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I L P I P E N Í N S U L A - C E N T R O G E R I Á T R I C O / 
R A F A R Q U I T E T U R A
Nome: Giullia de Oliveira Grigolon
RA: N748133
Turma: AU9P12
Fonte: Foto tirada do site ArchDaily-
fotógrafo LMartins Fotografia
Página 01 de 26
C O R A R E S I D E N C I A L S E N I O R
Projeto Nacional
Professor: Pedro Castellano 
Data: 19/05/2026 
Figura 01-Parte externa vista da rua, e acesso de
pedestres principal.
Figura 01- FOTO DA FACHADA DO EDIFÍCIO
FIGURA 01 - FOTO DA FACHADA DO EDIFÍCIO..................................................................................................01
FIGURA 02 - FOTO DA VARANDA.........................................................................................................04
FIGURA 03 - FOTO EXTERNA DO PROJETO..........................................................................................................05
FIGURA 04 - FOTO DO TÉRREO..............................................................................................................06
FIGURA 05 - EQUIPE DA RAF ARQUITETURA DO RJ........................................................................08
FIGURA 06 - ANIBAL SABROSA (ARQUITETOS)........................................................................................................09
FIGURA 07 - FOTO C/ VISTA ENTORNO.................................................................................................................10
FIGURA 08 - FOTO SALA CONVÍVIO.........................................................................................................................12
FIGURA 09 - DESENHO DO PROJETO.....................................................................................................................13
FIGURA 10 - IMPLANTAÇÃO.....................................................................................................................................14
FIGURA 11 - PLANTA PAV TÉRREO............................................................................................................................15
FIGURA 12 - PLANTA 1 PAV.........................................................................................................................................16
FIGURA 13 - PLANTA 2 PAV.........................................................................................................................................16
FIGURA 14 - PLANTA 3 PAV.........................................................................................................................................17
FIGURA 15 - SUBSOLO...............................................................................................................................................18
FIGURA 16 - CROQUI DO TÉRREO...........................................................................................................................18
FIGURA 17 - CORTE TRANSVERSAL........................................................................................................................19
FIGURA 18 - FOTO INTERNA.....................................................................................................................................19
FIGURA 19 - ELEVAÇÃO DA FACHADA....................................................................................................................20
FIGURA 20 - FOTO EXTERNA FACHADA.................................................................................................................20
FIGURA 21 - FOTO EXTERNA DO PROJETO..........................................................................................................22
FIGURA 22 - FOTO INTERNA - RECEPÇÃO..........................................................................................................22
L I S T A D E F I G U R A S
Página 02 de 26
L I S T A D E T A B E L A S
TABELA 01 - FICHA TÉCNICA...................................................................................................................................07
TABELA 02 - PROGRAMA DE NECESSIDADES......................................................................................................11
TABELA 03 -PROGRAMA DE NECESSIDADES.......................................................................................................12
Página 03 de 26
L I S T A D E F I G U R A S
FIGURA 23 - FOTO INTERNA QUARTO COMPARTILHADO ...................................................................................23
FIGURA 24 - FOTO INTERNA ESPAÇO LAZER E CUIDADO..........................................................................23
FIGURA 25 - FOTO NO SUBSOLO- SALA CINEMA...............................................................................26
S U M Á R I O
1
1 . 2 E S C R I T Ó R I O F P A R Q U I T E C T U R A 0 8
1 . 1 F I C H A T É C N I C A 0 7
1 . 3 A R Q U I T E T O D E D E S T A Q U E 0 9
C O N T E X T O 0 6
2 2 . C O N T E X T O U R B A N O 1 0
2 . 1 P R O G R A M A D E N E C E S S I D A D E S 1 1
2 . 2 P R O G R A M A D E N E C E S S I D A D E S 1 2
2 . 3 C O N C E I T O X P A R T I D O 1 3
2 . 4 I M P L A N T A Ç Ã O 1 4
2 . 5 P A V T É R R E O 1 5
2 . 7 P L A N T A S P R I M E I R O E S E G U N D O P A V . 1 6
2 . 8 P L A N T A 3 P A V 1 7
2 . 9 P L A N T A S U B S O L O E C R O Q U I 1 8
2 . 1 0 C O R T E 1 9
2 . 1 1 E L E V A Ç Ã O 2 0
2 . 1 2 C O N F O R T O A M B I E N T A L 2 1
Figura 02- FOTO DA VARANDA
Fonte: Foto tirada do site
ArchDaily- fotógrafo
LMartins Fotografia
Figura 02- Esta foto foi
tirada na sacada do
primeiro pavimento,
onde se tem uma área
de lazer ao ar livre com
bastante verde.
Página 04 de 26
3 C O N S I D E R A Ç Õ E S F I N A I S 2 4
3 . 1 C O N S I D E R A Ç Õ E S P R O J E T O D E T C 2 5
2 . 1 3 S I S T E M A E S T R U T U R A L 2 2
2 . 1 4 S I S T E M A E S T R U T U R A L 2 3
3 . 2 R E F E R Ê N C I A S B I B L I O G R Á F I C A S 2 6
3
S U M Á R I O
Fonte: Foto tirada do
site ArchDaily-
fotógrafo LMartins
Fotografia
Figura 03- Foto do
edifício tirada na rua
de acesso mostrando
lado direito, ao fundo
começamos a ver
agrande vegetação
que tem do outro
lado.
Figura 03- FOTO EXTERNA DO PROJETO
Página 05 de 26
C O N T E X T O
 ‘’Projeto de ILPI (Instituto de Longa Permanência do Idoso) -
Um novo segmento que estamos desenvolvendo e
implantando pioneiramente no Brasil nos traz novos desafios
para a arquitetura. 
 A temática da terceira idade, da idade de ouro, do saber, da
experiência. Esses projetos e seus conceitos se moldam em
nossas pranchetas e ganham forma para os ILPIs.’’
Descrição enviada pela equipe de projeto.
 Na minha visão, o projeto Cora Residencial Senior/ ILPI
Península se destaca principalmente pela forma como busca
transformar a ideia tradicional de uma instituição para idosos
em um ambiente mais acolhedor e humanizado. 
O projeto demonstra uma preocupação não apenas com as
necessidades físicas e assistenciais dos moradores, mas
também com o conforto emocional, convivência e qualidade de
vida dos usuários.
Outro ponto que considero muito importante é a relação criada
com o entorno natural da Península, utilizando a paisagem, as
áreas verdes e as grandes aberturas como parte da
experiência arquitetônica.
Fonte: Foto tirada do site ArchDaily-
fotógrafo LMartins Fotografia
Figura 4- Foto da fachada principal de acesso aos moradores
mostrando o mobiliário para área externa e também alguns
detalhes construtivos nas janelas , pilar e revestimentos.
Figura 04- FOTO DO TÉRREO
Página 06 de 26
1 . 1 F I C H A T É C N I C A
T A B E L A 0 1
ITEM DESCRIÇÃO
NOME OFICIAL Cora Residencial Senior
ARQUITETOS/ESCRITÓRIO RAF Arquitetura
LOCALIZAÇÃO Bairro da Barra da Tijuca, na região conhecida como Península no Rio de Janeiro,
Brasil
EQUIPE DE PROJETO Rodrigo Sambaquy, Aníbal Sabrosa (principal projetista), Flávio Kelner
EMPRESAS PARCEIRAS
NESSE PROJETO
Scadimes Bureau d'Estudes, SOMA Engenharia, RTM, RBF Lighting Design,Soloteste Engenharia
ANO DO PROJETO 2022
ÁREA CONSTRUÍDA 9.057 m²
CATEGORIA/TIPOLOGIA Centro Geriátrico/ ILPI (Instituição de Longa Permanência para Idosos)
Página 07 de 26
1 . 2 E S C R I T Ó R I O F P A R Q U I T E C T U R A
 O RAF Arquitetura é um escritório brasileiro de arquitetura fundado
em 1989, reconhecido principalmente por atuar em projetos de grande
porte nas áreas de saúde, infraestrutura, urbanismo, edifícios
corporativos e residenciais. 
O escritório possui sedes no Rio de Janeiro e em São Paulo, contando
com uma equipe de mais de 100 colaboradores.
Texto adaptado a partir de informações do site Galeria da
Arquitetura.
A RAF Arquitetura foi criada pelos arquitetos:
Aníbal Sabrosa
Flávio Kelner
Rodrigo Sambaquy
Todos formados pela Universidade Santa Úrsula em 1988. 
Posteriormente, o arquiteto francês Henri Medalla integrou-se à
equipe, e em 2010 a arquiteta Cynthia Kalichsztein tornou-se sócia na
expansão do escritório para São Paulo.
Texto adaptado a partir de informações do site Architect
Magazine.
Figura 05 - EQUIPE DA RAF ARQUITETURA DO RJ
Fonte: Foto tirada do site RAF
Arquitetura, fotógrafo colaborador do
escritório.
Figura 05- Na foto vemos a equipe de projeto responsável por
projetos na cidade do Rio de Janeiro, os principais sócios estão
na primeira fileira posando com os colaboradores.
Página 08 de 26
1 . 3 A R Q U I T E T O D E D E S T A Q U E
 ‘’Arquiteto e Urbanista, formado na Faculdade de Arquitetura e
Urbanismo da Universidade Santa Úrsula (RJ) em 1988. 
 Fundou a RAF Arquitetura em 1989, em parceria com seus colegas
de faculdade, os sócios Rodrigo Sambaquy e Flávio Kelner. 
 É responsável pela elaboração, coordenação e gerenciamento dos
projetos, dividindo seu tempo entre o escritório do Rio de Janeiro e o de
São Paulo, fundado em 2010.’’
Texto tirado do site oficial do escritório RAF Arquitetura
Figura 06 - ANIBAL SABROSA (ARQUITETOS)
Fonte: Foto tirada do site RAF Arquitetura,
fotógrafo colaborador do escritório.
Página 09 de 26
Figura 06- Foto do arquiteto Aníbal Sabrosa tirada para o
site oficial da equipe de escritório ilustrando um dos
principais sócios dessa RAF Arquitetura.
 O arquiteto Aníbal comenta o seguinte sobre o projeto:
 ‘’Nossa busca é de revolucionar, principalmente através dos espaços
criados, o cuidado, o tratamento, e a relação entre as pessoas em idade
avançada com o mundo. A arquitetura passa a recebê-los melhor, a
entendê-los melhor, a acolhê-los melhor.’’ 
Texto tirado do site ArchDailey enviado pela equipe de projeto
 Essa abordagem demonstra um olhar contemporâneo sobre as ILPIs,
afastando-se da lógica tradicional e hospitalar frequentemente
associada aos espaços destinados aos idosos. 
No projeto Cora Residencial Senior, é possível perceber que elementos
como acessibilidade, contato com a natureza, sustentabilidade e áreas
de convivência foram utilizados para criar ambientes mais dinâmicos,
acolhedores e saudáveis.
 Na minha percepção, Aníbal Sabrosa entende a
arquitetura como ferramenta de cuidado e bem-estar,
buscando equilibrar funcionalidade e sensibilidade
espacial. 
 O projeto transmite a intenção de preservar a
individualidade e a dignidade dos moradores, criando
espaços que incentivam a interação social sem perder
a sensação de conforto e pertencimento residencial.
2 . C O N T E X T O U R B A N O
O contexto urbano do empreendimento apresenta
características mais tranquilas e menos adensadas em
comparação às áreas centrais da cidade, favorecendo a
criação de ambientes voltados ao bem-estar, conforto e
qualidade de vida dos idosos. 
A implantação do edifício foi desenvolvida considerando as
condições naturais do entorno, buscando aproveitar a
ventilação natural, a incidência solar e as vistas para a
paisagem da lagoa e das montanhas da Barra da Tijuca. 
Outro aspecto importante do contexto urbano é que a região
da Península possui caráter predominantemente residencial
e apresenta infraestrutura urbana consolidada, com vias de
acesso, serviços e áreas verdes. 
O entorno natural não aparece apenas como paisagem,
mas como parte integrante da arquitetura, trazendo
iluminação, vistas agradáveis e ambientes mais
acolhedores, isso faz com que o edifício tenha uma
atmosfera menos institucional e mais próxima de um espaço
residencial.
Outro ponto que considero importante é que, mesmo
estando em uma área mais reservada, o projeto ainda
mantém relação com a dinâmica urbana e com a
infraestrutura da região. 
Figura 07 - FOTO C/ VISTA ENTORNO
Fonte: Foto tirada do site ArchDaily-
fotógrafo LMartins Fotografia
Na minha visão, isso ajuda a evitar a ideia de isolamento
frequentemente associada às instituições para idosos. 
O projeto demonstra uma preocupação em integrar os
moradores a um ambiente mais ativo e saudável,
valorizando tanto o contato social quanto a conexão com a
natureza.
Figura 07- Foto feita com intuito de mostrar a paisagem na qual as
janelas de boa parte dos quartos estão direcionadas, a vista para
a Barra da Tijuca e suas praias.
Página 10 de 26
Categoria Necessidades Principais Exemplos / Observações
Habitação
Ambientes residenciais seguros, acessíveis e
confortáveis, adaptados para diferentes graus
de dependência dos idosos.
Dormitórios e suítes adaptadas, banheiros acessíveis, iluminação
e ventilação natural, mobiliário seguro, circulação ampla e
espaços com caráter mais residencial do que hospitalar.
Saúde e
Assistência
Espaços voltados ao acompanhamento
médico, enfermagem e cuidados permanentes
conforme os níveis de dependência.
Postos de enfermagem, salas de atendimento, apoio para
cuidadores, áreas de monitoramento, ambientes terapêuticos e
suporte assistencial contínuo.
Convivência e
Integração
Ambientes que incentivem a socialização, o
fortalecimento dos vínculos sociais e o
envelhecimento ativo.
Salas de convivência, espaços multiuso, lounges, áreas de estar,
refeitório coletivo e ambientes destinados a atividades em grupo.
Lazer e Bem-
estar
Espaços destinados ao conforto físico e
emocional dos moradores, promovendo
qualidade de vida e relaxamento.
Jardins, áreas verdes, espaços de descanso, ambientes de
contemplação, locais para atividades leves e integração com a
natureza.
Acessibilidade
e Circulação
Circulações seguras e acessíveis que facilitem
o deslocamento dos idosos e da equipe de
apoio.
Corredores amplos, rampas, elevadores acessíveis, sinalização
adequada, apoio para mobilidade reduzida e integração fluida
entre os ambientes.
Serviços e
Apoio
Operacional
Ambientes necessários para o funcionamento
interno da instituição e suporte aos usuários.
Cozinha industrial, lavanderia, áreas administrativas,
almoxarifado, apoio de funcionários, depósitos e áreas técnicas.
2 . 1 P R O G R A M A D E N E C E S S I D A D E S
Página 11 de 26
T A B E L A 0 2
Categoria Necessidades Principais Exemplos / Observações
Humanização
dos Espaços
Desenvolvimento de ambientes menos
institucionalizados e mais acolhedores,
valorizando a autonomia e dignidade dos
moradores.
Uso de iluminação natural, materiais aconchegantes,
integração com áreas externas, espaços com atmosfera
residencial e ambientes mais dinâmicos e saudáveis.
Mobilidade e
Acessibilidade
Circulações seguras, acessíveis e bem
conectadas, garantindo autonomia e facilidade
de deslocamento para idosos e equipe de apoio.
Rampas, elevadores acessíveis, corredores amplos, pisos
antiderrapantes, apoio para mobilidade reduzida,
sinalização adequada e integração fluida entre os
ambientes internos e externos.
Sustentabilida
de e Gestão
Estratégias voltadas ao conforto ambiental,
eficiência energética e integração com elementos
naturais.
Aproveitamento da iluminação e ventilação natural,
presença de áreas verdes, integração com a paisagem,
sombreamento, conforto térmico e valorização do entorno
natural da Península.
Identidade,
Cultura e
Memória
Ambientes que promovam pertencimento,
acolhimento e valorização da individualidade e
da convivência coletivados moradores.
Espaços de convivência humanizados, ambientes com
caráter residencial, áreas para socialização, integração com
natureza, ambientes acolhedores e estímulo à permanência
e interação social.
2 . 2 P R O G R A M A D E N E C E S S I D A D E S
Fonte: Foto tirada do site ArchDaily- fotógrafo
LMartins Fotografia
Figura 08 - FOTO SALA CONVÍVIO
Figura 08- Nesta foto podemos ver uma sala de convívio para
vários grupos de pessoas se juntarem e terem companhia durante
intereções ao longo dos dias, além da escolhe de paleta e móveis
nos interiores, cores essas que se repetem na fachada.
Página 12 de 26
T A B E L A 0 3
2 . 3 C O N C E I T O X P A R T I D O
o partido arquitetônico foi desenvolvido a partir desse conceito de
integração com a natureza e humanização dos espaços, a forma de
implantação acompanha as características do terreno e aproveita o
entorno.
O projeto utiliza grandes aberturas, áreas verdes e espaços coletivos
distribuídos de maneira estratégica para estimular convivência,
permanência e conforto. 
Também considero importante a maneira como os espaços foram
organizados para equilibrar assistência e acolhimento, mesmo sendo uma
ILPI, o projeto evita uma aparência hospitalar, utilizando uma arquitetura
mais leve, integrada e confortável.
Figura 09 - DESENHO DO PROJETO
Fonte: Imagem tirada do site RAF Arquitetura,
desenho feito pela equipe de projeto.
Figura 09- O desenho mostra o caminho que o terreno faz
e a maneira que a equipe de projeto encontrou para que o
terreno fosse utilizado com melhor aproveitamento, além
da influência com o externo, projetando os quartos com a
vista para a paisagem.
O formato deste edirficio segue quase a risca o do terreno
mudando apenas alguns espaços destinados á
estacionamento na entrada e alguns jardins rodeando o
edifício.
CONCEITO
PARTIDO
Na minha percepção, o conceito do projeto parte principalmente da relação
com o terreno e com a paisagem natural do entorno. A implantação parece
ter sido pensada para valorizar as vistas para a natureza, a iluminação
natural e a sensação de tranquilidade proporcionada pela localização na
Península. 
Na minha visão, o conceito se baseia na ideia de que a arquitetura pode
contribuir diretamente para o bem-estar físico e emocional dos idosos,
utilizando a natureza, os espaços de convivência e a integração entre
interior e exterior como elementos principais para gerar qualidade de vida e
acolhimento.
Página 13 de 26
2 . 4 I M P L A N T A Ç Ã O
Figura 10 - IMPLANTAÇÃO
Figura 10- Na implantação do projeto podemos perceber os acessos para pedestre e o estacionamento destinado os
colaboradores(cuidadores, enfermeiros, adm’s, faxineiros, etc) a saída pelo jardim externo é uma visão do porojeto que tem como um
dos seus pricipais focos a conexão com o entorno, além da entrada ter o paisagismo já trazendo o morador para essa a imersão da
paisagem no outro lado do projeto.
Fonte: Planta do site ArchDaily, disponibilizadas pelo escritório responsável RAF Arquitetura.
Página 14 de 26
Jardim
Externo
Entrada/Saída
por Escadas
Entrada/Saída
por Rampa
Entradas/Saídas para o
externo
Legenda
Edifício- Cora Residencial
Senior
Espaço Externo de
Convívio c/ Jardim
Circulação Externa de
acesso ao jardim
Vegetação no Entorno
Estacionamento na Entrada
Ruas no entorno do
Edifício
Paisagismo Entrada
2 . 5 P A V T É R R E O
Figura 11 - PLANTA PAV TÉRREO
Figura 11- Na planta do pavimento térreo logo na entrada vemos o estacionamento e os espaços que se seguem sendo operacional
como a recepção e os acessos as outras partes do edificio.
 Os ambientes destacados em rosa representam os espaços operacionais e áreas de lazer, organizados de forma integrada ao longo da
circulação principal. Já a circulação externa conecta o edifício às áreas ajardinadas, reforçando a relação entre os espaços internos e a
natureza.
 Os núcleos de circulação vertical garantem acessibilidade e ligação com os pavimentos superiores, onde se localizam os dormitórios.
Fonte: Planta do site ArchDaily, disponibilizadas pelo escritório responsável RAF Arquitetura.
Página 15 de 26
Legenda
Circulação Vertical
Circulação Externa de
acesso ao jardim
Operacional/ Lazer
Estacionamento 
Legenda
Circulação Vertical
Unidades de Quartos (Individuais
ou de 2 pessoas)
2 . 7 P L A N T A S P R I M E I R O E S E G U N D O P A V .
Figura 12 - PLANTA 1 PAV
Figura 12- Nesta planta do primeiro pavimento começa as
unidades de quartos individuais e de 2 pessoas no máximo, tendo
a mesma modulação mudando apenas o layout interno, os pontos
de circulação estão espalhados nas duas extremidades e uma
quase ao meio do projeto.
Fonte: Planta do site ArchDaily, disponibilizadas
pelo escritório responsável RAF Arquitetura.
Figura 13- No segundo pavimento se repete todo o projeto e layout
do andar anterior, suguindo as mesmas medidas e modulação,
apenas muda alguns poucos usos mas ainda voltados ao
lazer/convivência, como a crianção desses espaços nos caminhos de
passagem as unidades. Fonte: Planta do site ArchDaily, disponibilizadas
pelo escritório responsável RAF Arquitetura.
Figura 13 - PLANTA 2 PAV
Página 16 de 26
Espaço
Convívio
Espaço
Convívio
2 . 8 P L A N T A 3 P A V
Figura 14 -PLANTA 3 PAV
Figura 14- A planta do terceiro pavimento apresenta os espaços voltados ao lazer, convivência e atividades coletivas dos moradores. 
 Os ambientes de convívio estão distribuídos ao longo da circulação principal, favorecendo integração social e permanência dos
usuários.
 A circulação principal conecta os ambientes de forma fluida, enquanto os núcleos de circulação vertical garantem acessibilidade entre
os pavimentos. O salão de atividades funciona como um importante espaço coletivo destinado a atividades recreativas e sociais.
Fonte: Planta do site ArchDaily, disponibilizadas pelo escritório responsável RAF Arquitetura.
Página 17 de 26
Legenda
Circulação Vertical
Ambientes de Lazer e Convívio
Circulação Principal
Salão de atividades
Legenda
Circulação Vertical
Circulação de Acesso do Térreo até
Subsolo
Operacional/ Lazer
2 . 9 P L A N T A S U B S O L O E C R O Q U I
Figura 15 - SUBSOLO
Figura 15- A planta do subsolo apresenta ambientes operacionais e áreas
de lazer que necessitam ser organizados de forma mais reservada em
relação aos pavimentos principais. 
Fonte: Planta do site ArchDaily, disponibilizadas
pelo escritório responsável RAF Arquitetura.
Figura 16- O croqui feito pela equipe de projeto responsável tem alguns detalhes de paisagismo que podemos observar, os jardins
externos se manteram até a finalização do projeto porém podemos notar algumas mudanças principalmnete nesse caminho que
acompanha o jardim que na execução final acabou se afunilando e dando mais espaço para o interno nessas partes, além da escadaria
do lado direito ter mudado um pouco mais pra direita na execução final e plantas finalizadas.
Fonte: Imagem tirada do site RAF Arquitetura,
desenho feito pela equipe de projeto.
Figura 16 - CROQUI DO TÉRREO
Página 18 de 26
 A circulação vertical conecta o subsolo aos demais pavimentos, garantindo acessibilidade e integração entre os setores. Já a
circulação de acesso entre o térreo e o subsolo organiza o fluxo interno de serviços e apoio operacional.
Figura 17- O corte transversal mostra
diversos detalhes que podemos perceber
melhor na foto abaixo, porém entendemos no
corte o peso desses materiais e como isso vai
mudar na valumetria dos andares e projeto.
2 . 1 0 C O R T E
Figura 17 - CORTE TRANSVERSAL
Página 19 de 26
Figura 18 - FOTO INTERNA
Figura 18- Na foto podemos ver materiais apontados no
corte como o piso que tem um revestimento que é
bastante similar ao vinílico ou madeira, além do teto
com acabamento em gesso e iluminação embutida que
faz com que o corte na parte do forro fique maior além
da estrutura.
Fonte: Imagem tirada do site RAF Arquitetura, fotografia tirada por colaborador do escritório.
Fonte: Planta do site ArchDaily,disponibilizadas pelo escritório responsável FP Arquitectura.
Gesso c/ Iluminação
Embutida
Pilares em Concreto
Armado
Acesso Subsolo
Revestimento similar á vinílico
/madeira aplicado sobre contrapiso
Varandas de concreto e
guarda corpo metálicos
Grades Metálicas de
Fechamento
Figura 19- Na elevação da fachada podemos observar alguns materiais construtivos que aparecem na fotografia abaixo de
forma mais nítida, o edifício tem sua personalidade mostrada através do detalhe ao redor de cada janela em concreto e o
formato do edifício que abraça o terreno.
2 . 1 1 E L E V A Ç Ã O Figura 19 - ELEVAÇÃO DA FACHADA
Fonte: Planta do site ArchDaily, disponibilizadas pelo escritório responsável FP Arquitectura.
Figura 20 - FOTO EXTERNA FACHADA
Figura 20- Na fotografia percebemos melhor de forma mais visual os materiais apontados na elevação acima e como
se complementam cirnado a fachada, além do paisagismo sempre presente.
Fonte: Foto tirada do site ArchDaily- fotógrafo LMartins Fotografia
Página 20 de 26
Vidro e Esquadrias
Metálicas
2 . 1 2 C O N F O R T O A M B I E N T A L
Iluminação e insolação
 O projeto foi desenvolvido com grandes aberturas e extensos
planos envidraçados, favorecendo a entrada de iluminação
natural nos ambientes internos ao longo do dia.
 A implantação e a organização dos volumes permitem melhor
aproveitamento da incidência solar e das vistas para a
paisagem natural da Península, reduzindo a sensação de
ambientes fechados e hospitalares.
Ventilação e circulação de ar
 A disposição dos ambientes e das áreas abertas favorece a
ventilação natural e a circulação cruzada do ar, contribuindo
para maior conforto ambiental nos espaços internos.
 A presença de jardins, pátios e áreas de convivência externas
auxilia na renovação do ar e reduz a sensação de
enclausuramento normalmente associada a instituições de
longa permanência.
Espaços verdes e coletivos
 O projeto incorpora áreas verdes, jardins e espaços de
permanência distribuídos ao longo do conjunto.
 A vegetação funciona como elemento de conforto ambiental e
psicológico, proporcionando ambientes mais tranquilos,
sombreados e acolhedores para os moradores.
Conforto acústico
 A organização dos ambientes e a separação entre áreas de
convivência e setores mais reservados ajudam a minimizar
ruídos e proporcionar maior conforto acústico aos moradores.
 Os materiais utilizados nos revestimentos internos e a
presença de elementos mais aconchegantes contribuem para
uma atmosfera mais silenciosa e confortável, aproximando os
ambientes de uma linguagem residencial.
 Mesmo com áreas coletivas amplas, o projeto procura
equilibrar convivência social e privacidade, evitando excessiva
propagação sonora nos dormitórios e áreas de descanso.
Conforto térmico
 As estratégias de ventilação natural, integração com áreas
verdes e aproveitamento da iluminação natural contribuem para
melhores condições de conforto térmico no conjunto.
 A presença de vegetação e espaços abertos auxilia na
redução da temperatura e na criação de microclimas mais
agradáveis para permanência e circulação.
Página 21 de 26
2 . 1 3 S I S T E M A E S T R U T U R A L Figura 21 - FOTO EXTERNA DO PROJETO
Fonte: Imagem tirada do site RAF Arquitetura,
fotografia tirada por colaborador do escritório.
Figura 21- Foto do térreo na parte externa a noite, podemos ver como fica a iluminação
na circulação coberta e os móveis que são bem convidativos, ainda mais conhecendo a
tradição dos idosos sentarem no lado externo de suas residÊncias para verem o
movimento na rua.
Estrutura 
 O projeto aparenta utilizar estrutura em concreto armado, solução que
proporciona maior estabilidade, durabilidade e liberdade na organização dos
ambientes internos.
 A utilização desse sistema estrutural permite criar espaços amplos,
acessíveis e com circulações mais livres, favorecendo o funcionamento da
ILPI e a mobilidade dos usuários.
Figura 22 - FOTO INTERNA - RECEPÇÃO
Fonte: Imagem tirada do site RAF Arquitetura,
fotografia tirada por colaborador do escritório.
Fechamentos
 Os fechamentos utilizam grandes planos de vidro e esquadrias amplas,
favorecendo a entrada de iluminação natural e a ventilação dos ambientes.
 Além disso, as aberturas permitem maior integração visual entre os
espaços internos e a paisagem natural externa, reforçando a proposta de
ambientes mais leves e acolhedores.
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Figura 22- Parte Interna onde tem um grande acesso aos moradores com uma circulação
fluída e iluminada, muitos detalhes em madeira para fugir dos materiais ‘’frios’’ e trazer
mais cor de natureza.
Forro
 O forro em gesso acartonado foi utilizado principalmente para criar
ambientes mais sofisticados e confortáveis visualmente e o acabamento
permite incorporar sancas e iluminação em LED embutida, especialmente
nas áreas coletivas e de lazer.
2 . 1 4 S I S T E M A E S T R U T U R A L 
Figura 24 - FOTO INTERNA ESPAÇO LAZER E
CUIDADO
Fonte: Imagem tirada do site RAF Arquitetura,
fotografia tirada por colaborador do escritório.
Revestimentos de parede
O projeto utiliza painéis e detalhes em madeira em diversos ambientes internos,
como paredes, balcões e áreas de convivência.
Esses revestimentos ajudam a criar sensação de aconchego e conforto visual,
reduzindo a aparência hospitalar e aproximando os espaços de uma linguagem
mais residencial e humanizada.
Fonte: Imagem tirada do site RAF Arquitetura,
fotografia tirada por colaborador do escritório.
Figura 23 - FOTO INTERNA QUARTO
COMPARTILHADO
Pisos
O projeto utiliza diferentes revestimentos conforme a função dos ambientes,
buscando conforto e praticidade. 
As áreas coletivas e circulações, aparenta ser utilizado piso vinílico ou amadeirado
sobre contrapiso, trazendo sensação mais acolhedora e residencial, nas áreas de
lazer observa-se o uso de porcelanato, devido à durabilidade e facilidade de
manutenção e nos dormitórios o revestimento aparenta possuir acabamento
semelhante a carpete, proporcionando maior conforto visual e aconchego.
Figura 23- Nesta foto podemos ver alguns elementos que foram usados nos revestimentos
dos quartos, como a madeira ou algo semelhante e o carpete no piso, acabamento de gesso
no forro e iluminação embutida próximo a janela, esta unidade comporta duas pessoas,
sendo quarto compartilhado.
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Figura 24- Espaço de lazer para os moradores e cuidado, vemos um espaço estético bem
similar a um salão de beleza que foi criado voltado aos cuidados dos moradores e ao
psicológico postitivo que isso pode trazer.
Paisagismo
O paisagismo possui papel importante no projeto, integrando jardins, vegetação e
áreas verdes aos espaços de convivência e permanência.
A presença da natureza auxilia no conforto ambiental, na criação de microclimas
mais agradáveis e na humanização dos espaços destinados aos idosos.
3 C O N S I D E R A Ç Õ E S F I N A I S
Pontos Positivos
 A localização deste projeto contribui para uma qualidade de
vida elevada dos moradores com uma paisagem tão integrada
á natureza e conhecida por cartões postais.
 O formato do edifício para melhor aproveitamento do terreno
é um ponto importante de destaque pois isso contribuiu para a
insolação e ventilação, além do potencial construtivo mesmo
não podendo ser tão alto.
Pontos Negativos
 O subsolo poderia ter sido melhor aproveitado, vemos um
grande vazio comparado aos pavimentos superiores, e o seu
acesso pela rampa passa a impressão de ser muito íngreme e
descoberto.
 Pelo espaço externo principalmente na fachada que faz
acesso com a rua, fez pouco uso considerando as
possibilidades de fazer mais jardins e espaços convidativos
ao ar livre por meio do paisagismo, já que no projeto a vista
pra Barra da Tijuca abre esse espaço da natureza ser mais
presente nesse projeto.
O Que Mudaria
 As alterações que eu faria nesse projeto são muitos dos
comentários nos pontos negativos, como o uso do espaço
externo térreo que poderia melhor ser aproveitado com
paisagismo e atéespaços de exercícios/contemplanção ao ar
livre, existem muitas possibilidades para atrair o idoso á sair do
local fechado e ter esse momento no aldo externo.
 As entradas não são acessiveis e devem ser repensadas
para atender a todo o público mesmo que antes sendo mais
independente quando se tornar dependente deve mudar de
moradia, o que é um estresse para o indivíduo envolvendo
muitas mudanças.
Conclusão Final
 O projeto fez boa escolha na minha opinião em área
construtiva, localização, entrada bem arborizada na rua, isso
acabou impactando em um projeto final que fez seus acertos
nessas questões porém erros ao meu ver em outras como
citadas antes sendo o subsolo que não conta no coeficiente de
aproveitamento e poderia ter sido mais explorada com mais
espaços de lazer.
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3 . 1 C O N S I D E R A Ç Õ E S P R O J E T O D E T C
Contribuição para Projeto de TC
 A contribuição para o projeto que está sendo desenvolvido
para a matéria de TC é em grande parte o aproveitamento do
terreno e como o projeto foi feito com base no formato do lote,
sendo bastante similar com o que já foi avançado e feito por
mim aluna na disciplina de TC, isso mostra o caminho dentro de
soluções arquitetônicas já adotada por um grande escritório e
sendo uma motivação para manter essa idéia.
 Um outro ponto importante é o uso de revestimentos que
imitam ou são madeira trazendo muito aconchego aos
moradores em seus quartos, nos locais destinados ao lazer,
espaços de convívio, mesmo no externo onde não tem esses
revestimento vemos móveis similares á madeira ainda
mantendo essa visão, no projeto que estou desenvolvendo
acredito que esse seja um grande potencializador para o bem
estar dos residentes que já estão em condições físicas
vulneráveis e consequentemente psicológicas.
 O programa de necssidades trás áreas grandes voltados ao
lazer e cuidado como vemos em fotos algo semelhante a um
salão de beleza, não necessariamente traria ao meu projeto um
salão de beleza, mas algo voltado ao cuidado que os moradores
gostariam de sentir.
 Este chamado cuidado em forma de um outro ambiente
que possa oferecer sentimento parecido, de pertencimento
como um espaço terapêutico.
 
 Outro aspecto que considero muito importante no projeto
é a relação criada com a natureza e os jardins no térreo, algo
que vai além da paisagem, mesmo não tendo sido tão
explorada neste projeto como eu gostariado que fosse, ele
consegue passar essa ideía, visando que é destinado para
uma ILPI, o projeto evita criar sensação de isolamento ou
ambiente hospitalar, utilizando grandes aberturas, jardins e
áreas de convivência externas que aproximam os moradores
do ambiente natural. 
 No projeto que estou desenvolvendo acredito que essa
integração com áreas verdes também seja essencial,
principalmente para trazer mais conforto emocional,
sensação de liberdade e qualidade de vida aos idosos.
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ARCHDAILY: Cora Residencial Senior/ ILPI Península / RAF Arquitetura. [S. l.], 2 nov. 2024. Disponível em:
https://www.archdaily.com.br/br/1023068/cora-residencial-senior-ilpi-peninsula-raf-arquitetura?
ad_source=search&ad_medium=projects_tab. Acesso em: 9 maio 2026.
ARCHITECT Magazine: RAF Arquitetura. [S. l.], 2020. Disponível em: https://www.architectmagazine.com/firms/raf-
arquitetura_o. Acesso em: 8 maio 2026.
RAF Arquitetura: ILPI – instituto de Longa Permanência do Idoso – Península. [S. l.], 2019. Disponível em:
https://rafarquitetura.com.br/projetos/ilpi-peninsula/. Acesso em: 8 maio 2026.
3 . 2 R E F E R Ê N C I A S B I B L I O G R Á F I C A S
Figura 25 - FOTO NO SUBSOLO- SALA CINEMA
Figura 25- Foto da sala de cinema que tem no subsolo, a madeira estando
presente em todos os ambientes e o led embutido são uma característica
forte que a equipe decidiu utilizar ao longo do projeto, porém na imagem se
destaca as poltronas vermelhas que destoam desse contraste.
Fonte: Foto tirada do site ArchDaily-
fotógrafo LMartins Fotografia Página 26 de 26
	CORA RESIDENCIAL SENIOR
	ILPI PENÍNSULA - CENTRO GERIÁTRICO/
	SUMÁRIO
	2.CONTEXTO URBANO
	2.1 PROGRAMA DE NECESSIDADES
	CONTEXTO
	2.CONTEXTO URBANO

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