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OUVIR DIREITO Direito Penal. Questões: Não há crime sem lei anterior que o defina, nem pena sem prévia cominação legal. As normas penais em branco não ofendem em regra, a legalidade penal, mesmo quando completadas por norma inferior. De acordo com o princípio da ofensividade, é necessário para ocorrência do crime, que o fato praticado gera lesão de ao bem jurídico tutelado salvo disposição em contrário, pune-se a tentativa com pena correspondente ao crime consumado, diminuída de um terços. Em caso de substituição de pena privativa de liberdade superior a um ano por prestação de serviço à comunidade, é facultado ao condenado cumprir a pena substitutiva em menor tempo, nunca inferior à metade da pena privativa de liberdade fixada. Extinção da Punibilidade: Prescrição; Morte do agente; Perdão Judicial nos casos previstos em lei; Anistia; Graça ou Indulto. Graça: Por decreto, depende de provocação do Estado, individual; Indulto: Por decreto; Não depende de provocação do Estado, pode ser coletiva; Não tem destinatário certo; Anistia: Por lei, apaga os efeitos penais de eventual condenação, mas os efeitos civis permanecem. Interrupção da Prescrição: Pronuncia; Decisão; confirmatória da pronuncia; Pelo início ou continuação do cumprimento da pena, recebimento da denúncia da queixa. É possível em algumas situações, a existência do homicídio qualificado – privilegiado. O homicídio praticado à traição é espécie de homicídio qualificado. Se o agente comete o crime impelido por relevante valor social ou moral, ou salvo domínio de violenta emoção, logo bem seguida à injusta provocação da vítima, o Juiz pode reduzir a pena em quantidade prevista por lei. O homicídio é crime comunicação, não exigido o tipo penal nenhuma condição particular do seu agente. Lei 11343/06 (Lei de drogas) Prescrever ou ministrar, culposamente drogas, sem que delas necessite o paciente. Oferecer droga, eventualmente e sem objetivo de lucro a pessoa de seu relacionamento, para juntos a consumirem. Semear, cultivar ou fazer a colheita, sem autorização ou desacordo com determinação legal ou regulamentar, de plantas que se constituam em matéria-prima para a preparação de drogas. Induzir, instigar ou auxiliar alguém ao uso indevido de drogas. A retroatividade é a capacidade que a lei possui de ser aplicada a fatos praticados antes de sua vigência. A Lei Penal não retroagirá, salvo para beneficiar o réu. É aplicável a lei Brasileira na hipótese de crime praticado a bordo da aeronave estrangeira, de propriedade privada, em pouso no território nacional. Considera-se praticado crime, no lugar em que ocorreu a ação ou omissão, no todo ou em parte, bem como onde se produziu ou deveria produzir-se o resultado. O Direito Penal subjetivo, é o direito de punir do Estado, tem limites no próprio Direito Penal objetivo. As normas penais em branco não ofendem em regra, a legalidade penal, mesmo quando complementadas por norma inferior. Com previsão Constitucional, o princípio da reserva legal para normas penais incriminadoras é fundamental no Direito Penal, não admitido exceções. O perdão do ofendido pode ser expresso ou resultar da prática de ato incompatível com a vontade de prosseguir na ação. O princípio do “bis in idem” veda a incidência de mais de uma punição individual pelo mesmo fato (tríplice identidade entre sujeitos, fato e fundamento). Responsabilidade pessoal, legalidade, anterioridade e individualização da pena, são princípios constitucionais e servem de orientação para a produção legislativa ordinária, atuando como garantias diretas e imediatas aos cidadãos, funcionando como critério de interpretação e integração do texto constitucional. Crimes cometidos sem violência ou grave ameaça à pessoa, reparando o dano ou restituído à coisa até o recebimento da denúncia ou da queixa, por ato voluntário do agente, a pena será reduzida de um (um) a 2/3 (dois terços) assim chamado este arrependimento de posterior (arrependimento posterior). Excludente de ilicitude: Um dos requisitos da legitima defesa é a moderação no uso dos meios necessários para repelir a injusta agressão. Crimes contra a vida: Não se pune aborto praticado por médico se não há outro meio de salvar a vida da gestante. Com relação aos crimes contra o patrimônio: 1- Estelionato Obter para si ou para outrem, vantagem ilícita em prejuízo alheio, induzido ou mantendo alguém em erro, mediante a artificio ardil, ou qualquer outro meio fraudulento. 2 – Extorsão: Constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, e com o intuito de obter para si ou para outrem indevida vantagem econômica, a fazer ou tolerar, ou a deixar de fazer alguma ação. O Princípio da Insignificância: Não conta com reconhecimento normativo explicito da nossa legislação penal, seja comum ou especial. O Princípio da Legalidade: Exige além da previsão legal do crime e da pena anteriores ao fato praticado, decorrência de garantias formalizadas ou não na Constituição Federal, o Direito Penal, constitui instrumento social regido pela característica da fragmentariedade. O dispositivo legal que prevê o estado de necessidade é uma norma penal não incriminadora permissiva justificante porque tem por finalidade afastar a ilicitude da conduta do agente. Crime Próprio ou Especial: É aquele que exige qualidade especial e sujeito ativo. Crime de mão própria: É aquele que exige uma atuação pessoal do agente, ou seja, o sujeito ativo não pode fazer uso de interposta pessoa. Não admite em regra coautoria. Ameaçar outra pessoa é crime, pode ser praticado por palavra, escrito ou gesto, ou qualquer outro meio simbólico de causar-lhe mal injusto e grave. Detenção de 1 (um) a seis (6) meses, ou multa.·. Baixe nosso app: AF-Informática 82-99900-8856