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TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA DEZEMBRO/2013 Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br TÓPICOS • Marco Regulatório • Estruturação do Setorç • Sistema Interligado NacionalNacional • Receitas da Transmissão • Penalidades Aplicáveis • Papel do ONS no SIN • Contratos de Transmissão Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br MARCO REGULATÓRIO – PÓS 2012 SETOR ELÉTRICOSETOR ELÉTRICO 19931993 1996199619881988 Constituição Lei 8.631 Lei 8.987Concessão de Lei 9.427 Lei 9.433 19951995 1997199719881988 Federal (Artigos 175 e 176) Fixação dos níveis das tarifas de energia elétrica e extinção do Regime de remuneração Garantida Concessão de Serviços Públicos Criação da ANEEL Decreto 2 335 Lei 9.478 CNPE e ANP Política Nacional de Recursos HídricosLei 9.074 Concessão de Serviços de Energia Elétrica Decreto 2.335 Regimento Interno da ANEEL 2004200419981998 19991999 Lei 9.648 MAE e ONS Lei 9.984 ANA Lei 10.848 Modelo Institucional Lei 10.847 Instituição da EPE Dec. 5.163 Comercialização e Outorga Resolução 281 Livre Acesso ao Dec. 5.081 Alterações Atuação ONSModelo Institucional Instituição do CCEE e Reformulação do ONS Livre Acesso ao Sistema Elétrico ç ç Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br MARCO REGULATÓRIO – PÓS 1988 SETOR ELÉTRICOSETOR ELÉTRICO Decreto 7.850 de 30.11.12 - Regulamenta a Medida Provisória 579 de 11.09.2012, que dispõe sobre as concessões de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, sobre a redução dos encargos setoriais, sobre a modicidade tarifária. Lei 12 783 de 11 01 13 Dispõe sobre as concessões de geração Lei 12.783 de 11.01.13 - Dispõe sobre as concessões de geração, transmissão e distribuição de energia elétrica, sobre a redução dos encargos setoriais e sobre a modicidade tarifária.g Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br ESTRUTURAÇÃO DO SETORESTRUTURAÇÃO DO SETOR Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br AGENTES REGULADORES, DE PLANEJAMENTO E COORDENAÇÃO DAOPERAÇÃO DATRANSMISSÃO CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA ENERGÉTICA – CNPE COORDENAÇÃO DA OPERAÇÃO DA TRANSMISSÃO Formulação da política energética de acordo com as demais políticas públicas MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Implementação da política energética, política de expansão do setor elétrico, exercício do Poder Concedente AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL Regulação e fiscalização do sistema e do funcionamento dos serviços, mediação entre agentes setoriais EMPRESADE PESQUISAENERGÉTICA EPE EMPRESA DE PESQUISA ENERGÉTICA – EPE Desenvolvimento de estudos de planejamento, sob a coordenação do MME OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA ELÉTRICO – ONS Operação do sistema, despacho otimizado das usinas e da rede básica, gerenciamento dos contratos de uso e de prestação de serviço de transmissão Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br MACRO AMBIENTE INSTITUCIONAL CÂMARA E SENADO GOVERNOS ESTADUAIS / REGULADORES ESTADUAIS A AMBIENTE SETORIAL MME DEMAIS MINISTÉRIOS ENVOLVIDOS CONSELHOS DE CONSUMIDORES GERADORES TRANSMISSORES E E N E R G I A E L É T R I C E N T O PROCON’s ESTADUAIS ASSOCIAÇÕES DE ASSOCIAÇÕES SETORIAIS DISTRIBUIDORES COMERCIALIZADORES ONS I N D Ú S T R I A D E A N E E L A N E E L CCEE M O N I T O R A M E C M S E BNDES DE CONSUMIDORES INVESTIDORES CONSUMIDORES LIVRES, CATIVOS M E R C A D O CNPE ELETROBRÁS EPE ÓRGÃOS AMBIENTAIS ASSOCIAÇÕES DE FORNECEDORES CNPE ELETROBRÁS EPE SUPORTE Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br Fonte: ANEEL (adaptado) SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL –– SIN SIN Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br CARACTERÍSTICAS DA TRANSMISSÃO • O maior sistema interligado do mundo; • 98% do sistema está interligado;• 98% do sistema está interligado; • Rede Básica de Transmissão (tensão de 230kV a 750 kV); • Mais de 40 Empresas e 50 Concessões de Transmissão; • Mais de 250 Usuários do Sistema de Transmissão (Geradores, Distribuidores, Consumidores Livres, Exportadores e Importadores); • Receita Global Transmissão = R$ 15 bilhões/ano. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br CARACTERÍSTICAS DA TRANSMISSÃO Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br SIN E TRANSMISSÃO • Grande extensão territorial; Manaus ; • Leste a Oeste: 2800 km e Norte a Sul: 3450 km; • Predominância do potencial hidrelétrico; Geração distante dos centros de cons mo;• Geração distante dos centros de consumo; • Diversidade hidrológica entre as bacias; A Rede Básica do SIN:A Rede Básica do SIN: Permite o uso ótimo dos recursos hidrológicos, do despacho hidrotérmico, e a obtenção de ganhos econômicos para o sistema;econômicos para o sistema; Contribui para a postergação de parcela de investimentos em geração, funcionando como uma usina virtual na fronteira importadora;usina virtual na fronteira importadora; Vital para melhorar a segurança elétrica do sistema, controle de tensão e carregamentos dos circuitos. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL ARede Básica de TransmissãoA Rede Básica de Transmissão do SIN e a Europa Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br CARACTERÍSTICAS DA TRANSMISSÃO Até d 1995 i t lét i b il i t t l• Até o ano de 1995 o sistema elétrico brasileiro era estatal e sua expansão dependia de investimento público; Difi ld d d i t d l i t• Dificuldade de crescimento e desenvolvimento; • Em 08 de julho de 1995 foi publicada a Lei Federal nº 9.074 que no parágrafo 1º do Artigo 17 previa: “As instalações de transmissão, integrantes da rede básica dos sistemas lét i i t li d ã bj t d ã di t li it ãelétricos interligados, serão objeto de concessão mediante licitação, e funcionarão na modalidade de instalações integradas aos sistemas e com regras operativas definidas por agente sob controle da União, de forma a d lassegurar a otimização dos recursos eletro-energéticos existentes ou futuros.” Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br CARACTERÍSTICAS DA TRANSMISSÃO • Com o advento da Lei de Concessões do Sistema Elétrico (1995) iniciou-se a “construção” da estrutura atual;iniciou-se a construção da estrutura atual; • A partir de 1999, a expansão do SIN passa a ser planejada, projetada eA partir de 1999, a expansão do SIN passa a ser planejada, projetada e respaldada por estudos técnicos realizados pela EPE – Empresa de Pesquisa Energética e pelo ONS – Operador Nacional do Sistema Elét iElétrico; • As ampliações de transmissão novas concessões de LTs e SEs são• As ampliações de transmissão - novas concessões de LTs e SEs - são concebidas através de Licitação – leilão público; • Concessões existentes até 1999 recebem novas instalações de reforços e melhorias em LTs e SEs, através de atos autorizativos da ANEEL; Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br CARACTERÍSTICAS DA TRANSMISSÃO Licitações de Transmissão Realizadas na modalidade de Leilão reverso (proponentes oferecem deságios sobre a Receita Anual Permitida - RAP máxima fixada pela ANEEL); A bi t t t titi l d d á i f t d l Ambiente extremamente competitivo com elevados deságios ofertados pelos proponentes (30 a 50% até 2010), devido principalmente: Regras do setor estáveis aos olhos dos investidores; Regras dosetor estáveis aos olhos dos investidores; Inexistência de inadimplência; Adequada previsibilidade de resultados; Investidores satisfeitos com a rentabilidade obtida; Investidores satisfeitos com a rentabilidade obtida; Autorizações de Transmissão Autorização para reforços na Transmissão é concedida através de Resolução Autorizativa expedida pela ANEEL, mediante a fixação de RAP correspondente calculada a partir do valor de investimento Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br correspondente calculada a partir do valor de investimento. CARACTERÍSTICAS DA TRANSMISSÃO 103.000 Expansão da Rede – km 2.450 4.293 92.032 94.482 98.775 93.000 98.000 4.619 1.184 3.180 3 02780 022 83.049 86.229 87.413 83.000 88.000 2 473 5.136 2.380 3.027 70 033 72.506 77.642 80.022 73.000 78.000 915 624 861 3.077 1.986 999 2.473 92 03263 971 69 034 72 506 86 22980 022 61.57162.486 63.11063.971 67.048 69.03470.033 63.000 68.000 94.48261.571 92.03263.971 69.03462.486 87.413 72.506 77.64270.03367.04863.11061.571 86.229 83.049 80.022 58.000 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 xxx = Extensão total xxx = Crescimento anual Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br xxx Crescimento anual CARACTERÍSTICAS DA TRANSMISSÃO ATIVOS TRANSMISSÃO ATIVOS TRANSMISSÃO DEMAIS INSTALAÇÕES DE REDE BÁSICA “sistêmica” REDE BÁSICA “de fronteira” INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO Equipamentos e instalações não integrantes da Rede “sistêmica” Equipamentos com tensão igual ou superior a 230 kV, de fronteira Transformadores com tensão primária igual ou não integrantes da Rede Básica e pertencentes a um concessionário de Transmissão igual ou superior a 230 kV, de uso compartilhado pelos acessantes (equipamentos “ i tê i ”) p g superior a 230 kV e tensão secundária inferior a 230 kV, incluindo as ti õ“sistêmicos”) respectivas conexões Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br CARACTERÍSTICAS DA TRANSMISSÃO ATIVOS V Instalações de uso exclusivo ATIVOS Consumidor livreGerador B Á S I C A V 2 3 0 k V CR R E D E T E I R A Subestação de CR F R O N T Transmissão D1 D I T D2 D3 Sistemas de Distribuição Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br RECEITAS DA TRANSMISSÃORECEITAS DA TRANSMISSÃO Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br RECEITA ANUAL PERMITIDA - RAP • Receitas pela disponibilização das instalações, independente de sua utilização - Receitas Anuais Permitidas – RAP formada pela soma dos Pagamentos Bases (PB);Receitas Anuais Permitidas RAP formada pela soma dos Pagamentos Bases (PB); • RAPs são montantes destinados a cobrir os custos anuais das instalações disponibilizadas - Rede Básica (RB) ou Demais Instalações de transmissão (DITs);p ( ) ç ( ); Itens componentes da RAP: Base de Remuneração; Taxa de remuneração do investimento; Taxa de depreciação Anual;p ç Operação e Manutenção – OeM; Pesquisa e Desenvolvimento – PeD. • Atualizada por índice contratual (IGP-M ou IPC-A) a cada 12 meses. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br PENALIDADES APLICÁVEIS À TRANSMISSÃO Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br PENALIDADES APLICÁVEIS A indisponibilidade de ativos pertencentes à Rede Básica é penalizada através da aplicação da Parcela Variável – PV; PENALIDADES APLICÁVEIS aplicação da Parcela Variável PV; A PV é um desconto na receita da Instalação, proporcional ao tempo de indisponibilização durante o mês; Os descontos pela aplicação da PV são limitados à: • 50% do PB do mês e 25% da RAP da instalação no ano;ç ; • 12,5% da RAP do conjunto das instalações. A Transmissora está sujeita a penalidades impostas pela ANEEL por descumprimento de regulamentos e cláusulas contratuais; ReN nº 63 de 12.05.2004 O ONS tem poder de aplicar sanções administrativas e pecuniárias por descumprimento dos Procedimentos de Rede; Ativos pertencentes às DITs têm as penalidades previstas no contrato de conexão. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br PAPEL DO ONS NO SIN Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br PAPELDO ONS • O Operador Nacional do Sistema – ONS, é uma entidade de direito privado, outorgado como órgão coordenador da operação eletroenergética do SIN; PAPEL DO ONS Dentre as atribuições do ONS temos: • Elaboração dos Procedimentos de Rede em conjunto com os agentes do setor;• Elaboração dos Procedimentos de Rede em conjunto com os agentes do setor; • Elaboração do Plano de Ampliações e Reforços na RB (PAR, PAR DIT e PMIS); • Administração e gestão dos contratos regulados do setor de transmissão;ç g g ; • Administração e apuração dos serviços e encargos de transmissão; • Número de Membros Associados - 2011: 239 Categoria Privado Público Total Consumo 68 9 77Consumo 68 9 77 Produção 94 14 108 Transmissão 56 9 65 Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br CONTRATOS DE TRANSMISSÃO Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br LEILÃO DE INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO O Leilão de Transmissão pode ser considerado o primeiro contrato de transmissão, onde além de regras, apresenta as minutas dos contratos a serem celebrados pela concessionária. LEILÃO DE INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br TIPOS DE CONTRATOS Denominação dos Contratos TIPOS DE CONTRATOS 1) CTT - Concessão de Serviço Público de Transmissão de Energia Elétrica; 2) CPST - Prestação de Serviços de Transmissão – ONS e Transmissoras; 3) CUST U d Si d T i ã ONS U á i (G D CL i d3) CUST - Uso do Sistema de Transmissão – ONS e Usuários (G, D, CL, importadores e exportadores de energia) em nome das Transmissoras; 4) CCG - Constituição de Garantias – Garantia Financeira do CUST; 5) CCT - Conexão ao Sistema de Transmissão – Transmissoras e Usuários (ONS é interveniente);); 6) CCI: Compartilhamento de Instalações de Transmissão – Entre Transmissoras (ONS é interveniente); Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br ) RELACIONAMENTO CONTRATUALRELACIONAMENTO CONTRATUAL CUST CPSTAGENTES DE PRODUÇÃO E DE AGENTES DE CUST CPST E DE CONSUMO DE TRANSMISSÃOONSCUST CCT Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT Contrato de Concessão de Serviço Público de Transmissão de Energia Elétrica - CTT Instrumento pelo qual o Poder Concedente outorga a construção, manutenção e operação de um determinado Empreendimento de Transmissão mediante ooperação de um determinado Empreendimento de Transmissão, mediante o pagamento de uma Receita Anual Permitida. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT Objeto:Objeto: Concessão pelo prazo de 30 anos contados da data de assinatura; Construção, operação e manutenção das Instalações de Transmissão definidas no contrato;definidas no contrato; Fixação de prazo para entrada em operação comercial, bem como as hipóteses de antecipação da obra; Li it ã t ti id d i i t i ã é i t d Limitação a outras atividades empresariais – autorização prévia e parte da receita para a modicidade tarifária (ausência de regulamentação específica). Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT Condições da Prestação do Serviço: Liberdade para a concessionária na direção dos negócios, investimentos, pessoal, material e tecnologia, observada a legislação setorial e l t d ANEEL “( )”regulamentos da ANEEL; “( )” Compromisso quanto a: regularidade: prestação continuada do serviço; eficiência: consecuçãoe preservação do CTT com o mínimo custo; segurança: preservação guarda e proteção das instalações e terceiros; segurança: preservação, guarda e proteção das instalações e terceiros; atualidade: modernidade das técnicas e equipamentos; cortesia: atendimento ágil e respeitoso ao usuário; modicidade de tarifas: esforço permanente na redução dos custos; integração social: predisposição ao envolvimento com a sociedade local; meio ambiente: respeito às normas ambientais e mitigação de riscos Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br meio ambiente: respeito às normas ambientais e mitigação de riscos. CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT Integração ao Sistema: Estimulo/obrigação de uso compartilhado de instalações de transmissão; Livre acesso à conexão de usuários às instalações da concessão; A i l ó i O S d i ê i f i Associação compulsória ao ONS, assegurando a existência e funcionamento adequado do SIN. R f M lh iReforços e Melhorias: As Transmissoras devem realizar reforços e melhorias em suas instalações; Os reforços e “ampliações” autorizados pela ANEEL tem RAP correspondente aos investimentos; A implantação de melhorias independe de autorização da ANEEL e seus custos e a devida RAP são avaliados nas revisões periódicas. Reforços e Melhorias – Tratamento dado pela ReN nº 443 de 23.05.2010 Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT Bens Vinculados ao Serviços de Transmissão: Anuência da ANEEL: Alienação, cessão ou dação em garantia de ativos vinculados ao serviço; Dação em garantia de receitas e direitos emergentes em contratos de financiamento;; Preservação dos bens integrantes da rede básica e garantia da reversão destes bens ao final da concessão; Partes Relacionadas: São acionistas coligadas ou controladas pessoas físicas ou jurídicas que São acionistas, coligadas ou controladas, pessoas físicas ou jurídicas que participam, direta ou indiretamente, de uma mesma empresa controladora; Contratos celebrados com partes relacionadas devem ser submetidos à anuência prévia da ANEEL R N º 334 d 21 10 2008 Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br prévia da ANEEL. ReN nº 334 de 21.10.2008 CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT Receita do Serviço de Transmissão:Receita do Serviço de Transmissão: RAP faturada após a entrada em operação comercial, observado prazo de construção do contrato;construção do contrato; Antecipação da entrada em operação comercial gera direito à RAP no caso de necessidade sistêmica; Parcela Variável – PV = redutor de receita em função da disponibilidade das funções de transmissão; Possibilidade de perda do pagamento base após 30 dias de Possibilidade de perda do pagamento base após 30 dias de indisponibilidade. “(Uma das alterações de regras do contrato original)” ReN nª 270 de 26 06 200726.06.2007 Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT Revisão Periódica da RAP Transmissoras não licitadas – cada 5 anos no mês de julho, após a assinatura do contrato de concessão; Para as licitadas, nas revisões do 5º, 10º e 15º ano, o custo de capital de terceiros será recalculado conforme equação constante no CTT; Criação, alteração ou extinção de tributos ou encargos legais (exceto IR) Criação, alteração ou extinção de tributos ou encargos legais (exceto IR) acarretam a revisão da RAP para mais ou para menos (Caso PIS COFINS / RGR); R it f id t ti id d i ã di id d Receitas auferidas com outras atividades – revisão para modicidade tarifária. Metodologias Aplicáveis regulamentadas à cada revisão tarifária Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT Pesquisa e Desenvolvimento: Aplicação compulsória de 0 5% da receita operacional líquida Aplicação compulsória de 0,5% da receita operacional líquida. Fiscalização: Fiscalizações técnicas, econômico-financeiras e contábeis; Amplo acesso da ANEEL às informações e instalações; Obrigação de apresentar as informações e documentos específicos; Penalidades: Multa limitada a 2% da RAP dos 12 meses antecedentes ao Auto de Infração; Multa proporcional à gravidade da infração; Assegurado o devido processo legal, contraditório e ampla defesa. “Exemplos: atraso no cronograma de construção e prestação inadequada do serviço” ReN nº 63 de 12.05.2004 Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br ReN n 63 de 12.05.2004 CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT Intervenção: Mecanismo para assegurar a prestação adequada do serviço; Extinção da Concessão Hipóteses do Art. 35 da Lei 8.987/95 e Contrato de Concessão; Termo final do contrato após 30 anos de concessão; Encampação – retomada da concessão pela União, mediante lei autorizativa específica, pelo interesse público – pressupõe o pagamento de indenização;p , p p p p p g ç ; Caducidade – declarada pela ANEEL após verificada inadimplências legais ou contratuais. Processo administrativo com ampla defesa e contraditório. Assegurada indenização, deduzidos penalidades e danos.indenização, deduzidos penalidades e danos. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT Extinção da Concessão: Rescisão – medida judicial proposta pela Transmissora devido à violação de regras pelo Poder Concedente. A Transmissora não pode interromper a t ã d i té t â it j l d d ãprestação do serviço até o trânsito em julgado da ação; Anulação – vicio ou irregularidade na outorga; Falência ou extinção da Transmissora. Falência ou extinção da Transmissora. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS - CPSTPRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CPST Contrato de Prestação de Serviço de Transmissão - CPST Instrumento celebrado entre o Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS e a Transmissora, para regular as condições de administração e coordenação da prestação do serviço de transmissão pelo ONS, bem como a outorga de poderes para o ONS representar a transmissora nas hipóteses que prevê. O CPST: Celebrado entre o ONS e a Transmissora integrante da Rede Básica; Os primeiros foram assinados em outubro de 1999; É a porta de entrada das transmissoras no SIN É a porta de entrada das transmissoras no SIN. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS - CPSTPRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CPST Objeto: Através do CPST a Transmissora contrata com o ONS: a) As condições de administração e coordenação da prestação de serviços de Transmissão pela Transmissora aos Usuários; b) A autorização - outorga de poderes - ao ONS para representar a Transmissora para os seguintes fins:Transmissora para os seguintes fins: Representá-la na assinatura do CUST; Apurar, administrar a cobrança e a liquidação decorrentes dos Encargos Apurar, administrar a cobrança e a liquidação decorrentes dos Encargos de uso do sistema de transmissão; Apurar, administrar a cobrança e a liquidação do CCC, CDE e PROINFA ( t i i )PROINFA (encargos setoriais). Representá-la na assinatura do CCG. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS - CPSTPRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CPST Procedimentos de Rede: Documentos elaborados pelo ONS, transmissoras e usuários e aprovados pela ANEEL - 24 módulos; As Partes ONS Transmissoras e Usuários se submetem aos Procedimentos de As Partes, ONS, Transmissoras e Usuários se submetem aos Procedimentos de Rede; Contém procedimentos e requisitos técnicos para o planejamento, implantação, uso, ã t ã d i i t ã d Si t d T i ãoperação, manutenção e administração do Sistema de Transmissão; Disponível no site do ONS: www.ons.org.br/procedimentos/index.aspx. Ob i õ d T iObrigações da Transmissora: Permitir novas conexões em suas instalações (CUST, CCT e CCI); Disponibilizar em tempo real todos osdados de operação de suas instalações; Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS - CPSTPRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CPST Recebimento pela Prestação do Serviço: Os usuários pagarão pela utilização das instalações de transmissão da concessionária pertencentes à Rede Básica. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br USO DO SISTEMA - CUSTUSO DO SISTEMA CUST Contrato de Uso do Sistema de Transmissão - CUST Instrumento celebrado entre o Usuário da Rede Básica e o ONS, por si e em nome das Transmissoras, para regular a prestação do serviços de transmissão pelas transmissoras, e da coordenação e controle do sistema pelo ONS, bem como a administração da cobrança e liquidação dos encargos de uso do sistema de transmissão. Características: Contrato celebrado entre o Usuário e o ONS na qualidade de representante das Transmissoras integrantes da Rede Básica; Os CUSTs celebrados ficam em poder do ONS. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br USO DO SISTEMA - CUSTUSO DO SISTEMA CUST Objeto: Regular o uso da Rede Básica pela Usuária, incluindo: (i) a prestação dos serviços de transmissão, mediante controle e supervisão do ONS, observados os procedimentos de rede e a regulamentação vigente; (ii) a prestação pelo ONS dos serviços de coordenação e controle da operação dos sistemas elétricos e energéticos interligados. (iii) Administração pelo ONS da cobrança e da liquidação dos encargos de uso da transmissão e a execução do sistema de garantias atuando por conta eda transmissão e a execução do sistema de garantias, atuando por conta e ordem das concessionárias de Transmissão. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br USO DO SISTEMA - CUSTUSO DO SISTEMA CUST Pagamento pelo Uso do Sistema de Transmissão: Pagamento mensal em conformidade com a regulamentação da ANEEL. Parcelas que compõe o pagamento: a) Pagamento às Transmissoras pelo serviço de transmissão; b) Pagamento ao ONS pelos serviços prestados; ) P t à T i l lt d t t dc) Pagamento às Transmissoras pela ultrapassagem do uso contratado; d) Pagamento às Transmissoras por sobrecargas em suas instalações e equipamentos. Encargos de uso são reajustados em conformidade com reajuste das RAPs; Atrasos nos pagamentos sofrerão correção pelo IGPM, multa de 2% e juros d d 12% t dide mora de 12% a.a. pro rata die. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br USO DO SISTEMA - CUSTUSO DO SISTEMA CUST Garantias do Pagamento dos Encargos: Mecanismos de Garantia para escolha do Usuário: CCG Contrato de Constituição de Garantia celebrado por ONS CCG – Contrato de Constituição de Garantia celebrado por ONS, Usuário e um ou mais bancos gestores. O(s) banco(s) gestor(es) se responsabiliza(m) por bloquear e transferir os recursos necessários no d i di lê icaso de inadimplência; CCG executado 3 vezes consecutivas ou 5 vezes alternadas em 12 meses obriga a apresentação de Fiança.g p ç ç Carta de Fiança Bancária Valor equivalente a 2 meses dos encargos devidos. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br CONEXÃO - CCTCONEXÃO CCT Contrato de Conexão ao Sistema de Transmissão - CCT Instrumento visando regular as condições, procedimentos e responsabilidades técnico-operacionais e comerciais para a conexão de Usuário à instalações pertencentes à Transmissoras integrantes da Rede Básica, com a interveniência do ONS. Partes: Transmissora integrante da Rede Básica, Usuária e ONS.g Objeto: Estabelece as condições, procedimentos, responsabilidades técnico- operacionais e comerciais que irão regular a conexão, através dos pontos de conexão. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br CONEXÃO - CCTCONEXÃO CCT Encargos da Conexão:Encargos da Conexão: Valor ajustado entre as partes conforme pontos de conexão; A desativação de ponto de conexão implica na formalização de acordo entre A desativação de ponto de conexão implica na formalização de acordo entre as partes para ressarcimento de investimentos da Transmissora Acessada; Condições de faturamento igual ao CPST e CUST; Mora no pagamento igual ao CPST e CUST; Garantia do pagamento igual ao CCG do CUST. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br COMPARTILHAMENTO - CCICOMPARTILHAMENTO CCI Contrato de Compartilhamento de Instalações – CCI Instrumento celebrado entre transmissoras para estabelecer os procedimentos técnicos operacionais e responsabilidades comerciais e civis visando otécnicos operacionais e responsabilidades comerciais e civis visando o compartilhamento de instalações de transmissão, com a interveniência do ONS. O CCI também pode ser utilizado para regular direitos e obrigações de ilh d i f d i li dcompartilhamentos de infra-estrutura de transmissão realizados entre transmissora e outros agentes. Partes: Transmissora (Acessada) e Transmissora (Acessante) integrantes da Rede Básica, com interveniência do ONS. Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br COMPARTILHAMENTO - CCICOMPARTILHAMENTO CCI Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br COMPARTILHAMENTO - CCICOMPARTILHAMENTO CCI Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br OBRIGADOOBRIGADO Geraldo Luiz Pontelo gpontelo@terra.com.br