Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA 
DEZEMBRO/2013
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
TÓPICOS
• Marco Regulatório
• Estruturação do Setorç
• Sistema Interligado 
NacionalNacional
• Receitas da Transmissão
• Penalidades Aplicáveis
• Papel do ONS no SIN
• Contratos de Transmissão 
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
MARCO REGULATÓRIO – PÓS 2012 
SETOR ELÉTRICOSETOR ELÉTRICO 
19931993 1996199619881988
Constituição Lei 8.631 Lei 8.987Concessão de Lei 9.427 Lei 9.433 
19951995 1997199719881988
Federal
(Artigos 175 e 176) 
Fixação dos níveis das 
tarifas de energia 
elétrica e extinção do 
Regime de remuneração 
Garantida
Concessão de 
Serviços Públicos Criação da ANEEL
Decreto 2 335
Lei 9.478 
CNPE e ANP
Política Nacional de 
Recursos HídricosLei 9.074
Concessão de 
Serviços de Energia 
Elétrica Decreto 2.335
Regimento Interno da 
ANEEL
2004200419981998 19991999
Lei 9.648
MAE e ONS
Lei 9.984 
ANA
Lei 10.848
Modelo Institucional
Lei 10.847
Instituição da EPE
Dec. 5.163
Comercialização e Outorga
Resolução 281
Livre Acesso ao
Dec. 5.081
Alterações Atuação ONSModelo Institucional
Instituição do CCEE e 
Reformulação do ONS
Livre Acesso ao 
Sistema Elétrico
ç ç
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
MARCO REGULATÓRIO – PÓS 1988 
SETOR ELÉTRICOSETOR ELÉTRICO 
 Decreto 7.850 de 30.11.12 - Regulamenta a Medida Provisória 579
de 11.09.2012, que dispõe sobre as concessões de geração,
transmissão e distribuição de energia elétrica, sobre a redução dos
encargos setoriais, sobre a modicidade tarifária.
 Lei 12 783 de 11 01 13 Dispõe sobre as concessões de geração Lei 12.783 de 11.01.13 - Dispõe sobre as concessões de geração,
transmissão e distribuição de energia elétrica, sobre a redução dos
encargos setoriais e sobre a modicidade tarifária.g
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
ESTRUTURAÇÃO DO SETORESTRUTURAÇÃO DO SETOR
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
AGENTES REGULADORES, DE PLANEJAMENTO E 
COORDENAÇÃO DAOPERAÇÃO DATRANSMISSÃO
 CONSELHO NACIONAL DE POLÍTICA ENERGÉTICA – CNPE
COORDENAÇÃO DA OPERAÇÃO DA TRANSMISSÃO 
Formulação da política energética de acordo com as demais políticas públicas
 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA
Implementação da política energética, política de expansão do setor elétrico, exercício 
do Poder Concedente
 AGÊNCIA NACIONAL DE ENERGIA ELÉTRICA - ANEEL
Regulação e fiscalização do sistema e do funcionamento dos serviços, mediação entre 
agentes setoriais
 EMPRESADE PESQUISAENERGÉTICA EPE EMPRESA DE PESQUISA ENERGÉTICA – EPE
Desenvolvimento de estudos de planejamento, sob a coordenação do MME
 OPERADOR NACIONAL DO SISTEMA ELÉTRICO – ONS
Operação do sistema, despacho otimizado das usinas e da rede básica, gerenciamento 
dos contratos de uso e de prestação de serviço de transmissão
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
MACRO AMBIENTE INSTITUCIONAL
CÂMARA 
E 
SENADO
GOVERNOS 
ESTADUAIS /
REGULADORES 
ESTADUAIS
A
AMBIENTE SETORIAL
MME
DEMAIS 
MINISTÉRIOS 
ENVOLVIDOS
CONSELHOS DE 
CONSUMIDORES
GERADORES
TRANSMISSORES
E
 
E
N
E
R
G
I
A
 
E
L
É
T
R
I
C
E
N
T
O
PROCON’s
ESTADUAIS
ASSOCIAÇÕES 
DE
ASSOCIAÇÕES 
SETORIAIS
DISTRIBUIDORES
COMERCIALIZADORES
ONS I N
D
Ú
S
T
R
I
A
 
D
E
A
N
E
E
L
A
N
E
E
L
CCEE M
O
N
I
T
O
R
A
M
E
C
M
S
E
BNDES
DE 
CONSUMIDORES
INVESTIDORES
CONSUMIDORES
LIVRES, CATIVOS
M
E
R
C
A
D
O
CNPE ELETROBRÁS EPE
ÓRGÃOS 
AMBIENTAIS
ASSOCIAÇÕES DE 
FORNECEDORES
CNPE ELETROBRÁS EPE
SUPORTE
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
Fonte: ANEEL (adaptado)
SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL –– SIN SIN 
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
CARACTERÍSTICAS DA TRANSMISSÃO
• O maior sistema interligado do mundo;
• 98% do sistema está interligado;• 98% do sistema está interligado;
• Rede Básica de Transmissão (tensão de 230kV a 750 kV);
• Mais de 40 Empresas e 50 Concessões de Transmissão;
• Mais de 250 Usuários do Sistema de Transmissão (Geradores,
Distribuidores, Consumidores Livres, Exportadores e Importadores);
• Receita Global Transmissão = R$ 15 bilhões/ano.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
CARACTERÍSTICAS DA TRANSMISSÃO
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
SIN E TRANSMISSÃO 
• Grande extensão territorial;
Manaus
;
• Leste a Oeste: 2800 km e Norte a Sul: 3450 km;
• Predominância do potencial hidrelétrico;
Geração distante dos centros de cons mo;• Geração distante dos centros de consumo;
• Diversidade hidrológica entre as bacias;
A Rede Básica do SIN:A Rede Básica do SIN:
 Permite o uso ótimo dos recursos hidrológicos, do
despacho hidrotérmico, e a obtenção de ganhos
econômicos para o sistema;econômicos para o sistema;
 Contribui para a postergação de parcela de
investimentos em geração, funcionando como uma
usina virtual na fronteira importadora;usina virtual na fronteira importadora;
 Vital para melhorar a segurança elétrica do sistema,
controle de tensão e carregamentos dos circuitos.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
SISTEMA INTERLIGADO NACIONAL
ARede Básica de TransmissãoA Rede Básica de Transmissão 
do SIN e a Europa
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
CARACTERÍSTICAS DA TRANSMISSÃO
Até d 1995 i t lét i b il i t t l• Até o ano de 1995 o sistema elétrico brasileiro era estatal e
sua expansão dependia de investimento público;
Difi ld d d i t d l i t• Dificuldade de crescimento e desenvolvimento;
• Em 08 de julho de 1995 foi publicada a Lei Federal nº 9.074
que no parágrafo 1º do Artigo 17 previa:
“As instalações de transmissão, integrantes da rede básica dos sistemas
lét i i t li d ã bj t d ã di t li it ãelétricos interligados, serão objeto de concessão mediante licitação, e
funcionarão na modalidade de instalações integradas aos sistemas e com
regras operativas definidas por agente sob controle da União, de forma a
d lassegurar a otimização dos recursos eletro-energéticos existentes ou
futuros.”
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
CARACTERÍSTICAS DA TRANSMISSÃO
• Com o advento da Lei de Concessões do Sistema Elétrico (1995)
iniciou-se a “construção” da estrutura atual;iniciou-se a construção da estrutura atual;
• A partir de 1999, a expansão do SIN passa a ser planejada, projetada eA partir de 1999, a expansão do SIN passa a ser planejada, projetada e
respaldada por estudos técnicos realizados pela EPE – Empresa de
Pesquisa Energética e pelo ONS – Operador Nacional do Sistema
Elét iElétrico;
• As ampliações de transmissão novas concessões de LTs e SEs são• As ampliações de transmissão - novas concessões de LTs e SEs - são
concebidas através de Licitação – leilão público;
• Concessões existentes até 1999 recebem novas instalações de reforços e
melhorias em LTs e SEs, através de atos autorizativos da ANEEL;
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
CARACTERÍSTICAS DA TRANSMISSÃO
Licitações de Transmissão
 Realizadas na modalidade de Leilão reverso (proponentes oferecem deságios
sobre a Receita Anual Permitida - RAP máxima fixada pela ANEEL);
A bi t t t titi l d d á i f t d l Ambiente extremamente competitivo com elevados deságios ofertados pelos
proponentes (30 a 50% até 2010), devido principalmente:
 Regras do setor estáveis aos olhos dos investidores; Regras dosetor estáveis aos olhos dos investidores;
 Inexistência de inadimplência;
 Adequada previsibilidade de resultados;
 Investidores satisfeitos com a rentabilidade obtida; Investidores satisfeitos com a rentabilidade obtida;
Autorizações de Transmissão
 Autorização para reforços na Transmissão é concedida através de Resolução
Autorizativa expedida pela ANEEL, mediante a fixação de RAP
correspondente calculada a partir do valor de investimento
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
correspondente calculada a partir do valor de investimento.
CARACTERÍSTICAS DA TRANSMISSÃO
103.000
Expansão da Rede – km
2.450
4.293
92.032
94.482
98.775
93.000
98.000
4.619
1.184
3.180
3 02780 022
83.049
86.229
87.413
83.000
88.000
2 473
5.136
2.380
3.027
70 033
72.506
77.642
80.022
73.000
78.000
915 624
861
3.077
1.986
999
2.473
92 03263 971 69 034 72 506 86 22980 022
61.57162.486
63.11063.971
67.048
69.03470.033
63.000
68.000
94.48261.571
92.03263.971 69.03462.486 87.413
72.506
77.64270.03367.04863.11061.571
86.229
83.049
80.022
58.000
1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010
xxx = Extensão total
xxx = Crescimento anual
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
xxx Crescimento anual
CARACTERÍSTICAS DA TRANSMISSÃO
ATIVOS
TRANSMISSÃO
ATIVOS
TRANSMISSÃO
DEMAIS 
INSTALAÇÕES DE
REDE BÁSICA
“sistêmica”
REDE BÁSICA
“de fronteira” INSTALAÇÕES DE 
TRANSMISSÃO
Equipamentos e instalações 
não integrantes da Rede
“sistêmica”
Equipamentos com tensão 
igual ou superior a 230 kV,
de fronteira
Transformadores com 
tensão primária igual ou não integrantes da Rede 
Básica e pertencentes a um 
concessionário de 
Transmissão
igual ou superior a 230 kV, 
de uso compartilhado pelos 
acessantes
(equipamentos 
“ i tê i ”)
p g
superior a 230 kV e tensão 
secundária inferior a 230 
kV, incluindo as 
ti õ“sistêmicos”) respectivas conexões
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
CARACTERÍSTICAS DA TRANSMISSÃO
ATIVOS
V
Instalações de uso 
exclusivo
ATIVOS
Consumidor livreGerador
B
Á
S
I
C
A
V
 

2
3
0
 
k
V
CR
R
E
D
E
 
T
E
I
R
A
Subestação de CR
F
R
O
N
T
Transmissão
D1
D
I
T
D2 D3
Sistemas de 
Distribuição
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
RECEITAS DA TRANSMISSÃORECEITAS DA TRANSMISSÃO
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
RECEITA ANUAL PERMITIDA - RAP
• Receitas pela disponibilização das instalações, independente de sua utilização -
Receitas Anuais Permitidas – RAP formada pela soma dos Pagamentos Bases (PB);Receitas Anuais Permitidas RAP formada pela soma dos Pagamentos Bases (PB);
• RAPs são montantes destinados a cobrir os custos anuais das instalações
disponibilizadas - Rede Básica (RB) ou Demais Instalações de transmissão (DITs);p ( ) ç ( );
Itens componentes da RAP:
 Base de Remuneração;
 Taxa de remuneração do investimento;
 Taxa de depreciação Anual;p ç
 Operação e Manutenção – OeM;
 Pesquisa e Desenvolvimento – PeD.
• Atualizada por índice contratual (IGP-M ou IPC-A) a cada 12 meses.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
PENALIDADES APLICÁVEIS À TRANSMISSÃO
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
PENALIDADES APLICÁVEIS
 A indisponibilidade de ativos pertencentes à Rede Básica é penalizada através da
aplicação da Parcela Variável – PV;
PENALIDADES APLICÁVEIS 
aplicação da Parcela Variável PV;
 A PV é um desconto na receita da Instalação, proporcional ao tempo de
indisponibilização durante o mês;
 Os descontos pela aplicação da PV são limitados à:
• 50% do PB do mês e 25% da RAP da instalação no ano;ç ;
• 12,5% da RAP do conjunto das instalações.
 A Transmissora está sujeita a penalidades impostas pela ANEEL por
descumprimento de regulamentos e cláusulas contratuais; ReN nº 63 de 12.05.2004
 O ONS tem poder de aplicar sanções administrativas e pecuniárias por
descumprimento dos Procedimentos de Rede;
 Ativos pertencentes às DITs têm as penalidades previstas no contrato de conexão.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
PAPEL DO ONS NO SIN
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
PAPELDO ONS
• O Operador Nacional do Sistema – ONS, é uma entidade de direito privado, outorgado
como órgão coordenador da operação eletroenergética do SIN;
PAPEL DO ONS 
Dentre as atribuições do ONS temos:
• Elaboração dos Procedimentos de Rede em conjunto com os agentes do setor;• Elaboração dos Procedimentos de Rede em conjunto com os agentes do setor;
• Elaboração do Plano de Ampliações e Reforços na RB (PAR, PAR DIT e PMIS);
• Administração e gestão dos contratos regulados do setor de transmissão;ç g g ;
• Administração e apuração dos serviços e encargos de transmissão;
• Número de Membros Associados - 2011: 239
Categoria Privado Público Total
Consumo 68 9 77Consumo 68 9 77
Produção 94 14 108
Transmissão 56 9 65
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
CONTRATOS DE TRANSMISSÃO
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
LEILÃO DE INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO
 O Leilão de Transmissão pode ser considerado o primeiro contrato de transmissão, onde
além de regras, apresenta as minutas dos contratos a serem celebrados pela concessionária.
LEILÃO DE INSTALAÇÕES DE TRANSMISSÃO
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
TIPOS DE CONTRATOS
Denominação dos Contratos
TIPOS DE CONTRATOS
1) CTT - Concessão de Serviço Público de Transmissão de Energia Elétrica;
2) CPST - Prestação de Serviços de Transmissão – ONS e Transmissoras;
3) CUST U d Si d T i ã ONS U á i (G D CL i d3) CUST - Uso do Sistema de Transmissão – ONS e Usuários (G, D, CL, importadores
e exportadores de energia) em nome das Transmissoras;
4) CCG - Constituição de Garantias – Garantia Financeira do CUST;
5) CCT - Conexão ao Sistema de Transmissão – Transmissoras e Usuários (ONS é
interveniente););
6) CCI: Compartilhamento de Instalações de Transmissão – Entre Transmissoras (ONS
é interveniente);
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
)
RELACIONAMENTO CONTRATUALRELACIONAMENTO CONTRATUAL
CUST CPSTAGENTES 
DE 
PRODUÇÃO 
E DE
AGENTES
DE
CUST CPST
E DE
CONSUMO
DE
TRANSMISSÃOONSCUST
CCT 
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT
Contrato de Concessão de Serviço Público de Transmissão de 
Energia Elétrica - CTT 
Instrumento pelo qual o Poder Concedente outorga a construção, manutenção e
operação de um determinado Empreendimento de Transmissão mediante ooperação de um determinado Empreendimento de Transmissão, mediante o
pagamento de uma Receita Anual Permitida.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT
Objeto:Objeto:
 Concessão pelo prazo de 30 anos contados da data de assinatura;
 Construção, operação e manutenção das Instalações de Transmissão
definidas no contrato;definidas no contrato;
 Fixação de prazo para entrada em operação comercial, bem como as
hipóteses de antecipação da obra;
 Li it ã t ti id d i i t i ã é i t d Limitação a outras atividades empresariais – autorização prévia e parte da
receita para a modicidade tarifária (ausência de regulamentação específica).
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT
Condições da Prestação do Serviço:
 Liberdade para a concessionária na direção dos negócios, investimentos,
pessoal, material e tecnologia, observada a legislação setorial e
l t d ANEEL “( )”regulamentos da ANEEL; “( )”
 Compromisso quanto a:
 regularidade: prestação continuada do serviço;
 eficiência: consecuçãoe preservação do CTT com o mínimo custo;
 segurança: preservação guarda e proteção das instalações e terceiros; segurança: preservação, guarda e proteção das instalações e terceiros;
 atualidade: modernidade das técnicas e equipamentos;
 cortesia: atendimento ágil e respeitoso ao usuário;
 modicidade de tarifas: esforço permanente na redução dos custos;
 integração social: predisposição ao envolvimento com a sociedade local;
 meio ambiente: respeito às normas ambientais e mitigação de riscos
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
meio ambiente: respeito às normas ambientais e mitigação de riscos.
CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT
Integração ao Sistema:
 Estimulo/obrigação de uso compartilhado de instalações de transmissão;
 Livre acesso à conexão de usuários às instalações da concessão;
 A i l ó i O S d i ê i f i Associação compulsória ao ONS, assegurando a existência e funcionamento
adequado do SIN.
R f M lh iReforços e Melhorias:
 As Transmissoras devem realizar reforços e melhorias em suas instalações;
 Os reforços e “ampliações” autorizados pela ANEEL tem RAP correspondente aos
investimentos;
 A implantação de melhorias independe de autorização da ANEEL e seus custos e a
devida RAP são avaliados nas revisões periódicas.
Reforços e Melhorias – Tratamento dado pela ReN nº 443 de 23.05.2010
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT
Bens Vinculados ao Serviços de Transmissão:
 Anuência da ANEEL:
 Alienação, cessão ou dação em garantia de ativos vinculados ao
serviço;
 Dação em garantia de receitas e direitos emergentes em contratos de
financiamento;;
 Preservação dos bens integrantes da rede básica e garantia da reversão
destes bens ao final da concessão;
Partes Relacionadas:
 São acionistas coligadas ou controladas pessoas físicas ou jurídicas que São acionistas, coligadas ou controladas, pessoas físicas ou jurídicas que
participam, direta ou indiretamente, de uma mesma empresa controladora;
 Contratos celebrados com partes relacionadas devem ser submetidos à anuência
prévia da ANEEL R N º 334 d 21 10 2008
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
prévia da ANEEL. ReN nº 334 de 21.10.2008
CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT
Receita do Serviço de Transmissão:Receita do Serviço de Transmissão:
 RAP faturada após a entrada em operação comercial, observado prazo de
construção do contrato;construção do contrato;
 Antecipação da entrada em operação comercial gera direito à RAP no caso
de necessidade sistêmica;
 Parcela Variável – PV = redutor de receita em função da disponibilidade
das funções de transmissão;
 Possibilidade de perda do pagamento base após 30 dias de Possibilidade de perda do pagamento base após 30 dias de
indisponibilidade.
“(Uma das alterações de regras do contrato original)” ReN nª 270 de
26 06 200726.06.2007
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT
Revisão Periódica da RAP
 Transmissoras não licitadas – cada 5 anos no mês de julho, após a
assinatura do contrato de concessão;
 Para as licitadas, nas revisões do 5º, 10º e 15º ano, o custo de capital de
terceiros será recalculado conforme equação constante no CTT;
 Criação, alteração ou extinção de tributos ou encargos legais (exceto IR) Criação, alteração ou extinção de tributos ou encargos legais (exceto IR)
acarretam a revisão da RAP para mais ou para menos (Caso PIS COFINS /
RGR);
 R it f id t ti id d i ã di id d Receitas auferidas com outras atividades – revisão para modicidade
tarifária.
Metodologias Aplicáveis regulamentadas à cada revisão tarifária
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT
Pesquisa e Desenvolvimento:
 Aplicação compulsória de 0 5% da receita operacional líquida Aplicação compulsória de 0,5% da receita operacional líquida.
Fiscalização:
 Fiscalizações técnicas, econômico-financeiras e contábeis;
 Amplo acesso da ANEEL às informações e instalações;
 Obrigação de apresentar as informações e documentos específicos;
Penalidades:
 Multa limitada a 2% da RAP dos 12 meses antecedentes ao Auto de Infração;
 Multa proporcional à gravidade da infração;
 Assegurado o devido processo legal, contraditório e ampla defesa.
“Exemplos: atraso no cronograma de construção e prestação inadequada do serviço”
ReN nº 63 de 12.05.2004
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
ReN n 63 de 12.05.2004
CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT
Intervenção:
 Mecanismo para assegurar a prestação adequada do serviço;
Extinção da Concessão
 Hipóteses do Art. 35 da Lei 8.987/95 e Contrato de Concessão;
 Termo final do contrato após 30 anos de concessão;
 Encampação – retomada da concessão pela União, mediante lei autorizativa
específica, pelo interesse público – pressupõe o pagamento de indenização;p , p p p p p g ç ;
 Caducidade – declarada pela ANEEL após verificada inadimplências legais ou
contratuais. Processo administrativo com ampla defesa e contraditório. Assegurada
indenização, deduzidos penalidades e danos.indenização, deduzidos penalidades e danos.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
CONCESSÃO - CTTCONCESSÃO CTT
Extinção da Concessão:
 Rescisão – medida judicial proposta pela Transmissora devido à violação de
regras pelo Poder Concedente. A Transmissora não pode interromper a
t ã d i té t â it j l d d ãprestação do serviço até o trânsito em julgado da ação;
 Anulação – vicio ou irregularidade na outorga;
 Falência ou extinção da Transmissora. Falência ou extinção da Transmissora.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS - CPSTPRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CPST
Contrato de Prestação de Serviço de Transmissão - CPST 
Instrumento celebrado entre o Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS e a
Transmissora, para regular as condições de administração e coordenação da
prestação do serviço de transmissão pelo ONS, bem como a outorga de poderes
para o ONS representar a transmissora nas hipóteses que prevê.
O CPST:
 Celebrado entre o ONS e a Transmissora integrante da Rede Básica;
 Os primeiros foram assinados em outubro de 1999;
 É a porta de entrada das transmissoras no SIN É a porta de entrada das transmissoras no SIN.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS - CPSTPRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CPST
Objeto:
Através do CPST a Transmissora contrata com o ONS:
a) As condições de administração e coordenação da prestação de serviços de
Transmissão pela Transmissora aos Usuários;
b) A autorização - outorga de poderes - ao ONS para representar a
Transmissora para os seguintes fins:Transmissora para os seguintes fins:
 Representá-la na assinatura do CUST;
 Apurar, administrar a cobrança e a liquidação decorrentes dos Encargos Apurar, administrar a cobrança e a liquidação decorrentes dos Encargos
de uso do sistema de transmissão;
 Apurar, administrar a cobrança e a liquidação do CCC, CDE e
PROINFA ( t i i )PROINFA (encargos setoriais).
 Representá-la na assinatura do CCG.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS - CPSTPRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CPST
Procedimentos de Rede:
 Documentos elaborados pelo ONS, transmissoras e usuários e aprovados pela
ANEEL - 24 módulos;
 As Partes ONS Transmissoras e Usuários se submetem aos Procedimentos de As Partes, ONS, Transmissoras e Usuários se submetem aos Procedimentos de
Rede;
 Contém procedimentos e requisitos técnicos para o planejamento, implantação, uso,
ã t ã d i i t ã d Si t d T i ãoperação, manutenção e administração do Sistema de Transmissão;
 Disponível no site do ONS: www.ons.org.br/procedimentos/index.aspx.
Ob i õ d T iObrigações da Transmissora:
 Permitir novas conexões em suas instalações (CUST, CCT e CCI);
 Disponibilizar em tempo real todos osdados de operação de suas instalações;
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS - CPSTPRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CPST
Recebimento pela Prestação do Serviço:
 Os usuários pagarão pela utilização das instalações de transmissão da
concessionária pertencentes à Rede Básica.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
USO DO SISTEMA - CUSTUSO DO SISTEMA CUST
Contrato de Uso do Sistema de Transmissão - CUST 
Instrumento celebrado entre o Usuário da Rede Básica e o ONS, por si e em
nome das Transmissoras, para regular a prestação do serviços de transmissão
pelas transmissoras, e da coordenação e controle do sistema pelo ONS, bem
como a administração da cobrança e liquidação dos encargos de uso do sistema
de transmissão.
Características:
 Contrato celebrado entre o Usuário e o ONS na qualidade de representante
das Transmissoras integrantes da Rede Básica;
 Os CUSTs celebrados ficam em poder do ONS.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
USO DO SISTEMA - CUSTUSO DO SISTEMA CUST
Objeto:
Regular o uso da Rede Básica pela Usuária, incluindo:
(i) a prestação dos serviços de transmissão, mediante controle e supervisão do
ONS, observados os procedimentos de rede e a regulamentação vigente;
(ii) a prestação pelo ONS dos serviços de coordenação e controle da operação
dos sistemas elétricos e energéticos interligados.
(iii) Administração pelo ONS da cobrança e da liquidação dos encargos de uso
da transmissão e a execução do sistema de garantias atuando por conta eda transmissão e a execução do sistema de garantias, atuando por conta e
ordem das concessionárias de Transmissão.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
USO DO SISTEMA - CUSTUSO DO SISTEMA CUST
Pagamento pelo Uso do Sistema de Transmissão:
 Pagamento mensal em conformidade com a regulamentação da ANEEL.
 Parcelas que compõe o pagamento:
a) Pagamento às Transmissoras pelo serviço de transmissão;
b) Pagamento ao ONS pelos serviços prestados;
) P t à T i l lt d t t dc) Pagamento às Transmissoras pela ultrapassagem do uso contratado;
d) Pagamento às Transmissoras por sobrecargas em suas instalações e
equipamentos.
 Encargos de uso são reajustados em conformidade com reajuste das RAPs;
 Atrasos nos pagamentos sofrerão correção pelo IGPM, multa de 2% e juros
d d 12% t dide mora de 12% a.a. pro rata die.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
USO DO SISTEMA - CUSTUSO DO SISTEMA CUST
Garantias do Pagamento dos Encargos:
 Mecanismos de Garantia para escolha do Usuário:
 CCG Contrato de Constituição de Garantia celebrado por ONS CCG – Contrato de Constituição de Garantia celebrado por ONS,
Usuário e um ou mais bancos gestores. O(s) banco(s) gestor(es) se
responsabiliza(m) por bloquear e transferir os recursos necessários no
d i di lê icaso de inadimplência;
 CCG executado 3 vezes consecutivas ou 5 vezes alternadas em 12 meses
obriga a apresentação de Fiança.g p ç ç
 Carta de Fiança Bancária
Valor equivalente a 2 meses dos encargos devidos.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
CONEXÃO - CCTCONEXÃO CCT
Contrato de Conexão ao Sistema de Transmissão - CCT 
Instrumento visando regular as condições, procedimentos e responsabilidades
técnico-operacionais e comerciais para a conexão de Usuário à instalações
pertencentes à Transmissoras integrantes da Rede Básica, com a interveniência
do ONS.
Partes:
 Transmissora integrante da Rede Básica, Usuária e ONS.g
Objeto:
 Estabelece as condições, procedimentos, responsabilidades técnico-
operacionais e comerciais que irão regular a conexão, através dos pontos de
conexão.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
CONEXÃO - CCTCONEXÃO CCT
Encargos da Conexão:Encargos da Conexão:
 Valor ajustado entre as partes conforme pontos de conexão;
 A desativação de ponto de conexão implica na formalização de acordo entre A desativação de ponto de conexão implica na formalização de acordo entre
as partes para ressarcimento de investimentos da Transmissora Acessada;
 Condições de faturamento igual ao CPST e CUST;
 Mora no pagamento igual ao CPST e CUST;
 Garantia do pagamento igual ao CCG do CUST.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
COMPARTILHAMENTO - CCICOMPARTILHAMENTO CCI
Contrato de Compartilhamento de Instalações – CCI
Instrumento celebrado entre transmissoras para estabelecer os procedimentos
técnicos operacionais e responsabilidades comerciais e civis visando otécnicos operacionais e responsabilidades comerciais e civis visando o
compartilhamento de instalações de transmissão, com a interveniência do ONS.
O CCI também pode ser utilizado para regular direitos e obrigações de
ilh d i f d i li dcompartilhamentos de infra-estrutura de transmissão realizados entre
transmissora e outros agentes.
Partes:
 Transmissora (Acessada) e Transmissora (Acessante) integrantes da Rede
Básica, com interveniência do ONS.
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
COMPARTILHAMENTO - CCICOMPARTILHAMENTO CCI
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
COMPARTILHAMENTO - CCICOMPARTILHAMENTO CCI
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br
OBRIGADOOBRIGADO
Geraldo Luiz Pontelo
gpontelo@terra.com.br

Mais conteúdos dessa disciplina