais de 2 parágrafos, deve ser 
empregado o ofício.
2) O fax foi abolido do serviço público devido à pereci-
bilidade da tinta da impressão: ela não se conserva 
pelo tempo necessário ao arquivamento dos docu-
mentos enviados por esse sistema.
GABARITO: E, E
35. Identifique a ordem mais adequada para as partes de 
um memorando:
 � ( ) Nosso quadro de pessoal é composto, em sua 
maioria, por funcionários com pouca experiência 
no Serviço Público. Por essa razão, são muitas as 
dificuldades enfrentadas para a elaboração das 
correspondências mais rotineiras. 
 � ( ) Ao Senhor chefe da Divisão de Pessoal. 
 � ( ) Em 21 de março de 2003. 
 � ( ) Solicito designar a esta Divisão cinco vagas 
no curso “Estruturação de Textos Administrativos” a 
ser realizado de 19 de maio a 23 de junho de 2003. 
 � ( ) Atenciosamente, 
 � ( ) Memorando n. 5/DT 
 � ( ) Fulano de Tal 
 � ( ) Chefe da Divisão de Transportes 
 � ( ) Assunto: Solicitação de vagas para o curso 
“Estruturação de Textos Administrativos e Redação 
Oficial”. 
GABARITO: 5, 3, 2, 6, 7, 1, 8, 9, 4
36. (CESPE) Julgue os itens seguintes, à luz das pres-
crições do Manual de Redação da Presidência da 
República.
1) Para formatação do aviso, utiliza-se como modelo 
o padrão ofício.
GABARITO: C
37. (CESPE) Redija um ofício em que o Diretor de um dos 
departamentos da Fundação Nacional de Saúde soli-
cita a um dirigente de outro órgão público da área de 
saúde a indicação de um especialista para participar 
de mesa-redonda que tem por objetivo discutir medi-
das de prevenção contra a gripe suína (Influenza A). 
Justifique a necessidade da participação desse espe-
cialista.
O ofício deverá ser redigido de acordo com as normas 
estabelecidas no Manual de Redação da Presidên-
cia da República. Como a redação não deverá ser 
identificada, utilize no ofício um nome fictício.
38. (CESPE) Julgue os itens subsequentes, a respeito do 
padrão ofício em comunicações oficiais, conforme o 
Manual de Redação da Presidência da República.
1) O fecho Respeitosamente não é empregado no 
aviso; o fecho Atenciosamente é empregado tanto 
no aviso quanto no ofício.
2) No memorando, dispensa-se o vocativo, que deve, 
contudo, constar no aviso e no ofício.
GABARITO: C, C
39. (FUNCAB) Assinale a opção que se refere ao texto for-
mal, denominado OFÍCIO.
a. Pedido feito por pessoa física ou jurídica de algo a 
que tem direito; dirige-se a uma autoridade.
b. Histórico profissional de uma pessoa, suas princi-
pais atividades e habilidades.
c. Correspondência breve, interna ou externa, utiliza-
da tanto pelo serviço público como pela iniciativa 
privada, para abordar assuntos rotineiros.
d. Documento em que são registradas as ocorrências 
de uma reunião, assembleia ou um evento.
e. Correspondência oficial emitida por órgão público, 
que pode ser destinada a outro órgão público ou a 
um particular.
GABARITO: e
40. (FUNCAB – com adaptações) Deacordo com os prin-
cípios da redação oficial, para realizar uma comuni-
cação escrita entre unidades administrativas de um 
mesmo órgão, mas em níveis hierárquicos diferentes, 
deve-se utilizar de um(a):
a. aviso.
b. exposição de motivos.
c. mensagem.
d. memorando.
e. ofício.
GABARITO: d
41. (FUNCAB – com adaptações) Na Administração Públi-
ca, é uma forma de correspondência entre autoridades 
de um mesmo órgão ou entre Diretores e Chefes ou 
vice-versa. Serve para comunicações internas sobre 
assuntos rotineiros. Caracteriza-se pela simplicidade, 
concisão e clareza. Sua característica principal é a agi-
lidade. Esta descrição corresponde à(ao):
a. Memorando.
b. Ofício.
c. Exposição de Motivos.
d. Fax.
e. Aviso.
GABARITO: a
42. (CESPE) Com base nas regras de redação de corres-
pondências oficiais, julgue os itens que se seguem.
1) Nos avisos, o fecho adequado é Atenciosamente, 
visto que tal documento é emitido por ministros 
para autoridade de mesma hierarquia.
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2) Em ofícios ou memorandos, o local e a data do 
documento devem ser informados logo abaixo da 
indicação do nome e do endereço do destinatário.
GABARITO: C, E
gartic.uol.com.br
TEXTOS DE EXPEDIENTE
REQUERIMENTO
Senhor Prefeito de Jandaia,
Deolindo Brunassi, brasileiro, casado, residente na Rua 
Altino José Lopes, 1541, portador de CI n. 247.550-8 e CPF 
n. 338.400.529, funcionário público municipal PO-2, requer, 
na forma da Lei Municipal 123, de 1996, adicional de dez por 
cento em seus vencimentos por ter completado cinco anos 
de serviço.
Nesses termos,
Pede deferimento.
Jandaia, 3 de fevereiro de 2003.
[ASSINATURA]
___________________________________________
ATESTADO
PROSPEC-SOLO FUNDAÇÕES S/A
Av. Brasil, 453 – Campinas/SP – Tel.: 414390
ATESTADO
ATESTAMOS que Maria Padilha estagiou no Depto. de 
Sondagens e Fundações desta empresa de engenharia no 
período de 03-03-2001 a 06-11-2002, desenvolvendo suas 
funções com seriedade, competência e profissionalismo.
Campinas, 20 de junho de 2004.
[ASSINATURA]
José M. D. Fontanelle
Eng. Supervisor de Sondagens
[ASSINATURA]
CREA – 5.459/SP
Wilson Castilho Penha
Chefe do Depto. de Pessoal
DECLARAÇÃO
SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
QUARTEL GENERAL DO IV COMANDO
AÉREO REGIONAL
DECLARAÇÃO
DECLARO, para os devidos fins, que Irineu Lima 
Smith, RG n. 3.649.943 (SSP/SP), esteve presente no Ser-
viço Regional de Recrutamento e Mobilização deste Quartel 
General, no período das 10h às 12h, para tratar de assunto 
do Serviço Militar.
São Paulo, 26 de junho de 2004.
[ASSINATURA]
[NOME]
[CARGO]
___________________________________________
 ATA
ATA N. 58/2004
Assembléia Geral Extraordinária
Aos dezesseis dias do mês de fevereiro de dois mil e 
quatro, às nove horas, na sede social, na Avenida Comen-
dador Flávio Evaristo Ribeiro, 326, 6º andar, nesta cidade, 
reuniram-se em Assembleia Geral Extraordinária os acio-
nistas da Empresa Transportadora Fast-Carga S/A, devida-
mente convocados por editais publicados no Diário Oficial 
do Estado, edições de 6, 7 e 8 de fevereiro de 2004, e no 
jornal O Estado de S. Paulo, edições das mesmas datas. 
Verificando o Livro de Presenças, o diretor, Sr. Carlos Bal-
dera, constatou a presença de número suficiente de acio-
nistas, conforme os Estatutos da Empresa, razão pela qual, 
havendo número legal decrarou, digo, declarou instalada a 
Assembleia e em condições de deliberar sobre o objeto da 
convocação. Em seguida o Sr. Carlos Baldera convidou os 
presentes a indicarem a mesa que deveria dirigir a assem-
bleia, recaindo a indicação, por aclamação, no próprio Sr. 
Carlos para presidente e em mim, Celina Valigni, para secre-
tária. Composta a mesa, declarou o senhor presidente que, 
como era do conhecimento geral, os assuntos que deveriam 
ser debatidos na presente assembleia versavam sobre a 
seguinte ordem do dia: a) leitura e aprovação da ata da reu-
nião anterior; b) constituição e eleição do novo Conselho de 
Administração. Feita a leitura da ata da reunião anterior e 
integralmente aprovada sem ressalvas, iniciaram-se as dis-
cussões sobre qual seria a estrutura ideal e as funções do 
novo Conselho de Administração. Por se tratar de um órgão 
ainda inexistente na empresa, o senhor presidente solicitou 
a opinião dos Srs. Dr. Cláudio Feitosa e Aquiles Araújo Neto, 
aos quais, na reunião anterior, havia sido solicitado que se 
inteirassem como funciona o referido Conselho em outras 
empresas do mesmo porte que a Fast-Carga. Após os rela-
tos dos referidos senhores e discussão das ideias por eles 
apresentadas, foram acrescidas as sugestões dos Srs. Nata-
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nael Oliveira, Carlos Urtega e Anamaria Lorenzo. Após uma 
longa e proveitosa discussão, o senhor presidente propôs 
que, em função da importância da decisão a ser tomada, 
seria conveniente que se marcasse uma nova assembleia, 
em que seriam apresentados alguns esboços de constitui-
ção do referido conselho para apreciação dos acionistas e 
também seriam escolhidos os futuros componentes desse 
conselho. Por aclamação unânime, a proposta foi aceita. 
Nada havendo mais a tratar, foram encerrados os trabalhos 
e eu, secretário, lavrei a presente ata que, lida e aprovada 
por todos, vai ser assinada pela mesa diretora e pelos acio-
nistas que comparecem.
Em tempo: onde se lê O Estado de S. Paulo, leia-se A 
Folha de S. Paulo. 
[ASSINATURA DO PRESIDENTE]
[ASSINATURA DO SECRETÁRIO]
[DEMAIS ASSINATURAS]
___________________________________________
 
CARTA
Brasília, 19 de agosto de 2010.
Senhor Beltrano de Tal,
Pensei bastante sobre a proposta de emprego que me 
foi feita por sua Instituição de Ensino, levando em conta 
todas as vantagens e desvantagens que o cargo proposto 
poderia me proporcionar. Sendo assim, escrevo-lhe para 
informar que não aceitarei a proposta e permanecerei no 
local onde me encontro trabalhando, já que o salário está 
condizente com as exigências que me são feitas no cargo 
que ocupo.
Atenciosamente,
[ASSINATURA]
[NOME]
___________________________________________
PARECER
PROCESSO N. ..... – [SIGLA DO ÓRGÃO QUE SOLI-
CITOU O PARECER]
PARECER N. ..... – [REFERÊNCIA AO ÓRGÃO]
Lei n. 4.769-65. Interpre-
tação. Os conselhos Federal e 
Regionais dos Técnicos de Admi-
nistração constituem uma única 
autarquia. O acervo decorrente da 
atuação da Junta Executiva e suas 
representantes administrativas se 
transfere ao Conselho Federal.
A Lei n. 4.769, de 9 de setembro de 1965, dispondo 
sobre o exercício da profissão de Técnico de Administra-
ção, criou os Conselhos Regionais e o Federal, sob a forma 
autárquica. Ademais, até que eles se formassem, deter-
minou fosse constituída uma Junta Executiva, mediante 
implantação do sistema. Essa Junta extinguir-se-ia com a 
formação do Conselho Federal, que lhe absorveria o acervo.
2. Com efeito, pelo Decreto n. 58.670, de 20 de junho 
de 1966, criou-se a citada Junta Executiva, que, por meio 
da Resolução n. 4, se permitiu designar Juntas Administrati-
vas para a organização dos Conselhos Regionais e, até que 
esses se formassem, representa-la no encaminhamento das 
medidas necessárias à fiscalização do exercício da profis-
são e ao registro dos Técnicos de Administração, na área de 
sua jurisdição.
3. Criados os Conselhos, suscitaram-se dúvidas 
sobre se cada um de per si constitui um ente autárquico, ou 
se a autarquia, no caso, compreende o Conselho Federal e 
os Regionais. Ainda sobre se os recursos antes arrecada-
dos pelas Juntas Administrativas devam integrar o acervo 
da Junta Executiva a ser absorvido pelo Conselho Federal, 
ou se constituem em recursos dos Conselhos Regionais res-
pectivos. 
4. A clareza do texto legal nãopermite discussão. Os 
Conselhos foram criados – como diz o art. 6º da citada Lei 
n. 4.769 – “constituindo em seu conjunto uma autarquia”. 
Vale dizer, na espécie, a autarquia é um todo integrado pelos 
Conselhos Regionais e Federal. 
5. Por igual, para promover os atos preparatórios à 
implantação do sistema, a lei determinou se constituísse 
uma Junta Executiva. Até a Criação dos Conselhos, portanto, 
o que existia era essa Junta. As Juntas Administrativas eram 
meras representantes, instrumentos de que se valia a Junta 
Executiva para tomar as medidas regionais necessárias ao 
fiel cumprimento de suas tarefas. O acervo decorrente da 
atuação da Executiva, nela compreendida, evidentemente, 
a de suas representantes administrativas, constitui todo ele 
o acervo de que trata o art. 19, da Lei n. 4.769, tantas vezes 
citadas, ou seja, o que deve ser absorvido pelo Conselho 
Federal. 
6. Assim sendo, não há como pretender-se possa a 
arrecadação das Juntas Administrativas em referência trans-
ferir-se aos Conselhos Regionais. A tanto, não permite a lei.
Sob censura
Brasília, 16 de junho de 1970. 
[ASSINATURA]
[NOME]
[Consultor-Geral da República]
___________________________________________
RELATÓRIO
RELATÓRIO
Senhor Diretor-Geral,
Conforme sua determinação, encaminhada a esta 
repartição em despacho fonográfico de 5 de junho do cor-
rente ano, passamos a relatar-lhe os acontecimentos ocorri-
dos no dia 1º de junho último, nesta repartição.
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2. Encontrávamo-nos cumprindo nossas atribuições 
funcionais, quando entrou na repartição o cidadão Antô-
nio Borges Ferreira, residente nesta cidade, o qual apenas 
conhecíamos de vista e que a nós se dirigiu solicitando infor-
mações sobre recolhimento de tributos devidos ao Estado. 
3. Não estando esta repartição em condições de 
atende à consulta formulada, comunicamos ao referido 
senhor que deveria fazê-la à Exatoria Estadual desta cidade.
4. Com isso não se conformou o referido cidadão, 
dizendo que nossa repartição nunca estivera tão mal aten-
dida e que era um absurdo que não lhe pudéssemos prestar 
a informação de que necessitava. 
5. Como continuasse a provocar-nos, bem como a 
todos os demais funcionários, resolvemos dar-lhe as cons-
tas, voltando à nossa mesa de trabalho.
6. Ainda ouvimos quando o referido cidadão dizia que 
iria comunicar o fato às autoridades em Porto Alegre.
7. Procuramos, durante os acontecimentos, manter 
a atitude compatível com o nosso cargo e nos abstive-
mos de qualquer resposta menos honrosa ao agressor 
verbal, o que, aliás, foi seguido pelos demais funcionários 
da repartição.
8. Presenciaram a deprimente cena os Srs. Antônio 
Ferreira Viana, José Alfeu e Carlos Serres Oliveira, que se 
encontravam tratando de assuntos relacionados com esta 
repartição.
9. Sendo o que nos competia informar, enfim, e assim 
atendendo à determinação da Direção-Geral, aguardamos 
com confiança o julgamento imparcial dos fatos pela admi-
nistração.
Respeitosamente,
 
Novo Hamburgo, 28 de agosto de 2000.
[ASSINATURA]
Carlos Castro Barbosa
Chefe do Serviço de...
___________________________________________
E X E R C Í C I O S
1. (CESPE)
 Gestão Administrativa
Atestado
 Atesto, para os devidos fins, que 
Fulano de Tal prestou serviços administrativos ao 
Departamento de Recursos Humanos nesta Secre-
taria no período de 30 de março de 1999 a 30 de 
setembro de 2003.
 Brasília, 10 de outubro de 2003.
Tendo por base o exemplo de documento oficial acima, 
julgue os seguintes itens, a respeito de expedientes 
administrativos.
1) A existência do timbre no topo desse tipo de docu-
mento dispensa a assinatura de quem emite.
2) Na construção “ao Departamento de Recursos Hu-
manos nesta Secretaria”, a falta do nome completo 
da “Secretaria” desrespeita a clareza e a publici-
dade exigida pela redação de documentos oficiais.
3) A colocação de local e data ao final desse docu-
mento é opcional; poderia ser a primeira informa-
ção do texto.
4) A formação e a construção linguística de um ates-
tado e de uma declaração são semelhantes, mas 
apenas esta última exige o carimbo do órgão ex-
pedidor.
5) Documentos oficiais como o apresentado – atesta-
dos, declarações, ofícios e memorandos – devem 
ter sempre como destinatário o público em geral; 
por isso, a clareza, a objetividade e a precisão de 
informações não constituem exigência relevante.
6) Uma certidão tem objetivos semelhantes aos de 
um atestado, mas distingue-se deste porque seus 
expedidores devem ser empresas públicas.
GABARITO: E, E, E, E, E, E
2. (CESPE)
Ainda que os bancos continuem ganhando muito 
dinheiro com a dívida pública, os resultados espetaculares 
devem-se, sobretudo, ao forte avanço das operações de 
crédito no país: 27% no último ano. Some-se a isso o fatu-
ramento com as tarifas e chega-se aos resultados do ano 
passado, com os quais as instituições financeiras do país 
se elevaram à condição de instituições mais rentáveis do 
planeta. Essa fase de ouro salta aos olhos no momento em 
que os maiores bancos europeus e norte-americanos san-
gram com perdas milionárias, resultado de apostas equivo-
cadas no mercado hipotecário. Hoje são raras as institui-
ções norte-americanas com taxas de rentabilidade similares 
às brasileiras. Isso quer dizer que os bancos brasileiros são 
mais competentes e eficientes que seus pares dos Estados 
Unidos da América (EUA)? Não há uma resposta simples a 
essa indagação. Os norte-americanos ainda possuem o sis-
tema financeiro mais avançado e dinâmico do mundo. Mas 
os anos de euforia econômica e juros baixos os levaram a 
buscar investimentos exageradamente arriscados. Aqui, o 
crédito chegou apenas às pessoas com bom histórico finan-
ceiro, o que não ocorreu nos EUA. Resta agora saber se 
a economia brasileira conseguirá manter o atual ritmo de 
expansão em meio à desaceleração dos países ricos.
Veja, 20/2/2008, p. 88 (com adaptações).
Julgue os itens relativos às ideias e a aspectos gra-
maticais do texto, levando-se em consideração que se 
trata de uma correspondência oficial.
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1) O sinal indicativo de crase em “às brasileiras” justi-
fica-se pela relação entre o termo “similares” e sua 
complementação no feminino.
2) Como já foi empregado o artigo em “os anos”, 
preservam-se as relações de sentido e a correção 
gramatical, resultando em linguagem mais objeti-
va e clara, se a partícula “os” for omitida em “os 
levaram”.
3) O emprego do modo subjuntivo em “continuem” in-
dica que a argumentação ressalta uma hipótese; 
pois, se não o fosse, a opção correta seria pela for-
ma de indicativo: continuam.
4) Pela função de coesão textual que o pronome 
“isso” desempenha, seriam mantidas a coerência 
e a correção gramatical do texto ao se reescrever 
o início do segundo período da seguinte forma: 
Somem-se à essas operações faturamento.
5) O uso de “os quais”, em “com os quais as institui-
ções”, evita a relação de ambiguidade que ocorre-
ria se o pronome utilizado fosse que e a construção 
fosse com que as instituições.
6) As regras gramaticais de emprego dos pronomes 
átonos permitem também a redação de elevaram-
-se à condição, em lugar de “se elevaram à condi-
ção”, sendo ambas as construções apropriadas a 
documentos oficiais.
7) O desenvolvimento das ideias do texto permite su-
bentender que a preposição em “às pessoas” esta-
belece relação de sentidos semelhante a até.
8) O final de um relatório sobre o tema do texto res-
peitaria a norma culta e as normas de redação de 
documentos oficiais se fosse assim redigido:
 � Ante do exposto, recomenda-se as instituições fi-
nanceiras esforços conjuntosno sentido de manter 
a rentabilidade de seus clientes.
Brasília, 30 de abril de 2008
Respeitosamente,
Maria Silva Pedro Pereira João Souza
Conselheiros
GABARITO: C, E, E, E, C, C, C, E
3. A respeito da redação oficial, julgue os itens:
1) No livro das atas, a pessoa que numera e rubrica 
as páginas deve também redigir o termo de abertu-
ra e o de encerramento.
2) Em geral impessoal nos expedientes públicos, a 
linguagem no atestado pode ser afetiva, uma vez 
que esta espécie de comunicação destina-se a 
uma pessoa em especial.
3) Dirigido a ocupante de cargo hierarquicamente in-
ferior ou superior, no mesmo órgão público, o me-
morando é dito interno; dirigido a ocupante de um 
cargo qualquer, em outro órgão público, o memo-
rando é dito externo.
4) Logo após a data, obedecendo ao devido espaça-
mento, seria correto assim iniciar um memorando: 
Ao Sr. Chefe do Almoxarifado.
5) No alto e na mesma linha, nas correspondências 
oficiais, figuram sempre, na margem esquerda, o 
número do documento e a sigla que identifica sua 
origem e, na margem direita, a data.
GABARITO: C, E, E, C, E
4. (CESPE) Os itens abaixo identificam possíveis inícios 
ou fechos de textos de caráter oficial. Em cada um 
deles, julgue se há correspondência correta entre a 
identificação do tipo de texto e o respectivo trecho do 
quadro.
I – Início de requerimento:
Brasília, 8 de outubro de 2000.
 Senhor Diretor,
 Venho, por meio desta, requerer minha inscrição no 
concurso de redações sobre os 500 anos do Descobrimento do 
Brasil.
II – Início de memorando:
Brasília, 8 de outubro de 2000.
Ao Sr. Chefe do Almoxarifado Geral
Assunto: Compra de papel para máquinas copiadoras
III – Início de ata:
 Aos oito dias do mês de outubro do ano de um mil 
novecentos e noventa e nove, com início às vinte horas, em pri-
meira convocação, realizou-se, na sede da companhia, situada 
à rua Gonçalves Dias, 298, terceiro andar, São Paulo, capital, a 
terceira Assembleia Geral Ordinária da Companhia XYZ. 
IV – Fecho de ofício:
 Atenciosamente,
Fulano de Tal
Diretor de Serviços Gerais
GABARITO: E, E, C, C
5. Declaração legal, de fim comprobatório, calcada em 
assentamentos, registros, documentos ou papéis ofi-
ciais.
1) Aviso
2) Ata
3) Relatório
4) Certidão
5) Mensagem
6) Atestado
GABARITO: 4
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6. Documento que contém duas partes. Na primeira, nor-
malmente constituído de um só período, deve constar 
a identidade completa do peticionário, inclusive a pro-
fissão, residência e domicílio. Na segunda, ocorre a 
forma terminal, em uma ou duas linhas. Será redigido 
sempre na terceira pessoa.
1) Memorando
2) Aviso
3) Correio Eletrônico
4) Requerimento
5) Fax
6) Telegrama
7) Mensagem
GABARITO: 4
7. Descrição circunstancial de fatos, acontecimentos ou 
atividades de caráter técnico-administrativo ou de ca-
ráter científico. Envolve análise a apresentação de su-
gestões, iniciativas ou normas de ação, de acordo com 
as conclusões ou soluções preconizadas como mais 
pertinentes.
1) Circular
2) Exposição de motivos
3) Relatório
4) Ofício
5) Atestado
6) Abaixo-assinado
GABARITO: 3
8. Instrumento de comunicação interna, utilizado por diri-
gentes e chefes, numa empresa ou repartição pública, 
através do qual são transmitidas informações ou solici-
tações de caráter rotineiro.
1) Ata
2) Circular
3) Memorando
4) Relatório
5) Correio Eletrônico
GABARITO: 3
9. Instrumento de caráter semioficial utilizado para res-
ponder a uma cortesia, fazer solicitação ou convite, 
externar agradecimentos ou transmitir informação.
1) correio eletrônico
2) fax
3) exposição de motivos
4) carta
5) requerimento
6) telex
GABARITO: 4
10. Modalidade de comunicação que, por sua velocidade 
e por ser, em princípio, menos oneroso, passou a ser 
adotado pelo Serviço Público e substituiu, em muitos 
casos, outras formas de correspondência.
1) telex
2) fax
3) telegrama
4) sedex
5) carta
6) circular
GABARITO: 2
11. Documento destinado a registrar as ocorrências de 
uma assembléia, sessão ou reunião.
Memorando
Relatório
Fax
Ata
Telex
GABARITO: 4
forumrodoanel.blogspot.com
12. Instrumento de correspondência oficial de que se uti-
lizam os Ministros de Estado ou titulares de órgãos 
públicos diretamente subordinados ao Presidente da 
República, para a ele se dirigirem, justificando proposi-
ções de alçada dessas autoridades.
1) Exposição de Motivos
2) Ofício
3) Mensagem
4) Aviso
5) Memorando
6) Edital
GABARITO: 1
13. (CESPE) Ao oitavo dia do mês de setembro de ano de 
mil novecentos e oitenta e oito, às vinte horas e trinta 
minutos, em segunda e última chamada, reuniram-se 
na sala de reuniões do Banco Jota os acionistas rela-
cionados no livro de presença, na folha 14, verso, para 
deliberarem sobre assuntos constantes no edital de 
convocação, o qual foi previamente distribuído a todos.
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Pelo Teor do trecho inicial do texto oficial reproduzido 
acima, conclui-se que se trata de um(a):
1) Ata.
2) Relatório.
3) Circular.
4) Memorando
5) Requerimento
GABARITO: 1
14. (CESPE) Nos itens seguintes, julgue se são obedeci-
das às exigências da norma culta da escrita, e se são 
pertinentes as associações entre o tipo de documento 
oficial, grafado em negrito, e o fragmento do texto que 
o segue.
1) Relatório. Os consultores constataram que algu-
mas das condutas expressas no novo código de 
ética proposto para o funcionalismo público já são 
previstas na Lei de Improbidade.
2) Ata. Ao final da reunião ficou decidido que os qua-
trocentos ocupantes de cargos importantes no Go-
verno Federal, nomeados pelo Presidente da Re-
pública, ficarão sujeitos a punições administrativas, 
podendo mesmo perder o cargo, caso desobedeça 
o Código de Ética.
3) Ofício. Vimos informar a Vossas Senhorias que 
está em tramitação no Congresso Nacional projeto 
de lei Código de Ética com novas regras que obri-
gam o ocupante de cargo de confiança apresentar 
sua declaração de bens também à Comissão de 
Ética Pública.
4) Ata. Durante o debate, evidenciou-se o concenso 
de que a autoridade pública não poderá receber 
qualquer remuneração de fonte privada nem mes-
mo ter hospedagem paga por empresa que presta 
serviços ao Governo.
5) Atestado. Ao analisar a proposta, observam que 
é necessário explicar que fica proibido ao servidor 
receber brindes de valor superior a R$100,00 e 
que diretor de autarquia que se utilizar de jatinho 
de empreiteira expõe a processo judicial.
GABARITO: C, E, C, E, E
15. (CESPE) Com referência à redação de correspondên-
cia oficial, assinale a opção que apresenta exemplo de 
fechamento aplicável a um atestado.
1) Expressando protestos de elevada estima e distin-
ta consideração, subscrevo-me.
2) Nesses termos, pede-se e espera-se deferimento. 
Brasília, 6 de agosto de 2000.
3) Atenciosamente, Fulano de Tal. Brasília, 6 de agos-
to de 2000.
4) É o que foi constatado na visita de inspetoria feita 
a esta seção. 
5) Responsabilizo-me, para todos os efeitos, pela ver-
dade desta afirmação, até a presente data.
GABARITO: 5
16. (CESPE) Assinale a opção que apresenta uma defini-
ção correta de ata.
1) Resumo escrito que constitui registro de fatos, 
ocorrências, resoluções, decisões e deliberações 
de uma assembleia, sessão ou reunião.
2) Ato administrativo de correspondência entre agen-
tes de uma mesma repartição, no qual, de maneira 
simples e direta, são tratados assuntos de rotina 
para conhecimento interno. Dispensa fórmulas de 
cortesia e demais formalidades.
3) Exposição circunstanciada de atividade administra-
tiva, ou relato mais ou menos minudente que se faz 
por escrito, por ordem de autoridadesuperior ou 
no desempenho das funções do cargo que exerce.
4) Documento específico de solicitação, no qual 
o indivíduo expõe a matéria objeto do pedido. 
Compõe-se de vocativo (título funcional do desti-
natário), preâmbulo(nome, nacionalidade, estado 
civil, idade, residência e profissão do peticionário), 
contexto(objeto de solicitação) e fecho(fórmula ter-
minal, data e assinatura).
5) Declaração firmada por alguém em razão de seu 
ofício, na qual afirma a verdade de um fato ou esta-
do, ou existência de uma obrigação, e que forneci-
da a outrem, serve a este de documento.
GABARITO: 1
17. (CESPE) Julgue os itens a seguir à luz do Manual de 
Redação da Presidência da República.
1) Em expediente dirigido a pessoa do sexo masculi-
no de grau hierárquico inferior, seria correto o uso 
do seguinte trecho: Vossa Senhoria está convida-
do.
2) O trecho a seguir estaria correto e adequado para 
compor um relatório: 
 � Os estudos indicam que serão necessárias 141 
obras de infraestrutura para melhorar a eficiência 
do transporte ferroviário no Brasil. Elas custarão, 
ao todo, 77,88 bilhões de reais. Destes, 49,49 bi-
lhões de reais devem ser gastos com a construção 
de novas linhas; 21,28 bilhões de reais, com a re-
cuperação das linhas existentes; 6,14 bilhões, com 
a ampliação de trechos já utilizados; e 970 milhões 
de reais, com a eliminação de outros problemas tí-
picos do setor.
3) O trecho a seguir estaria correto e adequado para 
compor um ofício: 
 � Viemos esclarecer que os estudos realizados com-
provam que o perfil do sistema produtivo nacional 
sugerem que os traçados mais urgentes para as 
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ferrovias são aqueles que passam por polos de 
produção no interior do país e seguem para os 
principais portos.
4) Um fecho adequado para uma correspondência ofi-
cial entre um funcionário e seu chefe seria: 
 � Renovo meus mais significativos protestos da mais 
alta estima e consideração.
GABARITO: C, C, E, E
18. (CESPE) Acerca da redação de documentos oficiais, 
julgue os itens que se seguem.
1) Respeitam-se as normas relativas à redação de 
documentos oficiais ao se finalizar um atestado ou 
uma declaração da maneira apresentada a seguir.
Atenciosamente,
(assinatura)
Fulano de Tal
Brasília, 15 de março de 2009
2) Desrespeitam-se as exigências de clareza, objeti-
vidade e obediência às regras gramaticais ao se 
apresentar o seguinte parágrafo no início de um 
relatório, em um órgão público.
APRESENTAÇÃO
Ao apresentar este relatório, os resultados parciais 
da Ouvidoria realizada durante os meses de Outubro e 
Novembro de 2008, ano em que visamos a melhorias no 
atendimento dos usuários e na eficiência nos procedimen-
tos internos graças às restrições orçamentárias oriundas de 
financiamento para as áreas-fins.
GABARITO: E, C
19. (FGV) No âmbito da Consultoria Legislativa, segundo 
o Manual de Elaboração de Textos do Senado Federal, 
ocorre preâmbulo em:
a. parecer, somente.
b. relatório e parecer.
c. requerimento, somente.
d. parecer e requerimento.
e. projeto.
GABARITO: E
20. Em uma ata:
1) O erro percebido durante a redação pode ser cor-
rigido passando um traço simples sobre o termo, 
expressão, frase ou sinal a ser corrigido, e escre-
vendo em seguida a forma correta.
2) É feito o resumo da reunião, ou seja, trata-se de 
um texto curto que, por isso, não permite menção 
nominal dos presentes.
3) Consegue-se garantir a impessoalidade e a uni-
formidade porque é o presidente quem redige o 
resumo da assembleia: os demais presentes ape-
nas assinam, após conferirem o texto na reunião 
seguinte.
4) A correção posterior à redação pode ser feita me-
diante o recurso: Onde se lê... leia-se...
5) Os parágrafos representam assuntos tratados du-
rante a reunião.
GABARITO: 4
21. Julgue os itens a respeito de um relatório:
1) Em seu desenvolvimento, a apuração dos fatos 
constitui descrição de objetivo, ao passo que o jul-
gamento dos fatos constitui argumentação.
2) Incluem-se, às vezes, ilustrações como mapas, 
gráficos e desenhos.
3) A regra da impessoalidade não é desrespeitada 
quando, na conclusão, sugerem-se medidas e pro-
vidências.
4) Por ser mais expositivo do que propriamente uma 
correspondência oficial, o relatório dispensa aber-
tura e fecho.
5) Há numeração dos parágrafos a partir do segundo. 
6) A conclusão resolve os problemas apontados no 
desenvolvimento.
7) Responde-se a solicitações recebidas por meio de 
requerimento.
8) O autor sugere providências, mas não toma deci-
sões.
9) A introdução fixa a tese que será defendida ao lon-
go do desenvolvimento.
GABARITO: C, C, C, E, E, E, C, E, E 
22. Segundo a estrutura do relatório, assinale a opção que 
ordene corretamente as partes listadas abaixo:
1) Senhor Diretor,
2) Do exposto resulta que será necessário instaurar 
processo administrativo para apurar irregularida-
des nesta licitação e punir os responsáveis.
3) De 20 de outubro a 10 de novembro de 2001, com-
parei documentos relativos à licitação com as exi-
gências constantes da lei 8666.
4) Tendo sido designado para apurar a suspeita de 
irregularidades ocorridas na concorrência pública 
para construção do viaduto da Gávea, apresento a 
V. Senhoria o relatório das diligências que realizei.
5) Neste confronto constatei desobediência à lei, 
como o evidente favorecimento de uma das em-
presas concorrentes.
6) Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 2001.
7) Respeitosamente,
8) Em 30 de outubro, ao inquirir os funcionários X e 
Y, suspeitos das irregularidades, constatou-se a 
culpabilidade de ambos, conforme declarações 
anexas.
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9) É o que cumpre levar ao conhecimento de V. Se-
nhoria.
a. 1, 6, 4, 8, 3, 5, 2, 9, 7.
b. 6, 1, 4, 3, 5, 8, 2, 9, 7.
c. 1, 4, 3, 8, 5, 2, 9, 7, 6.
d. 4, 1, 3, 8, 5, 2, 6, 7, 9.
e. 1, 6, 4, 3, 5, 8, 2, 9, 7. 
GABARITO: c
23. (CESPE) Julgue se os trechos a seguir estão gramati-
calmente corretos e se correspondem a fragmentos do 
gênero de texto indicado entre parênteses.
1) Vimos esclarecer que a inscrição é a formalização 
do cadastro na Previdência Social por meio da 
apresentação de documentos para a comprovação 
de dados pessoais e outras informações necessá-
rias à caracterização profissional do trabalhador. 
(Ofício)
2) Os Conselheiros reunidos chegaram ao consenso 
de que os trabalhadores devem ser informados e 
esclarecidos sobre a exigência legal para ter direito 
aos benefícios da Previdência Social: é necessário 
que façam a inscrição e contribuam em dia. (Ata)
3) ATENÇÃO
 � Os empregados domésticos, contribuintes individu-
ais e facultativos poderão usar o número do PIS/
PASEP (caso tenha tido algum vínculo emprega-
tício) para contribuir a Previdência Social. Dessa 
forma, o trabalhador é dispensado de fazer novo 
cadastro, ou seja, nova inscrição. (Relatório)
4) Vimos solicitar informação quanto a necessidade 
de o contribuinte individual (autônomos, empresá-
rios e equiparados) recolher a Previdência Social 
uma alíquota de 20% do salário recebido no mês. 
(Parecer)
5) Em resposta a sua consulta esclarecemos que, no 
caso de prestação de serviços a empresa, o repas-
se pela empresa empregadora ao INSS terá a alí-
quota de 11%. (Requerimento)
GABARITO: C, C, E, E, E
24. (CESPE)
O número de mulheres no mercado de trabalho mundial 
é o maior da História, tendo alcançado, em 2007, a marca de 
1,2 bilhão, segundo relatório da Organização Internacional 
do Trabalho (OIT). Em dez anos, houve um incremento de 
200 milhões na ocupação feminina. Ainda assim, as mulhe-
res representaram um contingente distante do universo de 
1,8 bilhão de homens empregados.
Em 2007, 36,1% delas trabalhavam no campo, ante 
46,3% em serviços. Entreos homens, a proporção é de 34% 
para 40,4%. O universo de desempregadas subiu de 70,2 
milhões para 81,6 milhões, entre 1997 e 2007 — quando a 
taxa de desemprego feminino atingiu 6,4%, ante 5,7% da 
de desemprego masculino. Há, no mundo, pelo menos 70 
mulheres economicamente ativas para 100 homens.
O relatório destaca que a proporção de assalariadas 
subiu de 41,8% para 46,4% nos últimos dez anos. Ao mesmo 
tempo, houve queda no emprego vulnerável (sem proteção 
social e direitos trabalhistas), de 56,1% para 51,7%. Apesar 
disso, o universo de mulheres nessas condições continua 
superando o dos homens.
O Globo, 7/3/2007, p. 31 (com adaptações).
Julgue o próximo item, relativo ao texto apresentado.
1) Na redação de documento oficial, como um rela-
tório ou ata, por exemplo, o parágrafo final do tex-
to respeitaria o registro formal da língua se assim 
fosse escrito: O relatório destaca a proporção de 
assalariadas terem subido de quarenta e um vírgu-
la oito porcento para quarenta e seis ponto quatro 
porcento.
GABARITO: E
25. (CESPE) Com referência à redação de correspondên-
cias oficiais, julgue os próximos itens.
1) Na elaboração de um documento oficial — por 
exemplo, relatório ou parecer —, respeitam-se os 
requisitos de clareza, objetividade, formalidade, im-
pessoalidade e normas gramaticais, redigindo-se o 
seguinte parágrafo: 
 � “De acordo com as normas internas, válidas des-
de novembro de 2008, toda e qualquer requisição 
de material de consumo deverá ser preenchida no 
formulário n.º 12 e encaminhada à Direção de Su-
primentos.”
GABARITO: C
26. (CESPE) Acerca da redação de documentos oficiais, 
julgue os itens que se seguem.
1) Respeitam-se as normas relativas à redação de 
documentos oficiais ao se finalizar um atestado ou 
uma declaração da maneira apresentada a seguir:
Atenciosamente,
(assinatura)
Fulano de Tal
Brasília, 15 de março de 2009
2) Desrespeitam-se as exigências de clareza, objeti-
vidade e obediência às regras gramaticais ao se 
apresentar o seguinte parágrafo no início de um 
relatório, em um órgão público:
1. APRESENTAÇÃO
Ao apresentar este relatório, os resultados parciais 
da Ouvidoria realizada durante os meses de Outubro e 
Novembro de 2008, ano em que visamos a melhorias no 
atendimento dos usuários e na eficiência nos procedimen-
tos internos graças às restrições orçamentárias oriundas de 
financiamento para as áreas-fins.
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Texto para as questões 27, 28 e 29. 
[Tipo do expediente] n.º 43/SCO-MI
Brasília, 12 de junho de 2009.
 
 [Vocativo]
 Convido Vossa Excelência a participar da sessão 
de abertura do seminário Ecoturismo no Centro-Oeste, a ser 
realizado em 27 de julho próximo, às 9 h, no auditório do 
Centro de Convenções, nesta capital.
Certo de contar com sua presença, reitero meu senti-
mento de apreço e estima por Vossa Excelência.
[fecho]
J Silva
João da Silva
Secretário de Desenvolvimento do Centro-Oeste-MI
A Sua Excelência o Senhor
Senador José Moraes
Senado Federal
Brasília/DF
27. (CESPE) Com base nas normas de redação de docu-
mentos oficiais do Poder Executivo, julgue os itens a 
seguir com relação ao correto preenchimento dos es-
paços designados pelos colchetes.
1) O segundo colchete deve ser preenchido com o vo-
cativo “Senhor Senador,”.
2) O fecho do expediente deve conter as saudações 
Abraços ou Cumprimentos protocolares, a de-
pender do grau de intimidade entre signatário e 
destinatário.
3) Por se tratar de convite oficial, o tipo de expediente 
recomendado é o memorando, devendo o primeiro 
colchete ser preenchido com o termo Memorando 
ou com a abreviatura Memo.
GABARITO: C, E, E
28. (CESPE) Tendo como referência o texto apresentado, 
julgue os itens subsequentes quanto à diagramação 
(alinhamento na página) ou ao emprego dos pronomes 
de tratamento recomendado na redação de documen-
tos oficiais.
1) No âmbito do Poder Executivo, conforme norma-
tização incidente sobre a redação de fórmulas de 
saudação, é desaconselhável o emprego da ex-
pressão “reitero meu sentimento de apreço e esti-
ma por Vossa Excelência”.
2) Nos documentos oficiais que seguem o padrão ofí-
cio, o endereçamento deve constar no final da pá-
gina, à esquerda, se o documento contiver apenas 
uma página, como é o caso do texto apresentado; 
se contiver mais de uma, deve constar na última 
página.
3) A indicação de local e data deve estar alinhada à 
direita, coincidindo o ponto-final com a borda da 
margem direita.
4) Para se efetuar a concordância correta com a for-
ma de tratamento “Vossa Excelência”, deve ser 
empregado, em substituição a “sua”, o pronome 
vossa, de que resultará a expressão vossa pre-
sença.
GABARITO: C, E, C, E
29. (CESPE) Julgue os itens subsequentes com base nas 
prescrições que regem a redação de documentos ofi-
ciais.
1) Por ser suscetível a falsificações, o correio eletrô-
nico (e-mail) não tem valor documental nos órgãos 
do Poder Executivo, sendo usado apenas nas co-
municações de caráter particular entre servidores.
2) Em comunicação dirigida a um juiz, deve ser em-
pregado o vocativo “Senhor Juiz,”.
3) Para requerimentos, padronizou-se o seguinte fe-
cho: Nesses termos, pede deferimento.
GABARITO: E, C, C
souconcurseiroevoupassar.blogspot.com
30. (CESPE) Com base nas normas que regem a redação 
de comunicações oficiais no Poder Executivo, julgue 
os itens subsequentes.
1) Um parecer que recomende providências a serem 
tomadas para sanar determinada falha na execu-
ção de determinada ação do órgão deve ter como 
fecho “Após providências atendidas, será firmado o 
respectivo parecer.”
GABARITO: E 
31. Julgue os itens quanto a um texto oficial:
1) Em qualquer tipo de documento oficial, quando há 
mais de um parágrafo, eles são enumerados.
2) É importante que os documentos oficiais, quando 
possuírem mais de uma página, tragam no topo de 
cada o número da folha, o nome do documento e 
seu número.
3) Primeiro parágrafo de um requerimento: Eu, Dir-
ceu Noura Rosa, brasileiro, solteiro, professor, RG 
XXXXXXX, CPF XXXXXXXXX/XX, residente na 
rua Hermengarda 24, requeiro...
GABARITO: E, C, E
V
IV
IA
N
E FA
R
IA
50
32. Assinale a opção incorreta sobre relatório:
1) Em seu desenvolvimento, a apuração dos fatos 
constitui descrição de objetivo, ao passo que o jul-
gamento dos fatos constitui argumentação.
2) Incluem-se, às vezes, ilustrações como mapas, 
gráficos e desenhos.
3) A regra da impessoalidade não é desrespeitada 
quando, na conclusão, sugerem-se medidas e pro-
vidências.
4) Por ser mais expositivo do que propriamente uma 
correspondência oficial, o relatório dispensa aber-
tura e fecho.
Há numeração dos parágrafos a partir do segundo. 
GABARITO: 4
33. Julgue cada item como CERTO ou ERRADO.
1) DECLARAÇÃO – significa afirmação da existência 
de um fato.
2) ATA – a ata poderá ser assinada apenas pelo Pre-
sidente e pelo Redator, dependendo das exigên-
cias regimentais do órgão.
3) ATESTADO – atualmente somente é empregado 
com a finalidade médica. O fecho adequado seria: 
nada sabendo que desabone sua conduta, atesto.
4) APOSTILA – é exatamente igual ao material rece-
bido pelos alunos no início de um curso.
5) AVISO – dependendo do status do órgão, seu ga-
binete poderá emitir avisos, por exemplo, uma se-
cretaria com status de ministério.
6) OFÍCIO – jamais poderá circular no âmbito do ór-
gão, já que é uma correspondência externa.
7) CORREIO ELETRÔNICO – a partir de 15 de mar-
ço de 2005, com a Portaria n. 254, qualquer e-mail 
tem valor documental.
8) FAX – o arquivamento deverá ser feito no próprio 
papel de fax.
GABARITO: C, C, E, E, E, C, C, E
34. Julgue os itens com relação à redação oficial.
1) Na redação oficial,exige-se, além de lógica e coe-
rência na organização das ideias do texto, criativi-
dade e eruditismo.
2) Ofício é a correspondência interna dos órgãos pú-
blicos que visa tratar de assuntos administrativos 
e(ou) pessoais entre autoridades de mesma hierar-
quia ou entre estas e inferiores hierárquicos.
3) O ofício deve apresentar, no fecho, o motivo da co-
municação e a forma de cortesia conveniente.
4) Requerimento é um documento específico por 
meio do qual se solicita algo a que se tem direito 
ou se supõe ter.
5) Memorando é uma correspondência oficial exter-
na entre autoridades de mesmo nível hierárquico, 
assemelhado, em sua estrutura, ao requerimento.
6) O fecho de um memorando apresenta expressões 
canônicas, tais como “Nestes termos, aguarda de-
ferimento” e “Espera deferimento”.
7) Memorandos, ofícios e requerimentos devem ser 
numerados na borda superior do papel, junto à 
margem esquerda.
8) A redação de um ofício assemelha-se, conforme o 
assunto tratado, à produção literária, visto que é 
comum e aceitável, na elaboração desse tipo de 
documento, o emprego de figuras de linguagem e 
de estruturas lingüísticas coloquiais.
GABARITO: E, E, E, C, E, E, E, E
35. (CESPE) Um novo ministro do Superior Tribunal de 
Justiça (STJ) será empossado no tribunal. Para a ce-
rimônia de posse, que ocorrerá em 18/6/2012, às 19 
horas, em sessão solene nas dependências do tribu-
nal, serão convidados, entre outros, o presidente do 
Supremo Tribunal Federal (STF) e o prefeito municipal 
de Campinas, cidade natal do referido ministro. Ao final 
da solenidade, deverá ser lavrada a ata da sessão.
Considerando os diversos tipos de correspondência 
oficial que será demandada em face da situação hi-
potética acima apresentada, julgue os itens a seguir.
1) Estará correto iniciar a ata da sessão da seguinte 
forma: Aos dezoito dias do mês de junho do ano 
de dois mil e doze, às dezenove horas, na Capi-
tal da República Federativa do Brasil, na Sala de 
Sessões Plenárias do Superior Tribunal de Justiça, 
reuniram-se, em sessão solene, os membros da 
Corte, sob a presidência do Excelentíssimo Senhor 
Ministro Fulano de Tal, para empossar no cargo de 
Ministro do Superior Tribunal de Justiça o Excelen-
tíssimo Senhor Doutor Beltrano de Tal.
2) O convite ao presidente do STF deverá ser feito 
mediante ofício, se o remetente for o chefe da as-
sessoria de cerimonial do STJ, ou mediante me-
morando, se o remetente for o próprio presidente 
do STJ.
3) Na correspondência oficial a ser enviada ao prefei-
to da cidade de Campinas, devem ser empregados 
o vocativo “Senhor Prefeito” e o pronome de trata-
mento “Vossa Excelência”.
Julgue os próximos itens, referentes à adequação da 
linguagem na elaboração de expedientes oficiais.
4) Expediente que contenha a seguinte resposta: “Em 
atenção ao Memo n. 03/11, a data é 10/2/2011”, em 
vez de “Em atenção ao Memo n. 03/11, que trata 
das férias de servidores desta Coordenadoria, in-
formo que elas se iniciaram no dia 10/2/2011”, está 
desrespeitando as normas referentes à concisão, 
um dos requisitos básicos da redação oficial.
5) Ofício assinado pelo presidente do STJ e dirigido 
ao presidente do Congresso Nacional deve conter 
no fecho a expressão “Respeitosamente”.
GABARITO: C, E, C, E, E
R
ED
A
Ç
Ã
O
 O
FI
C
IA
L
51
36. (FUNCAB) Na carta abaixo, ocorre um deslize. 
Identifique-o.
TIMBRE
Loja Almada
Londrina, 2 de maio de 2010
DC – 1205-01
Atacadista Mundial Ltda
Demora nas entregas
Prezados senhores
 Somos obrigados a abordar novamente o assunto das 
entregas. Infelizmente, continuamos insatisfeitos. O tempo 
decorrido entre a data da expedição e a efetiva entrega das mer-
cadorias continua superior ao tolerável. Pedimos que revisem 
sua convicção de que a transportadora escolhida continua sendo 
a melhor opção.
 Sugerimos, ainda, que seu representante agende esse 
assunto para a próxima visita.
 Temos certeza de que V.Em.ª dará ao assunto a devida 
importância.
Atenciosamente
Gilson Fernandes
GERENTE-GERAL
a. Não há identificação do destinatário.
b. Omitiu-se o vocativo.
c. Na assinatura deveria constar o nome completo do 
remetente.
d. Houve erro na utilização do pronome de tratamento 
no corpo do texto.
e. Falta a epígrafe, que deveria aparecer após a des-
pedida.
GABARITO: d
37. (FUNCAB) Em “Sugerimos, ainda, que seu represen-
tante agende esse assunto para a próxima visita”, a 
oração grifada exerce função sintática de:
a. sujeito.
b. objeto direto.
c. objeto indireto.
d. complemento nominal.
e. predicativo.
GABARITO: a
38. (FUNCAB) Leia o texto abaixo, extraído do livro de 
Lima Barreto.
“Era assim concebida a petição:
Policarpo Quaresma, cidadão brasileiro, funcionário 
público, certo de que a língua portuguesa é emprestada ao 
Brasil; certo também de que, por esse fato, o falar e o escre-
ver em geral, sobretudo no campo das letras, se veem na 
humilhante contingência de sofrer continuamente censuras 
ásperas dos proprietários da língua; sabendo, além, que, 
dentro de nosso país, os autores e escritores, com espe-
cialidade os gramáticos, não se entendem no tocante à 
correção gramatical, vendo-se, diariamente, surgir azedas 
polêmicas entre os mais profundos estudiosos do nosso 
idioma – usando do direito que lhe confere a Constituição, 
vem pedir que o Congresso Nacional decrete o tupi-guarani 
como língua oficial e nacional do povo brasileiro.
O suplicante, deixando de parte os argumentos históri-
cos que militam em favor de sua ideia, pede vênia para lem-
brar que a língua é a mais lata manifestação da inteligência 
de um povo, é a sua criação mais viva e mais original; e, 
portanto, a emancipação política do país requer como com-
plemento e consequência a sua emancipação idiomática.
Demais, Senhores Congressistas, o tupi-guarani, 
língua originalíssima (...) é a única capaz de traduzir as 
nossas belezas de pôr-nos em relação com a nossa natu-
reza e adaptar-se perfeitamente aos nossos órgãos vocais e 
cerebrais, por ser criação de povos que aqui viveram e ainda 
vivem, portanto possuidores da organização fisiológica e 
psicológica para que tendemos, evitando-se dessa forma as 
estéreis controvérsias gramaticais, oriundas de uma difícil 
adaptação à nossa organização cerebral e ao nosso apare-
lho vocal – controvérsias que tanto empecem o progresso da 
nossa cultura literária, científica e filosófica.
Seguro de que a sabedoria dos legisladores saberá 
encontrar meios para realizar semelhante medida e côns-
cio de que a Câmara e o Senado pesarão o seu alcance e 
utilidade 
P. e E. deferimento”.
O texto acima é exemplo de uma forma padronizada 
de comunicação denominada:
a. ofício.
b. requerimento.
c. memorial.
d. memorando.
e. ata.
GABARITO: b
39. (FUNCAB) Na redação oficial, o documento fornecido 
pela administração ao interessado, afirmando a exis-
tência de ato ou assentamentos constantes de proces-
so, livro ou documentos que se encontrem nas reparti-
ções públicas, é chamado de:
a. declaração.
b. ofício.
c. atestado.
d. certidão.
e. portaria.
GABARITO: d
V
IV
IA
N
E FA
R
IA
52
40. (FUNCAB) É a modalidade de documento oficial que 
consiste em um resumo feito em um livro, sobre os 
fatos mais importantes ocorridos em uma assembleia, 
reunião ou sessão.
a. Ata.
b. Edital.
c. Memorando.
d. Ofício.
e. Mensagem.
GABARITO: a

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