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Ásia  - China goes global: síntese

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CHINA GOES GLOBAL
Ana Lara Cardoso Coelho
Fernanda Rodrigues 
Laura S. Couto
David Shambaugh
CHINA GOES GLOBAL
Chapter III 
China’s Global Diplomatic Presence
China’s diplomacy cannot be labeled simply as “soft” or “hard line”... We Chinese believe in combining firmness and flexibility… This means we must know when to fight, when to cooperate, and when to avoid direct confrontation
Assistant Foreign Minister Le Yucheng, 2011
“ 
Manobra estratégica
Distinção de dez fases nos últimos sessenta anos.
Constante: manobras para minimizar as ameaças e aumentar a força nacional.
Fase 1: 1949 - 1957 
Isolacionismo chinês;
Guerra da Coreia;
Fase Bandung (1954 - 1957):
Zona intermediária - Mao;
Estreito de Taiwan.
Aumento das tensões com a URSS;
Guerra fronteiriça com a Índia, com fins punitivos;
Confronto com os Estados Unidos no Vietnã;
Intimidação de Taiwan
Fase 2: 1958 - 1965
Lin Biao - ministro da defesa
1964: publicou Long live the Victory of People’s War, manifesto que apoiava movimentos de liberação pelo mundo todo
Third Front 
Estratégia de realocação das indústrias de base e militares para o interior
Retorno ao isolacionismo: ascensão de movimentos xenofóbicos e radicais;
Apoio aos movimentos insurgentes comunistas;
Piora nas tensões sino-soviéticas: conflito em 1969;
Preocupação de Mao com o isolacionismo
Fase 3: 1966 - 1970
Abertura estratégica para os EUA;
Admissão chinesa para a ONU;
Normalização das relações diplomáticas;
Resultado: confiança e segurança para continuar a enfrentar URSS;
Fase 4: 1971 - 1978
Deng Xiaoping: 
Expulsa a Gangue dos 4;
Aumenta a pressão sob a URSS;
Normalização das relações diplomáticas - aproximação com os EUA.
Grupos rebeldes na África
Fase 5: 1979 - 1982
Política externa independente;
Equidistância entre as duas superpotências: URSS e EUA;
Rapprochement
Fase 6: 1982 - 1989
Necessidade da reforma econômica - contribuição para modernização chinesa;
Relações pacíficas com as potências e com vizinhos;
Boom no desenvolvimento doméstico
Fase 6: 1982 - 1989
Período marcado por dois eventos principais:
Incidente de 04 de junho - insatisfação com o governo
Colapso dos Estados europeus comunistas e da URSS
Decisão de não isolar a China;
Importância do crescimento econômico
1992: Southern Sojourn
Fase 7: 1989 - 1997
Diplomacia omnidirecional;
Lideranças de Jiang Zemin e Hu Jintao;
Relações estáveis com Rússia e EUA;
Fortalecimento das relações com os vizinhos;
Atenção diplomática para América Latina, Europa, Ásia Central e África
Fase 8: 1998 - 2008
Postura combativa;
Combinação de nacionalismo chinês, insegurança frente a ascensão da agitação social e disputas territoriais com vizinhos;
Impacto na imagem chinesa;
Fase 9: 2009 - 2010
Tentativa de reconciliação;
Não alcançou os resultados esperados por três motivos:
Histórico de dominância chinesa;
Continuidade das reivindicações marítimas;
Diplomacia enérgica nos países em desenvolvimento.
Fase 10: 2011 - 2012
Padrões da diplomacia chinesa 
Senso duradouro de isolamento e insegurança;
Política doméstica afetou os assuntos externos - mas depois de Mao se tornou mais institucionalizada;
Demora para integração a comunidade internacional
Ciclos de estagnação, antagonismo e normatização diplomáticas com países vizinhos e potências internacionais
Percepção mundial chinesa fluida e contenciosa;
Política chinesa não é consistente
Padrões da diplomacia chinesa
2. As entradas para a diplomacia chinesa
Jenner - “China lives under a ‘tyranny of history’”
Ressurgência do sistema sinocêntrico
Sensibilidade histórica chinesa com a manutenção da integridade territorial
Sinocentrismo
Relações externas assimétricas centradas em si mesma
Intenso nacionalismo
Os imperativos da história
Dinastia Qing (1861-1897) - diplomacia e desenvolvimento econômico e nacional
Exemplos: 
busca de Mao por assistência econômica na URSS
Deng Xiaoping e a reorganização da agenda em prol da economia
A diplomacia chinesa se tornou global porque a economia chinesa se tornou global.
Diplomacia a serviço do desenvolvimento econômico
Apoio ao Partido Comunista Chinês e a manutenção do regime no poder;
PCC - ancorado na integridade territorial e soberania e a dignidade nacional >>>>> sentimento de nacionalismo
Papel midiático na política externa chinesa - “face” and “smile” diplomacy
Diplomacia preemptiva
Yin e yang da diplomacia chinesa
Diplomacia a serviço da política
安全
Diplomacia a serviço da segurança
Anchan
termo utilizado para designar segurança 
Estabilidade interna
Segurança cultural
Estado forte + liderança coesa = segurança doméstica e externa
História e geografia chinesa coloca a questão de segurança externa como uma preocupação há tempos
Disputas marítimas
Diplomacia chinesa: propósito duplo: externo e interno
Diplomacia a serviço da segurança
Líderes seniores: mais alto nível de tomada de decisões;
Ministérios
 Órgãos de Inteligência: agências de inteligências, institutos de pesquisa
Localidades e corporações: províncias, municípios, corporações 
Sociedade: opinião pública. 
O ambiente de tomada de decisões da política externa
Parte Lara
3. Os resultados da diplomacia chinesa
Relação Bilateral: Importante e Complexa
Interdependência: Diplomacia, Economia, Sociedade, Cultura, Exército e
Marinha, Energia, Poluição, Turismo, Educação, Patentes;
Competição crescente X Cooperação declinante
A confiança Chinesa pós Crise do Subprime;
China e Estados Unidos: Coexistência Competitiva
Receio Econômico Norte-Americano;
A Hora da China;
Globalização das Relações Washington – Beijing;
Deterioração das Relações Sino-Americanas;
Guerra Fria: Relações Diplomáticas Conturbadas;
1990: A Reconstrução das Relações Sino-Russas;
 Cooperação militar (1993);
Acordo Mútuo de Não-Agressão (1994);
Acordo Nuclear: No-First Use (1994);
Cooperação científica, comercial e energética (1997);
China e Russia: Coordenação Estratégica
Tratado de Vizinhança e Cooperação Amigável (2001);
Crescimento Comercial Exorbitante: de 5 bi para 83,5 bi em dez anos; 
Maior Parceiro Comercial da Rússia; 
Petróleo: 300 milhões de ton durante 20 anos; 
Ajuda Militar: Crescimento e Declínio;
Coordenação Estratégica: Visões Comuns e Futuro Questionável.
Guerra Fria como Limitador; 
1995: Aproximação Consistente; 
Parceria Estratégica Compreensiva (2003): Cooperação Ganha-Ganha
Multidimensional de Longo Prazo; 
2006: Comissão de Comunicação Oficial com a China: Requerimentos;
2007-2011: Distanciamento;
País em Desenvolvimento?
China e União Européia: Âncoras Comerciais
Crise do Subprime; 
Dalai Lama; 
Direitos Humanos: Prisma Comunista; 
Europeus: Relação nada amistosa, nada Estratégica; 
China: Política Externa Europeia Desorganizada – Prioridade em Declínio;
2012: Ano do Diálogo Intercultural China-EU.
- •De todas as regiões do mundo, a Ásia recebe atenção prioritária na diplomacia da China: por fatores geográficos, econômicos e de segurança.
•China desfrutou de uma hegemonia no continente asiático por mais de 2.000 anos
•Nem sempre suas relações com seus vizinhos foram positivas.
•1950: a nova República Popular foi cortada da região. A China se encontrava em desacordo com a maioria de seus vizinhos. Porém, mantinha laços com as nações socialistas Coréia do Norte e Vietnã do Norte.
Relações China-Ásia
CHINA GOES GLOBAL
Ana Lara Cardoso Coelho
Fernanda Rodrigues 
Laura S. Couto
David Shambaugh
CHINA GOES GLOBAL
Chapter III 
China’s Global Diplomatic Presence
China’s diplomacy cannot be labeled simply as “soft” or “hard line”... We Chinese believe in combining firmness and flexibility… This means we must know when to fight, when to cooperate, and when to avoid direct confrontation
Assistant Foreign Minister Le Yucheng, 2011
“ 
Manobra estratégica
Distinção de dez fases nos últimos sessenta anos.
Constante: manobras para minimizar as ameaças

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