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Elaboração de um projeto de combate incêndio e Pânico

Relatório de estágio: Projeto de Combate a Incêndio e Pânico (PSCIP) para a empresa Telemarketing Sul de Minas LTDA, Varginha/MG, visando atender o Decreto estadual 46595/14. Apresenta revisão bibliográfica, metodologia, descrição da edificação, normas aplicadas e resultados.

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* Luana Bernadete Dariva (Orientadora), Engenheira Civil e Professora MSc. Especialista do 
Centro Universitário do Sul de Minas (UNIS/MG). E-mail: luana.dariva@unis.edu.br 
** Jaqueslei Delfino de Oliveira, Acadêmico do 8º Período do Curso de Graduação em 
Engenharia Civil do Centro Universitário do Sul de Minas (UNIS/MG). E-mail: 
Jakesley@gmail.com. 
1 
 
 
ELABORAÇÃO DE UM PROJETO DE COMBATE A INCÊNDIO E PÂNICO A 
UMA EMPRESA DE TELEMARKETING 
 
Luana Bernadete Dariva , Engenheira Civil * 
Jaqueslei Delfino de Oliveira, Acadêmico em Engenharia Civil ** 
 
 
 
RESUMO 
Este trabalho é um Projeto Interdisciplinar de Curso (PIC) apresentado com o intuito de 
relatar a atividade desenvolvida no Estágio Supervisionado I, do Curso de Engenharia 
Civil - GEAD do Centro Universitário do Sul de Minas - UNIS/MG, através da 
elaboração de um plano de PSCIP (Projeto de Segurança Contra Incêndio e Pânico), a 
fim de adequar a legislação do Estado de Minas Gerais. O objeto em estudo, trata-se de 
uma edificação comercial, situado na cidade de Varginha MG. Que a mesma ainda não 
possui um PSCIP, fazendo necessário sua elaboração. É de necessidade a criação de um 
projeto de combate a incêndio e pânico para qualquer tipo de edificação que por ser 
utilizada comercial ou acesso ao público, sua elaboração é de total responsabilidade do 
projetista, que devem seguir a risca as normas e legislação de seu estado. O trabalho 
inicia com uma revisão bibliográfica sobre o tema em estudo, em seguida a 
metodologia, com a descrição da edificação e as normas e legislação utilizadas, e 
encerando com a apresentação dos resultados e discussões. 
 
Palavras-chaves: Incêndio. PSCIP. Edificação. Segurança. 
 
1. INTRODUÇÃO 
 A empresa Thayse Pereira presta serviços de engenharia civil para diversas 
empresas e clientes na cidade de Varginha e região que é coordenada pela Engenheira 
Civil Thayse Pereira, que projeta, dimensiona e calcula, acompanha as obras de 
execução e faz o acompanhamento dos estagiários. 
 O objetivo do projeto de Projeto de Combate a Incêndio e Pânico é adequar uma 
edificação segundo os critérios de segurança contra incêndio estipulados em normas do 
órgão responsável, atendendo as normas previstas no Decreto Estadual, no caso deste 
trabalho 46595/14. Qualquer edificação que apresente área de risco, seja ele de qual nível 
for, deve possuir um Projeto Técnico Contra Incêndio com o intuito de conseguir o AVCB 
(auto de vistoria do Corpo de Bombeiros). 
 O presente artigo trata-se da apresentação de um projeto de combate a incêndio e 
pânico, que foi desenvolvida ao longo da disciplina de Estágio Supervisionado I, para 
empresa Telemarketing Sul de Minas LTDA, localizada na cidade de Varginha. 
 
1.2. JUSTIFICATIVA 
 A elaboração do plano de prevenção contra incêndio se faz de extrema impor-
tância para qualquer tipo de edificação, seja ela comercial, residencial ou industrial, 
bem como a documentação necessária no encaminhamento aos órgãos fiscalizadores. 
Visto que a edificação residencial a qual será descrita neste trabalho ainda não possui o 
seu PPCI, faz-se necessário a elaboração do mesmo, observando e respeitando as 
Normas, Leis e Decretos, visando a adequação desta edificação e a proteção e segurança 
 
1.3. EMBASAMENTO TEÓRICO 
 Muitos são os problemas que acompanham os trabalhadores desde a revolução 
industrial onde a população deslocou-se da área rural para os centros urbanos. Com 
esses acontecimentos o crescimento econômico e social ocorreu de forma desordenada. 
 As indústrias precisavam de mão de obra e não existiam treinamentos, nem 
normas de segurança, como também os patrões não se preocupavam com a segurança 
dos funcionários e muitas vidas foram perdidas, por imprudência e despreparo dos 
empregados e empregadores. 
 Quando perceberam o risco que estavam correndo os trabalhadores começam a 
pedir mais proteção durante as jornadas de trabalho. E foi após uma grande tragédia que 
começou a se perceber que mudanças precisam ser feitas. A tragédia foi um dos maiores 
incêndios que aconteceu no Triangle Shirtwaist em Nova Iorque no dia 25 de Março de 
1911, aonde centenas de costureiras morreram. Essas mulheres da tragédia em Nova 
Iorque quando vivas lutavam pelos direitos e mudanças que deveriam ser feitas, após a 
tragédia serviram de símbolo de luta para que fossem feitas as mudanças nas jornadas 
de trabalho e as condições em que os trabalhadores atuavam. 
 Entre as décadas de 70 e 80 no Brasil, grandes incêndios em edifícios altos 
chocaram e paralisaram o Brasil, tais como o Edifício Joelma, Edifício Andraus, as 
torres da CESPI, entre outros. Infelizmente estes incêndio marcaram o país devido as 
grandes perdas de vidas de pessoas, documentos importante, geraram danos materiais 
incalculáveis e uma fobia coletiva do fogo em grandes edificações. E seu real motivo 
dessas grandes tragédias ocorridas, foi a falta de preocupação sobre instalação de 
incêndio naquela época, pois não acontecia grandes incêndios nas décadas anteriores . 
 Coincidentemente neste mesmo período, as edificações começaram a ter alturas 
mais elevadas, excesso de vidros nas fachadas, utilização de estrutura de concreto 
armado, divisórias leves e matérias não resistente a fogo, ou seja, não se pensava em 
técnicas construtivas, materiais ou soluções arquitetônicas adequadas para cada tipo de 
edificação para evitar a propagação do fogo. 
 Por esses motivos foi levantado uma grande preocupação nacional com a 
segurança contra incêndio nas edificações, com isso surgindo á necessidade da 
elaboração de normas técnicas e legislação a serem seguidas. 
 Infelizmente tragédias aconteceram para que os empregadores e as autoridades 
da época percebessem que mudanças eram necessárias. E aos poucos, esse cenário onde 
vidas eram perdidas por falta de proteção foi mudando. O homem foi se adaptando e 
criando novos métodos para segurança dos trabalhadores. E uma das formas de 
prevenção é o Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico - PSCIP que toda empresa 
pública ou privada deve ter 
 
2. OBJETIVOS GERAL E ESPECÍFICOS 
 
 2.1. OBJETIVO GERAL 
 
Este trabalho apresenta como objetivo geral aplicar os conhecimentos já obtidos no 
curso de graduação de Engenharia Civil e em paralelo com a disciplina de estágio 
supervisionado I, através da elaboração de um plano de prevenção contra incêndio para 
uma edificação comercial, a fim de adequar a mesma à legislação vigente do Estado de 
Minas Gerais. 
 
2.2. OBJETIVO ESPECÍFICOS 
 
 Dimensionar o sistema móvel necessário para proteção da empresa de 
telemarketing 
 Sinalizar no Plano de Segurança Contra Incêndio e Pânico - PSCIP as rotas de 
fuga necessárias para evacuação da empresa em caso de sinistro. 
 Prever a quantidade necessária e o local de blocos de iluminação de emergência 
a fim de garantir visibilidade necessária em caso de evacuação. 
 Adequar a edificação em estudo a esta legislação, através da elaboração do 
PSCIP 
 
 
3. METODOLOGIA DA PESQUISA 
 
3.1. DESCRIÇÃO DO ESTUDO 
 O trabalho proposto consiste em aprofundar os conhecimentos adquiridos no 
Curso de Engenharia Civil e em paralelo com a disciplina de estágio supervisionado I, 
dando ênfase ao Plano de Prevenção e Combate a Incêndios e Pânico (PSCIP). A 
pesquisa realizada foi através do estudo de um caso, analisando-se uma edificação 
comercial. Este método envolve o estudo do objeto, de maneira a se obter o seu 
conhecimento 
 Logo,fez-se necessário a revisão bibliográfica das normas, legislação e artigos 
que abordam o tema sobre a proteção contra incêndios nas edificações. 
 
 
3.2. DESCRIÇÃO DO OBJETO EM ESTUDO 
 O objeto em estudo, trata-se de uma empresa de telemarketing, situada na cidade 
de Varginha. Em que a mesma ainda não possui um PSCIP, fazendo necessário sua 
elaboração. 
 O local em questão, possui uma área de 825,81 m² construídos, dividido entre os 
seus 2 pavimentos sendo o pavimento térreo de 422,70 m² e o subsolo com 403.11 m², 
com uma altura total de 6 m, sendo a sua utilização exclusivamente comercial 
 
3.3. LEGISLAÇÃO E NORMAS UTILIZADAS 
 
 Durante muitos anos os estados brasileiros não tinham uma legislação de 
segurança contra incêndio. As leis e normas eram estipuladas através de tarifas de 
seguro contra incêndio (SCI). Somente após alguns grandes incêndios que houve 
mudanças significativas na área da SCI. 
 Para a elaboração de um PSCIP é importante ter conhecimento das exigências 
das normas técnicas utilizadas na proteção contra incêndios em edificações, referentes à 
sua ocupação, o grau de risco, o armazenamento e o manuseio dos produtos 
combustíveis, os critérios para a determinação dos tipos de equipamentos que devem ser 
instalados, as medidas preventivas, as medidas ativas de combate, entre outros. 
 
4. DESENVOLVIMENTO DO PROJETO 
 
4.1. CLASSIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO QUANTO A SUA OCUPAÇÃO 
 
 O primeiro passo para formulação do PSCIP é determinar o grupo ao qual a 
empresa pertence. Essa classificação é necessária para um correto dimensionamento do 
PSCIP, sendo seus parâmetros importante para verificarmos a proteção necessária na 
elaboração do projeto. Para classificação do projeto foi utilizado a Tabela 1 da NBR 
9077/2001, que classifica a edificação quanto a sua ocupação. 
 
Tabela 1 – Parte da tabela de classificação das edificação quanto á sua 
ocupação 
 
Fonte: NBR 9077/2001 
 
4.2. CLASSIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO QUANTO À ALTURA 
 A altura é um fator importante no correto dimensionamento do PSCIP, pois 
com edificações cada vez mais altas, precisamos verificar os sistemas adequados 
para cada empreendimento. Para tal classificação utilizamos a Tabela 2 da NBR 
9077/2001, que classifica a mesma como sendo uma edificação baixa. 
 
Tabela 2 – Classificação das edificações quanto á altura 
 
Fonte: NBR 9077/2001 
 
4.3. CLASSIFICAÇÃO DAS EDIFICAÇÕES E ÁREAS DE RISCO QUANTO À 
CARGA DE INCÊNDIO 
 
 Carga de incêndio consiste na soma das energias caloríficas possíveis de serem 
liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis em um espaço, 
inclusive o revestimento das paredes, divisórias, pisos e tetos (IT-09 CBMG; pag 3). 
Conforme a Tabela 3, essa carga será importante para classificar a “Classe de Risco” da 
edificação e também para dimensionamento de sistemas de combate a incêndio. 
 Para determinação da carga de incêndio especifica das edificações é usado a 
tabela do Anexo A, através da classificação de ocupação da edificação, pode se então 
determinar a carga de incêndio da edificação. 
 Para edificação destinada a depósito, explosivos e ocupação especiais a carga de 
incêndio específica é determinado pela seguinte expressão abaixo: 
 
qfl =
∑ Mi Hi
Af
 
Onde: 
qinc = Valor da carga de incêndio específico. (MJ/m
2); 
Mi = Massa total de cada componente i do material combustível. (Kg); 
Hi = Potencial calórico específico de cada componente i do material, conforme o Anexo 
B. (MJ/Kg); 
 
Tabela 3 – Classificação das edificações e áreas de risco quanto á carga de incêndio 
 
Fonte: IT – 09 
 
4.4. CÁLCULO DA POPULAÇÃO 
 
 A função do cálculo da população de uma edificação é fornecer dados para o 
dimensionamento das saídas de emergências, independente da quantidade de pessoa que 
ocupa a edificação 
 Segundo Brentano (2010), o cálculo da população é determinado pela sua 
ocupação, área do pavimento ou da edificação, obtida pelo projeto arquitetônico e pela 
sua densidade ocupacional, obtida pela Anexo B. 
 Para que possa ser calculado a população de pessoas, é utilizado a seguinte 
expressão: 
P = A × Do 
Onde: 
P = População em número de pessoa; 
A = Área do ambiente, pavimento ou edificação em m²; 
Do = Densidade ocupacional, em n° de pessoas/m² 
 
4.5.CLASSIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO QUANTO ÀS SUAS 
CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS 
 De acordo com a NBR 9077/2001, podemos classificar uma edificação como menor 
e maior chances de propagação de fogo, para que possa ser feito essa classificação, 
deve-se levar em contra a concepção arquitetônica, estrutural, e os materiais utilizado na 
edificação conforme a Tabela 4. 
 
Tabela 4 - Classificação da edificação quanto às suas características 
construtivas 
 
Fonte: NBR 9077/2001 
 
4.6. CLASSIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO QUANTO A SUA ÁREA OU 
DIMENSÕES EM PLANTA 
 A classificação do tamanho da área em que a edificação ocupa é um fator 
determinante para a escolha do tipo de proteção contra fogo. 
 Segundo Brentano (2010), as edificações são classificadas em dois grandes 
grupos, para todas as ocupações com área: 
 Inferior ou igual a 750 m². 
 Superior a 750 m². 
Portanto as edificações são classificadas quanto às sua área ou dimensões em 
planta de acordo com a Tabela 5 
 
Tabela 5 – Classificação da edificação quanto a sua área ou dimensões 
em planta 
 
Fonte: NBR 9077/2001 
 
 Como o pavimento do objeto de estudo não ultrapassou 750m² e seu risco de 
incêndio é pequeno ou médio, usou-se o Plano Simplificado de Prevenção e Proteção 
contra incêndio, o qual exigiu dimensionar os seguintes itens, saídas de emergências, 
iluminação de emergência, sinalização de emergência e extintores. 
 
4.6.1. Saídas de emergências 
 
 As saídas de emergências são formadas por portas, corredores, rampas ou até 
mesmo a combinação destes elementos, criando então saídas seguras das pessoas de 
uma edificação. 
 Como parte da rota de fuga, a saída de emergência deve ter um caminho 
devidamente protegido, para que em caso de incêndio o usuário possa percorrer até 
atingir a via pública ou um espaço aberto e protegido. 
 Segundo a NBR 9077/2001, determina que seja apresentado em planta e também 
no memorial descritivo do PSCIP, larguras das saídas de emergência, distâncias 
máximas a serem percorridas em caso de incêndios (rotas de fuga), número de saídas e 
de escadas e definição do tipo de escadas que uma edificação requer. 
 
4.6.2. Sinalização de emergência 
 
 A sinalização de emergência tem como objetivo orientar os ocupantes da 
edificação, de modo que possa identificar e alertar pontos de riscos potenciais de 
incêndio, como também a finalidade de orientar e localizar os equipamentos de combate 
a incêndio e indicar as saídas de emergências. 
 A sinalização de emergência dispõe de quatro categorias diferentes, que podem 
ser denominadas como, sinalização de orientação e salvamento, alerta, proibição, e de 
indicação de equipamento de combate a incêndio. 
 Segundo Brentano (2010), diferenciamos as sinalizações de emergências pela 
cor de cada placa de identificação dentro de um sistema de prevenção e proteção contra 
incêndio, sendo determinadas assim: 
 Vermelho: placas de proibição ou de identificação de equipamentos de combate 
a incêndio e alarme 
 Verde: placas de orientação e salvamento 
 Amarelo: placas de alertase sinal perigoso 
As imagem ou símbolos das placas de sinalização podem ser: 
 Preta: utilizadas nas placas de proibição e alerta 
 Branca: utilizadas nas placas de identificação dos equipamentos de combate a 
incêndio e de orientação e salvamento e deveram ser fotoluminescente 
 Verde: Utilizadas para orientação e salvamento. 
 
 Segundo a IT – 15 do CBMG (Corpo de Bombeiro de Minas Gerais), os 
diversos tipos de sinalização de emergência devem ser implantados em função de 
características específicas de uso e dos riscos, bem como em função de necessidades 
básicas para a garantia da segurança contra incêndio na edificação. 
 Para a fixação das placas de sinalização nas paredes, deve ser atendido os 
seguintes critérios: 
 Sinalização de proibição e alerta: deverá ser instalada em local visível e a uma 
altura de 1,80 m do piso acabado até a base da sinalização e com uma distância 
máxima de 15 m 
 Sinalização de orientação e salvamento: deverá ser instalada acimas das portas , 
no máximo 10 cm da verga ou diretamente na folha da porta, centralizada a uma 
altura de 1,80 m, medindo do piso acabado até a base da sinalização, a 
sinalização de orientação das rotas de saídas deverá ser localizada de modo que 
a distância percorrida de percurso de qualquer ponto da rota de saída até a 
sinalização seja de no máximo 15 m. 
 Sinalização de combate a incêndio: deverá ser instalada em local visível e a uma 
altura de 1,80 m do piso acabado até a base da sinalização 
 
Figura 1 – Placas de sinalização de emergência
 
Fonte: Google imagem 
 
4.6.3. Iluminação de emergência 
 
 Os sistemas de iluminação de emergência têm como objetivo proporcionar 
iluminação suficiente e adequada, a fim de permitir a saída fácil e segura das pessoas 
em caso de interrupção da alimentação normal, bem como proporcionar a intervenção 
de equipes de socorro (UMINSKI, 2003, p.38). 
 De acordo com a NBR 10898/2000 no item 3.14, dois métodos de iluminação de 
emergência são possíveis, iluminação permanente e não permanente. 
 Iluminação permanente: São as lâmpadas de iluminação de emergência que são 
alimentadas pela rede elétrica, sendo comutadas automaticamente para fonte de 
alimentação de energia alternativa em caso de falha e/ ou falha normal, já para 
ilumina 
 Iluminação não-permanente: São lâmpadas de iluminação de emergência que 
não são alimentadas pela rede elétrica, só em caso de falta desta fonte normal, 
são alimentadas automaticamente pela fonte de energia alternativa. 
No mercado podem ser encontrados dois tipos de iluminação de segurança contra 
incêndios que são: 
 Iluminação de aclaramento: Destina-se a iluminar as rotas de saídas de tal 
forma que os ocupantes não tenham dificuldades de evacuar a edificação. 
 Iluminação de balizamento: Destina-se a iluminar os obstáculos e a 
sinalização, e que indicam as rotas de saída, orientando a direção e o sentido a 
ser tomado pelos ocupantes da edificação em caso de emergência. 
 As luminárias para iluminação de emergência, além de satisfazer os requisitos da 
Norma 10898/2000, devem ainda obedecer os seguintes requisitos: 
 Resistência a calor: em que os aparelhos devem ser construído de forma que, no 
ensaio de temperatura a 70°, a iluminaria funcione no mínimo por 1 hr 
 Ausência de ofuscamento: quando ponto de luz for ofuscante, deve ser utilizado 
um anteparo translúcido de forma a evitar o ofuscamento nas pessoas durante 
seu deslocamento. Em função de visibilidade causada pelo ofuscamento, devem 
ser observados os valores de intensidade luminosa mostrada na tabela 5 
 
Tabela 5 – Intencidade máxima para evitar o ofuscamento 
 
Fonte: NBR 10898/2000 
 
4.6.4. Extintores de incêndio 
 
 A NBR 12693/2013 estabelece os requisitos exigíveis para projeto, seleção e 
instalação de extintores de incêndio portáteis e sobre rodas, em edificações e áreas de 
risco, para combate a princípio de incêndio. 
 Cada pavimento deve possuir no mínimo duas unidades extintoras, sendo que 
uma para incêndio de classe A e outra para incêndio de classe B e classe C. 
 Os extintores portáteis, devem ser instalados de maneira em que, sua alça deve 
estar a uma altura máxima de 1,60 m do piso acabado, em local com fácil visibilidade e 
desobstruído, não se recomenda intercalar diferentes tipos de extintores, a sinalização 
do extintor deve ser feita por placas com setas visíveis de qualquer ponto da edificação 
nas cores vermelho e amarelo, 
 
5. RESULTADO E DISCUÇÕES 
 
5.1. CLASSIFICAÇÃO DA EDIFICAÇÃO 
 
5.1.1. Classificação da edificação quanto a sua ocupação 
 Conforme a Tabela1 apresentada neste artigo, a edificação está enquadrada 
quanto a sua ocupação em serviços profissionais, pessoais e técnicos, em geral descrito 
no grupo D-1 - locais para de prestação de serviços profissionais ou condução de 
serviços. 
5.1.2. Classificação da edificação quanto à altura 
 A edificação possui uma altura de 6 m e conforme a Tabela 2 deste artigo, a 
edificação está classificada com código L, edificações baixas – H ≤ 6,00 m 
 
5.1.3. Classificação das edificações e áreas de risco quanto à carga de incêndio 
 A edificação pode ser classificada com risco médio, conforme a Tabela 3 deste 
artigo, sendo a sua ocupação descrita como comercial e com carga específica de 700 
MJ/m². 
5.1.4. Classificação da edificação quanto às suas características construtivas 
 Conforme a tabela 4 apresentada neste artigo, a edificação está classificada com 
o código Y, tendo a seguinte especificação: Edificação com estrutura resistente a fogo 
mas com fácil propagação de fogo entre pavimentos. 
5.1.5. Classificação da edificação quanto a sua área ou dimensões em planta 
 A edificação em estudo possui dois pavimentos, sendo o pavimento térreo de 
422,70 m² e o subsolo de 403.11m², dando uma área total de 825,81 m². Conforme a 
tabela 5 apresentada neste artigo, a edificação está classificada com o código P – De 
pequeno pavimento. Sp < 750 m². 
5.1.6. Sinalização de emergência 
 Para edificação em questão, foram utilizadas as seguintes placas de saídas de 
emergência que está descrito no Anexo C, 13 placas de S12 sendo 8 placas para 
pavimento térreo e 5 no subsolo, 7 placas S1, sendo 4 placas para subsolo e 3 para 
térreo, uma placa S7 para pavimento térreo, uma S4 para subsolo, uma placa S8 para 
subsolo e uma para térreo, uma S10, para subsolo. 
 Para sinalização dos extintores foi usado a seguinte placa que consta no anexo 
D, para pavimento térreo foram usados 2 placas de sinalização de código E5, o mesmo 
código também usado no subsolo, só que contendo 3 placas. 
5.1.7. Iluminação de emergência 
 Foram instaladas luminária de emergência nas escadas e na porta de cada 
cômodo, visando a identificação de cada rota de saída. 
 O sistema de iluminação é do tipo de aclaramento e o método é de iluminação 
permanente. 
 O total de luminárias foi de14 unidades, sendo 6 luminária no térreo e 8 no 
subsolo, cada luminária tem o tipo fluorescente de 16w e totalizando uma potência de 
160W. 
5.1.8. Extintores de incêndio 
 Conforme a NBR 12693/1993, foram instalados 5 unidades de extintores na 
edificação, sendo 2 no térreo e 3 no subsolo e do tipo Pó ABC 3A 30BC – 6Kg e Pó 
ABC 4ªA 40BC – 8 Kg 
 
6. CONCLUSÃO 
 
 O presente artigo teve como, objetivo apresentar e relator a elaboração de um 
Projeto de Combate a Incêndio e Pânico de uma empresa de telemarketing, 
localizado na cidadede Varginha MG 
O presente artigo teve como objetivo de elaboração de um Projeto de Combate a 
Incêndio e Pânico em paralelo com a disciplina de Estágio Supervisionado I que, 
teve como objeto de estudo uma edificação comercial voltada para uso de 
televendas, situada na cidade de Varginha MG. 
 Como o objeto de estudo ainda não possuía o seu PSCIP, faz então 
necessário a criação e implantação do mesmo, conforme os levantamentos 
realizados neste artigo. 
 É muito importante ressaltar que para o planejamento PSCIP tornar eficaz, os 
ocupantes da edificação devem ter um preparo para sua utilização. Na ocorrência de 
um incêndio a importância dos conhecimentos sobre os risco 
 O conhecimento sobre os risco e os procedimento adequados quando a 
ocorrência deum incêndio, são tão importantes quanto a instalação dos equipamento 
visto durante a elaboração desse artigo. 
 Muitas empresa não leva em consideração o treinamento de seus ocupantes na 
situação de um incêndio ou pânico e com as inspeções periódicas de seus 
equipamentos, vale ressaltar que o tempo necessário para colocar em operação o 
sistema de segurança contra incêndios, é um dos fatores extremamente fundamentais 
para controlar ou extinguir o foco do incêndio, portanto o treinamento das pessoas e 
equipamentos sempre prontos para a sua operação provém ações práticas, eficazes e 
seguras. 
 Assim com a elaboração desse estudo, foi possível verificar a importância de 
prevenir para se evitar que tragédias aconteçam, é muito mais fácil a prevenção do 
que tentar “remediar” depois do mal ocorrido. 
 E por fim, após estudos acerca dos métodos de prevenção e proteção de 
incêndio e pânico adotados, concluo que o projeto de PSCIP elaborado atende as 
normas técnicas regulamentadoras da ABNT e as exigências legais do Estado de 
Minas Gerais. 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14100: Proteção 
contra incêndio - Símbolos gráficos para projeto. Rio de Janeiro, 1998. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10898: Sistema de 
iluminação de emergência. Rio de Janeiro, 1999. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12693: Sistemas de 
proteção por extintor de incêndio. Rio de Janeiro, 2013. 
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9077: Saídas de 
Emergências em Edifícios. Rio de Janeiro, 2001. 
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS. Instruções técnicas. 
Disponível em < http://www.bombeiros.mg.gov.br/component/content/article/471-
instrucoes-tecnicas.html> Ultimo acesso em: 12 de Outubro de 2017. 
TONELLI, Ramon Maffioletti. Segurança contra incêndio em edificações históricas. 
Curso de Formação de Soldados. Biblioteca CEBM/SC, Florianópolis, 2011. Disponível 
em < 
https://biblioteca.cbm.sc.gov.br/biblioteca/index.php/component/docman/cat_view/47-
trabalhos-de-conclusao-de-curso/44-curso-de-formacao-de-soldados/57-cfsd-20113> 
Ultimo acesso em: 12 de Outubro de 2017. 
FAGUNDES, Fábio. Plano de prevenção e combate a incêndio: Estudo de caso de 
uma edificação residencial multipavimentada. Monografia do curso de Pós 
graduação. Universidade Regional do Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul. Santa 
Rosa, RS. 2013 
GOMES, Taís. Projeto de prevenção e combate á incêndio. Trabalho de conclusão de 
curso. Universidade Federal de Santa Maria. Santa Maria, RS. 2014 
 
 
ANEXO A 
 
 Cargas de incêndio específicas por ocupação 
Ocupação/Uso Descrição Divisão 
Carga de incêndio 
(qfi) 
em MJ/m2 
Residencial 
Alojamentos estudantis A-3 300 
Apartamentos A-2 300 
Casas térreas ou sobrados A-1 300 
Pensionatos A-3 300 
Serviço de 
Hospedagem 
Hotéis B-1 500 
Motéis B-1 500 
Apart-hotéis B-2 300 
Comercial varejista, 
Loja 
Açougue C –1 40 
Antigüidades C –2 700 
Aparelhos domésticos C –1 300 
Armarinhos C -1 300 
Armas C -1 300 
Artigos de bijouteria, metal ou 
vidro. 
C –1 300 
Artigos de cera C -2 2100 
Artigos de couro, borracha, 
esportivos. 
C –2 800 
Automóveis C –1 200 
Bebidas destiladas C –2 700 
Brinquedos C –2 500 
Calçados C –2 500 
Drogarias (incluindo depósitos) C –2 1000 
Ferragens C –1 300 
Floricultura C –1 80 
Galeria de quadros C –1 200 
Livrarias C –2 1000 
Lojas de departamento ou 
centro de compras (Shoppings) 
C –2/ C –3 800 
Máquinas de costura ou de 
escritório 
C –1 300 
Materiais fotográficos C –1 300 
Móveis C –2 400 
Papelarias C –2 700 
Perfumarias C –2 400 
Produtos têxteis C –2 600 
Relojoarias C –2 600 
Supermercados C –2 400 
Tapetes C –2 800 
Tintas e vernizes C –2 1000 
Verduras frescas C –1 200 
Vinhos C –1 200 
Vulcanização C –2 1000 
 
Serviços 
profissionais, 
pessoais e técnicos 
Agências bancárias D -2 300 
Agências de correios D -1 400 
Centrais telefônicas D -1 100 
Cabeleireiros D -1 200 
Copiadora D -1 400 
Encadernadoras D -1 1000 
Escritórios D -1 700 
Estúdios de rádio ou de 
televisão ou de fotografia 
D -1 300 
Laboratórios químicos D -4 500 
Laboratórios (outros) D -4 300 
Lavanderias D -3 300 
Oficinas elétricas D -3 600 
Oficinas hidráulicas ou 
mecânicas 
D -3 200 
Pinturas D -3 500 
Processamentos de dados D -1 400 
Educacional e 
cultura física 
Academias de ginástica e 
similares 
E-3 300 
Pré-escolas e similares E-5 300 
Creches e similares E-5 300 
Escolas em geral E-1/E2/E4/E6 300 
Locais de reunião de 
público 
Bibliotecas F-1 2000 
Cinemas, teatros e similares F-5 600 
Circos e assemelhados F -7 500 
Centros esportivos e de exibição F-3 150 
Clubes sociais, boates e 
similares. 
F-6 600 
Estações e terminais de 
passageiros 
F-4 200 
Exposições F -10 Adotar Anexo B 
Igrejas e templos F-2 200 
Museus F-1 300 
Restaurantes F-8 300 
Estacionamentos G-1/G-2 200 
Serviços automotivos e 
assemelhados 
Oficinas de conserto de veículos 
e manutenção 
G-4 300 
Postos de abastecimentos 
(tanque enterrado) 
G-3 300 
Hangares G -5 200 
Serviços de saúde e 
Institucionais 
Asilos H -2 350 
Clínicas e consultórios médicos 
ou odontológicos. 
H -6 200 
Hospitais em geral H-1/H-3 300 
Presídios e similares H-5 100 
Quartéis e similares H-4 450 
Industrial Aparelhos eletroeletrônicos, 
fotográficos, ópticos. 
I - 2 400 
Acessórios para automóveis I – 1 300 
Acetileno I - 2 700 
Alimentação I - 2 800 
Artigos de borracha, cortiça, 
couro, feltro, espuma. 
I – 2 600 
Artigos de argila, cerâmica ou 
porcelanas. 
I – 1 200 
Artigos de bijuteria I – 1 200 
 
 Artigos de cera I – 2 1000 
Artigos de gesso I – 1 80 
Artigos de mármore I – 1 40 
Artigos de peles I – 2 500 
Artigos de plásticos em geral I – 2 1000 
Artigos de tabaco I – 1 200 
Artigos de vidro I – 1 80 
Automotiva e autopeças 
(exceto pintura) 
I – 1 300 
Automotiva e autopeças 
(pintura) 
I – 2 500 
Aviões I – 2 600 
Balanças I – 1 300 
Baterias I – 2 800 
Bebidas destilada I – 2 500 
Bebidas não alcoólicas I – 1 80 
Bicicletas I – 1 200 
Brinquedos I – 2 500 
Café (inclusive torrefação) I – 2 400 
Caixotes barris ou pallets de 
madeira 
I – 2 1000 
Calçados I – 2 600 
Carpintarias e marcenarias I – 2 800 
Cera de polimento I – 3 2000 
Cerâmica I – 1 200 
CereaisI – 3 1700 
Cervejarias I – 1 80 
Chapas de aglomerado ou 
compensado 
I – 1 300 
Chocolate I – 2 400 
Cimento I – 1 40 
Cobertores, tapetes. I – 2 600 
Colas I – 2 800 
Colchões (exceto espuma) I – 2 500 
Condimentos, conservas. I – 1 40 
Confeitarias I – 2 400 
Congelados I – 2 800 
Couro sintético I – 2 1000 
Defumados I – 1 200 
Discos de música I – 2 600 
Doces I – 2 800 
Espumas I – 3 3000 
Farinhas I – 3 2000 
Feltros I – 2 600 
Fermentos I – 2 800 
Fiações I – 2 600 
Fibras sintéticas I – 1 300 
Fios elétricos I – 1 300 
Flores artificiais I – 1 300 
Fornos de secagem com grade 
de madeira 
I – 2 1000 
Forragem I - 3 2000 
Fundições de metal I – 1 40 
Galpões de secagem com grade 
de madeira 
I – 2 400 
Industrial Geladeiras I – 2 1000 
Gelatinas I – 2 800 
Gesso I – 1 80 
Gorduras comestíveis I – 2 1000 
 
Gráficas (empacotamento) I – 3 2000 
Gráficas (produção) I – 2 400 
Guarda-chuvas I – 1 300 
Instrumentos musicais I – 2 600 
Janelas e portas de madeira I – 2 800 
Jóias I – 1 200 
Laboratórios farmacêuticos I – 1 300 
 
industrial 
Laboratórios químicos I – 2 500 
Lápis I – 2 600 
Lâmpadas I – 1 40 
Laticínios I – 1 200 
Malharias I – 1 300 
Máquinas de lavar de costura ou 
de escritório 
I – 1 300 
Massas alimentícias I – 2 1000 
Mastiques I – 2 1000 
Materiais sintéticos ou plásticos I – 3 2000 
Metalúrgica I – 1 200 
Montagens de automóveis I – 1 300 
Motocicletas I – 1 300 
Motores elétricos I – 1 300 
Móveis I – 2 600 
Óleos comestíveis I – 2 1000 
Padarias I – 2 1000 
Papéis (acabamento) I – 2 500 
Papéis (preparo de celulose) I – 1 80 
Papéis (procedimento) I – 2 800 
Papelões betuminados I – 3 2000 
Papelões ondulados I – 2 800 
Pedras I – 1 40 
Perfumes I – 1 300 
Pneus I – 2 700 
Produtos adesivos I – 2 1000 
Produtos de adubo químico I – 1 200 
Produtos alimentícios 
(expedição) 
I – 2 1000 
Produtos com ácido acético I – 1 200 
Produtos com ácido carbônico I – 1 40 
Produtos com ácido inorgânico I – 1 80 
Produtos com albumina I – 3 2000 
Produtos com alcatrão I – 2 800 
Produtos com amido I – 3 2000 
Produtos com soda I – 1 40 
Produtos de limpeza I – 3 2000 
Produtos graxos I – 1 1000 
Produtos refratários I – 1 200 
Rações I – 3 2000 
Relógios I – 1 300 
Resinas I – 3 3000 
Roupas I – 2 500 
Sabões I – 1 300 
Sacos de papel I – 2 800 
 
industrial 
Sacos de juta I – 2 500 
Sorvetes I – 1 80 
Sucos de fruta I – 1 200 
Tapetes I – 2 600 
Têxteis em geral I – 2 700 
Tintas e solventes I – 3 4000 
Tintas látex I – 2 800 
Tintas não-inflámaveis I – 1 200 
Transformadores I – 1 200 
Tratamento de madeira I – 3 3000 
Tratores I – 1 300 
Vagões I – 1 200 
Vassouras ou escovas I – 2 700 
Velas de cera I – 3 1300 
Vidros ou espelhos I – 1 200 
Vinagres I – 1 80 
Demais usos 
Demais atividades não 
enquadradas acima 
levantamento da carga de incêndio 
conforme Anexo B 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXO B 
 
Tabelapara calculo da população 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXO C 
 
Simbologia para sinalização de emergência 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXO D 
 
Simbologia para sinalização de emergência 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ANEXO E – PROJETO

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