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Resumo de web aula 2 empreendedorismo 
Através do Plano de Negócios o empreendedor poderá planejar suas ações, tomar as decisões e determinar as ações da sua empresa, identificando os riscos e ameaças, propondo medidas para minimizá-los, verificar as oportunidades, pontos fortes e pontos fracos em relação ao seu concorrente e o ambiente em que está inserido. 
É o estudo de viabilidade de seu empreendimento, ou seja, analisa-se se será viável, ou não, nosso empreendimento. É o documento que descreve o que você planeja fazer, qual o rumo a seguir. 
Segundo Dornelas (2008) o Plano de Negócios é uma ferramenta de gestão usada para descrever seu negócio, sendo um importante documento, através do qual o empreendedor consegue planejar e tomar decisões a respeito do futuro da empresa, tornando-se um poderoso guia que norteará todas as ações de seu negócio.
Plano de Negócios pode e deve ser utilizado por qualquer empresa, independentemente do seu porte e do seu segmento. E não somente para a criação de um novo negócio. Assim, uma empresa que já esteja estabelecida, e que pretenda ampliar seus negócios, pode fazer uso deste instrumento para buscar novos sócios, fazer um empréstimo, atrair novos investidores potenciais, como também na construção de uma boa imagem junto aos funcionários, fornecedores, clientes e comunidade.
Dornelas (2008) diz que o Plano de Negócios é um documento usado para descrever um empreendimento e o modelo de negócio que o sustenta. Sua elaboração envolve um processo de aprendizagem e autoconhecimento, permitindo ao empreendedor situar-se no seu ambiente de negócio.
Segundo Chiavenato (2007, p. 132), “O Plano de Negócios — business plan — descreve a ideia de um novo empreendimento e projeta os aspectos mercadológicos, operacionais e financeiros dos negócios propostos, geralmente, para os próximos três ou cinco anos. Seu preparo permite a análise da proposta e ajuda o futuro empreendedor a evitar uma trajetória decadente que o levará do entusiasmo à desilusão e ao fracasso”
Segundo Dornelas (2006, p. 99), de acordo com estudos da Harvard Business School, “[...] um Plano de Negócios deve ser escrito porque aumenta em 60% as chances de sucesso do negócio, sendo assim a empresa deverá lucrar mais, na média, se o empreendedor dispor de um planejamento adequado”.
Segundo Dornelas (2008) 70% das micro e pequenas empresas encerram suas atividades nos primeiros anos de negócio, sendo que as principais causas são: a ausência da realização de um planejamento adequado ao negócio, problemas encontrados na gestão da empresa (fluxo de caixa, comercialização do produto, desenvolvimento de produto, entre outros), poucas políticas de apoio às micro e pequenas empresas, ambiente econômico e problemas pessoais.
Muitos acham que um Plano de Negócios destina-se unicamente a investidores e bancos, porém vários são os públicos-alvo de um Plano de Negócios, dentre os quais:
Mantenedores de incubadoras: essenciais para a liberação de financiamento. Ex: governo, associações, etc.
Parceiros estratégicos: necessários para definição de estratégias e discussão de formas de cooperação entre as partes;
Bancos: são os que fazem a liberação de financiamentos de máquinas e equipamentos, capital de giro, imóveis, etc.;
Investidores: capitalistas de risco, pessoas físicas, bancos de investimentos, angels, BNDES, governo, etc.;
Fornecedores: importantes para negociação na compra de mercadorias, matéria-prima, etc.;
A empresa internamente: importante para o estabelecimento da comunicação interna entre gerência com o Conselho de Administração e com os colaboradores;
Clientes: essenciais para venda do produto e/ou serviço e publicidade da empresa;
Sócios: usados para o convencimento em participar do negócio e formalização da sociedade.
do ponto de vista jurídico, as sociedades empresariais são classificadas em duas formas jurídicas básicas: o empresário e a sociedade empresária. A forma empresária é representada por um único proprietário; já a sociedade empresária é decorrência da associação de duas ou mais pessoas, que constituem uma entidade com personalidade jurídica distinta daquela dos indivíduos que a compõem.
Sociedades são empresas constituídas de dois ou mais proprietários que se associam no mesmo negócio, com o objetivo de obter lucro. Segundo o novo Código Civil, há duas espécies de sociedades: a sociedade simples e a sociedade empresária.
Sociedade simples
É uma sociedade constituída por pessoas que mutuamente se obrigam a contribuir com bens ou serviços para o exercício de atividade econômica e a dividir entre si os resultados, não tendo por objeto o exercício de atividade própria de empresário.
A administração da sociedade simples envolve novos aspectos, onde o sócio-gerente deixa de ser o principal responsável pelos atos da empresa e passa a ter uma função secundária, isto é, passa a ser o subordinado do administrador, pessoa que pode, se quiser, nomear o empregado de sua confiança para exercer a função de gerente.
A sociedade empresária é aquela que exerce profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou circulação de bens ou de serviços, constituindo elemento de empresa. É considerada pessoa jurídica.
ncubadoras de Empresas
As incubadoras são empresas sem fins lucrativos destinadas a amparar o estágio inicial de empresas nascentes que se enquadram em determinadas áreas de negócio.
uma incubadora é um mecanismo de aceleração do desenvolvimento de empreendimentos, geralmente mantido por entidades governamentais, universidades, etc.
Franquia (franchising)
A franquia refere-se ao licenciamento do uso de marcas. Constitui a transferência para um segundo empresário de toda a história de sucesso de determinada marca, incluindo, entre outros itens, o repasse de informações nos campos de tecnologia, gestão do negócio, treinamento e merchandising.
Franqueador é quem concede e vende a franquia, seja pessoa física ou jurídica. Geralmente, o franqueador desenvolve e experimenta na prática o conceito do negócio e a tecnologia de operação que o envolve, e concede a franquia, autorizando o franqueado a fazer uso dela na implantação, administração e operação de um negócio que deverá funcionar de acordo com aquele conceito.
Franqueado é quem adquire a franquia, seja pessoa física ou jurídica, pagando ao franqueador, quase sempre, uma taxa inicial, além de royalties periódicos e outros valores. O franqueado é o responsável pela instalação, operação e administração da franquia, atuando conforme as normas ditadas pelo franqueador. Ele banca todos os custos de instalação e todas as despesas de operação e administração da franquia.

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