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ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA EM 
ONCOLOGIA
• Câncer (conceitos gerais)
• Ciclo celular e fisiopatologia do câncer
• Estadiamento d câncer, metas e modalidades para o tratamento do 
câncer
• Classificação das drogas anticâncer e princípios gerais da terapia
• Conceitos básicos para compreensão de ciclos de tratamento e 
cálculos de doses
• Mecanismos de ação de drogas quimioterápicas, 
hormonioterápicas e imunoterápicas
• Mecanismos de resistência tumoral
• Manejo das principais RAM associadas aos quimioterápicos
• Manipulação de quimioterápicos – Central de Quimioterapia 
(equipe e legislação aplicável)
• Gerenciamento de resíduos em oncologia
• Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer
Fármacos Anticâncer
Profa. Dra. Fátima C. L. Goularte Farhat
Estadiamento do Tu → Meta → MODALIDADES DE TRATAMENTO
Tratamento LOCAL 
(diagnóstico em fases mais 
precoces)
Cirurgia
Radioterapia
Doença localmente avançada: 
radioterapia + quimioterapia, 
seguidas por ressecção cirúrgica.
Tratamento SISTÊMICO 
(ocorrência precoce de 
micrometástases)
Quimioterapia
Classificação dos Fármacos Anticâncer
• Fármacos citotóxicos
– Agentes alquilantes e 
substâncias relacionadas 
(formam ligações covalentes com o DNA 
→ impedem a replicação)
– Antimetabólitos
(bloqueiam ou subvertem uma ou mais 
vias metabólicas envolvidas na síntese do 
DNA)
– Antibióticos citotóxicos 
(têm origem microbiana e evitam a divisão 
celular em mamíferos)
– Derivados de plantas 
(afetam a função microtubular → afetam 
a formação do fuso mitótico)
• Hormônios
• Anticorpos 
monoclonais
• Inibidores de proteína 
quinase (inibidores de tirosina 
quinase – transdutor citosólico)
• Agentes diversos
Classificação dos Fármacos Citotóxicos
conforme sua ação no ciclo celular
Fármacos ECC
 Antimetabólitos (fase S)
 Epipodofilotoxinas (inibidor de 
Topoisomerase II) (fase G1 – S)
 Taxanos (fase M)
 Ancalóides da Vinca (fase M)
 Inibidores antimicrotúbulo (fase M)
 Antibióticos tumorais (fase G2 – M)
Fármacos ICC
 Agentes Alquilantes
 Antibióticos tumorais
 Camptotecinas (inibidores 
da Topoisomerase I)
 Análogos da Platina
 Antraciclinas
 ICC:
– Ciclo celular-independente / não-
específico
• letais em qualquer fase
• embora as células em divisão 
sejam mais sensíveis, também 
agem nas em G0.
–Adm: mais dose-dependentes, bolus
~ fracionadas
 ECC
– Ciclo celular-dependente / específico
• só afetam as células que estão ativamente no ciclo de 
divisão celular no momento da exposição à droga. 
• bastante efetivos em Tu com grande número de células 
em divisão rápida e ativa
– Adm: doses fracionada ou sob infusão contínua para manter 
uma [ ] mínima da droga por um longo período de tempo
6
Katsung, Masters, Trevor. Farmacologia Básica e Aplicada, 12ª ed. 2014. 
(Intercalação + Inib. Topoisomerase II)
Agentes Alquilantes e 
Agentes Relacionados
(Inib. Topoisomerase II)
(Alquilante)
Antibióticos 
Antitumorais
Katsung, Masters, Trevor. Farmacologia Básica e Aplicada, 12ª ed. 2014. 
ICC – Alquilantes e Agentes Relacionados
• Agentes com ação alquilante possuem grupos 
químicos altamente reativos capazes de formar 
ligações covalentes com substâncias nucleofílicas
na célula (grupos amina, hidroxila ou sulfoxidrila) 
que funcionam como doadores de elétrons.
• A maioria dos agentes citotóxicos alquilantes é 
bisfuncional = possuem dois grupos alquilantes → 
provocam entrecruzamento intra ou intercadeias
no DNA → interferem na transcrição do DNA e na 
sua replicação!
• N7 da guanina é o principal alvo molecular da 
alquilação no DNA, além de N1 e N3 da adenina e 
N3 da citosina. 
Katsung, Masters, Trevor. Farmacologia Básica e Aplicada, 12ª ed. 2014. 
Apoptose
Na fase S, quando 
algumas bases não estão 
pareadas → mais 
suscetíveis à alquilação
→ bloqueio em G2
ICC – Alquilantes (são os fármacos anticâncer mais empregados dentre todos!)
Katsung, Masters, Trevor. Farmacologia Básica e Aplicada, 12ª ed. 2014. 
ureia
BCNU = biscloroetil-nitrosureia = 
carmustina
CCNU = chloroethyl-cyclohexyl-
nitrosourea = lomustina
Mostardas nitrogenadas
Rang & Dale. Farmacologia, 7ª ed. 2011.
Katsung, Masters, Trevor. Farmacologia Básica e Aplicada, 12ª ed. 2014. 
 Ação citotóxica se dá principalmente pela 
alquilação do DNA no interior do núcleo, o 
que leva à morte celular
 Principal local de alquilação do DNA é a 
posição N7 da guanina.
 ICC, mas as células em fase de replicação (G1 
tardia e S) mostram-se mais suscetíveis
Rang & Dale. Farmacologia, 7ª ed. 2011.
Katsung, Masters, Trevor. Farmacologia Básica e Aplicada, 12ª ed. 2014. 
 Ação citotóxica se dá principalmente pela alquilação do 
DNA no interior do núcleo, o que leva à morte celular
 Principal local de alquilação do DNA é a posição N7 da 
guanina.
 ICC, mas as células em fase de replicação (G1 tardia e S) 
mostram-se mais suscetíveis
ICC – Alquilantes
• Mostardas nitrogenadas (“gás mostarda” – 1ª Guerra Mundial)
– Ciclofosfamida - Agente alquilante mais utilizado
• Inativa até ser metabolizada pelo P450 hepático
• Adm. VO, IV
• RAM: Náuseas e vômitos severos, mielossupressão, cistite 
hemorrágica (acroleína) → mesna ou N-acetilcisteína
• Hidratação + doadores de sulfidrila → composto atóxico com a 
acroleína)
– Ifosfamida (cistite hemorrágica 
pela acroleína)
– Estramustina
(combina ação citotóxica com 
hormonal → usada em câncer
de próstata)
ICC – Alquilantes
• Nitrosureias também exigem biotranformação prévia, 
por decomposição não enzimática, em metabólitos 
com atividade alquilante.
• Atravessam a BHE (30-40%)→ Tu cerebrais
• N7 da guanina + O6 da citosina → ligações cruzadas 
G-C no DNA.
Katsung, Masters, Trevor. Farmacologia Básica e Aplicada, 12ª ed. 2014. 
ureia
Guanina 
ICC – Análogos de Platina (relacionados aos Alquilantes)
cisplatina carboplatina oxaliplatina
• Observação casual de que complexos de platina neutros inibem a divisão e o 
crescimento da Escherichia coli → síntese de vários análogos da platina.
• Efeitos citotóxicos ~ fármacos alquilantes.
• Além de efeito alquilante sobre o DNA, ligam-se a proteínas citoplasmáticas 
→ ↑ efeitos citotóxicos e antitumorais.
• Ajuste de dose na IR.
• Cisplatina x carboplatina x oxaliplatina: diferenças do perfil de RAM 
– Cisplatina (1ª geração): toxicidade renal e TGI, mielossupressão.
– Carboplatina (2ª geração): ↓ toxicidade renal e TGI, porém ↑ mielossupressão. 
– Oxaliplatina (3ª geração): ↓ resistência tumoral, neurotoxicidade cumulaƟva e 
reversível (neuropatia sensorial periférica) 
ICC – Antibióticos Antitumorais / 
Citotóxicos
• Triagem de produtos antimicrobianos→ descoberta de fármacos 
clinicamente úteis na quimioterapia do câncer:
– Mitomicina C (ICC) - isolada de Streptomyces caespitosus. Após 
ativação metabólica, gera um agente alquilante que estabelece ligação 
cruzada com o DNA.
– Bleomicina (ECC – G2) 
– Antraciclinas (ICC) - ligam-se ao DNA por sua intercalação entre 
bases específicas e inibem a Topoisomerase II→ bloqueiam a 
síntese de RNA, DNA ou ambos, produzem clivagem dos 
filamentos de DNA → interferem na replicação celular → 
apoptose.
ICC – Antibióticos Antitumorais 
Antraciclinas
Os antibióticos antraciclínicos (isolados de Streptomyces peucetius) estão entre 
os fármacos antineoplásicos citotóxicos mais amplamente utilizados.
Um dos fármacos antineoplásicos 
mais importantes na prática clínica (Tu 
sólidos e hematológicos), em 
associação com, por ex.: cisplatina, 
ciclofosfamida e 5-FU.
RAM limitantes:
• Mielossupressão
• Mucosite severa
• Produção de radicais 
livres dependentes do 
ferro → citotoxicidade 
+ cardiotoxicidade!Papel das Topoisomerases I e II no 
relaxamento da fita de DNA
ICC – Camptotecinas
• São produtos naturais derivados da árvore Camptotheca
acuminata (China).
– Inibidores da Topoisomerase I (responsável pela quebra e 
religação dos filamentos simples de DNA) → lesão do DNA
– RAM limitantes: mielossupressão e diarreia.
• Metabólito ativo do 
irinotecano é 1000 x mais 
potente como inibidor da 
Topoisomerase I do que 
ele. 
• Excretado pela bile e 
fezes → ↓ajuste de dose 
em Hepatopatas.
Katsung, Masters, Trevor. Farmacologia Básica e Aplicada, 12ª ed. 2014. 
(Intercalação + Inib. Topoisomerase II)
Agentes Alquilantes e 
Agentes Relacionados
(Inib. Topoisomerase II)
(Alquilante)
Antibióticos 
Antitumorais
Katsung, Masters, Trevor. Farmacologia Básica e Aplicada, 12ª ed. 2014. 
Células humanas x bacterianas: identificação de ≠ metabólicas
Células normais x cancerígenas: ????
ECC – Antimetabólitos – FASE S
Identificação de diferenças 
QUANTITATIVAS que tornam as células 
cancerosa mais sensíveis aos 
antimetabólitos! 
• Antifolatos / Antagonistas de Folato
• Análogos de Piridina
• Análogo da Purina
ECC – Antimetabólitos – FASE S
• Antifolatos – análogos do ácido fólico
• Análogos de Pirimidinas
• Análogos de Purinas
ECC – Antimetabólitos – FASE S
• Antifolatos / Antagonistas do Folato / Análogos do folato
– Metotrexato
• Um dos fármacos mais utilizados na Qt do câncer
• Folatos são essenciais para a síntese de nucleotídeos purínicos e 
timidilato → estes são vitais para a síntese de DNA e a divisão 
celular!
– A principal ação dos antagonistas do folato é interferir na 
síntese de timidilato → ↓↓ Ɵmina
– Os folatos são captados ativamente 
pelas células e reduzidos a di-
hidrofolato (FH2) e posteriormente em 
tetra-hidrofolato (FH4) pela ação da 
enzima dihidrofolato redutase (DHFR) 
→ o FH4 é um cofator essencial para a 
transformação de 2-desoxiuridilato 
(DUMP) em 2-desoxitimidilato (DTMP) 
→ DTMP é vital para a síntese de DNA.
– O MTX tem mais afinidade pela DHFR 
do que o FH2 → inibe a DHFR
– Esquemas com doses elevadas de 
MTX devem ser seguidos por 
“resgate” com ácido folínico (uma 
forma de FH4).
ECC – Antimetabólitos – FASE S
• Análogos de Pirimidinas
– Fluoruracila (5-FU) – análogo da uracila
– Capecitabina – pró-fármaco VO da 5-FU
RAM: mielossupressão, TGI (mucosite e 
diarréia), cutânea (síndrome mão 
e pé), neurotoxicidade
Inibidores de Timidilato-sintetase→ 
inibição da síntese de DNA por “falta de 
timina (T)” → morte celular
Impede a transformação de 2-desoxiuridilato (DUMP) em 2-
desoxitimidilato (DTMP) 
ECC – Antimetabólitos – FASE S
• Análogos de Pirimidinas
– Citarabina (ara-C) – análogo do nucleosídeo da citosina (C) com 
atividade exclusiva em Tu hematológicos
– Gencitabina – análogo da citarabina que tem atividades em Tu sólidos
Os nucleosídeos são adicionados, um de cada vez, 
pelo pareamento das bases a um filamento exposto 
que serve de molde. Em seguida, são juntados por 
ligação covalente pela ação da DNA-polimerase
Citosina 
arabinosídeo
RAM: mielossupressão e TGI + 
náuseas e vômitos. Gencitabina: ~ 
gripe e mielotoxicidade branda.
ECC – Antimetabólitos – FASE S
• Análogos de Purinas – antagonistas de purinas
– 6-tiopurinas: 6-mercaptopurina (6-MP); 6-tioguanina (6-TG)
– Fludarabina e cladribina : inibem a síntese de DNA por 
inibição da DNA-polimerase (~ à citarabina)
ECC – Epidopofilotoxinas – FASE G1 e S
Etopósido / Etoposídeo (derivado semissintético da 
podofilotoxina – extraída da raiz do podófilo – Podophyllum peltatum –
“mandrágora”)
– Inibição da Topoisomerase II
– RAM: náuseas e vômitos, mielossupressão e alopecia.
ECC –Taxanos e fármacos relacionados-FASE M
• Taxanos: Paclitaxel, docetaxel, cabazitaxel
– Alcalóides derivados do teixo do Pacífico 
(Taxus brevifolia) e do teixo europeu (Taxus
baccata).
– Atuam como veneno do fuso mitótico, por 
sua ligação de alta afinidade aos 
microtúbulos estabilizando-os 
(“congelando-os”) no estado polimerizado 
~ alcalóides da vinca.
• Ixabepiloma
– Liga-se diretamente às 
subunidade de Tubulina β nos 
microtúbulos, resultando em 
alteração de sua dinâmica 
microtubular normal.
ECC – Alcalóides da Vinca – FASE M
• Derivados da Vinca rosea: 
vincristina, vimblastina
vinorelbina (derivado semissintético da vimblastina)
– Ligam-se à tubulina e inibem sua 
polimerização em microtúbulos, evitando a 
formação do fuso mitótico nas células em 
divisão → parada em metáfase → morte 
celular
– São relativamente atóxicos: alopecia 
reversível; mielossupressão branda, 
fraqueza muscular, náuseas, vômitos.
ECC – Antibióticos Antitumorais– FASE G2 e M
Bleomicina
• Forma um complexo DNA-bleomicina-Fe, 
o qual se oxida formando radicais livres
→ ruptura de filamentos simples e 
duplos do DNA → aberrações 
cromossômicas → acúmulo de células 
em G2 do ciclo celular.
• RAM limitante:
– Toxicidade pulmonar (fibrose pulmonar em 
pacientes > 70ª com doses elevadas)
Katsung, Masters, Trevor. Farmacologia Básica e Aplicada, 12ª ed. 2014. 
36
Mecanismo de ação
ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA EM 
ONCOLOGIA
• Câncer (conceitos gerais)
• Ciclo celular e fisiopatologia do câncer
• Estadiamento e metas para o tratamento do câncer
• Modalidades de tratamento
• Classificação das drogas quimioterápicas
• Mecanismos de ação de drogas quimioterápicas e hormonioterápicas
• Manejo das principais RAM associadas aos quimioterápicos
• Conceitos básicos para compreensão de ciclos de tratamento e cálculos 
de doses
• Mecanismos de resistência tumoral
• Manipulação de quimioterápicos – Central de Quimioterapia (equipe e 
legislação aplicável)
• Gerenciamento de resíduos em oncologia
• Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer (Portaria 
874/2013)
Classificação dos Fármacos Anticâncer
• Fármacos citotóxicos
– Agentes alquilantes e 
substâncias relacionadas 
(formam ligações covalentes com o DNA 
→ impedem a replicação)
– Antimetabólitos
(bloqueiam ou subvertem uma ou mais 
vias metabólicas envolvidas na síntese do 
DNA)
– Antibióticos citotóxicos 
(têm origem microbiana e evitam a divisão 
celular em mamíferos)
– Derivados de plantas 
(afetam a função microtubular → afetam 
a formação do fuso mitótico)
• Hormônios
• Anticorpos monoclonais
• Inibidores de proteína 
quinase (inibidores de tirosina 
quinase – transdutor citosólico)
• Agentes diversos
Hormonioterapia
• Importante papel no manejo clínico dos Tu dependentes de 
hormônios sexuais que surgem em tecidos sensíveis a hormônios 
sexuais (mama, útero, próstata) → presença de receptores de 
esteroides nas células malignas.
• Tratamento clínico em substituição à cirurgia ablativa (retirada das 
glândulas secretoras hormonais – ovários e testículos).
• Raramente levam à cura, mas comprovadamente retardam o 
crescimento do Tu e aliviam sintomas do câncer.
• Hormônios com ações opostas (terapia 
aditiva) -hormônios e análogos que possuem ação 
inibidora em tecidos específicos = antagonistas 
fisiológicos 
• Antagonistas de receptores hormonais 
(terapia competitiva)
• Inibidores da síntese endógena de 
hormônios (terapia inibitória)
O crescimento desses Tu 
pode ser inibido por:
Hormônios com ações opostas
Glicocorticóides
Prednisona, 
dexametasona
↓ ↓ proliferação de 
linfócitos (leucemias e 
linfomas); 
↓ pressão intracraniana 
em Tu cerebrais; 
adjuvante no controle da 
emese provocada pelos 
agentes citotóxicos.
Hormônios como antagonistas 
fisiológicos
• Tratamento paliativo de Tu de 
próstata
• Em alguns casos, para recrutar 
células do compartimento B em 
câncer de mama para facilitar a 
morte celular pelos demais 
agentescitotóxicos (Qt).
Estrógenos
dietilestilbestrol
etinilestradiol
• Neoplasias endometriais e Tu 
renais
Progestágenos
megestrol, 
medroxiproges-
terona, 
norgesterona
40
Hormônios com ações opostas
Goserrelina, buserrelina, 
leuprolida, triptorrelina
inibem a liberação de gonadotrofina
→ câncer de mama em mulheres 
pré-menopausa, 
→câncer de próstata
Análogos do hormônio 
liberador de gonadotrofina
Hormônios com ações opostas
Octreotida e Lanreotida
A ativação de receptores de somatostatina inibe 
a proliferação celular e a secreção hormonal
→ aliviar sintomas de TU neuroendócrinos que 
expressam receptores de somatostatina
42
Análogos de somatostina
Antagonistas de receptores hormonais 
&
Inibidores de síntese hormonal
43
Estriol
Estrona
Estradiol RECEPTORES ESTROGÊNICOS
RECEPTORES 
ANDROGÊNICOS Tamoxifeno
Toremifeno
Fulvestrano
Flutamida
Ciproterona
Bicalutamida
Anastrazol
Letrozol
Exemestano
Anticorpos monoclonais 
e inibidores de Quinases Proteicas
Anticorpos monoclonais 
e inibidores de Quinases Proteicas
Fonte: Farmacologia Integrada (Page, Curtis, Sutter, Walker, Hoffman)
Mecanismos de 
resistência tumoral
• Natural
• Adquirida

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