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I L P I P E N Í N S U L A - C E N T R O G E R I Á T R I C O / R A F A R Q U I T E T U R A Nome: Giullia de Oliveira Grigolon RA: N748133 Turma: AU9P12 Fonte: Foto tirada do site ArchDaily- fotógrafo LMartins Fotografia Página 01 de 26 C O R A R E S I D E N C I A L S E N I O R Projeto Nacional Professor: Pedro Castellano Data: 19/05/2026 Figura 01-Parte externa vista da rua, e acesso de pedestres principal. Figura 01- FOTO DA FACHADA DO EDIFÍCIO FIGURA 01 - FOTO DA FACHADA DO EDIFÍCIO..................................................................................................01 FIGURA 02 - FOTO DA VARANDA.........................................................................................................04 FIGURA 03 - FOTO EXTERNA DO PROJETO..........................................................................................................05 FIGURA 04 - FOTO DO TÉRREO..............................................................................................................06 FIGURA 05 - EQUIPE DA RAF ARQUITETURA DO RJ........................................................................08 FIGURA 06 - ANIBAL SABROSA (ARQUITETOS)........................................................................................................09 FIGURA 07 - FOTO C/ VISTA ENTORNO.................................................................................................................10 FIGURA 08 - FOTO SALA CONVÍVIO.........................................................................................................................12 FIGURA 09 - DESENHO DO PROJETO.....................................................................................................................13 FIGURA 10 - IMPLANTAÇÃO.....................................................................................................................................14 FIGURA 11 - PLANTA PAV TÉRREO............................................................................................................................15 FIGURA 12 - PLANTA 1 PAV.........................................................................................................................................16 FIGURA 13 - PLANTA 2 PAV.........................................................................................................................................16 FIGURA 14 - PLANTA 3 PAV.........................................................................................................................................17 FIGURA 15 - SUBSOLO...............................................................................................................................................18 FIGURA 16 - CROQUI DO TÉRREO...........................................................................................................................18 FIGURA 17 - CORTE TRANSVERSAL........................................................................................................................19 FIGURA 18 - FOTO INTERNA.....................................................................................................................................19 FIGURA 19 - ELEVAÇÃO DA FACHADA....................................................................................................................20 FIGURA 20 - FOTO EXTERNA FACHADA.................................................................................................................20 FIGURA 21 - FOTO EXTERNA DO PROJETO..........................................................................................................22 FIGURA 22 - FOTO INTERNA - RECEPÇÃO..........................................................................................................22 L I S T A D E F I G U R A S Página 02 de 26 L I S T A D E T A B E L A S TABELA 01 - FICHA TÉCNICA...................................................................................................................................07 TABELA 02 - PROGRAMA DE NECESSIDADES......................................................................................................11 TABELA 03 -PROGRAMA DE NECESSIDADES.......................................................................................................12 Página 03 de 26 L I S T A D E F I G U R A S FIGURA 23 - FOTO INTERNA QUARTO COMPARTILHADO ...................................................................................23 FIGURA 24 - FOTO INTERNA ESPAÇO LAZER E CUIDADO..........................................................................23 FIGURA 25 - FOTO NO SUBSOLO- SALA CINEMA...............................................................................26 S U M Á R I O 1 1 . 2 E S C R I T Ó R I O F P A R Q U I T E C T U R A 0 8 1 . 1 F I C H A T É C N I C A 0 7 1 . 3 A R Q U I T E T O D E D E S T A Q U E 0 9 C O N T E X T O 0 6 2 2 . C O N T E X T O U R B A N O 1 0 2 . 1 P R O G R A M A D E N E C E S S I D A D E S 1 1 2 . 2 P R O G R A M A D E N E C E S S I D A D E S 1 2 2 . 3 C O N C E I T O X P A R T I D O 1 3 2 . 4 I M P L A N T A Ç Ã O 1 4 2 . 5 P A V T É R R E O 1 5 2 . 7 P L A N T A S P R I M E I R O E S E G U N D O P A V . 1 6 2 . 8 P L A N T A 3 P A V 1 7 2 . 9 P L A N T A S U B S O L O E C R O Q U I 1 8 2 . 1 0 C O R T E 1 9 2 . 1 1 E L E V A Ç Ã O 2 0 2 . 1 2 C O N F O R T O A M B I E N T A L 2 1 Figura 02- FOTO DA VARANDA Fonte: Foto tirada do site ArchDaily- fotógrafo LMartins Fotografia Figura 02- Esta foto foi tirada na sacada do primeiro pavimento, onde se tem uma área de lazer ao ar livre com bastante verde. Página 04 de 26 3 C O N S I D E R A Ç Õ E S F I N A I S 2 4 3 . 1 C O N S I D E R A Ç Õ E S P R O J E T O D E T C 2 5 2 . 1 3 S I S T E M A E S T R U T U R A L 2 2 2 . 1 4 S I S T E M A E S T R U T U R A L 2 3 3 . 2 R E F E R Ê N C I A S B I B L I O G R Á F I C A S 2 6 3 S U M Á R I O Fonte: Foto tirada do site ArchDaily- fotógrafo LMartins Fotografia Figura 03- Foto do edifício tirada na rua de acesso mostrando lado direito, ao fundo começamos a ver agrande vegetação que tem do outro lado. Figura 03- FOTO EXTERNA DO PROJETO Página 05 de 26 C O N T E X T O ‘’Projeto de ILPI (Instituto de Longa Permanência do Idoso) - Um novo segmento que estamos desenvolvendo e implantando pioneiramente no Brasil nos traz novos desafios para a arquitetura. A temática da terceira idade, da idade de ouro, do saber, da experiência. Esses projetos e seus conceitos se moldam em nossas pranchetas e ganham forma para os ILPIs.’’ Descrição enviada pela equipe de projeto. Na minha visão, o projeto Cora Residencial Senior/ ILPI Península se destaca principalmente pela forma como busca transformar a ideia tradicional de uma instituição para idosos em um ambiente mais acolhedor e humanizado. O projeto demonstra uma preocupação não apenas com as necessidades físicas e assistenciais dos moradores, mas também com o conforto emocional, convivência e qualidade de vida dos usuários. Outro ponto que considero muito importante é a relação criada com o entorno natural da Península, utilizando a paisagem, as áreas verdes e as grandes aberturas como parte da experiência arquitetônica. Fonte: Foto tirada do site ArchDaily- fotógrafo LMartins Fotografia Figura 4- Foto da fachada principal de acesso aos moradores mostrando o mobiliário para área externa e também alguns detalhes construtivos nas janelas , pilar e revestimentos. Figura 04- FOTO DO TÉRREO Página 06 de 26 1 . 1 F I C H A T É C N I C A T A B E L A 0 1 ITEM DESCRIÇÃO NOME OFICIAL Cora Residencial Senior ARQUITETOS/ESCRITÓRIO RAF Arquitetura LOCALIZAÇÃO Bairro da Barra da Tijuca, na região conhecida como Península no Rio de Janeiro, Brasil EQUIPE DE PROJETO Rodrigo Sambaquy, Aníbal Sabrosa (principal projetista), Flávio Kelner EMPRESAS PARCEIRAS NESSE PROJETO Scadimes Bureau d'Estudes, SOMA Engenharia, RTM, RBF Lighting Design,Soloteste Engenharia ANO DO PROJETO 2022 ÁREA CONSTRUÍDA 9.057 m² CATEGORIA/TIPOLOGIA Centro Geriátrico/ ILPI (Instituição de Longa Permanência para Idosos) Página 07 de 26 1 . 2 E S C R I T Ó R I O F P A R Q U I T E C T U R A O RAF Arquitetura é um escritório brasileiro de arquitetura fundado em 1989, reconhecido principalmente por atuar em projetos de grande porte nas áreas de saúde, infraestrutura, urbanismo, edifícios corporativos e residenciais. O escritório possui sedes no Rio de Janeiro e em São Paulo, contando com uma equipe de mais de 100 colaboradores. Texto adaptado a partir de informações do site Galeria da Arquitetura. A RAF Arquitetura foi criada pelos arquitetos: Aníbal Sabrosa Flávio Kelner Rodrigo Sambaquy Todos formados pela Universidade Santa Úrsula em 1988. Posteriormente, o arquiteto francês Henri Medalla integrou-se à equipe, e em 2010 a arquiteta Cynthia Kalichsztein tornou-se sócia na expansão do escritório para São Paulo. Texto adaptado a partir de informações do site Architect Magazine. Figura 05 - EQUIPE DA RAF ARQUITETURA DO RJ Fonte: Foto tirada do site RAF Arquitetura, fotógrafo colaborador do escritório. Figura 05- Na foto vemos a equipe de projeto responsável por projetos na cidade do Rio de Janeiro, os principais sócios estão na primeira fileira posando com os colaboradores. Página 08 de 26 1 . 3 A R Q U I T E T O D E D E S T A Q U E ‘’Arquiteto e Urbanista, formado na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Santa Úrsula (RJ) em 1988. Fundou a RAF Arquitetura em 1989, em parceria com seus colegas de faculdade, os sócios Rodrigo Sambaquy e Flávio Kelner. É responsável pela elaboração, coordenação e gerenciamento dos projetos, dividindo seu tempo entre o escritório do Rio de Janeiro e o de São Paulo, fundado em 2010.’’ Texto tirado do site oficial do escritório RAF Arquitetura Figura 06 - ANIBAL SABROSA (ARQUITETOS) Fonte: Foto tirada do site RAF Arquitetura, fotógrafo colaborador do escritório. Página 09 de 26 Figura 06- Foto do arquiteto Aníbal Sabrosa tirada para o site oficial da equipe de escritório ilustrando um dos principais sócios dessa RAF Arquitetura. O arquiteto Aníbal comenta o seguinte sobre o projeto: ‘’Nossa busca é de revolucionar, principalmente através dos espaços criados, o cuidado, o tratamento, e a relação entre as pessoas em idade avançada com o mundo. A arquitetura passa a recebê-los melhor, a entendê-los melhor, a acolhê-los melhor.’’ Texto tirado do site ArchDailey enviado pela equipe de projeto Essa abordagem demonstra um olhar contemporâneo sobre as ILPIs, afastando-se da lógica tradicional e hospitalar frequentemente associada aos espaços destinados aos idosos. No projeto Cora Residencial Senior, é possível perceber que elementos como acessibilidade, contato com a natureza, sustentabilidade e áreas de convivência foram utilizados para criar ambientes mais dinâmicos, acolhedores e saudáveis. Na minha percepção, Aníbal Sabrosa entende a arquitetura como ferramenta de cuidado e bem-estar, buscando equilibrar funcionalidade e sensibilidade espacial. O projeto transmite a intenção de preservar a individualidade e a dignidade dos moradores, criando espaços que incentivam a interação social sem perder a sensação de conforto e pertencimento residencial. 2 . C O N T E X T O U R B A N O O contexto urbano do empreendimento apresenta características mais tranquilas e menos adensadas em comparação às áreas centrais da cidade, favorecendo a criação de ambientes voltados ao bem-estar, conforto e qualidade de vida dos idosos. A implantação do edifício foi desenvolvida considerando as condições naturais do entorno, buscando aproveitar a ventilação natural, a incidência solar e as vistas para a paisagem da lagoa e das montanhas da Barra da Tijuca. Outro aspecto importante do contexto urbano é que a região da Península possui caráter predominantemente residencial e apresenta infraestrutura urbana consolidada, com vias de acesso, serviços e áreas verdes. O entorno natural não aparece apenas como paisagem, mas como parte integrante da arquitetura, trazendo iluminação, vistas agradáveis e ambientes mais acolhedores, isso faz com que o edifício tenha uma atmosfera menos institucional e mais próxima de um espaço residencial. Outro ponto que considero importante é que, mesmo estando em uma área mais reservada, o projeto ainda mantém relação com a dinâmica urbana e com a infraestrutura da região. Figura 07 - FOTO C/ VISTA ENTORNO Fonte: Foto tirada do site ArchDaily- fotógrafo LMartins Fotografia Na minha visão, isso ajuda a evitar a ideia de isolamento frequentemente associada às instituições para idosos. O projeto demonstra uma preocupação em integrar os moradores a um ambiente mais ativo e saudável, valorizando tanto o contato social quanto a conexão com a natureza. Figura 07- Foto feita com intuito de mostrar a paisagem na qual as janelas de boa parte dos quartos estão direcionadas, a vista para a Barra da Tijuca e suas praias. Página 10 de 26 Categoria Necessidades Principais Exemplos / Observações Habitação Ambientes residenciais seguros, acessíveis e confortáveis, adaptados para diferentes graus de dependência dos idosos. Dormitórios e suítes adaptadas, banheiros acessíveis, iluminação e ventilação natural, mobiliário seguro, circulação ampla e espaços com caráter mais residencial do que hospitalar. Saúde e Assistência Espaços voltados ao acompanhamento médico, enfermagem e cuidados permanentes conforme os níveis de dependência. Postos de enfermagem, salas de atendimento, apoio para cuidadores, áreas de monitoramento, ambientes terapêuticos e suporte assistencial contínuo. Convivência e Integração Ambientes que incentivem a socialização, o fortalecimento dos vínculos sociais e o envelhecimento ativo. Salas de convivência, espaços multiuso, lounges, áreas de estar, refeitório coletivo e ambientes destinados a atividades em grupo. Lazer e Bem- estar Espaços destinados ao conforto físico e emocional dos moradores, promovendo qualidade de vida e relaxamento. Jardins, áreas verdes, espaços de descanso, ambientes de contemplação, locais para atividades leves e integração com a natureza. Acessibilidade e Circulação Circulações seguras e acessíveis que facilitem o deslocamento dos idosos e da equipe de apoio. Corredores amplos, rampas, elevadores acessíveis, sinalização adequada, apoio para mobilidade reduzida e integração fluida entre os ambientes. Serviços e Apoio Operacional Ambientes necessários para o funcionamento interno da instituição e suporte aos usuários. Cozinha industrial, lavanderia, áreas administrativas, almoxarifado, apoio de funcionários, depósitos e áreas técnicas. 2 . 1 P R O G R A M A D E N E C E S S I D A D E S Página 11 de 26 T A B E L A 0 2 Categoria Necessidades Principais Exemplos / Observações Humanização dos Espaços Desenvolvimento de ambientes menos institucionalizados e mais acolhedores, valorizando a autonomia e dignidade dos moradores. Uso de iluminação natural, materiais aconchegantes, integração com áreas externas, espaços com atmosfera residencial e ambientes mais dinâmicos e saudáveis. Mobilidade e Acessibilidade Circulações seguras, acessíveis e bem conectadas, garantindo autonomia e facilidade de deslocamento para idosos e equipe de apoio. Rampas, elevadores acessíveis, corredores amplos, pisos antiderrapantes, apoio para mobilidade reduzida, sinalização adequada e integração fluida entre os ambientes internos e externos. Sustentabilida de e Gestão Estratégias voltadas ao conforto ambiental, eficiência energética e integração com elementos naturais. Aproveitamento da iluminação e ventilação natural, presença de áreas verdes, integração com a paisagem, sombreamento, conforto térmico e valorização do entorno natural da Península. Identidade, Cultura e Memória Ambientes que promovam pertencimento, acolhimento e valorização da individualidade e da convivência coletivados moradores. Espaços de convivência humanizados, ambientes com caráter residencial, áreas para socialização, integração com natureza, ambientes acolhedores e estímulo à permanência e interação social. 2 . 2 P R O G R A M A D E N E C E S S I D A D E S Fonte: Foto tirada do site ArchDaily- fotógrafo LMartins Fotografia Figura 08 - FOTO SALA CONVÍVIO Figura 08- Nesta foto podemos ver uma sala de convívio para vários grupos de pessoas se juntarem e terem companhia durante intereções ao longo dos dias, além da escolhe de paleta e móveis nos interiores, cores essas que se repetem na fachada. Página 12 de 26 T A B E L A 0 3 2 . 3 C O N C E I T O X P A R T I D O o partido arquitetônico foi desenvolvido a partir desse conceito de integração com a natureza e humanização dos espaços, a forma de implantação acompanha as características do terreno e aproveita o entorno. O projeto utiliza grandes aberturas, áreas verdes e espaços coletivos distribuídos de maneira estratégica para estimular convivência, permanência e conforto. Também considero importante a maneira como os espaços foram organizados para equilibrar assistência e acolhimento, mesmo sendo uma ILPI, o projeto evita uma aparência hospitalar, utilizando uma arquitetura mais leve, integrada e confortável. Figura 09 - DESENHO DO PROJETO Fonte: Imagem tirada do site RAF Arquitetura, desenho feito pela equipe de projeto. Figura 09- O desenho mostra o caminho que o terreno faz e a maneira que a equipe de projeto encontrou para que o terreno fosse utilizado com melhor aproveitamento, além da influência com o externo, projetando os quartos com a vista para a paisagem. O formato deste edirficio segue quase a risca o do terreno mudando apenas alguns espaços destinados á estacionamento na entrada e alguns jardins rodeando o edifício. CONCEITO PARTIDO Na minha percepção, o conceito do projeto parte principalmente da relação com o terreno e com a paisagem natural do entorno. A implantação parece ter sido pensada para valorizar as vistas para a natureza, a iluminação natural e a sensação de tranquilidade proporcionada pela localização na Península. Na minha visão, o conceito se baseia na ideia de que a arquitetura pode contribuir diretamente para o bem-estar físico e emocional dos idosos, utilizando a natureza, os espaços de convivência e a integração entre interior e exterior como elementos principais para gerar qualidade de vida e acolhimento. Página 13 de 26 2 . 4 I M P L A N T A Ç Ã O Figura 10 - IMPLANTAÇÃO Figura 10- Na implantação do projeto podemos perceber os acessos para pedestre e o estacionamento destinado os colaboradores(cuidadores, enfermeiros, adm’s, faxineiros, etc) a saída pelo jardim externo é uma visão do porojeto que tem como um dos seus pricipais focos a conexão com o entorno, além da entrada ter o paisagismo já trazendo o morador para essa a imersão da paisagem no outro lado do projeto. Fonte: Planta do site ArchDaily, disponibilizadas pelo escritório responsável RAF Arquitetura. Página 14 de 26 Jardim Externo Entrada/Saída por Escadas Entrada/Saída por Rampa Entradas/Saídas para o externo Legenda Edifício- Cora Residencial Senior Espaço Externo de Convívio c/ Jardim Circulação Externa de acesso ao jardim Vegetação no Entorno Estacionamento na Entrada Ruas no entorno do Edifício Paisagismo Entrada 2 . 5 P A V T É R R E O Figura 11 - PLANTA PAV TÉRREO Figura 11- Na planta do pavimento térreo logo na entrada vemos o estacionamento e os espaços que se seguem sendo operacional como a recepção e os acessos as outras partes do edificio. Os ambientes destacados em rosa representam os espaços operacionais e áreas de lazer, organizados de forma integrada ao longo da circulação principal. Já a circulação externa conecta o edifício às áreas ajardinadas, reforçando a relação entre os espaços internos e a natureza. Os núcleos de circulação vertical garantem acessibilidade e ligação com os pavimentos superiores, onde se localizam os dormitórios. Fonte: Planta do site ArchDaily, disponibilizadas pelo escritório responsável RAF Arquitetura. Página 15 de 26 Legenda Circulação Vertical Circulação Externa de acesso ao jardim Operacional/ Lazer Estacionamento Legenda Circulação Vertical Unidades de Quartos (Individuais ou de 2 pessoas) 2 . 7 P L A N T A S P R I M E I R O E S E G U N D O P A V . Figura 12 - PLANTA 1 PAV Figura 12- Nesta planta do primeiro pavimento começa as unidades de quartos individuais e de 2 pessoas no máximo, tendo a mesma modulação mudando apenas o layout interno, os pontos de circulação estão espalhados nas duas extremidades e uma quase ao meio do projeto. Fonte: Planta do site ArchDaily, disponibilizadas pelo escritório responsável RAF Arquitetura. Figura 13- No segundo pavimento se repete todo o projeto e layout do andar anterior, suguindo as mesmas medidas e modulação, apenas muda alguns poucos usos mas ainda voltados ao lazer/convivência, como a crianção desses espaços nos caminhos de passagem as unidades. Fonte: Planta do site ArchDaily, disponibilizadas pelo escritório responsável RAF Arquitetura. Figura 13 - PLANTA 2 PAV Página 16 de 26 Espaço Convívio Espaço Convívio 2 . 8 P L A N T A 3 P A V Figura 14 -PLANTA 3 PAV Figura 14- A planta do terceiro pavimento apresenta os espaços voltados ao lazer, convivência e atividades coletivas dos moradores. Os ambientes de convívio estão distribuídos ao longo da circulação principal, favorecendo integração social e permanência dos usuários. A circulação principal conecta os ambientes de forma fluida, enquanto os núcleos de circulação vertical garantem acessibilidade entre os pavimentos. O salão de atividades funciona como um importante espaço coletivo destinado a atividades recreativas e sociais. Fonte: Planta do site ArchDaily, disponibilizadas pelo escritório responsável RAF Arquitetura. Página 17 de 26 Legenda Circulação Vertical Ambientes de Lazer e Convívio Circulação Principal Salão de atividades Legenda Circulação Vertical Circulação de Acesso do Térreo até Subsolo Operacional/ Lazer 2 . 9 P L A N T A S U B S O L O E C R O Q U I Figura 15 - SUBSOLO Figura 15- A planta do subsolo apresenta ambientes operacionais e áreas de lazer que necessitam ser organizados de forma mais reservada em relação aos pavimentos principais. Fonte: Planta do site ArchDaily, disponibilizadas pelo escritório responsável RAF Arquitetura. Figura 16- O croqui feito pela equipe de projeto responsável tem alguns detalhes de paisagismo que podemos observar, os jardins externos se manteram até a finalização do projeto porém podemos notar algumas mudanças principalmnete nesse caminho que acompanha o jardim que na execução final acabou se afunilando e dando mais espaço para o interno nessas partes, além da escadaria do lado direito ter mudado um pouco mais pra direita na execução final e plantas finalizadas. Fonte: Imagem tirada do site RAF Arquitetura, desenho feito pela equipe de projeto. Figura 16 - CROQUI DO TÉRREO Página 18 de 26 A circulação vertical conecta o subsolo aos demais pavimentos, garantindo acessibilidade e integração entre os setores. Já a circulação de acesso entre o térreo e o subsolo organiza o fluxo interno de serviços e apoio operacional. Figura 17- O corte transversal mostra diversos detalhes que podemos perceber melhor na foto abaixo, porém entendemos no corte o peso desses materiais e como isso vai mudar na valumetria dos andares e projeto. 2 . 1 0 C O R T E Figura 17 - CORTE TRANSVERSAL Página 19 de 26 Figura 18 - FOTO INTERNA Figura 18- Na foto podemos ver materiais apontados no corte como o piso que tem um revestimento que é bastante similar ao vinílico ou madeira, além do teto com acabamento em gesso e iluminação embutida que faz com que o corte na parte do forro fique maior além da estrutura. Fonte: Imagem tirada do site RAF Arquitetura, fotografia tirada por colaborador do escritório. Fonte: Planta do site ArchDaily,disponibilizadas pelo escritório responsável FP Arquitectura. Gesso c/ Iluminação Embutida Pilares em Concreto Armado Acesso Subsolo Revestimento similar á vinílico /madeira aplicado sobre contrapiso Varandas de concreto e guarda corpo metálicos Grades Metálicas de Fechamento Figura 19- Na elevação da fachada podemos observar alguns materiais construtivos que aparecem na fotografia abaixo de forma mais nítida, o edifício tem sua personalidade mostrada através do detalhe ao redor de cada janela em concreto e o formato do edifício que abraça o terreno. 2 . 1 1 E L E V A Ç Ã O Figura 19 - ELEVAÇÃO DA FACHADA Fonte: Planta do site ArchDaily, disponibilizadas pelo escritório responsável FP Arquitectura. Figura 20 - FOTO EXTERNA FACHADA Figura 20- Na fotografia percebemos melhor de forma mais visual os materiais apontados na elevação acima e como se complementam cirnado a fachada, além do paisagismo sempre presente. Fonte: Foto tirada do site ArchDaily- fotógrafo LMartins Fotografia Página 20 de 26 Vidro e Esquadrias Metálicas 2 . 1 2 C O N F O R T O A M B I E N T A L Iluminação e insolação O projeto foi desenvolvido com grandes aberturas e extensos planos envidraçados, favorecendo a entrada de iluminação natural nos ambientes internos ao longo do dia. A implantação e a organização dos volumes permitem melhor aproveitamento da incidência solar e das vistas para a paisagem natural da Península, reduzindo a sensação de ambientes fechados e hospitalares. Ventilação e circulação de ar A disposição dos ambientes e das áreas abertas favorece a ventilação natural e a circulação cruzada do ar, contribuindo para maior conforto ambiental nos espaços internos. A presença de jardins, pátios e áreas de convivência externas auxilia na renovação do ar e reduz a sensação de enclausuramento normalmente associada a instituições de longa permanência. Espaços verdes e coletivos O projeto incorpora áreas verdes, jardins e espaços de permanência distribuídos ao longo do conjunto. A vegetação funciona como elemento de conforto ambiental e psicológico, proporcionando ambientes mais tranquilos, sombreados e acolhedores para os moradores. Conforto acústico A organização dos ambientes e a separação entre áreas de convivência e setores mais reservados ajudam a minimizar ruídos e proporcionar maior conforto acústico aos moradores. Os materiais utilizados nos revestimentos internos e a presença de elementos mais aconchegantes contribuem para uma atmosfera mais silenciosa e confortável, aproximando os ambientes de uma linguagem residencial. Mesmo com áreas coletivas amplas, o projeto procura equilibrar convivência social e privacidade, evitando excessiva propagação sonora nos dormitórios e áreas de descanso. Conforto térmico As estratégias de ventilação natural, integração com áreas verdes e aproveitamento da iluminação natural contribuem para melhores condições de conforto térmico no conjunto. A presença de vegetação e espaços abertos auxilia na redução da temperatura e na criação de microclimas mais agradáveis para permanência e circulação. Página 21 de 26 2 . 1 3 S I S T E M A E S T R U T U R A L Figura 21 - FOTO EXTERNA DO PROJETO Fonte: Imagem tirada do site RAF Arquitetura, fotografia tirada por colaborador do escritório. Figura 21- Foto do térreo na parte externa a noite, podemos ver como fica a iluminação na circulação coberta e os móveis que são bem convidativos, ainda mais conhecendo a tradição dos idosos sentarem no lado externo de suas residÊncias para verem o movimento na rua. Estrutura O projeto aparenta utilizar estrutura em concreto armado, solução que proporciona maior estabilidade, durabilidade e liberdade na organização dos ambientes internos. A utilização desse sistema estrutural permite criar espaços amplos, acessíveis e com circulações mais livres, favorecendo o funcionamento da ILPI e a mobilidade dos usuários. Figura 22 - FOTO INTERNA - RECEPÇÃO Fonte: Imagem tirada do site RAF Arquitetura, fotografia tirada por colaborador do escritório. Fechamentos Os fechamentos utilizam grandes planos de vidro e esquadrias amplas, favorecendo a entrada de iluminação natural e a ventilação dos ambientes. Além disso, as aberturas permitem maior integração visual entre os espaços internos e a paisagem natural externa, reforçando a proposta de ambientes mais leves e acolhedores. Página 22 de 26 Figura 22- Parte Interna onde tem um grande acesso aos moradores com uma circulação fluída e iluminada, muitos detalhes em madeira para fugir dos materiais ‘’frios’’ e trazer mais cor de natureza. Forro O forro em gesso acartonado foi utilizado principalmente para criar ambientes mais sofisticados e confortáveis visualmente e o acabamento permite incorporar sancas e iluminação em LED embutida, especialmente nas áreas coletivas e de lazer. 2 . 1 4 S I S T E M A E S T R U T U R A L Figura 24 - FOTO INTERNA ESPAÇO LAZER E CUIDADO Fonte: Imagem tirada do site RAF Arquitetura, fotografia tirada por colaborador do escritório. Revestimentos de parede O projeto utiliza painéis e detalhes em madeira em diversos ambientes internos, como paredes, balcões e áreas de convivência. Esses revestimentos ajudam a criar sensação de aconchego e conforto visual, reduzindo a aparência hospitalar e aproximando os espaços de uma linguagem mais residencial e humanizada. Fonte: Imagem tirada do site RAF Arquitetura, fotografia tirada por colaborador do escritório. Figura 23 - FOTO INTERNA QUARTO COMPARTILHADO Pisos O projeto utiliza diferentes revestimentos conforme a função dos ambientes, buscando conforto e praticidade. As áreas coletivas e circulações, aparenta ser utilizado piso vinílico ou amadeirado sobre contrapiso, trazendo sensação mais acolhedora e residencial, nas áreas de lazer observa-se o uso de porcelanato, devido à durabilidade e facilidade de manutenção e nos dormitórios o revestimento aparenta possuir acabamento semelhante a carpete, proporcionando maior conforto visual e aconchego. Figura 23- Nesta foto podemos ver alguns elementos que foram usados nos revestimentos dos quartos, como a madeira ou algo semelhante e o carpete no piso, acabamento de gesso no forro e iluminação embutida próximo a janela, esta unidade comporta duas pessoas, sendo quarto compartilhado. Página 23 de 26 Figura 24- Espaço de lazer para os moradores e cuidado, vemos um espaço estético bem similar a um salão de beleza que foi criado voltado aos cuidados dos moradores e ao psicológico postitivo que isso pode trazer. Paisagismo O paisagismo possui papel importante no projeto, integrando jardins, vegetação e áreas verdes aos espaços de convivência e permanência. A presença da natureza auxilia no conforto ambiental, na criação de microclimas mais agradáveis e na humanização dos espaços destinados aos idosos. 3 C O N S I D E R A Ç Õ E S F I N A I S Pontos Positivos A localização deste projeto contribui para uma qualidade de vida elevada dos moradores com uma paisagem tão integrada á natureza e conhecida por cartões postais. O formato do edifício para melhor aproveitamento do terreno é um ponto importante de destaque pois isso contribuiu para a insolação e ventilação, além do potencial construtivo mesmo não podendo ser tão alto. Pontos Negativos O subsolo poderia ter sido melhor aproveitado, vemos um grande vazio comparado aos pavimentos superiores, e o seu acesso pela rampa passa a impressão de ser muito íngreme e descoberto. Pelo espaço externo principalmente na fachada que faz acesso com a rua, fez pouco uso considerando as possibilidades de fazer mais jardins e espaços convidativos ao ar livre por meio do paisagismo, já que no projeto a vista pra Barra da Tijuca abre esse espaço da natureza ser mais presente nesse projeto. O Que Mudaria As alterações que eu faria nesse projeto são muitos dos comentários nos pontos negativos, como o uso do espaço externo térreo que poderia melhor ser aproveitado com paisagismo e atéespaços de exercícios/contemplanção ao ar livre, existem muitas possibilidades para atrair o idoso á sair do local fechado e ter esse momento no aldo externo. As entradas não são acessiveis e devem ser repensadas para atender a todo o público mesmo que antes sendo mais independente quando se tornar dependente deve mudar de moradia, o que é um estresse para o indivíduo envolvendo muitas mudanças. Conclusão Final O projeto fez boa escolha na minha opinião em área construtiva, localização, entrada bem arborizada na rua, isso acabou impactando em um projeto final que fez seus acertos nessas questões porém erros ao meu ver em outras como citadas antes sendo o subsolo que não conta no coeficiente de aproveitamento e poderia ter sido mais explorada com mais espaços de lazer. Página 24 de 26 3 . 1 C O N S I D E R A Ç Õ E S P R O J E T O D E T C Contribuição para Projeto de TC A contribuição para o projeto que está sendo desenvolvido para a matéria de TC é em grande parte o aproveitamento do terreno e como o projeto foi feito com base no formato do lote, sendo bastante similar com o que já foi avançado e feito por mim aluna na disciplina de TC, isso mostra o caminho dentro de soluções arquitetônicas já adotada por um grande escritório e sendo uma motivação para manter essa idéia. Um outro ponto importante é o uso de revestimentos que imitam ou são madeira trazendo muito aconchego aos moradores em seus quartos, nos locais destinados ao lazer, espaços de convívio, mesmo no externo onde não tem esses revestimento vemos móveis similares á madeira ainda mantendo essa visão, no projeto que estou desenvolvendo acredito que esse seja um grande potencializador para o bem estar dos residentes que já estão em condições físicas vulneráveis e consequentemente psicológicas. O programa de necssidades trás áreas grandes voltados ao lazer e cuidado como vemos em fotos algo semelhante a um salão de beleza, não necessariamente traria ao meu projeto um salão de beleza, mas algo voltado ao cuidado que os moradores gostariam de sentir. Este chamado cuidado em forma de um outro ambiente que possa oferecer sentimento parecido, de pertencimento como um espaço terapêutico. Outro aspecto que considero muito importante no projeto é a relação criada com a natureza e os jardins no térreo, algo que vai além da paisagem, mesmo não tendo sido tão explorada neste projeto como eu gostariado que fosse, ele consegue passar essa ideía, visando que é destinado para uma ILPI, o projeto evita criar sensação de isolamento ou ambiente hospitalar, utilizando grandes aberturas, jardins e áreas de convivência externas que aproximam os moradores do ambiente natural. No projeto que estou desenvolvendo acredito que essa integração com áreas verdes também seja essencial, principalmente para trazer mais conforto emocional, sensação de liberdade e qualidade de vida aos idosos. Página 25 de 26 ARCHDAILY: Cora Residencial Senior/ ILPI Península / RAF Arquitetura. [S. l.], 2 nov. 2024. Disponível em: https://www.archdaily.com.br/br/1023068/cora-residencial-senior-ilpi-peninsula-raf-arquitetura? ad_source=search&ad_medium=projects_tab. Acesso em: 9 maio 2026. ARCHITECT Magazine: RAF Arquitetura. [S. l.], 2020. Disponível em: https://www.architectmagazine.com/firms/raf- arquitetura_o. Acesso em: 8 maio 2026. RAF Arquitetura: ILPI – instituto de Longa Permanência do Idoso – Península. [S. l.], 2019. Disponível em: https://rafarquitetura.com.br/projetos/ilpi-peninsula/. Acesso em: 8 maio 2026. 3 . 2 R E F E R Ê N C I A S B I B L I O G R Á F I C A S Figura 25 - FOTO NO SUBSOLO- SALA CINEMA Figura 25- Foto da sala de cinema que tem no subsolo, a madeira estando presente em todos os ambientes e o led embutido são uma característica forte que a equipe decidiu utilizar ao longo do projeto, porém na imagem se destaca as poltronas vermelhas que destoam desse contraste. Fonte: Foto tirada do site ArchDaily- fotógrafo LMartins Fotografia Página 26 de 26 CORA RESIDENCIAL SENIOR ILPI PENÍNSULA - CENTRO GERIÁTRICO/ SUMÁRIO 2.CONTEXTO URBANO 2.1 PROGRAMA DE NECESSIDADES CONTEXTO 2.CONTEXTO URBANO