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16/04/2014 1 FARMACOCINÉTICA CLÍNICA Objetivos da Farmacocinética Clínica: -Individualização posológica - Obter a resposta terapêutica -Minimizar os efeitos adversos - Reajuste da posologia quando necessário Individualização terapêutica Eficácia Segurança Efeitos Concentração plasmática Monitorização MARGEM DE SEGURANÇATERAPÊUTICA Definição: é o intervalo de concentração de um fármaco dentro do qual existe uma alta probabilidade de conseguir a eficácia terapêutica com toxicidade mínima na maioria dos pacientes. N ú m e r o d e p a c i e n t e s ( % ) Concentração plasmática Efeitos Tóxicos Efeitos Terapêuticos MARGEM TERAPÊUTICA IT = DT50 DE50 Concentração Plasmática do Fármaco Determinação da Concentração Fármaco A Paciente A Hipertensão Pressão arterial Não necessária Efeito Observável Fármaco B Paciente B Infecção Infecção clinicamente difícil de monitorar SIM Monitorar a pressão durante o ajuste da dose Monitorar a concentração e usar no ajuste da dose Figura: Ajuste da dose de um fármaco dependendo da resposta farmacológica de fácil observação ou da concentração plasmática do fármaco. • VIA DE ADMINISTRAÇÃO • DOSE E INTERVALO • ESQUEMAS DE ADMINISTRAÇÃO E DE DOSAGEM – Regime posológico - Doses únicas vs. Doses múltiplas • DEPURAÇÃO: Ajuste de dosagem Fatores que regulam a Cp Fármaco 16/04/2014 2 Vias de Administração Principais vias de administração de fármacos: ENTERAIS: -Oral -Sublingual -Bucal -Retal PARENTERAIS: -Endovenosa -Intramuscular -Subcutânea -Intratecal -Peridural OUTRAS VIAS: -Tópica -Inalatória Importância da via de administração do fármaco na determinação da Cp e da biodisponibilidade Tempo (h) Cp do fármaco Endovenoso Oral mesma dose Biodisponibilidade (F) = 100% para via IV F = (AUC) oral (AUC) IV Fatores que afetam a biodisponibilidade oral: -Metabolismo de primeira passagem -Absorção incompleta no trato GI -Velocidade de dissolução da formulação farmacêutica Importância do grau de desintegração e da velocidade de dissolução da formulação Importância da estabilidade em meio ácido para formulação oral 16/04/2014 3 Solução vs Suspensão Importância Clínica da curva da Biodisponibilidade Tempo (h) Cp (mg/dl) Nível plasmático mínimo eficaz Nível plasmático máximo tolerado Duração da ação Início da ação Cp Máxima (efeito máximo) Janela terapêutica AUC = Biodisponibilidade oral → DOSE Cp após uma única dose endovenosa Fig. Concentração plasmática de uma droga em função do tempo, após a injeção IV em bolo único durante 5 a 30 segundos. A. Gráfico linear. B. Mesmos dados com as Cp em escala logarítmica. “1” representa a fase de distribuição (α) e “2” a fase de eliminação (β). O decréscimo fracional na Cp é constante em um intervalo fixo de tempo (área sombreada em azul) e depende da taxa de metabolização e eliminação. C = Coe-ket Log C(t) = log Co – ke . t 2,303 DEPURAÇÃO OU ELIMINAÇÃO (CLEARANCE – CL) Definição: é o volume de sangue totalmente depurado de um fármaco por unidade de tempo (mL/min). CLp = taxa de eliminação (mg/min) Cp da droga (mg/mL) tempo Log Cp Dose IV Compartimento único: Vd Cp Metab/Eliminaçãoke CL renal = Cu x Vu Cp Importância Clínica da Depuração (CL): Dose de manutenção = Cp desejada x Depurado (mg/L) (L/h)(mg/h) 16/04/2014 4 MEIA-VIDA DE ELIMINAÇÃO (T1/2ββββ) Definição: é o tempo necessário para que a concentração plasmática reduza à metade do seu valor inicial. tempo Log Cp T1/2β Co Correlação com a eliminação(CL) e Vd Importância Clínica: -Indica a duração da ação → INTERVALO POSOLÓGICO → TEMPO NECESSÁRIO PARA CHEGAR A Css (5 t1/2) T1/2ββββ = 0,693 ke T1/2ββββ = 0,693 x Vd CL ou CL = 0,693 x Vd T1/2ββββ INFUSÃO ENDOVENOSA CONTÍNUA Fig. Perfil típico mostrando as concentrações plasmáticas da droga ao longo do tempo durante a injeção IV contínua (infusão) numa taxa constante e sem dose de ataque. Css é a concentração de platô ou do estado de equilíbrio (Steady State) em que a taxa de entrada da droga é igual à taxa eliminada. 5 T1/2 β DM (mg/h) = Css (mg/L) x CL(L/h) Importância da dose de infusão na determinação do valor da Css VOLUME APARENTE DE DISTRIBUIÇÃO (Vd) Definição: é o volume de liquido corporal que a droga aparenta estar distribuído. Vd = Dose (mg) Cp (mg/mL) Utilidade Clínica: Cálculo da dose de Ataque: DA = Css (mg/L) x Vd (mL/min) F Dose = Vd x Cp desejada 16/04/2014 5 Perfil da Cp após injeção IV em doses múltiplas Regime posológico de múltiplas doses C o n c e n t r a ç ã o Tempo (Múltiplos de T1/2) Css -Obtido após 4-5 T1/2 -Tempo para atingir a Css não depende da dose Concentrações do Css: Proporcional à dose e intervalo Proporcional à F/CL FLutuações: Proporcional à dosagem e T1/2 Css Média = F x dose CL x Intervalo Cinética normal de eliminação e de saturação EXEMPLO PRÁTICO - 1 Exemplo 1: Determine a dose de ataque e de manutenção, via venosa, de um fármaco A para se obter a Css de 20 mcg/mL em um paciente de 70 kg, sabendo-se que o Vd = 0,3 L/kg e a T1/2 = 120 min. Para a dose de manutenção, determine a velocidade de infusão em um sistema com gotas e em um sistema utilizando uma bomba infusora. R. Dose de Ataque IV: Determine o Vd no paciente: Vd = 0,3 L/kg x 70 kg = 21 L Aplicando a fórmula: DA = Css x Vd/F DA = 20 mcg/mL x 21 L / 1 (F IV = 100%) DA = 20 mg/L x 21 L /1 DA = 420 mg (Notar que mcg x 1000 = mg; mL x 1000 = L; logo mcg/mL = mg/L) Dose de Manutenção IV: Determine o Clearance (CL): CL = 0,693 x vd/T1/2 CL = 0,693 x 21 L / 120 min CL = 0,121 L/min Aplicando a formula: DM = Css x CL/F DM = 20 mg/L x 0,121 l/min DM = 0,242 mg/min 16/04/2014 6 EXEMPLO PRÁTICO - 1 Exemplo 2: Determine agora as mesmas doses de ataque e manutenção por via oral, sabendo-se que f oral= 60%. Para a dose de manutenção, planeje um esquema posológico para administração de 6/6h, 8/8h e 12/12h. Dose de Ataque IV: Aplicando a fórmula: DA = Css x Vd/F DA = 20 mcg/mL x 21 L / 0,6 (Foral = 60%) DA = 20 mg/L x 21 L /0,6 DA = 420 mg/0,6 DA oral = 700 mg (Notar que a DA oral é maior que a DA iv, e que basta pegar a DA iv e dividir por Foral) Exemplo 3: Determine a dose de ataque e de manutenção, via venosa e via oral, de um fármaco B para se obter a Css de 15 mcg/mL em um paciente de 55 kg, sabendo-se que o Vd = 0,3 L/kg e a T1/2 = 120 min. Para a dose de manutenção, determine a velocidade de infusão em um sistema com gotas e em um sistema utilizando uma bomba infusora. Na via oral, determine a posologia para 2 tomadas diárias. Dose de Manutenção IV: Já havíamos determinado o CL: (CL = 0,121 L/min), mas convém trocar a unidade para L/h na via oral. Então, CL = 0,121 L/min x 60 CL = 7,26 L/h Aplicando a formula: DM = Css x CL/F DM = 20 mg/L x 7,26 L/h / 0,6 DM = 242 mg/h. EXEMPLO PRÁTICO - 2 Um paciente recebeu 0,25 mg ao dia de digoxina via oral (comprimido) por várias semanas e os sintomas de toxicidade apareceram recentemente. Foi colhida uma amostra de sangue e analisada, fornecendo uma Cp de 3,2 ng/mL (na faixa tóxica). Por motivos terapêuticos voce decide reduzir a Cp para 1,6 ng/mL. Que novo esquema de dosagem deveria ser usado e quanto tempo levaria para atingir o novo platô? R. Reduzir a dose para a metade (0,125 mg ao dia) e atingir o novo platô (1,6 ng/mL) em 5 t1/2 ou parar a administração de digoxina por um número incerto de dias até que a concentração chegue a 1,6 ng/mL e, então recomeçar a administrar digoxina 0,125 mg/dia. Você decide parara administração de digoxina, esperar 24 horas a partir da amostra sanguínea anterior (3,2 ng/mL) e a dosagem da concentração plasmática foi de 2,7 ng/mL após 24 horas de interrupção do tratamento( um sexto). Sabendo-se o decréscimo fracional da concentração plasmática é constante em um intervalo fixo de tempo. Por quanto dias a digoxina deve ser suspensa até atingir a Cp de 1,6 ng/mL? R. Assumindo o decréscimo de 1/6 da concentração a cada dia deve resultar em: 1o dia: 3,2 ng/mL para 2,7 ng/mL 2o dia: 2,7 ng/mL para 2,25 ng /mL 3o dia: 2,25 ng/mL para 1,85 ng/mL 4o dia: 1,85 ng/mL para 1,55 ng/mL A suspensão da digoxina por 04 dias resulta em níveis plasmáticos próximos de 1,6 ng/mL Sabendo-se que a t1/2 da digoxina neste paciente é em torno de 04 dias, quantos dias seriam necessários para atingir o novo platô Cp 1,6 ng/mL) caso voce decidisse não interromper a administração de digoxina no entanto reduzir a dose para 0,125 mg/dia? R. Como a T1/2 é em torno de 4h o tempo necessário para atingir o novo plato é 5 vezes a t1/2, ou seja 5 x 4 dias = 20 dias. EXEMPLO PRÁTICO - 2 Um paciente recebeu 0,25 mg ao dia de digoxina via oral (comprimido) por várias semanas e os sintomas de toxicidade apareceram recentemente. Foi colhida uma amostra de sangue e analisada, fornecendo uma Cp de 3,2 ng/mL (na faixa tóxica). Por motivos terapêuticos voce decide reduzir a Cp para 1,6 ng/mL. Que novo esquema de dosagem deveria ser usado e quanto tempo levaria para atingir o novo platô? R. Reduzir a dose para a metade (0,125 mg ao dia) e atingir o novo platô (1,6 ng/mL) em 5 t1/2 ou parar a administração de digoxina por um número incerto de dias até que a concentração chegue a 1,6 ng/mL e, então recomeçar a administrar digoxina 0,125 mg/dia. Você decide parar a administração de digoxina, esperar 24 horas a partir da amostra sanguínea anterior (3,2 ng/mL) e a dosagem da concentração plasmática foi de 2,7 ng/mL após 24 horas de interrupção do tratamento( um sexto). Sabendo-se o decréscimo fracional da concentração plasmática é constante em um intervalo fixo de tempo. Por quanto dias a digoxina deve ser suspensa até atingir a Cp de 1,6 ng/mL? R. Assumindo o decréscimo de 1/6 da concentração a cada dia deve resultar em: 1o dia: 3,2 ng/mL para 2,7 ng/mL 2o dia: 2,7 ng/mL para 2,25 ng /mL 3o dia: 2,25 ng/mL para 1,85 ng/mL 4o dia: 1,85 ng/mL para 1,55 ng/mL A suspensão da digoxina por 04 dias resulta em níveis plasmáticos próximos de 1,6 ng/mL Sabendo-se que a t1/2 da digoxina neste paciente é em torno de 04 dias, quantos dias seriam necessários para atingir o novo platô Cp 1,6 ng/mL) caso voce decidisse não interromper a administração de digoxina no entanto reduzir a dose para 0,125 mg/dia? R. Como a T1/2 é em torno de 4h o tempo necessário para atingir o novo plato é 5 vezes a t1/2, ou seja 5 x 4 dias = 20 dias. 1- Conhecer a apresentação da ampola 2- Estabelecer uma diluição e conhecer sua concentração 3- Conhecer as doses indicadas 4- Calcular o peso do paciente 6- Saber que 1mL = 20 gotas = 60 microgotas (µgt) 7- Calcular a velocidade da infusão. Utilizar regras de três. Obs: A Vel Infusão na Bomba Infusora é dada em mL/hora Aprendendo a calcular para uso de BI 16/04/2014 7 Bomba Infusora DROGA Apresentação Diluição Concentração Dose Nitroglicerina (tridil®) 5ml / 25 mg 10ml/ 50mg 5ml + 245 ml SG 100µg/ml 20µg/min Nitroprussiato (Nipride®) 2ml / 50mg Amp + 248 mlSG 200µg/ml 0,2- 10 µg/Kg/min Dopamina (Revivan®) 10ml / 50 mg 5 Amp + 200ml SG 1 mg/ml 2-20 µg/Kg/min Dobutamina (Dobutrex®) 20ml/250mg 5 Amp + 230ml SG 1mg/ml 2-30 µg/Kg/min Levosimedan (Sindax®) 5ml / 12,5 mg 5ml + 495 ml SG 25 µg/ml 0,1 – 0,2 µg/Kg/min Adrenalina 1ml/ 1mg 20ml + 80 ml SG 200µg/ml 4 µg//min Noradrenalina (Levophed®) 4ml /4 mg 20 ml + 80 ml SG 200µg/ml 0,01- 2 µg/Kg/min Determinar a dose de Nipride® em um pacient de 70 kg DROGA Apresentação Diluição Concentração Dose Nitroprussiato (Nipride®) 2ml / 50mg Amp + 248 mlSG 200µg/ml 0,2- 10 µg/Kg/min Sol. 50 mg/250 mL SG 1 mL = 0,2 mg 0,2 mg/mL SG Dose: 0,2 mcg/kg/min x 60 min = 12 mcg/kg/h X 70 kg = Dose: 840 mcg/h = 1 mL = 200 mcg X = 840 mcg/h X = 4,2 mL/h Dose de Nipride® = 4,2 mL/h da solução de 200 mcg/mL Determine a dose de Tridil em um paciente de 80 kg Nitroglicerina (tridil®) 5ml / 25 mg 10ml/ 50mg 5ml + 245 ml SG 100µg/ml 20µg/min 16/04/2014 8 Ajuste posológico na doença renal Ajustar a dose do fármaco no paciente renal é relativamente simples. Neste paciente, não precisamos modificar a dose de ataque (DA = Css x Vd), mas precisamos reduzir a dose de manutenção (DM = Css x Cl), uma vez que o clearance renal está diminuído. A questão é: qual é o clearance renal de um fármaco x em um paciente com insuficiência renal? Podemos estimar o Cl do fármaco X usando o seguinte protocolo: PRECISAMOS DOSAR A CONCENTRAÇÃO PLASMÁTICA DE CREATININA NO PACIENTE: Sabendo-se que o CLCreatinina = 120 mL/min/70 kg (1,7143 mL/min/kg), podemos estimar o CL creatinina do paciente. Primeiro, devemos dosar a Concentração Plasmática de creatinina do paciente (CPcr em mg/dL). ESTIMATIVA DO CLEARANCE DE CREATININA (CLcr, em ml/min/70 kg) De posse da Conc. Plasm. De Cre, basta aplicar a fórmula: CL cr (mL/min) = [140 - idade (anos)] x [peso (kg)] / 72 x [Cp cr (mg/dL)] OBS. Em mulheres, o resultado deve ser multiplicado por 0,85 (devido a menor massa muscular). Deste modo, estimamos o CL de creatinina no paciente. PRECISAMOS OBTER O FATOR RENAL DO PACIENTE (FR pac): O FR estima o quanto a função renal está diminuída em cada paciente, por extrair a relação entre o CLcr no paciente e o CLcr tabelado. FR paciente = CL cr pac (mL/min/70 kg) / 120 mL/min/70 kg Obter a Fração de Excreção renal (FER) na Tabela dada (Goodman e Gilman) Obs. Cada fármaco possui um FER, que corresponde à fração do fármaco eliminada pelos rins (CL renal / CL total). OBTER O FATOR RENAL DO FÁRMACO (FRF) FRF = (1 – FER) x (1 – FR pac) OBTER O CL DO FÁRMACO NO PACIENTE EM QUESTÃO (CL pac) CLpac = CLn x FRF CALCULAR DM COM A FÓRMULA DADA: DM = Css x CLp/F Vamos tentar resolver um problema desses juntos? Exemplo: Sabendo-se que a dose de manutenção de certo fármaco X, por via venosa, é de 3 mg/min, pois a Css = 1,5 mg/L e o Cl = 2 mL/min, determine o ajuste na posologia em um paciente com 60 anos, 60 kg e insuficiência renal, com CPcre (concentração plasmática de creatinina) = 3 mg/dL, sabendo-se que o fármaco possui Cl renal de 98%: Seguindo a “receita de bolo”: Estimando o Cl cre: CL cr (mL/min) = [140 - idade (anos)] x [peso (kg)] / 72 x [Cp cr (mg/dL)] Cl cr = [140 - 60] x 60/72 x 3 Cl cr = 80 x 60/216 Cl cr = 4800/216 Cl cr = 22,22 mL/min/70Kg Obtendo o fator renal do paciente FR paciente = CL cr pac (mL/min/70 kg) / 120 mL/min/70 kg FR = 22,22 mL/min/70 kg / 120 ml/min/70 kg FR = 0,317 Obter a Fração de Excreção renal (FER) na Tabela dada (Goodman e Gilman) Como escrito no problema, o Cl renal é de 98%, portanto a FER = 0,98 Obtendo o Fator Renal do Fármaco (FRF) FRF = (1 – FER) x (1 – FR pac) FRF = (1 – 0,98) x (1 – 0,317) FRF = 0,02 X 0,683 FRF = 0,0137 16/04/2014 9 Obter o clearance do fármaco neste paciente renal: CLpac = CLnormal x FRF Obs. O clearance normal do fármaco é dado no problema. Cl pac = 2 L/min x 0,0137 Cl pac = 0,273 mL/min Calcular a nova dose de manutenção: DM = Css x CLp/F DM = 1,5 mg/mL x 0,273 mL/min DM = 0,04 mg/min Notar que a dose de 3 mg/min teve que ser ajustada (reduzida) paa 0,04 mg/min. Do contrário, o paciente poderia ficar intoxicado.