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avaliando aprendizado 3  PENAL II ESTACIO

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1a Questão (Ref.: 201603193214)
	Pontos: 0,1  / 0,1
	(Exame OAB/MG. Abril de 2006) A respeito da ação penal privada, é correto afirmar, EXCETO:
		
	 
	Na ação penal privada o Ministério Público não poderá aditar a queixa.
	
	A renúncia ao direito de ação em favor de um dos querelados aproveita a todos.
	
	A ação penal privada será considerada perempta, se não houver pedido de condenação nas alegações finais.
	
	A queixa contra um dos autores do crime obriga o processo de todos.
		
	
	
	 2a Questão (Ref.: 201602668185)
	Pontos: 0,1  / 0,1
	Com relação à pena de multa, os valores arrecadados devem ser destinados:
		
	 
	Ao Fundo Penitenciário Nacional.
	
	À Secretaria da Fazenda Estadual.
	
	À Secretaria de Segurança Estadual.
	
	À vítima ou a seus sucessores.
	
	À Secretaria Penitenciária Estadual.
		
	
	
	 3a Questão (Ref.: 201603012009)
	Pontos: 0,1  / 0,1
	NÃO é considerada pena de interdição temporária de direitos:
		
	
	Proibição de inscrever-se em concurso público.
	 
	Limitação de final de semana.
	
	Suspensão de habititação para dirigir veículo.
	
	Proibição do exercício de cargo, emprego ou função pública.
	
	Proibição de frequentar determinados lugares.
		
	
	
	 4a Questão (Ref.: 201602617126)
	Pontos: 0,1  / 0,1
	IX EXAME DE ORDEM UNIFICADO Tendo como base o instituto da ação penal, assinale a afirmativa correta.
		
	
	Como o Código Penal é silente no tocante à natureza da ação penal no crime de lesão corporal culposa, verifica-se que a referida infração será de ação penal pública incondicionada.
	
	A ação penal privada subsidiária da pública fere dispositivo constitucional que atribui ao Ministério Público o direito exclusivo de iniciar a ação pública.
	 
	Na ação penal privada vigora o princípio da oportunidade ou conveniência.
	
	A legitimidade para ajuizamento da queixa-crime na ação penal exclusivamente privada (ou propriamente dita) é unicamente do ofendido.
		
	
	
	 5a Questão (Ref.: 201603016671)
	Pontos: 0,1  / 0,1
	(136 Exame OAB/SP, 1ª Fase. Modificado) Segundo o Código Penal (CP) brasileiro, quando, por acidente ou erro no uso dos meios de execução, o agente, em vez de atingir a pessoa que pretendia ofender, atinge pessoa diversa, ele deve responder como se tivesse praticado o crime contra aquela. No caso de ser, também, atingida a pessoa que o agente pretendia ofender, aplica-se a regra do:
		
	
	Crime permanente
	 
	Concurso formal de crimes
	
	Crime habitual.
	
	Concurso material de crimes
	
	Crime continuado de crimes