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Vírus
Curso de Farmácia
Prof. Me. Andiara Wrzesinsk i
andiarawrzes insk i@ideau.com.br
Vírus
1892: Dimitri Iwanowski - Doença do Mosaico do Tabaco é causada
por um agente não filtrável.
Vírus
• 1898: Martin Beijerinck  Fluidum vivum
contagiosum  material filtrado continha um
veneno ou um agente desconhecido tão pequeno
que era capaz de atravessar os poros de um filtro
que retinha bactérias.
• 1898: Loeffler e Frosch relatam isolamento
do “fluído contagioso” da febre aftosa.
Vírus
1915: Frederick Twort – agentes infectam bactérias.
1917: Felix d’Herelle denominou agentes causadores de lise
bacteriana de Bacteriófagos Titulação viral Pai da Virologia.
Vírus
1949: Enders, Weller & Robbins - crescimento do poliovírus em
cultivo de células de origem humana.
Vírus
1970: Howard Temin & David Baltimore 1983: Luc Montaigner and Robert Gallo
Descoberta do HIV.Enzima transcriptase reversa
Vírus
• Existem muitas controvérsias na comunidade
científica a respeito do vírus ser ou não um ser vivo.
NÃO SÃO SERES VIVOS
Fora do hospedeiro não 
manifestam atividades vitais
SÃO SERES VIVOS
Capacidade de reprodução e 
evolução em qualquer ser vivo
Vírus
• Uma das hipóteses da origem do vírus, denominada Teoria dos
Elementos Subcelulares, é de que o vírus seria proveniente de uma
molécula de RNA.
• Uma outra hipótese defende que o vírus teria se originado de seres
unicelulares de vida livre que, por uma perda progressiva de
propriedades celulares, criou uma dependência, tornando-o um
parasita intracelular obrigatório.
Vírus
• Apesar de terem a capacidade de se replicar, os vírus não possuem
um aparato enzimático suficiente para a replicação, necessitando da
maquinaria celular para completar o seu ciclo replicativo, o que o
torna um parasita intracelular obrigatório.
• A sua fragilidade aparente, por ser estritamente dependente da
célula, é descartada pela capacidade de controle e redirecionamento
do metabolismo celular para o seu próprio benefício.
Vírus
Pequenos parasitas intracelulares obrigatórios que utilizam 
o aparato enzimático da célula hospedeira para síntese de 
seus componentes e sua perpetuação na natureza.
Vírus
Vírus – Latim “veneno” 
Constituem um grupo grande e 
heterogêneo de agentes infecciosos.
São os menores agentes infecciosos 
que se conhece.
Taxonomia
Ordem – sufixo virales
FAMÍLIAS – sufixo viridae
SUBFAMÍLIAS – sufixo virinae
GÊNERO – sufixo vírus 
ESPÉCIE – variável - sem um sufixo definido
Taxonomia
Vírus
O tamanho do vírus pode variar de 
10 a 300 nm
=
São considerados os menores 
microrganismos existentes, podendo 
ser visualizados apenas através da 
microscopia eletrônica.
Características virais
• Parasitas intracelulares obrigatórios;
• Ácido nucléico pode ser DNA ou RNA;
• Extremamente pequenos (10-300nm);
Podem parasitar animais, vegetais, insetos, 
bactérias, fungos e algas.
Constituição
• Estrutura simples:
material genético (DNA/RNA)
 capsídeo (capsômero)
 envelope lipídico (alguns)
Constituição
Ácido nucléico
• Os vírus possuem DNA ou RNA.
• O ácido nucléico viral pode ser fita simples ou fita dupla.
• Portador da informação genética.
Constituição
Constituição
Capsídeo
• Composto de capsômeros (subunidades proteicas).
• Várias subunidades de uma mesma proteína ou subunidades de diferentes tipos
de proteína.
• Funções:
- Proteção do genoma
- Ligação a receptores celulares
- Determinantes antigênicos
Constituição
• A partir do arranjo estrutural do nucleocapsídeo os vírus apresentam as
seguintes simetrias:
 Icosaédrica
Capsídeo organizado como 
um polígono retangular.
Nucleocapsídeo: 
capsídeo+genoma
Constituição
 Helicoidal: o ácido nucleico é
circundado por um capsídeo cilíndrico
como uma estrutura de hélice, pode ser
rígido em vírus de plantas e longo e
flexível em vírus animais.
Constituição
Envelope viral
• Bicamada lipídica externa ao capsídeo originária
de membranas celulares.
• Contém glicoproteínas virais → infectividade viral.
• Não é proteção extra → facilmente destruídos.
• Em alguns casos o envelope possui proteínas que
se projetam espículas.
Constituição
• Funções 
- Necessário para infectividade;
- Co-responsável pela antigenicidade;
- Adquirido na fase final da replicação viral;
- Membrana celular + Proteínas virais.
Alguns vírus humanos saem do hospedeiro por um processo de 
extrusão, no qual a partícula é envolvida por uma camada de 
membrana plasmática celular que constitui o envelope viral.
Qual a função das proteínas virais?
• Protegem o ácido nucléico;
• Ligação a receptores celulares;
• Penetração na membrana celular;
Além da importância para a estrutura e 
manutenção do vírus da natureza, qual outra 
função das proteínas virais?
SISTEMA VÍRUS-CÉLULA 
Replicação Viral/Infecção
• Os vírus dependem da energia e do mecanismo de síntese das
células parasitadas penetrar síntese no interior da célula.
• Devido ao grande número de tipos de vírus humanos na natureza,
os processos de reprodução são variados, podem ocorrer no núcleo
ou citoplasma da célula infectada.
Ciclo viral
 Penetração
Desnudamento  Transcrição
Tradução
Maturação
Ciclo viral
Adsorção (fixação)
• É uma ligação do vírus com a superfície da célula. 
• Ocorre com a participação de receptores específicos entre a superfície da célula 
hospedeira e do vírus.
• Os vírus envelopados possuem proteínas e fixam-se através destas. 
• Os não envelopados possuem regiões que se ligam aos receptores das células.
Ciclo viral
Penetração
• Pode ser por uma invaginação da membrana celular em volta da
partícula viral, englobando-a (endocitose).
• Os vírus que possuem envelope sofrem fusão do envoltório
lipoprotéico viral com a membrana citoplasmática da célula,
liberando o núcleo - capsídio no interior dela.
Penetração
Por fusão do envelope viral e membrana celularPor ingestão vacuolar
Ciclo viral
Desnudamento (Decapsidação) 
• Nesta fase o envoltório proteico (capsídeo) da partícula viral é
removido pela ação de enzimas celulares existentes nos lisossomos
com liberação do ác. nucléico viral.
• Nesse momento alguns vírus podem ser destruídos pela ação destas
enzimas logo no início do processo, perdendo a capacidade de
infecção.
Ciclo viral
Replicação
• Após o desnudamento, o ác. nucléico é liberado no interior da
célula e inicia-se a transcrição e a tradução.
*A fase de replicação é diferente para RNA e DNA vírus.
Ciclo viral
Maturação viral
• As proteínas estruturais unem-se com as cópias do ác. nucléicos,
formando um novo vírus que pode ou não receber um envelope.
Liberação
• Arranjo final das proteínas estruturais e saída da célula por
brotamento, exocitose ou lise.
Ácidos nucléicos (DNA e/ou RNA)
• Os vírus muitas vezes são divididos em dois grupos, de acordo com
o tipo de ácido nucleico (DNA ou RNA) que exibem como material
genético; todos os vírus contém um ou outro.
• No entanto, há ainda um terceiro grupo de vírus que emprega
ambos (DNA e RNA) como material genético, ocorrendo em
diferentes estágios de seu ciclo reprodutivo Retrovírus.
RNA vírus 
O vírus que possui o RNA, após penetrar na célula do hospedeiro, irá
perder seu capsídeo e o seu ácido nucléico (RNA) irá se duplicar no
citoplasma da célula infectada, após o RNA viral fará a transcrição
em RNAm, que irá aos ribossomos e codificará (tradução) as
proteínas estruturais e não estruturais que formarão o capsídeo
viral.
Doenças – RNA vírus
Dengue, Febre Amarela, Chikungunya e Zika
Doenças – RNA vírus
Rubéola
Vírus: Rubivirus (RNA envelopado) 
Transmissão:Saliva
Doenças – RNA vírus
GRIPE
Vírus: Influenzavirus (RNA envelopado)
Influenza A, B e C 
Doenças – RNA vírus
RESFRIADO
Vírus: Rhinovirus (RNA não-envelopado) 
+ de 200 tipos
Doenças – RNA vírus
POLIOMIELITE
Vírus: Poliovírus (RNA não-envelopado)
Transmissão: saliva, ingestão de água ou
alimentos contaminados por excretas de
pessoas contaminadas.
Doenças – RNA vírus
HEPATITE
Agente: Vírus (tipos A,B,C,D,E).
Prevenção: vacinas, medidas de higiene, uso de
preservativos, controle dos bancos de sangue.
Doenças – RNA vírus
CAXUMBA
Vírus: Paramixovirus
(RNA envelopado)
Doenças – RNA vírus
SARAMPO
Vírus: Paramixovirus (RNA envelopado)
Doenças – RNA vírus
RAIVA
Vírus: Rabdovirus
DNA vírus
O DNA vírus, irá penetrar a célula do hospedeiro e sofrerá o
desnudamento, no citoplasma. Após seu ácido nucléico (DNA)
penetra o núcleo da célula infectada, onde a enzima transcriptase irá
transcrever em RNAm, que irá deixar o núcleo em direção ao
citoplasma, serão traduzidas no ribossomos as proteínas estruturais
e não estruturais, que serão introduzidas no núcleo e formarão o
capsídeo e o DNA viral que foi copiado.
Doenças – DNA vírus
VARIOLA
Vírus: Poxvirus (DNA envelopado).
Transmissão: Saliva, Contato direto com as
lesões e uso de utensílios contaminados.
Doenças – DNA vírus
CATAPORA ou VARICELA
Vírus: Herpesvirus (DNA envelopado).
Transmissão: saliva, contato direto ou
indireto com as lesões da pele.
Doenças – DNA vírus
HERPES LABIAL
Causador: HSV 1 (vírus do herpes simples tipo 1). 
Fica latente no gânglio nervoso do nervo trigêmeo.
Doenças – DNA vírus
HERPES GENITAL
Causador: HSV 2. 
Fica latente no gânglio nervoso do nervo sacral.
Retrovírus
O que é um retrovírus?
É qualquer vírus que possui o RNA como material genético e que,
após a infecção da célula hospedeira precisa transformá-lo em DNA
para conseguir se reproduzir através da ação da enzima
transcriptase reversa.
RNA --------------------→ DNATranscriptase reversa
Como o vírus HIV se reproduz no 
organismo humano?
O vírus HIV (vírus da imunodeficiência humana) é um retrovírus
específico, ou seja, ele ataca apenas um tipo de célula humana, o
linfócito T célula de defesa muito importante.
Replicação de um Retrovírus
• O genoma viral é RNA  o retrovírus diferencia-se dos outros RNA
vírus por possuir a enzima transcriptase reversa, que é uma DNA
polimerase RNA dependente.
• Após o desnudamento o RNA, fica livre no citoplasma da célula
infectada, sofre a ação da transcriptase reversa, que vai copiar em
DNA. Esse DNA será então duplicado e o RNA original será destruído
por enzimas celulares. O DNA viral duplicado irá para o núcleo da
célula e se incorpora ao DNA da célula, com as informações do RNA
original. A célula vai se duplicar, duplicando esse DNA junto.
Replicação de um Retrovírus
Doença - Retrovírus
AIDS – Síndrome da Imunodeficiência Adquirida
Família: Retroviridae (retrovírus envelopado).
Vírus proporciona a diminuição do teor de linfócitos T 
CD 4 no organismo = vulnerável a diversas patologias.
Doença - Retrovírus
HIV  agente etiológico
Doença - Retrovírus
HTLV - 1 Vírus linfotrópico da célula humana.
Família: Retroviridae.
Linfoma de Células T
*Mundo: 10 a 20 milhões de infectados mas somente 2 a 3% desenvolvem o Linfoma de células T.
Quadro neurológico 
degenerativo crônico
Diagnóstico

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